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	<title>Portal Cultura PE &#187; Galiléia</title>
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		<title>Para montar e desmontar o Sertão</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 01:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4322" aria-labelledby="figcaption_attachment_4322" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2012/05/sertões-estrangeiros.jpg"><img class="size-medium wp-image-4322" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2012/05/sertões-estrangeiros-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Sertões estrangeiros”, com o escritor Ronaldo Correia de Brito (dir.) e jornalista Fabiana Moraes (centro), sob mediação de Schneider Carpegianni</p></div>
<p>O que é sertão? Contemporâneo, ultrapassado, mítico, sem tempo? De que matéria é feito, que cara tem? Qual a sua influência sobre a expressão artística de quem nasce ou vive aí? Essas perguntas foram feitas, direta ou indiretamente, na mesa de debates “Sertões estrangeiros”, de ontem (19/05), com a participação da jornalista Fabiana Moraes e do escritor Ronaldo Correia de Brito, e mediada por Schneider Carpeggiani.</p>
<p>Tanto a jornalista quanto o escritor, cada um dentro das possibilidades que cabem nos seus exercícios, experimentam lançar um olhar diverso sobre o sertão em seus trabalhos. Veja um pequeno depoimento dos convidados falando sobre o sertão nos seus livros:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/qWBd94hUW6g" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/tT9ewBa3lDE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O sertão que mudou, que incorporou elementos urbanos e que já não tem mais correspondência com a ideia do lugar prevalentemente agrário, esteriotipado e fechado ao que é moderno. Essa foi a tônica da mesa, que mexeu com qualquer ideia pronta sobre o sertão e os sertanejos. Diante disso, Fabiana Moraes fala da necessidade de desmonte da ideia pré-concebida de uma arte brasileira ou sertaneja. Ou seja, de uma arte que se engessa e se curva diante de um modelo. Mas um desmonte que não seja negação, e sim um forma não viciada de olhar e tratar o tema.</p>
<p>Ronaldo Correia de Brito fala dos personagens estereotipados da dita literatura regionalista, e da emergência de reinventar esses modos de ver o sertão. Para ele, o sertão mudou. “Então é natural que tudo isso mude, e que a literatura, a música, a poesia popular, não continuem investindo numa ética não existente. Insitindo num naturalismo não mais existente. Copiando este modelo, este esteriótipo de mundo, de personagens”, afirma.</p>
<p>Ouça também um trecho de<em> Galiléia</em> (de Ronaldo Correia de Brito) e de <em>Os Sertões</em> (livro-reportagem de Fabiana Moraes), lidos pelos próprios autores durante a mesa:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/2m19rBzzm8U" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/A-p3ixJrltQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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