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	<title>Portal Cultura PE &#187; galeria marco zero</title>
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		<title>Bozó Bacamarte e Ianah Maia comandam roda de conversa na Galeria Marco Zero</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 20:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Galeria Marco Zero, em Boa Viagem, sedia quinta-feira (9), a partir das 18h, uma roda de conversa com os artistas visuais Bozó Bacamarte e Ianah Maia, com mediação da curadora Galciani Neves. O evento, aberto ao público e gratuito, é parte da programação da coletiva Eu não enterrei meu umbigo aqui, que está em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_99432" aria-labelledby="figcaption_attachment_99432" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Nando Chiappetta/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Expo-Eu-nao-entereerio-meu-umbigo-aqui-_-Galria-MArco-Zero_FOTO-NANDO-CHIAPPETTA-3-Grande.jpg"><img class="size-medium wp-image-99432" alt="Nando Chiappetta/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Expo-Eu-nao-entereerio-meu-umbigo-aqui-_-Galria-MArco-Zero_FOTO-NANDO-CHIAPPETTA-3-Grande-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O bate-papo faz parte da programação da mostra coletiva &#8220;Eu não enterrei meu umbigo aqui&#8221;, que está em cartaz no espaço</p></div>
<p>A Galeria Marco Zero, em Boa Viagem, sedia quinta-feira (9), a partir das 18h, uma roda de conversa com os artistas visuais Bozó Bacamarte e Ianah Maia, com mediação da curadora Galciani Neves. O evento, aberto ao público e gratuito, é parte da programação da coletiva <em>Eu não enterrei meu umbigo aqui</em>, que está em exposição no espaço. A mostra, em cartaz até 8 de abril, busca refletir sobre as reais e diferentes formas como aconteceram os fluxos migratórios do Brasil. No encontro, serão compartilhados os processos de criação dos trabalhos que integram a mostra e debatidas as relações entre corpo e território e as percepções sobre o lugar de origem e suas implicações na produção artística.</p>
<p><strong>ARTISTAS -</strong> Grafiteiro, pintor, artista visual, o recifense Bozó Bacamarte tem obras com influência da xilogravura &#8211; como as produzidas pelos mestres Gilvan Samico e J. Borges, além de elementos do Movimento Armorial criado por Ariano Suassuna, sendo o povo nordestino um tema recorrente em seu trabalho. Também nascida na capital Pernambucana, Ianah Maia é artista visual e técnica em agroecologia. Seu trabalho abrange auto-retratos fotográficos, pinturas e arte urbana que revelam um olhar cuidadoso e lúdico para pequenas belezas cotidianas, buscando reconhecer as intersecções entre natureza, cultura, corpo e território e fazendo uso da geotinta, técnica de pintura com tintas artesanais feitas a partir de pigmentos minerais naturais.</p>
<p><strong>MEDIADORA E CURADORA -</strong> Cearense radicada em São Paulo, Galciani Neves é curadora, professora e pesquisadora no campo das artes visuais. Obteve o título de mestre (2009) em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. É autora do livro <em>Exercícios críticos: gestos e procedimentos de invenção</em> (EDUC, 2016, com auxílio FAPESP). Foi coordenadora da Escola Entrópica (Instituto Tomie Ohtake &#8211; SP). Trabalhou em instituições como a Fundação Bienal de São Paulo, Instituto Tomie Ohtake e MuBE (Museu Brasileiro da Escultura e da Ecologia). Também foi professora colaboradora do Mestrado em Artes da Universidade Federal do Ceará. Atualmente, é professora do Curso de Artes Visuais e da Pós-Graduação em Práticas Artísticas Contemporâneas na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), na Escola Tomie, bem como é uma das consultoras-colaboradoras artístico-pedagógicas da Biblioteca-Floresta, trabalho sócio-artístico-ambiental de Simone Moraes, em Goiás.</p>
<p><strong>GALERIA MARCO ZERO -</strong> Comandada por Eduardo Suassuna e Marcelle Farias, a Galeria Marco Zero reúne um acervo de diversas vertentes, expressões, períodos e estilos. Entre os destaques, a representação do espólio do pernambucano Gilvan Samico, e a preservação e difusão de nomes do quilate de Abelardo da Hora, Cícero Dias, Gil Vicente, Francisco Brennand, Burle Marx, Vicente do Rego Monteiro, Tereza Costa Rêgo, Reynaldo Fonseca, Lula Cardoso Ayres, Carybé, Di Cavalcanti, Portinari, Tomie Ohtake, Abraham Palatnik, Rubem Valentim, José Cláudio e João Câmara.</p>
<p>A galeria também se corresponde com movimentos mais contemporâneos apresentando trabalhos de Tunga, Miguel Rio Branco, Paulo Pasta, José Damasceno, Rodrigo Andrade, Túlio Pinto, Emmanuel Nassar, Felipe Cohen, Tatiana Blass, Tulio Pinto, Paulo Whitaker. Também representa jovens artistas locais como Ramonn Veitez e Rayana Rayo, cujos trabalhos estão focados no desenvolvimento de suas poéticas e conectados com questões fundamentais da atualidade. A Marco Zero também abriga uma biblioteca especializada, inclusiva e em constante formação, contribuindo para o exercício da diversidade e a construção e difusão do conhecimento. Fomentar a produção local e descentralizar a circulação da arte para além do eixo Rio-São Paulo ao tempo que estabelece conexões entre a criação local e expoentes nacionais é um dos propósitos do espaço.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Roda de Conversa com os artistas visuais Bozó Bacamarte e Ianah Maia. Mediação de Galciani Neves<br />
Quando: 9 de março de 2023 (quinta-feira), às 18h<br />
Onde: Galeria Marco Zero (Avenida Domingos Ferreira, nº 3393, Boa Viagem &#8211; Recife/PE)<br />
Acesso gratuito</p>
<p>Exposição ‘Eu não enterrei meu umbigo aqui’ &#8211; curadoria de Galciani Neves<br />
Visitação até 8 de abril (sábado) &#8211; segunda a sexta-feira, das 10h às 19h | sábado e domingo, das 10h às 17h<br />
Acesso gratuito<br />
Onde: Galeria Marco Zero (Avenida Domingos Ferreira, nº 3393, Boa Viagem &#8211; Recife/PE)</p>
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		<title>Galeria Marco Zero inaugura a exposição &#8220;João Câmara, nota nova &#8211; Ecos de 1967&#8243;</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2022 13:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[galeria marco zero]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[João Câmara nota nova - Ecos de 1967]]></category>

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		<description><![CDATA[A Galeria Marco Zero abre, nesta quinta-feira (19), a partir das 19h, a exposição “João Câmara, nota nova &#8211; Ecos de 1967”, que conta com curadoria de Cristiana Tejo. A mostra celebra o artista paraibano radicado em Pernambuco, ao apresentar uma seleção de trabalhos do período de 1965 até 1971, traçando um panorama do início [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/QUADRO-MONTADO-DIG.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-93811" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/QUADRO-MONTADO-DIG-607x361.png" width="607" height="361" /></a></p>
<p>A Galeria Marco Zero abre, nesta quinta-feira (19), a partir das 19h, a exposição “João Câmara, nota nova &#8211; Ecos de 1967”, que conta com curadoria de Cristiana Tejo. A mostra celebra o artista paraibano radicado em Pernambuco, ao apresentar uma seleção de trabalhos do período de 1965 até 1971, traçando um panorama do início da construção da poética do pintor e seus principais interesses, ângulo pouco mostrado em suas mostras individuais.</p>
<p>O ponto de partida desta exposição é o grande prêmio recebido por João Câmara no IV Salão Nacional de Brasília, em 1967, desbancando artistas mais renomados no período como Aloísio Carvão, Lothar Charoux e Hélio Oiticica (que ganhou referência especial do júri). A obra que constitui o corpo principal da mostra é ‘Exposição e motivos da violência’, de 1967, o tríptico vencedor e inédito no Recife. A exibição segue até o dia 23 de julho, com o horário de funcionamento de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e fins de semana das 10h às 17h, na Galeria Marco Zero, que fica localizada na Av. Domingos Ferreira, nº 3393, Boa Viagem, Recife/PE.</p>
<p><strong>TRAJETÓRIA -</strong> João Câmara, iniciou os estudos no curso livre de Pintura da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Pernambuco entre 1960 e 1963. Na mesma década, seus trabalhos ficaram conhecidos pelas figuras humanas com representações de corpos fragmentados, o que conferiu um caráter peculiar aos seus trabalhos. Na década subsequente, ele inicia a série ‘Cenas da Vida Brasileira 1930/1954’ (1974-1976), que hoje configura seu conjunto de obras mais famoso, como também ‘Dez Casos de Amor e uma Pintura de Câmara’ (1977-1983), do mesmo período. Em 1986, cria ‘O Olho de meu Pai sobre a Cidade’, em que faz uma homenagem a seu pai e à cidade do Recife, se aproximando mais da cidade, artisticamente. Já no início dos anos 2000, concluiu a série ‘Duas Cidades’, que tem como cenário as cidades de Recife e Olinda; esta última, cidade de domicílio do artista atualmente.</p>
<p><strong>PREMIADO -</strong> O painel ‘Exposição e motivos da violência’, de 1967, recebeu o Grande Prêmio da edição do ano do Salão de Brasília, o de maior credibilidade da época. Segundo a curadora Cristiana Tejo, esta é uma obra que nunca foi mostrada no Recife, pois foi um prêmio de aquisição e entrou na coleção oficial do Distrito Federal. “Na época, João Câmara tinha apenas 23 anos e seu conjunto de trabalhos apresentados no certame foi considerado a nota nova do Salão, uma grande novidade, daí a inspiração para o nome da exposição. Essa é a obra principal da exposição no Recife, ela marca o início da organização do vocabulário plástico”, conta Tejo.</p>
<p><strong>CURADORA -</strong> Recifense, pesquisadora e ex-diretora Diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Cristiana Tejo já conhecia a maioria das obras de Câmara, mas desde que iniciou seus trabalhos no universo da arte, nunca havia realizado uma exposição dele. Além de ter a intenção de reafirmar o virtuosismo do artista, a curadora, com senso aguçado de oportunidade histórica, traz uma um novo olhar para a sua produção e destaca o caráter único desta exibição. Segundo ela, nessa mostra há muitas pinturas que integram acervos diversos, mas nunca foram mostradas juntas, principalmente lado a lado com a obra central ‘Exposição e motivos da violência’. “Praticamente todos os trabalhos expostos são de coleções encontradas em locais variados de Pernambuco, mas a obra principal veio do Museu de Brasília e é a partir dela que o projeto curatorial começou. Ela é a gênese artística do João Câmara”, diz Tejo. Ela ainda coloca um olhar reflexivo para essas produções de 1965 até 1971, cuja narrativa segue tendo como pano de fundo as discussões a respeito da inserção e visibilidade da arte do Nordeste, e traz questionamentos como ‘O que essas pinturas e esse contexto iluminam nossa realidade atual?’.</p>
<p><strong>MARCO -</strong> A mostra ‘João Câmara, nota nova &#8211; Ecos de 1967’ ao mesmo tempo em que evidencia a “autêntica plasticidade” de um dos maiores artistas brasileiros, suscita reflexões sobre questões políticas e sociais atuais. “Com tanto apreço e, mesmo diretamente de Lisboa, Cristiana propõe reavivar esse marco da história da arte brasileira com a contribuição de João Câmara, trazendo luz e reflexão aos acontecimentos de hoje”, elucida, Marcelle Farias, galerista da Marco Zero. “Sobretudo, esta exposição reforça o compromisso da Galeria Marco Zero em realizar um amplo programa de atividades, incluindo importantes mostras institucionais, visando a democratização da arte em um lugar de encontro”, complementa o galerista Eduardo Suassuna.</p>
<p><strong>GALERIA -</strong> Comandada por Eduardo Suassuna e Marcelle Farias, a Galeria Marco Zero ocupa um espaço de 600m² dividido em três espaços expositivos que recebem uma programação artística baseada na pesquisa curatorial e com uma abordagem voltada para um público plural. No acervo potente e sofisticada reserva técnica, a galeria reúne obras de diversas vertentes, expressões, períodos e estilos. Entre os destaques, a representação do espólio do pernambucano Gilvan Samico, e a preservação e difusão de nomes do quilate de Abelardo da Hora, Cícero Dias, Gil Vicente, Francisco Brennand, João Câmara, José Cláudio, Burle Marx, Vicente do Rego Monteiro, Tereza Costa Rêgo, Reynaldo Fonseca, Lula Cardoso Ayres, Bajado, Di Cavalcanti, Portinari, Tomie Ohtake, Rubem Valentim, entre outros.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição “João Câmara, nota nova &#8211; Ecos de 1967”, com curadoria de Cristiana Tejo<br />
Galeria Marco Zero (Avenida Domingos Ferreira, nº 3393 &#8211; Boa Viagem &#8211; Recife/PE)<br />
Abertura: 19 de maio (quinta-feira), às 19h<br />
Visitação: 19 de maio a 23 de julho de 2022 | segunda a sexta-feira, das 10h às19h | sábado e domingo, das 10h às 17h</p>
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