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	<title>Portal Cultura PE &#187; Funcultura</title>
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		<title>Governo de Pernambuco lança escuta pública para os editais Arranjos Regionais</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:08:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para reunir sugestões dos trabalhadores do audiovisual de Pernambuco, será realizada nesta quinta-feira (28/5), às 14h30, uma escuta pública para elaboração dos editais Arranjos Regionais. Lançado em solenidade no Cinema São Luiz em março, o Arranjos Regionais é um aporte do governo federal e de governos estaduais para iniciativas de audiovisual de todo o Brasil. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/55168270614_f5e88e94aa_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124066" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/55168270614_f5e88e94aa_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Para reunir sugestões dos trabalhadores do audiovisual de Pernambuco, será realizada nesta quinta-feira (28/5), </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">às 14h30,</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> uma escuta pública para elaboração do</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">s</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> edita</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">is</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> Arranjos Regionais. </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Lançado em solenidade no Cinema São Luiz em março, o Arranjos Regionais é um aporte do governo federal e de governos estaduais para iniciativas de audiovisual de todo o Brasil. </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Em</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> Pernambuco, o investimento é de R$ 24,6 milhões, dos quais R$ 20 milhões vêm da União e R$ 4,</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">6</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> milhões são </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">aplicados</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> pelo Governo do Estado, que executará o</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">s</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> edita</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">is</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A escuta pública é aberta a todos os interessados. Para participar, basta acessar <a href="videoconferencia.pe.gov.br/rooms/0gh-s0y-8lt-s9m/join" target="_blank">este link</a> </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">no dia e horário do evento</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">A escuta visa acolher as diferentes experiências e realidades do audiovisual pernambucano para a elaboração dos editais, iniciativa que também cumpre orientações normativas, pois, por questões legais, não é possível replicar o modelo seguido nos editais do Funcultura. “O projeto dos Arranjos Regionais segue o Marco da Cultura, legislação federal nova, e já estamos nos adequando a ela. Também precisamos ouvir os trabalhadores do audiovisual do Estado não só pra construção dos editais, mas também para orientar qualquer política futura ligada à descentralização de recursos federais, caso do Arranjos Regionais”, explica Clarice Andrade, Diretora de Fomento da Fundarpe e Presidente da Comissão Especial de Editais do Funcultura. “O Arranjos Regionais não terá apenas um edital porque não podemos criar um processo que misture recursos estaduais e federais. Devem ser 2 ou 4 editais, ainda estamos estudando as possibilidades”, complementa.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Além da escuta realizada nesta quinta, a Fundarpe também abriu uma consulta pública online, a fim de reunir o máximo de contribuições e ouvir os trabalhadores do audiovisual que não puderem ir à escuta. “É uma consulta via formulário digital e é uma forma de complementar o que for colhido de sugestão na escuta pública desta quinta”, pontua Clarice Andrade. A consulta recebe <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdIaPnCRzsJFrXBT2B5KsjdGk-TeODqobREnzjPSEYduNy3GA/viewform" target="_blank">através deste formulário</a> sugestões até o dia 5 de junho.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Em Pernambuco, a aplicação dos recursos ocorrerá em quatro eixos estratégicos. O primeiro, de conteúdos audiovisuais, receberá R$ 22,4 milhões e vai abarcar a produção de conteúdos – longas-metragens, séries, curtas, animações e jogos eletrônicos, além de ações de finalização, desenvolvimento e distribuição. O segundo eixo abrange ações de difusão e cineclubismo, que contarão com R$ 800 mil para apoio a festivais, mostras e atividades formativas. O terceiro eixo agrega projetos de pesquisa em audiovisual e receberá R$ 400 mil – o mesmo valor do quarto eixo, o de memória e preservação, destinados à requalificação de acervos audiovisuais. Além disso, R$ 600 mil serão aportados pelo Estado para cumprir uma exigência do Fundo Setorial do Audiovisual, que é a abertura de conta em banco específico para os que forem contemplados com recursos federais poderem receber o fomento. “Vamos absorver esse custo, faz parte da contrapartida estadual. Para os projetos que forem contemplados com fomento do Estado, não será necessário esse processo”, detalha Clarice Andrade.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Após a escuta e a consulta pública, o próximo passo é a finalização da elaboração do edital, que será enviado para as assessorias jurídicas da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundarpe. Após essas instâncias emitirem seus pareceres sobre o edital, ele segue para análise da Ancine e da Secretaria Nacional do Audiovisual. Depois dela, é que se pode publicar direto o edital ou ajustá-lo para publicação.</span></span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/arranjos_regionais_card1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-124067" alt="arranjos_regionais_card1" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/arranjos_regionais_card1-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"><b>ARRANJOS REGIONAIS –</b> Fruto de parceria do Ministério da Cultura e do Fundo Setorial do Audiovisual com os governos estaduais, o edital Arranjos Regionais vai injetar, via União, R$ 519 milhões em iniciativas de audiovisual em todo o país, além dos R$ 111 milhões aportados pelos Estados. Em Pernambuco, a articulação ocorre entre o Governo Federal com a Secult-PE e a Agência de Desenvolvimento Econômico (Adepe). A atuação integrada entre os órgãos combina a expertise na gestão de políticas culturais com estratégias de desenvolvimento econômico, garantindo maior eficiência na aplicação dos recursos e potencializando os impactos no setor audiovisual.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O edital e os valores foram anunciados em março, em solenidade no Cinema São Luiz que contou com a presença da Ministra da Cultura, Margareth Menezes, e de autoridades estaduais e municipais. Na ocasião, foram fechados 41 termos de cooperação para destinação dos recursos para todo o país.</span></span></span></p>
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		<title>Projeto mapeia ateliês percussivos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2026 19:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto Ẹbu Lùlù mergulha no universo dos ateliês percussivos de Pernambuco para revelar os corpos, os gestos e as sonoridades dos instrumentos que dão vida à cultura popular do Estado. Entre cabaças, madeiras, ferragens, miçangas, ferramentas e poeira, o projeto apresenta o cotidiano de artesãs e artesãos que dedicam suas vidas à criação de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="left">
<div id="attachment_124048" aria-labelledby="figcaption_attachment_124048" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Ebu-Lulu_Iran-Silva_Crédito.HassanSantos.jpg"><img class="size-medium wp-image-124048" alt="Hassan Santos/Divulgação Ebu Lulu" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Ebu-Lulu_Iran-Silva_Crédito.HassanSantos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A obra do artista percussivo Iran Silva está entre as mapeadas pelo projeto</p></div>
<p align="left"><span style="font-size: small; font-family: Arial, sans-serif; color: #000000;">O projeto </span><i style="font-size: small; font-family: Arial, sans-serif; color: #000000;">Ẹbu Lùlù</i><span style="font-size: small; font-family: Arial, sans-serif; color: #000000;"> mergulha no universo dos ateliês percussivos de Pernambuco para revelar os corpos, os gestos e as sonoridades dos instrumentos que dão vida à cultura popular do Estado. Entre cabaças, madeiras, ferragens, miçangas, ferramentas e poeira, o projeto apresenta o cotidiano de artesãs e artesãos que dedicam suas vidas à criação de instrumentos percussivos utilizados em manifestações como maracatu, coco, samba, capoeira, frevo e forró. Mais do que fabricantes de instrumentos, são mestres e mestras que transformam matéria em movimento, som e memória.</span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Lançado nesta quarta (20), <i>Ẹbu Lùlù</i> é fruto de pesquisa conduzida por Hassan Santos e está disponível em site (<a href="https://atelies.pernambucopercussivo.com.br/" target="_blank">atelies.pernambucopercussivo.com.br</a>) e no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/ebu.lulu/" target="_blank"><i>@ebu.lulu</i></a>). O projeto recebeu incentivo do Funcultura.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A pesquisa fotográfica percorreu os ateliês de Diane Agbês, Flávia Foguinho, Abílio Sobral, Biano Pajeú, Chico Nunes, Cristiano Castanho, Charles Lemos, Iran Silva, Heverton Lima (Bolinho), Mestre Jó Percussivo, Mano Black e Mestre Mau — Maureliano Ribeiro, homenageado em memória por sua contribuição fundamental à cultura percussiva pernambucana. Em cada espaço visitado, o projeto revela não apenas técnicas de fabricação, mas modos de vida, espiritualidades, invenções e relações profundas entre corpo e instrumento. </span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Esta pesquisa é o início de um registro dedicado a pessoas que consagram suas vidas aos sons da percussão”, afirma Hassan Santos. “Foi um privilégio conhecer a intimidade de lugares onde nascem os instrumentos e onde diferentes gerações mantêm vivos saberes raramente escritos”, completa o idealizador.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Inspirado na língua Yorùbá, o nome do projeto carrega em si a própria essência dessa experiência: “Ẹbu” remete ao espaço de criação, ao ateliê, ao lugar do fazer; “Lù” significa tocar, bater, produzir som; e “Lùlù” intensifica essa ação, evocando ritmo, vibração e musicalidade. “O próprio nome já soa como percussão. É um convite sensorial à escuta e ao encantamento”, explica Marconi Bispo, consultor do projetor e sacerdote do candomblé.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os retratos e ambientes fotografados mostram oficinas onde o tempo parece obedecer a outro compasso — distante da lógica acelerada dos aplicativos e da produtividade imediata. Em </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><i>Ẹbu Lùlù</i></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, percebemos que fabricar uma alfaia, um agbê ou um pandeiro é também um gesto de resistência: um trabalho artesanal que exige escuta, paciência, precisão e vínculo afetivo com o som. O projeto evidencia também como esses instrumentos são extensões dos próprios corpos de seus criadores — obras de arte vivas que seguem pulsando nas mãos de percussionistas, nas ruas, nos terreiros, nos palcos e nas brincadeiras populares.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mais do que documentar instrumentos, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><i>Ẹbu Lùlù </i></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">propõe uma travessia poética pelos sons, silêncios e movimentos que sustentam uma tradição coletiva. É um convite para entrar nos ateliês, ouvir suas pulsações e perceber que cada tambor carrega também um mundo inteiro em vibração.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><b>A</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><b>ÇÃO DE LANÇAMENTO – </b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Desde a semana passada, cartazes estão sendo colados como lambe-lambe em vários pontos de cultura, ateliês de artesãs e artesãos visitados. As artes também estão sendo distribuídas para o público no ateliê Só Instrumentos de Abílio Sobral, no Vasco da Gama, Recife.</span></span></span></p>
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		<title>Dia dos Povos indígenas: conheça os saberes e sabores do povo Pankará</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 10:20:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Texto: Igor Gomes O povo pernambucano, como se sabe em todo o Brasil, ostenta sua cultura e seus símbolos de maneira assertiva por onde passa. Mas ainda há muito a se investigar na história do Estado; isso porque tradições inteiras ainda não são registradas para que possam circular de maneira mais ampla para toda a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123573" aria-labelledby="figcaption_attachment_123573" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.png"><img class="size-medium wp-image-123573" alt="Pão de catolé, mandioca e rosário de catolé" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-607x318.png" width="607" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">Pão de catolé, mandioca e rosário de catolé</p></div>
<p><em>Texto: Igor Gomes</em></p>
<p>O povo pernambucano, como se sabe em todo o Brasil, ostenta sua cultura e seus símbolos de maneira assertiva por onde passa. Mas ainda há muito a se investigar na história do Estado; isso porque tradições inteiras ainda não são registradas para que possam circular de maneira mais ampla para toda a população. É o caso dos povos indígenas, submetidos a um apagamento sistemático desde o século 16. Uma dessas lacunas relacionadas à cultura indígena na identidade pernambucana vem sendo trabalhada pelo Inventário Participativo do Sistema Alimentar e Culinário do Povo Pankará, de Carnaubeira da Penha, Sertão do São Francisco. O projeto incentivado pela Fundarpe através do Funcultura, que vem documentando e resgatando toda a cadeia cultural desse povo indígena, do plantio dos alimentos até a forma de consumi-los.</p>
<p>O projeto foi aprovado no edital Funcultura Geral 2023/2024, na categoria “Patrimônio Cultural” (hoje desmembrada em edital próprio) pela produtora Gato de Gengibre, da pesquisadora Monica Larangeira Jácome. Está em andamento desde 2025 e pode ser prorrogado até 2027. Depois de validado pelo Funcultura (em processos como o de prestação de contas), ele será avaliado pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural e pode se tornar Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. As chances de isso acontecer são consistentes, pois a Fundação do Patrimônio Histórico Artístico de Pernambuco (Fundarpe) emitiu parecer preliminar (antes da realização da pesquisa) atestando a importância de se registrar essa cultura alimentar e reconhecê-la como Patrimônio.</p>
<p>“O inventário não abrange apenas as receitas do povo Pankará. A realização dele foi dividida em cinco etapas: a forma de produzir alimentos; as receitas e registro sobre a memória gustativa das pessoas em relação às receitas; o artesanato voltado para a alimentação, com utensílios de barro, de fibra de catolé, palha de coqueiro etc.; os lugares da comida, como casa de farinha, engenho de rapadura, horta e outros; e as celebrações em torno da comida”, resume Monica Jácome. Por demanda do Funcultura, serão produzidos ainda produtos culturais relacionados a esse trabalho, como um documentário curta-metragem e o cadastro dos mestres e mestras relacionados à cultura alimentar Pankará.</p>
<p>Práticas alimentares são parte da cultura humana por envolverem memórias e discursos relacionados à convivência entre as pessoas e aos usos e saberes relacionados à natureza – abrangem, por exemplo, o que pode ou não ser consumido, como se consome um alimento, o que plantar ou criar e como se faz isso em uma determinada localidade. São conhecimentos transmitidos por gerações e que podem sofrer adaptações ao longo do tempo graças a processos históricos; um exemplo são os usos da mandioca, planta nativa da América do Sul largamente usada por povos indígenas e depois pelas demais populações que chegaram ao continente por conta da colonização.</p>
<div id="attachment_123574" aria-labelledby="figcaption_attachment_123574" class="wp-caption img-width-467 alignnone" style="width: 467px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Monica-Larangeira-Jácome_Divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123574" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Monica-Larangeira-Jácome_Divulgação-467x486.jpeg" width="467" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisador Monica Jácome</p></div>
<p>O reconhecimento da importância do sistema alimentar e culinário Pankará contribui para proteger a diversidade cultural de Pernambuco. “A memória social é seletiva. Na área de gastronomia, quando se pensa em patrimônio alimentar o que se fala são as comidas da casa-grande: bolo de rolo, bolo souza leão e outros. A história de Pernambuco é fruto de uma memória fragmentada. Como é possível falar de bens culturais, de referências históricas, se eles se limitam apenas ao grupo social dominante? O resgate que o inventário faz beneficia todo o Estado porque enriquece a história humana que ocorre aqui”, pontua a pesquisadora.</p>
<p>O Inventário Participativo do Sistema Alimentar e Culinário do Povo Pankará é coletivo e envolve a comunidade. Entre os integrantes indígenas estão cinco bolsistas e uma produtora, afora toda a participação da comunidade na finalização de cada etapa. “Houve também uma oficina para que fosse elaborado um protocolo de consulta e consentimento, com normas para regrar as relações do povo Pankará com os não indígenas envolvidos no projeto e com o Estado. Ao final de cada fase, há uma prestação de contas para que se discuta e decida os próximos passos”, afirma a pesquisadora. Os bolsistas farão uma oficina de audiovisual para criar o roteiro do curta-metragem que será entregue com a pesquisa.</p>
<p>“O projeto do inventário veio pra nos fortalecer ainda mais dentro das nossas tradições. E o que não pode faltar, que os nossos antepassados sempre recomendam, os nossos mais velhos, é o respeito, a valorização, a tradição do nosso povo. Para nós, não é simplesmente um inventário alimentar e culinário; é um inventário de saber, de tradição, de cultura, de resistência, mesmo”, afirma a cacica Dorinha, liderança do povo Pankará. Segundo a cacica Dorinha, o projeto trabalha diversos elementos da cultura Pankará, “como cultivar o alimento, como retirar o alimento e como preparar. Esses modos são praticados pelos nossos antepassados, e são levados para nossos jovens, nossas crianças, para que eles possam dar continuidade a esses saberes tradicionais. Também trabalhamos como manejar a terra, também, nós manipulamos ela através dos saberes dos nossos mais velhos, e isso nos fortalece”.</p>
<div id="attachment_123575" aria-labelledby="figcaption_attachment_123575" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Dona-Vanja-prepara-farofa-de-catolé.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123575" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Dona-Vanja-prepara-farofa-de-catolé-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Vanja, do povo Pakará, prepara farofa de catolé</p></div>
<p><strong>HERANÇAS GASTRONÔMICAS E CULTURAIS</strong> – O complexo sistema dos alimentos na cultura Pankará abrange uma série de saberes que alcançam, inclusive, os não indígenas. Monica Jácome lembra que o coco catolé, por exemplo, é usado por não indígenas de diversas formas, entre elas como petisco para se tomar com cerveja. “Os indígenas fazem um rosário, em que os coquinhos são unidos por um fio e vendidos para serem consumidos”, cita. A lista de elementos envolvidos no cadeia gastronômica Pankará é grande. Eis alguns exemplos:</p>
<p>Catolé, mandioca, milho, feijão andu, fava, feijão de arranca, inhame, mucunã, batata-doce, jerimum; acerola, banana, abacate, jaca, manga, goiaba, cana-de-açúcar, mel de abelha, café, mamão, caju, murici, pinha, maracujá, favela, gergelim, batata de macambira, imbu, jaca, colorau; as carnes de caça como preá, mocó, punaré, tatu, peba, veado, gato do mato, cambamba, tamanduá, juriti, codorniz, jacu, teiú, camaleão; as carnes de criação como galinha, porco, vaca, cabra; pão de catolé, catolé cozido, bró de catolé, farofa de catolé, massa, goma e farinha de mandioca, beiju na pedra, bolo de macaxeira, licores, doces e geleias de frutas, imbuzada, doce de cafofa de imbu, doce de facheiro, doce de coroa de frade, xeléu cozido, café morto no pau, queijo de coalho, rapadura, mel de cana, fubá e farinha de milho, milho assado e cozido, bolo de milho, feijão cozinhado, baião de dois, munguzá de feijão, angu da agonia (angu de feijão), café de feijão andu, Rubacão de fava, mingau de mucunã, farofa de murici, fubá da castanha de caju, fubá doce de favela, fubá de gergelim, lambedores, chás de ervas, xaropes e garrafadas; engenhos de farinha, engenho de cana-de-açúcar, fogões à lenha, moendas de milho, pilões de madeira; artesanato culinário barro (o caco, a cuscuzeira|), madeira e fibras naturais (os abanadores do fago, as cestas); a dança do toré nas celebrações da Semana dos Povos Indígenas; a Feira de Cultura Pankará, todo mês de maio; os festejos em comemoração a São Gonçalo; a Novena de Nossa Senhora nas aldeias Jardim e Ladeira.</p>
<p>Em Pernambuco, as manifestações de influência indígena vão além da gastronomia. Entre as manifestações culturais que tem direta herança dos povos originários temos o caboclinho, maracatu rural, coco, ciranda, além do artesanato com os usos da macaxeira, do barro e de fibras vegetais, por exemplo. É uma matriz existencial fundamental para o povo pernambucano, cuja cultura vem sendo reconhecida pelo Governo do Estado por meio da Fundarpe, que dispõe dos títulos de Patrimônio Vivo e da abertura de linhas de fomento que sejam abrangentes a ponto de abarcar projetos. No primeiro caso, já foram reconhecidas agremiações como os caboclinhos Sete Flexas (Recife), União Sete Flexas (Goiana), os dois Canindé (Recife e Goiana), Caheté (Goiana) e Tribo Indígena Carijó (Goiana). Também as Cantadeiras do Povo Indígena Pankararu detêm o título. O título abrange pessoas (mestres) e grupos, e o concurso para eleger os novos Patrimônios Vivos do Estado segue aberto até o dia 30 de abril.</p>
<p>No segundo caso, os editais do Funcultura abarcam diversas linguagens artísticas em iniciativas diversas (apresentação, pesquisa, oficina, produção de conteúdos, entre outros). Dos editais abertos, o Funcultura Música é destinado a toda cadeia sonora (produção, pesquisa e afins), e segue aberto até 30 de abril. Já o Funcultura Geral abrange manifestações de dança, literatura, artes visuais, teatro, circo e outras linguagens. O Funcultura Patrimônio Cultural, por sua vez, possui linhas específicas para pesquisas, produção de conteúdo e ações de salvaguarda em gastronomia em outras manifestações culturais. As inscrições para os Funculturas Geral e Patrimônio Cultural seguem abertas até o dia 13 de maio.</p>
<div id="attachment_123576" aria-labelledby="figcaption_attachment_123576" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto/ Acervo Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Caboclinho-Sete-Flechas-do-Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-123576" alt="Foto: Costa Neto/ Acervo Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Caboclinho-Sete-Flechas-do-Recife-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caboclinho Sete Flechas do Recife, Patrimônio Vivo</p></div>
<p><strong>O POVO PANKARÁ</strong> – Segundo dados estatísticos do site Terras Indígenas do Brasil (terrasindigenas.org.br), a Terra Indígena Pankará da Serra do Arapuá, demarcada em 2025 e localizada no município de Carnaubeira da Penha (Sertão do São Francisco), tem população de quase 3 mil pessoas. São 52 aldeias em cerca de 15 mil hectares. A agricultura de subsistência é a base da economia alimentar desse povo, em especial os cultivos de milho, macaxeira e feijão. As origens remontam ao povo Atikum e a remanescentes quilombolas na região, e o nome “Pankará” só passa a ser usado como autodenominação no começo dos anos 2000. “O nome ‘Pankará’ veio do costume de usarmos pakaiá, que é o fumo, e também de urá, que vem do mangará da bananeira. A gente era conhecido como ‘os índios da Serra do Arapuá’, os ‘caboclos da Serra do Arapuá’. Em 2003, fomos reconhecidos como povo Pankará. O nome veio através dos saberes das Forças Encantadas, que me apresentaram esse nome de ‘Pankará’”, explica a cacica Dorinha.</p>
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		<title>Começam nesta terça (14) inscrições para os editais do Funcultura Geral e de Patrimônio Cultural</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 10:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123539" aria-labelledby="figcaption_attachment_123539" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Fachada-Fundarpe_Divulgacao.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123539" alt="Geridos pela Fundarpe e pela Secult-PE, os dois editais movimentam as cadeias das linguagens artísicas e dos patrimônios " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Fachada-Fundarpe_Divulgacao-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Geridos pela Fundarpe e pela Secult-PE, os editais movimentam as cadeias das linguagens artísticas e dos patrimônios</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Começam nesta terça-feira (14) as inscrições para dois editais do Funcultura: o Funcultura Geral, destinado a incentivar ações em diversas linguagens artísticas, e o Funcultura Patrimônio Cultural, que está em sua 2ª edição e contribui para desenvolver e fortalecer a cadeia produtiva de Patrimônio em Pernambuco. Com valores totais de R$ 15,99 milhões e R$ 3,51 milhões, respectivamente, os dois editais são geridos pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p>As inscrições para ambos seguem até 13 de maio (até 16h59) e devem ser feitas exclusivamente pelo Mapa Cultural (mapacultural.pe.gov.br). Os editais estão disponíveis <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-edital-geral-20252026/">aqui </a>(Geral) e <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-patrimonio-cultural-20252026/">aqui</a> (Patrimônio Cultural). Podem concorrer pessoas físicas e jurídicas com inscrição regular no Cadastro de Produtores Culturais (CPC) e residentes no Estado há, no mínimo, 1 ano.</p>
<p>“A opção por fazer as inscrições dos dois editais no mesmo período se deve a um fator prático: o incentivo à área do Patrimônio Cultural originalmente era tratado dentro do edital Funcultura Geral. Então, para possibilitar uma melhor concorrência, uma maior adesão ao edital, optamos por manter as datas idênticas”, explica Clarice Andrade, Diretora de Fomento da Fundarpe e Presidente da Comissão Especial dos Editais do Funcultura.</p>
<p><strong>EDITAL GERAL</strong> – O valor de R$ 15,99 milhões é distribuído em 12 categorias, que abrangem diversas linguagens artísticas, além de ações de formação, capacitação e pesquisa cultural. São elas:</p>
<p>• Artes integradas (fomento total de R$ 490 mil)<br />
• Artes plásticas, Artes gráficas e congêneres (R$ 1,960 milhão)<br />
• Artesanato (R$ 930 mil)<br />
• Circo (R$ 1,330 milhão)<br />
• Cultura popular e tradicional (R$ 2,610 milhões)<br />
• Dança (R$ 2,08 milhões)<br />
• Design e moda (R$ 460 mil)<br />
• Fotografia (R$ 1,450 milhão)<br />
• Gastronomia (R$ 530 mil)<br />
• Literatura (R$ 1,340 milhão)<br />
• Ópera (R$ 480 mil)<br />
• Teatro (R$ 2,330 milhões)</p>
<p>Cada concorrente pode inscrever até 4 projetos nesse edital e pode aprovar até 2 projetos, desde que a soma deles não ultrapasse o valor de R$ 250 mil.</p>
<p><strong>EDITAL PATRIMÔNIO CULTURAL</strong> – Em sua segunda edição, o edital de Patrimônio Cultural, assim como as demais iniciativas ligadas ao Funcultura, é fruto do diálogo entre a atual gestão e a classe artística. É voltado à preservação, salvaguarda, pesquisa, formação e difusão dos patrimônios material e imaterial de Pernambuco.</p>
<p>Com valor total de R$ 3,510 milhões, o Funcultura Patrimônio Cultural abrange 10 categorias:</p>
<p>• Intervenção no patrimônio edificado com tombamento federal e/ou estadual (fomento total de R$ 1 milhão)<br />
• Intervenção no patrimônio edificado de reconhecido valor cultural e uso na área da cultura (R$ 400 mil)<br />
• Elaboração de projetos de intervenção para bens edificados com tombamento federal e/ou estadual (R$ 240 mil)<br />
• Restauração e/ou conservação de acervos, bens integrados e acervos museológicos e documentais (R$ 340 mil)<br />
• Ações de salvaguarda do patrimônio cultural imaterial de Pernambuco (R$ 290 mil)<br />
• Produtos e conteúdos (R$ 410 mil)<br />
• Formação e capacitação (R$ 170 mil)<br />
• Pesquisa cultural (Inventários, Pesquisas ou Planos para o Patrimônio Cultural Material) (R$ 310 mil)<br />
• Pesquisa cultural (Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco) (R$ 250 mil)<br />
• Elaboração de projetos de plano museológico e projeto museográfico (R$ 100 mil)</p>
<p>Cada concorrente pode inscrever até 4 projetos nesse edital. Quem for pessoa física pode aprovar até 2 projetos, desde que a soma deles não ultrapasse o valor de R$ 250 mil.</p>
<p>Para as categorias “Intervenção no patrimônio edificado com tombamento federal e/ou estadual” e “Intervenção no patrimônio edificado de reconhecido valor cultural e uso na área da cultura”, o concorrente pessoa física pode aprovar até 2 projetos, e a a soma deles não seja maior que R$ 250 mil. O proponente pessoa jurídica (exceto microempreendedor individual – MEI) também poderá aprovar até 2 projetos, mas a soma dos incentivos recebidos não pode superar R$ 1 milhão.</p>
<p>“Na primeira edição, em 2025, o Funcultura Patrimônio Cultural teve 118 inscritos, com 25 projetos aprovados. O projeto aprovado de maior valor foi de R$ 999 mil, na categoria Intervenção no patrimônio edificado com tombamento federal e/ou estadual”, cita Clarice Andrade.</p>
<p><strong>O FUNCULTURA –</strong> Com um total de R$ 39 milhões em investimentos neste ano, o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE) é o principal mecanismo de fomento e difusão da produção cultural no Estado. Além dos editais Geral e Patrimônio Cultural, ele também abrange os editais Funcultura Audiovisual, Funcultura Música (com inscrições abertas até 30/4), e Microprojeto Cultural (cujas inscrições abrirão em breve).</p>
<p>Implantado pelo Governo de Pernambuco, a partir do diálogo com a sociedade civil, o Funcultura PE está inserido no Sistema de Incentivo à Cultura (SIC-PE) e permitiu um grande avanço na política cultural pernambucana, tornando-a mais democrática e plural.</p>
<p>O fundo tem um modelo de gestão compartilhada, que envolve a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Fundarpe, instituições culturais e entidades da sociedade civil representativas da classe artística.</p>
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		<title>Agrinez Melo lança livro sobre representação feminina negra e a ancestralidade no fazer teatral</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ancestralidade]]></category>
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		<description><![CDATA[A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123501" alt="Foto: Talles Ribeiro/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a narrativa. A sua classificação indicativa é livre e também específica para o público adulto, pesquisadoras e pesquisadores das artes cênicas.</p>
<p dir="ltr">A obra está à venda por R$ 50. O resumo do livro fica disponível com Audiodescrição no canal “I Pele Ti o Dun”, gratuitamente no YouTube. Agrinez Melo — candomblecista, atriz, professora, figurinista, diretora teatral, pesquisadora e criadora da DoceAgri — realiza o lançamento no Recife nesta sexta-feira (dia 10 de abril), no Espaço O Poste, às 19h, com entrada gratuita e recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para as pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p dir="ltr">Além da sessão de autógrafos e apresentação sobre o livro, a autora recebe Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, artistas da dança, música, performance e teatro da Região Metropolitana do Recife que colaboraram na realização da obra e são atrações da programação artístico-cultural. A juventude do Núcleo O Postinho também é presença garantida, assumindo a produção executiva e a assistência de produção. Para acompanhar as atividades, está programado o momento Ajeum (significa alimento, na língua africana iorubá), preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares, do Ilê Axé Oxum Ipondá (Olinda/PE).</p>
<p dir="ltr">“A partir da potência da mulher negra, dos saberes ancestrais e das matrizes espirituais que estão conectadas com o fazer teatral, revelando caminhos de criação, memória e presença, lanço ‘A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral’. O livro se apresenta como uma proposta inovadora e contracolonial de um fazer teatral artístico, cultural e autoral, realizado a partir de pesquisas diretamente ligadas com os terreiros de matrizes africana e indigena”, declara Agrinez Melo.</p>
<p dir="ltr">A ideia da obra surge da necessidade da representação negra nos escritos sobre teatro, nas teorias teatrais e nas formulações acadêmicas. No conteúdo do livro, ela destaca diretamente a representatividade afrocentrada e feminina nos espetáculos e nas salas de ensaio.</p>
<p dir="ltr">“O livro compartilha a criação da metodologia “Poética Matricial dos Orixás Encantados”, que é da minha autoria. Por meio das vivências nos terreiros e toda a ritualidade, levo essas energias para o Ara Agbara (significa corpo poderoso, na língua africana iorubá). Com a descoberta do próprio corpo, seu poder é reconhecido tanto na cena como fora dela, justamente por ser uma contribuição social”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">“A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” traz em suas páginas possibilidades de inclusão no teatro e nas artes da cena. As perspectivas são baseadas nas memórias, vivências de estudo e de criação teatral, onde a performance, o teatro e a dança se unem em diálogo, por meio das ritualidades do corpo em movimento.</p>
<p dir="ltr">“Reforço sempre que criei uma metodologia inédita e autônoma, levando para o livro essa poética matricial que desenvolvi. Nos escritos, estamos fortalecendo os rituais ancestrais destacando o ‘Ara Agbara’ nos palcos. A origem do livro também tem a ver com a  necessidade de estimular o conceito da ancestralidade matricial, com o corpo como território de memória, energia e criação”, acentua.</p>
<p dir="ltr">Agrinez Melo acredita que entre as contribuições do livro está a da presença cada vez maior  da mulher negra e artista na cena. “O lançamento da obra colabora para a mudança de paradigmas e padrões do teatro realizado no Estado de Pernambuco, e também nos ambientes nacionais e internacionais”, afirma.</p>
<p dir="ltr">Para alcançar mais espaços com a obra, a autora vai realizar uma distribuição nos espaços públicos do estado, como bibliotecas e universidades, e levá-la para mostras, festivais, encontros acadêmicos e demais movimentos artístico-culturais tanto locais como nacionalmente.</p>
<p dir="ltr">As ilustrações do livro são feitas pelas mãos de Douglas Duan. Com fotografia de Pht.all, a capa é da autoria de Talles Ribeiro, também à frente da revisão juntamente com a escritora e poeta Odailta Alves. Everson Melo e Robson Haderchpek se juntam a Talles e Odailta na função colaborativa. Luiza Saad assume a diagramação, enquanto Foster Costa está na produção, direção criativa e fotografia. Toda a equipe é pernambucana.</p>
<p>O livro tem a realização da DoceAgri, focada na acessibilidade no teatro e nas oficinas, e incentivo público, com o financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE).</p>
<p dir="ltr">Como escritora, Agrinez Melo já lançou anteriormente “Elementos da Encenação e Acessibilidade: relatos de amor e arte nas experiências teatrais” (2022), trazendo narrativas que mostram a importância dos recursos de acessibilidade na inclusão de pessoas com deficiência no fazer teatral.</p>
<p dir="ltr">Agrinez também é a criadora e a facilitadora da oficina teatral &#8221;A Poética Matricial dos Orixás e Encantados”, que possibilita às pessoas respirarem uma vivência centrada na ancestralidade e no corpo. Os exercícios são centrados nos ensinamentos matriciais do corpo, que têm as energias dos Orixás e Encantados como elemento central. Inclusive, ela levou a formação à Mostra de Artes Cênicas do Banco do Nordeste Cultural, realizada de 24 a 26 de março deste ano, em Fortaleza/CE.</p>
<p dir="ltr">“A proposta é um mergulho nas relações entre corpo, ancestralidade e cena, a partir de referências das matrizes afro-indígenas e do teatro de candomblé. Durante a atividade, as pessoas vivenciam práticas corporais e imaginários ligados aos Orixás e Encantados, enxergando novas possibilidades de criação e presença cênica”, conclui.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026) &#8211; por Agrinez Melo (autora) &#8211; classificação indicativa: livre<br />
Local: Espaço O Poste (rua do Riachuelo, nº 641, bairro da Boa Vista, centro do Recife/PE)<br />
Data: 10 de abril (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Programação artístico-cultural: apresentação de Agrinez Melo, sessão de autógrafos, participação de artistas da Região Metropolitana do Recife, como Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, e da juventude do Núcleo O Postinho; e Ajeum, preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares<br />
Entrada: gratuita<br />
Recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p dir="ltr"><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Autora: Agrinez Melo</p>
<p dir="ltr">Capa: Talles Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Revisão: Odailta Alves e Talles Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Ilustrações: Douglas Duan</p>
<p dir="ltr">Diagramação: Luiza Saad</p>
<p dir="ltr">Colaboradores: Everson Melo, Odailta Alves, Talles Ribeiro e Robson Haderchpek</p>
<p dir="ltr">Fotografia da capa: Pht.all</p>
<p dir="ltr">Produção, direção criativa e fotografia: Foster Costa</p>
<p dir="ltr">Produção local em Arcoverde: Jéssica Mendes</p>
<p dir="ltr">Assistência de produção no Recife: Núcleo O Postinho</p>
<p dir="ltr">Mídias sociais: Dispense Perspectiva Preta em Cena</p>
<p dir="ltr">Realização: DoceAgri</p>
<p dir="ltr">Assessoria de imprensa: Daniel Lima</p>
<p dir="ltr">Incentivo público: financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE)</p>
<p dir="ltr">Apoio: Sesc-Arcoverde e Espaço O Poste</p>
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		<item>
		<title>Projeto Documentando comemora 17 anos com temporada pelo agreste</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-documentando-comemora-17-anos-com-temporada-pelo-agreste/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Documentando]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Há 17 anos fortalecendo o audiovisual de Pernambuco, o projeto Documentando, assinado pelo cineasta Marlom Meirelles, inicia sua 7ª edição promovendo oficinas itinerantes pelo Agreste pernambucano, de 13 de abril até 30 de maio de 2026. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123497" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Há 17 anos fortalecendo o audiovisual de Pernambuco, o projeto <em><strong>Documentando</strong></em>, assinado pelo cineasta Marlom Meirelles, inicia sua 7ª edição promovendo oficinas itinerantes pelo Agreste pernambucano, de 13 de abril até 30 de maio de 2026. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto passará pelas cidades de Surubim, João Alfredo, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha e Bezerros nesses dois meses.</p>
<p>Criado em 2009, o Documentando tem contribuído para a interiorização da produção audiovisual independente no estado de Pernambuco, iniciando novos produtores e ampliando as possibilidades de alcance de suas obras. Os participantes conhecem todo o processo de realização de um documentário e os elementos fundamentais para a construção de um roteiro, produção, captação e edição de um filme. É o cinema como ferramenta de transformação social.</p>
<p>Além de ampliar o repertório no campo do audiovisual e o acesso a conceitos e vanguardas da história do cinema, os estudantes são provocados a refletir sobre suas vivências e pensar narrativas que contemplem questões sociais, de gênero, raça, territorialidade, identidade, entre outras. Ao final de cada oficina é produzido um documentário com temática livre e escolhido por meio de exercícios coletivos.</p>
<p>São mais de 100 documentários produzidos ao longo destes 17 anos, muitos deles premiados e exibidos em festivais de cinema nacionais, que podem ser assistidos gratuitamente pelo público no site do projeto. Videoaulas e palestras virtuais gratuitas também podem ser conferidas na plataforma.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.14.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123496" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.14-607x433.jpeg" width="607" height="433" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Ao longo das 6 edições anteriores, foram mais de 3.000 estudantes contemplados em mais de 100 oficinas oferecidas, com mais de 50 cidades brasileiras percorridas e 8 Estados diferentes, além de uma oficina nos Estados Unidos. Este ano, a culminância do projeto será uma mostra com exibição dos filmes produzidos que acontecerá na cidade de Bezerros após a conclusão das aulas da temporada. A arte dessa temporada foi idealizada pelo artista Max Motta.</p>
<p>“A cada nova temporada do Documentando, a gente reafirma um compromisso que vai além do audiovisual: o de provocar escuta, despertar olhares e criar caminhos para que novas vozes contem suas próprias histórias. Ver esse projeto se consolidar como uma referência em Pernambuco é entender que formar realizadores também é transformar territórios.”, afirmou o realizador.</p>
<p>Marlom é cineasta, diretor das séries “Questão de Gênero” e “Sertão Virgolino”, está na pré-produção de seu primeiro longa-metragem “A Boa Vista Não Me Ilude Mais”, a ser gravado no segundo semestre de 2026. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu e coordenou outros projetos de formação, a exemplo do “Cabeça de Cinema”, que promoveu 12 cursos de iniciação audiovisual para estudantes da rede pública de ensino da Região Metropolitana do Recife, numa ação que integrou o projeto CineCabeça. Também idealizou e produziu o curso História do Cinema Pernambucano, resultado de uma densa pesquisa sobre os ciclos de cinema do Estado.</p>
<p><strong>Oficinas em Abril</strong></p>
<p>Ao todo, 300 estudantes serão beneficiados. Em 2026, o Documentando passa pelas cidades: Surubim, João Alfredo, Brejo da Madre de Deus, Cachoerinha e Bezerros. Após a realização das oficinas presenciais, haverá um módulo online para atender a demanda espontânea. As inscrições acontecerão através do site do projeto.</p>
<p>Os participantes das oficinas não precisam possuir conhecimentos prévios na área, já que durante o curso, todos serão iniciados nas técnicas básicas de captação e edição de imagens em vídeo, além de receber informações necessárias sobre a linguagem cinematográfica e as etapas e funções numa produção.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123498" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Cada oficina tem 20h/aula, com encontros presenciais e atividades virtuais, a exemplo de videoaulas e palestras, onde profissionais comentam sobre suas experiências, as oportunidades de inserção no mercado e distribuição dos filmes. Em cada oficina, os alunos realizam, na parte prática, um documentário com duração de cerca de 10 a 15 minutos, abrangendo aspectos socioculturais e históricos dos municípios, como personalidades, manifestações culturais, valores materiais ou imateriais, etc. A temática é escolhida através de exercícios coletivos.</p>
<p><strong>Temporadas anteriores</strong></p>
<p>Com 17 anos de história, seis edições realizadas, uma em execução, além de temporadas especiais e participação em festivais e projetos audiovisuais, entre os benefícios gerados pelo projeto, está o estímulo crescente da produção audiovisual em Pernambuco, algo com reflexo direto no aumento de novos realizadores em festivais e mostras audiovisuais em todo o Estado.</p>
<p>Além, claro, da função social que o projeto desempenha, ao transformar a produção documental em uma ferramenta de promoção de visibilidade, reconhecimento e cidadania, sobretudo para os grupos em situações mais vulneráveis.</p>
<p>O projeto Documentando é uma realização da Eixo Audiovisual e Pernambuco Filmes, parceria do Cineclube Angu, e tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Inscrições do Funcultura Música começam nesta quarta (1º)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/inscricoes-do-funcultura-musica-comecam-nesta-quarta-1o/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Começam nesta quarta (1º) as inscrições para o edital Funcultura Música, destinado ao fortalecimento da cadeia produtiva da música em Pernambuco. Gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Funcultura Música destinará um total de R$5,070 milhões a projetos em 9 categorias. As inscrições podem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/7022521695_6818b5b109_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123435" alt="Foto: Daniela Nader/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/7022521695_6818b5b109_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="left"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Começam nesta quarta (1º) as inscrições para o edital Funcultura Música, destinado ao fortalecimento da cadeia produtiva da música em Pernambuco. Gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Funcultura Música destinará um total de R$5,070 milhões a projetos em 9 categorias. As inscrições podem ser feitas pelo<a href="mapacultural.pe.gov.br" target="_blank"> site do Mapa Cultural de Pernambucoi </a>até o próximo dia 30 de abril.</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O edital, seus anexos e outros documentos relacionados ao certame estão disponíveis <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-musica-20252026/" target="_blank">aqui</a>. Podem participar do Funcultura Música pessoas físicas e jurídicas com inscrição regular no Cadastro de Produtores Culturais (CPC) e residentes no Estado há, no mínimo, um ano.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">As nove categorias do edital são: Circulação (com valor total de R$ 1,11 milhão); Festivais (R$ 910 mil); Gravação (R$ 800 mil); Produtos e Conteúdos (R$ 530 mil); Economia da Cultura (R$ 190 mil); Manutenção de Bandas de Música (Filarmônicas), Escolas de Bandas de Música e Corais (R$ 300 mil); Difusão da rede de equipamentos do Estado geridos pela Fundarpe/Secult-PE (R$ 360 mil); Formação e capacitação em música (R$ 590 mil); e Pesquisa cultural em música (R$ 280 mil).</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Cada proponente pode inscrever até 4 projetos, mas só poderá ter aprovados apenas 2 projetos, desde que a soma deles não ultrapasse R$ 250 mil. Caso um proponente tenha mais de dois projetos aprovados, serão desclassificados os projetos de menor pontuação. Além disso, considerando todos os editais do Funcultura (Música, Geral, Audiovisual, Microprojeto Cultural e Patrimônio Cultural), o proponente poderá ter até 3 projetos aprovados por ano.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"><b>VAGAS </b><b>PARA MULHERES</b><b>–</b> Reafirmando seu compromisso com políticas afirmativas e com a diversidade cultural que compõe a identidade pernambucana, o Funcultura Música deste ano conta com reserva de vagas para mulheres (cis ou trans) em 5 das 9 categorias.</span></span></p>
<p align="left"> “<span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Notamos uma baixa adesão de mulheres no edital passado do Funcultura Música, e essa reserva de vagas visa a corrigir isso”, explica Clarice Andrade, Diretora de Fomento da Fundarpe e Presidente da Comissão Especial de Editais do Funcultura.</span></span></p>
<p align="left"> <span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">As cinco categorias com reserva de vagas para mulheres são: Festivais, Gravação, Produtos e Conteúdos, Formação e Capacitação e Pesquisa Cultural. Cada uma delas prioriza a participação de mulheres de diferentes formas, conforme descrito na Resolução da Comissão Deliberativa (confira aqui), mas sempre garantindo a aprovação de, no mínimo, 1 projeto em que as participantes estejam em posições de liderança ou visibilidade.</span></span></p>
<p align="left"> <span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"><b>FERNANDO DE NORONHA </b>– Outra novidade do Funcultura Música, bem como de todos os editais do Funcultura deste ano, é a inclusão de cotas de aprovação para projetos oriundos de Fernando de Noronha, como já acontecia com outras regiões do Estado (Zona da Mata, Agreste e Sertão). A proporção das vagas também está descrita na Resolução da Comissão Deliberativa.</span></span></p>
<p align="left"> “<span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Já estávamos atentos à participação de projetos de Fernando Noronha, mas resolvemos desmembrar para fortalecer a regionalização do edital, conforme determinação do Governo do Estado”, pontua Clarice Andrade.</span></span></p>
<p><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O FUNCULTURA</span></span></strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> – Com um total de <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/governo-de-pernambuco-lanca-conjunto-de-editais-do-funcultura-2026-com-r-39-milhoes-em-investimentos/" target="_blank">R$39 milhões em investimentos neste ano</a></span></span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">, o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE) é o principal mecanismo de fomento e difusão da produção cultural no Estado. Além do Audiovisual, ele também abrange os editais Funcultura Música, o Funcultura Geral, o Funcultura Patrimônio Cultural e Microprojeto Cultural, cujas inscrições começam em diferentes datas no mês de abril.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Implantado pelo Governo de Pernambuco, a partir do diálogo com a sociedade civil, o Funcultura PE está inserido no Sistema de Incentivo à Cultura (SIC-PE) e permitiu um grande avanço na política cultural pernambucana, tornando-a mais democrática e plural.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O fundo tem um modelo de gestão compartilhada, que envolve a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Fundarpe, instituições culturais e entidades da sociedade civil representativas da classe artística.</span></span></p>
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		<item>
		<title>Governo de Pernambuco realiza solenidade de doação de kits literários na Biblioteca Pública do Estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-realiza-solenidade-de-doacao-de-kits-literarios-na-biblioteca-publica-do-estado/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), realiza na próxima terça-feira (17), às 16h, na Biblioteca Pública do Estado, no Recife, a ‘Solenidade de Doação de Kits Literários’, com a presença da vice-governadora Priscila Krause. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123321" aria-labelledby="figcaption_attachment_123321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7357.JPG.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123321" alt="Fotos: Simon Filmes/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7357.JPG-607x367.jpeg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Simon Filmes/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), realiza na próxima terça-feira (17), às 16h, na Biblioteca Pública do Estado, no Recife, a ‘Solenidade de Doação de Kits Literários’, com a presença da vice-governadora Priscila Krause. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã.</p>
<p dir="ltr">Ao todo, serão destinados 140 kits literários, compostos por obras vencedoras do Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura – responsável por reconhecer talentos de todas as regiões do Estado –, títulos contemplados pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e publicados pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), editora vinculada à Secretaria da Casa Civil.</p>
<p dir="ltr">“Essa ação ajuda a fazer a literatura pernambucana circular mais e reforça o compromisso da gestão da governadora Raquel Lyra com a democratização do acesso ao livro, a valorização da nossa produção literária e a sua diversidade, além do fortalecimento das bibliotecas públicas como espaços de conhecimento, cultura e cidadania”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<div id="attachment_123323" aria-labelledby="figcaption_attachment_123323" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7358.JPG.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123323" alt="A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7358.JPG-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã.</p></div>
<p dir="ltr">Em consonância com o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), a solenidade ainda integra um conjunto de ações estruturantes do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (PELLLB), instituído pela Lei nº 16.991/2020 – Lei Suzana Timóteo, que estabelece diretrizes para a promoção do acesso ao livro, o estímulo às práticas leitoras e o fortalecimento do sistema de bibliotecas públicas no estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Serviço</em></p>
<p dir="ltr"><strong>Solenidade de Doação de Kits Literários</strong></p>
<p dir="ltr">Data: 17 de março de 2026</p>
<p dir="ltr">Horário: 16h</p>
<p dir="ltr">Local: Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco I R. João Líra, s/n &#8211; Santo Amaro, Recife &#8211; PE</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Inscrições do Funcultura Audiovisual 2025/2026 se encerram nesta sexta (6)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encerram-se-nesta-sexta-6-as-inscricoes-para-o-funcultura-audiovisual/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/encerram-se-nesta-sexta-6-as-inscricoes-para-o-funcultura-audiovisual/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 14:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[  Termina nesta sexta-feira (6) o prazo para as inscrições no Funcultura Audiovisual. Gerido pelo Governo do Estado através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Funcultura Audiovisual contempla 14 categorias, em um valor total de R$ 11,31 milhões a serem investidos. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente por meio do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123226" aria-labelledby="figcaption_attachment_123226" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/o-ultimo-azul-meio-amargo-2-1024x576-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-123226" alt="&quot;O Último Azul&quot;, de Gabriel Mascaro, é um filme que recebeu o incentivo do Funcultura" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/o-ultimo-azul-meio-amargo-2-1024x576-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;O Último Azul&#8221;, de Gabriel Mascaro, é um filme que recebeu o incentivo do Funcultura</p></div>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><b> </b></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Termina nesta sexta-feira (6) o prazo para as inscrições no Funcultura Audiovisual. Gerido pelo Governo do Estado através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Funcultura Audiovisual contempla 14 categorias, em um valor total de R$ 11,31 milhões a serem investidos. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente por meio do Mapa Cultural de Pernambuco (www.mapacultural.pe.gov.br) até às 16h59 do dia 6. O edital e seus anexos podem ser acessados <a title="aqui" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-audiovisual-20252026" target="_blank">aqui</a>. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Podem participar do Funcultura Audiovisual somente os produtores culturais, pessoas físicas ou pessoas jurídicas domiciliados em Pernambuco há pelo menos 1 (um) ano e que estiverem, na data da inscrição de seus projetos, regulares e ativos no Cadastro de Produtor Cultural (CPC). </span><span style="font-size: medium;">O resultado será divulgado até 31 de julho de 2026.</span></p>
<p>O edital deste ano é o 20º do Funcultura Audiovisual<!-- Val, o único lugar em que achei essa informação foi na p. 6 do edital, e lá consta da seguinte forma:</p>
<p>Por meio deste Edital o Funcultura disponibilizará recursos financeiros no valor total de<br />
R$11.310.000,00 (onze milhões trezentos e dez mil reais) para o 20º Edital do Programa de<br />
Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco.</p>
<p>Agora to com dúvida: Tu acha q a gente deve divulgar aqui esse dado? Pensando que ele pode ser melhor apurado com Clarice depois e que, divulgando posteriormente, a gente pode ter mais controle sobre a efeméride e a forma como a pauta sai na imprensa. Se for tirar esse dado daqui, tem que tirar também do subtítulo do texto. --><!-- Outra opção que pensei é manter o dado e incluir, talvez, uma fala de Renata Borba sobre a efeméride, mas ela tá em viagem né? Não sei... --><span style="font-size: medium;"> e mantém as alterações implantadas em 2025 – com destaque para a ampliação dos tetos de investimento em categorias estratégicas, como o longa-metragem. A medida adequa os valores à realidade do setor, fortalecendo a produção local e ampliando a circulação das obras, reforçando o lugar que o Funcultura ocupa – o de apoiador de iniciativas que levam o nome e a imagem de Pernambuco além das fronteiras do Estado e do país.</span></p>
<p>“<span style="font-size: medium;">Contemplamos uma demanda do setor ao aumentar, no ano passado, o valor dos aportes, e isso foi mantido neste ano. Além disso, o resultado sairá em julho, com meses de antecedência em relação a edições anteriores do Funcultura Audiovisual”, destaca Clarice Andrade, Diretora de Fomento – Fundarpe e Presidente da Comissão Especial de Editais do Funcultura.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">No total, são 14 categorias contempladas: longa-metragem (total de R$ 2,6 milhões); produtos para televisão (R$ 2 milhões); curta-metragem e média-metragem (R$ 2 milhões); difusão (R$ 1,1 milhão); formação (R$ 700 mil); desenvolvimento do cineclubismo (R$ 600 mil); Revelando os pernambucos (R$ 600 mil); jogos eletrônicos (R$ 100 mil); pesquisa e preservação (R$ 180 mil); desenvolvimento de longa-metragem (R$ 260 mil); desenvolvimento de produtos para TV (R$ 330 mil); obra seriada de curta duração (R$ 200 mil); finalização e distribuição de longa-metragem (R$ 600 mil); websérie/webcanal (R$ 40 mil).</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><strong>O FUNCULTURA</strong> – Com um total de R$ 39 milhões em investimentos neste ano, o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE) é o principal mecanismo de fomento e difusão da produção cultural no Estado. Além do Audiovisual, ele também abrange os editais Funcultura Música, o Funcultura Geral, o Funcultura Patrimônio Cultural e Microprojeto Cultural, cujas inscrições começam em diferentes datas no mês de abril.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Implantado pelo Governo de Pernambuco, a partir do diálogo com a sociedade civil, o Funcultura PE está inserido no Sistema de Incentivo à Cultura (SIC-PE) e permitiu um grande avanço na política cultural pernambucana, tornando-a mais democrática e plural.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">O fundo tem um modelo de gestão compartilhada, que envolve a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Fundarpe, instituições culturais e entidades da sociedade civil representativas da classe artística.</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Oficina de Cinema Daqui do Alto&#8221; promove formação audiovisual para jovens do Vasco da Gama</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 19:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-27-at-16.16.05.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123190" alt="Foto: Rei/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-27-at-16.16.05-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>O cinema como ferramenta de expressão, de pertencimento e de protagonismo. Essa é a proposta da Oficina de Cinema Daqui do Alto, iniciativa que oferece formação gratuita em audiovisual para jovens do Alto da Esperança, no bairro do Vasco da Gama, Zona Norte do Recife. Idealizada por Camila Silva e William Oliveira, realizadores de cinema, a oficina nasce da trajetória dos próprios artistas, que criam obras audiovisuais a partir de suas vivências próprias em territórios da periferia da cidade, como a websérie &#8220;O Encontro de Hoje&#8221; (2019), o curta-metragem de ficção científica queer &#8220;Lança-Foguete&#8221; (2025) e o curta &#8220;Ginga&#8221; (2025).</p>
<p>Na Oficina de Cinema Daqui do Alto, Camila Silva e William Oliveira dão continuidade a esse trabalho audiovisual lastreado em cotidianos e territórios, desta vez convidando os participantes a enxergarem, enquanto matéria-prima cinematográfica, as suas próprias ruas, escadarias, becos e relações. Realizada na ONG Resistência Unificada, espaço comunitário que desenvolve ações sociais no Alto da Esperança, a ideia é estimular um olhar sensível sobre o lugar onde vivem, compreendendo potências, estéticas e política.</p>
<p>Com carga horária de 20 horas, divididas em cinco encontros que vão até esta sexta-feira (27), a formação aborda três pilares do audiovisual: roteiro, fotografia e montagem. Ao final, os jovens realizam coletivamente dois curtas-metragens, exercitando técnica, criatividade e construção autoral. O resultado é a ampliação de espaços de fala e o incentivo à produção de narrativas feitas “de dentro para fora”, valorizando o ponto de vista de quem vive nos altos da comunidade.</p>
<p>Tanto as aulas quanto os filmes produzidos contarão com tradução em Libras, ampliando o acesso comunicacional e reforçando o compromisso com a inclusão. A produção é de Rei, iniciativa voltada à valorização das culturas urbanas, da memória social e das narrativas periféricas. A Oficina de Cinema Daqui do Alto conta com incentivo dos Editais do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Edital Microprojeto Cultural 2022/2023 – Funcultura 2023, e também da Prefeitura do Recife, através do Edital Recife Virado na Periferia – PNAB 2024.</p>
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