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	<title>Portal Cultura PE &#187; Germana Pereira</title>
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		<title>Cinema pernambucano ganha obra completa que marca seu centenário</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2024 14:17:25 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109609" aria-labelledby="figcaption_attachment_109609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Evelyn Soares/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/IMG_2593-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109609" alt="Evelyn Soares/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/IMG_2593-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Germana Pereira e Ernesto Barros</p></div>
<p>Para marcar o centenário da produção audiovisual pernambucana, os jornalistas Ernesto Barros e Germana Pereira lançam, nesta segunda-feira (6), no Cinema da Fundação do Derby, a partir das 19h, o livro <em>História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</em>. A publicação apresenta um panorama do setor tendo como marco histórico 1923, ano do início da produção do longa-metragem Retribuição, considerado o primeiro filme de ficção feito no Estado, até a premiada cena do cinema contemporâneo. Com 153 páginas recheadas de fotografias, muitas delas históricas, textos, uma linha do tempo e um compilado bibliográfico, a publicação é da editora Tangram Cultural, com incentivo do Funcultura Audiovisual.</p>
<p>De acordo com a organizadora Germana, a obra “é uma celebração visual, fruto de décadas de dedicação e pesquisa no campo audiovisual em Pernambuco, resultado da convergência de nossas trajetórias, o que nos permitiu explorar a diversidade da produção cinematográfica pernambucana”. O livro perpassa do pioneirismo da produção pernambucana no início do século 20, com o início do Ciclo do Recife (1923-1931), passando pelo Ciclo do Super 8 (1970-1980), até a fase mais profícua do audiovisual conterrâneo, a partir dos anos 2000. Essa fase mais recente é representada por duas gerações de realizadores como Paulo Caldas, Marcelo Luna, Lírio Ferreira, Cláudio Assis, Clara Angélica e Hilton Lacerda, seguida por Marcelo Gomes, Kleber Mendonça Filho, Sérgio Pinheiro, Renata Pinheiro e Marcelo Pedroso, entre outros.</p>
<p>“Nós trabalhamos nessa pesquisa como uma espécie de enciclopédia”, revela Ernesto Barros, responsável pelos textos. Ele, que é jornalista com extensa experiência em cobertura de festivais, no Brasil e no exterior, e crítica cinematográfica, lançou mão dessa experiência para a publicação. “Durante esses anos todos fui um interlocutor de vários desses cineastas. Hoje a gente tem um cinema que produz muito, que tem voz própria”, reflete.</p>
<p>A partir de uma investigação empreendida sobretudo no Arquivo Público Estadual e nos arquivos da imprensa local e da Fundação Joaquim Nabuco, <em>História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</em> registra desde o primeiro filme de enredo, produzido pela Aurora-Film, passando pelo anúncio da inauguração do Cinema São Luiz no extinto jornal Folha da Manhã, em setembro de 1952, e o surgimento do Grupo de Cinema Super 8 do Recife, com Fernando Spencer e Celso Marconi, até o Prêmio Especial do Júri para o longa <em>Bacurau</em> (2019), de Kleber Mendonça Filho &amp; Juliano Dornelles, e o Prêmio Illy de Melhor Curta-Metragem na Quinzena dos Realizadores, ambos em Cannes, para <em>Sem Coração</em> (2023), de Nara Normande &amp; Tião, atualmente em cartaz.</p>
<p>“É um convite para uma imersão nos filmes e eventos significativos que moldaram nosso cenário cinematográfico e a uma reflexão sobre as transformações sociais, paisagísticas, políticas, econômicas e culturais ao longo dessa jornada. Mais do que narrar uma história, o livro é uma homenagem aos realizadores, artistas, técnicos, produtores e entusiastas que contribuíram para cada cena capturada nas telas ao longo de um século. Cenas que influenciaram e continuam a influenciar a identidade cultural de Pernambuco a partir do cinema.”, reflete Germana.</p>
<p>“Ao celebrarmos esses 100 anos de cinema em Pernambuco também celebramos valores como paixão, talento, criatividade, luta e resistência que permeiam cada página desse livro. Que essa leitura inspire novos projetos e contribua para manter viva a chama da cinefilia por muitas gerações em todo o País”, almeja a organizadora.</p>
<p>O prefácio foi escrito pela pesquisadora e professora Amanda Mansur e abre as portas para a imersão na história ilustrada dos 100 anos do cinema em Pernambuco. A edição e design ficaram a cargo de Tatiana Portela e a revisão ortográfica foi feita por Antônio Portela. A capa, concebida por Carla Sarmento, é uma entrada visual para o mundo cinematográfico pernambucano.</p>
<p>A versão e-book, que será lançada em breve, conta com audiodescrição da COM Acessibilidade Comunicacional. A Verbo Assessoria de Comunicação assumiu a divulgação, enquanto Diego Medeiros ficou responsável pela assessoria jurídica. Evelyn Soares fez a assistência de produção e Cynthia Soares cuidou da normalização bibliográfica, garantindo a integridade do conteúdo.</p>
<p>O livro está sendo vendido no lançamento por R$ 50 e uma versão e-book também será comercializada. O link estará disponível no Instagram da @tangramcultural_.</p>
<p><strong>SOBRE A AUTORIA -</strong> Ernesto Barros, pesquisador e autor dos textos do livro, tem na bagagem quatro décadas de atuação como repórter, crítico, curador e programador. Atuou como editor de vídeo na Rede Globo Nordeste por 20 anos e uma década como repórter e crítico de cinema no Jornal do Commercio, época em que além de escrever as críticas de filmes em cartaz nos cinemas do Recife e Região Metropolitana, cobria festivais nacionais e internacionais, período em que esteve em seis edições do Festival de Cannes, três do Festival de Berlim e várias edições dos festivais de Brasília, Gramado, Paulínia, Cine PE, Mostra de São Paulo, Festival do Rio, Festival Varilux, entre outros.</p>
<p>Além do JC, Ernesto foi crítico de cinema por dois anos no Diario de Pernambuco, redigiu matérias de cinema para a revista Continente Multicultural e o Suplemento Pernambuco, do Diário Oficial do Estado, e foi jurado de mais de três dezenas de concursos municipais e estaduais de roteiros, festivais de cinema e vídeo, além de bancas de projetos experimentais em vídeo na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Na Gerência de Audiovisual da Prefeitura do Recife foi curador por três anos dos dois cinemas municipais, o Parque e o Apolo, e organizou o Concurso de Roteiro Ary Severo/Firmo Neto, Festival de Vídeo de Pernambuco e Panorama Recife de Documentário, entre outros. Desde 2017 integra a equipe do Cinema da Fundação e da Cinemateca Pernambucana na Fundaj.</p>
<p>Germana Pereira, diretora criativa da Tangram Cultural, assina a pesquisa, produção e organização do livro. Jornalista, produtora e gestora cultural, tem na trajetória a produção de mais de cem obras audiovisuais entre séries e documentários para televisão, exibidos nacionalmente pela TV Globo, TV Cultura, Canal Futura e TV Escola, além de curtas e longas-metragens para cinema. Desde 2012 tem se dedicado à pesquisa e ações para preservação do audiovisual do Estado de Pernambuco dando vida a projetos como o Site do Cinema Pernambucano e a Antologia do Cinema Pernambucano, ações pioneiras e fontes importantes de pesquisa e preservação da memória audiovisual do Estado.</p>
<p>Por nove anos Germana esteve como coordenadora-geral da Massangana Multimídia, produtora audiovisual da Fundação Joaquim Nabuco, onde, além de produzir dezenas de documentários, DVDs, CDs e livros, foi uma das responsáveis pela criação e implementação do Concurso Nacional de Roteiros Rucker Vieira e pela implantação do Centro Audiovisual Norte-Nordeste (Canne), no qual também atuou como coordenadora-geral. É coidealizadora e produtora do primeiro Festival de Cinema do Parque do Brasil, o Luz, Câmera, Diversão (2000) e do Festival Nacional do Making Of.</p>
<div id="attachment_109610" aria-labelledby="figcaption_attachment_109610" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tangram Cultural/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/image.jpg"><img class="size-medium wp-image-109610" alt="Tangram Cultural/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/image-607x312.jpg" width="607" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</p></div>
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