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	<title>Portal Cultura PE &#187; Gigante do Samba</title>
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		<title>Domingo tem maior público do festival no palco-caminhão e adjacências em Bezerros</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 02:02:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Parece óbvio. E é. A despedida do palco-caminhão País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País, neste domingo (21), em Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano), começou já em clima de grande festa. O Bonde Bloco Carnavalesco Lírico fez ferver o povoado com suas pastoras, orquestra, flabelo e foliões tocando temas próprios e standards do tradicional frevo de bloco sob um sol bem aconchegante. O que não dava para prever, principalmente em se tratando de um domingo, era que a localidade seria totalmente tomada ao longo do dia por uma multidão muito maior até mesmo do que o público que compareceu no sábado.</p>
<p>O Bonde, bloco formado no Recife em 1991, fez uma apresentação dedicada à reverência. Aos cânones do frevo e ao representante local, o Bloco Carnavalesco Bebê na Serra (de 2013, um bebê de verdade), num emocionante encontro de flabelos. Depois, o palco-caminhão foi tomado pelos ritmos de matrizes africanas.</p>
<p>Referência em seu ritmo, o Coco do Pneu, do bairro Amaro Branco, em Olinda (PE), fez a plateia levantar a poeira sob o comando de mestre Lu. Grupo formado há 35 anos na famosa comunidade de pescadores da Cidade Patrimônio da Humanidade, o Coco do Pneu ainda comemora a recente certificação como Ponto de Cultura pelo governo federal. Contou com uma participação especial de Mãe Benta, 73 anos, genitora de mestre Lu. Ela deveria interpretar duas canções e fez umas cinco.</p>
<p>O samba-reggae, outro ritmo de matriz africana que tem uma relação bastante estreita com a cena pop pernambucana (basta lembrar que um desses conjuntos, o Lamento Negro, foi uma das base da formação da banda Chico Science &amp; Nação Zumbi), voltou à evidência no Festival Pernambuco Meu País com a performance do Bloco Afro Obá Nijè. O grupo de voz e percussão do bairro de Água Fria (Recife), formado em 1992, destilou mais de uma dezena de sucessos nacionais do gênero e algumas versões de outros ritmos.</p>
<p>E para a cultura negra estar completamente representada é claro que não poderia deixar de faltar o bom e velho samba, em uma de suas principais representações no Estado: o Grêmio Recreativo Cultural e Arte Gigante do Samba. Gigante pela própria natureza, a escola, também de Água Fria, subiu a serra com 50 integrantes, entre performistas (bateria, baianas, passistas, mestre-sala e porta-bandeira, outros músicos) e equipe de produção. Chegou ao País das Culturas Populares em grande estilo, desfilando pelas ruas de Serra Negra. O público, que lotou completamente o polo e adjacências, foi à loucura com o tema campeão escola Ariano Suassuna ao Palco do Sertão Brasil, seguido de hits do samba-enredo nacional.</p>
<p>Era para o País das Culturas Populares terminar ali, mas outro cortejo adentrou o espaço e fez mais uma participação especial: o Maracatu Estrela de Ouro, de Aliança (Zona da Mata Norte, PE), Patrimônio Vivo de Pernambuco. E quem esperava um domingo tranquilo e calmo em Serra Negra teve que se render a uma grande folia fora de época.</p>
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		<title>Cortejo para ficar na memória de Gravatá</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2012 13:09:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Duda Martins Do lado de fora, a vários metros de distância da Escola Estadual Cleto Campelo, podiam-se escutar estrondosos batuques compassados nos mais diversos ritmos. E olhe que ainda não tinha sido dada a largada para o cortejo de grupos populares que invadiriam, em pouco tempo, as ruas normalmente silenciosas do município de Gravatá. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5380" aria-labelledby="figcaption_attachment_5380" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978335093_35d16b77de_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5380" alt="Boi Tira Teima (Caruaru), nascido em 1922 (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978335093_35d16b77de_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Boi Tira Teima (Caruaru), nascido em 1922 (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Duda Martins</p>
<p>Do lado de fora, a vários metros de distância da Escola Estadual Cleto Campelo, podiam-se escutar estrondosos batuques compassados nos mais diversos ritmos. E olhe que ainda não tinha sido dada a largada para o cortejo de grupos populares que invadiriam, em pouco tempo, as ruas normalmente silenciosas do município de Gravatá. Foi o contrário. Na noite de ontem (11/9) – início das atividades de difusão do Festival Pernambuco Nação Cultural na cidade -, o que menos se “ouvia” era o silêncio. E de dentro daquela escola saíram, em forma de música, as mais antigas manifestações populares do País, representadas por grupos que fazem a história de Pernambuco.</p>
<p>Ansiosos para tomarem as ruas e praças, eles ensaiavam suas batidas e passos. No meio deles, Edvaldo Joaquim, porta-estandarte há 35 anos do Maracatu Nação Raízes de Pai Adão. “Cada vez que eu vou desfilar, é uma emoção diferente. Estou muito feliz de estar aqui. Se a gente não se envolvesse, não existia cultura. O povo é quem faz a cultura”, afirmou. E a máxima conta para todas as idades. Também na expectativa da saída estava Cauane, de 5 anos, estreando seu vestido verde no primeiro cortejo da sua vida. “Eu comecei desfilando com a idade dela”, contou a mãe orgulhosa. “Espero que quando ela crescer também traga os meus netos.”</p>
<p>E foi a própria Cauane quem puxou o cortejo, que arrastou ainda pelas ruas o Boi Tira Teima (Caruaru), Afoxé Oyá Alaxé (Recife), Afoxé Alafin Oyó (Olinda), o tradicional frevo do Elefantes de Olinda e o sambão da Gigante do Samba (Recife). Foi essa miscelânia de ritmos que conquistou olhares e seguidores por onde passou. Não tinha aquele que não “sacasse” do bolso o celular para registrar o momento. “Eu nunca vi um cortejo tão lindo aqui em Gravatá. É maravilhosa esta oportunidade de ver tantas culturas reunidas numa só manifestação. Vai ficar na memória”, disse a professora Goretti Silveira.</p>
<p>Da Escola Estadual, o desfile seguiu rumo à Praça 10 de Novembro, onde culminou com a apresentação individual de cada agremiação, reunindo muita gente para assistir, dançar e aplaudir a festa da cultura popular, a festa do povo.</p>
<div id="attachment_5381" aria-labelledby="figcaption_attachment_5381" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978327751_1d87194db5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5381" alt="Fazendo festa, grupos populares tomaram as ruas da cidade (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978327751_1d87194db5_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fazendo festa, grupos populares tomaram as ruas da cidade (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5383" aria-labelledby="figcaption_attachment_5383" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cortejo_Ricardo-Moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-5383" alt="Orquestra de Frevo Isaías Lima (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cortejo_Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra de Frevo Isaías Lima (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_5384" aria-labelledby="figcaption_attachment_5384" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978321732_41592b4837_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5384" alt="Encerramento na Praça 10 de Novembro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978321732_41592b4837_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encerramento na Praça 10 de Novembro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p style="text-align: center;">
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