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	<title>Portal Cultura PE &#187; fundaj</title>
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		<title>Livro sobre Atelier Risco! lança um novo olhar para a prática do modelo vivo</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 19:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118692" aria-labelledby="figcaption_attachment_118692" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/modelo-Iara-foto-Walton-Ribeiro-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-118692" alt="Foto: Walton Ribeiro / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/modelo-Iara-foto-Walton-Ribeiro-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Walton Ribeiro / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Durante séculos, a prática de modelo vivo enxergou como artista apenas a pessoa que desenha um modelo, quer seja homem, mulher ou criança, a quem era exigido posar por horas, desde que calados e estáticos. Seus corpos eram o “objeto” a ser observado e reproduzido com rigor estético. Apesar de ainda fazer parte da tradição no meio acadêmico, a prática do desenho de modelo vivo nesse formato não é mais hegemônica. No Recife, o Risco!, grupo criado em 2013, faz uma revisão desta prática ao promover sessões para pessoas interessadas no estudo do corpo, seja na ação corporal expressiva ou no registro da figura humana. Parte deste trabalho desenvolvido pelo Risco! foi registrado no livro Atelier Risco!, que será lançado nesta sexta-feira (4), na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), na unidade Derby, a partir das 19h.</p>
<p dir="ltr">A programação de lançamento tem início com uma sessão de “modelagem viva” a partir da performance<em> A Menor Mulher do Mundo</em>, uma proposição de Bruna Rafaella Ferrer, coordenadora pedagógica e diretora artística do Risco!. Na performance, a artista propõe reflexões sobre como as mulheres falam e agem sobre suas próprias representações. O termo “modelagem viva” no lugar de “modelo vivo” faz parte do vocabulário e da prática do Risco!, onde os modelos têm uma participação propositiva, diferentemente da prática tradicional. A performance tem 30 minutos de duração e antecede o lançamento do livro. A sessão está aberta à participação de qualquer pessoa interessada em registrar as poses propostas pela performer. No local será disponibilizado material artístico para uso comum. A classificação etária é livre.</p>
<p dir="ltr">A publicação Atelier Risco! tem edição da Editora Inteligência Sensível. Em 48 páginas, ela registra o material produzido em 16 sessões de modelo vivo, entre desenhos, fotografias e demais incursões gráficas, realizadas no Recife entre outubro de 2024 e abril de 2025, período de execução do projeto que dá nome ao livro. O projeto,<strong> realizado via Fundo de Incentivo à Cultura do Governo de Pernambuco – Funcultura</strong>, contou ainda com uma oficina de capacitação profissional de &#8220;Mediação Acessível&#8221; e a exposição &#8220;O lugar do efêmero e do inesgotável”. As atividades foram realizadas em espaços das instituições parceiras: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, IAC – Centro Cultural Benfica da UFPE, Fundação Joaquim Nabuco e Museu do Homem do Nordeste.</p>
<p dir="ltr"><strong>Pesquisa -</strong> Voltadas a diversos públicos e conduzidas por participantes do Risco!, as ações do projeto integram a pesquisa acadêmica &#8220;Situações Artísticas e Pedagógicas na Prática Criativa com Modelo Vivo&#8221;, desenvolvida por Bruna Rafaella em seu estágio de pós-doutoramento realizado na Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), apoiadora do projeto. “Com a modelagem viva o Risco! promove a formação artística de diversos agentes culturais, enquanto propõe uma pesquisa visual e também performática com modelo vivo, entendendo o corpo como provocador de diálogo criativo e fonte de pesquisa multidisciplinar”, destaca a pesquisadora.</p>
<p dir="ltr">O supervisor da pesquisa de Bruna, Alexandre Zarias, pesquisador da Dipes/Fundaj, comenta sua percepção sobre o grupo Risco!: &#8220;Uma das dimensões que eu mais admiro no Risco! é seu caráter exploratório e investigativo. O projeto toma como ponto de partida o corpo e faz confluir diferentes linguagens: as artes, as ciências humanas, a filosofia e as tecnologias.  Para mim, o Risco! é um exercício de expansão e liberdade de nossas experiências de conhecer o mundo por meio dos nossos corpos e dos corpos dos outros ligados pelo olhar e pela expressão artística”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a performance -</strong> Conectada à investigação da artista e pesquisadora Bruna Rafaella sobre o conceito de “Situação pedagógica” no contexto da modelagem viva, em A menor mulher do mundo, Bruna performa uma figura construída a partir de elementos diversos advindos da representação da mulher na cultura ocidental, da sua própria vivência enquanto artista e educadora e do encontro com o olhar investigativo das participantes da prática de modelo vivo.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>Ficha Técnica – projeto Atelier Risco! </strong></em></p>
<p dir="ltr">Produção, direção artística e coordenação pedagógica: Bruna Rafaella Ferrer</p>
<p dir="ltr">Assistência de produção: Renata Caldas</p>
<p dir="ltr">Registros: Walton Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Design gráfico: Filipe Aca e Matheus de Mendonça</p>
<p dir="ltr">Curadoria da exposição: Guilherme Moraes</p>
<p dir="ltr">Ministrantes de oficina: Vanessa Marques (Ferva Acessibilidade), Bruna Rafaella Ferrer e Michell Platini</p>
<p dir="ltr">Modelos vivos: Vi Brasil, Paulo Lima, Luciana Borre com participação de Mariana Gualberto, Silvia Góes, Acre, Iara Izidoro, Jonas Araújo, Brenda Bazante, Izidorio Cavalcanti, Renata Caldas, Rhaiza Oliveira, brumas, Bárbara Collier, Eduardo Romero, Amanda Albuquerque e Fabiana Pirro.</p>
<p dir="ltr">Debatedores: Philipe Sidartha, Vi Brasil, Carlito Person, Renata Caldas, Demetrio Albuquerque, Ju Caldas, Guilherme Moraes e Filipe Corsini.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>SERVIÇO:</strong></em></p>
<p dir="ltr">Lançamento do livro Atelier Risco! + Sessão de modelo vivo A menor mulher do mundo, com Bruna Rafaella</p>
<p dir="ltr">Dia: sexta-feira (04 de JULHO)</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h às 21h</p>
<p dir="ltr">Local: Sala de Leitura Nilo Pereira – térreo da Fundaj Derby (rua Henrique Dias, 609 &#8211; Derby)</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p dir="ltr">Valor do livro (oferta de lançamento): R$ 40,00</p>
<p dir="ltr">Classificação etária: LIVRE</p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="instagram.com/riscoexperimental">@riscoexperimental</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Secretaria de Cultura de Pernambuco realiza o primeiro censo cultural do Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 18:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113179" aria-labelledby="figcaption_attachment_113179" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/CENSO-CULTURAL_Cred-Morgana-Narjara_Secultpe_Fundarpe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-113179" alt="Censo Cultural - Foto: Morgana Narjara/Secultpe/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/CENSO-CULTURAL_Cred-Morgana-Narjara_Secultpe_Fundarpe-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Censo Cultural &#8211; Foto: Morgana Narjara/Secultpe/Fundarpe</p></div>
<p>Está no ar o primeiro Censo Cultural de Pernambuco. A pesquisa mapeará a produção cultural do Estado, realizando um levantamento de dados culturais e socioeconômicos dos agentes e equipamentos culturais. A iniciativa é uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundarpe, por meio do Observatório de Indicadores Culturais (Obic). A ação conta ainda com apoio do Sebrae e da Fundação Joaquim Nabuco, além da parceria com as secretarias municipais de cultura.</p>
<p>A execução do Censo Cultural de Pernambuco será realizada por meio da plataforma Mapa Cultural de Pernambuco, de forma simples e rápida, com o preenchimento de um formulário presente na aba “Oportunidades”. Para quem precisar de ajuda no preenchimento, o censo também estará disponível para preenchimento nas Salas do Empreendedor do Sebrae, espalhadas nos municípios do estado, com auxílio de profissionais treinados.</p>
<p>“O Censo Cultural de Pernambuco será um grande aliado das políticas públicas em cultura no Estado, pois nos permitirá ainda mais assertividade nas ações da gestão para o fortalecimento dos fazedores e gestores da cultura pernambucana, que estarão munidos das informações e dados necessários para construir caminhos sólidos para o futuro do setor”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>A realização do Censo Cultural de Pernambuco permitirá uma melhor compreensão das particularidades da cadeia produtiva da cultura no Estado, levantando indicadores e informações que são ferramentas essenciais para a construção de políticas públicas no setor. Os dados ajudarão a entender as necessidades específicas de cada segmento cultural, fortalecendo ainda mais agentes, grupos, equipamentos e patrimônios.</p>
<p>Para a gerente de Políticas Públicas do Sebrae/PE, Priscila Lapa, essa iniciativa também será essencial para que a instituição conheça o perfil desses profissionais e, com isso, possa desenvolver ações direcionadas para o fomento ao empreendedorismo desses grupos. “Estamos mobilizando as Salas do Empreendedor, criadas em parceria com prefeituras de todo o estado, para que elas ofereçam suporte aos empreendedores. É algo que irá beneficiar a todos”, pontuou. A lista completa das Salas do Empreendedor que aderiram à iniciativa estão no portal Cultura.pe.</p>
<p>“Considero relevante a iniciativa da Secretaria de Cultura de Pernambuco porque a realização desse mapeamento propiciará o conhecimento mais abrangente dos agentes e dos equipamentos culturais no estado de Pernambuco, o que poderá impulsionar a realização de estudos que beneficiarão o campo das políticas públicas no campo da cultura e da educação.  A Fundaj com sua expertise pode colaborar com essa ação governamental”, complementou a presidenta da Fundação Joaquim Nabuco, Márcia Ângela Aguiar.</p>
<p>São dois formulários disponíveis, um para agentes culturais e outro para equipamentos. As linguagens artísticas contempladas são artesanato, artes circenses, artes da dança, artes do teatro, artes visuais, audiovisual, cultura popular, design, fotografia, gastronomia, música, museus, literatura, moda, ópera, patrimônio e técnicos da cultura. Já nos equipamentos, são englobados museus, teatros, salas de cinema, espaços de formação em artes circenses e galerias de artes.</p>
<p>O Censo Cultural de Pernambuco ficará disponível até abril de 2025 por meio no link <a href="http://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidades" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidades&amp;source=gmail&amp;ust=1725560100090000&amp;usg=AOvVaw0ua1fGGAGc2Ff2zosScZ_m">www.mapacultural.pe.gov.br/<wbr />oportunidades</a>. O resultado será divulgado em um relatório com informações e indicadores culturais coletados por município, além de um dashboard com dados gerais da cultura do Estado, que será subdividido por linguagens e equipamentos.</p>
<p><b>CENSO CULTURAL DE PERNAMBUCO</b></p>
<p>Quando: até abril de 2025.</p>
<p>Acesso: <a href="http://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidades" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidades&amp;source=gmail&amp;ust=1725560100090000&amp;usg=AOvVaw0ua1fGGAGc2Ff2zosScZ_m">www.mapacultural.pe.gov.br/<wbr />oportunidades</a>.</p>
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		<title>Nova Revista Aurora 463 é lançada em meio a profundas reflexões acadêmicas</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 21:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O encerramento oficial da 17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, neste sábado, 17 de agosto, Dia Nacional do Patrimônio Histórico e Cultural, foi marcado pela realização do 8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural e pelo lançamento da 9ª edição da Revista Aurora 463. Os eventos aconteceram no Auditório Aloísio Magalhães [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O encerramento oficial da 17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, neste sábado, 17 de agosto, Dia Nacional do Patrimônio Histórico e Cultural, foi marcado pela realização do 8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural e pelo lançamento da 9ª edição da Revista Aurora 463. Os eventos aconteceram no Auditório Aloísio Magalhães da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), no bairro do Derby (área central do Recife), com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com um nível de excelência que arrancou elogios de todos os presentes.</p>
<p>Confira <a title="8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural" href="https://www.youtube.com/live/Iz14fiA1ziA?si=F5m6g_5XQZn7s0OQ" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a gravação do 8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural</p>
<p>Antes de saber como foi o encontro, vale a pena saber de uma ótima notícia: a 17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco terminou, mas não acabou. Isso mesmo. Com uma extensa programação, segue com atividades até o dia 28 de agosto, na capital e no interior do Estado.</p>
<p>Confira <a title="17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.even3.com.br/17-semana-estadual-do-patrimonio-cultural-pe/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa.</p>
<p>&#8220;Embora nós chamamos de Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, é uma programação que já não cabe mais dentro de apenas uma semana&#8221;, explicou o designer Flávio Barbosa, assessor de Gestão da Fundarpe e coordenador do evento. &#8220;Temos mais de 200 ações em 39 municípios do Estado. Patrimônio cultural é uma área extremamente abrangente e envolvente e transversal a várias áreas de conhecimento e linguagens culturais, como design, moda, fotografia e de pesquisas acadêmicas em antropologia, arquologia, museologia, história e gastronomia&#8221;, relacionou. &#8220;E quer envolver cada vez mais a sociedade para que reconheça isso e atue na preservação de seus bens.&#8221;</p>
<p>A 9ª edição da Revista Aurora 463 traz artigos e relatos do que ocorreu na 16ª Semana do Patrimônio, em 2023. É considerada impostante para perpetuar as discussões que vem sendo travadas durante o evento. &#8220;Um dos destaques desta edição é um trabalho acadêmico escrito por Ulysses Pernambucano de Mello Neto (arqueólogo, historiador e ex-presidente da Fundarpe, em 1979-81, falecido no último dia 9), um dos últimos que ele realizou e nos apresentou&#8221;, lembrou Flávio Barbosa.</p>
<p>O lançamento da Revista Aurora 463 ocorreu ao término do Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural. Em sua 8ª edição, a reunião recebeu ex-alunos dos cursos de arqueologia, arquitetura &amp; urbanismo, biblioteconomia, gastronomia, história e museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) para apresentarem seus trabalhos finais de graduação e participarem de debates.</p>
<p>A ideia do encontro é criar um espaço de diálogo e trocas entre diferentes áreas do conhecimento, que atuam conjuntamente no exercício do reconhecimento e da conservação dos múltiplos aspectos significativos de nossa cultura e identidade, formando nosso patrimônio cultural.</p>
<p>Foram convidados Ayla Milena Amaral Santos (gastronomia, UFPE), com seu trabalho Ações de Preservação do Patrimônio Alimentar em Pernambuco: Uma Vivência na Fundarpe; Bruno Galvão Guedes (arquitetura &amp; urbanismo, UFPE), com Pesca, Território e Cotidiano: Uma Compreensão Coletiva dos Bens Culturais de Jaguaribe; Carolina Maria Ferreira Ribeiro (biblioteconomia, UFPE), com Memória, Patrimônio e Coleções: Um Estudo dos Acervos das Igrejas Católicas de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes Tombados pelo Iphan; Jacqueline Gabriele de Araújo Torres (arqueologia, UFPE), com Análise do Estado de Conservação do Patrimônio Industrial Ferroviário através da Fotogrametria: O Caso da Antiga Estação Ferroviária de Quipapá (PE); Nicoly Maria Caetano Lima (história, UFRPE), com A Morte de Africanos &#8220;Novos&#8221;: Lugares de Memória na Freguesia do Santíssimo Sacramento de Santo Antônio (1820-1831); e Jonas Batista da Silva (museologia, UFPE), com Monumento Tortura Nunca Mais: Um Patrimônio do Presente.</p>
<p>Em dois grupos de três convidados, os graduados fizeram breves apresentações individuais de seus trabalhos e participaram de debates conduzidos pela arqueóloga e historiadora Pollyana Calado, técnica da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (CPPC) da Fundarpe, com a presença de arquiteta e urbanista Laryssa Araújo à mesa. Todas as obras foram bastante elogiadas pelo público presente e suscitaram análises, comentários e perguntas levando o encontro a estrapolar o horário de duração previsto.</p>
<p>De acordo com Pollyana Calado, a principal contribuição que a Fundação almeja é trazer essas outras áreas de conhecimento para pensar junto o que a academia está trabalhando em relação à preservação do patrimônio cultural. &#8220;Para nós, enquanto técnicos, também é útil para reciclar e até ressignificar nossas práticas. E trazer informações para eles também. É uma troca&#8221;, contou.</p>
<p>Na equipe da Fundarpe, além de Flávio e Pollyana, estiveram presentes as técnicas Carolina Moura, Gabriela Cordeiro e Kézia Feitosa.</p>
<p><strong>A SEMANA –</strong> A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é um evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com a colaboração de diversos parceiros. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17 de agosto) ao longo dos anos, tem-se estabelecido como um espaço de debates, interdisciplinar e interinstitucional, sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais, a partir de ações previstas em quatro eixos: pensar, interpretar, brincar e experimentar o patrimônio.</p>
<p>Este ano, em sua 17ª edição, com o tema Educação, Território e Participação Social, tem por objetivo destacar a relevância dos diferentes processos educativos, da participação social e gestão compartilhada na proteção e salvaguarda dos patrimônios culturais em diversos territórios pernambucanos. Em seu escopo traz para a discussão a emergência da valorização (no campo do patrimônio) dos saberes das comunidades tradicionais, das tradições orais, dos saberes de artífices, de mestres e mestras, da relação das religiosidades e ofícios com o meio ambiente e natureza; bem como elucidar experiências acadêmicas de entes representativos e de arranjos coletivos de participação social no mapeamento e na gestão, zeladoria e continuidade dos bens culturais.</p>
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		<title>Cinema pernambucano ganha obra completa que marca seu centenário</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2024 14:17:25 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109609" aria-labelledby="figcaption_attachment_109609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Evelyn Soares/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/IMG_2593-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109609" alt="Evelyn Soares/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/IMG_2593-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Germana Pereira e Ernesto Barros</p></div>
<p>Para marcar o centenário da produção audiovisual pernambucana, os jornalistas Ernesto Barros e Germana Pereira lançam, nesta segunda-feira (6), no Cinema da Fundação do Derby, a partir das 19h, o livro <em>História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</em>. A publicação apresenta um panorama do setor tendo como marco histórico 1923, ano do início da produção do longa-metragem Retribuição, considerado o primeiro filme de ficção feito no Estado, até a premiada cena do cinema contemporâneo. Com 153 páginas recheadas de fotografias, muitas delas históricas, textos, uma linha do tempo e um compilado bibliográfico, a publicação é da editora Tangram Cultural, com incentivo do Funcultura Audiovisual.</p>
<p>De acordo com a organizadora Germana, a obra “é uma celebração visual, fruto de décadas de dedicação e pesquisa no campo audiovisual em Pernambuco, resultado da convergência de nossas trajetórias, o que nos permitiu explorar a diversidade da produção cinematográfica pernambucana”. O livro perpassa do pioneirismo da produção pernambucana no início do século 20, com o início do Ciclo do Recife (1923-1931), passando pelo Ciclo do Super 8 (1970-1980), até a fase mais profícua do audiovisual conterrâneo, a partir dos anos 2000. Essa fase mais recente é representada por duas gerações de realizadores como Paulo Caldas, Marcelo Luna, Lírio Ferreira, Cláudio Assis, Clara Angélica e Hilton Lacerda, seguida por Marcelo Gomes, Kleber Mendonça Filho, Sérgio Pinheiro, Renata Pinheiro e Marcelo Pedroso, entre outros.</p>
<p>“Nós trabalhamos nessa pesquisa como uma espécie de enciclopédia”, revela Ernesto Barros, responsável pelos textos. Ele, que é jornalista com extensa experiência em cobertura de festivais, no Brasil e no exterior, e crítica cinematográfica, lançou mão dessa experiência para a publicação. “Durante esses anos todos fui um interlocutor de vários desses cineastas. Hoje a gente tem um cinema que produz muito, que tem voz própria”, reflete.</p>
<p>A partir de uma investigação empreendida sobretudo no Arquivo Público Estadual e nos arquivos da imprensa local e da Fundação Joaquim Nabuco, <em>História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</em> registra desde o primeiro filme de enredo, produzido pela Aurora-Film, passando pelo anúncio da inauguração do Cinema São Luiz no extinto jornal Folha da Manhã, em setembro de 1952, e o surgimento do Grupo de Cinema Super 8 do Recife, com Fernando Spencer e Celso Marconi, até o Prêmio Especial do Júri para o longa <em>Bacurau</em> (2019), de Kleber Mendonça Filho &amp; Juliano Dornelles, e o Prêmio Illy de Melhor Curta-Metragem na Quinzena dos Realizadores, ambos em Cannes, para <em>Sem Coração</em> (2023), de Nara Normande &amp; Tião, atualmente em cartaz.</p>
<p>“É um convite para uma imersão nos filmes e eventos significativos que moldaram nosso cenário cinematográfico e a uma reflexão sobre as transformações sociais, paisagísticas, políticas, econômicas e culturais ao longo dessa jornada. Mais do que narrar uma história, o livro é uma homenagem aos realizadores, artistas, técnicos, produtores e entusiastas que contribuíram para cada cena capturada nas telas ao longo de um século. Cenas que influenciaram e continuam a influenciar a identidade cultural de Pernambuco a partir do cinema.”, reflete Germana.</p>
<p>“Ao celebrarmos esses 100 anos de cinema em Pernambuco também celebramos valores como paixão, talento, criatividade, luta e resistência que permeiam cada página desse livro. Que essa leitura inspire novos projetos e contribua para manter viva a chama da cinefilia por muitas gerações em todo o País”, almeja a organizadora.</p>
<p>O prefácio foi escrito pela pesquisadora e professora Amanda Mansur e abre as portas para a imersão na história ilustrada dos 100 anos do cinema em Pernambuco. A edição e design ficaram a cargo de Tatiana Portela e a revisão ortográfica foi feita por Antônio Portela. A capa, concebida por Carla Sarmento, é uma entrada visual para o mundo cinematográfico pernambucano.</p>
<p>A versão e-book, que será lançada em breve, conta com audiodescrição da COM Acessibilidade Comunicacional. A Verbo Assessoria de Comunicação assumiu a divulgação, enquanto Diego Medeiros ficou responsável pela assessoria jurídica. Evelyn Soares fez a assistência de produção e Cynthia Soares cuidou da normalização bibliográfica, garantindo a integridade do conteúdo.</p>
<p>O livro está sendo vendido no lançamento por R$ 50 e uma versão e-book também será comercializada. O link estará disponível no Instagram da @tangramcultural_.</p>
<p><strong>SOBRE A AUTORIA -</strong> Ernesto Barros, pesquisador e autor dos textos do livro, tem na bagagem quatro décadas de atuação como repórter, crítico, curador e programador. Atuou como editor de vídeo na Rede Globo Nordeste por 20 anos e uma década como repórter e crítico de cinema no Jornal do Commercio, época em que além de escrever as críticas de filmes em cartaz nos cinemas do Recife e Região Metropolitana, cobria festivais nacionais e internacionais, período em que esteve em seis edições do Festival de Cannes, três do Festival de Berlim e várias edições dos festivais de Brasília, Gramado, Paulínia, Cine PE, Mostra de São Paulo, Festival do Rio, Festival Varilux, entre outros.</p>
<p>Além do JC, Ernesto foi crítico de cinema por dois anos no Diario de Pernambuco, redigiu matérias de cinema para a revista Continente Multicultural e o Suplemento Pernambuco, do Diário Oficial do Estado, e foi jurado de mais de três dezenas de concursos municipais e estaduais de roteiros, festivais de cinema e vídeo, além de bancas de projetos experimentais em vídeo na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Na Gerência de Audiovisual da Prefeitura do Recife foi curador por três anos dos dois cinemas municipais, o Parque e o Apolo, e organizou o Concurso de Roteiro Ary Severo/Firmo Neto, Festival de Vídeo de Pernambuco e Panorama Recife de Documentário, entre outros. Desde 2017 integra a equipe do Cinema da Fundação e da Cinemateca Pernambucana na Fundaj.</p>
<p>Germana Pereira, diretora criativa da Tangram Cultural, assina a pesquisa, produção e organização do livro. Jornalista, produtora e gestora cultural, tem na trajetória a produção de mais de cem obras audiovisuais entre séries e documentários para televisão, exibidos nacionalmente pela TV Globo, TV Cultura, Canal Futura e TV Escola, além de curtas e longas-metragens para cinema. Desde 2012 tem se dedicado à pesquisa e ações para preservação do audiovisual do Estado de Pernambuco dando vida a projetos como o Site do Cinema Pernambucano e a Antologia do Cinema Pernambucano, ações pioneiras e fontes importantes de pesquisa e preservação da memória audiovisual do Estado.</p>
<p>Por nove anos Germana esteve como coordenadora-geral da Massangana Multimídia, produtora audiovisual da Fundação Joaquim Nabuco, onde, além de produzir dezenas de documentários, DVDs, CDs e livros, foi uma das responsáveis pela criação e implementação do Concurso Nacional de Roteiros Rucker Vieira e pela implantação do Centro Audiovisual Norte-Nordeste (Canne), no qual também atuou como coordenadora-geral. É coidealizadora e produtora do primeiro Festival de Cinema do Parque do Brasil, o Luz, Câmera, Diversão (2000) e do Festival Nacional do Making Of.</p>
<div id="attachment_109610" aria-labelledby="figcaption_attachment_109610" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tangram Cultural/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/image.jpg"><img class="size-medium wp-image-109610" alt="Tangram Cultural/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/image-607x312.jpg" width="607" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</p></div>
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		<title>Projeto lança filmes com material de arquivo inédito sobre quatro grupos de maracatus do Estado</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 18:25:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107185" aria-labelledby="figcaption_attachment_107185" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Exibição-Piaba.jpg"><img class="size-medium wp-image-107185" alt="Exibição do projeto Maracatus: Uma Contribuição para sua Salvaguarda no Maracatu Piaba de Ouro" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Exibição-Piaba-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exibição do projeto Maracatus: Uma Contribuição para sua Salvaguarda no Maracatu Piaba de Ouro</p></div>
<p>Em fevereiro de 1995, a então estudante de cinema e etnologia Flávia Lacerda, ao lado do diretor de fotografia Alberto Marquardt, filmou mais de 30 horas de imagens dos ensaios e apresentações públicas grupos de Maracatu Nação e de Baque Solto do estado de Pernambuco: Maracatu Elefante, Maracatu Leão Coroado, Maracatu Cambinda Brasileira do Engenho do Cumbe e Maracatu Piaba de Ouro. Gravadas em fitas Betacam, essas imagens foram digitalizadas após permanecerem 30 anos conservadas.<br />
<em>Maracatus: Uma Contribuição para sua Salvaguarda</em>, projeto realizado pela Bebinho Salgado 45 e coordenado pela antropóloga Júlia Morim, com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), articula audiovisual e patrimônio, fazendo a mediação do regresso dessas imagens a seus<br />
portadores, grupos e comunidades. Realizado em duas etapas, a primeira, ocorrida em 1995, teve equipe composta por Flávia Lacerda na direção; Alberto Marquardt na direção de fotografia e som direto; e Beto Azoubel, Flávia Lacerda, Gustavo Peixoto, Mariana Lacerda, Marcelo Lacerda e Pio Figueiroa na produção. A segunda etapa, de retorno às imagens e disponibilização do acervo, foi composta por Júlia Morim na coordenação geral, produção e produção executiva; Marcelo Lacerda e Laíse Queiroz na edição; e Júlia Morim, Mariana Lacerda e Marcelo Lacerda no roteiro.<br />
No material repousam depoimentos de mestres, mestras, caboclos de lanças e baianas, todas e todos fundantes das histórias de seus grupos. Há registros e depoimentos do mestre Luiz de França (1901-1997), babalorixá e membro da Irmandade dos Rosário dos Homens Pretos de Santo Antônio e da Irmandade de São Benedito da Igreja de São Gonçalo da Boa Vista, que regeu o Maracatu Leão Coroado durante 40 anos.<br />
Dona Madalena, que sucedeu Dona Santa no Maracatu Elefante, também pode ser vista em seu terreiro e desfilando nas avenidas do Recife no Carnaval de 1995. Mestre Salu, do Maracatu Piaba de Ouro, reconhecido pelo seu engajamento na luta por condições dignas para os folguedos, está ao lado de seu pai, tocando uma rabeca.<br />
Há ainda, no material filmado e recuperado do Maracatu Cambinda Brasileira, o mestre João Padre, falecido no mesmo ano em que foi filmado. O mestre, uma referência para todos e todas que compõem a história do grupo, passou a ter aos olhos dos e das jovens que não o conheceram, mas que tocam suas narrativas, uma visualidade, um rosto, um gesto, uma voz.<br />
O acervo, transformado em quatro filmes com duração variável, reflexo da quantidade de horas filmadas com cada grupo e também da qualidade das imagens, teve um primeiro corte que foi apresentado aos grupos. Posteriormente os filmes foram finalizados ficando com os seguintes tempos: <em>Cambinda Brasileira</em>, com duração de 30 minutos; <em>Elefante</em>, com duração de 14 minutos; <em>Leão Coroado</em>, com duração de 24 minutos; e <em>Piaba de Ouro</em>, com duração de 20 minutos.<br />
Por meio da consulta desse pequeno acervo filmado, editado e agora disponível, é possível recuperar as narrativas sobre as histórias desses quatro grupos de maracatus. São testemunhos que hoje tocam o presente. Editados em vídeos, disponibilizados no <a title="Maracatus: Uma Contribuição para sua Salvaguarda" href="https://salvaguardamaracatus.wordpress.com/" target="_blank">site oficial</a>, esse material volta a suas comunidades de origem e está acessível a toda a sociedade, por meio do projeto <em>Maracatus: Uma Contribuição para sua Salvaguarda</em>.<br />
Com o apoio da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), o projeto é lançado nesta quarta-feira (20), às 14h, na Sala Calouste Gulbenkian, localizada na Avenida 17 de Agosto, nº 2.187, no bairro de Casa Forte, na Zona Norte do Recife, com a presença de representantes dos maracatus.</p>
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		<title>Jornada VerOuvindo prorroga prazo de inscrições até esta sexta-feira (10)</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 14:05:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em paralelo ao VerOuvindo, festival de filmes com acessibilidade comunicacional do Recife, a Jornada VerOuvindo reúne especialistas em acessibilidade e audiovisual e oferece formação bilíngue &#8211; em libras e português &#8211; durante dez dias de evento. Nesta edição a Jornada oferece cursos com duração de até 10 horas. As inscrições são gratuitas e seguem até [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em paralelo ao VerOuvindo, festival de filmes com acessibilidade comunicacional do Recife, a Jornada VerOuvindo reúne especialistas em acessibilidade e audiovisual e oferece formação bilíngue &#8211; em libras e português &#8211; durante dez dias de evento. Nesta edição a Jornada oferece cursos com duração de até 10 horas. As inscrições são gratuitas e seguem até o dia 10 no <a title="Jornada VerOuvindo" href="https://www.verouvindo.com.br/jornada" target="_blank">site oficial</a>.<br />
O evento é realizado pela Com Acessibilidade Comunicacional e recebe o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) do Governo de Pernambuco. São cinco cursos/oficinas presenciais ministrados por especialistas nas três áreas de acessibilidade comunicacional e audiovisual. Todos os encontros ocorrem na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) do Derby (Rua Henrique Dias, nº 609, Recife).<br />
A Jornada VerOuvindo também conta com um seminário, espaço de discussão composto por painéis que visam estimular a troca de ideias e experiências sobre os conceitos e práticas envolvendo discussões sobre produção da técnica e da estética das acessibilidades no audiovisual com apresentação de trabalhos de especialistas de Estados como Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo, além do Distrito Federal. O seminário é aberto ao público de forma gratuita sem necessidade de inscrição.<br />
A programação reúne trabalhos que abordam as três principais áreas de acessibilidade no audiovisual: audiodescrição (AD), língua brasileira de sinais (libras) e legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) com participantes de vários Estados. O seminário acontece de forma híbrida &#8211; presencial e online.<br />
&#8220;A Jornada é uma oportunidade para capacitar profissionais da área de acessibilidade e do audiovisual. É também o momento de reunir especialistas para aprofundar conhecimento, além de proporcionar rodadas importantes de diálogo com os participantes e impactando diretamente na construção de saberes&#8221;, destaca Liliana Tavares, idealizadora do Festival VerOuvindo. &#8220;Realizar a Jornada VerOuvindo em paralelo ao Festival que leva o mesmo nome é uma forma de vivenciar a prática com o público, o que está sendo discutido nas aulas&#8221;, complementa.<br />
A Jornada possibilita o encontro entre profissionais e estudantes da área da acessibilidade e do audiovisual para aprofundar as práticas e conceitos relacionados às tecnologias assistivas que atendem às pessoas com deficiências visuais, auditivas e sensoriais, além de pessoas do espectro autista, com TDAH e com trissomia 21 (T21), consideradas neurodivergentes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação de cursos e oficinas:</strong></span></p>
<p>Introdução à Linguagem do Cinema, de 21 a 23 de novembro, das 14h às 17h &#8211; ministrado por Rodrigo Carreiro (PE), professor e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e do Bacharelado em Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>Oficina de Produção Textual para Audiodescrição, de 21 a 23 de novembro, das 18h às 21h &#8211; ministrada por Luís Reis (PE), jornalista, dramaturgo, professor, pesquisador da UFPE e autor de diversos livros, incluindo <em>Teatro Popular do Nordeste: O Palco e o Mundo de Hermilo Borba Filho</em>.</p>
<p>Curso de Produção de Janela de Libras para o Cinema, nos dias 25 de novembro, das 9h às 12h e das 14h às 18h; e 26 de novembro, das 15h às 18h &#8211; ministrado por Mirella Cavalcanti (PE), mestre em direito pela Unicap, especialista em libras, pessoa surda e que atua como consultora para o audiovisual.</p>
<p>Oficina de Introdução à Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE), nos dias 25 e 26 de novembro, das 15h às 20h &#8211; ministrada por Deise Medina (BA), doutora em educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), audiodescritora e legendista, especialista em LSE.</p>
<p>Oficina de Desenho Universal e Acessibilidade Audiovisual, no dia 28 de novembro, das 15h às 20h &#8211; ministrada por Flávia Mayer (MG/PB), doutora em linguística pela PUC Minas, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e professora adjunta do Departamento de Comunicação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação do seminário:</strong></span></p>
<p><strong>Painel remoto | Dia 27/11, às 19h</strong><br />
- Acessibilidade e Processos Visuais Icônicos na Tradução de Cipriano (Douglas Machado) para a Língua Brasileira de Sinais &#8211; Anderson Almeida e Douglas Machado;<br />
- A Surdez Encenada na Ficção Seriada: A Participação de Consultores Surdos e TILs nos Processos Criativos &#8211; Amanda Azevedo;<br />
- Cine AD: Um Cineclube Acessível para Pessoa com Deficiência Visual &#8211; Keilla Salvador da Silva e Guilherme Machado de Oliveira;<br />
- Produção Audiovisual Acessível no Ensino Superior &#8211; Kelly Scoralick.</p>
<p><strong>Painel presencial | Dia 30/11, das 9h às 12h</strong><br />
- A Audiodescrição Batendo no Ritmo de Coração &#8211; Brisa Teixeira de Oliveira e Felipe Vieira Monteiro;<br />
- Coautoria no Roteiro de Audiodescrição de Documentário Musical &#8211; Rafael Braz;<br />
- O Audiodescritor Narrador com Deficiência Visual &#8211; Rafael Braz;<br />
- O Gênero Cinematográfico como Mobilizador de Sentidos na Audiodescrição &#8211; Samuel Marinho Rodrigues de Pontes e Flávia Affonso Mayer;<br />
- O Som Fílmico na Pré-Produção Audiovisual: A Busca por Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual na Lógica do Desenho Universal &#8211; Marcos Antonio Fernandes Veloso e Flávia Affonso Mayer;<br />
- Todos os Sons de Mergulhão &#8211; Deise Mônica Medina Silveira e Felipe Vieira Monteiro.</p>
<p><strong>Painel presencial | Dia 1º/12, das 10h às 12h</strong><br />
- LSE e Libras em Tela de Smartphone: Uma Crítica à Individualização da Experiência do Cinema Acessível &#8211; Mariana Marques da Hora e Caio Mattos Baeta Neves;<br />
- Sincronização entre Motion Graphic de Videoclipes e Tons Graves: Um Estudo Exploratório de Design Direcionado para o Público Surdo &#8211; Leonardo Rodrigues Cabral;<br />
- Surdos e o Cinema: Uma Proposta de Oficina Cineclubista &#8211; Aroma Bandeira e Ana Beatriz Gomes Carvalho.</p>
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		<title>Exposição na Fundaj celebra memórias da Nação Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 16:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[fundaj]]></category>
		<category><![CDATA[nação xambá]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma história de tradição, resistência e heranças será celebrada na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), por meio do Museu do Homem do Nordeste. Na próxima quinta-feira (2), a exposição Memórias da Nação Xambá &#8211; 20 anos do Memorial Severina Paraíso da Silva “Mãe Biu” será aberta na Galeria Massangana, no campus Gilberto Freyre da Fundaj, em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_99268" aria-labelledby="figcaption_attachment_99268" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-27-at-11.51.23.jpeg"><img class="size-medium wp-image-99268" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-27-at-11.51.23-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição Memórias da Nação Xambá &#8211; 20 anos do Memorial Severina Paraíso da Silva “Mãe Biu” será aberta na Galeria Massangana, no campus Gilberto Freyre da Fundaj</p></div>
<p dir="ltr">Uma história de tradição, resistência e heranças será celebrada na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), por meio do Museu do Homem do Nordeste. Na próxima quinta-feira (2), a exposição Memórias da Nação Xambá &#8211; 20 anos do Memorial Severina Paraíso da Silva “Mãe Biu” será aberta na Galeria Massangana, no campus Gilberto Freyre da Fundaj, em Casa Forte. A mostra é um mergulho na história do Terreiro Santa Bárbara, o Terreiro Xambá, das tradições religiosas e de Mãe Biu e é fruto de uma parceria entre a instituição federal e a Casa Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Marcada para começar às 16h, a abertura da mostra contará com uma apresentação do Afoxé Ylê Xambá, ritmo que representa as raízes afro-brasileiras. O evento será gratuito e aberto ao público.</p>
<p dir="ltr">“A exposição é um convite à exploração de elementos de identificação, de memória e resistência de um povo que luta pela preservação dos ritos e das tradições religiosas da Nação Xambá, fundando o que hoje é considerado o primeiro quilombo urbano do Norte e Nordeste e o segundo do país. Receber o Terreiro de Santa Bárbara &#8211; Nação Xambá na casa do abolicionista Joaquim Nabuco Nação e possibilitar que fique visível para outros públicos, é, realmente, motivo de celebração”, destaca  a socióloga e coordenadora de Exposições e Difusão cultural do Museu do Homem do Nordeste,  Silvana Araújo.</p>
<div id="attachment_99267" aria-labelledby="figcaption_attachment_99267" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-27-at-11.51.23-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-99267" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-27-at-11.51.23-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra está dividida em três núcleos: Fundação, Repressão e Resistência; Origem da ancestralidade Xambá na África; e Memorial Severina Paraíso da Silva &#8211; Mãe Biu</p></div>
<p>A exposição está dividida em três núcleos: Fundação, Repressão e Resistência; Origem da ancestralidade Xambá na África; e Memorial Severina Paraíso da Silva &#8211; Mãe Biu. Estarão dispostos pela sala uma representação do Trono utilizado por Mãe Biu, documentos, fotografias, objetos e indumentárias que revelam o universo sagrado do Candomblé e da comunidade de Xambá. A mostra conta com a participação da equipe do Museu do Homem do Nordeste, desde a curadoria à montagem.</p>
<p>“A exposição foi toda concebida com parte da equipe do Museu do Homem do Nordeste junto com a comunidade do Xambá, então é uma curadoria compartilhada. Após essa exposição, os painéis de textos e fotografias, elaborados e impressos pela Fundaj, serão doados ao memorial. É uma forma do Muhne ajudar um museu comunitário de Pernambuco”, explica Henrique de Vasconcelos, museólogo e um dos curadores da mostra.</p>
<p>O Terreiro de Santa Bárbara &#8211; Nação Xambá tem destaque pelo trabalho sociocultural que desenvolve, por meio da inclusão da música ancestral e da manifestação do coco de roda, e por manter a tradição oral, o compromisso com a memória e a identidade cultural e religiosa.</p>
<div id="attachment_99266" aria-labelledby="figcaption_attachment_99266" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-27-at-11.51.29.jpeg"><img class="size-medium wp-image-99266" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-27-at-11.51.29-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Parte do acervo do Memorial Severina Paraíso da Silva que será exposto passou por restauros no Laboratório de Pesquisa, Conservação e Restauração de Documentos e Obras de Arte (Laborarte) da Fundaj</p></div>
<p><strong>A Nação  - </strong>O início dos trabalhos da Nação Xambá no Recife aconteceu por volta da década de 1920 e essa história se mistura com a de resistência do Candomblé no Brasil. Segundo a tradição oral, o terreiro começou com a vinda do Babalorixá Artur Rosendo de Alagoas para a capital pernambucana. Ele fundou a Seita Africana São João, no bairro de Campo Grande, e foi responsável por iniciar vários filhos e filhas nas tradições da Nação Xambá.</p>
<p>A trajetória do terreiro seguiu com Severina Paraíso da Silva, a Mãe Biu, personagem fundamental na conexão com a ancestralidade negra e na preservação dos ritos no espaço. A matriarca lutou contra a repressão policial quando a Nação Xambá ainda precisava de licença da polícia para funcionar &#8211; obrigação que deixou de ser necessária com a Lei estadual nº 7.669, de 1978, que isenta de licença a prática de Cultos Afro-Brasileiros.</p>
<p>Por isso, mergulhar na história de Mãe Biu é entender também a profundidade do terreiro, que dedicou um museu com o seu nome para celebrar essa memória. O Memorial Severina Paraíso da Silva foi criado em 2002 com recursos da própria comunidade e tem como objetivo resgatar, preservar e divulgar o Terreiro Santa Bárbara e suas expressões, desde o culto aos orixás às festividades que lhes são dedicadas.</p>
<p>“Completamos 20 anos de funcionamento e somos uma referência pois somos o único terreiro em Pernambuco que tem um museu, então atraímos escolas e pesquisadores. Essa exposição é uma vitória. Que esses 20 anos não passem em branco”, celebra Hildo Leal da Rosa, um dos curadores da exposição, historiador e filho de Santo.</p>
<p>Parte do acervo do Memorial Severina Paraíso da Silva que será exposto passou por restauros no Laboratório de Pesquisa, Conservação e Restauração de Documentos e Obras de Arte (Laborarte) da Fundaj. Os restauradores recuperaram documentos e objetos por meio de técnicas como desinfestação, higienização e laminação. Um desses objetos é a miniatura do barco utilizado por um fiel em uma promessa para os Santos Cosme e Damião em 1957.</p>
<p>“O barco estava bastante frágil e danificado, por isso, pra que ele tivesse condições de ser exposto, foi realizada uma conservação curativa e algumas etapas de restauro, que consistiu em: higienização, planificação de parte do suporte, refixação da camada pictórica, preenchimento de lacunas, recomposição de partes faltantes, colagem, nivelamento e reintegração cromática. Apesar de tudo o que foi realizado, ainda há muito trabalho a ser feito pra que ele volte à sua forma original”, explicou Cecília Sátiro, restauradora e chefe do Laborarte.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Exposição Memórias da Nação Xambá &#8211; 20 anos do Memorial Severina Paraíso da Silva “Mãe Biu”<br />
Local: Galeria Massangana, Campus Gilberto Freyre da Fundaj (Avenida 17 de Agosto, 2187, Casa Forte, Recife-PE)<br />
Data: 2 de março<br />
Horário: 16h<br />
Visitação gratuita</p>
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		<title>Porto Digital e Fundaj firmam parceria para abertura do Cinema do Porto</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 23:03:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[instalação]]></category>
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		<description><![CDATA[O Porto Digital e a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) fecharam parceria para a abertura do Cinema do Porto, primeiro cinema do Bairro do Recife. A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco (Secti) mantém contrato com o Porto Digital para manutenção e fomento do Parque Tecnológico de Sistema da Informação, localizado no Centro do Recife. O evento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79704" aria-labelledby="figcaption_attachment_79704" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/2020_11_03-Assinatura_termocessão-Cinema_do_Porto_p_Fundaj-25.jpg"><img class="size-medium wp-image-79704" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/2020_11_03-Assinatura_termocessão-Cinema_do_Porto_p_Fundaj-25-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Cinema do Porto vai contar com 138 lugares</p></div>
<p>O Porto Digital e a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) fecharam parceria para a abertura do Cinema do Porto, primeiro cinema do Bairro do Recife. A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco (Secti) mantém contrato com o Porto Digital para manutenção e fomento do Parque Tecnológico de Sistema da Informação, localizado no Centro do Recife. O evento de celebração da parceria, que aconteceu nesta última terça-feira (3), no Cais do Apolo, formalizou a cessão do espaço à Fundaj que, a partir de agora, passa a ser responsável, também, pela terceirização de seguranças e bilheteiros.</p>
<p>A cerimônia contou com a participação do secretário da Secti,<strong> Lucas Ramos</strong>, o secretário estadual de Cultura, <strong>Gilberto Freire Neto</strong>, além de <strong>Pierre Lucena</strong>, presidente do Porto Digital o ministro da Educação, <strong>Milton Ribeiro</strong>, e o presidente da Fundaj, <strong>Antônio Campos</strong>.</p>
<p><em>“Participar desse momento histórico ao lado de um grande parceiro como o Porto Digital, seja na construção do futuro de jovens e adultos, de gerações que estão em profunda transformação digital e que encontram, aqui, o gabarito necessário para crescer, evoluir e encontrar oportunidades no mercado de trabalho nos mais de 11,5 mil postos de mercados gerados pelo Porto, é muito gratificante”</em>, disse Lucas Ramos, ao destacar que, há executores de boas ideias do ecossistema de inovação têm atuação mundial. <em>“O Parque Tecnológico é um braço importante de execução para o Governo do Estado, na promoção de novos conhecimentos voltados para a tecnologia da informação”</em>, finalizou Ramos.</p>
<p><em>“O cinema chega para completar os equipamentos que disponibilizamos para os nossos empreendedores e para a população da nossa cidade”</em>, disse o presidente do Porto Digital, Pierre Lucena, ao destacar que o Parque Tecnológico abriga empresas de tecnologia da informação e de economia criativa. <em>“Dispomos de salas de empreendedorismo, incubadoras, aceleradoras, laboratórios e equipamentos de última geração para edição, montagem e mixagem de filmes. Foi que, inclusive, no Porto Mídia, que finalizamos os filmes Aquarius e Bacurau”</em>, finalizou ele.</p>
<p>O ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou o apoio do Governo Federal no projeto. <em>“Cultura e Educação não possuem partido. Os dois são essenciais para uma sociedade progredir, o que depender nós para apoiar, vamos fazer. Contem conosco”</em>, disse.</p>
<p>O cinema do Porto Digital ainda não tem data para a exibição do primeiro filme. Ele vai funcionar com 138 lugares para o público geral e outros quatro reservados para cadeirantes, em um espaço de 511 metros quadrados. O telão possui 7×3 metros, projetor da marca Christie modelo CP 2208 e som Dolby 7.1.</p>
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		<title>Semana do Patrimônio: Fundação Joaquim Nabuco está com três exposições virtuais</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 13:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aloísio Magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[exposições]]></category>
		<category><![CDATA[fundaj]]></category>
		<category><![CDATA[semana do patrimônio]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendo como grande homenageado o artista plástico e designer pernambucano Aloisio Magalhães (1927-1982), reconhecido internacionalmente pelas contribuições para a formatação de políticas públicas de preservação dos bens culturais do Brasil e uma programação com diversas ações, a Semana do Patrimônio da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj),  que será transmitida via YouTube pelo canal da instituição entre os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo como grande homenageado o artista plástico e designer pernambucano Aloisio Magalhães (1927-1982), reconhecido internacionalmente pelas contribuições para a formatação de políticas públicas de preservação dos bens culturais do Brasil e uma <a href="https://www.fundaj.gov.br/index.php/area-de-imprensa/12287-aloisio-magalhaes-e-homenageado-em-semana-do-patrimonio-da-fundaj" target="_blank"><strong>programação</strong></a> com diversas ações, a Semana do Patrimônio da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj),  que será transmitida via <a href="https://www.youtube.com/channel/UC-jnE9_5gkOr5PKKEWGX5vQ" target="_blank"><strong>YouTube</strong></a> pelo canal da instituição entre os dias 17 e 19 de agosto, montou três exposições virtuais com temáticas relacionadas à vida e à obra do homenageado da edição de 2020.</p>
<p>A primeira dela é a mostra <strong>“Presença de Aloisio &#8211; Um artista a serviço do patrimônio Cultural”</strong> que, com curadoria de Henrique Cruz, mostra a trajetória do designer pernambucano por meio de suas obras presentes nas coleções do acervo do Centro de Documentação e de Estudos da História Brasileira Rodrigo Mello Franco de Andrade (Cehibra), da Fundaj. <a href="https://issuu.com/muhne/docs/presen_a_de_aloisio" target="_blank"><strong>Clique aqui</strong></a> e confira.</p>
<p>Já <strong>“Olinda viaja a Paris &#8211; O Álbum Olinda de Litogravuras”</strong>, com curadoria de Antônio Carlos Montenegro, apresenta as gravuras que Aloisio Magalhães levou a Paris, em 1982, para defender, numa reunião da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a inscrição de Olinda com um dos Patrimônios da Humanidade. O trabalho rendeu um álbum com 11 litogravuras, cada uma com 50&#215;70 cm, que retratam a cidade como se estivesse num sonho. <a href="https://issuu.com/muhne/docs/exposi__o-_olinda_vai_a_paris" target="_blank"><strong>Clique aqui</strong></a> e confira.</p>
<p>Por fim, a exposição <strong>“Patrimônio imaterial: a consolidação das referências culturais brasileiras no Nordeste”</strong>, do coordenador-geral do Museu do Homem do Nordeste (Muhne), Frederico Almeida, promove uma &#8220;visita virtual&#8221; ao patrimônio cultural imaterial brasileiro, a fim de mostrar a sua diversidade e distribuição territorial. A mostra marca a comemoração aos 20 anos da promulgação do Decreto Nº. 3551/200, que instituiu o registro de bens culturais brasileiros de natureza imaterial. Confira abaixo:</p>
<p><iframe src="https://prezi.com/view/0yU7kJk8FceIBiXzdFXn/embed" height="400" width="600" allowfullscreen="1"></iframe></p>
<p>Para mais detalhes, acesse: <a href="https://www.fundaj.gov.br/index.php/area-de-imprensa/12287-aloisio-magalhaes-e-homenageado-em-semana-do-patrimonio-da-fundaj" target="_blank"><strong>www.fundaj.gov.br</strong></a>.</p>
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		<title>Lives e outras programações animam o São João em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/lives-e-outras-programacoes-animam-o-sao-joao-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 16:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Prefeitura do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[são joão]]></category>
		<category><![CDATA[São João 2020]]></category>
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		<category><![CDATA[TV Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante os próximos dias, com o ponto máximo da celebração do São João 2020, e seguindo as recomendações de isolamento social em combate ao Covid-19, vale a pena conferir a diversidade dos festejos juninos pernambucanos por meio das transmissões on-line de instituições como a TV Pernambuco, Prefeitura do Recife, Fundação Joaquim Nabuco e Sesc Pernambuco. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39044" aria-labelledby="figcaption_attachment_39044" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/27913400594_2fd508b9a1_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-39044" alt="Laís Domingues/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/27913400594_2fd508b9a1_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Josildo Sá é um dos homenageados do São João do Recife, ao lado do também cantor Silvério Pessoa</p></div>
<p class="size-medium wp-image-67224">Durante os próximos dias, com o ponto máximo da celebração do São João 2020, e seguindo as recomendações de isolamento social em combate ao Covid-19, vale a pena conferir a diversidade dos festejos juninos pernambucanos por meio das transmissões on-line de instituições como a TV Pernambuco, Prefeitura do Recife, Fundação Joaquim Nabuco e Sesc Pernambuco.</p>
<p>A TV Pernambuco (TVPE) preparou uma programação especial com shows inéditos, filmes, videoclipes e uma sessão nostalgia são as principais atrações da programação do São João TVPE 2020, que vai transmitir mais de 60 horas de conteúdo com a participação de quase 50 artistas. A programação completa está disponível no <b><a href="https://portalepc.com.br/confira-a-programacao-do-sao-joao-da-tvpe-2020/">site da TV PE</a></b>.</p>
<p>Com o mote “o arrasta-pé é em casa”, a <em>TVPE</em> selecionou um material especial pra curtir o clima junino em casa. Entre as novidades, estão a parceria com a <em>TVU Recife</em> na exibição da série de shows em estúdio do programa “É na Pisada”, exibido entre 2016 e 2019. Já a <em>RTV Caatinga</em>, ligada à Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), apresenta o “Sou São João” com Targino Gondim, que traz músicas, curiosidades e histórias sobre a tradicional festa nordestina.</p>
<p>A <b><a href="http://www2.recife.pe.gov.br/noticias/08/06/2020/prefeitura-do-recife-celebra-sao-joao-2020-com-mais-de-420-apresentacoes">Prefeitura do Recife</a></b> anunciou que o São João 2020 da capital pernambucana está garantido, seguindo as orientações de isolamento social no combate ao Covid-19. A partir desta terça-feira (23), repetindo nos dias 24, 26, 27, 28 e 29, das 18h às 22h, duas Forroviocas circularão por diversos bairros da cidade, levando um total de 48 atrações para garantir a festa. A cada noite, cada Forrovioca transportará quatro shows cidade afora.</p>
<div id="attachment_63359" aria-labelledby="figcaption_attachment_63359" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Felipe Souto Maior/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Cristina-amaral_Felipe-Souto-Maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-63359 " alt="Felipe Souto Maior/Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Cristina-amaral_Felipe-Souto-Maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cristina Amaral participa da programação do São João da Fundaj, que homenageia J. Borges, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>Este ano, o São João do Recife homenageia dos ícones da cultura pernambucana: Josildo Sã e Silvério Pessoa. A festa para Santo Antônio, São João e São Pedro será também virtual, por meio das contas da Prefeitura do Recife no <b><a href="https://www.youtube.com/user/prefrecife">Youtube</a></b>, <b><a href="https://www.facebook.com/prefeituradorecife/">Facebook</a></b> e <b><a href="https://www.instagram.com/prefeiturarecife/">Instagram</a>.</b></p>
<p>A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) também fará uma série de atividades on-line saudando o mestre pernambucano J. Borges, Patrimônio Vivo de Pernambuco, o homenageado do São João da Fundaj deste ano. O evento será realizado nesta quarta-feira (24), com oficinas, reflexões, exibição de filmes e shows, tudo isso com a presença de folcloristas, historiadores e cantores, como Cristina Amaral. As transmissões vão acontecer no site <strong><a href="www.saojoaodafundaj.com.br" target="_blank">www.saojoaodafundaj.com.br</a></strong> e, também, nas redes sociais da instituição.</p>
<div id="attachment_67224" aria-labelledby="figcaption_attachment_67224" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/5939474684_49d768cf46_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-67224" alt="Roberta Guimarães/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/5939474684_49d768cf46_b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alceu Valença fará três dias de programação virtual, entre 26, 27 e 28 de junho, com atrações em três cidades diferentes: Caruaru, Olinda e Rio de Janeiro</p></div>
<p>Já o Sesc Pernambuco, até o dia 30 de junho, exibe o “Pé-de-Sesc&#8221;, com apresentações de artistas e bandas de forró. As transmissões vão acontecer no canal do <strong><a href="https://www.youtube.com/user/sescpernambuco" target="_blank">Sesc Pernambuco no Youtube</a></strong>. Nos próximos dias, haverá apresentações de Sambada de Coco (23), Ébano Nunes (27), Miltinho Magalhães (28) e outras atrações.</p>
<p>Comendador de Pernambuco, um dos artistas mais identificados com as expressões do agreste e do sertão, Alceu Valença vai apresentar o &#8220;São João do Alceu&#8221;. Serão três dias de programação virtual, entre 26, 27 e 28 de junho, com atrações em três cidades diferentes: Caruaru, Olinda e Rio de Janeiro, onde Alceu se apresenta no domingo (28) ao lado de sua banda. As transmissões serão realizadas por meio das contas do cantor no <b><a href="https://www.youtube.com/channel/UCfgJsv_g8HEsBZ2c3onYPxg">Youtube</a> </b>e<b> <a href="https://www.instagram.com/alceuvalenca/">Instagram</a>.</b></p>
<p>Na sexta (26), a partir das 20h, a transmissão acontece em Caruaru com trações locais como a Banda de Pífanos Zé do Estado, o cantor Azulinho e outros artistas, que se apresentam diretamente do Museu do Barro (Mubac) e do Pátio do Forró.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<b><span style="text-decoration: underline;">São João da TVPE 2020<br />
</span></b>Mais de 60h de programação no <b><a href="https://portalepc.com.br/confira-a-programacao-do-sao-joao-da-tvpe-2020/">site da TVPE</a></b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">São João do Recife 2020<br />
</span></b>Programação no <b><a href="https://www.youtube.com/user/prefrecife">Youtube</a></b>, <b><a href="https://www.facebook.com/prefeituradorecife/">Facebook</a></b> e <b><a href="https://www.instagram.com/prefeiturarecife/">Instagram</a> da Prefeitura do Recife</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">São João da Fundaj 2020<br />
</span></b>Quarta-feira (24), a partir das 15h, no site <b><a href="http://www.saojoaodafundaj.com.br">www.saojoaodafundaj.com.br</a></b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">São João do Sesc Pernambuco 2020<br />
</span></b>Programação no canal do <b><a href="https://www.youtube.com/user/sescpernambuco">Sesc Pernambuco no Youtube</a> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">São João do Alceu<br />
</span></b>Programação nos dias 26, 27 e 28 no canal de Alceu Valença no <b><a href="https://www.youtube.com/channel/UCfgJsv_g8HEsBZ2c3onYPxg">Youtube</a> </b>e<b> <a href="https://www.instagram.com/alceuvalenca/">Instagram</a></b></p>
<p>&nbsp;</p>
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