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	<title>Portal Cultura PE &#187; Gil Vicente</title>
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		<title>Exposição de artes visuais &#8220;Caleidoscópio&#8221; chega ao Museu do Trem</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-de-artes-visuais-caleidoscopio-chega-ao-museu-do-trem/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jun 2018 16:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria  O Museu do Trem, no Recife, será ocupado a partir deste sábado, 9 de junho, pela exposição Caleidoscópio, que convida o público a conhecer melhor as produções de três artistas pernambucanos que representam diferentes gerações das artes visuais no Estado. Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira despontaram no universo artístico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61298" aria-labelledby="figcaption_attachment_61298" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4513.jpg"><img class="size-medium wp-image-61298" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4513-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra de artes visuais gratuita fica em cartaz até 29 de julho</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria </em></p>
<p>O Museu do Trem, no Recife, será ocupado a partir deste sábado, 9 de junho, pela exposição <strong>Caleidoscópio</strong>, que convida o público a conhecer melhor as produções de três artistas pernambucanos que representam diferentes gerações das artes visuais no Estado. Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira despontaram no universo artístico em momentos distintos, trabalham com diferentes poéticas, mas conversam entre si. A mostra, que já passou por Petrolina e Garanhuns, tem curadoria de Joana D´Arc Lima e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. A visitação é gratuita e pode ser feita até o dia 29 de julho.</p>
<p>Os três artistas guardam entre eles uma conversa, uma proximidade e uma cumplicidade notadamente revelada nessa exposição pelo ato de produzir imagens com base no gesto de criação lúdico e experimental. Em suas trajetórias e experiências de formação, as biografias desses criadores se entrelaçam na dinâmica do campo artístico em Pernambuco, convivem juntos, estabelecem proximidades e distancias, similitudes e diferenças, se tocam em muitos fazeres das artes visuais contemporânea e da história da arte brasileira.</p>
<p>Frequentaram os mesmos espaços de formação da cidade do Recife em épocas diferenciadas, expuseram juntos, ocuparam os espaços de exibição, enfim, habitam o mesmo território. Todos os três, à sua maneira, produziram em alguns dos seus trabalhos invenções lúdicas e maneiras de brincar com os materiais, com formas, espaços e com os participantes, o que a curadora chamou de poética lúdica.</p>
<div id="attachment_61299" aria-labelledby="figcaption_attachment_61299" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4533.jpg"><img class="size-medium wp-image-61299" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4533-607x338.jpg" width="607" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição já circulou por Petrolina e Garanhuns</p></div>
<p>Nessa esteira interpretativa consideramos que o brincar tem uma analogia direta com as imagens produzidas pelo caleidoscópio. &#8220;As múltiplas visões, possibilitadas pela transformação contínua de combinações e encontros de formas, cores e composições, numa rede de relações harmônicas, se assemelham à forma de encarar a vida sob a perspectiva das possibilidades, da sensibilidade, da criação, da invenção e reinvenção do mundo. A ideia de caleidoscópio, como brinquedo de adulto e criança ao mesmo tempo, com suas infinitas combinações, cai bem com a ideia de conhecimento, como algo plural (que também contêm o singular) dos diversos pontos de vista de uma mesma realidade. Brincar – por que não dizer? – é uma forma mais bela de se ver o mundo!”, explica Joana D´Arc.</p>
<p>O mote para a exposição foi a potencialidade do caleidoscópio, que forma imagens virtuais à medida que o objeto é manipulado manualmente. Trata-se de um instrumento óptico que serve para criar efeitos visuais simétricos com o auxílio de um conjunto de espelhos e vidros coloridos. “Imagens fragmentadas, fraturadas, irreais, obtidas por meio da manipulação do outro e ou do gesto dos artistas interessam estar presentes nessa exposição. Juntar, justapor, manipular, inventar, enganar o olhar, construir um fractal – estrutura geométrica complexa cujas propriedades, em geral, repetem-se em qualquer escala – são gestos que resultam em trabalhos que estarão presentes na exposição”, detalha a curadora.</p>
<p>O artista Daniel Santiago criou o seu próprio caleidoscópio (uma escultura de madeira com espelhos, 120 x 50 cm). A obra é um objeto interativo que o público poderá manusear produzindo uma sorte de imagens. Um vídeo apresenta ao público um experimento de Daniel, que colocou uma câmara fotográfica dentro do caleidoscópio e transformou-a no seu personagem central, na sua Câmera Atriz, como foi batizada a obra. Gil Vicente vai expor a série de desenhos recentes Espelho Meu, a série Cartemas (que se inspira em Aloísio Magalhães e traz a ideia do duplo) e uma coleção de pequenos objetos escultóricos. Marcelo Silveira acompanha os colegas e também propõe um trabalho que aposta na variação das imagens, algo que está no cerne do conceito de Caleidoscópio, porém perturbando o espaço físico da mostra. Ele apresenta uma obra inédita composta de 18 portas que se entrelaçam e formam um grande círculo, formando um espaço que só pode ser alcançado pelo olhar que sorrateiramente espreita por meio de brechas. Novamente aqui a força do olhar e do movimento do corpo são colocados em movimento na busca de ver o que não se pode alcançar com os pés.</p>
<div id="attachment_61301" aria-labelledby="figcaption_attachment_61301" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/caleidoscopioo.jpg"><img class="size-medium wp-image-61301" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/caleidoscopioo-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Instalação de Marcelo Silveira captura os movimentos dos visitantes</p></div>
<p>Também Marcelo Silveira construirá uma&#8221; espécie de caleidoscópio&#8221; dentro do espaço expositivo. Uma grande parede espelhada será composta por ele, numa tentativa de transformar o espaço físico que abrigará a mostra num grande caleido que captura os movimentos dos visitantes e os demais trabalhos dos artistas presentes. Uma pequena instalação com placas de acrílico (quase um penetrável) será instalada no espaço, provocando sempre o olhar e o movimento do corpo. O formato final dessa montagem é sempre uma surpresa, pois a exposição Caleidoscópio tira partido do espaço físico. Certamente o resultado será diferente das montagens feitas em Petrolina e em Garanhuns.</p>
<p>“As múltiplas visões, possibilitadas pela transformação contínua de combinações e encontros de formas, cores e composições, numa rede de relações harmônicas, se assemelham à forma de encarar a vida sob a perspectiva das possibilidades, da sensibilidade, da criação, da invenção e reinvenção do mundo”, pondera Joana D´Arc. Etimologicamente, a palavra caleidoscópio se originou a partir da junção dos termos gregos kallós (“belo”, “bonito”); eidos (“imagem”); e skopeo (“olhar para”, “observar”). Assim, o significado original da palavra grega seria “ver belas imagens”.</p>
<p>A partir dessas referências, a proposta da mostra é reunir processos criativos e poéticas de três artistas para sobrepô-las em suas identidades comuns e nas suas diferenças. Segundo a curadora, as ideias de sobreposições de poéticas, o fazer junto, a cooperação, o fundir-se, o associar-se e o separar-se serão operados enquanto movimentos de criações coletivas. “Todas essas dimensões que permitem as invenções coletivas e as visibilidades individuais serão ampliadas para o público visitante, que será entendido como participador das obras construídas ampliando, por meio de seu toque e gesto, sentidos de cada um dos trabalhos expostos. Um jogo entre artista, participador, funcionários. Achamos que a arte, em seu horizonte maior, serve para aproximar, juntar, sobrepor, separar e abrir conversas. Por isso Caleidoscópio nos parece importante no contexto atual da contemporaneidade”, detalha Joana D&#8217; Arc.</p>
<p><strong>Caleidoscópio – Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira</strong><br />
Curadoria: Joana D´Arc Lima<br />
Vernissage: 9 de junho de 2018, das 10h às 13h<br />
Visitação: 11 de junho a 29 de julho de 2018<br />
Museu do Trem: Rua Floriano Peixoto, s/n, São José<br />
Horário: Terça a sexta, das 9h às 17h, sábados das 10h às 17h, e domingo das 10h às 14h</p>
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		<title>Projeto fotográfico &#8216;Verde Concreto&#8217; mostra relações entre a vegetação e as ocupações urbanas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-fotografico-verde-concreto-mostra-relacoes-entre-a-vegetacao-e-as-ocupacoes-urbanas/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Apr 2017 19:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[site]]></category>
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		<description><![CDATA[Verde concreto é uma pesquisa fotográfica multimídia e de documentação experimental sobre as relações de existência entre as árvores, folhagens, troncos, áreas verdes e as ruas, avenidas, muros, edifícios, monumentos, praças, parques e ocupações urbanas, em sua presença original e no resultado das intervenções realizadas pelo homem, durante o processo de urbanização da cidade do Recife. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Verde concreto</em> é uma pesquisa fotográfica multimídia e de documentação experimental sobre as relações de existência entre as árvores, folhagens, troncos, áreas verdes e as ruas, avenidas, muros, edifícios, monumentos, praças, parques e ocupações urbanas, em sua presença original e no resultado das intervenções realizadas pelo homem, durante o processo de urbanização da cidade do Recife.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/VC004.jpg"><img class="size-medium wp-image-47387 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/VC004-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a></p>
<p>Durante os últimos dois anos, o fotógrafo Gil Vicente desenvolveu o projeto, que resultou no site <a href="https://www.verdeconcreto.com.br/" target="_blank"><strong>www.verdeconcreto.com.br</strong></a>. Contemplada pelo Funcultura em 2015, a página apresenta mais de 50 imagens produzidas dispostas em galerias temáticas, e que são por vezes acompanhadas de anotações, criando uma espécie de diário que dialoga e conduz a narrativa com o espectador, com observações sobre as situações retratadas. Todas as fotos da pesquisa tem audiodescrição. Na abordagem contemporânea, ainda foram feitos 5 filmes experimentais em <a href="https://vimeo.com/channels/1203936/204043387" target="_blank"><strong><em>timelapse</em></strong></a>, que é um processo fotográfico de compressão do tempo através de tomadas de longa duração. Os filmes são sonorizados e possuem legendas.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/VC007.jpg"><img class="size-medium wp-image-47388 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/VC007-560x486.jpg" width="560" height="486" /></a></p>
<p>A pesquisa teve orientação do fotógrafo pernambucano Fred Jordão, que resume um pouco do seu resultado: &#8220;as fotografias de Gil obedecem uma lógica metodológica da fotografia construída. Com montagens de vários planos, <em>Verde Concreto</em> projeta uma nova realidade observada em dípticos, trípticos e múltiplos, ampliando a nossa visão em dimensões extras de distâncias, alturas, lados, alterando a percepção de nossos planos focais em busca de uma imagem original, complexa e complementar&#8221; e ainda complementa, &#8220;nos filmes em <em>timelapse</em>, processo onde um largo período de tempo é filmado e depois montado de forma a parecer um &#8216;tempo acelerado&#8217;, Gil Vicente usa este recurso não só como passagem rápida do tempo, mas também para nos transportar da periferia ao centro, em um rito de passagem cotidiano entre o rural e o urbano”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/VC059.jpg"><img class="size-medium wp-image-47389 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/VC059-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Outra demanda que o projeto pretende colocar em prática, e que está sendo trabalhada desde o início da concepção do site, é que os moradores ou visitantes da cidade do Recife possam mandar suas próprias fotos das árvores do Recife, iniciando assim a criação de um banco de imagem sobre o assunto e que é objetivo complementar do projeto. Para esta demanda, foi criada no site um página específica onde os internautas têm as orientações de como mandar sua foto, que será recebida e posteriormente adicionada ao site e postada no Instagram (que está em fase de implementação).</p>
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		<title>Inscrições abertas para ciclo de palestras no MEPE</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2016 17:25:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40009" aria-labelledby="figcaption_attachment_40009" class="wp-caption img-width-511 aligncenter" style="width: 511px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/ciclo-de-palestra-mepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-40009" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/ciclo-de-palestra-mepe-511x486.jpg" width="511" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Roberto Ploeg, Gil Vicente, Roberta Guimarães e Rinaldo Silva comandarão os encontros</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) promove, neste mês de setembro e outubro, o ciclo de palestras &#8220;Um Olhar sobre a Arte&#8221;. Com a participação dos artistas Gil Vicente (13/9), Roberta Guimarães (20/9), Rinaldo Silva (27/9) e Roberto Ploeg (4/10), os encontros visam a livre troca de ideias por meio de debates sobre novas abordagens e categorias no campo da arte e da criação contemporânea. As palestras acontecerão às terças-feiras, das 18h às 20h, no auditório do equipamento cultural. As inscrições custam R$ 40 (cada encontro) e R$ 150 (o ciclo completo), e podem ser feitas diretamente no MEPE (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças &#8211; Recife/PE).</p>
<p>Para a gestora do MEPE, Margot Monteiro, a formação cultural é uma das pautas mais prioritárias na programação da instituição. “Um exemplo disso são as visitas guiadas ao museu feitas rotineiramente por muitas escolas da cidade, e os cursos de História da Arte que sediamos nos últimos anos”, disse.</p>
<p>&#8220;Um Olhar sobre a Arte&#8221; é um projeto idealizado pela diretoria do MEPE e pelo artista Roberto Ploeg e, dentre os temas escolhidos, discutirá a &#8220;Arte modernista e contemporânea&#8221;, &#8220;Fotografia artística&#8221;, &#8220;Guardada, pupila se abre ao luzeiro&#8221; e &#8220;Interpretações entre teologia e arte&#8221;. Mais informações: (81) 3184.3170.</p>
<p>Confira a programação:<br />
<b>13/9 -</b> Gil Vicente &#8211; &#8220;Arte modernista e contemporânea&#8221;;<br />
<b>20/9 -</b> Roberta Guimarães &#8211; &#8220;Fotografia artística&#8221;;<br />
<b>27/9 -</b> Rinaldo Silva &#8211; &#8220;Guardada, pupila se abre ao luzeiro&#8221;;<br />
<b>4/10 -</b> Roberto Ploeg &#8211; &#8220;Interpretações entre teologia e arte&#8221;.</p>
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