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	<title>Portal Cultura PE &#187; Gastronomia</title>
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		<title>Dia dos Povos indígenas: conheça os saberes e sabores do povo Pankará</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 10:20:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Texto: Igor Gomes O povo pernambucano, como se sabe em todo o Brasil, ostenta sua cultura e seus símbolos de maneira assertiva por onde passa. Mas ainda há muito a se investigar na história do Estado; isso porque tradições inteiras ainda não são registradas para que possam circular de maneira mais ampla para toda a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123573" aria-labelledby="figcaption_attachment_123573" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.png"><img class="size-medium wp-image-123573" alt="Pão de catolé, mandioca e rosário de catolé" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-607x318.png" width="607" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">Pão de catolé, mandioca e rosário de catolé</p></div>
<p><em>Texto: Igor Gomes</em></p>
<p>O povo pernambucano, como se sabe em todo o Brasil, ostenta sua cultura e seus símbolos de maneira assertiva por onde passa. Mas ainda há muito a se investigar na história do Estado; isso porque tradições inteiras ainda não são registradas para que possam circular de maneira mais ampla para toda a população. É o caso dos povos indígenas, submetidos a um apagamento sistemático desde o século 16. Uma dessas lacunas relacionadas à cultura indígena na identidade pernambucana vem sendo trabalhada pelo Inventário Participativo do Sistema Alimentar e Culinário do Povo Pankará, de Carnaubeira da Penha, Sertão do São Francisco. O projeto incentivado pela Fundarpe através do Funcultura, que vem documentando e resgatando toda a cadeia cultural desse povo indígena, do plantio dos alimentos até a forma de consumi-los.</p>
<p>O projeto foi aprovado no edital Funcultura Geral 2023/2024, na categoria “Patrimônio Cultural” (hoje desmembrada em edital próprio) pela produtora Gato de Gengibre, da pesquisadora Monica Larangeira Jácome. Está em andamento desde 2025 e pode ser prorrogado até 2027. Depois de validado pelo Funcultura (em processos como o de prestação de contas), ele será avaliado pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural e pode se tornar Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. As chances de isso acontecer são consistentes, pois a Fundação do Patrimônio Histórico Artístico de Pernambuco (Fundarpe) emitiu parecer preliminar (antes da realização da pesquisa) atestando a importância de se registrar essa cultura alimentar e reconhecê-la como Patrimônio.</p>
<p>“O inventário não abrange apenas as receitas do povo Pankará. A realização dele foi dividida em cinco etapas: a forma de produzir alimentos; as receitas e registro sobre a memória gustativa das pessoas em relação às receitas; o artesanato voltado para a alimentação, com utensílios de barro, de fibra de catolé, palha de coqueiro etc.; os lugares da comida, como casa de farinha, engenho de rapadura, horta e outros; e as celebrações em torno da comida”, resume Monica Jácome. Por demanda do Funcultura, serão produzidos ainda produtos culturais relacionados a esse trabalho, como um documentário curta-metragem e o cadastro dos mestres e mestras relacionados à cultura alimentar Pankará.</p>
<p>Práticas alimentares são parte da cultura humana por envolverem memórias e discursos relacionados à convivência entre as pessoas e aos usos e saberes relacionados à natureza – abrangem, por exemplo, o que pode ou não ser consumido, como se consome um alimento, o que plantar ou criar e como se faz isso em uma determinada localidade. São conhecimentos transmitidos por gerações e que podem sofrer adaptações ao longo do tempo graças a processos históricos; um exemplo são os usos da mandioca, planta nativa da América do Sul largamente usada por povos indígenas e depois pelas demais populações que chegaram ao continente por conta da colonização.</p>
<div id="attachment_123574" aria-labelledby="figcaption_attachment_123574" class="wp-caption img-width-467 alignnone" style="width: 467px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Monica-Larangeira-Jácome_Divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123574" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Monica-Larangeira-Jácome_Divulgação-467x486.jpeg" width="467" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisador Monica Jácome</p></div>
<p>O reconhecimento da importância do sistema alimentar e culinário Pankará contribui para proteger a diversidade cultural de Pernambuco. “A memória social é seletiva. Na área de gastronomia, quando se pensa em patrimônio alimentar o que se fala são as comidas da casa-grande: bolo de rolo, bolo souza leão e outros. A história de Pernambuco é fruto de uma memória fragmentada. Como é possível falar de bens culturais, de referências históricas, se eles se limitam apenas ao grupo social dominante? O resgate que o inventário faz beneficia todo o Estado porque enriquece a história humana que ocorre aqui”, pontua a pesquisadora.</p>
<p>O Inventário Participativo do Sistema Alimentar e Culinário do Povo Pankará é coletivo e envolve a comunidade. Entre os integrantes indígenas estão cinco bolsistas e uma produtora, afora toda a participação da comunidade na finalização de cada etapa. “Houve também uma oficina para que fosse elaborado um protocolo de consulta e consentimento, com normas para regrar as relações do povo Pankará com os não indígenas envolvidos no projeto e com o Estado. Ao final de cada fase, há uma prestação de contas para que se discuta e decida os próximos passos”, afirma a pesquisadora. Os bolsistas farão uma oficina de audiovisual para criar o roteiro do curta-metragem que será entregue com a pesquisa.</p>
<p>“O projeto do inventário veio pra nos fortalecer ainda mais dentro das nossas tradições. E o que não pode faltar, que os nossos antepassados sempre recomendam, os nossos mais velhos, é o respeito, a valorização, a tradição do nosso povo. Para nós, não é simplesmente um inventário alimentar e culinário; é um inventário de saber, de tradição, de cultura, de resistência, mesmo”, afirma a cacica Dorinha, liderança do povo Pankará. Segundo a cacica Dorinha, o projeto trabalha diversos elementos da cultura Pankará, “como cultivar o alimento, como retirar o alimento e como preparar. Esses modos são praticados pelos nossos antepassados, e são levados para nossos jovens, nossas crianças, para que eles possam dar continuidade a esses saberes tradicionais. Também trabalhamos como manejar a terra, também, nós manipulamos ela através dos saberes dos nossos mais velhos, e isso nos fortalece”.</p>
<div id="attachment_123575" aria-labelledby="figcaption_attachment_123575" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Dona-Vanja-prepara-farofa-de-catolé.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123575" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Dona-Vanja-prepara-farofa-de-catolé-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Vanja, do povo Pakará, prepara farofa de catolé</p></div>
<p><strong>HERANÇAS GASTRONÔMICAS E CULTURAIS</strong> – O complexo sistema dos alimentos na cultura Pankará abrange uma série de saberes que alcançam, inclusive, os não indígenas. Monica Jácome lembra que o coco catolé, por exemplo, é usado por não indígenas de diversas formas, entre elas como petisco para se tomar com cerveja. “Os indígenas fazem um rosário, em que os coquinhos são unidos por um fio e vendidos para serem consumidos”, cita. A lista de elementos envolvidos no cadeia gastronômica Pankará é grande. Eis alguns exemplos:</p>
<p>Catolé, mandioca, milho, feijão andu, fava, feijão de arranca, inhame, mucunã, batata-doce, jerimum; acerola, banana, abacate, jaca, manga, goiaba, cana-de-açúcar, mel de abelha, café, mamão, caju, murici, pinha, maracujá, favela, gergelim, batata de macambira, imbu, jaca, colorau; as carnes de caça como preá, mocó, punaré, tatu, peba, veado, gato do mato, cambamba, tamanduá, juriti, codorniz, jacu, teiú, camaleão; as carnes de criação como galinha, porco, vaca, cabra; pão de catolé, catolé cozido, bró de catolé, farofa de catolé, massa, goma e farinha de mandioca, beiju na pedra, bolo de macaxeira, licores, doces e geleias de frutas, imbuzada, doce de cafofa de imbu, doce de facheiro, doce de coroa de frade, xeléu cozido, café morto no pau, queijo de coalho, rapadura, mel de cana, fubá e farinha de milho, milho assado e cozido, bolo de milho, feijão cozinhado, baião de dois, munguzá de feijão, angu da agonia (angu de feijão), café de feijão andu, Rubacão de fava, mingau de mucunã, farofa de murici, fubá da castanha de caju, fubá doce de favela, fubá de gergelim, lambedores, chás de ervas, xaropes e garrafadas; engenhos de farinha, engenho de cana-de-açúcar, fogões à lenha, moendas de milho, pilões de madeira; artesanato culinário barro (o caco, a cuscuzeira|), madeira e fibras naturais (os abanadores do fago, as cestas); a dança do toré nas celebrações da Semana dos Povos Indígenas; a Feira de Cultura Pankará, todo mês de maio; os festejos em comemoração a São Gonçalo; a Novena de Nossa Senhora nas aldeias Jardim e Ladeira.</p>
<p>Em Pernambuco, as manifestações de influência indígena vão além da gastronomia. Entre as manifestações culturais que tem direta herança dos povos originários temos o caboclinho, maracatu rural, coco, ciranda, além do artesanato com os usos da macaxeira, do barro e de fibras vegetais, por exemplo. É uma matriz existencial fundamental para o povo pernambucano, cuja cultura vem sendo reconhecida pelo Governo do Estado por meio da Fundarpe, que dispõe dos títulos de Patrimônio Vivo e da abertura de linhas de fomento que sejam abrangentes a ponto de abarcar projetos. No primeiro caso, já foram reconhecidas agremiações como os caboclinhos Sete Flexas (Recife), União Sete Flexas (Goiana), os dois Canindé (Recife e Goiana), Caheté (Goiana) e Tribo Indígena Carijó (Goiana). Também as Cantadeiras do Povo Indígena Pankararu detêm o título. O título abrange pessoas (mestres) e grupos, e o concurso para eleger os novos Patrimônios Vivos do Estado segue aberto até o dia 30 de abril.</p>
<p>No segundo caso, os editais do Funcultura abarcam diversas linguagens artísticas em iniciativas diversas (apresentação, pesquisa, oficina, produção de conteúdos, entre outros). Dos editais abertos, o Funcultura Música é destinado a toda cadeia sonora (produção, pesquisa e afins), e segue aberto até 30 de abril. Já o Funcultura Geral abrange manifestações de dança, literatura, artes visuais, teatro, circo e outras linguagens. O Funcultura Patrimônio Cultural, por sua vez, possui linhas específicas para pesquisas, produção de conteúdo e ações de salvaguarda em gastronomia em outras manifestações culturais. As inscrições para os Funculturas Geral e Patrimônio Cultural seguem abertas até o dia 13 de maio.</p>
<div id="attachment_123576" aria-labelledby="figcaption_attachment_123576" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto/ Acervo Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Caboclinho-Sete-Flechas-do-Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-123576" alt="Foto: Costa Neto/ Acervo Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Caboclinho-Sete-Flechas-do-Recife-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caboclinho Sete Flechas do Recife, Patrimônio Vivo</p></div>
<p><strong>O POVO PANKARÁ</strong> – Segundo dados estatísticos do site Terras Indígenas do Brasil (terrasindigenas.org.br), a Terra Indígena Pankará da Serra do Arapuá, demarcada em 2025 e localizada no município de Carnaubeira da Penha (Sertão do São Francisco), tem população de quase 3 mil pessoas. São 52 aldeias em cerca de 15 mil hectares. A agricultura de subsistência é a base da economia alimentar desse povo, em especial os cultivos de milho, macaxeira e feijão. As origens remontam ao povo Atikum e a remanescentes quilombolas na região, e o nome “Pankará” só passa a ser usado como autodenominação no começo dos anos 2000. “O nome ‘Pankará’ veio do costume de usarmos pakaiá, que é o fumo, e também de urá, que vem do mangará da bananeira. A gente era conhecido como ‘os índios da Serra do Arapuá’, os ‘caboclos da Serra do Arapuá’. Em 2003, fomos reconhecidos como povo Pankará. O nome veio através dos saberes das Forças Encantadas, que me apresentaram esse nome de ‘Pankará’”, explica a cacica Dorinha.</p>
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		<title>Edital de Multilinguagens da Política Nacional Aldir Blanc cresce 44,5% no número de adesão ao Ciclo II e amplia acesso à cultura em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:00:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Edital de Multilinguagens, do Ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), registrou aumento de adesão em Pernambuco. Ao todo, foram 3.255 inscrições válidas, um crescimento de 44,5% em comparação ao primeiro ciclo, que registrou 2.252 propostas. Com incentivo do Governo Federal, o resultado traduz o compromisso do Governo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122688" alt="Edital de Multilinguagens" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center">O Edital de Multilinguagens, do Ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), registrou aumento de adesão em Pernambuco. Ao todo, foram 3.255 inscrições válidas, um crescimento de 44,5% em comparação ao primeiro ciclo, que registrou 2.252 propostas. Com incentivo do Governo Federal, o resultado traduz o compromisso do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), em ampliar o acesso às políticas culturais e fortalecer a diversidade de expressões artísticas em todo o estado.</p>
<p style="text-align: left;">Com investimento total de R$ 19,5 milhões, a iniciativa visa apoiar projetos individuais e coletivos que movimentem cadeias produtivas, impulsionem economias locais e ampliem o acesso da população às artes, da tradição à contemporaneidade. Em Pernambuco, o aumento no quantitativo de propostas demonstra a confiança do setor cultural nas políticas públicas e na capacidade do edital de alcançar diferentes territórios, linguagens e públicos.</p>
<p>“O crescimento na adesão ao Multilinguagens mostra que a política cultural está chegando onde precisa chegar. São mais artistas, produtores e coletivos confiando nos nossos editais, participando, acessando e movimentando a cultura nos seus territórios. Isso é resultado da gestão Raquel Lyra, que aposta na democratização, na escuta e no retorno concreto para quem faz cultura no dia a dia. A Política Nacional Aldir Blanc, em Pernambuco, tem ampliado alcance, fortalecido redes e reafirmado a cultura como direito, trabalho e desenvolvimento para o nosso estado”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>As propostas inscritas contemplam uma ampla diversidade de segmentos artístico-culturais, como Audiovisual, Artesanato, Artes Circenses, Artes Visuais, Cultura Popular e Tradicional, Cultura LGBTQIAPN+, Cultura Periférica, Dança, Design, Fotografia, Gastronomia, Literatura, Moda, Música, Ópera, Patrimônio e Teatro, reafirmando o caráter plural do edital.</p>
<p>Com esse avanço, a Secult-PE consolida uma política de fomento orientada pela inclusão, pela descentralização e pelo reconhecimento da cultura como direito e vetor de desenvolvimento para Pernambuco. Mais informações sobre o Edital de Multilinguagens estão disponíveis no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a> e no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2819#info">Mapa Cultural de Pernambuco</a>.</p>
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		<title>‘NaPerifa’: Secult-PE realiza consulta pública para mapear produção cultural nas comunidades até sexta-feira (21)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/naperifa-secult-pe-realiza-consulta-publica-para-mapear-producao-cultural-nas-comunidades-ate-sexta-feira-21/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:44:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“O que e quem move a arte e cultura na tua comunidade?”. É com esse mote que o  Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), está realizando uma consulta pública para mapear a produção cultural das periferias da Região Metropolitana do Recife. A ação integra a primeira etapa do NaPerifa: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_6730.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121299" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_6730-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>“O que e quem move a arte e cultura na tua comunidade?”</strong>. É com esse mote que o  Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), está realizando uma consulta pública para mapear a produção cultural das periferias da Região Metropolitana do Recife. A ação integra a primeira etapa do<em> NaPerifa: Circuito Gastronômico e Criativo</em>, projeto que visa promover experiências gastronômicas e criativas, valorizando a produção local e estimulando o intercâmbio entre diferentes públicos. As contribuições podem ser enviadas até a próxima sexta-feira (21), por meio de formulário on-line disponível no <a href="https://qualtricsxm7x898lkqw.qualtrics.com/jfe/form/SV_eQCp2arDWqdyMGa">link</a>.</p>
<p dir="ltr">Lançado em maio deste ano, o projeto busca reconhecer e fortalecer o potencial criativo das periferias do Grande Recife – que representam cerca de 26,9% da população da região, com mais de 1 milhão de moradores, vivendo em cerca de 728 comunidades, de acordo com dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Reconhecendo isso, o ‘NaPerifa’ chega como uma política de formação, incentivo e desenvolvimento baseada na escuta atenta e na construção coletiva desde a sua fase inicial, com as contribuições públicas sobre o que pulsa de cultura nesses territórios.</p>
<p dir="ltr">“O projeto fortalece um dos pilares da gestão da governadora Raquel Lyra, que é o de incentivar a geração de renda e o empreendedorismo por meio da economia criativa em territórios que são potências na criação, impulsionamento e salvaguarda da nossa cultura”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">Nesta primeira fase, o preenchimento do formulário contribuirá para identificar estabelecimentos, organizações, coletivos, centros culturais e agentes que movimentam a cena artístico-cultural em áreas como Gastronomia, Artes Visuais, Música, Design e Moda nas diferentes comunidades.</p>
<p dir="ltr">Para dúvidas e/ou mais informações sobre as contribuições, dois canais estão disponíveis: o e-mail <a href="mailto:naperifa@secult.pe.gov.br">naperifa@secult.pe.gov.br</a> e o Instagram oficial do projeto, o <a href="http://instagram.com/naperifa">@naperifa</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>NaPerifa </strong></p>
<p dir="ltr">Promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), o NaPerifa: Circuito Gastronômico e Criativo é um movimento que valoriza a riqueza cultural e a criatividade das periferias, reunindo experiências em gastronomia, design, moda, artes visuais e música. A iniciativa visa destacar a produção local e promover o intercâmbio entre diferentes públicos. Por meio de ações formativas e culturais, o projeto busca fortalecer e legitimar as expressões já existentes nesses territórios, ampliando o acesso da população à sua própria endocultura por meio de espaços e agentes culturais.</p>
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		<title>Secult-PE anuncia resultado final do 2º Prêmio dos Saberes e Fazeres da Gastronomia Pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-anuncia-resultado-final-do-2o-premio-dos-saberes-e-fazeres-da-gastronomia-pernambucana/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 15:59:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=121106</guid>
		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), anuncia, nesta quinta-feira (6), o resultado final do 2° Prêmio dos Saberes e Fazeres da Gastronomia Pernambucana &#8211; Edição Dona Menininha do Alfenim. A lista completa pode ser conferida no Mapa Cultural de Pernambuco. &#62;&#62; Confira o resultado aqui O edital disponibiliza o valor [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Banner_SABERES-E-FAZERES_2025.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121107" alt="Banner_SABERES-E-FAZERES_2025" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Banner_SABERES-E-FAZERES_2025-607x202.png" width="607" height="202" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), anuncia, nesta quinta-feira (6), o resultado final do 2° Prêmio dos Saberes e Fazeres da Gastronomia Pernambucana &#8211; Edição Dona Menininha do Alfenim. A lista completa pode ser conferida no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2663/#info">Mapa Cultural de Pernambuco</a>.</p>
<p><strong>&gt;&gt; Confira o resultado</strong> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/gastronomia-resultado-final.pdf">aqui</a></p>
<p>O edital disponibiliza o valor total de R$ 96 mil e premia dez propostas distribuídas em duas categorias. A primeira categoria reconhece trajetórias artístico-culturais de agentes da Gastronomia e da Cultura Alimentar premiando seis propostas de agentes individuais com o valor de R$ 6 mil e duas propostas de agentes coletivos com o valor de R$ 15 mil. A segunda reconhece iniciativas/práticas coletivas exitosas premiando duas propostas de agentes coletivos com o valor de R$ 15 mil.</p>
<p>A importância deste edital de prêmio pode ser observada na organização atuante que a Gastronomia e a Cultura Alimentar apresentam em Pernambuco, por meio de sua atuação nos Conselhos de Cultura do Estado e nas propostas e moções construídas na Conferência Nacional de Cultura. É possível observar como a gastronomia e a cultura alimentar se conectam com a estrutura formativa e identitária de suas comunidades e de seus territórios, contribuindo para unir e criar laços entre pessoas que habitam espaços comuns e que se perpetuam ao longo do tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Confira o resultado do julgamento dos recursos e pós recursos do 2º Prêmio dos Saberes e Fazeres da Gastronomia Pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/confira-o-resultado-do-julgamento-dos-recursos-e-pos-recursos-do-2o-premio-dos-saberes-e-fazeres-da-gastronomia-pernambucana/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 13:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta quarta-feira (22/10), o Resultado do Julgamento dos Recursos da Análise de Mérito e o Resultado Pós Julgamento dos Recursos do Edital do 2º Prêmio dos Saberes e Fazeres da Gastronomia Pernambucana – Edição Dona Menininha do Alfenim – 2025. Confira: Resultado do Julgamento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta quarta-feira (22/10), o Resultado do Julgamento dos Recursos da Análise de Mérito e o Resultado Pós Julgamento dos Recursos do Edital do 2º Prêmio dos Saberes e Fazeres da Gastronomia Pernambucana – Edição Dona Menininha do Alfenim – 2025.</p>
<p><strong>Confira:</strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/gastronomia-resultado-do-julgamento-dos-recursos-merito.pdf">Resultado do Julgamento dos Recursos do Mérito</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/gastronomia-resultado-pos-recursos-merito.pdf">Resultado Pós Recursos do Mérito</a></p>
<p>O edital disponibilizará o valor total de R$ 96 mil e premiará dez propostas distribuídas em duas categorias. A primeira categoria reconhece trajetórias artístico-culturais de agentes da Gastronomia e da Cultura Alimentar premiando seis propostas de agentes individuais com o valor de R$ 6 mil e duas propostas de agentes coletivos com o valor de R$ 15 mil. A segunda reconhece iniciativas/práticas coletivas exitosas premiando duas propostas de agentes coletivos com o valor de R$ 15 mil.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>2º Prêmio Saberes e Fazeres da Gastronomia tem resultado preliminar das propostas divulgado</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 19:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta quarta-feira (8), o resultado preliminar das propostas do 2º Prêmio do Saberes e Fazeres da Gastronomia. O resultado completo pode ser conferido aqui, no Mapa Cultura de Pernambuco. O edital disponibilizará o valor total de R$ 96 mil e premiará dez propostas distribuídas em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta quarta-feira (8), o resultado preliminar das propostas do 2º Prêmio do Saberes e Fazeres da Gastronomia. O resultado completo pode ser conferido <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/gastronomia-resultado-preliminar-da-analise-documental.pdf">aqui</a>, no Mapa Cultura de Pernambuco.</p>
<p>O edital disponibilizará o valor total de R$ 96 mil e premiará dez propostas distribuídas em duas categorias. A primeira categoria reconhece trajetórias artístico-culturais de agentes da Gastronomia e da Cultura Alimentar premiando seis propostas de agentes individuais com o valor de R$ 6 mil e duas propostas de agentes coletivos com o valor de R$ 15 mil. A segunda reconhece iniciativas/práticas coletivas exitosas premiando duas propostas de agentes coletivos com o valor de R$ 15 mil.</p>
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		<title>2º Prêmio Saberes e Fazeres da Gastronomia Pernambucana tem resultado do julgamento de recursos divulgado</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 17:14:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta terça-feira (9), o resultado do julgamento de recursos do 2º Prêmio do Saberes e Fazeres da Gastronomia. O resultado completo pode ser conferido aqui, no Mapa Cultura de Pernambuco. O edital disponibilizará o valor total de R$ 96 mil e premiará dez [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Card_SABERES-E-FAZERES_Inscricoes-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120190" alt="Card_SABERES-E-FAZERES_Inscricoes (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Card_SABERES-E-FAZERES_Inscricoes-1-364x486.png" width="364" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta terça-feira (9), o resultado do julgamento de recursos do 2º Prêmio do Saberes e Fazeres da Gastronomia. O resultado completo pode ser conferido <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/gastronomia-resultado-preliminar-da-analise-documental.pdf">aqui</a>, no Mapa Cultura de Pernambuco.</p>
<p>O edital disponibilizará o valor total de R$ 96 mil e premiará dez propostas distribuídas em duas categorias. A primeira categoria reconhece trajetórias artístico-culturais de agentes da Gastronomia e da Cultura Alimentar premiando seis propostas de agentes individuais com o valor de R$ 6 mil e duas propostas de agentes coletivos com o valor de R$ 15 mil. A segunda reconhece iniciativas/práticas coletivas exitosas premiando duas propostas de agentes coletivos com o valor de R$ 15 mil.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>“Frutos do Mar” dá voz a pescadores, marisqueiras e educadores de Brasília Teimosa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/frutos-do-mar-da-voz-a-pescadores-marisqueiras-e-educadores-de-brasilia-teimosa/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 14:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A diretora e roteirista Mônica Jácome lança nesta quinta (11 de setembro) o documentário “Frutos do Mar &#8211; Tradição Culinária, Memória e Resistência na Brasília Teimosa”, em sessão pública e gratuita realizada, às 19h, na Escola Técnica Estadual João Bezerra, em Brasília Teimosa, no Recife. O filme reúne narrativas de pescadores, marisqueiras, cozinheiras, comerciantes, educadores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A diretora e roteirista Mônica Jácome lança nesta quinta (11 de setembro) o documentário “Frutos do Mar &#8211; Tradição Culinária, Memória e Resistência na Brasília Teimosa”, em sessão pública e gratuita realizada, às 19h, na Escola Técnica Estadual João Bezerra, em Brasília Teimosa, no Recife. O filme reúne narrativas de pescadores, marisqueiras, cozinheiras, comerciantes, educadores e crianças sobre a vida cultural, a rica gastronomia do bairro e a resistência frente às pressões históricas da especulação imobiliária.</p>
<p>Realizado pela Gato de Gengibre – Pesquisa e Produção Cultural, com produção associada da Janela – Gestão de Projetos, das produtoras Fernanda Ferrário e Dida Maia, o documentário foi contemplado no edital Ações Criativas para o Audiovisual – Produção, da Lei Paulo Gustavo, executado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe.</p>
<p>Em pouco mais de 25 minutos, Frutos do Mar parte da premissa de que ninguém mais legítimo para contar a história de um território do que seus próprios moradores. É a comunidade que narra como se construiu o sistema cultural alimentar da Brasília Teimosa, moldado pelo encontro de três matrizes culinárias: o mar, o mangue e a caatinga.</p>
<p><strong>Gastronomia de resistência</strong></p>
<p>O filme mostra como essa fusão atravessou gerações. No Bar do Cabo, fundado por migrantes sertanejos e hoje comandado pelas irmãs Natália e Gisele Oliveira, receitas de carne deram lugar a pratos de frutos do mar como o arroz de polvo e o camarão na cerveja, que tornaram a casa referência na cidade. Já o Império dos Camarões, criado por José Bezerra dos Santos, o “Seu Zezinho”, também migrante da seca, sobrevive hoje administrado em parceria com o neto.</p>
<p>Outros personagens centrais são a marisqueira Edileuza Silva do Nascimento (“Dona Lêu”), o pescador João Pereira Filho, e o vice-presidente da Colônia de Pescadores Z-1, Augusto Lima (“Seu Neno”), que compartilham as práticas de pesca artesanal, a mariscagem no mangue e a luta contra a degradação ambiental.</p>
<p>O documentário ainda evidencia o papel dos educadores sociais, que fazem da cultura uma ferramenta de resistência. Taciana Melo, da Escola Mangue, e Dandara Martins, do CEPOMA, conduzem projetos que integram educação ambiental, cultura alimentar e memória popular. Entre eles, o Maracatu Nação Erê, primeiro grupo infantil de baque virado de Pernambuco, criado na Brasília Teimosa e que completa 30 anos em 2025.</p>
<p>Segundo Mônica Jácome, a intenção foi “construir uma narrativa em que a própria comunidade pudesse dizer ao poder público e à sociedade por que é fundamental valorizar e salvaguardar sua cultura alimentar e suas práticas de vida”.</p>
<p>Equipe principal<br />
Direção, pesquisa e roteiro: Mônica Jácome<br />
Assistência de direção: Sâmia Emerenciano<br />
Produção executiva: Fernanda Ferrário<br />
Produção: Dida Maia<br />
Produtora associada: Janela – Gestão de Projetos (Fernanda Ferrário e Dida Maia)<br />
Direção de fotografia: Clara Gouvêa<br />
Montagem: João Lucas Melo<br />
Som direto, edição e mixagem: Hugo Coutinho<br />
Trilha original: Homero Basílio e Leonardo Guedes (violoncelo)<br />
Imagens de drone: Marcelo Lacerda<br />
Finalização de cor: Rafael Amorim<br />
Design gráfico: Isabela Faria<br />
Mídias sociais: Babi Jácome<br />
Assessoria de imprensa: Lula Portela<br />
Acessibilidade comunicacional: Jaks Interpretações</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento nacional do documentário “Frutos do Mar”</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Do caderno de receitas à tradição, o bolo de noiva foi o protagonista no País da Cultura Alimentar nesta sexta (5)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/do-caderno-de-receitas-a-tradicao-o-bolo-de-noiva-foi-o-protagonista-no-pais-da-cultura-alimentar-nesta-sexta-5/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 20:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto: Valentine Herold Uma receita de bolo é bem clara nos ingredientes e na proporção de cada elemento. Duas xícaras de farinha, 200g de manteiga, 3 ovos e por aí vai. Mas se dentro da batedeira e do forno não pode faltar precisão matemática para que a química gastronômica aconteça da forma correta, já não [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120104" aria-labelledby="figcaption_attachment_120104" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/cris-barros.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120104" alt="A confeiteira Cristianne Barros ministrou oficina no PEMP Caruaru" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/cris-barros-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A confeiteira Cristianne Barros ministrou oficina no PEMP Caruaru</p></div>
<p dir="ltr"><em>Texto: Valentine Herold</em></p>
<p dir="ltr">Uma receita de bolo é bem clara nos ingredientes e na proporção de cada elemento. Duas xícaras de farinha, 200g de manteiga, 3 ovos e por aí vai. Mas se dentro da batedeira e do forno não pode faltar precisão matemática para que a química gastronômica aconteça da forma correta, já não se pode dizer o mesmo com os sentimentos envolvidos em uma receita de família. Quanto de amor, de cuidado, querer bem e de memória afetiva cabem em um bolo feito para os seus? Não há como mensurar em gramas, colheres ou xícaras. Cozinhar é um ato de carinho, uma linguagem de amor universal e que é passada de geração em geração. É assim que Cristianne Barros, confeiteira e professora do curso de Gastronomia do Senac, transmite seus saberes.</p>
<p dir="ltr">A preservação da memória familiar através dos cadernos de receitas foi o foco na ação do País da Cultura Alimentar da tarde desta sexta-feira no Festival Pernambuco Meu País em Caruaru. A atividade aconteceu na Feira de Caruaru, importante polo gastronômico e cultural da cidade, unindo tradição e salvaguarda. Enquanto preparava um bolo de noiva, Cristianne deu uma aula sobre as origens dessa receita genuinamente pernambucana, registrada inclusive Patrimônio Imaterial do Estado desde 2023, junto às suas práticas socioculturais associadas.</p>
<p dir="ltr">“Somos um povo doce e carregamos a tradição da cana-de-açúcar no sangue. Por isso gostamos tanto de receber bem as pessoas em nossas casas, servir um bolinho com café. Essa tradição faz parte da nossa herança e é muito importante preservarmos essa memória dentro dos seios familiares. Os cadernos de receitas cumprem esse papel de manter o elo com o passado, pensando no futuro. As tradições de cada família não podem morrer”, ressaltou a chef.</p>
<p dir="ltr">Com mais de 20 anos de experiência no setor gastronômico  em Pernambuco com foco em Confeitaria e panificação. Formada em gastronomia, Mestra em Ciência da Educação e pesquisadora cultural, Cristianne dividiu com o público do Festival Pernambuco Meu País a receita de sua avó do bolo de noiva. Desde o descanso das ameixas em vinho Moscatel por semanas até o uso de cacau, cada etapa do processo é feita com amor e atenção ao sabor.</p>
<p dir="ltr">Sobremesa com raízes inglesas, o bolo de noiva pernambucano nasceu ainda no período colonial e foi se adaptando às influências culturais e econômicas ao longo dos anos. Alguns ingredientes são obrigatórios e outros, como o acréscimo de nozes ou outras frutas cristalizadas, vão do gosto e do costume de cada família. Para a coordenadora de Gastronomia da Secult-PE, Dianne Sousa, que articulou a atividade desta sexta (5), ações como essas são complementares ao mapeamento de boleiras de Pernambuco que vem sendo feito pela Secretaria de Cultura dentro do Mapa da Cultura Alimentar.</p>
<p dir="ltr">“Cristianne desenvolveu uma pesquisa sobre bolo de noiva desde 2008. Então há anos ela vem nesse processo de auxílio e mapeamento também em relação às boleiras, principalmente boleiras de confeiteira, que foi muito importante durante o processo de patrimonialização do bolo de noiva. E falar de cadernos de receitas é outro tema central dentro da confeitaria pernambucana. Durante sua pesquisa, Cristianne encontrou muitas receitas que foram passadas de avó, de mãe pra filha, através de cadernos. Então trazermos esse assunto para o festival é falar de salvaguarda da memória alimentar do nosso Estado e exercer ela na prática”, destacou Dianne.</p>
<p dir="ltr">A programação da Cultura do País Alimentar continua neste sábado (6) com Dona Carmem Virginia às 10h, na palestra “Sua Vida Sua História &#8211; Entre Caranguejos e Acarajés”. Em seguida, às 14h, é a vez da intervenção “Cardápio Doce Poético”, com o chef Aleff Souza e a poeta Odailta Alves. Sempre no mesmo local, na Feira de Caruaru, na entrada do polo gastronômico.</p>
<p> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/caderno-receitas.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120106" alt="caderno receitas" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/caderno-receitas-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Receitas de comunidade quilombola do interior de Pernambuco ganham registros em áudio e vídeo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/receitas-de-comunidade-quilombola-do-interior-de-pernambuco-ganham-registros-em-audio-e-video/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/receitas-de-comunidade-quilombola-do-interior-de-pernambuco-ganham-registros-em-audio-e-video/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 18:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PNAB Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[São Lourenço da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[Tejucupapo]]></category>

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		<description><![CDATA[A culinária quilombola guarda séculos de saberes transmitidos de geração em geração, quase sempre pela oralidade e pela observação do dia a dia. Pouco documentada e ainda alvo de curiosidade, ela agora ganha espaço no audiovisual com a estreia da &#8220;websérie Saberes e Sabores Quilombolas&#8221;, que estreia em setembro, no canal do Youtube e do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Receitas-de-comunidade-quilombola-do-interior-de-Pernambuco-ganham-registros-em-áudio-e-vídeo-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120039" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Receitas-de-comunidade-quilombola-do-interior-de-Pernambuco-ganham-registros-em-áudio-e-vídeo-1-607x405.png" width="607" height="405" /></a></p>
<p>A culinária quilombola guarda séculos de saberes transmitidos de geração em geração, quase sempre pela oralidade e pela observação do dia a dia. Pouco documentada e ainda alvo de curiosidade, ela agora ganha espaço no audiovisual com a estreia da &#8220;websérie Saberes e Sabores Quilombolas&#8221;, que estreia em setembro, <a href="https://www.youtube.com/@soueuquemconto" target="_blank">no canal do Youtube</a> e do Instagram. A produção, registrada em áudio e vídeo, traz uma abordagem inédita, no qual, o público poderá acompanhar todo processo da cultura alimentar das receitas, ficando livre para reproduzir, adaptar e recriar receitas em casa, com familiares e amigos, por exemplo.</p>
<p>O projeto nasce na comunidade de Povoação de São Lourenço, Distrito de Tejucupapo, em Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, e tem como protagonista a mestra cozinheira Edjane Agostinho. Filha e neta de marisqueiras e agricultoras, ela cresceu acompanhando o preparo de pratos tradicionais do quilombo e assumiu, com o tempo, também a militância no movimento quilombola e da pesca artesanal.<br />
A websérie terá cinco episódios de dez minutos ( melhor não colocar o tempo. Cada um é dedicado a uma receita que carrega, além do sabor, uma história de resistência. Os registros, publicados semanalmente, nas redes sociais do projeto, buscam ser um instrumento de salvaguarda, documentação, catalogação, memória e difusão.</p>
<p>Com uma linguagem simples e ferramentas de acessibilidade para pessoas com deficiência, os vídeos buscam abordar desde os ingredientes, processos de produção até a hora de servir à mesa. Entre as receitas estão a moqueca na palha, que ela aprendeu com a mãe para vender nas praias, e o pirão de caranguejo, presença comum em festas comunitárias. Há ainda o lambedor serenado de cupim e de cipó de vaqueiro, herdado da avó, que une alimentação e saberes medicinais, e a moqueca seca na folha de aroeira, receita aprendida nas rodas de conversa da associação de marisqueiras. A série também vai abordar os alimentos de base da dieta quilombola, como macaxeira, inhame, feijão, banana e arroz.<br />
“Cada prato é parte da minha família e da comunidade. Ao registrar nossas receitas, asseguramos que essa cultura continue viva para os mais jovens e também para os que não conhecem os quilombos”, afirma Edjane.</p>
<p>A proposta tem como objetivo incentivar os jovens da comunidade a valorizar a gastronomia local e ampliar a divulgação da cultura quilombola. Em Povoação, o turismo de base comunitária já vem crescendo, e a comida tradicional é um dos principais atrativos para visitantes. Parte da renda obtida é dividida entre marisqueiras e famílias que se organizam coletivamente para receber o público. Nesse sentido, a websérie também atua como ferramenta de fortalecimento econômico e social. Ao valorizar a cozinha, promove o protagonismo feminino e reconhece a importância das práticas culinárias como patrimônio cultural.</p>
<p>A ideia do projeto surgiu de uma experiência curiosa. Em uma reunião na cidade de Goiana, um homem branco se aproximou da antropóloga e produtora cultural, quilombola de Povoação de São Lourenço, Crislaine Venceslau, Edjane e perguntou se poderia assistir ao preparo da moqueca na palha, para aprender e reproduzir em casa com vinho. A cena chamou a atenção dela para a curiosidade externa sobre os modos de fazer da comunidade. Foi a partir dali que surgiu o desejo de escrever, junto a Edjane e realizar o projeto, garantindo que o registro fosse feito de dentro, por quem vive a tradição.</p>
<p>Para Edjane Crislaine , a cozinha é memória, identidade e futuro. “Minha família sempre chamou de mistura o que acompanhava o arroz e o feijão. Essa mistura, que vem da terra e do mar, é a maior riqueza que temos.”<br />
Com apoio do edital de Fomento PNAB – Categoria VI (Diversidade, Cultura e Periferia), do Governo de Pernambuco e do Ministério da Cultura, Saberes e Sabores Quilombolas em Goiana cumpre um papel duplo.<br />
De um lado, preserva saberes ameaçados pelo esquecimento. De outro, amplia o alcance da gastronomia quilombola, colocando-a como parte essencial da história cultural brasileira.</p>
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