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	<title>Portal Cultura PE &#187; Galo Preto</title>
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		<title>Cultura popular e literatura mudam rotina escolar em Gameleira</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 14:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho A Escola de Referência em Ensino Médio Dr. Jaime Monteiro, em Gameleira, na Mata Sul de Pernambuco, recebeu na manhã da sexta-feira (7), a programação do projeto Outras Palavras. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, contou com cerca de 150 estudantes, oriundos das instituições EREM Dr. Jaime Monteiro, Escola [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47459" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-01-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p align="right"><i>Por Roberto Moraes Filho</i></p>
<p style="text-align: justify;">A Escola de Referência em Ensino Médio Dr. Jaime Monteiro, em Gameleira, na Mata Sul de Pernambuco, recebeu na manhã da sexta-feira (7), a programação do projeto <strong>Outras Palavras.</strong> A iniciativa, promovida pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, contou com cerca de 150 estudantes, oriundos das instituições EREM Dr. Jaime Monteiro, Escola Estadual Nossa Senhora da Penha e Escola Municipal Dom Felipe.</p>
<div id="attachment_47460" aria-labelledby="figcaption_attachment_47460" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-47460" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade</p></div>
<p style="text-align: justify;">Iniciando o ciclo de atividades, Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe e idealizadora do projeto Outras Palavras, fez a doação de kits literários contendo obras vencedoras do Prêmio Pernambuco de Literatura, além do livro ‘Patrimônios Vivos de Pernambuco’ (2014), de autoria da pesquisadora Maria Alice Amorim, para as bibliotecas de cada instituição de ensino presentes nesta edição, que contou com a participação da secretária de Educação de Gameleira, Fabíola Nunes. <i>“Nós conseguimos atingir este ano a marca de mais de 220 escolas contempladas pelo projeto, em todas as regiões do Estado de Pernambuco e já temos uma programação intensa agendada para neste primeiro semestre”</i>, informou Antonieta. <i>“Tendo em seu aspecto de resistência, o ‘Outras Palavras’ visa que os estudantes da rede pública de ensino tenham acesso à arte e à cultura, para que possam ampliar seus repertórios e dominar, por exemplo, conhecimentos ligados à cultura popular e literatura, através da oportunidade de participarem de bate-papo com escritores premiados e Patrimônios Vivos do Estado”</i>, ressaltou.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47462" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, os estudantes participaram de um bate-papo literário mediado pelo jornalista e cineasta Marcos Enrique Lopes, com a escritora, pesquisadora e professora de literatura da Universidade Federal de Pernambuco, Luzilá Gonçalves, que falou um pouco sobre seu processo de criação literária, sendo autora de dez livros, entre eles ‘Muito Além do Corpo’ e ‘<em>A Anti</em>-<em>Poesia de Alberto</em> Caeiro’. Natural da cidade de Garanhuns, no Agreste, Luzilá ocupa a cadeira de nº 38 da Academia Pernambucana de Letras, instituição da qual também é vice-presidente.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Luzila-Goncalves-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone  wp-image-47463" title="Luzilá Gonçalves" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Luzila-Goncalves-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><i>“Eu ensinava literatura brasileira há muitos anos e quando comecei, achava que existiam poucas mulheres escrevendo. No século 19, ninguém. No final do século XIX, surgia a escritora Francisca Júlia. Mas foi no século XX, que então começamos a ver mulheres como Rachel de Queiroz e Cecília Meireles escrevendo. Então, eu me impressionei com isso e comecei a fazer pesquisas, e descobri que aqui em Pernambuco havia uma quantidade enorme no século XIX de mulheres escrevendo, entre elas poetisas e jornalistas. Havia jornais em que mulheres publicavam desde 1810, lutando para que as mulheres tivesses acesso ao ensino, coisa que não existia à época&#8221;,</i> destacou Luzilá.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o contato com a literatura, Luzilá foi enfática: <i>“No meu caso, por que é que eu escrevo? Tenho dez romances publicados, além de vários livros de pesquisa, uns 30 ao todo. E aí, por que? A gente escreve porque a vida não basta. A gente quer mais, quer conhecer mais coisas, mais sobre os seres humanos e se conhecer também. E é o que acontece quando você pega um livro, você vai descobrir um outro jeito de ver o mundo, outro jeito de julgar as pessoas e um outro jeito de se entender. Porque o escritor, quando ele escreve, está tentando dizer aquele mundo que está lá dentro e que não é essa realidade muito banal da gente. Quando você pega um livro ou o escreve, é porque você quer um pouco mais do que a banalidade</i>.<i> A leitura proporciona assumirmos outras vozes. Em outras palavras, por exemplo, que é muito mais brando do que o nome do projeto, o escritor e o leitor estão procurando exatamente outros jeitos de dizer ou de se expressar”</i>, resumiu.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47461" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Após o bate-papo literário, o coquista Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco, entrou em cena. Interpretando composições do seu mais novo trabalho musical, o CD ‘Histórias que Andei’, lançado em 2016, Galo Preto animou os presentes com a poética e os repentes de embolada. <i>“Defino este projeto, que participo pela terceira vez, como uma iniciativa bem pensada, que chegou em bom momento e está proporcionando nossa cultura completamente viva para os mais jovens. Isso incentiva os estudantes a cultivarem as nossas raízes artísticas, o que eu acho muito importante e gratificante”</i>, comentou com animação.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47464" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para<i> a </i>estudante Larissa Cauani, do EREM Dr. Jaime Monteiro, a participação no projeto serviu de inspiração para toda vida estudantil .<i> “Foi muito interessante a edição do projeto aqui em Gameleira, especialmente por tratar a forma como encaramos a leitura de obras literárias. Gravei muita coisa do que ouvi hoje na memória e espero que a programação volte por aqui mais vezes”</i>, avaliou.</p>
<p style="text-align: justify;">Já para Laura Beatriz, <em>“toda a programação foi muito legal, porque nem sempre temos a oportunidade de ter esse contato mais próximo com uma escritora renomada em nossa cidade. Também adorei a apresentação do mestre Galo Preto, por ele demonstrar a tradição do coco de uma forma muito animada”</em>, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Outras Palavras</strong> segue com sua programação itinerante para Timbaúba, nesta terça-feira, 11 de abril.</p>
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		<title>O rebatismo de Galo Preto</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2016 19:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Tiago Montenegro A praça central da comunidade quilombola Rainha Isabel, na cidade de Bom Conselho, transformou-se em palco para um momento histórico na trajetória artística de um Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Mestre Galo Preto. Nascido em 8 de outubro de 1934, numa localidade próxima dali – o Sítio do Alecrim -, Tomaz Aquino [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Tiago Montenegro<br />
</em></p>
<p>A praça central da comunidade quilombola Rainha Isabel, na cidade de Bom Conselho, transformou-se em palco para um momento histórico na trajetória artística de um Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Mestre Galo Preto. Nascido em 8 de outubro de 1934, numa localidade próxima dali – o Sítio do Alecrim -, Tomaz Aquino Leão voltou à cidade natal no domingo, 13 de novembro de 2016, para lançar o seu primeiro disco autoral, após mais de 70 anos cantando coco de improviso pelo mundo.</p>
<div id="attachment_42045" aria-labelledby="figcaption_attachment_42045" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Montenegro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/galo-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-42045" alt="Tiago Montenegro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/galo-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Coquista voltou à terra natal para lançar seu primeiro disco, &#8216;Histórias que Andei&#8217;</p></div>
<p>&#8220;Tô feliz, alegre por estar pisando no meu solo, que é Rainha Isabel”, contou o mestre, entre um e outro preparativo para inaugurar, aos 82 anos, um novo momento em sua vida. “Fiz tanta coisa por aí, tantas apresentações, programas de televisão, mas o show importante é esse de hoje.”</p>
<p>Aos oito anos de idade, Galo mudou-se para Garanhuns com a família, incluindo os irmãos repentistas Preto Limão e Curió. Foi lá que, com nove anos, ao ver a mãe matando uma galinha, soltou sua primeira embolada: “eu nunca vi uma pinta que nem aquela, minha mãe matou a pinta pra fazer a cabidela”. <i>A Pinta</i>, primeira composição do mestre, é uma das doze canções que integram o álbum “Histórias que Andei”.</p>
<div id="attachment_42046" aria-labelledby="figcaption_attachment_42046" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Montenegro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/galo-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-42046" alt="Tiago Montenegro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/galo-3-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Público do show, que encerrou os festejos da padroeira da comunidade</p></div>
<p>Histórias. Muitas delas revisitaram o pensamento de Galo na noite do dia 13. “Meu pai, João Leão, foi fundador daqui, era muito respeitado. Lembro de uma vez, eu ainda criança, vi um homem <i>dando</i> em uma mulher na feira, saí correndo pra chamar ele. Quando chegou, muito corajoso, tomou logo o punhal do cara, chegou e resolveu!”</p>
<div id="attachment_42047" aria-labelledby="figcaption_attachment_42047" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Montenegro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/galo-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-42047" alt="Tiago Montenegro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/galo-2-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Antes do show, Galo conversou com os conterrâneos</p></div>
<p>Foi também no povoado rural que, com poucos meses de vida, “a prima Carminha” apresentou o bebê Tomaz para o batismo. “Minha <i>madrinha de apresentar</i>, como se dizia na época, ainda mora aqui, tá velhinha a <i>bichinha</i>”. Oito décadas depois, Galo comemora o que considera, enfim, seu batismo como artista. “O carro-chefe de um artista é o disco, a gravação. O batismo do artista é a gravação de um disco. Depois de tanto tempo, tô me registrando para o povo agora.”</p>
<p>Essa alegria que só sente quem, de fato, tem orgulho em se apresentar para o povo, marcou todo o show do mestre. Acompanhado por jovens músicos, além de cantoras e dançarinas de coco, o mestre provou, no palco, que sua memória também segue afinada: “Toda a minha vida fiz música de improviso, imagine só, agora, depois de oitenta anos, ter que decorar aquilo que invento pra poder cantar e não fazer feio”, revela.</p>
<p>Pois fez foi bonito! E bem acompanhado por duas mestras da tradição, as olindenses Ana Lúcia e Aurinha do Coco. “Toda vez que Galo Preto me chamar pra subir num palco com ele, eu vou. Também fico feliz por essa realização porque <i>eu venho</i> dele, sou mestra, mas <i>vim</i> dele”, narra Aurinha, reverenciando o coquista.</p>
<p>Entre o público presente, a agente comunitária de saúde Juliana Moraes também gostou da apresentação. “Já o conhecia do Festival de Inverno de Garanhuns, não sabia que ele era daqui, que coisa boa! É muito bom ver nossa cultura popular, esses nossos mestres se apresentando, especialmente para as crianças verem”, avaliou, ao final do show.</p>
<div id="attachment_42049" aria-labelledby="figcaption_attachment_42049" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Montenegro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/galo-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-42049" alt="Tiago Montenegro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/galo-5-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Com a mestra Ana Lúcia, a filha Lucinha, a mestra Aurinha do Coco e o fã que garantiu o primeiro disco do mestre</p></div>
<p><strong>O disco</strong></p>
<p>Com shows de lançamento apoiados pelo Sistema Secult e Fundarpe, ‘Histórias que Andei’ teve patrocínio do programa Rumos Itaú Cultural, conta com 12 faixas e foi gravado, masterizado e mixado no Fábrica Estúdios. “O pessoal ficou bastante encantado com minha habilidade no improviso. Eu só pedia pra soltarem o refrão e ligarem os microfones pra eu começar a puxar os versos, que saiam naturalmente. Tudo feito na hora. Quando eu paro pra ouvir as músicas, penso que ninguém vai acreditar que aquilo foi feito na base da improvisação”, brinca o mestre.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28323724260_dd4e8da1fa_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-39229" alt="Foto: Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28323724260_dd4e8da1fa_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Uma nova geração de músicos acompanha o mestre nos palcos. O grupo é formado por nomes como Emerson Santana, Paulinho Ogã, Dinda Salu, Italo Costa, Jaene Pereira, Lucinha Leão, Gabriela Sampaio, Surama Ramos, Valeria Wanda e Mirela Cavalcanti. “Eu fico muito admirado com essa adesão dos músicos da nova geração ao coco, porque eles não vão deixá-lo morrer”, comenta, satisfeito. A produção musical do disco é de Hugo Nascimento e o próprio mestre assina a direção. Os arranjos foram feitos com pandeiros, sanfona e o tradicional coco de trava-língua, raramente executado hoje em dia, mas sempre presente no repertório do mestre. A partir de dezembro, o público poderá adquirir o álbum e também escutá-lo nas principais plataformas de <em>streaming</em>.</p>
<p>Depois do show de lançamento no Recife, marcado para o próximo dia 1º de dezembro, Galo Preto embarca para São Paulo, onde também lançará o álbum, no dia 17/12, no Itaú Cultural.</p>
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		<title>Cerimônia no Recife reverencia Xangô</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2016 14:32:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há 71 anos, o terreiro de Mãe Amara, em Dois Unidos (Recife) realiza o Amalá de Xangô &#8211; O Banquete do Rei&#8221;. Em mais uma edição, o evento que celebra a tradição nagô vai contar com a parceria do Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe. O Amalá de Xangô é um ritual devotado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há 71 anos, o terreiro de Mãe Amara, em Dois Unidos (Recife) realiza o Amalá de Xangô &#8211; O Banquete do Rei&#8221;. Em mais uma edição, o evento que celebra a tradição nagô vai contar com a parceria do Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe.</p>
<div id="attachment_27715" aria-labelledby="figcaption_attachment_27715" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19237992934_4f4524b5d6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27715" alt="Léo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19237992934_4f4524b5d6_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, mestre Galo Preto é um dos convidados da celebração</p></div>
<p>O Amalá de Xangô é um ritual devotado a esta divindade. Consiste na preparação e oferenda de comidas votivas: o amalá e o beguirí. Dentro do contexto realizado, o Amalá de Xangô é considerado uma celebração específica para o Orixá do fogo e a realização da ação assume um caráter festivo, no qual confraternizam a divindade e os filhos de santo. “Celebrem, Xangô está em terra!”, comunicou no ano de 2014 com grande entusiasmo a Yiakekerê Maria Helena Sampaio, após consultar os búzios para a feitura do banquete.</p>
<p>A realização anual da cerimônia é um rito especifico (em suas particularidades) do Terreiro de Mãe Amara que celebra e dá novo significado ao espaço-tempo sagrado. Além de apresentações culturais, a cerimônia também vai servir comida-ritual, um convite à comunhão e à dança. Saiba mais sobre a a celebração <strong><a href="https://www.facebook.com/ileobaaganjuokoloyaoficial/" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
<p><em id="__mceDel"><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/amala-de-xango.jpg"><img class="size-medium wp-image-37439 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/amala-de-xango-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a></strong></em></p>
<p>Em 2014, a celebração do Amalá de Xangô do Terreiro de Mãe Amara foi reconhecida pelo Prêmio Patrimônio Cultural dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana &#8211; 2014, promovido pelo IPHAN.</p>
<p><strong>Amalá de Xangô &#8211; O banquete do Rei</strong><br />
Sábado, 25 de junho<br />
Terreiro de Mãe Amara (Av. Hildebrando de Vasconcelos, 231, Dois Unidos – Recife)<br />
Atrações: Mestre Galo Preto, Balé Ajô Nagô, Coco Chapéu de Palha e Grupo Xirê</p>
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		<item>
		<title>Literatura e cultura popular marcam segunda edição do projeto &#8220;Outras Palavras&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2016 17:31:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A união da Literatura com a Cultura Popular. É assim que podemos definir o lançamento da segunda edição do projeto Outras Palavras, que aconteceu na tarde da quinta-feira (7/4), no auditório do Instituto Federal de Pernambuco, na Cidade Universitária (Recife). Com a participação dos ganhadores do 1º Prêmio Pernambuco de Literatura, Delmo Montenegro e Bruno [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_35317" aria-labelledby="figcaption_attachment_35317" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/mestre-galo-preto-outras-palavras-ifpe-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-35317" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/mestre-galo-preto-outras-palavras-ifpe-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Galo Preto abrilhantou a cerimônia com seus cocos e repentes</p></div>
<p>A união da Literatura com a Cultura Popular. É assim que podemos definir o lançamento da segunda edição do projeto <em>Outras Palavras</em>, que aconteceu na tarde da quinta-feira (7/4), no auditório do Instituto Federal de Pernambuco, na Cidade Universitária (Recife). Com a participação dos ganhadores do 1º Prêmio Pernambuco de Literatura, Delmo Montenegro e Bruno Liberal, da poetisa Cida Pedrosa e do mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo de nosso Estado, o evento marcou a entrega de 240 publicações, entre livros de contos, poesia, romance e narrativa de patrimônios culturais, que, a partir de agora, integrarão o acervo das bibliotecas do IFPE no Recife, Olinda, Abreu e Lima, Ipojuca, Barreiros, Paulista, Igarassu, Pesqueira, Afogados de Ingazeira, Belo Jardim, Caruaru, Garanhuns, Vitória de Santo Antão, Cabo de Santo Agostinho, Jaboatão dos Guararapes e Palmares. <em>“Esse projeto atende a duas perspectivas. Uma de fazer com que cada vez mais os estudantes desenvolvam o hábito da leitura e a outra é incentivar a leitura de obras de autores pernambucanos”</em>, disse a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p>Coordenadora do projeto, a vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, destacou a presença dos autores no encontro e disse que a intenção do Outras Palavras &#8220;é<em>, cada vez mais, aproximar as escolas de pautas vinculadas à cultura e à arte</em>&#8220;. Já o secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja, parabenizou a equipe que encabeça o <em>Outras Palavras</em> e enfatizou que a iniciativa, ao promover essa integração entre vários campos do saber, auxilia o &#8220;<em>desenvolvimento do senso dos alunos e permite que eles criem, através da literatura, mecanismos para defender os valores mais elevados da natureza humana, como respeito, tolerância e compaixão pelo semelhante</em>&#8220;.</p>
<div id="attachment_35328" aria-labelledby="figcaption_attachment_35328" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/lancamento-outras-palavras-ifpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-35328" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/lancamento-outras-palavras-ifpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O secretário Marcelino Granja fez questão de ressaltar o papel da literatura na formação do senso crítico dos alunos</p></div>
<p>A diretora de extensão do IFPE, Jeanne Medeiros. agradeceu a doação e frisou que a difusão/valorização da cultura é um dos princípios basilares da instituição de ensino. “<em>Para nós, que fazemos o IFPE, é uma felicidade muito grande recebermos esses kits. Esperamos que, com isso, possamos estimular ainda mais o interesse dos alunos pela literatura e fazer com que futuramente alguns deles se tornem autores também”,</em> disse.</p>
<div id="attachment_35329" aria-labelledby="figcaption_attachment_35329" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/outras-palavras-bruno-liberal-cida-pedrosa-delmo-montenegro-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-35329" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/outras-palavras-bruno-liberal-cida-pedrosa-delmo-montenegro-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O debate reuniu os escritores Bruno Liberal, Cida Pedrosa e Delmo Montenegro</p></div>
<div id="attachment_35330" aria-labelledby="figcaption_attachment_35330" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/outras-palavras-grupo-Arte-em-Movimento-ifpe-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-35330" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/outras-palavras-grupo-Arte-em-Movimento-ifpe-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Arte em Movimento criou uma performance cênica para os poemas do livro Rinoceronte Dromedário, do poeta pernambucano Helder Herik</p></div>
<p>A programação ainda contou com um debate entre os escritores vencedores da primeira edição do Prêmio Pernambuco de Literatura, Bruno Liberal e Delmo Montenegro. A conversa, que teve a participação dos estudantes, foi mediada pela escritora Cida Pedrosa, amiga de longa data dos autores convidados. Integrantes do grupo Arte em Movimento, do Campus Recife, também apresentaram a performance baseada no livro <em>Rinoceronte Dromedário</em>, de autoria do poeta pernambucano Helder Herik.</p>
<p>A cerimônia foi encerrada com uma apresentação do mestre de coco Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que deixou todo mundo encantado com seus repentes e cocos bem humorados e cheios de cadência.</p>
<p><b>O projeto -</b> <i>Outras Palavras</i> é uma ação continuada e estratégica da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura. Em 2015, ano de seu lançamento, o projeto atingiu estudantes e professores de 120 Escolas Técnicas e de Referência da Região Metropolitana do Recife, com a entrega de 1.440 livros para as bibliotecas desses centros educacionais.</p>
<p><strong>Confira a lista dos livros entregues pelo Governo do Estado ao IFPE:</strong></p>
<p>1) <strong>O livro de Corintha</strong>, de Fernando Monteiro (romance)<br />
2) <strong>Recife, No Hay</strong>, de Delmo Montenegro (poesia)<br />
3) <strong>Discursos e Anatomias</strong>, de Joseilson Ferreira (poesia)<br />
4)<strong> O Metal de que somos feitos,</strong> de Walther Moreira Santos (contos)<br />
5) <strong>Olho morto amarelo</strong>, de Bruno Liberal (contos)<br />
6) <strong>Dois nós na gravata</strong>, de Rômulo César Melo (contos)<br />
7) <strong>Rinoceronte Dromedário</strong>, de Helder Herik (poesia)<br />
8) <strong>Associação Robert Walser para Sósias Anônimos</strong>, de Tadeu Sarmento (romance)<br />
9) <strong>Ascensão e queda</strong>, de Wander Shirukaya (romance)<br />
10) <strong>êxodo,</strong> de Carlos Gomes (poesia)<br />
11) <strong>Caninos amarelados</strong>, de Mario Filipe Cavalcanti (contos)<br />
12) <strong>Manuscritos em grafite</strong>, de Rejane Pachoal (contos)<br />
13) <strong>Watsu</strong>, de José Juva (poesia)<br />
14) <strong>Nós, os bichos</strong>, de Luiz Coutinho Dias Filho (contos)<br />
15) <strong>Patrimônios Vivos de Pernambuco</strong>, de Maria Alice Amorim (Secult-PE e Fundarpe)</p>
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		<title>Coco pernambucano anima véspera do Carnaval em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2016 21:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[O Mercado da Ribeira, em Olinda, acolhe a partir desta quarta-feira (3), mais um imperdível Encontro de Coco, evento que tradicionalmente acontece às vésperas do Carnaval na cidade. Serão 24 atrações até a quinta-feira (4), entre mestres e mestras do ritmo; grupos de diferentes cidades pernambucanas, como Arcoverde e Aliança; além de um patrimônio vivo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Mercado da Ribeira, em Olinda, acolhe a partir desta quarta-feira (3), mais um imperdível Encontro de Coco, evento que tradicionalmente acontece às vésperas do Carnaval na cidade.</p>
<p>Serão 24 atrações até a quinta-feira (4), entre mestres e mestras do ritmo; grupos de diferentes cidades pernambucanas, como Arcoverde e Aliança; além de um patrimônio vivo do estado, o Mestre Galo Preto, que abre a programação. Estre ano, o legado de Dona Selma do Coco e do Mestre Pombo Roxo, ambos falecidos em 2015, será reverenciado em todas as apresentações.</p>
<div id="attachment_31985" aria-labelledby="figcaption_attachment_31985" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Coco-Irmas-Lopes-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-31985" alt="Foto: divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Coco-Irmas-Lopes-divulgacao-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Samba de Coco Irmãs Lopes é uma das atrações da quarta-feira (3/2).</p></div>
<p>Seja de roda, de umbigada, samba ou embolada, o coco segue animando terreiros por todo o estado, se renovando pela dedicação de jovens apaixonados pela tradição. É o caso de Werner Ferlos, do Samba de Coco Irmãs Lopes. O grupo é uma das atrações da quarta-feira (3) e vai subir ao palco para apresentar o repertório do seu primeiro CD, o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/musica/samba-de-coco-irmas-lopes-lancara-o-seu-primeiro-cd/" target="_blank"><em>Anda a Roda</em></a>. <em>&#8220;Estamos ansiosos e animados, vai ser nosso segundo ano no Encontro, que é uma oportunidade muito boa para troca de saberes e da nossa cultura, já que todas as vertentes do coco estarão presentes&#8221;</em>, destaca o jovem cantor do Coco arcoverdense.</p>
<p>Outra jovem coquista que estará mais uma vez presente ao Encontro é Elaine Gomes, aprendiz griô da mestra Ana Lúcia (Raízes do Coco). Aos 27 anos de idade, sendo 10 de envolvimento com a tradição, Elaine fala do atual momento do grupo, que é símbolo de resistência cultural e atuação social no Amaro Branco, em Olinda: <em>&#8220;Estamos conseguindo nos observar melhor, observar o bairro e a nossa mestra, que vai completar 73 anos. O que apresentamos no palco é resultado desses momentos nossos, de histórias engraçadas que viram composições, são cocos que fazemos com ela ou para ela&#8221;</em>, conta.</p>
<div id="attachment_33611" aria-labelledby="figcaption_attachment_33611" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/ana-lucia-raizes-coco.jpg"><img class="size-medium wp-image-33611" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/ana-lucia-raizes-coco-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Ana Lúcia e Raízes do Coco se apresentam na quinta-feira, às 22h</p></div>
<p>Em mais uma edição, o Encontro de Coco conta com patrocínio do Governo de Pernambuco (Secult/Fundarpe e Seturel/Empetur) e da Prefeitura de Olinda. Para Márcia Souto, presidente da Fundarpe, <em>&#8220;o objetivo é mesmo congregar todas as vertentes desta expressão em um momento rico de troca e visibilidade para os artistas populares que tanto se dedicam à continuidade das nossas tradições&#8221;</em>. O secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja, destaca que <em>&#8220;são ações como esta que contribuem para a manutenção da nossa identidade cultural e, de uma maneira decisiva, com o perfil do carnaval em Olinda, que segue marcado pelos ritmos e danças da nossa gente&#8221;</em>.</p>
<p><strong>Confira a programação completa do Encontro de Coco e participe!</strong></p>
<p><strong>Quarta-feira, 3/2</strong><br />
18h &#8211; Mestre Galo Preto<br />
18h30 &#8211; Samba de Coco das Irmãs Lopes<br />
19h &#8211; Coco Raízes de Arcoverde<br />
19h30 &#8211; Coco do Mestre Zezinho<br />
20h &#8211; Mano de Baé<br />
20h30 &#8211; Coco do Mestre Juarez<br />
21h &#8211; Coco Popular de Aliança<br />
21h30 &#8211; Mestre Gervásio do Coco<br />
22h &#8211; Arnaldo do Coco<br />
22h30 &#8211; Pacheco Cantador<br />
23h &#8211; Dona Deo do Coco<br />
23h30 &#8211; Mestre Ulisses e Coco de Seu Mané</p>
<p><strong>Quinta-feira, 4/2</strong><br />
18h &#8211; Coco de Roda Raio de Luz<br />
18h30 &#8211; Dona Glorinha do Coco<br />
19h &#8211; Zé de Teté<br />
19h30 &#8211; Coco do Amaro Branco<br />
20h &#8211; Coco dos Pretos<br />
20h30 &#8211; Coco de Mulheres<br />
21h &#8211; Coco Zeca do Rolete<br />
21h30 &#8211; Aurinha do Coco<br />
22h &#8211; Mestra Ana Lúcia e Raízes do Coco<br />
22h30 &#8211; Cila do Coco<br />
23h &#8211; Coco de Umbigada<br />
23h30 &#8211; Coco do Pneu</p>
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		<title>Mestre Galo Preto, patrimônio vivo de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 02:34:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Convidado ilustre do Festival de Inverno de Garanhuns 2015, Mestre Galo Preto conversou sobre a alegria que sente por transmitir o coco às novas gerações, lembrou do começo de sua trajetória artística e narrou um encontro que teve com Luiz Gonzaga. Confira! www.cultura.pe.gov.br/fig2015]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Convidado ilustre do Festival de Inverno de Garanhuns 2015, Mestre Galo Preto conversou sobre a alegria que sente por transmitir o coco às novas gerações, lembrou do começo de sua trajetória artística e narrou um encontro que teve com Luiz Gonzaga.<br />
Confira!<br />
<a href="www.cultura.pe.gov.br/fig2015" target="_blank">www.cultura.pe.gov.br/fig2015</a></p>
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		<title>Mestres do coco pernambucano no palco Pop do FIG 2015</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 20:39:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na noite do dia 19 de julho de 2015, o público do Palco Pop do 25º Festival de Inverno de Garanhuns foi presenteado com a força de mestres da cultura popular pernambucana que integram A Matinada​. Conversamos com os coquistas Mestre Galo Preto (patrimônio vivo), Cícero Gomes, Bio Caboclo, Zé de Teté e o jovem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite do dia 19 de julho de 2015, o público do Palco Pop do 25º Festival de Inverno de Garanhuns foi presenteado com a força de mestres da cultura popular pernambucana que integram A Matinada​.</p>
<p>Conversamos com os coquistas Mestre Galo Preto (patrimônio vivo), Cícero Gomes, Bio Caboclo, Zé de Teté e o jovem Adiel Luna. O resultado é mais um belo registro deste festival tão diverso, que estimula o permanente diálogo entre a tradição e a novidade.</p>
<p>Saiba mais:<strong> <a href="http://bit.ly/1LnTVXN" target="_blank">http://bit.ly/1LnTVXN</a></strong></p>
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		<title>A Matinada reúne mestres do coco pernambucano</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2015 18:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[com informações da assessoria A arte do improviso na ponta da língua é quem vai imperar nesta quarta (1º). Cinco importantes nomes do coco de Pernambuco &#8211; Galo Preto, Zé de Teté, Bio Caboclo, Cícero Gomes e Adiel Luna – se reúnem em torno de um único nome: A Matinada. O novo projeto dos cantadores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/bd58acd2912f03d258bb006e91a4d436.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26774" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/bd58acd2912f03d258bb006e91a4d436-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>com informações da assessoria</strong></em></p>
<p>A arte do improviso na ponta da língua é quem vai imperar nesta quarta (1º). Cinco importantes nomes do coco de Pernambuco &#8211; Galo Preto, Zé de Teté, Bio Caboclo, Cícero Gomes e Adiel Luna – se reúnem em torno de um único nome: <strong>A Matinada</strong>. O novo projeto dos cantadores se apresenta ao público, no Teatro de Santa Isabel, a partir das 19h, para a gravação do DVD ao vivo. Juntos, eles irão reverenciar o coco desde sua forma mais pura e encantadora – como cantiga de trabalho – até como modalidade mais elaborada de rimas e métricas. A gravação do DVD tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. A entrada é gratuita (com retirada dos ingressos uma hora antes do espetáculo, na bilheteria do teatro).</p>
<p>As várias formas de cantar o coco &#8211; Litoral, Zona da Mata, Agreste e Sertão – se encontrarão nas vozes dos cinco artistas, unidos em sua paixão por essa tradição popular que construiu parte de nossas tradições orais e rítmicas. No palco do Santa Isabel, o público fará uma imersão geográfica na brincadeira de cada um dos mestres, que irão passear pela mazurca (do Agreste e Sertão), o trupé (do Sertão e Zona da Mata), a embolada de pandeiro e de viola, o coco de engenho (Zona da Mata), o coco de sala e o coco de obrigação (Agreste, Zona da Mata e Litoral).</p>
<p>Ora todos juntos, ora em duplas, ora apresentando seus trabalhos individuais, os mestres brincam, improvisam e exploram os toques, as pisadas e os versos nas mais diversas métricas e melodias, cantando e encantando. Completam a brincadeira Maureliano Ribeiro – coquista e artesão de instrumentos percussivos de Camaragibe – e os arcoverdenses Iran Calixto, Pecon Calixto e Damares Calixto, que trazem no sangue a linguagem de coquistas mais representativa de Arcoverde.</p>
<p><strong>Galo Preto</strong><br />
É cantador, coquista, repentista, músico, compositor e percussionista. Fluente em vários estilos de coco, o mestre é Patrimônio Vivo de Pernambuco e passeia com destreza pela embolada, pelo coco de pisada e pelas cantigas de bata de feijão. Nascido em 1935, no município de Bom Conselho &#8211; hoje quilombo de Santa Izabel – em Pernambuco, é um dos últimos representantes da tradição do coco daquela região. Na década de 70 ganhou grande visibilidade nacional, apresentando-se em muitos programas de televisão. Galo Preto fez parceria com grandes nomes da música brasileira, como Jackson do Pandeiro, Cauby Peixoto, Arlindo dos Oito Baixos e Luiz Gonzaga. Em 2007, retornou aos palcos, depois de 11 anos afastado, e agora está presente n’ A Matinada.</p>
<p><strong>Zé de Teté</strong><br />
Nasceu no Sítio Araras, município de Limoeiro, no ano de 1944, e começou a cantar e compor nos anos 70, já adulto. Hoje possui mais de duzentas composições, sendo 61 delas gravadas. Seu último CD “O Rei do Coco” foi gravado com apoio do Funcultura. Zé faz shows em grande parte das cidades pernambucanas e sente-se bastante recompensando pela fidelidade de seu público, tornando-se bastante conhecido no cenário sem precisar abandonar sua cidade natal. O coco de São João é o estilo mais explorado no trabalho do mestre.</p>
<p><strong>Bio Caboclo</strong><br />
Sua vocação para repentista apareceu na infância, estimulado pelo pai Zé Caboclo, que o levava nos eventos culturais promovidos em casas de amigos, onde cantava folhetos e versos de coco de roda. Aos 18 anos Bio iniciou sua carreira artística como violeiro, herdando do pai o dom e o apelido &#8216;Caboclo&#8217;. Logo depois, também nesta idade, foi convidado a ser mestre de maracatu e a cantar coco no São João de Lagoa de Itaenga. Bio Caboclo é conhecido como uma lenda viva da Cultura de Pernambuco e domina como ninguém essas três artes poéticas (viola,baque solto e coco de engenho). Nasceu em 1959, natural de Glória do Goitá/PE.</p>
<p><strong>Cícero Gomes</strong><br />
Remanescente do Coco de Raízes, é líder e vocalista do Coco Trupé de Arcoverde, grupo que mantém junto com seus filhos e sua mulher. Ciço, como é mais conhecido, já se apresentou em diversas cidades do país e da Europa, divulgando a cultura arcoverdense e o coco de trupé, de pisada mais forte e acelerada, com influências da musicalidade de tribos xucurus, do xaxado e do samba de roda. O trupé é música e é dança, onde o tamanco de madeira de solado grosso usado pelos coquistas tem importante papel na marcação da batida. Nascido em 1955, começou a cantar aos 5 anos, acompanhado da mãe. Nos anos 60, se dedicou às brincadeiras, cantando músicas tradicionais. Nos anos 70, iniciou a carreira profissional no Coco, com o mestre Ivo Lopes. O primeiro grupo a participar se chamava &#8220;A Caravana&#8221;.</p>
<p><strong>Adiel Luna</strong><br />
Nascido em 1984, em Tiúma, município de São Lourenço da Mata, é coquista, violeiro e mestre de baque solto, tendo passado por maracatus como o Piaba de Ouro, o Leãozinho de Aliança e o Leão do Norte. Adiel também é cantador e cordelista – participou de festivais e recitais ao lado de poetas importantes como Chico Pedrosa, Jessier Quirino e Sinésio Pereira e tem mais de 50 títulos de cordéis publicados. O documentário étnico “O Coco de Improviso e a Poesia Solta no Vento” (Natália Wanderlei, 2011) conta sua relação com seus principais mestres dentro do coco. Sua matriz é o repente, poesia fundamentada na rima, na métrica e na oração de improviso. De família de poetas cantadores, Adiel Luna, se apresentou em todas as regiões de Pernambuco, em cidades importantes do Brasil e na Europa. É um destaque da nova geração de artistas e a figura que, n’ A Matinada, costura a brincadeira dos mestres, já que dialoga com todos os estilos de coco trabalhado por eles. O projeto é novo, mas já se apresentou em eventos importantes de cultura popular com o Festival Lula Calixto, em Arcoverde, o Festival de Inverno de Garanhuns, o Festival Pernambuco Nação Cultural da Mata Norte e o Festival de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, em Goiás.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Gravação do DVD </em>A Matinada<br />
Quarta (1º/6), a partir das 19h<br />
Teatro de Santa Isabel | Praça da República, s/n, Santo Antônio – Recife/PE<br />
Entrada gratuita (com retirada dos ingressos uma hora antes, na bilheteria do teatro)</p>
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		<title>Documentário sobre mestres do coco será lançado no Cabo de Santo Agostinho</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 14:34:18 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17224" aria-labelledby="figcaption_attachment_17224" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Galo-Preto-e-Selma-do-Coco-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-17224 " alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Galo-Preto-e-Selma-do-Coco-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os mestres Galo Preto e Dona Selma, Patrimônios Vivos de Pernambuco, estão na trilha sonora do documentário.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Reunindo fotografias, depoimentos de mestres sobre o coco de roda pernambucano e apresentações gravadas em várias cidades do Estado durante o São João 2014, o DVD Mestres do Coco de Pernambuco será lançado nesta quinta-feira (20), a partir das 10h, no Auditório Municipal Padre Vander Velden, em Pontezinha, durante a 9ª edição da Semana de Cultura do Cabo de Santo Agostinho.</p>
<p style="text-align: justify;">O documentário, que possui a duração de 34 minutos e foi produzido nos principais berços culturais do coco, como Pontezinha, no Cabo; Amaro Branco, em Olinda; Sítio Açude da Pedra, em Lagoa de Itaenga; e a cidade de Arcoverde, no Sertão pernambucano, revela vários mestres coquistas ainda desconhecidos do público e da mídia, como os ipojucanos Inspetor e Manuel Pereira; o menestrel Preto Limão, de Garanhuns; a veterana Dona Nininha, do Amaro Branco; Fofo, do Coco Renascer; e Natali Tomaz, do Coco do Mestre Goitá.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Marcos Moraes, coordenador geral do projeto, a ideia de produzir o documentário surgiu a partir da conquista do Centro Cultural Farol da Vila com o Prêmio Nacional de Expressões Culturais, nas edições de 2010 e 2012. “Com a aquisição do prêmio nestes dois anos, nós tivemos a intenção de montar o documentário com base no acervo fotográfico dos mestres, explorando também suas vivências no cenário cultural, além de suas opiniões sobre a contribuição do coco de roda nas localidades que visitamos durante as gravações externas”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">A trilha sonora do vídeo possui a participação especial do músico e percussionista olindense Telmo Anum (filho de Galo Preto, e sobrinho de Preto Limão), destacando os mestres Patrimônios Vivos como Selma do Coco e Galo Preto, além do rei do coco Zé de Teté e os mestres Biu Caboclo (poeta da Mata Norte) e Ciço Gomes (Coco Trupé de Arcoverde). O documentário também será lançado nas cidades de Olinda, Recife e Ipojuca. Para a sua realização, o DVD Mestres do Coco de Pernambuco contou com o incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura Audiovisual.</p>
<p><strong>Confira a agenda de lançamentos do documentário:</strong></p>
<p><strong>- Cabo de Santo Agostinho<br />
</strong>Quinta-feira (20/11) – Às 10h, no Auditório Municipal Padre Vander Velden, em Pontezinha, durante a 9ª Semana de Cultura Cabense.</p>
<p><strong>- Olinda<br />
</strong>Domingo (23/11), no Fortim do Queijo, durante o Festival Cena Brasil 2014.<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"></em></em></em></em></em></em></p>
<p><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><strong>- </strong></em></em></em></em></em></em></em></em><strong>Recife</strong><strong><br />
</strong>Será lançado no dia 26 de dezembro, a partir das 19h, no Pátio de São Pedro, durante o Ciclo Natalino 2014 do Recife.</p>
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