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	<title>Portal Cultura PE &#187; Galeria Galpão</title>
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		<title>Galeria Galpão abre com ações de Artes Visuais, Fotografia, Design, Moda e Teatro</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 20:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Xavana Celesnah Espaço de criação artística, debate, resistência e colaboração, a Galeria Galpão abriu as portas neste domingo (23), trazendo para o 27º Festival de Inverno de Garanhuns mais de 10 exposições de linguagens variadas (fotografia, artes visuais, design, moda), além de intervenções, performances, debates, mostra de teatro e um mercado colaborativo, que está [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51361" aria-labelledby="figcaption_attachment_51361" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Mercado-UnaDesign.jpg"><img class="size-medium wp-image-51361" alt="Mercado Colaborativo UnaDesign na abertura da Galeria Galpão. Foto: Fer Verícimo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Mercado-UnaDesign-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mercado Colaborativo UnaDesign na abertura da Galeria Galpão. Foto: Fer Verícimo/Secult-PE</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Xavana Celesnah</em></p>
<p style="text-align: left;">Espaço de criação artística, debate, resistência e colaboração, a Galeria Galpão abriu as portas neste domingo (23), trazendo para o 27º Festival de Inverno de Garanhuns mais de 10 exposições de linguagens variadas (fotografia, artes visuais, design, moda), além de intervenções, performances, debates, mostra de teatro e um mercado colaborativo, que está acontecendo pela primeira vez nesta edição. “O Mercado UnaDesign é a novidade deste ano da Galeria e conta com 17 pequenos produtores de moda e design, que estão expondo e comercializando seus produtos. Idealizado pelas marcas Cirandela (estamparia autoral) e Aladê (camiseteria), o local vai promover Flash Days de tatoo com Marcelo Menezes, cortes de cabelo com Belle Souza, além da comercialização de objetos de decoração, acessórios e roupas”, explica a assessora de Design e Moda da Secult-PE, Janaína Branco.</p>
<div id="attachment_51437" aria-labelledby="figcaption_attachment_51437" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/mapa_galeria.jpg"><img class="size-medium wp-image-51437" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/mapa_galeria-607x468.jpg" width="607" height="468" /></a><p class="wp-caption-text">Traços de um Rio</p></div>
<p style="text-align: left;">A galeria está com quatro exposições de Artes Visuais, “Traços de um Rio”, de Artur Sgambatti e Vladimir Ospina, que registra, através de desenhos, a realidade dos atingidos pela derrubada da barragem do Fundão, em Mariana (MG). A obra recria um mapa dos locais por onde os artistas passaram após uma viagem de 20 dias e deu origem ao livro “Traços de Um Rio – Cadernos de Viagem”, que está sendo vendido na Praça da Palavra. Os artistas pretendem desenvolver ainda mais a obra, realizando um documentário sobre os efeitos da tragédia.</p>
<p>Nas Artes Visuais, também estão presentes a obra “Construção da Desconstrução”, de Daaniel Araújo, com obras feitas em óleo e acrílica sobre pedaços de madeira e concreto reaproveitados pelo artista; “Alinhavos”, de Joyce Torquato, que é uma artista de Garanhuns, com ilustrações feitas a partir de colagens e aquarela; “Parquê”, de Adah Lisboa, que questiona o que se generaliza como “bagunça” e “CALOR”, de Raoni Assis, um painel em grafite na entrada da Galeria.</p>
<div id="attachment_51439" aria-labelledby="figcaption_attachment_51439" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/descamada_.jpg"><img class="size-medium wp-image-51439" alt="Fer Verícimo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/descamada_-607x363.jpg" width="607" height="363" /></a><p class="wp-caption-text">Carol Azevedo apresentou a performance &#8216;Descamada&#8217;</p></div>
<p>Além das exposições, fazem parte das ações de Artes Visuais as performances <i>Descamada,</i> de Carol Azevedo, realizada na noite de abertura da casa propondo reflexões sobre corpo e gênero, a partir do rompimento com uma “segunda pele”, representada por uma meia calça que envolvia o corpo nu da artista; <i>#Tecnologiaaservicodaorgia</i>, de Kalor Pacheco, sobre a hipersexualização do corpo feminino, principalmente o de mulheres negras, que vai acontecer na sexta(28), às 18h30 e <i>Distopia, </i>das artistas Fernanda Fernandes, Carolina Perini e Raquel Abdian (Coletivo Espectro), que abordam, em três atos, os problemas da metrópole através da fusão de objetos, sons, ruídos, numa performance audiovisual em tempo real.</p>
<div id="attachment_51446" aria-labelledby="figcaption_attachment_51446" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/alinhavos.jpg"><img class="size-medium wp-image-51446" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/alinhavos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alinhavos é o trabalho da garanhuense Joyce Torquato</p></div>
<p>“Em parceria com o Sesc, também estamos trazendo para a Galeria Galpão o projeto <i>Itinerância – Incerteza Viva</i>, que faz parte da 32ª Bienal de São Paulo. O artista Bené Fonteles fará a série de debates <i>Conversas para Adiar o Fim do Mundo</i>, de segunda (24) a quinta (27), sempre às 17h, apresentando a construção do trabalho <i>Ocataperaterreiro, </i>além de fazer um bate-papo sobre a questão indígena e sobre a poesia, trazendo convidados como Adiel Luna e Bráulio Tavares”, explica o coordenador de Artes Visuais da Secult-PE, Márcio Almeida.</p>
<div id="attachment_51447" aria-labelledby="figcaption_attachment_51447" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/jogo-da-bola_garanhuns.jpg"><img class="size-medium wp-image-51447" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/jogo-da-bola_garanhuns-607x460.jpg" width="607" height="460" /></a><p class="wp-caption-text">Iezu Kaeru trouxe &#8216;O Jogo da Bola&#8217; para Garanhuns</p></div>
<p><b>Fotografia – </b>Ao todo, são quatro exposições de fotografia na Galeria, sendo uma delas da artista garanhunhense Thayná Chaves. Ela apresenta “<i>A Saga dos Invisíveis</i>”, sobre moradores de rua e dependentes químicos. A expo <i>“O Jogo da Bola</i> em Garanhuns”, de Iezu Kaeru e Eustáquio Neves, traz o universo do futebol amador através de um olhar poético sobre as peladas e jogos de rua. Na sala da exposição, uma mesa de totó, o clássico futebol de mesa, convida o visitante a interagir. A mostra “Williamsburg: Paisagem em Transformação”, de Caique Cunha, traz uma série de fotos em preto e branco sobre o processo de gentrificação (enriquecimento de áreas pobres) no bairro de Williamsburg, da periferia de Nova York. “Comecei a perceber o movimento de expulsão das pessoas que viviam ali, as mudanças no dia a dia com a construção de prédios gigantes numa área onde basicamente não havia edifícios altos, lojas que fecharam. Ao observar as imagens, ninguém iria associar a uma NY de 2017. Embora o ensaio seja ambientado em NY, percebo que esse é um processo que vem acontecendo em várias cidades brasileiras, como o Rio de Janeiro e o Recife, por exemplo”, explica o fotógrafo carioca Caique Cunha, que veio pela primeira vez ao Nordeste para expor no FIG. Completando a mostra de fotografia, a exposição “O Olho da Graxa”, de João Zarai, feita a partir de celular, aborda o mundo do Backstage, o trabalho dos profissionais que preparam o som para os espetáculos.</p>
<div id="attachment_51445" aria-labelledby="figcaption_attachment_51445" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/olho-da-graxa2.jpg"><img class="size-medium wp-image-51445" alt="Fer Verícimo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/olho-da-graxa2-607x464.jpg" width="607" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra &#8216;Olho da Graxa&#8217; revela bastidores da produção de eventos</p></div>
<p><b>Teatro &#8211; </b>A Galeria está recebendo pela segunda vez a Mostra de Teatro Alternativo, com espetáculos a partir das 22h, de segunda (24) a sábado (29). “A mostra teve início ano passado, quando alguns artistas que não entraram no circuito oficial do FIG se apresetaram em espaços alternativos. Esse ano, a iniciativa foi abraçada pela Fundarpe e teremos seis espetáculos”, explica o produtor da mostra, Ivo Barreto. As peças são “A Última Cólera no Corpo de Meu Negro” &#8211; Cia Experimental de Teatro &#8211; PE (seg), “Eu Gosto Mesmo de Pezinho de Galinha Porque eu Como a Carninha e Limpo o Dente com a Unhinha” &#8211;  Experimento Pezinho de Galinha &#8211; PE (ter); “Que Muito Amou” – Cênicas Cia de Repertório &#8211; PE (qua); “Delicado” &#8211; Coletivo Grão Comum &#8211; PE (qui); “O Velho Diário da Insônia” &#8211; Grupo Independente de Teatro Alternativo &#8211; PE (sex) e “A Máquina” &#8211; Teatro de Retalhos -PE (sáb).</p>
<p>Segundo o coordenador de fotografia da Secult-PE, Jarbas Araújo, mais de 4 mil pessoas circularam pela Galeria Galpão na última edição e a expectativa é de que o público continue frequentando e participando das atividades desta grande instalação coletiva. “Sempre venho na Galeria porque é um local que nos deixa expressar o que sentimos, rolam muitas atividades interessantes aqui. Considero o espaço mais democrático do FIG”, afirmou a designer Sarah Barros, que estava presente na abertura da galeria.</p>
<p><b>Serviço:</b></p>
<p>Galeria Galpão</p>
<p>Av. Dantas Barreto, 34, Centro &#8211; Garanhuns</p>
<p>Horário de visitação: 16h às 21h, de 23 a 29 de julho</p>
<p>Mostra de Teatro Alternativo da Galeria: 22h</p>
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		<title>&#8216;Literatura na Cena&#8217; reúne atores e dramaturgos no FIG</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jul 2017 19:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Lenne Ferreira Cada trago que Alice dá no cigarro tira o fôlego da plateia. A personagem, interpretada pelo ator Rodolfo Lima em “Réquiem para um rapaz triste”, fala de dor e delícia, morte e vida, amor, gira na contramão da roda da existência normativa e transmuta angústia em resiliência.  Mas não uma resiliência passiva. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51281" aria-labelledby="figcaption_attachment_51281" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36107345835_5eb58b29ed_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51281" alt="Fragmentos de textos de Caio Fernando Abreu e suas personagens femininas inspiram a produção do ator Rodrigo Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36107345835_5eb58b29ed_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fragmentos de textos de Caio Fernando Abreu e suas personagens femininas inspiram a produção do ator Rodrigo Lima</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Lenne Ferreira</em></p>
<p>Cada trago que Alice dá no cigarro tira o fôlego da plateia. A personagem, interpretada pelo ator Rodolfo Lima em “Réquiem para um rapaz triste”, fala de dor e delícia, morte e vida, amor, gira na contramão da roda da existência normativa e transmuta angústia em resiliência.  Mas não uma resiliência passiva. Alice é reação pura. Crua. Sem subterfúgios nem arrodeios assim como os fragmentos dos textos do escritor Caio Fernando Abreu, que fundamentaram a peça apresentada na 1ª edição do Literatura em Cena. O projeto estreou na noite deste sábado (22) e segue com sua programação hoje, na Galeria Galpão, no 27ª Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p>A palavra em movimento. Literatura encenada. Expressada em gestos e silêncios. O Literatura na Cena, que conta com a curadoria de José Neto, assessor de Teatro e Ópera, e Mariane Bigio, da Coordenadora de Literatura, ambos da Secult-PE, nasce com a proposta de debater sobre a construção dramatúrgica a partir da literatura. E foi sobre os processos de construção de “Alice” e de “Seu Alceu”, outro personagem interpretado por Rodolfo no monólogo “Bicha Oca”, inspirado em contos homoeróticos do autor pernambucano Marcelino Freire, que girou a conversa inédita mediada pelo ator e diretor Breno Fittipaldi &#8211; antes das apresentações das duas peças.</p>
<p>Durante o bate-papo, Rodolfo falou sobre a relação do seu trabalho com as letras e de sua própria história com os personagens que dá vida. Fundador do Teatro do Indivíduo, o ator revelou os percursos que percorreu para formatar mais do que a narração de um texto, mas digerir e transmutar aquilo que a palavra escrita nem sempre diz. <em>“Eu admiro muito o ofício do ator. É ir ao inferno sem concessões e trazer notícias de lá. Rodolfo lê nas entrelinhas, sai da superficialidade e mergulha fundo”,</em> observou Marcelino Freire. <em>“Não é uma questão de dar voz a quem não tem voz porque todos têm vozes. É ouvir”,</em> completou o autor, inspiração recorrente no trabalho do ator paulista que há 15 anos usa o palco como confessionário.</p>
<div id="attachment_51282" aria-labelledby="figcaption_attachment_51282" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35716705390_2bb2873440_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51282" alt="O escritor Marcelino Freire e o ator Rodrigo Lima bateram um papo com a mediação do diretor Breno Fittipaldi" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35716705390_2bb2873440_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Marcelino Freire e o ator Rodrigo Lima bateram um papo com a mediação do diretor Breno Fittipaldi</p></div>
<p>A conversa também contou com a participação da plateia, que fez questionamentos e apontamentos sobre os processos criativos do autor e ator, fomentando um intenso debate sobre os caminhos que cruzam Literatura e Arte Cênica. “O lugar da arte no contemporânea é um lugar que ultrapassa as barreiras e as definições. É um lugar que ultrapassa os rótulos e muito mais fala do ser humano e do humano”, opina o curador e assessor de Teatro e Ópera da Secult-PE, José Neto.</p>
<p>É justamente o lado mais humano, em toda sua vulnerabilidade, paixão, crença e descrença, que assistimos Rodolfo se despir diante de nós seja em “Réquiem &#8230;” ou “Bicha Oca”. <em>“Eu só queria nascer feliz”</em>, diz a personagem Alice. Chora Alice. Traga Alice. Transforma angústia em reflexão. Essa mulher de meia idade, que narra seus amores e dissabores, entre um cigarro e outro, entre uma gargalhada e outra, questiona a normatividade, o senso comum do que é felicidade, a pateticidade dos que giram e fazem girar a roda do individualismo capitalista inertes às paixões, desejos e experiências libertárias. Alice tece a sua própria roda com fios de uma história que já se deparou com muitos “nãos”, mas não lhe tira a busca por “sims”. Que mulher.</p>
<div id="attachment_51283" aria-labelledby="figcaption_attachment_51283" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35267530764_4d187e46f6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51283" alt="Bicha Oca é um monólogo criado a partir de contos homoeróticos do escritor pernambucano Marcelino Freire" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35267530764_4d187e46f6_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bicha Oca é um monólogo criado a partir de contos homoeróticos do escritor pernambucano Marcelino Freire</p></div>
<p>Em “Bicha Oca”, texto inspirado nos contos de Marcelino, que fez questão de assistir à encenação, Rodolfo nos apresenta às relações homoafetivas vividas por Seu Alceu, um homem ora louco, ora tão consciente de si que a insanidade parece a única salvação. O amor por um certo “Edvaldo”, encarnado pelo ator Alexandre Acquiste, serve de mote para injetar na plateia temas relacionados com liberdade e sexualidade, solidão e submissão. É um passeio pela nostalgia melancólica de alguém desde a infância predestinado ao luto de viver camuflado. Rodolfo liberta Seu Alceu. Não lhe dá voz, lhe dá ouvidos.</p>
<p>Nas duas peças, o ator, a partir das obras de dois escritores transgressores, bate forte. Sem dó. É que ele, na sua dedicada busca por dizer o indizível, <em>“traz notícias do inferno”</em>. Mas traz também notícias de si, de sua formação, das suas frustrações e anseios. Não é só sobre a obra de Caio Fernando Abreu nem Marcelino Freire, é sobre si que ele também fala. Sobre os seus afetos e percursos. É sobre Patrick, seu sobrinho de 16 anos, que um dia sonhou dançar balé. Um sonho minado pelo preconceito fundamentado numa heteronormatividade que beira à morbidez. Alice, Seu Alceu, Edvaldo, Patrick, Caio e Marcelino. Rodolfo se transveste de todos eles e outros (as) mais em cena. <em>“Meu coração está cansado de maquiagem”</em>. O nosso também.</p>
<p><b>Confira a programação do Literatura na Cena deste domingo (23)</b><br />
Galeria Galpão<br />
20h – Bate-papo “Cervantes Contemporâneo”, com Ivaldo Vasconcelos (PE) e Maksin Oliveira (RJ)<br />
22h – O incansável Dom Quixote<br />
Magnifica Trupe de Variedades (RJ)  Maksin Oliveira<span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
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		<title>Galeria Galpão concentra ações de artes visuais durante o 27º FIG</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jul 2017 18:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As ações de artes visuais do 27º Festival de Inverno de Garanhuns mais uma vez estarão concentradas na Galeria Galpão, que este ano faz uma conexão intensa e direta com outras linguagens, como a música e a literatura. Localizado próximo ao antigo Fórum do município (Av. Dantas Barreto, 34), de 22 a 29 de julho, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50685" aria-labelledby="figcaption_attachment_50685" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/19816414826_92b42474a1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50685" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/19816414826_92b42474a1_k-607x418.jpg" width="607" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">Este ano batizado apenas de &#8216;Galeria Galpão&#8217;, espaço concentra as ações de artes visuais do 27º Festival de Inverno de Garanhuns</p></div>
<p>As ações de artes visuais do <strong>27º Festival de Inverno de Garanhuns</strong> mais uma vez estarão concentradas na Galeria Galpão, que este ano faz uma conexão intensa e direta com outras linguagens, como a música e a literatura. Localizado próximo ao antigo Fórum do município (Av. Dantas Barreto, 34), de 22 a 29 de julho, o espaço funcionará das 16h às 22h, e conta este ano com uma série de ações, como exposições, performances e debates em parceria com o SESC.</p>
<p>De acordo com Márcio Almeida, coordenador de Artes Visuais da Secretaria de Cultura de Pernambuco, a programação da Galeria Galpão traz cinco destaques este ano.<em> “A partir do edital, e após a avaliação e seleção dos pareceristas, a gente construiu uma programação bastante diversificada. Este ano vamos contar com três performances, duas delas ao vivo e uma que será transmitida via streaming, que é a #Tecnologiaaserviçodaorgia, de Kalor Pacheco. Neste caso, o público verá apenas a transmissão, sem interagir diretamente com a performance. Vale ressaltar que são projetos que discutem a questão de gênero e do empoderamento feminino, temas bastante atuais na sociedade”,</em> pontua.</p>
<div id="attachment_50688" aria-labelledby="figcaption_attachment_50688" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Desenho</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/rio-enteiro2-lite.jpg"><img class="size-medium wp-image-50688" alt="Reprodução/Desenho" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/rio-enteiro2-lite-607x362.jpg" width="607" height="362" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição de desnhos Traços do Rio, de Artur Sgambatti e Vladmir Ospina, é o resultado de um trabalho que eles tiveram ao percorrerem todo o Rio Doce depois da tragédia de Mariana</p></div>
<p><a href="http://museudasputas.wixsite.com/museu/tecnologiaaservicodaorgia" target="_blank"><strong>#Tecnologiaaservicodaorgia</strong></a> é uma série de performances compostas por quatro obras distintas, que conversam entre si e tratam da temática da hipersexualização do corpo feminino, em especial o de mulheres negras. A série faz parte do projeto Museu das Putas, contemplado com recursos do 12º Programa Funarte de Artes Visuais no ano passado, e a performances a ser apresentada no FIG poderá ser acessadas via streaming de qualquer lugar do mundo.</p>
<p>As outras duas performances, apresentadas ao vivo, são <a href="https://vimeo.com/204535967" target="_blank"><strong>Descamada</strong></a>, de Carol Azevedo, uma investigação do que se revela e do que se esconde nas camadas entre o público e o privado; e <strong>Distopia</strong>, do Coletivo Espectro, que em três atos procura abordar os problemas da metrópole através da criação conjunta audiovisual produzida em tempo real.</p>
<div id="attachment_50687" aria-labelledby="figcaption_attachment_50687" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Site</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/karol.jpg"><img class="size-medium wp-image-50687" alt="Reprodução/Site" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/karol-607x374.jpg" width="607" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">#Tecnologiaaservicodaorgia é uma série de performances que da temática da hipersexualização do corpo feminino, em especial o de mulheres negras</p></div>
<p>Além das performances, a Galeria Galpão receberá durante os dias do FIG duas exposições. <em>“Uma delas é de autoria do pernambucano Daaniel Araújo, o <strong>Construção da Descontrução</strong>, que fez oito obras inéditas especialmente para o FIG reaproveitando resíduos de construções encontradas pelas ruas do Recife. Já a exposição de desenhos<strong> Traços do Rio</strong>, de Artur Sgambatti e Vladmir Ospina é o resultado de um trabalho que eles tiveram ao percorrerem todo o Rio Doce depois da tragédia de Mariana, revelando os diversos impactos sociais causados pelo desastre ecológico”,</em> explica Márcio Almeida. Completam a programação de artes visuais do FIG 2017 as intervenções <strong>Alinhavo</strong>, de Joyce Torquato; Exposição Rubens Costa, de Rubens Costa; <strong>Parquê</strong>, de Adah Lisboa; e <strong>CALOR</strong>, de Raoni Assis.</p>
<div id="attachment_50686" aria-labelledby="figcaption_attachment_50686" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação/Mário Friedlander</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/benc3a9-01-foto-mario-friedlander.jpg"><img class="size-medium wp-image-50686" alt="Divulgação/Mário Friedlander" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/benc3a9-01-foto-mario-friedlander-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O artista Bené Fonteles, a convite do SESC, participará da programação na Galeria Galpão com vários debates sobre música, literatura e outros assuntos</p></div>
<p>Para o coordenador de Artes Visuais, este será mais um ano em que a Galeria Galpão cresce nas ações e discussões de forma horizontal na conexão com as outras linguagens. <em>“Neste sentido a parceria com o SESC, que já acontece desde o ano passado e envolve também outras linguagens, vem pra contribuir bastante. A instituição estará na Galeria Galpão promovendo quatro debates sobre o que aconteceu na 32ª Bienal de São Paulo. Na ocasião o artista Bené Fonteles participa de diversas mesas de discussão e na ocasião irá falar sobre sua intervenção no SESC, com a atividade OcaTaperaTerreiro, além de discutir com os presentes sobre a importância da música de Dominguinhos e da literatura, através da poesia, bem como a questão da política pública na questão indígena”.</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO DE ARTES VISUAIS DO 27º FIG</strong></span></p>
<p><strong>Galeria Galpão</strong><br />
De 22 a 29 de julho | 16h às 22h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>Traços de um Rio</strong><br />
Artur Sgambatti<br />
De 22 a 29/07<br />
<em>A exposição nasce de uma série de viagens realizadas ao longo dos anos de 2015 e 2016 pelo Rio Doce. Nelas, dois pesquisadores e ilustradores, Artur Sgambatti e Vladimir Ospina, percorreram a totalidade do rio – da foz à cidade de Mariana, para realizar levantamento dos impactos sociais sentidos pelas comunidades ribeirinhas atingidas pela avalanche de lama ocasionada pelo rompimento de barragens de uma mineradora. Tal processo imersivo evidenciou a diversidade, não apenas cultural e geográfica do território, como também os impactos sentidos ao longo do rio, agora morto.</em></p>
<p><strong>Construção da Desconstrução</strong><br />
Daaniel Araújo<br />
De 22 a 29/07<br />
<em>Ligando os atuais conflitos da vida moderna a um processo crescente de construção e desconstrução das pessoas, lugares e seus conceitos, o artista traz oito obras inéditas, pintadas em óleo e acrílica sobre madeira e pedaços de concreto, produtos de demolições e descartes encontrados nas ruas do Recife.</em></p>
<div id="attachment_50850" aria-labelledby="figcaption_attachment_50850" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_63971.jpg"><img class="size-medium wp-image-50850" title="Descamada " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_63971-607x382.jpg" width="607" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Artista Carol Azevedo apresenta sua performance &#8216;Descamada&#8217; no dia 23 de julho. a partir das 20h</p></div>
<p><strong>Descamada</strong><br />
Carol Azevedo<br />
Dia 23/07 | 20h<br />
<em>Com o corpo todo envolto em meia calça, a artista executa uma costura entre sua “segunda pele” e um colchão, num gestual minucioso de união entre esses dois tecidos, para em seguida proporcionar o rompimento do vinculo construído entre esses corpos, a performance nos sugere reflexões a cerca do corpo, gênero e questões políticas que emergem da ação.</em></p>
<p><strong>#Tecnologiaaservicodaorgia</strong><br />
Kalor Pacheco<br />
Dia 28/07 | 18h30<br />
<em>Pensada e iniciada em outubro de 2016, a série de performances é composta por quatro obras distintas, que conversam entre si por se relacionarem técnica, estética e eticamente com a temática da hipersexualização do corpo feminino, em especial o de mulheres negras. A artista manterá em exibição as performances #01 e #03, de 22 a 29, executando a 4ª parte desta série no dia 28 de julho.</em></p>
<p><strong>Distopia</strong><br />
Coletivo Espectro<br />
Dia 29/07 | 20h<br />
<em>Performance em três atos que procura abordar os problemas da metrópole através da criação conjunta audiovisual produzida em tempo real – live cinema. De maneira integrada e simultânea, as artistas Fernanda Fernandes, Carolina Perini e Raquel Abdian fundem objetos, sons, ruídos e música em um processo sinestésico de performance ao vivo.</em></p>
<div id="attachment_50849" aria-labelledby="figcaption_attachment_50849" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/jjjj.jpg"><img class="size-medium wp-image-50849 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/jjjj-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Joyce Torquato &#8211; Alinhavo</p></div>
<p><strong>Alinhavo</strong><br />
Joyce Torquato<br />
<em>Tendo como inspiração textos inéditos da escritora Fernanda Limão, Alinhavos, faz mergulho na essência do ser humano por meio de ilustrações que une colagem e aquarela, na tentativa de costurar histórias. Seguindo a ideia de narrativa apresentada por Dom Casmurro, rememora a própria existência, estabelece paralelismo com o mundo de coisas miúdas: de plantas, terra e bichos, que aqui, desperta a memória afetiva sendo capaz de atar as duas pontas da vida, no olhar infinito de uma menina, que rodopia ao som de pássaros e alcança a Lua. Por horas é Capitu, se faz mistério e vira Água.</em></p>
<p><strong>Exposição Rubens Costa</strong><br />
Rubens Costa</p>
<p><strong>Parquê<br />
</strong>Adah Lisboa<strong><br />
</strong><em>Como adultos, precisamos melhorar nossa capacidade de ouvir. Muito daquilo que pode ser considerado artístico e criativo é o que geralmente se considera “bagunça” e acaba sendo recolhido ou jogado fora. A narrativa sublime é varrida junto com o original, o diferente, o vivo e o não adestrado.  Baseado na experiência das idealizadoras Adah Lisboa e Paulina Albuquerque como mães de Chico e Romeo, 4 e 3 anos respectivamente, surge a observação do cotidiano criativo das crianças.</em><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>CALOR</strong><br />
Raoni Assis<br />
Raoni Assis é ilustrador, produtor e idealizador da galeria e espaço cultural A Casa do Cachorro Preto. No FIG 2017, o artista deixa, em uma das paredes da Galeria Galpão, o painel CALOR, sobre movimentos e períodos, cores e sprays de pimenta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>DEBATES EM PARCERIA COM O SESC</strong> </span><br />
(‘Conversas para adiar o fim do mundo’, com Bené Fonteles):</p>
<p><strong>OcaTaperaTerreiro na Bienal SP – Projeção do catálogo virtual</strong><br />
Dia 24/07 | 16h às 19h</p>
<p><strong>Uma tarde para Dominguinhos</strong><br />
Dia 25/07 | 10h</p>
<p><strong>Urgências e poéticas políticas na questão indígena</strong><br />
Dia 26/07 | 16h às 19h</p>
<p><strong>O que sobra e o que falta na poesia</strong><br />
Dia 27/07 | 16h às 19h</p>
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