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	<title>Portal Cultura PE &#187; Galeria Amparo 60</title>
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		<title>Ramsés Marçal abre exposição na Galeria Amparo 60</title>
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		<pubDate>Thu, 31 May 2018 21:41:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61080" aria-labelledby="figcaption_attachment_61080" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Barros</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00235-1_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-large wp-image-61080" alt="Chico Barros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00235-1_Easy-Resize.com_-800x600.jpg" width="800" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição é composta por por fotografias, desenhos, esculturas, música e vídeos.</p></div>
<p>Após a morte de seu pai em 2015, o pernambucano Ramsés Marçal iniciou um longo processo de investigação sobre a dor e a solidão provocadas pela perda. O resultado desse estudo interno é a exposição “ContraPeso”, que tem abertura neste sábado (2), a partir das 17h, na Galeria Amparo 60. Até o dia 23 de junho, o espaço será ocupado por fotografias, desenhos, esculturas, música e vídeos que retratam o vazio e o sofrimento vividos pelo artista plástico durante o luto.</p>
<p>Ex-aluno da Florence Academy, na Itália, e da Faculdade de Belas Artes de São Paulo, Ramsés viveu durante 15 anos na capital paulista. O retorno para Pernambuco acentuou os sentimentos provocados pela perda e inspirou a nova mostra. “<em>Em 2017, morando um tempo no sertão de Pernambuco, na cidade de Floresta, onde desenvolvia um trabalho, comecei a formatar ‘ContraPeso’, em meio a solidão e a embriaguez de um ambiente árido e hostil; foi quando me aprofundei nas leituras e entrelinhas sobre a vida e a dor. &#8216;ContraPeso&#8217; começou então a se concretizar e a dialogar com as divergências entre Schopenhauer e Nietzsche acerca da dor e do niilismo</em>”, explica ele, que atua entre artes plásticas e design.</p>
<div id="attachment_61081" aria-labelledby="figcaption_attachment_61081" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Barros</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00390-final-jmedia-1_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-large wp-image-61081" alt="Chico Barros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00390-final-jmedia-1_Easy-Resize.com_-800x545.jpg" width="800" height="545" /></a><p class="wp-caption-text">As obras trazem referências da filosofia alemã para uma simbologia mais tropical.</p></div>
<p>Os fragmentos de inspiração nos pensadores europeus encontrou, na análise do cineasta Hilton Lacerda, autor dos textos de apresentação, uma simbologia mais tropical. “<em>Ramsés trouxe a filosofia alemã para decifrar seu ContraPeso. E tivemos poucas e boas conversas, e achei mais interessante manter-me embriagado que direcionado. Mas estava tudo ali. E me dei conta que faltava uma incômoda melancolia tropical. E foi aí que rapidamente os sururus de Graciliano Ramos saltaram da lama no entorno das palafitas; assim como João Cabral e sua educação. E choveu montes de possibilidades. E haja janelas e portas e vielas</em>”, observa.</p>
<p>Neste cenário, são compostas algumas das obras da exposição. Ao todo são sete fotos grandes p&amp;b em papel algodão, dois desenhos, uma escultura e quatro vídeos. Uma das obras mais emblemáticas da Exposição, a escultura ContraPeso, foi feita com suporte de madeira freijó, cabos de pesca misturados com couro na cor café, coração de couro e tecidos na cor café, costurados com linhas pretas de espessuras variadas.</p>
<p>Além dos textos de Hilton, a exposição também contou com incentivo da DJ Lalak, vídeos de Marcelo Lacerda, fotografias de Chico Barros e trilha sonora de Bernardo Vieira. A mostra também inicia o projeto Veraneio, cujo foco são exibições de artistas que não façam parte do seu casting.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
Exposição “ContraPeso”, de Ramsés Marçal<br />
Quando: abertura em 2 de junho, a partir das 17h. Visitação até o dia 23 de junho.<br />
Onde: Galeria Amparo 60 (Rua Artur Muniz, 82. Primeiro andar, salas 13/14)<br />
Entrada Gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Márcio Almeida inaugura nova exposição na Amparo 60</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2015 17:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Márcio Almeida abre, na terça-feira (9), sua mais nova mostra na Amparo 60: VER-DE-VIR &#8211; Caminhos de um bicho geográfico, que marca o retorno do artista plástico à galeria, após um período de nove anos. Na exposição, serão apresentadas 25 obras &#8211; nos mais variados suportes, desenhos, objetos, fotografias, performance e instalações &#8211; desenvolvidas pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Márcio Almeida abre, na terça-feira (9), sua mais nova mostra na Amparo 60: <em>VER-DE-VIR &#8211; Caminhos de um bicho geográfico</em>, que marca o retorno do artista plástico à galeria, após um período de nove anos. Na exposição, serão apresentadas 25 obras &#8211; nos mais variados suportes, desenhos, objetos, fotografias, performance e instalações &#8211; desenvolvidas pelo artista entre 2012 e 2014 e ainda inéditas na cidade.</p>
<div id="attachment_25756" aria-labelledby="figcaption_attachment_25756" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Robson Lemos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/exposicao-marcio-almeida-galeria-amparo-60.jpg"><img class="size-medium wp-image-25756" alt="Robson Lemos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/exposicao-marcio-almeida-galeria-amparo-60-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição segue em cartaz até o dia 11/7, na Amparo 60</p></div>
<p>Em <em>VER-DE-VIR &#8211; Caminhos de um bicho geográfico</em>, o olhar e interesse do artista se concentram em temas do comportamento humano, ligados à noção de deslocamento, transitoriedade e pertencimento &#8211; naturais da própria condição humana. As obras sugerem ainda um debate sobre questões de geopolítica e de ocupação do espaço urbano. “Desde o início de minha carreira, no final dos anos 1980, esses temas percorrem meus trabalhos. Ainda como estudante de Zootecnia, interessei-me por Etologia (Estudo do comportamento Animal), em especial os estudos dos processos migratórios. Hoje, o tema é muito explorado na arte contemporânea, devido ao crescimento no número de descolamentos, principalmente externos, entre países e continentes, ainda que o número de deslocamentos internos também ocorra em larga escala”, contextualiza.</p>
<p>Márcio Almeida iniciou a pesquisa Deslocamentos Compulsórios, em 2003, e, desde então, vem se acercando de situações nas quais os indivíduos são levados a deixarem os locais onde vivem por força de agente externos, sejam eventos climáticos, políticas habitacionais, asilos políticos, conflitos afetivos, entre outros. “Os trabalhos têm como ponto de partida a observação das pessoas em seu habitat, suas relações pessoais e com o próprio lugar, as estratégias usadas para adaptar-se ao novo lugar e marcas por elas deixadas nos lugares por onde passam”, detalha.</p>
<p>Das 25 obras que serão exibidas, a única já apresentada ao público é JET LAG (2014), criada pela Equipe S/A (Daniel Santiago e Márcio Almeida), exposta em Londres, este ano, porém com outra montagem. Todo essa produção mantém um diálogo forte com as últimas mostras realizadas pelo artista, tanto no Recife, em 2012, na mostra Contra Uso, no Santander Cultural, quanto na sua participação em O Abrigo e o Terreno, realizada no Museu de Arte do Rio de Janeiro – MAR, em 2013. Inclusive, a obra Where to?, que foi adquirida para compor o acervo dessa instituição.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição VER-DE-VIR – Caminhos de um bicho geográfico, do artista Márcio Almeida<br />
Abertura: terça-feira (9), às 19h<br />
Visitação de 10 de junho a 11 de julho de 2015.<br />
Segunda a sexta, das 9 às 13h e das 14h às 19h.<br />
Sábados das 10 às 14h (Com agendamento prévio)<br />
Galeria Amparo 60<br />
Av. Domingos Ferreira, 92-A &#8211; Pina, Recife &#8211; PE<br />
+55 81 3033 6060</p>
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		<title>Marginais Heróis mistura alta e baixa tecnologias para discutir o cartaz</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2015 17:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A peça gráfica cartaz é o foco da exposição “Marginais Heróis”, na Galeria Amparo 60, em Boa Viagem, Recife. Com curadoria do designer Rico Lins, a mostra reúne diversos cartazes inspirados no lema “Seja marginal, seja herói”, do artista carioca Hélio Oiticica (1937 – 1980). Além dos cartazes criados pelo próprio Rico Lins, a exposição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/expo_Marginais_Herois.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-20932" alt="Raul Kawamura / Marginais Heróis" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/expo_Marginais_Herois-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A peça gráfica cartaz é o foco da exposição <strong><a href="https://www.facebook.com/MarginaisHerois" target="_blank">“Marginais Heróis”</a></strong>, na Galeria Amparo 60, em Boa Viagem, Recife. Com curadoria do designer Rico Lins, a mostra reúne diversos cartazes inspirados no lema “Seja marginal, seja herói”, do artista carioca Hélio Oiticica (1937 – 1980). Além dos cartazes criados pelo próprio Rico Lins, a exposição traz matrizes em madeira de xilogravuras assinadas pelo mestre J. Borges e aplicativo para <em>smartphone</em>, criado pelo designer HD Mabuse, para a criação de imagens pelo público seguindo a estética da mostra. A mostra foi aberta ao público na noite de quinta-feira (05). Durante o evento, os artistas falaram para os presentes sobre o trabalho desenvolvido. O projeto tem incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco, produção executiva de Ticiano Arraes e coordenação de produção de Renata Gamelo.</p>
<p>O Superintendente de Gestão do Funcultura, Gustavo Araújo, esteve presente na abertura da exposição e acompanhou o debate realizado entre os artistas. “Achei muito interessante o contraste da produção, resgatando um ofício rústico sobrepondo a uma técnica digital com alta tecnologia, o que nos remete a significados principalmente se considerarmos as imagens e iconografias utilizadas”, afirmou.</p>
<p>Na mostra, cartazes trazem imagens de Carmen Miranda, Chico Science, Raul Seixas, Chapolin, Che Guevara, Zé Bonitinho, Zé do Caixão, Maria Bonita, Tim Maia, São Sebastião, entre outros que podem ser considerados “marginais”, “heróis” ou paradoxalmente os dois papéis ao mesmo tempo. Nas matrizes de xilogravuras, o tema “Marginais Herois”, também foi explorado por Borges, que criou as gravuras “Santo Expedito”, “O encontro de Lampião com Padre Cícero”, e “Brasil – USA”, esta última com uma passista de frevo diante da estátua da liberdade.</p>
<div id="attachment_21006" aria-labelledby="figcaption_attachment_21006" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ivaldo Bezerra / Galeria Amparo 60 Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/IBS_9063.jpg"><img class="size-medium wp-image-21006" alt="Ivaldo Bezerra / Galeria Amparo 60 Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/IBS_9063-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Gustavo Araújo, Rico Lins, HD Mabuse e Márcio Almeida.</p></div>
<p><strong>DIÁLOGO SOBRE ARTE</strong> &#8211; No debate com o público, o curador Rico Lins abriu a conversa falando sobre a idéia de “misturar dois extremos, a impressão digital, de alta tecnologia, e a xilogravura, de baixíssima tecnologia, onde tem que se fazer as gravuras madeira”. Lins destacou as mudanças na criação de cartazes e o impacto da Lei da Cidade Limpa em São Paulo, que fez que diversas gráficas antigas fechassem. Falou sobre a sua parceria com a gráfica Fidalga, que ainda resiste na tipografia, e sobre outras exposições que realizou com foco no cartaz em Londres e Buenos Aires.</p>
<p>Mabuse destacou o caráter contemporâneo da exposição: “O que fez mais sentido é que nós três temos um trabalho em comum: a construção de imagens, usando dispositivos. O aplicativo dá a oportunidade das pessoas fazerem arte com a gente. E o que a gente está questionando com isso tudo é a noção de progresso. Todos os trabalhos são muito contemporâneos, tanto as matrizes das xilogravuras quanto os cartazes”.</p>
<p>Com bom humor, Borges falou sobre sua trajetória na arte popular como autodidata, a inovação fazendo gravuras com cores e contou histórias sobre aulas e palestras que realizou pelo Brasil e pelo mundo. “Trabalhei muitos anos fazendo gravura em preto e branco. Comecei a fazer gravura para ilustrar um cordel meu. Depois que uma pessoa me disse que meu trabalho era lindo e que ficaria mais bonito colorido, eu desbravei para fazer as gravuras com cores. Hoje meu trabalho é 90% colorido”, contou.</p>
<p>Com a proposta de provocar um diálogo fluente entre linguagens, técnicas e tecnologias aplicadas à criação do cartaz, o projeto promoveu dois workshops, um no Memorial J. Borges, em Bezerros; e outro no Espaço Fonte e Editora Gráfica Aplicação, no Recife. Na última sexta-feira (06), ainda foi realizado um bate-papo com Rico Lins e H.D. Mabuse com tema “Passado, Presente e Futuro do Cartaz”, no auditório do C.E.S.A.R - Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Marginais Heróis</strong><br />
<strong>Visitação:</strong> até 7 de março de 2015. Segunda a sexta, das 9 às 13h e das 14h às 19h. Sábados, das 10 às 14h (com agendamento prévio)<br />
<strong>Local:</strong> Galeria Amparo 60 – Av. Domingos Ferreira, 92 A, Boa Viagem, Recife.<br />
<strong>Telefone:</strong> (81) 3033-6060<br />
<strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.facebook.com/MarginaisHerois" target="_blank">facebook.com/MarginaisHerois</a></p>
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