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	<title>Portal Cultura PE &#187; garanhuns</title>
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		<title>Fotógrafo recifense retrata cultura das feiras pernambucanas em exposição na Paraíba</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2025 14:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assinada pelo artista visual e multimídia Iezu Kaeru, “Feira da Quinta” chega na Paraíba, no Centro de Arte Contemporânea da UFPB em João Pessoa, nesta sexta-feira (30), com abertura às 15h. A exposição traz registros fotográficos e sensoriais das feiras livres de Pernambuco, especialmente da Feira da Quinta, em Garanhuns, da Feira de Beberibe e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118192" aria-labelledby="figcaption_attachment_118192" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FEIRA-DA-QUINTA-IEZU-KAERU-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118192" alt="Foto: Iezu Kaeru / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FEIRA-DA-QUINTA-IEZU-KAERU-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Iezu Kaeru / Divulgação</p></div>
<p>Assinada pelo artista visual e multimídia Iezu Kaeru, “Feira da Quinta” chega na Paraíba, no Centro de Arte Contemporânea da UFPB em João Pessoa, nesta sexta-feira (30), com abertura às 15h. A exposição traz registros fotográficos e sensoriais das feiras livres de Pernambuco, especialmente da Feira da Quinta, em Garanhuns, da Feira de Beberibe e do Mercado de São José, no Recife. O projeto conta com incentivo do Funcultura, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>Nesta exposição, Iezu presta homenagem aos trabalhadores de feiras e mercados públicos do Brasil, com quem teve contato entre uma andança e outra, nas negociações e vivências realistas e viscerais, intensificando sua relação humana e artística em mais de 15 anos de envolvimento com as feiras livres, onde registrou momentos e contou histórias com suas lentes.</p>
<p>Sob a curadoria da fotógrafa e escritora Ana Lira, “Feira da Quinta” reúne imagens em diferentes formatos ampliadas em fine art, que provocam reflexões sobre a fotografia contemporânea brasileira, proporcionando experiência sensorial e promovendo diálogos entre repertórios culturais distintos. O projeto ainda pretende explorar o hibridismo de suportes e linguagens na documentação do cotidiano criando conexões entre histórias, lugares e personagens.</p>
<p><strong>IMERSÃO </strong></p>
<p>“Feira da Quinta”, além dos registros fotográficos expostos, ainda conta com uma instalação sonora-sensorial-multimídia, que reproduz, ininterruptamente, sonoridades captadas e vídeos artísticos produzidos nas feiras, ampliando o caráter interativo da obra.</p>
<p><strong>Serviço: </strong></p>
<p><strong>Exposição fotográfica ‘Feira da Quinta’, de Iezu Kaeru e Curadoria de Ana Lira</strong></p>
<p>Abertura: 30 de maio (sexta-feira), 15h</p>
<p>Visitação: 30 de maio a 30 de junho</p>
<p>Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 8h às 17h</p>
<p>Endereço: Núcleo de Arte Contemporânea UFPB I Av. Trincheiras 275, Centro, João pessoa &#8211; PB</p>
<p><em>Entrada gratuita &#8211; Classificação Livre</em></p>
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		<title>Exposição imersiva une técnicas de desenho e ideias de dança em Garanhuns</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 19:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco, a exposição “Para fazer dançar as linhas” será inaugurada nesta sexta-feira (11/04), às 14h, no Centro Cultural Sesc Garanhuns, com entrada gratuita. A criação é assinada pelo artista Rafael Sisant que, desde 2014, pesquisa intersecções entre artes visuais e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-06.50.58.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117245" alt="WhatsApp Image 2025-04-10 at 06.50.58" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-06.50.58-389x486.jpeg" width="389" height="486" /></a></p>
<p>Com incentivo da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco, a exposição “Para fazer dançar as linhas” será inaugurada nesta sexta-feira (11/04), às 14h, no Centro Cultural Sesc Garanhuns, com entrada gratuita. A criação é assinada pelo artista Rafael Sisant que, desde 2014, pesquisa intersecções entre artes visuais e dança no processo criativo da criança.</p>
<p>A exposição “Para fazer dançar as linhas&#8221;, que fica em cartaz até 11 de julho, é um desdobramento do livro homônimo do artista, lançado em 2023. Para transformar as páginas de sua publicação em uma ocupação visual, o artista experimentou técnicas para gerar um espaço de imersão, com obras interativas e sensoriais.</p>
<p>“A exposição é uma ação artístico-pedagógica em campo expandido. O meu objetivo é apresentar ao público, independente da faixa etária, as possibilidades de interagir com as obras para além do olhar, mostrando ao público que desenhar enquanto dança e vice-versa é possível, educativo e divertido”, detalha Sisant.</p>
<p>Entre as obras, haverá a tecnologia assistiva de uma tela LED com mediador virtual. O recurso permite a acessibilidade do projeto para o público não-leitor e cego, além da janela de Libras. O ambiente também é acessível para pessoas com baixa mobilidade.</p>
<p><strong>Sobre Rafael Sisant:</strong></p>
<p>Rafael Sisant é artista visual, bailarino, curador, cenógrafo, expógrafo e arte educador. Nascido em Jequié (BA), reside em Pernambuco desde 2012. É coordenador e produtor cultural da Confraria 27, núcleo de pesquisas artísticas, onde desenvolve investigações em artes visuais e dança. É licenciado em artes visuais pela Universidade Federal do Vale do São Francisco e especialista em gestão e docência pela Uninassau. Tem formação em dança pela Cia. de Dança do Sesc Petrolina. Atualmente, atua como professor de artes visuais no Centro Cultural do Sesc Garanhuns, onde desenvolve atividades formativas e coordena a programação de artes visuais e seus espaços expositivos.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Exposição “Para Fazer Dançar As Linhas”</p>
<p>Abertura: 11 de abril, às 14h</p>
<p>Local: Hall do 2º andar do Centro Cultural Sesc Garanhuns</p>
<p>Visitação: 11 de abril a 11 de julho</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Garanhuns Jazz Festival 2025 reúne atrações nacionais e internacionais no Carnaval</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/garanhuns-jazz-festival-2025-reune-atracoes-nacionais-e-internacionais-no-carnaval/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 18:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116434" aria-labelledby="figcaption_attachment_116434" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/6195.jpg"><img class="size-medium wp-image-116434" alt="Claudette King Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/6195-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Claudette King<br />Foto: Divulgação</p></div>
<p>A partir deste sábado de Carnaval até terça-feira, a cidade de Garanhuns, no agreste pernambucano, se transformará em um reduto da boa música com quatro dias de apresentações gratuitas de grandes nomes do jazz, blues e outros gêneros musicais. O evento, reconhecido como um dos mais importantes da América Latina, promete uma edição vibrante, com tributos inéditos e shows exclusivos.</p>
<p>Entre as atrações confirmadas estão Claudette King, filha do lendário B.B. King, que se apresentará ao lado do guitarrista mineiro Bruno Marques; o talentoso violonista brasileiro Diego Figueiredo, indicado ao Grammy Awards; o guitarrista de blues Igor Prado; e a cantora norte-americana Lo Steele, conhecida por sua fusão de jazz, soul e R&amp;B. O festival também contará com ícones da música brasileira, como Lobão, Paulo Miklos e Léo Jaime, ampliando a diversidade de estilos que caracterizam o evento realizado pela Prefeitura Municipal de Garanhuns, com produção da Promundo e apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, através do Governo de Pernambuco.</p>
<p>Uma das novidades desta edição é o show inédito de Diego Figueiredo com o pianista norte-americano David Garfield, referência mundial do jazz, que já colaborou com artistas como George Benson, Natalie Cole e Cher. A apresentação ainda contará com a participação especial da cantora Cláudia Bossle, cuja voz envolvente promete emocionar o público. O espetáculo será realizado na segunda-feira, 3 de março, na Praça Mestre Dominguinhos, em substituição ao show anteriormente anunciado de Stanley Jordan, que, por entraves burocráticos em sua contratação no Brasil, não poderá participar desta edição.</p>
<p><strong>Tributos inéditos e programação especial</strong></p>
<p>O Garanhuns Jazz Festival 2025 mantém sua tradição de homenagens marcantes. Entre os destaques está o Tributo a Jô Soares, com integrantes da banda que acompanhava o apresentador, como Derico Sciotti e Chico Oliveira, além do inédito Tributo a Reginaldo Rossi em Blues, uma releitura do “Rei do Brega” pela Uptown Band. As bandas Vintage Pepper e o Clube do Jazz de Maceió também prometem performances especiais.</p>
<p>A programação oficial ainda abre espaço para artistas locais, selecionados pela Convocatória da Prefeitura de Garanhuns, reforçando o compromisso do festival com a valorização da cena musical pernambucana.</p>
<p><strong>Cultura, turismo e inovação no festival</strong></p>
<p>O prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, destaca o impacto cultural e econômico do festival:<br />
“O Garanhuns Jazz Festival é um dos nossos maiores orgulhos. Ele fortalece nossa cultura, impulsiona a economia local e coloca Garanhuns no mapa da música. Estamos muito felizes em receber mais uma edição desse evento que une tradição e inovação.”</p>
<p>Já a secretária de Cultura e Turismo, Sandra Albino, anunciou o retorno dos sorteios de prêmios, como bateria, guitarra e outros instrumentos musicais. Para participar, o público poderá trocar 1 kg de alimento não perecível por um cupom, contribuindo para instituições de caridade. A promoção conta com parceria da Mix Music Recife, loja de instrumentos musicais que há cinco anos mantém parceria com o GJF.</p>
<p>Outra novidade é a presença de um artista plástico, que pintará telas ao vivo durante os shows. As obras serão sorteadas ao final de cada noite, proporcionando uma experiência única que une música e artes visuais.</p>
<p><strong>Legado e impacto do GJF</strong></p>
<p>Produzido pela Promundo, de Jackson Rocha Jr., o GJF se destaca pela qualidade técnica e pela curadoria de alto nível. Ao longo dos anos, o festival já recebeu nomes como Flora Purim, Airto Moreira, Omar Coleman, Victor Biglione, Billy Cobham, Ed Motta , Ivan Lins , Bob Mintzer , Russel Ferrante ( YellowJackets ) e etc, consolidando-se como um dos mais relevantes do gênero na América Latina.</p>
<p>“O Garanhuns Jazz Festival é um espaço onde o jazz e o blues ganham vida de forma única. A cada edição, buscamos surpreender o público e manter o alto padrão conquistado ao longo dos anos”, afirma Jackson Rocha Jr.</p>
<p>Este ano, a programação prevê o término antecipado dos shows oficiais, permitindo que as tradicionais jam sessions ganhem força nos bares e restaurantes da cidade, como o Cantinho da Macaxeira e o Chalé. O Off Festival também levará apresentações à tarde para espaços como o Lago de São Francisco e a Vinícola Vale das Colinas, ampliando o alcance cultural do evento e movimentando a economia local.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Data: 1 a 4 de março de 2025<br />
Local: Praça Mestre Domiguinhos. Garanhuns, Pernambuco<br />
Ingressos: Entrada gratuita<br />
Mais informações:<br />
Instagram:@garanhunsjazzfestival<br />
Prefeitura de Garanhuns:@prefgaranhuns</p>
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		<title>Projeto Película: Oficina de Fotografia Analógica encerra inscrições nesta quinta-feira (16)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-pelicula-oficina-de-fotografia-analogica-encerra-inscricoes-nesta-quinta-feira-16/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 19:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terminam nesta quinta-feira (16) as inscrições do projeto Película: Oficina de Fotografia Analógica, no município de Garanhuns (Garanhuns). A participação é gratuita e pode ser efetivada por formulário on-line. Podem se inscrever pessoas maiores de 16 anos, com disponibilidade para participar das aulas e interesse na realização de fotografias analógicas, residentes em Garanhuns e região. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-12-at-10.53.39.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115481" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-12-at-10.53.39-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Terminam nesta quinta-feira (16) as inscrições do projeto Película: Oficina de Fotografia Analógica, no município de Garanhuns (Garanhuns). A participação é gratuita e pode ser efetivada por <a title="Película: Oficina de Fotografia Analógica" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScqmhdf4RC3HcXbVtkbDoDwODD4sfxml3OAE0JmyuXSgXXukA/viewform?pli=1" target="_blank"><strong>formulário</strong></a> on-line. Podem se inscrever pessoas maiores de 16 anos, com disponibilidade para participar das aulas e interesse na realização de fotografias analógicas, residentes em Garanhuns e região. Não há obrigatoriedade de possuir equipamento analógicos ou conhecimento prévio.</p>
<p>O projeto Película: Oficina de Fotografia Analógica é uma produção da Pajeú Filmes, com incentivo do Edital da LPG-PE 2023, Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Governo de Pernambuco, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura (MinC) e governo federal. A oficina já passou por Arcoverde (Sertão) e, depois das atividades no Agreste, segue para o Recife, com datas e inscrições a serem divulgadas em breve.</p>
<p>As oficinas do projeto Película: Oficina de Fotografia Analógica visam ao compartilhamento de conhecimentos fundamentais da fotografia nos processos analógicos. &#8220;Acreditamos que por meio do entendimento dos processos que envolvem a fotografia analógica também estamos contribuindo para a reflexão sobre o fazer fotográfico e das dinâmicas de funcionamento dos equipamentos modernos (digitais)&#8221;, explica William Tenório, idealizador e professor do projeto.</p>
<p>A divulgação das 12 pessoas selecionadas ocorre nesta sexta-feira (17). As aulas do Película são realizadas de 20 a 23 de janeiro, das 19h às 22h, presencialmente, na Galeria Espaço Zero, em Garanhuns, uma parceria com o projeto Lab Zero realizado no local.</p>
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		<title>Castainho vivencia processo de preservação participativo da Cruz das Almas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 20:19:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A comunidade quilombola Castainho, no município de Garanhuns, no Agreste pernambucano, deu mais um importante passo, esta semana, para a preservação de seu patrimônio cultural. Moradoras e moradores da localidade receberam, nesta segunda (7) e terça-feira (8), equipes técnicas do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade quilombola Castainho, no município de Garanhuns, no Agreste pernambucano, deu mais um importante passo, esta semana, para a preservação de seu patrimônio cultural. Moradoras e moradores da localidade receberam, nesta segunda (7) e terça-feira (8), equipes técnicas do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e do governo federal, via Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para a apresentação de um exame técnico de tombamento da Cruz das Almas, casa de orações e importante marco histórico-cultural da região. Na ocasião foi realizada uma escuta pública com a população local.</p>
<p>A Fundarpe esteve representada pela arqueóloga e historiadora Pollyana Calado e pelo técnico em restauração Roberto Carneiro, da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC). Pelo Iphan compareceram a arqueóloga Mônica Nogueira e a historiadora Thamires Neves. O encontro aconteceu durante assembleia da Associação Quilombola Castainho, tendo à frente seu presidente, José Carlos Lopes da Silva, e seu vice, José Lopes.</p>
<p>Antes da apresentação do exame técnico, o público presente teve acesso a uma retrospectiva sobre os levantamentos das referências históricas e culturais da comunidade e seu processo de tombamento, além de uma atualização de status da área de cemitério conhecida como Cruz das Almas. No local há uma casa de oração que guarda uma cruz instalada em um terreno onde eram sepultados os antigos quilombolas do Castainho, até os anos 1950.</p>
<p>Embora integre a comunidade, seja importante e deva ser protegido, o espaço ficou fora da demarcação territorial inicial do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e é alvo constante de ameaças de invasão e apropriação. A Cruz das Almas, contudo, está incluída no polígono de preservação. Seu tombamento, no ambito estadual, está formalizado no Processo Administrativo Secult-PE nº 010/2020.</p>
<p>A iniciativa de realizar a escuta com a comunidade deriva do fato de que são pessoas quilombolas que detêm o conhecimento sobre o cuidado com o bem material e são elas que devem decidir o destino da Cruz das Almas, a partir da análise técnica desenvolvida em parceria com a Fundarpe. Após as considerações das moradoras e dos moradores será elaborado o parecer conclusivo e só então será formalizado o documento sobre o tombamento a ser encaminhado para o Conselho Estadual de Preservação e Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE).</p>
<p>As diretrizes do exame técnico preveem que as decisões sobre a Cruz das Almas ficam a cargo da comunidade quilombola do Castainho, que também é responsável pela manutenção do bem, tendo a Fundarpe como mediadora.</p>
<p>O processo de conservação estipula ainda a elaboração de um plano de gestão e de um inventário das referências culturais do Castainho; a sinalização, no local, da Cruz das Almas como patrimônio cultural; o reconhecimento e fortalecimento de práticas educativas e socioculturais; o incentivo à criação de um museu de referência; a realocação do acesso ao loteamento Novo Castainho (Cohab); a garantia de menor impacto sobre o bem nas intervenções previstas pela gestão municipal para a Avenida Deolinda Silvestre Valença, que passa à frente da casa de orações; e uma gestão compartilhada com o município.</p>
<p>&#8220;O ponto positivo da execução de todo esse trabalho é que cada vez mais a equipe técnica da Fundarpe, pensando a estrutura do Estado, tem se aproximado das comunidades, sobretudo das tradicionais, como as quilombolas, para que os exames técnicos e estudos sobre os bens culturais estejam alinhados com as comunidades que os detêm&#8221;, analisou Pollyana Calado. &#8220;O objetivo é que o processo de preservação seja alinhado e que no futuro não se distancie da comunidade&#8221;, explicou a técnica da Fundarpe.</p>
<p>Thamires Neves também enfatizou a política do Iphan para os quilombolos, que prevê a participação mais efetiva das comunidades na elaboração das normativas. &#8220;É importante que as comunidades nos digam quais são suas referências e como elas devem ser preservadas&#8221;, disse a historiadora. &#8220;Na nossa avaliação a assembleia foi bastante positiva, pois a Fundarpe conseguiu pactuar as diretrizes com a comunidade.&#8221;</p>
<p>No âmbito local, José Carlos Lopes da Silva se mostrou bastante satisfeito com a participação das moradoras e dos moradores exercendo seu direito de voz. &#8220;Traz mais conhecimento e valoriza esse trabalho&#8221;, considerou. &#8220;Com o tombamento, a Cruz das Almas terá mais segurança do bem estar social do patrimônio&#8221;, avaliou.</p>
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		<title>País da Música recebe em Caruaru a força do pop agrestino longe de estereótipos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 05:13:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em Caruaru, todos os trilhos levam também para o País da Música. Nesta sexta-feira (9), no palco-caminhão, estacionado na antiga Estação Ferroviária, o Agreste pernambucano mostrou que possui uma cena pop consolidada, longe do estereótipo de ser apenas celeiro de cultura popular. Por aqui passaram os cantores Thera Blue e Driko, ambos prata da casa, e Romero Ferro, que é natural de Garanhuns. Todos com shows impactantes mostrando um pop pernambucano contemporâneo made in Agreste.</p>
<p>Na formação, Thera Blue e Driko até se parecem. Ambos se apresentam acompanhados de guitarra, baixo, bateria e percussão. São performáticos e evocam um estilo fora do padrão de cena e figurino. O primeiro, veterano e de voz marcante, contudo, resgata com seu repertório autoral uma vibe que remete aos cantores de uma chamada MPB clássica, dos anos 1960-70, com muito rock and roll e influência do blues. Em fase de finalização de seu próximo álbum (que receberá o título de Belê), o terceiro da carreira, ainda prestou tributo aos compositores Azulão (com Dona Tereza) e Valdir Santos (com Caniço Pensante).</p>
<p>O jovem Driko, por sua vez, mostrou pela primeira vez o show de seu novo álbum, Florescer, misturando canções próprias com a de outros autores, como Riah, Everson Melo, Marcelo Quinares, Sóstenes, Gael Vila Nova e Valdemar Neto, guitarrista de sua banda. Ainda convidou músicos da banda Dama do Rei. &#8220;Caruaru é uma cidade multicultural e o Carnaval está vivo em sua música&#8221;, disse, logo após fazer a faixa-título de seu disco, uma ciranda. Em seguida dedicou Maracatu de Paixões a Mestre Gercino e mandou A Praieira, de Chico Science.</p>
<p>Até o fim da noite a sonoridade só ficou cada vez contemporânea. O País da Música encerrou sua estreia na Princesa do Agreste com o techno brega pop de Romero Ferro, que não sabe economizar em performance e mise-en-scène e provoca o público deixando os desavisados boquiabertos. No som das caixas, bases e samplers, bateria e guitarra; na camisa, uma antiga foto de Alceu Valença contrastando com o visual hi-tech. E muita dança, ladeado por dois bailarinos.</p>
<p>Além das próprias composições, Romero encontra nas suas versões para standards uma outra forma de provocar a plateia, como nas canções Em Plena Lua de Mel Clayton &amp; Cleide), sucesso de Reginaldo Rossi; Eu Vou Ficar (Elias Muniz &amp; Carlos Colla), hit da dupla Zezé di Camargo &amp; Luciano; Eu Sei de Cor (Danillo Davilla, Lari Ferreira, Júnior Pepato &amp; Elcio di Carvalho), famosa na voz de Marília Mendonça; e Banho de Cheiro (Carlps Fernando). E só parou porque era mesmo a hora de encerrar o palco-caminhão.</p>
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		<title>Obra Escola tem início na Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 20:50:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (10), o Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) esteve mais uma vez representada na Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó, no Distrito de Iratama, zona rural a cerca de 30 km de Garanhuns (Agreste), para dar início efetivamente ao projeto Obra Escola. Foram entregues equipamentos de uso coletivo e kits individuais e houve uma aula inaugural.</p>
<p>A Obra Escola na comunidade do Timbó visa à sensibilização, reparação, conservação, manutenção e preservação da igreja centenária de invocação a Nossa Senhora de Nazaré, que, assim como todo o sítio, é protegido legalmente pela Constituição Federal e pelo Estado de Pernambuco, por meio de tombamento.</p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe, está presente na Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó com obras de estabilização e recuperação da igreja envolvendo os moradores na apropriação do espaço, com o intuito de realizar melhorias no local, reforçando o sentimento de pertencimento desse patrimônio.</p>
<p>Desta vez, a comitiva da Fundarpe foi formada por Sandra Spinelli, superintendente de Projetos Especiais; a engenheira civil Arlene Melo da Silva, da Diretoria de Obras e Projetos Especiais; Cristiane Feitosa, gerente de Patrimônio Material; Mano Casado, assistente técnico de Educação Patrimonial; o técnico em restauração Roberto Carneiro, da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC); e o assistente administrativo Williams Rafael.</p>
<p>À frente dos membros da comunidade estiveram a presidente da Associação Rural Comunitária dos Remanescentes do Quilombo do Timbó e Adjacências, Creuza Teles; e o líder comunitário Ermerson Araújo.</p>
<p>Antes da aula inaugural, os membros da comitiva da Fundarpe reforçaram a importância da harmonização entre a preservação do patrimônio material e imaterial na comunidade, que, de acordo com levantamentos históricos, foi o local de origem do município de Garanhuns.</p>
<p>&#8220;A Fundarpe deu início hoje (quarta) a uma obra que foi muito pedida pela comunidade do Timbó. É uma obra escola, que tem o conceito de fazer a formação e capacitação dos moradores&#8221;, explicou a superintendente Sandra Spinelli. Eles vão ser contratados para executar os serviços e aprender técnicas construtivas para o restauro de bens de grande valor cultural, como é o caso da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré.&#8221;</p>
<p>Do ponto de vista do patrimônio material, especificamente a Igreja de Nossa Senhora de Nazaré e todo seu entorno, a gerente Cristiane Feitosa falou da importância das ações na comunidade quilombola. &#8220;A Obra Escola que está sendo realizada em Timbó é muito importante para a salvaguarda do patrimônio tombado do Estado de Pernambuco como uma ação efetiva, executada junto com a comunidade, adotando práticas cotidianas aplicadas na conservação deste bem&#8221;, relatou. &#8220;Vai ser um sucesso, com certeza, e vamos conseguir devolver este bem para a comunidade.&#8221;</p>
<p>Especialista em educação patrimonial, Mano Casado mencionou a importância de preservar, cuidar e manter vivas nossas memórias. &#8220;O restauro da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré tem muita relevância, inclusive para o patrimônio imaterial&#8221;, lembrou. &#8220;As lembranças, a fé, as manifestações culturais que acontecem aqui, a festa de Nossa Senhora, todo mês de janeiro, têm que ser preservados sempre, passados de pais para filhos, de filhos para filhos e assim sucessivamente.&#8221;</p>
<p>A engenheira civil Arlene Melo da Silvane, responsável pelas instações elétricas da obra, explicou como os serviços serão executados: &#8220;Iremos refazer toda a parte de instalações elétricas, de acordo com as normas das concessionárias locais, e colocar iluminação externa tanto para valorizar o bem quanto para garantir a segurança da população&#8221;, disse. &#8220;Vamos também capacitar os profissionais da comunidade fornecendo instruções para que possam executar os serviços nas instalações&#8221;, completou.</p>
<p>Já o técnico Roberto Carneiro, que tem convivido vários dias <em>in loco</em>, diretamente com os moradores do Timbó, falou dessa experiência e de sua impressão sobre o impacto que a Obra Escola tem exercido na comunidade: &#8220;Nesses dias senti o envolvimento da comunidade. Isso me fortalece para dar continuidade ao projeto&#8221;, disse emocionado.</p>
<p>Para os representantes locais, o início da Obra Escola é a realização de um sonho, que partiu de uma demanda da própria comunidade e foi abraçada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe, e que resultará, além da salvaguarda do patrimônio material e imaterial, em melhoria da qualidade de vida e benefícios para sua população.</p>
<p>&#8220;A comunidade está muito satisfeita e feliz por esta obra haver chegado agora, em boa hora, principalmente neste período de chuvas, em que ficamos sempre apreensivos que a igreja possa sofrer avarias sérias, porque nossa cidade de Garanhuns tem um inverno rigoroso&#8221;, comemorou Creuza Teles. &#8220;Esta Obra Escola, para além de estar restaurando nossa igreja, que é nosso patrimônio maior, nos traz aulas direcionadas para as várias atividades que estão sendo desenvolvidas aqui, de eletricista, pedreiro, carpinteiro, pintor. Isso vem enaltecer ainda mais este processo de restauração da nossa igreja&#8221;, ressaltou.</p>
<p>Creuza ainda agradeceu pelo processo de engradecimento da comunidade: &#8220;E, para além disso, vemos nesse processo pessoas da própria comunidade serem contratadas e termos o fortalecimento da relação de pertencimento das pessoas com nossos bens materiais e imateriais&#8221;.</p>
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		<title>Fundarpe faz visita técnica à Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 20:39:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110429" aria-labelledby="figcaption_attachment_110429" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/Igreja-de-Nossa-Senhora-de-Nazaré-Quilombo-do-Timbó.jpg"><img class="size-medium wp-image-110429" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/Igreja-de-Nossa-Senhora-de-Nazaré-Quilombo-do-Timbó-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora de Nazaré da Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó</p></div>
<p>A Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó, localizada no Distrito de Iratama, zona rural a cerca de 30 quilômetros de Garanhuns (PE), recebe nesta quarta-feira (3) uma visita técnica da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Na ocasião, a comitiva da Fundação, em conjunto com a comunidade, começa a organizar os espaços e toda a logística para a realização da Obra Escola para sensibilização, reparação, conservação, manutenção e preservação da igreja centenária de invocação a Nossa Senhora de Nazaré, que, assim como toda a localidade, é protegida legalmente pela Constituição Federal e pelo Estado de Pernambuco, por meio de tombamento.</p>
<p>Integram a equipe da Fundarpe os engenheiros Frederido Almeida, diretor de Obras e Projetos Especiais (DPE), e Vanildo Tavares Guimarães, também técnico da DPE; e o técnico em restauração Roberto Carneiro, da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC).</p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe, está presente na Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó com obras de estabilização e recuperação da igreja envolvendo os moradores na apropriação do espaço, com o intuito de realizar melhorias no local, reforçando o sentimento de pertencimento desse patrimônio.</p>
<p>A Fundação se prepara para realizar uma ação de três meses, com uma equipe de profissionais locais de áreas específicas ligadas à construção civil, visando à recuperação estrutural da igreja, além de restauração da coberta, esquadrias, instalações prediais e pintura gerais. As intervenções serão feitas com acompanhamento e orientações de técnicos da Fundarpe.</p>
<p>A Obra Escola que começa a ser organizada nesta quarta-feira, reunirá integrantes da comunidade. Com eles serão compartilhadas técnicas construtivas a serem utilizadas nas obras de restauro, inclusive com o emprego de ferramentas e materiais tradicionais da região.</p>
<p>“A meta é transformar o restauro da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré em uma ação educativa de conscientização que pode servir de exemplo para a preservação de outros sítios e bens de valor histórico”, afirma Frederico Almeida. No total, cerca de 30 pessoas farão parte da execução do projeto.</p>
<p>Além do patrimônio material, a comunidade centenária também é conhecida por realizar anualmente, no mês de janeiro, a festa da padroeira Nossa Senhora de Nazaré. A celebração conta com novenas, terços e missas em seu marco religioso edificado histórico. Espera-se que na próxima edição, em 2025, a igreja já esteja restaurada para receber melhor fiéis, moradores e moradoras e turistas.</p>
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		<title>Cantoria Crua canta a poesia da diáspora nordestina em Encantado Será o Fim</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 13:53:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Construída de forma orgânica, coletiva e intuitiva, a partir da união entre três cantadores do Agreste de Pernambuco, Adalberto (Garanhuns), Euzé (Garanhuns) e Neto Sales (Surubim), o Cantoria Crua é fruto da conexão espontânea dos caminhos dos artistas atraídos pela poética da natureza, suas belezas, seus amores e seus mistérios. Crua significa: criar, rememorar, unir, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106601" aria-labelledby="figcaption_attachment_106601" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Cantoria-Crua-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-106601" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Cantoria-Crua-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cantoria Crua</p></div>
<p>Construída de forma orgânica, coletiva e intuitiva, a partir da união entre três cantadores do Agreste de Pernambuco, Adalberto (Garanhuns), Euzé (Garanhuns) e Neto Sales (Surubim), o Cantoria Crua é fruto da conexão espontânea dos caminhos dos artistas atraídos pela poética da natureza, suas belezas, seus amores e seus mistérios. Crua significa: criar, rememorar, unir, alimentar e também cura, movimentando-se às letras.<br />
O projeto teve início em meados de 2020, com a produção de uma série de seis vídeos gravados em Matureia (PB), disponíveis no canal do YouTube. E, em março de 2021, o grupo lançou seu primeiro EP, <em>Vasto Mar</em>. Além dele, foi lançado um curta-metragem que entrelaça trechos das canções de <em>Vasto Mar</em> com diversos assuntos associados às canções, aos artistas e à vida.<br />
Agora o grupo lança seu segundo EP, com financiamento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), dando continuidade a essa experiência poética que pretende conectar seu público à cantoria nordestina. <em>Encantado Será o Fim</em> traz em sua essência os caminhos diaspóricos dos nordestinos e das nordestinas em busca de melhores condições de vida, assim como também seus reencontros.<br />
&#8220;<em>Encantado Será o Fim</em> emerge da história do povo do interior, do Brasil de dentro, do Agreste profundo, do povo que vive do campo, por tantas veredas, sem se ater às fronteiras, e trazendo consigo a sublimação dos amores e da germinação”, explicam os artistas.<br />
Além da experiência sonora no streaming, o grupo vai circular Pernambuco com o show <em>Encantado Será o Fim</em>, que em uma mistura de som e imagem garante presença poética, recitações e performances, mais representações imagéticas dispostas em projeções de imagens, figurinos e esculturas, que completam o clima de encantamento.</p>
<p><strong>ARTISTAS -</strong> Adalberto é músico e compositor, um cantador das coisas que lhe encantam. Natural de Garanhuns, no Agreste pernambucano, lançou na última trinca de anos o single <em>Capa da Costela</em>, o EP <em>Sispaiando</em> e o single <em>Dendê</em>.<br />
João Euzé é compositor, poeta, produtor e multiartista. Em 2012 deu início a sua carreira no Agreste pernambucano. Formou a banda Prato de Flores, em que foi vocalista, multi-instrumentista e produtor, de 2016 a 2018. Apresentou-se com Álefe, multi-artista garanhuense, conduzindo a produção musical de diversos shows. Ainda como cantautor/músico e cantautor, respectivamente, faz parte do Cantoria Crua e do Coletivo Pernambucano de Cantautores Reverbo.<br />
Neto Sales é cantador e compositor pernambucano, agrestino, carregador de um metamórfico quadro pintado por influências que expressam suas origens, cores e formas de suas canções ao caminhar do tempo. Em 2022 lançou seu primeiro EP, <em>Sangue Verde</em>. Imerso na coletividade de uma pintura bem maior, sente a necessidade de expressar em aquareláveis oitavas magníficas por meio de parcerias de profundo afeto materializadas, como em <em>Trem da Poesia</em> (2015), em parceria com o poeta Sivaldo Chaves, e <em>Vasto Mar</em> (2021), com a Cantoria Crua.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Cantoria Crua: Adalberto, João Euzé e Neto Sales<br />
Coordenação de produção: Boi Luzeiro Produções | Edvania Kehrle<br />
Produção musical: Júlio César Mendes<br />
Gravação: Garagem Estúdio | Efraim Rocha<br />
Mixagem e masterização: Junior Evangelista<br />
Fotografia: Felipe Correia<br />
Assistência de fotografia: Cecília Távora<br />
Arte: Oba Studio<br />
Intérpretes de libras: Andressa Silvestre e Aline Fernandes</p>
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		<title>Emilio: distopia e mistérios no novo romance da Cepe Editora</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 13:19:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Num futuro próximo, uma professora autoexilada precisa regressar ao país que odeia para cumprir a promessa feita a uma amiga de infância: cuidar de seu filho. Voltar para casa não estava nos planos de Cláudia, mas ela é atraída pela possibilidade de descobrir segredos do passado e reparar uma injustiça. Amor e ódio se contrapõem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106597" aria-labelledby="figcaption_attachment_106597" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Wellington-de-Melo_2.jpg"><img class="size-medium wp-image-106597" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Wellington-de-Melo_2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Wellington de Melo</p></div>
<p>Num futuro próximo, uma professora autoexilada precisa regressar ao país que odeia para cumprir a promessa feita a uma amiga de infância: cuidar de seu filho. Voltar para casa não estava nos planos de Cláudia, mas ela é atraída pela possibilidade de descobrir segredos do passado e reparar uma injustiça. Amor e ódio se contrapõem na história de <a title="EMILIO" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/emilio?fbclid=PAAaYLMPTLzjL0wNoZ2KB0tNkLiv1WaQ5Vz1ny4ID88ukSGH8Gh0Eq9g3sKqo" target="_blank"><em>Emilio</em></a>, romance do escritor Wellington de Melo que é lançado pela Cepe Editora na próxima terça-feira (28), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), no bairro recifense das Graças, em evento aberto ao público.<br />
O livro também é apresentado na Ria Livraria (São Paulo), no dia 30 de novembro, e no Centro Cultural Sesc Garanhuns, no Agreste pernambucano, em 7 de dezembro. Nos três lançamentos há bate-papo entre o autor e um convidado antes da sessão de autógrafos.<br />
Como fez em romances anteriores, o escritor não situa a ação em um lugar ou tempo específicos nas 388 páginas de <em>Emilio</em>. “Claro que parto de lugares específicos, mas o resultado sempre é a mistura de cenários, mais que a representação de um locus em especial”, declara Wellington de Melo.<br />
Segundo ele, <em>Emilio</em> poderia ser definido como “um romance especulativo, com elementos distópicos ou ucrônicos, mas seria reducionista.” A história, afirma o autor, é “sobre os efeitos do tempo sobre as pessoas, não só os efeitos físicos, mas como o tempo corrói os relacionamentos e as promessas que fazemos para nosso ‘eu’ do futuro, promessas que já não sabemos se podemos cumprir. É também sobre como o tempo altera nossa percepção do passado, da verdade e da mentira e como ela define nossas histórias pessoais e nossa história coletiva&#8221;.<br />
O processo de criação do livro teve início em 2017 e a ideia original foi sendo modificada com o tempo, diz Wellington de Melo. “A voz da narradora, por exemplo, só surgiu em definitivo entre 2021 e 2022, mas alguns temas e imagens estavam postos desde o começo, como o fato de a narrativa passar-se numa espécie de ucronia, um futuro alternativo; a presença da inteligência artificial; certa atmosfera de precariedade; a violência contra as mulheres e a opressão patriarcal”, relata. “Espero que os leitores e as leitoras gostem do resultado, que visitem esse mundo de mentiras que inventei. E acreditem.”</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> O pernambucano Wellington de Melo é escritor, editor e autor dos romances <em>Estrangeiro no Labirinto</em> (Confraria do Vento) e <em>Felicidade</em> (Patuá) e do poema <em>O Caçador de Mariposas</em> (Mariposa Cartonera). É também tradutor do poeta Miguel Hernández no Brasil e foi o editor do livro de poemas <em>Solo para Vialejo</em> (Cepe Editora), de Cida Pedrosa, vencedor do Livro do Ano do Prêmio Jabuti de 2020.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>Lançamento do romance <em>Emilio</em>, de Wellington de Melo -</strong> <em>terça-feira (28), no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças, Recife-PE), com bate-papo com a jornalista Erika Muniz; quinta-feira (30), na Ria Livraria (Rua Marinho Falcão, nº 58, Sumarezinho, São Paulo-SP), com participação do escritor Cristhiano Aguiar; e dia 7/12, no Centro Cultural Sesc Garanhuns (Rua Manoel Clemente, nº 136, Centro, Garanhuns-PE). Todos às 19h. Preço do livro: R$ 60</em></p>
<div id="attachment_106598" aria-labelledby="figcaption_attachment_106598" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Emilio.jpg"><img class="size-full wp-image-106598" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Emilio.jpg" width="318" height="485" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Emilio, de Wellington de Melo</p></div>
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