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	<title>Portal Cultura PE &#187; Funase</title>
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		<title>Socioeducandos da Funase realizam oficina de criação de bonecos na Casa da Cultura</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 16:27:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Parte do processo de construção de um cidadão passa pelo acesso e geração de cultura em suas várias formas e não seria diferente para cinco jovens em cumprimento de medida socioeducativa na Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) que iniciaram, nesta quinta-feira (8), a oficina de Confecção de Bonecos em Papel Machê e Manipulação para Iniciantes, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Parte do processo de construção de um cidadão passa pelo acesso e geração de cultura em suas várias formas e não seria diferente para cinco jovens em cumprimento de medida socioeducativa na Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) que iniciaram, nesta quinta-feira (8), a oficina de Confecção de Bonecos em Papel Machê e Manipulação para Iniciantes, da Federação de Teatro de Pernambuco (Feteape). A oficina foi realizada na Casa da Cultura, no Bairro do Recife, e é parte do projeto Viva(mente), em parceria com a Secretaria de Cultura (Secult).</p>
<p>Na oportunidade, os adolescentes puderam trabalhar a massa de papel machê e materiais reciclados e moldá-los no formato dos bonecos que serão construídos durante as quatro aulas da oficina, que acontecerão semanalmente durante o mês de agosto. Essa oficina, além de promover os dons artísticos dos jovens, também ensinam as bases para a criação de diversas peças artísticas para comercialização em épocas festivas, como máscaras de carnaval.</p>
<p>“Oficinas como essa, promovem uma nova visão de mundo para os jovens em cumprimento de medida socioeducativa, de maneira que eles conseguem visualizar outras formas de se expressar e conseguir seu sustento financeiro no futuro”, explica a coordenadora do Eixo Cultura, Lazer e Esportes da Funase, Heveliny Sousa.</p>
<p>Para o professor da oficina, Odé Félix, os socioeducandos daqui vão sair das oficinas com muita aptidão para arte. “Os meninos foram muito bons, muito criativos! A gente consegue perceber algumas habilidades que eles nem sabiam que eles poderiam operar. Eu me surpreendo pela forma com que eles entraram envolvidos nessa oficina”.</p>
<p>Nas próximas sessões, os socioeducandos vão selar os bonecos com massa corrida, preparar os braços, pintar, vestir e manipular os bonecos. No desfecho da oficina, os socioeducandos promoverão uma peça teatral na sede da Funase.</p>
<p><strong>Projeto Viva(mente)</strong></p>
<p>O “Projeto Viva (mente)”, uma parceria do Eixo Cultura, Lazer e Esportes da Funase com a Secult-PE, visa a promoção de atividades culturais e artísticas aos aos jovens que cumprem medida socioeducativa em Pernambuco. Antes desse curso, os socioeducandos participantes do projeto participaram uma aula espetáculo com o artesão Mestre Nado, visitaram o Museu do Homem do Nordeste (Muhne) e acompanharam a exposição “Eles têm Medo de Nós” no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM).</p>
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		<title>Governo de Pernambuco aposta na cultura e na arte como aliadas no processo de ressocialização</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 20:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apresentar uma nova perspectiva, um novo olhar para a vida, novas possibilidades para um recomeço. Foi com esse propósito que o Governo de Pernambuco, por meio das suas Secretarias de Cultura e da Criança e Juventude, levou um grupo de jovens mulheres da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) para aula com o artesão e oleiro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.54.53.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108679" alt="Crédito: Eduardo Cunha - Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.54.53-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Apresentar uma nova perspectiva, um novo olhar para a vida, novas possibilidades para um recomeço. Foi com esse propósito que o Governo de Pernambuco, por meio das suas Secretarias de Cultura e da Criança e Juventude, levou um grupo de jovens mulheres da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) para aula com o artesão e oleiro Mestre Nado, Patrimônio Vivo de Pernambuco. A iniciativa integra o “Projeto Viva (mente)”, que objetiva oferecer uma forma segura e criativa de explorar emoções, experiências e identidades aos socioeducandos.</p>
<p>As jovens conheceram as principais obras do mestre e aprenderam algumas técnicas de modelagem com o artista, considerado um poeta do barro e do som. “Mestre Nado apresentou um combo de boas práticas que transcende um simples encontro. Para além da olaria, aprendemos muito sobre humildade, generosidade e resiliência”, disse o secretário da Criança e Juventude, Ismênio Bezerra. Ainda segundo o gestor, “a cultura é um fator transformador na vida das pessoas e, certamente, abrirá novos horizontes para os jovens e adolescentes em cumprimento de medida na Funase”.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.56.36.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108680" alt="Crédito: Eduardo Cunha - Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.56.36-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Promovendo o autoconhecimento e a autoaceitação dos participantes, a iniciativa atua também no estímulo do desenvolvimento de habilidades sociais importantes, como: trabalho em equipe, comunicação, empatia, pensamento crítico e resolução de conflitos. Para o Gerente de Educação e Direitos Humanos da Secult-PE, Luciano Freitas, é importante pensar a cultura não apenas numa perspectiva de fruição e entretenimento, mas também em uma perspectiva de contribuir na mediação de conflitos, na ressocialização. Ou seja, a cultura na perspectiva pedagógica. “A formação, nesta perspectiva, para esses meninos e meninas privados de liberdade, é uma forma que a cultura tem de potencializar mudança de vida”, comentou Luciano.</p>
<p>Os olhos curiosos das adolescentes não escondiam o interesse pelo novo. “Eu achei uma experiência ótima. Uma participação incrível do Mestre. Isso eu vou levar para a vida toda. Gostei muito de poder ter tocado na argila e ter conhecido um pouco da história cultural. Foi uma oportunidade única. Nunca imaginaria que com argila se pudesse tocar música”, comemorou a socioeducanda A.R.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.55.31.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108681" alt="Crédito: Eduardo Cunha - Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.55.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“Hoje pudemos vivenciar uma experiência única. Podemos trazer nossas adolescentes para conhecer o ateliê do Mestre Nado e ter contato direto com sua obra, e com os materiais de feitura. Ver como são feitos os instrumentos e aprender a fazer algumas modelagens. É uma experiência que acrescenta aspectos positivos para esses jovens levarem para a vida toda”, comentou Eveline Souza, coordenadora do eixo Cultura, Lazer e Esporte da Funase.</p>
<p>Aguinaldo da Silva, o Mestre Nado, tem no seu currículo inúmeros projetos de destaque e sucesso, tendo assinado trabalhos com grandes referências da cultura pernambucana, como Francisco Brennand, e também intervenção em espaço urbano com a icônica obra no Museu do Trem, o conhecido painel de locomotivas. Já em seu próprio ateliê, experimentando técnicas para inovar sua produção, o artista lembra que aprendeu com o tio a fazer apitos com o caule da folha do jerimum e da folha de coqueiro. Então, resolveu testar o mesmo apito, em uma bola oca de cerâmica, que já vinha produzindo como objeto apenas decorativo. Ele nunca havia tocado nenhum instrumento de sopro: dois furos em uma bola oca. Então, sentiu que tinha descoberto algo especial.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.56.27.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108682" alt="Crédito: Eduardo Cunha - Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.56.27-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“Quando o cérebro percebe que você modelou com as mãos o que ele estava pensando é uma sensação incrível de criatividade. A argila proporciona essa sensação de equilíbrio e tranquilidade. Não precisa nem de muita introdução. Quando você pega na argila e sente que a está dominando é um processo intuitivo. O barro é um fio que nos une uns aos outros. É o fio condutor”, detalhou Mestre Nado.</p>
<p>A parceria entre Secult-PE, SCJ e Funase se estenderá para novos projetos ainda no mês de março deste ano com novas oficinas e temáticas diversas a serem exploradas, sempre na expectativa de contemplar socioeducandos de todas as regiões do estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Secult-PE leva o projeto “Viva Cultura!” para unidades da Funase</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2022 13:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) vai realizar duas edições do projeto “Viva Cultura!” em unidades da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) no Bongi, no Recife. Nesta terça-feira (27), às 9h, a unidade feminina receberá a bailarina Adriana Dutra para um espetáculo de dança. Na quarta-feira (28), no mesmo horário, o mágico Raphael Santa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17542" aria-labelledby="figcaption_attachment_17542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/7661980276_f9b58a51fb_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-17542" alt="Eric Gomes/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/7661980276_f9b58a51fb_z-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Na quarta-feira (28), o mágico Raphael Santa Cruz se apresentará na unidade masculina da Funase</p></div>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) vai realizar duas edições do projeto “Viva Cultura!” em unidades da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) no Bongi, no Recife. Nesta terça-feira (27), às 9h, a unidade feminina receberá a bailarina Adriana Dutra para um espetáculo de dança. Na quarta-feira (28), no mesmo horário, o mágico Raphael Santa Cruz se apresentará na unidade masculina da Funase.</p>
<p>O Viva Cultura é um conjunto de atividades transversais de cultura e educação, que busca aliar as variadas expressões culturais como ferramenta de conhecimento e transformação social. Para isso, além da parceria com outras secretarias estaduais (SEE, ADEPE, SETEQ e SDSCJ), o “Viva Cultura” conta com a experiência do projeto “Outras Palavras” que, desde 2015, vem desenvolvendo uma série de atividades com ênfase na Literatura e nos Patrimônios Vivos, nas comunidades escolares pernambucanas.</p>
<p>“O projeto ganha ainda mais força ao trazer outras linguagens para dentro das instituições de ensino, como gastronomia, audiovisual, música, fotografia e arte popular, num intercâmbio entre cultura e educação, que possibilite uma nova ferramenta de conhecimento”, destaca o gerente de Políticas Culturais da Secult-PE, Renato Carvalho, coordenador do Viva Cultura.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></strong><br />
Projeto “Viva Cultura!” – participações da bailarina Adriana Dutra e do mágico Raphael Santa Cruz<br />
Quando: 27/12 (terça-feira) e 28/12 (quarta-feira), às 9h<br />
Onde: Unidades da Funase feminina e masculina no Recife</p>
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		<title>Projeto de estímulo à leitura no sistema socioeducativo concorre a prêmio do Judiciário</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 21:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um projeto desenvolvido no sistema socioeducativo de Pernambuco está concorrendo ao Prêmio Innovare, o mais renomado da Justiça brasileira. A prática, que acontece em Arcoverde, no Sertão, consiste em uma ação de estímulo à leitura voltada a adolescentes e jovens em reinserção social após envolvimento em atos infracionais. O diferencial é a participação dos poderes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_85454" aria-labelledby="figcaption_attachment_85454" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/2_CaseCenip-Arcoverde.jpeg"><img class="size-medium wp-image-85454" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/2_CaseCenip-Arcoverde-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Desenvolvido na unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) de Arcoverde, o Clube Castelar é uma das inciativas finalistas do Prêmio Innovare</p></div>
<p>Um projeto desenvolvido no sistema socioeducativo de Pernambuco está concorrendo ao Prêmio Innovare, o mais renomado da Justiça brasileira. A prática, que acontece em Arcoverde, no Sertão, consiste em uma ação de estímulo à leitura voltada a adolescentes e jovens em reinserção social após envolvimento em atos infracionais. O diferencial é a participação dos poderes Executivo e Judiciário e de entes públicos e privados, que vêm contribuindo para que as atividades ocorram de forma permanente.</p>
<p>Intitulado Clube Castelar, o projeto teve como primeiro passo a abertura de uma sala de leitura em um contêiner anexo ao Case/Cenip Arcoverde, unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase). No local, adolescentes em internação são estimulados a falar e a escrever sobre os temas trabalhados nos livros disponibilizados no espaço. Esse conteúdo é incorporado a relatórios técnicos e, conforme o desempenho dos socioeducandos, tem peso positivo na avaliação da Vara Regional da Infância e Juventude sobre os processos dos internos. Eles também podem retirar os livros nesse espaço e fazer a leitura nos alojamentos.</p>
<p>Além de promover essa ponte entre o órgão executor da medida socioeducativa e a Justiça, a ação também já atraiu, em menos de um ano, instituições como a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Fundação Terra, que realizaram atividades associadas à proposta do espaço, como oficinas de produção de textos de vários gêneros e expressões populares, como o cordel.</p>
<p>Idealizadora do projeto em 2020, a pedagoga Jedivam Conceição, servidora da Funase em Arcoverde, afirma que o Clube Castelar também foi uma iniciativa importante para amenizar prejuízos decorrentes da pandemia, que afetou em cheio atividades na área de educação.<em> “Não houve ano letivo em 2020. Outras atividades, como as externas, foram quase nulas. Além disso, reconhecemos a importância da leitura como possibilitadora de outras vivências. Desse modo, o projeto surgiu para que nossos meninos tivessem essa oportunidade e contato com os livros”</em>, revela a pedagoga, em trecho do relatório de inscrição da prática no Innovare.</p>
<p>Agora que foi deferida entre as concorrentes ao prêmio, a iniciativa passa à fase de visita de consultores. Nessa etapa, a intenção será subsidiar a comissão julgadora sobre o grau de inovação da prática e sobre como ela contribui para o aperfeiçoamento da Justiça. <em>“Estamos felizes de participar da premiação, que é mais uma forma de reconhecimento a uma ideia que tem sido abraçada por outras pessoas e instituições. Nesses meses, vários projetos foram desenvolvidos utilizando não só o espaço físico, mas a proposta. É gratificante ver a sociedade se apropriando disso”</em>, diz a coordenadora-geral do Case/Cenip Arcoverde, Paula Cibelle.</p>
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		<title>Funase e Fundação Terra promovem projeto de leitura para socioeducandos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 18:46:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) e a Fundação Terra promoverão, nos próximos dez meses, o Projeto Biblioterapia junto a adolescentes e jovens em cumprimento de medida de internação em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. A ação visa a desenvolver, por meio da leitura, atividades de reflexão acerca da construção e ressignificação do projeto de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79301" aria-labelledby="figcaption_attachment_79301" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/livros-agente-da-palavra-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-79301" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/livros-agente-da-palavra-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Ação realizada em Arcoverde propõe dinâmicas sobre temáticas trabalhadas em obras literárias</p></div>
<p>A Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) e a Fundação Terra promoverão, nos próximos dez meses, o Projeto Biblioterapia junto a adolescentes e jovens em cumprimento de medida de internação em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. A ação visa a desenvolver, por meio da leitura, atividades de reflexão acerca da construção e ressignificação do projeto de vida dos envolvidos. As atividades vão acontecer todas as quintas-feiras, das 9h às 11h, com participação de oito socioeducandos.</p>
<p>A ideia surgiu após a inauguração de um espaço de leitura, no mês passado, no Case/Cenip Arcoverde, unidade da Funase no município. Aquele projeto, intitulado Clube Castelar, vem sendo realizado em parceria com a Vara Regional da Infância e Juventude e estimula o hábito da leitura entre os socioeducandos. Agora, com o Projeto Biblioterapia, o objetivo é ampliar o potencial das ações nessa área, por meio de discussões técnicas e em grupo sobre os temas trabalhados nas obras à disposição nas estantes</p>
<p><em>“A pedagoga da nossa unidade entrou em contato com a Fundação Terra, que trabalha nessa área cultural e profissionalizante e já desenvolveu outros projetos conosco. Uma psicóloga, uma professora e uma pedagoga desenvolvem esse trabalho, fazem leitura técnicas de grupo e dinâmicas”</em>, explica a coordenadora técnica do Case/Cenip Arcoverde, Maria Nailma, acrescentando que a escolha dos oito participantes considerou critérios como o tempo de permanência na unidade e o interesse por leitura.</p>
<p>Ainda segunda a gestora, o significado do projeto envolve uma reflexão sobre o papel dos jovens na sociedade<em>. “É uma reflexão de vida, de se tornar protagonista de algumas mudanças importantes, de refletir sobre a sociedade, o motivo que as coisas acontecem e quem é o responsável por elas. É para melhorar a autoestima e se reconhecer como o dono da sua história”, declarou Nailma.</em></p>
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		<title>Sociedade pode doar livros para projeto pedagógico da Funase</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sociedade-pode-doar-livros-para-projeto-pedagogico-da-funase/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 20:33:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) está disponibilizando pontos de arrecadação de obras literárias para o acervo de um projeto pedagógico desenvolvido com adolescentes em internação provisória. A iniciativa, que ocorre em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, busca proporcionar o contato mais próximo com a leitura e o estímulo ao senso crítico sobre desigualdades sociais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22746" aria-labelledby="figcaption_attachment_22746" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7426.jpg"><img class="size-medium wp-image-22746" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7426-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A ação beneficia adolescentes em internação provisória</p></div>
<p>A Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) está disponibilizando pontos de arrecadação de obras literárias para o acervo de um projeto pedagógico desenvolvido com adolescentes em internação provisória. A iniciativa, que ocorre em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, busca proporcionar o contato mais próximo com a leitura e o estímulo ao senso crítico sobre desigualdades sociais a partir de obras discutidas em grupo. Em apenas um ano de funcionamento, a ação pode ganhar reconhecimento nacional, já que está concorrendo ao 17º Prêmio Innovare, o principal da Justiça brasileira, cujos vencedores serão divulgados até o fim do ano.</p>
<p>Com o título “Entre livros e textos: leitura, diálogo e relações sociais”, o projeto reúne, duas vezes por semana, os adolescentes no Centro de Internação Provisória (Cenip) Caruaru, onde esse público fica até 45 dias à espera de sentença judicial. Dos encontros, os internos saem com livros emprestados para exercitarem a leitura em seus alojamentos e, na semana seguinte, discutirem sobre os temas abordados. Os participantes são estimulados a produzir redações, anexadas aos relatórios encaminhados ao Judiciário com o intuito de mostrar o viés produtivo do período que passam na Funase e contribuir com a avaliação dos processos de cada um.</p>
<p>Mais de 120 pessoas já foram impactadas pela prática, que tem adesão voluntária e é desenvolvida pela pedagoga Maurinúbia Moura e pela assistente social Natália de Melo, servidoras da Funase e integrantes da equipe técnica do Cenip Caruaru. O acervo inicial do projeto conta com obras como “Triste Fim de Policarpo Quaresma”, “A Batalha dos Mamulengos” e outros títulos da literatura nacional e internacional. A ideia é que a sociedade possa ajudar a aumentar o número de exemplares no espaço de leitura.</p>
<p><em>“Devido ao curto período que os adolescentes ficam na unidade, temos muita rotatividade. Por isso, é importante que a gente possa diversificar as obras disponibilizadas. Todo mundo que tem um livro paradidático em casa, que não utilize mais, pode fazer uma doação e contribuir com esse trabalho. Devolver ao convívio social adolescentes em condições diferentes daquelas que os levaram à Funase é um interesse que toda a sociedade pode abraçar”</em>, afirma a coordenadora-geral do Cenip Caruaru, Maria Clara Amorim.</p>
<p>Quem tiver interesse de doar livros para o projeto pode se dirigir à portaria do Cenip Caruaru, que fica na Fazenda Alagoinha, Estrada Carroçável, Sítio Lagoa dos Porcos, Boa Vista II. Entretanto, também é possível combinar outras formas e pontos de coleta por meio do telefone (81) 99488.2274. Já no Recife, o público pode fazer doações de livros na sede da Funase, que fica na Avenida Conselheiro Rosa e Silva, 773, Aflitos, ou buscar outras informações pelos telefones (81) 3184.5477 ou 3184.5478.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Pontos fixos de coleta de doações</strong><br />
- Cenip Caruaru: Fazenda Alagoinha, Estrada Carroçável, Sítio Lagoa dos Porcos, Boa Vista II, Caruaru-PE &#8211; (81) 99488.2274<br />
- Sede da Funase: Av. Conselheiro Rosa e Silva, 773, Aflitos, Recife-PE &#8211; (81) 3184.5477/5478</p>
<p><strong>Pontos volantes de coleta de doações</strong><br />
- Em Caruaru, pontos alternativos de coleta de livros podem ser combinados com o interessado em fazer a doação por meio do telefone (81) 99488.2274</p>
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		<title>Ações voltadas para o fortalecimento da cultura chegam ao Sertão de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Oct 2019 11:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54475" aria-labelledby="figcaption_attachment_54475" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Rodrigo Ramos/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/36349419222_0727300ab7_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-54475 " alt="Foto: Rodrigo Ramos/ Secult PE - Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/36349419222_0727300ab7_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em quatro anos de existência, o Outras Palavras atingiu mais de 600 escolas pernambucanas</p></div>
<p>Com a proposta de reforçar a política de interiorização da cultura no estado, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), leva o Outras Palavras aos municípios de Buíque e Arcoverde, respectivamente na próxima quarta (23) e sexta-feira (25). Além de visitar escolas públicas da região com Patrimônios Vivos e artistas do estado, o projeto passará pela Feira Literária do Sertão (FELIS) e terá uma edição na unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) em Arcoverde, que abriga adolescentes em conflito com a lei.</p>
<p>Na próxima quarta-feira (23), os estudantes da Escola Técnica Estadual Jornalista Cyl Gallindo, em Buíque, vão conversar com Assis Calixto, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e a escritora Ezter Liu, vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro “Das tripas coração”. Em paralelo, o artista Maggo MC oferece uma oficina de rimas na unidade da Funase Arcoverde entre os dias 23 e 25 de outubro. Já na sexta-feira (25), Ezter Liu e Maggo MC participam da programação na FELIS.</p>
<p>Segundo o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, “por meio dessa iniciativa os jovens das escolas públicas poderão conhecer de perto manifestações da cultura pernambucana. No caso de Buíque, por exemplo, terão a oportunidade de conversar com um mestre da cultura popular da região, o Assis Calixto, que recebeu este ano o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco”.</p>
<div id="attachment_72356" aria-labelledby="figcaption_attachment_72356" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/48552439262_30c30a362a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-72356 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/48552439262_30c30a362a_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Assis Calixto se apresentará com parte do Coco Raízes de Arcoverde em Buique, na próxima quarta-feira (23) na Escola Técnica Estadual Jornalista Cyl Gallindo</p></div>
<p>Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe, destaca ainda a participação do Outras Palavras na Feira Literária do Sertão, realizada pelo Coletivo Cultural de Arcoverde (Cocar) e pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). “A ideia é que nessas feiras vamos valorizar o ator cultural de cada região, dando oportunidade a pessoas que estão querendo promover sua arte, fazendo um bonito retrato da cultura pernambucana”, declara Canuto.</p>
<p>A FELIS faz parte da primeira edição do Circuito Cultural de Pernambuco, uma parceria entre a Secult-PE/Fundarpe e a Cepe, com a proposta de ampliar as ações de interiorização da cultura já consolidadas – feiras e tendas literárias – em  13 municípios do Estado.</p>
<p>De acordo com Andréa Motta, coordenadora do Outras Palavras, o projeto consolidou-se como política de integração entre cultura e educação. “Uma prova disso é que desde o ano passado passamos a contemplar também espaços não formais de aprendizagem, como as unidades da Funase. A ideia é promover um exercício de liberdade por meio da transmissão do conhecimento”.</p>
<div id="attachment_72357" aria-labelledby="figcaption_attachment_72357" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/43584359802_efc60e7a80_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-72357" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/43584359802_efc60e7a80_k-607x459.jpg" width="607" height="459" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora Ezter Liu, que participou de edições anteriores do Outras Palavras, estará de volta nas edições em Buíque e Arcoverde</p></div>
<p>A Secretaria Estadual de Educação é uma das parcerias na realização do Outras Palavras no estado. Em quatro anos de existência, o programa atingiu mais de 600 escolas pernambucanas, beneficiou cerca de 20 mil estudantes e distribuiu mais de seis mil livros nas bibliotecas por onde passou.</p>
<p><strong>Confira a programação do Outras Palavras:</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira (23/10)</strong></span><br />
<strong>Buíque</strong><br />
*Assis Calixto (Patrimônio Vivo) e Ezter Liu (Carpina)<br />
Escola Técnica Estadual Jornalista Cyl Gallindo (Beco do Abrigo, 457, Buíque)</p>
<p><strong>Arcoverde</strong><br />
*Oficina de rimas com o Maggo MC (Recife) até o dia 25/10<br />
Funase (Arcoverde)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira (25/10)</strong></span><br />
<strong>Arcoverde</strong><br />
*Participação na Feira Literária do Sertão (FLIS), com Ezter Liu (Carpina) e Maggo MC (Recife)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Jovens em conflito com a lei vivenciam arte pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/jovens-em-conflito-com-a-lei-vivenciam-arte-pernambucana/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Dec 2017 21:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[CASE Jaboatão Velho]]></category>
		<category><![CDATA[Devotos]]></category>
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		<category><![CDATA[mario filipe cavalcanti]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias O previsto para a tarde da última terça-feira (19) era mais uma edição do Outras Palavras com um debate rico e direto com estudantes da rede pública sobre o assunto literatura, numa proposta de desmistificar o tema e aproximar leitores de escritores, além de uma apresentação cultural de uma Patrimônio Vivo ou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56552" aria-labelledby="figcaption_attachment_56552" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27396833029_11c41c04e1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56552 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27396833029_11c41c04e1_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens, que nunca haviam lido um livro inteiro na vida, ganharam publicações vencedoras das edições do Prêmio Pernambuco de Literatura</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>O previsto para a tarde da última terça-feira (19) era mais uma edição do <strong>Outras Palavras</strong> com um debate rico e direto com estudantes da rede pública sobre o assunto literatura, numa proposta de desmistificar o tema e aproximar leitores de escritores, além de uma apresentação cultural de uma Patrimônio Vivo ou banda pernambucana. Colocar os jovens em contato direto com a arte, desta vez com a presença do autor Mário Filipe Cavalcanti, vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura com <strong>Caninos Amarelados</strong>, e do músico Cannibal, cantor e baixista da Devotos, banda de rock com 30 anos de estrada e muita história pra contar.</p>
<p>Mas, como disse Mário Filipe Cavalcanti num depoimento após a atividade, <em>“naquele dia, a coisa era incerta: o projeto iria para dentro de uma das salas de um dos CASE da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), onde ficam abrigados adolescentes em conflito com a lei”.</em> Desta vez, para o CASE Jaboatão Velho, que abriga quase 60 garotos, segundo a coordenação do local, com idades entre 12 e 16 anos, a de menor faixa etária do estado.</p>
<div id="attachment_56564" aria-labelledby="figcaption_attachment_56564" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146917802_9287ae0620_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56564 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146917802_9287ae0620_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com a coordenação do CASE Jaboatão Velho, a casa abriga quase 60 garotos, com idades entre 12 e 16 anos</p></div>
<p><em>&#8220;Aqui temos a parceria com a Escola Frei Jaboatão, que nos atende majoritariamente com professores voltados ao Ensino Fundamental. Mas caso algum adolescente entre no Ensino Médio, a instituição de ensino nos oferece um quadro de professores para atender esta demanda. Caso o jovem ingresse na universidade, também recebe a liberação para estudar o curso escolhido, dependendo do seu comportamento dentro do CASE&#8221;,</em> explicou Normando de Albuquerque, coordenador do Eixo Profissionalização da <a href="http://www.funase.pe.gov.br/" target="_blank">Funase</a>, que contou também haver naquela escola uma oficina de artes plásticas voltada para os jovens.</p>
<p>Após apresentação de uma minibiografia de Mário Filipe Cavalcanti, o jornalista e mediador do bate-papo Marcos Henrique Lopes, perguntou: <em>“Alguém aqui na plateia já havia visto de perto um escritor, autor de livros?”. </em>Ninguém. Perguntou ainda se alguém já haviam lido algum livro inteiro. Ninguém.</p>
<div id="attachment_56553" aria-labelledby="figcaption_attachment_56553" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146916102_83e37f6760_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56553 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146916102_83e37f6760_k-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">“Alguém aqui na plateia já havia visto de perto um escritor, autor de livros?”, perguntou o mediador Marcos Henrique Lopes, recebendo uma negativa unânime dos jovens presentes</p></div>
<p><em>“E eu me vi ali, escritor, diante de quarenta adolescentes que nunca viram um livro na vida. Sim, que nunca tocaram em um livro, que nunca cheiraram um livro, que nunca souberam o que era ler. O choque foi automático”,</em> revelou Mário Filipe no depoimento.</p>
<p>Por várias vezes os jovens foram provocados a interagir. Um teve a coragem de pedir a fala e, direcionado a Mário Filipe Cavalcanti, perguntar como é o processo de criar uma história e escrever um livro. <em>“Eu pego uma narrativa que vi ou ouvi por ai e vou mentir para que ela fique um pouco maior. Toda história é uma mistura de verdade e mentira, porque alguns detalhes precisam ser ressaltados e valorizados para dar o drama. Mas isso faz parte da condição humana. Afinal, quem não mente nessa vida?”,</em> respondeu o escritor.</p>
<div id="attachment_56558" aria-labelledby="figcaption_attachment_56558" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755331_49febad919_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56558 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755331_49febad919_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mário Filipe Cavalcanti insistiu na importância da leitura para a formação cidadã</p></div>
<p>Como de praxe, quando um aluno faz uma pergunta durante o Outras Palavras, ele ganha um livro. Neste caso, o jovem recebeu a publicação<strong> Todas as coisas sem nome</strong>, de Walther Moreira Santos.</p>
<p><em>“Doamos alguns livros para o lugar, um deles foi de presente para um daqueles rapazes. Um dentre eles que teve a coragem de perguntar algo. Será Natal daqui a pouco, e quantas pessoas não ganharão seus presentes? E o que tínhamos para eles? O livro é uma porta aberta. E receber o livro fez brilhar algo naqueles olhos tão acostumados à violência”,</em> indagou Mário Filipe Cavalcanti depois de processar o que aconteceu naquela tarde. A resposta para a solução do problema veio, para ele, como um estalo.</p>
<div id="attachment_56557" aria-labelledby="figcaption_attachment_56557" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755071_3adf853100_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56557 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755071_3adf853100_k-607x399.jpg" width="607" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos jovens quis saber de Mário Filipe Cavalcanti como ele faz pra escrever um livro e contar uma boa história</p></div>
<p><em>“O que precisamos? De livros. Precisamos que esses jovens saibam quem foi Gavroche (personagem do romance Os Miseráveis, de Victor Hugo) e, como ele, queiram marchar nas ruas para derrubar um tirano. Precisamos que eles entendam a lógica de Macunaíma. Precisamos que eles queiram montar no cavalo de Dom Quixote para dar carona a Sancho. Precisamos que eles emerjam. Emerjam dos lugares infernais onde nós os colocamos”, </em>refletiu o autor de Caninos Amarelados.</p>
<div id="attachment_56556" aria-labelledby="figcaption_attachment_56556" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173753591_c6d54c998e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56556 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173753591_c6d54c998e_k-607x435.jpg" width="607" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Outras Palavras na Funase teve sessão do curta &#8216;O xadrez das cores&#8217; (2004), dirigido por Marco Schiavon</p></div>
<p>Após a conversa com o escritor, foi realizada uma sessão do curta <strong>O xadrez das cores</strong> (2004), dirigido por Marco Schiavon, que aborda diretamente a questão do racismo. Silêncio, olhos vidrados na tela.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NavkKM7w-cc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ainda sem conhecerem a importância de Cannibal no cenário da música pernambucana &#8211; muito menos da sua proximidade com ídolos como Chico Science e Racionais MCs -, já era grande a expectativa por sua chegada. Falaram de vários outros artistas que gostavam, como Ponto de Equilíbrio e MC Troia, mas quando Cannibal entrou na sala, o rebuliço foi grande. O par de <em>All Star</em>, os dreads e a cara marrenta de roqueiro contribuíram para uma identificação quase que instantânea. Chamar a atenção do artista tornou-se o desafio, a disputa do momento.</p>
<div id="attachment_56555" aria-labelledby="figcaption_attachment_56555" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173751541_6d9ddc0929_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56555 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173751541_6d9ddc0929_k-607x393.jpg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Cannibal, com seu estilo irreverente e roqueiro, com dreads e All Star, chamou a atenção da garotada</p></div>
<p>Ao assumir os microfones, Cannibal falou de como foi assumir o sonho de ter uma banda de rock e levar isso adiante. “<em>Uma das piores coisas que eu acho no ser humano é quando você tem um sonho e tentam atrapalhar isso. Quando eu fiz minha banda eu não tinha dinheiro, não recebia quando tocava, e meus pais me cobravam ‘cadê a grana?’. A gente começou a tocar em 1988, e passamos quase nove anos pra gravar o primeiro disco, sem fazer muitos shows que pagassem bem”,</em> disse o cantor.</p>
<p><em>“Tocar no Alto Zé do Pinho nem pensar, porque do jeito que gente se vestia ninguém queria nem saber da gente. Mas aí um dia Chico Science, quando começou a acontecer o movimento Manguebeat, me falou que tinha uma TV de São Paulo aqui no Recife e ele queria apresentar bandas da capital pernambucana. Foi aí que a parada rolou. Quando ele começou a apresentar a Devotos, e todo mundo viu na TV, passamos a ser chamados para tocar em tudo que era lugar. E todo mundo passou a querer que a gente também tocasse no Alto José do Pinho”,</em> revelou, realizado.</p>
<div id="attachment_56551" aria-labelledby="figcaption_attachment_56551" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24313290677_8d43b96e76_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56551 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24313290677_8d43b96e76_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na conversa, além de tocar algumas músicas, Cannibal falou sobre o desafio de lutar pelo sonho de trabalhar com música e sua relação com o Alto José do Pinho, comunidade onde vive no Recife</p></div>
<p><em>“Somos muito agradecidos ao Alto José do Pinho, e sabemos que tem muita coisa a ser consertada ainda na comunidade. Mas consideramos que se alguém de lá começa a ter projeção, tem que ficar lá. Ficando lá, fizemos uma ONG chamada Alto Falante, uma rádio comunitária com o mesmo nome, e colocamos as pessoas pra falar dos seus direitos”,</em> contou Cannibal, exibindo depois o documentário <strong>Eu tenho pressa</strong>, que conta a trajetória da Devotos e sua relação com o bairro localizado na Zona Norte do Recife.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pWpyOpCeQfw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O artista aproveitou pra tocar algumas músicas da sua banda, mesmo num ambiente não tão comum a ele, apenas com um baixo acústico. <em>“Eu sou acostumado mesmo é com a barulheira, mas vamos tirar um som aqui pra vocês”</em>, brincou, puxando versos tensos da canção <strong>Futuro Inseguro</strong>, que dizem<em> “Crianças abandonadas / Pedem e roubam na calçada / Sem amor e sem carinho / Os pais morreram, estão sozinhos / Violência sofrida sem razão (&#8230;)</em>”.</p>
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		<title>Outras Palavras discute empoderamento feminino com jovens mulheres em conflito com a lei</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2017 13:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Quando foi idealizado em 2015, o Outras Palavras previa inicialmente visitar escolas do Ensino Médio da rede pública de Pernambuco. O projeto da Secult-PE e da Fundarpe foi ganhando corpo e consolidando-se como política de integração entre cultura e educação, passando a contemplar também espaços não formais de aprendizagem, como as unidades [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56498" aria-labelledby="figcaption_attachment_56498" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25305119148_b2dc864d14_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56498 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25305119148_b2dc864d14_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Secretária da Mulher do Recife, Cida Pedrosa é escritora, poetisa e advogada, e há anos encampa a luta pelo empoderamento feminino</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcus Iglesias</em></p>
<p>Quando foi idealizado em 2015, o <b>Outras Palavras</b> previa inicialmente visitar escolas do Ensino Médio da rede pública de Pernambuco. O projeto da Secult-PE e da Fundarpe foi ganhando corpo e consolidando-se como política de integração entre cultura e educação, passando a contemplar também espaços não formais de aprendizagem, como as unidades da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), que abriga adolescentes em conflito com a lei.</p>
<p>Na última segunda-feira (18), o  Outras Palavras levou ao Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE) Santa Luzia, a única feminina do estado localizada no Recife, a escritora e poetisa Cida Pedrosa e o grupo de hip hop Aliados CP para trocarem ideias com as jovens num exercício de liberdade por meio da transmissão de conhecimento. O lugar abriga cerca de 40 jovens de vários municípios, que recebem aulas normais numa parceria com a Escola Carlos Gomes Gonçalves de Correira, além do curso de artesanato ministrado por Santinha Eulice, uma das mulheres que trabalha na unidade e pela qual as jovens têm profundo respeito.<em><b><br />
</b></em></p>
<div id="attachment_56504" aria-labelledby="figcaption_attachment_56504" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39169858401_3cf46db248_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56504 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39169858401_3cf46db248_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Antes da conversa com a escritora, as jovens assistiram ao filme K&#8217;HADY – Sangrento corte íntimo&#8217;, de Hanna Godoy e Marcia Mansur</p></div>
<p>Cida Pedrosa se apresentou também como advogada, um dos seus ofícios, “e <i>falo isso porque advoguei durante um tempo com adolescentes em conflito com a lei, então sei um pouco da realidade de vocês. A ideia aqui hoje é que a gente possa conversar sobre literatura, mas também sobre o assunto que vocês quiserem trazer”,</i> disse a poetisa, que em seguida exibiu o filme <b>KHADY – Sangrento corte íntimo</b>, de Hanna Godoy e Marcia Mansur.</p>
<p><i>“Chocante, essa obra trata de um tema complexo e desumano que acontece em alguns países da África, que é o corte do clitóris da mulher. Essa prática é proibida por lei, mas algumas pessoas ainda fazem esse tipo de coisa por questões de fé. É um filme que basicamente trata sobre a violência contra a mulher e eu queria que vocês o assistissem para depois a gente conversar sobre o assunto”,</i> sugeriu a escritora.</p>
<div id="attachment_56507" aria-labelledby="figcaption_attachment_56507" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39139722902_4019ce72e1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56507 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39139722902_4019ce72e1_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Pedrosa levou alguns exemplares de livros de sua autoria, como o de contos &#8216;As Filhas de Lilith&#8217;</p></div>
<p>Antes da exibição, o mediador da conversa, o jornalista e cineasta Marcos Henrique Lopes, destacou o esforço das meninas do CASE Santa Luzia em montar o cineclube dentro da unidade. <i>“A gente que trabalha com cinema sabe o quanto complicado e difícil é organizar toda essa estrutura de som e telão, e eu queria registrar que tudo isso aqui foi montado pelas próprias jovens”, </i>parabenizou Marcos Henrique.</p>
<p>Depois do filme, as adolescentes fizeram várias perguntas a Cida Pedrosa. <i>“Por que ele fez isso com ela? Por que cortaram o clitóris? Ele a abusou sexualmente?”,</i> foram algumas das questões ouvidas. <i>“Eu tenho um livro chamado <b>As Filhas de Lilith</b>, que tem 26 contos que tratam de vários aspectos sobre a realidade feminina. Um deles fala dessa prática, que é feita em meninas de 11 a 14 anos. Kadhi é o nome de uma famosa modelo africana que denuncia esse abuso”, </i>explicou Cida Pedrosa.</p>
<div id="attachment_56508" aria-labelledby="figcaption_attachment_56508" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39139725572_bb80382469_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56508 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39139725572_bb80382469_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Uma parte de vocês não está livre. Mas eu digo a vocês que a gente só consegue construir nossa liberdade lá fora se construirmos antes aqui dentro, na nossa cabeça, para que assim possamos ter autonomia política e econômica e podermos construir nossa própria história”, disse Cida Pedrosa</p></div>
<p><i>“E respondendo a primeira pergunta, é por uma questão de sexualidade. Querem negar nosso direito de ter prazer. E o corte do clitóris pode ser real, mas também simbólico. Quem nunca ouviu da mãe ‘fecha as pernas, menina!’, enquanto os meninos nunca são cobrados dessa postura?”,</i> provocou a poetisa.</p>
<p>Secretária da Mulher do Recife, Cida Pedrosa há anos encampa a luta pelo empoderamento feminino. E para ela, a liberdade é um conceito mais amplo, além do espacial.<i> “Uma parte de vocês não está livre. Mas eu digo a vocês que a gente só consegue construir nossa liberdade lá fora se construirmos antes aqui dentro, na nossa cabeça, para que assim possamos ter autonomia política e econômica e podermos construir nossa própria história”.</i></p>
<div id="attachment_56503" aria-labelledby="figcaption_attachment_56503" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39169848341_f6343e2c09_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56503 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39169848341_f6343e2c09_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As jovens foram convidadas a ler e recitar no microfone</p></div>
<p><i>“A cada 11 minutos uma mulher é estuprada e a cada três horas uma mulher apanha em casa do seu companheiro. Eu pergunto a vocês: Essas mulheres são livres?”,</i> questionou Cida, para receber de volta um uníssono <i>“não” </i>das jovens. <i>“Minha dica é que vocês construam a liberdade interna. Houve um tempo em que nós mulheres éramos proibidas de ler, de ter conhecimento. E isso não faz mais de 200 anos, na história da humanidade significa pouco tempo. O estudo aqui dentro que vocês fazem é uma exemplo de exercício da liberdade”,</i> concluiu Cida, que leu depois uma de suas poesias presentes no livro <strong>Cântaro</strong>  chamada <strong>Chama.<i><br />
</i></strong></p>
<p><em>‘Não te direi o simples convite / Pois o meu corpo é dúvida / Cavalga em mim as incertezas / É dessa matéria a minh’alma / Há muitos anos curvas e círculos me habitam / Não te direi poesias de amor / Nem cantarei canções desesperadas / Mas se quiseres trago no peito o cheiro das estações / Na língua a infâmia dos oprimidos / Enfim, eu tenho o colo em chamas / Para fazer morada”.<br />
</em></p>
<p><em>A</em>s meninas também foram convidadas a falar, e uma delas leu uma poesia de Cida Pedrosa, enquanto outra preferiu recitar uma frase preferida do livro <b>O Pequeno Príncipe</b>, para aplausos das companheiras. <i>“Prometo deixar aqui na direção da unidade uma cópia do Pequeno Príncipe original e outra feita em cordel por um amigo meu”,</i> prometeu Cida.</p>
<div id="attachment_56501" aria-labelledby="figcaption_attachment_56501" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27392908339_c8beb10e08_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56501 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27392908339_c8beb10e08_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Eu quero ver vocês na parceria comigo e com a mão pra cima na batida”, pediu Mano Gão, um dos integrantes do grupo, sendo correspondido por todas as meninas</p></div>
<p>Na sequência, o grupo Aliados CP, nascido em Casa Amarela, Zona Norte do Recife, encerrou a programação na batida do rap e convidando as meninas a participarem da brincadeira. “<em>Eu quero ver vocês na parceria comigo e com a mão pra cima na batida”, </em>pediu Mano Gão, um dos integrantes do grupo, sendo correspondido por todas, que gritavam para que uma delas dançasse no meio da roda que se abriu. De impressionar, ela puxou um break dance com maestria, e ainda convidou uma amiga que não só apenas dançou, como também pegou o microfone e mandou uma rima feita por ela de improviso.</p>
<p>Além de Mano Gão, o Aliados CP é formado por Fumaça (MC), AF (MC) e DJ Paulo V. O grupo lançou seu primeiro trabalho independente no final de 2005, intitulado <strong>Enxergamos uma luz</strong> e em 2012, apresentou seu segundo álbum, <strong>Vivendo o presente sem esquecer o passado</strong>, que conta com participações de Zé Brown e Jorge Poeta. “<em>Temos que ter orgulho de onde viemos. Se acomodar é vegetar. A arte foi importante nas nossas vidas, nos transformou em pessoas melhores”, </em><em>revelou o MC AF.<br />
</em></p>
<div id="attachment_56505" aria-labelledby="figcaption_attachment_56505" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38462899484_ba82595ddc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56505 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38462899484_ba82595ddc_k-607x459.jpg" width="607" height="459" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Aliados CP teve a inesperada apresentação de break dance por parte de uma das adolescentes</p></div>
<p><em>“Eu queria também destacar a importância do empoderamento da mulher no hip hop. Mano Brown recentemente deu uma entrevista na qual diz que não faz mais música que de alguma forma diminua as mulheres. Acho que isso é pra ser celebrado, uma cultura que é tão importante nas periferias não pode ser tratada de forma pejorativa”, </em>disse Humberto de Jesus, integrante da equipe do Outras Palavras.<em><br />
</em></p>
<div id="attachment_56502" aria-labelledby="figcaption_attachment_56502" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39169843711_125359dbd8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56502 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39169843711_125359dbd8_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Outra jovem pegou o microfone e mandou uma rima de improviso sob a batida do beatbox do MC AF</p></div>
<p><em>Normando</em> Jorge de Albuquerque, coordenador do Eixo Profissionalização da Funase, comemorou a realização do Outras Palavras no CASE Santa Luzia, uma parceria que ele busca desde que o projeto teve inicio. <i>“A ideia do Eixo Profissionalização é ofertar cursos e o acesso à cultura, fazer com que vocês possam exercer a liberdade. Quando temos conhecimento estamos numa situação de liberdade enquanto cidadãs que pensam seu futuro”.</i></p>
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		<title>FIG promove oficina de Hip-Hop</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 15:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerca de quinze adolescentes da Casa de Semiliberdade (CASEM) de Garanhuns estão tendo o contato com o universo Hip-Hop na Oficina de Dança de Rua e Rima, que faz parte da programação do Festival de Inverno de Garanhuns. A atividade é oferecida por meio da parceria entre a Secretaria de Cultura, Fundarpe e Funase. Confira a reportagem de Denis [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de quinze adolescentes da Casa de Semiliberdade (CASEM) de Garanhuns estão tendo o contato com o universo Hip-Hop na Oficina de Dança de Rua e Rima, que faz parte da programação do Festival de Inverno de Garanhuns. A atividade é oferecida por meio da parceria entre a Secretaria de Cultura, Fundarpe e Funase. Confira a reportagem de Denis Araújo.</p>
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