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	<title>Portal Cultura PE &#187; Gaiamálgama</title>
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		<title>De Garanhuns rumo a Mediterrâneo</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jul 2013 16:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Natural de Garanhuns, Gaiamálgama passeia pelas tradições étnicas de várias partes do mundo, em um trabalho de pesquisa profundo e sensível. por Leonardo Vila Nova Tudo começou com um sopro. O sopro de existência da Mãe Terra, que dá de comer a todos os seres viventes. Desse sopro, fez-se a inspiração para que os diversos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Natural de Garanhuns, Gaiamálgama passeia pelas tradições étnicas de várias partes do mundo, em um trabalho de pesquisa profundo e sensível.</p>
<div id="attachment_4444" aria-labelledby="figcaption_attachment_4444" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-69.jpg"><img class="size-medium wp-image-4444" alt="(Foto: Renata Pires)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-69-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Renata Pires)</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p dir="ltr">Tudo começou com um sopro. O sopro de existência da Mãe Terra, que dá de comer a todos os seres viventes. Desse sopro, fez-se a inspiração para que os diversos povos, filhos de Gaya, espalhados por todo o Planeta, cantassem em sua reverência. Reunidos em torno de cânticos que entoam misticismo e beleza, uma palavra sintetiza os saberes ancestrais, ditos e revividos através dos tempos: Gaiamálgama. E em torno desse nome, um grupo nascido em Garanhuns, mas que nunca se limitou às fronteiras geográficas e temporais, partiu em busca de desvendar o mundo ao redor. Eles e toda a diversidade de sons que a Mãe Terra nos presenteou estavam presentes no Palco Guadalajara, na primeira noite do FIG, nesta quinta (18/7), num show que se traduz em um misto de contemplação e curiosidade.</p>
<p dir="ltr">O Gaimálgama surgiu em 2006, fruto de uma pesquisa intensa, da forte carga de influência que as músicas do mundo exercem sobre nós. A universalidade e a ancestralidade estão presentes num trabalho muito bem cuidado e apurado, onde não só a músicas, mas também as roupas, o cenário e os gestos compõem todo um mosaico étnico que chama a atenção de quem vê. Etimologicamente, o nome Gaiamálgama cai como uma luva para a proposta do grupo: Gaia, a Mãe Terra; e Amálgama, que simboliza a mistura de vários elementos. “A soma das diversas buscas que cada um nós se propunha a fazer dentro desse universo histórico, espiritual, acabou nos aproximando, e principalmente esse gosto comum pelas coisas do mundo“, conta Diorges Albuquerque, um dos cantores do grupo, que encarna uma figura andrógina no palco.</p>
<div id="attachment_4445" aria-labelledby="figcaption_attachment_4445" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-70.jpg"><img class="size-medium wp-image-4445" alt="Foto: Renata Pires/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-70-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Renata Pires/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">“Rumo ao Mediterrâneo” é o nome do novo espetáculo que eles estão criando para lançar em março de 2014. Os mares e todos os seus tons de azul e verde são explorados pelo grupo, que, em sua nova incursão cultural, se propõe a “levar os presságios do Oriente” a todos os povos. Esse cuidado em agregar diversas culturas se reflete nas canções executadas pelo grupo. São diversas línguas: dialetos persas que hoje já não existem, judeu sefardita, dialetos africanos de Angola, nuances textuais egípcias, hindu. E, em meio a essa imensa Babel (onde, sim, todos se compreendem perfeitamente), o “edrânico”, espécie de dialeto desenvolvido pelo próprio Gaiamálgama para dar o suporte textual às melodias das canções compostas pelo grupo, que dividem espaço com músicas tradicionais folclóricas de etnias diversas.</p>
<p dir="ltr">Em cena, o Gaiamálgama produz um misto de admiração e estranhamento. “Sabe quando você está durante toda a sua vida aprisionado dentro de uma caverna escura e, de repente, quando sai, se depara com a luz do lado de fora e fecha os olhos? Ou você se assusta ou você se encanta com a luz do Sol“, explicou Diorges para exemplificar as primeiras impressões que o grupo desperta no público. E passeando desenvolto por essas controversas reações, o Gaimálgama continua mergulhando de corpo e alma por esses mares pouco explorados, ofertando ao público essas experiências únicas, como, de forma sensível e profunda, sentir o sopro da Mãe Terra habitando tudo ao redor.</p>
<p dir="ltr">
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		<title>Banda Gaiamálgama, de Garanhuns, empolgou Palco Instrumental</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 13:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já o Chimpanzé Clube Trio aproveitou a noite no Parque Pau-Pombo para lançar CD Por Diego Gouveia Música medieval e rock instrumental. Jazz, ritmos latinos, música nordestina. Na terça-feira (18/7), o Palco Instrumental do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), evento promovido pelo Governo do Estado em parceira com a Prefeitura Municipal, recebeu quatro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Já o Chimpanzé Clube Trio aproveitou a noite no Parque Pau-Pombo para lançar CD</p>
<p>Por Diego Gouveia</p>
<p>Música medieval e rock instrumental. Jazz, ritmos latinos, música nordestina. Na terça-feira (18/7), o Palco Instrumental do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), evento promovido pelo Governo do Estado em parceira com a Prefeitura Municipal, recebeu quatro bandas e múltiplas linguagens. Apresentaram-se: Gaiamálgama, Rivotrill, Chimpanzé Clube Trio e Jaguaribe Carne.</p>
<p>No show da banda garanhuense Gaiamálgama, o público ficou pertinho do palco para conferir de perto o espetáculo. A banda se apropriou dos termos que significam terra e mistura de culturas para fundamentar sua principal estratégia: divulgar ritmos de vários lugares do mundo.</p>
<p>Compõem o grupo seis instrumentistas e cinco performáticos integrantes, que cantam, dançam e interpretam. As vestimentas remetem à Idade Média. Na apresentação, um dialeto, criado pela própria companhia, é usado para dar vida a canções tradicionais de outros países. Hungria, Índia e povos da região da Galícia são homenageados por Zhara Lins, Michele Noronha, Elnatã Souto, João Paulo Ferreira e Diorges Albuquerque.</p>
<p>O grupo existe há seis anos e é muito respeitado na cidade. “Ensaiamos muito para mostrar ao público o melhor do nosso trabalho”, disse Diorges Albuquerque. Durante a apresentação, ele interpreta a deusa hindu Kali e mostra um número de dança bastante ousado e criativo. O público vibrou com o desempenho da banda. A enfermeira Angélica Raposo saiu de Caruaru para curtir o FIG. “Fiquei surpresa com a atuação deles. Passaram por várias linguagens, utilizando diversos povos e culturas. Isso enriquece bastante nosso conhecimento”, explica.</p>
<p>Enganou-se quem achou que a banda com nome semelhante ao de um calmante iria tocar músicas lentas. Rivotrill entrou com batida forte no palco do Pau-Pombo e não decepcionou quem já acompanha o trabalho do grupo. O estudante recifense Felipe Acioly já tinha ouvido falar que o trio inovava nas suas composições. “Eles são muito criativos. O jazz é livre. Há tons do rock progressivo e nuances de vários outros ritmos”, comenta.</p>
<div id="attachment_6360" aria-labelledby="figcaption_attachment_6360" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-54.jpg"><img class="size-medium wp-image-6360" alt="Lucas dos Prazeres, na performance da banda Rivotrill (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-54-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas dos Prazeres, na performance da banda Rivotrill (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p>Na sequência, a banda paulista Chimpanzé Clube Trio comemorou dez anos de carreira com o lançamento do CD “Tudo veio do nada” no FIG. Angelo Kanaan (bateria), Felipe Crocco e Luiz Miranda (revezando-se no contrabaixo e na guitarra) trouxeram para o público um rock com sotaque funk, passando pelo reggae, samba e jazz. “Esse nosso trabalho é marcado pelo improviso. Gravamos sem ensaio ou qualquer pós-produção. Em setembro, lançaremos um novo álbum. Dessa vez, o CD será gravado no estúdio”, antecipou Luiz Miranda.</p>
<div id="attachment_6361" aria-labelledby="figcaption_attachment_6361" class="wp-caption img-width-331 aligncenter" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-55.jpg"><img class="size-full wp-image-6361" alt="Músico do Chimpanzé Clube Trio, de SP (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-55.jpg" width="331" height="475" /></a><p class="wp-caption-text">Músico do Chimpanzé Clube Trio, de SP (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p style="text-align: left;">Viola, guitarra, violão, zabumba e vozes-percussivas. Com Jaguaribe Carne, o passeio pelos ritmos populares e memórias dos irmãos Osmar e Paulo Ró ganha uma versão multimídia e instrumental. Criado na década de 1970, o grupo mostrou familiaridade com a música e com o palco. Conquistaram facilmente a audiência, que agora se prepara para os shows desta quinta-feira (19/7).</p>
<div id="attachment_6362" aria-labelledby="figcaption_attachment_6362" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-56.jpg"><img class="size-medium wp-image-6362" alt="Apresentação de Jaguaribe Carne (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-56-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação de Jaguaribe Carne (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Palco Instrumental (quinta-feira, 19/7)</p>
<p dir="ltr">17h – O Sam3a<br />
18h – Baobá Stereo Club<br />
19h – Anjo Gabriel<br />
20h – Sgüep Trio</p>
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