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	<title>Portal Cultura PE &#187; funarte</title>
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		<title>Funarte lança convocatória de credenciamento para avaliadores e instrutores</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 13:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação Nacional de Artes (Funarte) lançou nesta semana duas chamadas públicas para credenciamento e futura contratação de avaliadores e instrutores. Um dos editais destina-se a credenciar profissionais para atividades de comissão julgadora; o outro, para profissionais que vão ministrar cursos, oficinas e ações afins. Com alcance nacional, a iniciativa é considerada inédita na trajetória [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Nacional de Artes (Funarte) lançou nesta semana duas chamadas públicas para credenciamento e futura contratação de avaliadores e instrutores. Um dos editais destina-se a credenciar profissionais para atividades de comissão julgadora; o outro, para profissionais que vão ministrar cursos, oficinas e ações afins. Com alcance nacional, a iniciativa é considerada inédita na trajetória da instituição. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 6 de maio, por meio de formulários on-line, disponíveis abaixo:</p>
<p><a href="https://www.gov.br/funarte/pt-br/editais/2022/chamamento-publico-para-credenciamento-de-profissionais-visando-a-realizacao-de-atividades-de-capacitacao-formacao-e-qualificacao/chamamento-publico-para-credenciamento-de-profissionais-visando-a-realizacao-de-atividades-de-capacitacao-formacao-e-qualificacao" target="_blank"><strong>Chamamento Público para Credenciamento de Profissionais Visando à Realização de Atividades de Capacitação, Formação e Qualificação</strong></a></p>
<p><a href="https://www.gov.br/funarte/pt-br/editais/2022/chamamento-publico-para-credenciamento-de-comissao-julgadora/chamamento-publico-para-credenciamento-de-comissao-julgadora" target="_blank"><strong>Chamamento Público para Credenciamento de Comissão Julgadora</strong></a></p>
<p>O chamamento para comissão julgadora tem como objetivo a contratação de serviços de “análise e julgamento presenciais e/ou virtuais de projetos, propostas e/ou produtos artísticos e culturais, conforme demanda”, relacionados a circo, dança, teatro, artes visuais, música, artes integradas, memória e acervo. Cada credenciado receberá R$ 5 mil por trabalho concluído. O pagamento independe da quantidade de projetos avaliados.</p>
<p>Já com a outra chamada, a Funarte visa a credenciar profissionais para ministrar atividades de capacitação, qualificação e formação, nas mesmas áreas, incluindo conservação e preservação fotográfica. As ações podem ser práticas ou teóricas, on-line ou presenciais, nas dependências da Funarte ou fora dela. Os profissionais contratados para palestras, seminários ou conferências receberão R$ 2.500,00 por trabalho. Para cursos de curta duração, oficinas ou treinamentos, a remuneração será de R$ 200,00 por hora/aula.</p>
<p>Poderão se inscrever nesses editais “pessoas físicas, maiores de 18 anos, que residam no território nacional e tenham atuação comprovada nas áreas de seu interesse, de acordo com os termos de cada edital”.</p>
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		<title>Jovens de Nazaré da Mata participam de oficinas de artes visuais da Funarte</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 22:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>
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		<description><![CDATA[A partir do próximo dia 15 de fevereiro (terça-feira), crianças, adolescentes e jovens moradores do bairro do Alto da Santa e entorno, localizado em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte do estado de Pernambuco terão a oportunidade de participar de várias oficinas artístico-culturais gratuitas. A iniciativa faz parte do Projeto Nossa História, Nossa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90995" aria-labelledby="figcaption_attachment_90995" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Jornalista-Salatiel-Cicero-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-90995" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Jornalista-Salatiel-Cicero-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O jornalista Salatiel Cícero comandará a oficina</p></div>
<p>A partir do próximo dia 15 de fevereiro (terça-feira), crianças, adolescentes e jovens moradores do bairro do Alto da Santa e entorno, localizado em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte do estado de Pernambuco terão a oportunidade de participar de várias oficinas artístico-culturais gratuitas. A iniciativa faz parte do Projeto Nossa História, Nossa Cultura &#8211; a arte visual que nos inspira, educa e transforma, aprovado no Prêmio Nacional Funarte Artes Visuais, Periferias e Interiores &#8211; 2021/2022, idealizado e coordenado pelo jornalista e produtor cultural, Salatiel Cícero. As inscrições iniciam-se nesta quarta-feira (9), por meio do formulário: <a href="https://abre.ai/projetonossahistorianossacultura" target="_blank"><strong>abre.ai/projetonossahistorianossacultura</strong></a>.</p>
<p>O projeto é resultado de uma premiação nacional que envolveu mais de 600 projetos inscritos de todo o país e que selecionou apenas 16 projetos vencedores. Entre os campeões, o projeto &#8220;Nossa História, Nossa Cultura&#8221; &#8211; a arte visual que nos inspira, educa e transforma ocupou a 8ª colocação. As oficinas se propõem a atuar como uma política pública de combate à desigualdade socioespacial e problemáticas urbanas, por meio de oficinas artísticas e co-criativas, nas quais crianças, adolescentes e jovens serão agentes sociais da construção de um novo olhar sobre a própria cultura, sustentabilidade e desenvolvimento social do bairro.</p>
<p>O projeto começa em fevereiro e segue até o mês de junho. Até lá, os inscritos irão aprender, com ensino teóricos e práticos, como desenvolver novas habilidades. Na oficina de grafite, por exemplo, serão construídos painéis coloridos, inspirados no Maracatu Rural, que é Patrimônio Imaterial do Brasil, e símbolo da cultura local. A ideia é que esta intervenção seja realizada, ao ar livre, com apoio dos participantes. Juntos, eles farão pinturas de casas e muros do bairro. E, com isso, criarão uma área instagramável totalmente dedicada à arte urbana, estimulando, assim, as pessoas que passam pelo local a fotografarem as pinturas e postarem nas suas redes sociais. Uma maneira de trazer a autoestima da comunidade e fomentar o turismo.</p>
<p>Além disso, será ministrada uma oficina de fotografia com celular com enfoque na cultura do Alto da Santa. A proposta pedagógica da ação é ajudar e estimular os inscritos a terem um olhar de valorização às pessoas, grupos e instituições do bairro. O resultado das fotografias produzidas pelos estudantes será tema de uma exposição, que será apresentada à comunidade, em área pública.</p>
<p>Dentro da mesma concepção, também será realizada uma oficina de artesanato de adereços do maracatu rural. A iniciativa consiste em garantir a preservação da cultura popular e estímulo à produção artesanal com vista à economia local. Haverá ainda, uma oficina de Marketing Cultural. Nela, meninos e meninas vão aprender sobre técnicas de apresentação de produtos, vendas e como investir nas redes sociais para ganharem dinheiro com conhecimentos e confecção dos produtos culturais produzidos nas oficinas, como fotografia, grafite e artesanato.</p>
<p>O projeto tem como objetivo capacitar cerca de 15 pessoas, incluindo pessoas com deficiência. Os encontros serão semanais, sempre às terças e quintas-feiras, das 14h às 17h, no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), localizado na rua Manoel José de Andrade, bairro do Alto da Santa. O local conta com estrutura de acessibilidade e as oficinas vão contar com apoio de profissional tradutor de Língua Brasileira de Sinais (Libras). As oficinas serão ministradas por um time de profissionais experientes. São eles: Josi Marinho (Oficina de marketing cultural); Renan Peixe (Oficina de fotografia); Elisete Maria (Oficina de artesanato); Adelson Boris (Oficina de grafite). Ao todo, serão 96 horas/aulas de capacitação.</p>
<p>Todos os participantes terão acesso a fardamento, bolsa, material pedagógico, certificado e lanches, gratuitamente. Para participar é preciso residir no bairro, ter entre 12 e 24 anos, e realizar inscrição por meio do formulário (<a href="https://abre.ai/projetonossahistorianossacultura" target="_blank"><strong>abre.ai/projetonossahistorianossacultura</strong></a>), até domingo, 13 de fevereiro. O resultado será divulgado na segunda-feira (14), nas redes sociais e blog do projeto, na internet. Em virtude das atuais medidas sanitárias devido à pandemia do novo coronavirus, todos os participantes deverão apresentar o cartão de vacinação com o esquema vacinal completo e, além disso, serão disponibilizadas máscaras e álcool durante as atividades.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Projeto de artes visuais leva oficinas para crianças e adolescentes do interior de Pernambuco<br />
Inscrições de 7 a 13 de fevereiro de 2022, por meio do link: <a href="https://abre.ai/projetonossahistorianossacultura" target="_blank"><strong>abre.ai/projetonossahistorianossacultura</strong></a><br />
Classificação livre</p>
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		<title>Filme-espetáculo pernambucano &#8220;Salto&#8221; estreia no Festival de Teatro Virtual</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 14:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inspirado livremente na obra &#8220;Os Saltimbancos&#8221;, de Chico Buarque, o filme-espetáculo pernambucano &#8220;Salto&#8221; estreia nesta quinta-feira (26), a partir das 18h30, no Festival de Teatro Virtual, que terá transmissão ao vivo pelo canal da Funarte no YouTube (www.youtube.com/funarte). A adaptação &#8220;cyberfuturista&#8221; fala do processo de agrupamento de quatro &#8220;sujeito-usuários&#8221; que buscam uma utopia coletiva. Juntando [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/SALTO-FOTOGRAFO_-DESNA-ARTE-GRAFICA_-RAPHAEL-CRUZ.png"><img class="alignnone size-full wp-image-87346" alt="Desna/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/SALTO-FOTOGRAFO_-DESNA-ARTE-GRAFICA_-RAPHAEL-CRUZ.png" width="600" height="337" /></a></p>
<p>Inspirado livremente na obra &#8220;Os Saltimbancos&#8221;, de Chico Buarque, o filme-espetáculo pernambucano &#8220;Salto&#8221; estreia nesta quinta-feira (26), a partir das 18h30, no Festival de Teatro Virtual, que terá transmissão ao vivo pelo canal da Funarte no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/user/funarte" target="_blank"><strong>www.youtube.com/funarte</strong></a>).</p>
<p>A adaptação &#8220;cyberfuturista&#8221; fala do processo de agrupamento de quatro &#8220;sujeito-usuários&#8221; que buscam uma utopia coletiva. Juntando cinema, música, dança e teatro, o grupo Bote de Teatro, com produção da Janela Gestão de Projetos, apresenta o resultado dessa experimentação no evento virtual, que nesta etapa traz as montagens da Região Nordeste. O vídeo, com legenda e Libras, é indicado para maiores de 16 anos e fica disponível após a exibição no link: <strong><a href="http://bit.ly/FestivaldeTeatroVirtual" target="_blank">bit.ly/FestivaldeTeatroVirtual</a></strong>.</p>
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		<item>
		<title>Convênio entre Fundarpe e Funarte leva instrumentos para bandas tradicionais de música do Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 16:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) inicia, nesta quinta-feira (22), a entrega de instrumentos musicais para bandas tradicionais de música do Estado. A iniciativa é fruto de um acordo de cooperação assinado entre a Fundarpe e a Fundação Nacional de Artes (Funarte) para a entrega do Prêmio Funarte de Apoio às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_86507" aria-labelledby="figcaption_attachment_86507" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/51328712763_bf5cabe0fc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-86507" alt="PH Reinaux/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/51328712763_bf5cabe0fc_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Banda Musical 1º de Novembro, de Timbaúba, recebeu os instrumentos na Fundarpe nesta quinta-feira (22)</p></div>
<dl id="attachment_48950">
<dt></dt>
<dt></dt>
<dt></dt>
</dl>
<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) inicia, nesta quinta-feira (22), a entrega de instrumentos musicais para bandas tradicionais de música do Estado. A iniciativa é fruto de um acordo de cooperação assinado entre a Fundarpe e a Fundação Nacional de Artes (Funarte) para a entrega do Prêmio Funarte de Apoio às Bandas de Música 2020, que teve, em seu resultado final, a seleção de nove grupos das quatro macrorregiões de Pernambuco. Ao todo, grupos como a Banda Musical Curica, de Goiana &#8211; Patrimônio Vivo do Estado &#8211; receberão 21 peças de sopro, que vão compor os metais dos grupos selecionados. Na lista dos instrumentos musicais de alta qualidade a serem entregues estão: bombardino; bombardão; trombone; trompa; saxofone tenor; flauta e clarineta.</p>
<p>A entrega das peças será feita a partir desta quinta-feira (22), na recepção da Fundarpe, e contará com a presença de Marcelo Canuto, presidente da instituição. A fim de evitar aglomeração, essa entrega seguirá até a próxima semana, com dias e horários diferentes para cada grupo.</p>
<p>Além da Banda Musical Curica, as outras bandas que receberão os instrumentos são: Banda Musical 1º de Novembro (Timbaúba), Grupo Litero Musical Bonjardinense (Bom Jardim) Filarmônica Sim do Velho Chico (Petrolândia), Banda 15 de Novembro (Vicência), Banda de Música Madre de Deus (Brejo da Madre de Deus), Banda Musical Pedro Jorge Frassati (Chã Grande), Banda de Música Dom Luiz de Brito (Taquaritinga do Norte) e o Instituto Passo de Anjo (Recife).</p>
<div id="attachment_86506" aria-labelledby="figcaption_attachment_86506" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/51328508526_da8d90924f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-86506" alt="PH Reinaux/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/51328508526_da8d90924f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Entrega dos instrumentos contou com a presença de Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe</p></div>
<p>“Assim que assinamos o acordo de cooperação com a Funarte, entramos em contato com as bandas pernambucanas para organizar a logística da entrega dos instrumentos. Esta premiação será um importante estímulo para a manutenção dessas bandas musicais, que carregam uma tradição de muitos anos, a exemplo da Banda Musical Curica, de Goiana, que conta com mais de 150 anos de história”, destaca Marcelo Canuto.</p>
<p><strong>PRÊMIO -</strong> Lançado nacionalmente, o Prêmio Funarte de Apoio às Bandas de Música 2020ão tem como objetivo a  distribuição gratuita de até cinco instrumentos de sopro para 158 bandas de música. Este edital integra o Projeto Bandas de Música, programa permanente da Funarte para incentivo aos conjuntos musicais instrumentais desse tipo. O investimento total é de cerca de R$ 5,5 milhões.</p>
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		<title>Cacuriá de Dona Teté celebra 35 anos com programação em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cacuria-de-dona-tete-celebra-35-anos-com-programacao-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2016 19:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Realizando um espetáculo popular inspirado no carimbó, envolvendo ritmos como baião, valsa e caroço, o grupo artístico Cacuriá de Dona Teté inicia nesta quinta-feira (1º), durante a Semana do Livro de Pernambuco, no Museu do Estado (MEPE), turnê comemorativa pelos seus 35 anos de carreira. A apresentação gratuita acontece a partir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Cacuria-de-Dona-Tete-divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-42550" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Cacuria-de-Dona-Tete-divulgacao-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p align="right"><i>Com informações da assessoria</i></p>
<p style="text-align: justify;">Realizando um espetáculo popular inspirado no carimbó, envolvendo ritmos como baião, valsa e caroço, o grupo artístico Cacuriá de Dona Teté inicia nesta quinta-feira (1º), durante a Semana do Livro de Pernambuco, no Museu do Estado (MEPE), turnê comemorativa pelos seus 35 anos de carreira. A apresentação gratuita acontece a partir das 18h30, contando no repertório com composições de Dona Teté, Rosa Reis, Cecé Ferreira, Dona Roxa e Camila Reis.</p>
<p style="text-align: justify;">Composto por 20 integrantes, entre dançarinos e músicos, o Cacuriá de Dona Teté foi originado em 1986, pelo grupo Laborarte, tendo a frente a rezadeira e caixeira da festa do Divino Espírito Santo, Almerice da Silva Santos, Dona Teté. No seu processo de criação, elementos característicos da dança também passaram a expressar a teatralidade e a sensualidade latente da brincadeira, explorando o ritmo, o movimento dos quadris e a letra das canções. Atualmente, o grupo é referência para os outros grupos de cacuriá no Maranhão, sendo reconhecido como um grande expoente das manifestações tradicionais brasileiras.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Cacuria-de-Dona-Tete-divulgacao-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-42551" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Cacuria-de-Dona-Tete-divulgacao-02-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A programação em Pernambuco continua na sexta-feira (2), em Olinda, quando o grupo se apresenta partir das 20h, na Praça Laura Nigro, localizada na Ribeira, com a abertura do grupo O Coco é a Resposta. Já no sábado (3), os integrantes do Cacuriá de Dona Teté irão ministrar a partir das 10h, no SESC Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, a Oficina de Dança e Toque de Caixa, explorando técnicas de aquecimento corporal e coreografias da dança do Cacuriá, com duração de duas horas, tendo como público-alvo grupos de dança popular já selecionados para a participação. Estão disponíveis para a realização da oficina, o total de 20 vagas, que serão preenchidas por ordem de chegada. Em seguida, às 14h, no mesmo local, o grupo faz apresentação do seu espetáculo.</p>
<p style="text-align: justify;">O circuito continua no domingo (4), a partir das 16h, com apresentações no Paço do Frevo e também na Praça do Arsenal, no Bairro do Recife, sendo concluído na terça-feira (6), às 20h30, com show na sede da Troça Carnavalesca Cariri, localizada no Largo do Guadalupe, em Olinda, contando na abertura com a Orquestra Embarcasom.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda a programação é oferecida gratuitamente, sendo uma realização conjunta do Prêmio Klauss Vianna de Dança  2015, do Minc e da Funarte. A produção conta com os trabalhos do grupo Laborarte e da produtora Página 21, sendo uma iniciativa que visa promover a troca de saberes com o retorno do grupo por Pernambuco.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p><strong>- Quinta-feira (01/12) &#8211; 18h30</strong><br />
Semana do Livro de Pernambuco, no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) &#8211; Recife</p>
<p><strong>- Sexta-feira (02/12) &#8211; 20h</strong><br />
Praça Laura Nigro, s/n, Ribeira – Olinda<br />
Abertura: Coco e a Resposta</p>
<p><strong>- Sábado (03/12)</strong><br />
10h – Oficina de dança e toque de caixa.<br />
14h – Apresentação de espetáculo<br />
Sesc &#8211; Piedade, Jaboatão</p>
<p><strong>- Domingo (04/12) &#8211; 16h</strong><br />
Paço do Frevo – Recife<br />
Praça do Arsenal – Recife Antigo</p>
<p><strong>- Terça (06/12) &#8211; 20h30</strong><br />
Sede da Troça Carnavalesca Cariri, Largo do Guadalupe – Olinda<br />
Abertura: Orquestra Embarcasom</p>
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		<title>Exposição &#8220;A cidade, as ruínas e depois&#8221; ocupa a Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2016 20:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[A Cidade as ruínas e depois]]></category>
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		<description><![CDATA[A Torre Malakoff sedia, neste mês de setembro, a exposição A cidade, as ruínas e depois. Organizada pelo Ministério da Cultura e a Funarte, em parceria com a Secult-PE e a Fundarpe, a mostra retrata, através dos trabalhos dos artistas Andrei Thomaz, Daniel Escobar e Marina Camargo, a transformação das urbes e o momento particular vivido pelas cidades [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39878" aria-labelledby="figcaption_attachment_39878" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/exposicao-a-cidade-as-ruinas-e-depois-funarte-torre-malakoff-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-39878" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/exposicao-a-cidade-as-ruinas-e-depois-funarte-torre-malakoff-1-607x349.jpg" width="607" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto reúne trabalhos dos artistas Andrei Thomaz, Daniel Escobar e Marina Camargo</p></div>
<p>A Torre Malakoff sedia, neste mês de setembro, a exposição <em>A cidade, as ruínas e depois</em>. Organizada pelo Ministério da Cultura e a Funarte, em parceria com a Secult-PE e a Fundarpe, a mostra retrata, através dos trabalhos dos artistas Andrei Thomaz, Daniel Escobar e Marina Camargo, a transformação das urbes e o momento particular vivido pelas cidades brasileiras após anos de crescimento econômico e décadas de processamento do legado modernista. O vernissage do projeto, que fica em cartaz no espaço até o dia 18/10, acontece na próxima terça-feira (6), às 19h.</p>
<p>Na exposição, o trio lança seu olhar sobre esses espaços que sofreram diversas transformações nos últimos anos (especulação imobiliária, caos na mobilidade, disputas de território&#8230;) e que, agora, sentem os efeitos da crise econômica. Essas questões não são novas para os artistas, os quais já vêm se debruçando, anteriormente, sobre guias de viagem, mapas urbanos diversos, arquivos de fotografias documentando as mudanças da paisagem urbana ao longo do tempo, mitos urbanísticos, instrumentos de orientação, publicidade no espaço urbano, a especulação imobiliária, as escolhas sobre o que revelar e o que ocultar na urbe. “São artistas que pensam e dialogam com o substrato urbano nas suas produções. Todos estão atentos a esse metabolismo das grandes cidades”, pontua Márcio Harum, curador da mostra, cuja viabilidade se deu através do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2015 – Espaços Norte/Nordeste.</p>
<p>&#8220;Repensar os espaços urbanos é um dos principais desafios do mundo contemporâneo. E a arte, em especial a sensibilidade de jovens artistas, pode ser uma ferramenta valiosa nesse processo de modelação e reconstituição das cidades, que passam atualmente por um momento de grandes transformações &#8220;, disse a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<div id="attachment_39880" aria-labelledby="figcaption_attachment_39880" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/ARTISTAS-ANDREI_THOMAZ-DANIEL_ESCOBAR-MARINA_CAMARGO-exposicao-a-cidade-as-ruinas-e-depois-funarte-torre-malakoff.jpg"><img class="size-medium wp-image-39880" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/ARTISTAS-ANDREI_THOMAZ-DANIEL_ESCOBAR-MARINA_CAMARGO-exposicao-a-cidade-as-ruinas-e-depois-funarte-torre-malakoff-607x424.jpg" width="607" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Andrei Thomaz, Daniel Escobar e Marina Camargo são os responsáveis pelas obras da mostra</p></div>
<p>Os três abordam o espaço, a paisagem ou a cidade a partir de um ponto onde não é muito possível distinguir realidade e ficção. “Penso que este seja um ponto comum muito eficiente e capaz de unir obras produzidas por processos totalmente artesanais a obras geradas por softwares de última geração, por exemplo”, destaca Daniel Escobar. Andrei Thomaz, Daniel Escobar e Marina Camargo também formaram-se na mesma escola – o Instituto de Artes da UFRGS. Eles têm Porto Alegre como referência, ainda que tenham vivido em outras cidades e tenham percursos artísticos marcadamente distintos. Atualmente, Andrei Thomaz vive em São Paulo, Daniel Escobar em Porto Alegre, e Marina Camargo entre Porto Alegre e Berlim.</p>
<p>Segundo o curador, o pensamento que norteia a exposição é a metabolização dos espaços urbanos nas grandes metrópoles brasileiras. “É interessante notar como eles estão trabalhando essa questão da descaracterização da paisagem urbana que tem acontecido em São Paulo, no Recife, em Porto Alegre&#8230; É um pensamento sobre o urbano”, comenta Márcio Harum.</p>
<p>Ao idealizarem esse novo projeto, o segundo do trio – que desenvolveu em 2010 um outro, intitulado Lugares e Representações –, eles buscaram um espaço urbano novo, onde ainda não tivessem atuado e que estivesse fora do eixo habitual das mostras no país. “Nenhum de nós tinha muito contato com o Recife. Há muito tempo tive uma obra exposta numa coletiva no Museu Murillo La Greca, mas nossa produção pode ser considerada inédita na cidade”, diz Andrei Thomaz. “Para mim, há várias razões nessa escolha. Uma delas é por ser uma cidade que me parece ter um paralelo com Porto Alegre, não por semelhança, mas por serem duas cidades com uma vida cultural ativa e fora de um eixo da região sudeste”, complementa Marina Camargo.</p>
<div id="attachment_39879" aria-labelledby="figcaption_attachment_39879" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/exposicao-a-cidade-as-ruinas-e-depois-funarte-torre-malakoff.jpg"><img class="size-medium wp-image-39879" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/exposicao-a-cidade-as-ruinas-e-depois-funarte-torre-malakoff-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição vai apresentar tanto obras individuais, como outras realizadas em parceria especialmente para o projeto</p></div>
<p>Além disso, a capital pernambucana tinha um espaço interessante e parceiro da Funarte, a Torre Malakoff, edifício que possui um observatório astronômico e que durante muito tempo ofereceu um mirante para a cidade do Recife. “Como nossas poéticas e conceitos de trabalho estão geralmente voltados para questões relacionadas ao contexto das grandes cidades, pensamos que seria interessante projetarmos um universo de discussão acerca da cidade e seus processos de transformação em um local de onde se costumava olhar para a cidade”, afirma Daniel Escobar. O fato do Recife viver um momento especial, no qual a problematização das questões da urbe estão em foco, através, por exemplo, do movimento Ocupe Estelita, também reforçou essa seleção. “Não à toa, Recife é o cenário de <em>O Som ao Redor</em>, filme emblemático do quanto nossas cidades ainda são carregadas por estruturas sociais da época da colonização, ao mesmo tempo que sofrem o efeito da especulação imobiliária”, diz Andrei Thomaz.</p>
<p>A exposição reunirá tanto obras individuais, como outras realizadas em parceria especialmente para o projeto. O trio, que prefere não ser visto como um coletivo, criou o aplicativo <em>As ruínas e depois</em>, uma espécie de guia sonoro da exposição e documentação visual da mesma, que estende sua abrangência para além do espaço expositivo.</p>
<p>Os trabalhos individuais atestam a própria transformação vivida ao longo do tempo pela produção de cada um dos artistas. Se antes o foco estava na forma de representação das cidades, hoje aspectos políticos da transformação urbana e da representação de espaços, junto com os efeitos do tempo, são o centro de atenção. “Vemos aqui uma oportunidade de pensar o novo momento social, político e econômico no qual o país se encontra a partir da produção em arte contemporânea”, dizem.</p>
<p>O projeto contempla dois encontros com o artista Andrei Thomaz e com o curador Márcio Harum, um no Recife, na própria Torre Malakoff, no dia 20 de outubro, e outro em Olinda, no Atelier Mutirão de Cultura, no dia 21. A proposta é conversar com os artistas e com o público locais abrindo o debate sobre as questões levantadas pela mostra e ao mesmo tempo se aproximar um pouco mais da realidade e contexto da cidade. Também será produzida uma oficina com até 15 professores da rede pública, com o objetivo de preparar e discutir atividades didáticas, que possam ser desenvolvidas em sala de aula, relacionadas aos temas e trabalhos presentes na exposição. Ao final, um catálogo com imagens das obras e da exposição montada, com texto crítico de Cristiana Tejo, do curador e da coordenadora do projeto educativo será lançado e distribuído para instituições culturais e disponibilizado em PDF, no <a href="http://acidadeasruinasedepois.art.br/" target="_blank"><strong>site da mostra</strong></a>.</p>
<p><strong><strong>Os Artistas</strong><br />
ANDREI THOMAZ</strong> (Porto Alegre, 1981) <a href="http://www.andreithomaz.com/" target="_blank"><strong>www.andreithomaz.com</strong></a><br />
É artista visual e professor. Mestre em Artes Visuais pela ECA/USP e formado em Artes Plásticas pela UFRGS. Sua produção artística abrange diversas mídias, digitais e analógicas, envolvendo também várias colaborações com outros artistas, entre as quais encontram-se performances sonoras e instalações interativas. Entre os prêmios e editais pelos quais foi contemplado, encontram-se a Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais 2014; #1 C.LAB &#8211; Blau Projects, com curadoria de Douglas Negrisoli, 2014; Edital de Estímulo à Produção Audiovisual do Espaço do Conhecimento UFMG 2012; Prêmio de Ocupação dos Espaços da Funarte 2010, junto com Daniel Escobar e Marina Camargo; Edital do Centro Cultural Banco do Norteste 2010; 63 Salão Paranaense, 2009; Prêmio Atos Visuais, 2007; Prêmio FIAT Mostra Brasil, 2006. Participou de festivais como Videobrasil (2011), FILE (diversas edições) e outros. É sócio da produtora Mandelbrot, onde atua como programador e coordenador no desenvolvimento de projetos interativos. Vive e trabalha em São Paulo, SP.</p>
<p><strong>DANIEL ESCOBAR</strong> (Santo Ângelo (RS), 1982) <a href="http://www.danielescobar.com.br/" target="_blank"><strong>www.danielescobar.com.br</strong></a><br />
Graduado em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS, a sua pesquisa aborda as paisagens do desejo criadas pelo consumo e pelo entretenimento, a partir da apropriação de objetos ou símbolo ordinários e cotidianos, próprios ao mundo urbano. Entre as mostras individuais recentes destacam-se A História Mais Curta, Celma Albuquerque Galeria de Arte (Belo Horizonte, 2015), A Nova Promessa, Zipper Galeria (São Paulo, 2014) e Seu Lugar é Aqui, seu Momento é Agora, Santander Cultural (Porto Alegre, 2014). Participou de exposições como: Depois do Futuro, Parque Lage (2016), Cidade Gráfica, Itaú Cultural (2014); X Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013); 18o. Festival de Arte Contemporânea Sesc Videobrasil (2013); Jenseits der Bibliothek, Frankfurt Book Fair (Frankfurt, 2013) e Além da Biblioteca, Museu Lasar Segall (São Paulo, 2011). Participou de residências como Bolsa Pampulha (Belo Horizonte, 2008-2009); Atelier de Gravura da Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre, 2011). Recentemente esteve em residência na Casa de Velázquez em Madrid como ganhador da Bolsa Iberê Camargo 2014. Entre as premiações, destacam-se o Prêmio Aquisição do Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo (2013), Prêmio Funarte de Arte Contemporânea (Belo Horizonte, 2011) e Prêmio Fiat Mostra Brasil (São Paulo, 2006). Em 2012, realizou sua primeira exposição individual internacional na RH Gallery, em Nova York. Possui obras em acervos públicos e privados no Brasil e no exterior, incluindo Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte da Pampulha, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Fundação Iberê Camargo, Casa de Velázquez/Madrid, entre outros.</p>
<p><strong>MARINA CAMARGO</strong> (Maceió, 1980) <a href="http://www.marinacamargo.com/?page_id=39" target="_blank"><strong>www.marinacamargo.com</strong></a><br />
Sua formação se divide entre Porto Alegre (onde realizou graduação e mestrado em Artes Visuais), Barcelona e Munique, onde estudou como artista bolsista do DAAD. Em seu trabalho investiga as relações de representação das coisas ou fenômenos do mundo, seja através da relação direta com os lugares ou a partir referências encontradas. Entre os diversos prêmios e bolsas que recebeu, está a bolsa da Fundação Iberê Camargo para residência no Gasworks (Londres). Suas exposições individuais mais recentes foram Ensaio sobre uma ordem das coisas (2015), Goethe-Institut, Porto Alegre; Reflexo Distante (2013), Galeria Bolsa de Arte, Porto Alegre; O ar entre as coisas (2013), Galeria A Sala (IAD), Pelotas; Planisfério (2012), Galeria Zipper – projeto Zip’Up, São Paulo. Em 2015, participou das seguintes exposições coletivas: ARTE E CIÊNCIA: Nós entre os extremos, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo Filmes e Videos de Artistas — Itaú Cultural e Fundação Iberê Camargo, Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre FINISTERRE, Kultureland, Porto, Portugal PROYECTOR 15, 8. Festival Internacional de Videoarte, Madri, Espanha IVAHM, Festival Internacional de Video Arte de Madrid (New Media Festival), Centro Neomudéjar, Madri, Espanha.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição <em>A cidade, as ruínas e depois </em>- Andrei Thomaz, Daniel Escobar e Marina Camargo<br />
Abertura: terça-feira (6/9), às 19h<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n – Recife-PE)<br />
Visitação: de 8 de setembro a 18 de outubro<br />
Informações: (81) 3184.3180<br />
Site: <a href="http://acidadeasruinasedepois.art.br/" target="_blank"><strong>www.acidadeasruinasedepois.art.br</strong></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Encontros</strong></span><br />
Recife/PE: dia 20 de outubro de 2016, Torre Malakof, às 19h.<br />
Olinda/PE: dia 21 de outubtro de 2016, Atelier Mutirão de Cultura, às 19h.</p>
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		<title>Artistas da dança promovem o DDDança</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2016 18:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artistas da dança em Pernambuco, unidos através do DDDança, plataforma de discussões artístico-políticas, realizam conjuntamente uma série de ações dedicadas à dança no mês de abril. Debates políticos, performances, feira, aulas, consultorias, intercâmbios, espetáculos, mostra de fotografia e intervenções visuais acontecem ao longo do mês, com a intenção de culminar no dia 29 de abril, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Artistas da dança em Pernambuco, unidos através do <b>DDDança</b>, plataforma de discussões artístico-políticas, realizam conjuntamente uma série de ações dedicadas à dança no mês de abril. Debates políticos, performances, feira, aulas, consultorias, intercâmbios, espetáculos, mostra de fotografia e intervenções visuais acontecem ao longo do mês, com a intenção de culminar no dia 29 de abril, <b>Dia Internacional da Dança</b>, na Torre Malakoff, quando um documento oficial com as pautas do setor será entregue ao Ministro da Cultura Juca Ferreira.</p>
<div id="attachment_35136" aria-labelledby="figcaption_attachment_35136" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/ddanca-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-35136" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/ddanca-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público acompanha espetáculo durante o DDDança 2015</p></div>
<p>Em sua segunda edição, o DDDança consolida-se como ação articulada entre sociedade civil e poder público, uma co-realização entre artistas da dança, do Governo de Pernambuco (Secult/Fundarpe) e da Fundo Nacional de Artes (Funarte/MinC). As inscrições, abertas até o dia 12 de abril, podem ser realizadas no site <strong><a href="http://www.dddanca.wordpress.com/">www.dddanca.wordpress.com</a></strong>. A abertura ocorre na próxima <b>terça-feira (5),</b> no Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista, Recife-PE), às 19h30, com a apresentação do espetáculo <i>Terra em outras terras</i>, da dançarina pernambucana Maria Paula Costa Rêgo, do Grupo Grial.</p>
<p>“Na abertura, refletiremos justamente sobre a questão dos territórios. O <i>Terra em outras terras</i> é uma alusão ao espetáculo <i>Terra</i> inicial, porém ele vai ser composto por bailarinos de diferentes linguagens para que, no espetáculo, cada um defenda o seu universo. A temática é também a perda de território. Evidencio a defesa do espaço plural da dança quando proponho um compartilhamento de ideias e necessidades”, detalha Maria Paula. Fazedores da dança dedicados às mais variadas formas de dançar participarão do espetáculo, para também mostrar o caráter rizomático e aberto do DDDança. O <i>Terra em outras terras</i>, que tem trilha sonora de Naná Vasconcelos, também é uma homenagem ao percussionista recém-falecido. A abertura dá partida a um mês que receberá uma série de discussões artísticas e políticas em prol da defesa da profissionalização do bailarino e da construção de uma política pública de Estado estruturante para a cadeia produtiva da dança em Pernambuco.</p>
<div id="attachment_35138" aria-labelledby="figcaption_attachment_35138" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcos Aurelio</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/TERRA-do-Grupo-Grial-Foto-Marcos-Aurelio.jpg"><img class="size-medium wp-image-35138" alt="Marcos Aurelio" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/TERRA-do-Grupo-Grial-Foto-Marcos-Aurelio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bailarinos de diferentes linguagens vão participar do &#8216;Terra em outras terras&#8217;, uma alusão ao &#8216;Terra&#8217; inicial (foto)</p></div>
<p>Para Marcelino Granja, Secretário Estadual de Cultura, o  DDDança “é um momento oportuno para a pactuação de políticas públicas que fomentem toda a cadeia produtiva do setor e também de intercâmbio entre os grupos”, pontua. Com o objetivo de facilitar esta troca de informações entre os artistas pernambucanos e de todo o país, a Secult-PE e a Fundarpe estão garantindo a participação de profissionais envolvidos artística e politicamente com a dança nas 12 regiões de desenvolvimento de Pernambuco.“Desta forma, será possível reunir as diferentes experiências territoriais, traçar planos e estratégias comuns, mas sem perder de vista a especificidade e a diversidade dos grupos, em sintonia com a demanda nacional”, complementa Silvana Meireles, Secretária Executiva Estadual de Cultura.</p>
<div id="attachment_35137" aria-labelledby="figcaption_attachment_35137" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/ddanca-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-35137" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/ddanca-4-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Seminários e debates sobre políticas para o setor vão reunir artistas de todo o país</p></div>
<p>Segundo Naldinho Freire, representante Norte-Nordeste da Funarte, trata-se de um momento oportuno para a dança no País, porque o DDDança culminará no Encontro Nacional da Dança, quando artistas entregarão uma proposta de política pública a representantes políticos envolvidos com a cultura do País. “É um momento histórico que está se construindo no Recife, porque contaremos com a presença de pessoas que não só fazem a dança nos palcos e nas ruas, mas que também pensam o setor politicamente. Trata-se de um projeto que tem o apoio completo do Ministério da Cultura e da Funarte, principalmente devido ao nosso interesse por construir marcos legais para o setor”, explica Naldinho Freire.</p>
<p><b>PROGRAMAÇÃO</b></p>
<p>Na quarta-feira (6), a programação do DDDança já inicia com o encontro <i>Corpos em manifesto</i>, no Teatro Arraial. A partir das 9h30, dançarinos, pesquisadores, <i>performers</i> e interessados na dança se reúnem para debater questões relativas ao tema <i>A bailarina negra / O bailarino negro</i>, em um debate sobre o lugar dos corpos, cultura, sons e movimentos negros na dança. As discussões culminam em uma performance-manifesto à noite, às 19h30, a fim de sintetizar as inquietações dos participantes nos seus corpos. A apresentação estará aberta ao público.</p>
<p>“O <i>Corpos em manifesto</i> foi idealizado para que sejam pensados temas importantes para quem faz dança em Pernambuco, ao mesmo tempo em que refletiremos sobre a construção da dramaturgia. Ao longo da jornada, pensaremos sobre como traduzir todos os discursos falados e escritos em corpo e em poesia”, explica Maria Paula Costa Rêgo. O encontro contará com a presença de bailarinos negros da cidade, como Orum Santana, Jorge Kildery, Manuel Castomo, Alê Carvalho, Anne Costa, Jaqson Gomes e Simone Silva, e com sonoridades criadas ao vivo por Isaar, Bárbara Regina, Arnaldo do Monte e Aduni Guedes. O encontro <i>Corpos em manifesto</i> ocorrerá em três quartas-feiras do mês de abril (além do dia 6, nos dias 13 e 20), com temáticas diferentes a cada edição. Para participar, é preciso se inscrever.</p>
<p>A programação do DDDança continua na sexta-feira (8), quando acontece a primeira mostra do trabalho de fotógrafos que acompanham o cenário da dança em Pernambuco há décadas e de jovens fotógrafos, no Espaço Experimental, a partir das 18h. A exposição, que conta na primeira semana com imagens de profissionais como André Nery, Hans vonManteuffel e Rogério Alves, também funcionará como um espaço de diálogo ao longo do mês.</p>
<p>Para Mônica Lira, do Grupo Experimental, &#8220;realizar o DDDança é um desafio que só reforça a nossa característica empreendedora enquanto artistas da dança. E isso de forma linear, reconhecendo o segmento como importante elemento para a economia da cultura e com vistas a consolidar políticas e estruturas que protejam a quem pensa, faz e empreende nesta arte, nos níveis federal, estadual e municipal. E isso reflete no corpo a corpo com os grupos e na forma como tudo é pensado e realizado. É uma forma criativa e colaborativa de organizar e promover a Dança como processo democrático e transformador&#8221;.</p>
<p><b>OUTRAS AÇÕES</b></p>
<p>Durante o mês, ainda será possível realizar trocas solidárias artísticas ou técnicas com profissionais da dança, em uma espécie de intercâmbio de experiências; expor trabalhos de videodanças, videoarte, vídeos e fotografias de dança; disponibilizar o próprio espaço para algumas das ações do DDDança (seja sala de ensaio, espaço cultural ou até a própria garagem); e participar de batalhas urbanas dedicadas ao <em>breaking</em> e a estilos semelhantes. Para isso, basta se inscrever no formulário que está disponível no blog do DDDança. Todas as ações são gratuitas.</p>
<p>Profissionais envolvidos artística e politicamente com a dança das 12 Regiões de Desenvolvimento (RDs) de Pernambuco podem se inscrever no site para participar das ações. O Governo do Estado vai garantir a vinda ao Recife de uma pessoa de cada RD, além de hospedagem e alimentação. A seleção será feita a partir da análise das cartas de intenção e dos currículos enviados.</p>
<p><b>DDDANÇA</b></p>
<p>O DDDança 2016 é uma teia de ações co-realizada pela classe artística, pelo Governo do Estado, Funarte/MinC e voltada para a reflexão e o fortalecimento da dança em Pernambuco e no Brasil. São debates, aulas teóricas e práticas, apresentações artísticas, palestras, feira e intercâmbios a serem realizados em diversos locais do Estado, durante o mês de abril.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MUZMsn-Y9K8" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>“A beleza do DDDança é o exercício prático das trocas solidárias entre todos aqueles evolvidos na cadeia produtiva do setor. A construção coletiva é o que fortalece a dança em cada edição, intensificando a proatividade de cada ator do processo, promovendo o engajamento de toda a teia da dança do estado”, ressalta Duda Freyre, Assessora de Dança da Secult-PE.</p>
<p><strong>INSCRIÇÕES: <a href="http://www.dddanca.wordpress.com/">www.dddanca.wordpress.com</a>, até 12 de abril</strong>.</p>
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		<title>&#8216;Anatomia das Coisas Encalhadas&#8217; chega à Torre Malakoff</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/anatomia-das-coisas-encalhadas-chega-a-torre-malakoff/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2015 14:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A bailarina e coreógrafa cearense Silvia Moura apresenta, pela primeira vez no Recife, o solo de dança &#8220;Anatomia das Coisas Encalhadas&#8221;, que já circulou por diversas cidades do país. A programação cultural  integra a Ocupação Funarte Norte Nordeste, que desde o último dia 6 de novembro vem movimentando a Torre Malakoff com montagens de teatro, circo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32337" aria-labelledby="figcaption_attachment_32337" class="wp-caption img-width-323 alignright" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Diviulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/SILVIA-MOURA.jpg"><img class="size-medium wp-image-32337" alt="Diviulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/SILVIA-MOURA-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Solo de SIlvia Moura entra em cartaz na Torre Malakoff</p></div>
<p>A bailarina e coreógrafa cearense Silvia Moura apresenta, pela primeira vez no Recife, o solo de dança &#8220;Anatomia das Coisas Encalhadas&#8221;, que já circulou por diversas cidades do país. A programação cultural  integra a Ocupação Funarte Norte Nordeste, que desde o último dia 6 de novembro vem movimentando a Torre Malakoff com montagens de teatro, circo e dança. Sempre gratuitas.</p>
<p>Na performance, que será apresentada às 17h da quarta (9), quinta (10) e sexta (11), Silvia convida ao questionamento das relações pessoais com o que guardamos ou descartamos atualmente. Em cena, a trajetória de cada um na luta pela convivência com o outro. Uma dança de modos sutis, de construção do corpo nas suas relações com o tempo ditado pelo mundo.</p>
<p>A concepção do espetáculo é da própria bailarina; a música é de Uirá dos Reis; Dário de Albuquerque assina o figurino e Jota Junior, a produção.</p>
<p>A Ocupação Funarte Norte Nordeste é uma realização da Fundação Nacional de Artes, através do Centro de Artes Cênicas – CEACEN e a Representação Funarte N|NE, em parceria com o Governo de Pernambuco (Secult-PE, Fundarpe e Torre Malakoff) e as Representações Regionais Norte (RRN) e Nordeste (RRNE) do Ministério da Cultura. Ficará em cartaz até 17 de dezembro. Saiba mais<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/ocupacao-funarte-norte-nordeste-aporta-na-torre-malakoff/" target="_blank"><strong> AQUI</strong></a></p>
<p><strong>ANATOMIA DAS COISAS ENCALHADAS<br />
</strong><em>Solo de Silvia Moura (Dança/CE)<br />
</em>De 9 a 11/12. Sempre às 17h.<br />
Torre Malakoff &#8211; Praça do Arsenal/Bairro do Recife<br />
Entrada Gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ocupação Funarte Norte Nordeste aporta na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 18:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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		<category><![CDATA[Márcia Souto]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos equipamentos públicos mais plurais de Pernambuco, a Torre Malakoff, será palco para os espetáculos de teatro, circo e dança que integram a Ocupação Funarte Norte e Nordeste. Realizada pela Fundação Nacional de Artes, através do Centro de Artes Cênicas &#8211; CEACEN e a Representação Funarte N&#124;NE, em parceria com o Governo de Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Um dos equipamentos públicos mais plurais de Pernambuco, a Torre Malakoff, será palco para os espetáculos de teatro, circo e dança que integram a <b>Ocupação Funarte Norte e Nordeste</b>. Realizada pela Fundação Nacional de Artes, através do Centro de Artes Cênicas &#8211; CEACEN e a Representação Funarte N|NE, em parceria com o Governo de Pernambuco (Secult-PE, Fundarpe e Torre Malakoff) e as Representações Regionais Norte (RRN) e Nordeste (RRNE) do Ministério da Cultura, a Ocupação vai ficar em cartaz de 6 de novembro a 17 de dezembro. Sempre com espetáculos gratuitos, abertos ao público.</p>
<div id="attachment_31176" aria-labelledby="figcaption_attachment_31176" class="wp-caption img-width-334 alignright" style="width: 334px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/banner.jpg"><img class="size-medium wp-image-31176" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/banner-334x486.jpg" width="334" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Todos os espetáculos serão gratuitos.</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">Para Naldinho Freire, representante da Funarte Norte Nordeste, “a iniciativa estende o programa nacional de ocupações, incluindo pela primeira vez espetáculos cênicos das duas regiões”. Ainda segundo o representante, “a mostra pretende contribuir não apenas com a circulação dos grupos, mas também com o intercâmbio e o diálogo entre eles”. Ao final das últimas apresentações de cada espetáculo, haverá um bate-papo entre artistas e espectadores, para troca de experiências.</p>
<p>De acordo com Márcia Souto, presidente da Fundarpe, “receber a Ocupação em Pernambuco, mais especialmente na Torre Malakoff, é uma alegria e uma oportunidade de conhecermos melhor a produção cultural de estados como o Amazonas, tão rico culturalmente, mas que ainda temos tão pouco acesso às suas manifestações artísticas, sejam tradicionais ou contemporâneas”, destacou.</p>
<p>A curadoria da Ocupação é assinada por João Fernandes (Norte) e Dane de Jade (Nordeste). Alguns dos critérios estabelecidos foram a adequação das montagens à arena da Torre Malakoff e também a reflexão sobre a imensa diversidade de temas e culturas das duas regiões.</p>
<p><b>Programação e Sinopses</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Novembro 2015</span></b></p>
<p><b>O Hip Hop em um só lugar -<i> </i>Nativos Crew (Dança) &#8211; Amazonas<br />
<i>Sexta (6), Sábádo (7) e Domingo (8). Sempre às 17h.</i></b></p>
<p>O Espetáculo é composto por quatro dançarinos bboy´s da cultura hip hop de Manaus/AM. bboy maying (Maykon Andrade), bboy ariel (Antonio Ariel), bboy roxinho (Jose Weley), bboy Dogz  (Francisco Railesson). O espetáculo  Hip Hop em um só Lugar  tem como iniciativa mostrar ao público em geral a evolução da dança  breaking  no Brasil, trazendo elementos das artes cênicas, tais como interpretação e coreografia, mostrando um pouco da cultura local.</p>
<p><b>Anáguas &#8211; Cia Oxente (Teatro) &#8211; Paraíba<br />
<i>Quarta (11), Quinta (12) e Sexta (13). Sempre às 17h.</i></b><i> </i></p>
<p>O espetáculo &#8216;Anáguas&#8217;, com texto de Lourdes Ramalho e direção de José Maciel, traz em seu elenco as atrizes Mônica Macedo, Margarida Santos e Palmira Palhano (a Mãe- Maria das Graças; a filha considerada o esteio da família- Maria Exaurina e a filha mais nova que é considerada a última dentre as últimas- Maria Cândida). Cada uma luta à sua maneira para se manter fiel aos seus princípios. Para isso, são capazes de passar por cima de seus próprios egos, liberando o que há de mais cruel no ser humano: conflitos, desarmonia, egoísmo, injustiças e condenação. Essas três mulheres mostram também suas fraquezas e se apoiam em seus próprios seios familiares.</p>
<div id="attachment_31177" aria-labelledby="figcaption_attachment_31177" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gustavo Moura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/Anaguas-Foto-de-Gustavo-Moura-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-31177" alt="Gustavo Moura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/Anaguas-Foto-de-Gustavo-Moura-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Anáguas</p></div>
<p><b>O Mágico e a Rua &#8211; Mágico William (Circo) &#8211; Amazonas<br />
<i>Sexta (20), Sábado (21) e Domingo (22). Sempre às 17h.</i></b></p>
<p>O mágico William tem 38 anos, é formado em administração pela Universidade do Norte, é ilusionista e comediante. Interessou-se por mágica aos 20 anos de idade, quando conheceu em um bar um rapaz que lhe mostrou como se tornar um mágico. No primeiro ano de suas apresentações, resolveu fazer algumas mágicas em bares para ganhar experiência e dinheiro, dessa forma tem realizado performances em várias casas noturnas de Manaus.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Dezembro 2015</span></b></p>
<p><b>O Reencontro de Palhaços na Rua é a Alegria do Sol com a Lua &#8211; Turma do Biribinha (Circo) &#8211; Alagoas<br />
<i>Sexta (4). Sábado (5) e Domingo (6). Sempre às 17h.</i></b></p>
<p>Espetáculo repleto de gags, esquetes e reprises das apresentações realizadas em circos do Nordeste do Brasil, que leva até o público um pouco das tradições dos espetáculos mambembes. Na apresentação, os palhaços Biribinha, Mixaria e Mixuruca tocando e cantando, puxam um cortejo de abertura que convida a plateia para se divertir e se emocionar com as palhaçadas da Turma do Biribinha.</p>
<p><b>Anatomia das Coisas Encalhadas &#8211; Silvia Moura (Dança) &#8211; Ceará<br />
<i>Quarta (9), Quinta (10) e Sexta (11). Sempre às 17h.</i></b></p>
<p>O espetáculo faz referência às relações pessoais com o que se guarda ou se descarta. Em cena a trajetória de cada um na luta pela convivência com o outro. Uma dança de modos sutis, de construção do corpo nas suas relações com o tempo ditado pelo mundo.<b><br />
</b></p>
<p><b>Pássaros &#8211; Dirigível Coletivo de Teatro (Teatro) &#8211; Amazonas<br />
<i>Quarta (16), Quinta (17) e Sexta (18).  Sempre às 17h.</i></b></p>
<p>O espetáculo contemplado com o Prêmio PROEX de Arte e Cultura, parte da pesquisa sobre Pássaros Juninos para desenvolver um espetáculo teatral de rua musicado. &#8220;A princesa está doente e apenas o canto dos pássaros poderá curá-la. Mas, a Marquesa fará de tudo para impedir que isso aconteça e usará de todas as artimanhas para ganhar o amor do príncipe.&#8221;</p>
<div id="attachment_31178" aria-labelledby="figcaption_attachment_31178" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rafael Samora/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/passaros-rafael-samora.jpg"><img class="size-medium wp-image-31178" alt="rafael samora" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/passaros-rafael-samora-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo &#8216;Pássaros&#8217; vai encerrar a Ocupação na Torre Malakoff</p></div>
<p><b> </b></p>
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		<title>Oito projetos pernambucanos são selecionados no Prêmio Carequinha</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/oito-projetos-pernambucanos-sao-selecionados-no-premio-carequinha/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2015 14:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aprovados]]></category>
		<category><![CDATA[funarte]]></category>
		<category><![CDATA[pernambucanos]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Carequinha]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
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		<description><![CDATA[A Fundação Nacional de Artes (Funarte) divulgou, quarta-feira (14), o resultado de seleção do Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo. Para os artistas e produtores pernambucanos ligados à arte circense, a notícia tem um sabor especial, já que oito projetos locais foram contemplados nas cinco categorias previstas no edital: Globo Real Circo e Circo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Nacional de Artes (Funarte) divulgou, quarta-feira (14), o resultado de seleção do Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo. Para os artistas e produtores pernambucanos ligados à arte circense, a notícia tem um sabor especial, já que oito projetos locais foram contemplados nas cinco categorias previstas no edital: Globo Real Circo e Circo Itinerante Copacabana, ambos na categoria Circo de Lona; Emerson André Ferreira da Silva, com &#8220;No Quadrante&#8221;, na categoria Números; Rapha Santa Cruz, com &#8220;Roda, em movimento&#8221;, na categoria Espetáculos, Curso Regular de Artes Circenses Grande Circo Arraial, com o projeto &#8220;Fábrica de Criatividade&#8221;, na categoria Processos Formativos; Karolaine Camila Correia da Silva, Thiago Oliveira dos Santos e Ítalo Feitosa da Silva, ambos da Trupe Circus (Escola Pernambucana de Circo), na categoria Formação em Artes do Circo.</p>
<p>A Coordenadoria de Artes Cênicas da Secretaria de Cultura de Pernambuco, através da Assessoria de Arte Circense, promoveu em agosto uma <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/secult-pe-e-fundarpe-promovem-oficina-de-capacitacao-para-o-premio-carequinha/" target="_blank"><strong>oficina de capacitação</strong></a> para o Prêmio Funarte Caixa Carequinha de Estímulo ao Circo. No curso, realizado no Espaço Pasárgada, os participantes puderam conhecer as exigências e os critérios solicitados pela curadoria do prêmio que visa contribuir para a renovação ou manutenção da infraestrutura dos circos brasileiros, incentiva a montagem, renovação e circulação de números e espetáculos, além de promover a formação e fomentar a pesquisa.</p>
<p><strong>Recursos</strong><br />
Os interessados têm prazo de dois dias úteis, ou seja, até sexta-feira (16/9) para interpor recursos. Os pedidos, com a devida justificativa, deverão ser encaminhados ao endereço eletrônico: <strong>circo.funarte@gmail.com</strong>.</p>
<p>Acesse <a href="http://www.funarte.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Categoria-A1_HABILITADOS.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o resultado de seleção.</p>
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