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	<title>Portal Cultura PE &#187; Gilberto Freye Neto</title>
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		<title>Mostra Sesc e estreia de “Recife Assombrado” movimentam Cine Teatro Guarany</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 18:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cine Teatro Guarany, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe localizado em Triunfo-PE, terá uma semana movimentada com a participação na Mostra Sesc de Cinema, de âmbito nacional, e a estreia de “Recife Assombrado”, produção que está rodando o Brasil com roteiro inspirado em livros que cntam histórias de lendas recifenses. Até a quarta-feira (27), haverá [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73178" aria-labelledby="figcaption_attachment_73178" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/filme-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-73178" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/filme-1-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Recife Assombrado&#8221; conta as lendas e as histórias de terror do Recife.</p></div>
<p>O Cine Teatro Guarany, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe localizado em Triunfo-PE, terá uma semana movimentada com a participação na Mostra Sesc de Cinema, de âmbito nacional, e a estreia de “Recife Assombrado”, produção que está rodando o Brasil com roteiro inspirado em livros que cntam histórias de lendas recifenses. Até a quarta-feira (27), haverá pelo menos duas sessões, todos os dias, com “Bacurau” e “Azougue Nazaré” completando a programação, por meio do Programa Cine de Rua. Os ingressos custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Às sessões do CineSesc são gratuitas.</p>
<p>A estreia de “Recife Assombrado” será nesta quinta-feira (21), às 20h30. O filme tem elenco repleto de nomes conhecidos, como Daniel Rocha (Avenida Brasil), Rayza Alcântara (Velho Chico), Pedro Malta (Coração de Estudante) e Rhaísa Batista (atualmente no ar na novela Bom Sucesso. A direção é de Adriano Portela e a produção fica com a Viu Cine.</p>
<p>O filme é inspirado é inspirado em “Assombrações do Recife Velho”, de Gilberto Freyre, além de outras histórias de nomes como Carneiro Vilela. “Fiquei bastante entusiasmado quando soube que as histórias e lendas assombradas do Recife, contadas pelo meu avô, foram parar na tela do cinema. É interessante observar que produções do audiovisual pernambucano têm investido cada vez mais nos registros históricos, algo bastante necessário nas nossas cidades, afirma o secretário de Cultura do estado, Gilberto Freyre Neto.</p>
<p><b>CINESESC</b></p>
<p>A Mostra Sesc de Cinema, que acontece em âmbito nacional, tem início no Guarany nesta-sexta-feira (22). Serão duas sessões diárias, até a quarta-feira (27). A programação traz produções majoritariamente pernambucanas e contará com exibições em outras nove unidades do serviço em Pernambuco. Clique <a href="https://www.sescpe.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Programa%C3%A7%C3%A3o-site_Triunfo.pdf" target="_blank">aqui</a> para ver a agenda completa.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">PROGRAMAÇÃO COMPLETA – SEMANA DE 21 a 27 DE NOVEMBRO</span></b></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Eoly0QKYdNA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
<b><span style="text-decoration: underline;">RECIFE ASSOMBRADO</span></b><br />
(Brasil, 2019, 101 minutos)<br />
<strong>Gênero:</strong> Suspense/Terror |<strong> Direção:</strong> Adriano Portela | <b>Elenco</b>: Daniel Rocha, Pedro Malta, Márcio Fecher, Rhaisa Batista, Rayza Alcântara e Germano Haiut<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 16 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> O longa conta a história de Hermano, que, diante do desaparecimento misterioso do irmão Vinícius, volta ao Recife depois de 20 anos. Nesta jornada, ele enfrenta problemas relacionados ao passado da família e descobre uma cidade que, ao anoitecer, se torna sobrenatural e ameaçadora – cheia de assombrações como a Velhinha da Caxangá, a Galega de Santo Amaro e lugares assombrados, como a Cruz do Patrão.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quinta-feira (21), 20h30 | domingo (24), 20h30 | terça-feira (26), 20h30 | quarta-feira (27), 20h30</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xdZS6q0EDNw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
<b><span style="text-decoration: underline;">AZOUGUE NAZARÉ</span></b><br />
(Brasil, 2018, 82minutos)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama |<strong> Direção:</strong> Tiago Melo | <b>Elenco</b>: Valmir do Côco, Mestre Barachinha, Ananias de Caldas, Joana Gatis<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 14 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> Num imenso canavial que parece não ter fim, o vento forma ondas na cana-de-açúcar, como se fosse o mar. Um Pai de Santo pratica um ritual religioso com cinco caboclos de lança. Os caboclos ganham poderes, incorporam entidades e desaparecem. A cidade de Nazaré da Mata testemunha acontecimentos misteriosos. Fenômenos sobrenaturais assombram a cidade, deixando a população em sobressalto. Numa casa isolada, no meio do canavial, moram o casal Catita e Irmã Darlene. Catita esconde de sua esposa que participa do Maracatu. Darlene é fiel da igreja do Pastor Barachinha, um antigo mestre de maracatu convertido à religião evangélica, que se vê na missão de expulsar o demônio do Maracatu, evangelizando toda a cidade. Irmã Darlene descobre que Catita está envolvido com o Maracatu e o obriga a seguir os passos do Pastor Barachinha e se converter ao evangelismo.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> sexta-feira (22), 20h30 | sábado (23), 17h | domingo (24), 16h15</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1DPdE1MBcQc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
<b><span style="text-decoration: underline;">BACURAU</span></b><br />
(Brasil, 2019, 131 minutos)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama/Ficção Científica/Mistério |<strong> Direção:</strong> Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles | <b>Elenco</b>: Sonia Braga, Barbara Colen, Silvério Pereira, Udo Kier<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 16 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> Pouco após a morte de dona Carmelita, aos 94 anos, os moradores de um pequeno povoado localizado no sertão brasileiro, chamado Bacurau, descobrem que a comunidade não consta mais em qualquer mapa. Aos poucos, percebem algo estranho na região: enquanto drones passeiam pelos céus, estrangeiros chegam à cidade pela primeira vez. Quando carros se tornam vítimas de tiros e cadáveres começam a aparecer, Teresa (Bárbara Colen), Domingas (Sônia Braga), Acácio (Thomas Aquino), Plínio (Wilson Rabelo), Lunga (Silvero Pereira) e outros habitantes chegam à conclusão de que estão sendo atacados. Falta identificar o inimigo e criar coletivamente um meio de defesa.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quinta-feira (21), 18h | sexta-feira (22), 16h15 | sábado (23), 18h30</p>
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		<title>Mulheres apontam caminhos para reduzir desigualdades de gênero no mercado cultural</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 16:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vice-governadora Luciana Santos coordenou, nesta terça (12), mais um fórum de diálogo do Pernambuco Com Elas, desta vez, sobre a participação feminina na cadeia produtiva da cultura. O encontro contou com a presença de gestores da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Cepe, Ad-Diper, além de equipamentos culturais como Paço do Frevo e Museu do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">A vice-governadora Luciana Santos coordenou, nesta terça (12), mais um fórum de diálogo do Pernambuco Com Elas, desta vez, sobre a participação feminina na cadeia produtiva da cultura. O encontro contou com a presença de gestores da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Cepe, Ad-Diper, além de equipamentos culturais como Paço do Frevo e Museu do Trem. Também estiveram lá representantes da sociedade civil, de setores do audiovisual, artesanato e produção de eventos. O objetivo foi debater propostas que possam reduzir a desigualdade de gênero nesse mercado de trabalho.</p>
<p>Luciana Santos destacou que, em um momento de crise e altos índices de desemprego, o governo do estado trabalha para ser um contraponto à gestão federal, que não prioriza o crescimento econômico. “Não podemos contaminar Pernambuco com o ambiente de ceticismo e desesperança que existe em nível nacional. Ninguém aqui quer vender a ilusão que nós sozinhos vamos resolver o problema da empregabilidade, mas nós vamos, a partir das nossas possibilidades, trabalhar para, por exemplo, atrair investimentos, como tem feito o governador Paulo Câmara. E, dentro das nossas oportunidades e vocações, ter um olhar para o trabalho da mulher”, disse.</p>
<p>De passagem pelo Estado para lançar seu livro “Por que lutamos?”, a ex-candidata a vice-presidente Manuela d’Ávila participou do início da reunião e ressaltou o caráter inovador do Pernambuco Com Elas. “Eu acho que esse trabalho que vocês desenvolvem aqui é inédito no Brasil: um grupo de trabalho permanente, que vai estruturando as políticas para enfrentar uma das faces mais cruéis da diferença que se estabelece historicamente, socialmente, culturalmente entre mulheres e homens. No dia que as mulheres tiverem independência econômica ou mais formas de viverem suas vidas, elas vão ficar cada vez mais fortes”, disse.</p>
<div id="attachment_72873" aria-labelledby="figcaption_attachment_72873" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/forum_mulheres_01.jpeg"><img class="size-medium wp-image-72873" alt="Evento ocorreu na Vice-Governadoria e contou do diversas representantes de da classe cultural" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/forum_mulheres_01-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Evento ocorreu na Vice-Governadoria e contou do diversas representantes de da classe cultural</p></div>
<p>De acordo com dados do Ministério da Economia, a participação das mulheres no mundo do trabalho formal da Cultura, em Pernambuco, é hoje de 41%. Mas a média salarial delas é inferior, R$2.015, diante dos R$2.293 pagos aos homens, na mesma função ou função semelhante.</p>
<p>O secretário de Cultura Gilberto Freyre Neto destacou a necessidade de um mapeamento amplo da Cultura em todos os setores da sociedade, pois que a produção cultural está além do que é incentivados pelos órgãos governamentais. É preciso, segundo ele, pensar o assunto de forma transversal e provocar outros parceiros, para que se consiga penetrar em todos os cantos do estado. “Precisamos conversar com todos os segmentos. A ideia é que a cultura seja um reflexo da identidade de um território, e aí cabem todos nós &#8211; do candomblé, à igreja católica, o recorte das necessidades específicas, o recorte de gênero”, apontou.</p>
<p>De acordo com dados do Ministério da Economia, a participação das mulheres no mundo do trabalho formal da Cultura, em Pernambuco, é hoje de 41%. Mas a média salarial delas é inferior, R$2.015, diante dos R$2.293 pagos a eles.</p>
<div>
<p>No encontro, diversos participantes ressaltaram a necessidade de mapear de forma mais detalhada a presença das mulheres nesta cadeia produtiva. De acordo com o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, é preciso pensar o assunto de forma transversal e provocar outros parceiros, para que se consiga penetrar em todos os cantos do estado.</p>
<p>“Precisamos conversar com todos os segmentos. A ideia é que a cultura seja um reflexo da identidade de um território, e aí cabem todos nós &#8211; do candomblé, à igreja católica, o recorte das necessidades específicas, o recorte de gênero”, apontou.</p>
<p><b>Nos livros e debates</b></p>
<p>O presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Ricardo Leitão, afirmou que o órgão que dirige quer contribuir para o debate de ideias relacionado às pautas femininas. Nesse sentido, anunciou que a editora está à disposição para publicar obras que abordem o tema, como forma de estimular no Estado reflexões sobre a situação da mulher hoje. Segundo ele, pode ser inclusive criado um selo com este objetivo.</p>
<p>“Também colocamos à disposição nosso circuito literário, que realiza 15 feiras literárias em todas as microrregiões do estado, do Sertão ao Litoral. Podemos abrir espaços na programação para que as mulheres de Pernambuco se expressem e discutam esses temas”, colocou.</p>
<p><b>Audiovisual e formação</b></p>
<p>A secretária executiva de Cultura, Silvana Meireles, destacou iniciativas que já existem na política pública de Cultura e que fortalecem e estimulam a presença das mulheres. Ela destacou o edital do Funcultura Audiovisual, que passou a dar uma pontuação maior a projetos que têm mulheres em função de destaque nas produções. No edital de 2018, os resultados foram expressivos, com 62% dos projetos de obras audiovisuais contempladas com diretoras ou roteiristas mulheres, quando a média nacional não passa de 20%. “É um exemplo do que podemos adotar em outras áreas”, disse. Silvana</p>
<p>Ela falou ainda sobre a importância de formar mulheres para preencherem lacunas hoje existentes na cadeia produtiva da cultura. “Sem formação, a dependência exclusiva do artista em relação ao dinheiro do estado, não é eliminada. Precisamos dar um mínimo de autonomia”, defendeu, sugerindo ainda a possibilidade de criar um recorte de gênero no edital de Microprojeto Cultural. O edital, que está em sua primeira edição, tem como objetivo beneficiar atividades culturais de baixo orçamento, que tenham compromisso com empreendedorismo, transmissão de saber, com impacto social para mulheres.</p>
<div id="attachment_72897" aria-labelledby="figcaption_attachment_72897" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-11.49.23.jpg"><img class="size-medium wp-image-72897" alt="Silvana Meireles destacou a pontuação diferenciada para mulheres dentro do edital do Audiovisual" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-11.49.23-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Silvana Meireles destacou a pontuação diferenciada para mulheres dentro do edital do Funcultura do Audiovisual</p></div>
<p>A Gerente de Formação da Secult, Tarciana Portela, fortaleceu em sua fala a necessidade de levantamento dos indicadores da cultura para um trabalho mais assertivo e que faça recortes de gênero nas áreas em que forem apontadas maiores desequilíbrios. Ela destacou a importância do Fórum, que está trazendo a temática de forma transversal, convocando diversas secretarias e setores da sociedade para construírem juntos alternativas que estimulem a entrada de mais mulheres no mercado de trabalho, bem como a ascensão das que já estão nele. &#8220;Vamos ver como fazer o empoderamento das mulheres focando a economia da cultura. Saber em como fortalecer a participação delas em nossos diversos programas. Vamos em busca também dos números da cultura para ver a participação da mulher no setor&#8221;, disse.</p>
<p>A produtora cultural Karina Hoover, da Luni Produções, falou sobre as dificuldades que as mulheres enfrentam na área da cultura. “A formação da mulher está maioritariamente na base, na área de produção, que é o que faz o filme acontecer. Mas a gente é muito mal valorizada por essas funções. E no mérito também. Sinto uma falta grande de formação de mulheres para esses cargos principais, de diretora do filme, diretora de fotografia, roteiristas, são poucas. Qualquer processo para fomentar a inclusão da mulher no mercado criativo precisa de formação”, opinou.</p>
<p>A diretora de conteúdo do Paço do Frevo, Vanessa Marinho, ressaltou a importância de ter maior representatividade de raça no mercado da cultura. “Temos que pensar na produção das mulheres negras também”, sublinhou, propondo uma articulação para que se possa encontrar saídas a partir do trabalho em rede, diante da escassez de recursos.</p>
<p>A secretária da Mulher, Silvia Cordeiro lembrou que, para além da formação técnica, é preciso oferecer também uma formação cidadã e sociopolítica para as mulheres. “É preciso falar sobre a condição da mulher nem Pernambuco. A gente tem feito isso no projeto de capacitação Ela Pode. A gente fala da violência contra a mulher, da dupla jornada de trabalho, da sub representatividade feminina na política, porque é importante essa compreensão”, indicou.</p>
</div>
<div></div>
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		<title>Mesa redonda no Compaz discute o papel dos espaços na educação, cultura e cidadania</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 17:41:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O segundo dia da 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, evento comandado pelo Governo do Estado, por meio da Secult-PE/Fundarpe, trouxe para o centro do debate, nesta terça-feira (13), o papel dos espaços públicos e privados para o fortalecimento da educação, da cultura e da cidadania. Sob o tema &#8220;Territórios Educativos e Culturais: diálogos possíveis&#8221;, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70887" aria-labelledby="figcaption_attachment_70887" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/compaz1.jpg"><img class="size-medium wp-image-70887" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/compaz1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa redonda no Compaz teve o tema Territórios Educativos e Culturais: diálogos possíveis</p></div>
<p>O segundo dia da <strong>12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong>, evento comandado pelo Governo do Estado, por meio da Secult-PE/Fundarpe, trouxe para o centro do debate, nesta terça-feira (13), o papel dos espaços públicos e privados para o fortalecimento da educação, da cultura e da cidadania. Sob o tema &#8220;Territórios Educativos e Culturais: diálogos possíveis&#8221;, a mesa-redonda reuniu representantes do Governo do Ceará, Prefeitura do Recife e de uma associação de São Paulo para pensar de que forma poder público, iniciativa privada e terceiro setor podem se unir para transformar realidades nas comunidades mais vulneráveis do País. O local escolhido para a conversa foi o Centro Comunitário da Paz (Compaz) Ariano Suassuna do Cordeiro, no Recife, um marco nas ações de cidadania na cidade. O encerramento ficou por conta do Cavalo Marinho Boi Tira Teima, do Mestre Zé de Bibi, patrimônio vivo. Confira a programação completa da Semana do Patrimônio <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/12%C2%AA-Semana-Folder-Geral.pdf" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p>Participaram da mesa redonda o secretário de Cultura do Ceará, Fabiano Piúba, o secretário de Segurança do Recife, Murilo Cavalcanti, e a coordenadora de Programas da Associação Cidade Escola Aprendiz de São Paulo, Raiana Ribeiro. A mediação ficou por conta do secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto.</p>
<div id="attachment_70888" aria-labelledby="figcaption_attachment_70888" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/compaz2.jpg"><img class="size-medium wp-image-70888" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/compaz2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Raiana Ribeiro é a coordenadora de Programas da Associação Cidade Escola Aprendiz de São Paulo</p></div>
<p>Na sua apresentação, Raiana defendeu que as ações educativas ganhem as ruas e praças para que haja uma mudança de paradigmas. <em>“Precisamos utilizar os espaços públicos para a educação. A gente trabalha para que todos se reconheçam como educadores. Essa é uma concepção que norteia nossa atuação nos territórios. Porque é uma mudança dos aspectos ligados ao cuidado dos espaços, sejam eles patrimônio ou não”</em>, explicou.</p>
<p>Segundo ela, a presença nesses lugares amplia a noção de pertencimento<em>. “A ideia é que os cidadãos se apropriem dos espaços e cuidem deles. Em casa, nós cuidamos de pessoas que a gente conhece, amigos, familiares. O espaço público é aquele lugar comum onde a gente cuida do desconhecido e esse é o desafio”</em>, avaliou.</p>
<div id="attachment_70889" aria-labelledby="figcaption_attachment_70889" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/compaz4.jpg"><img class="size-medium wp-image-70889" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/compaz4-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Fabiano Piúba apresentou ações da Secretaria de Cultura do Ceará</p></div>
<p>Fabiano Piúba falou em seguida e apresentou uma série de ações de cultura do Governo do Ceará para justificar o argumento de que a cultura é fundamental para a educação e a percepção de cidadania. Para isso, deu o exemplo de uma ação voltada para os mestres cearenses, patrimônios vivos, que receberam uma carteira de identificação que os destacava e atribuía autoridade a eles na comunidade e também junto ao poder público. <em>“Educação sem cultura é só adestramento. Educação sem cultura é só ensino, assistência social sem cultura é só assistencialismo, segurança sem cultura é só repressão”</em>, sentenciou.</p>
<p>Em seguida, Murilo Cavalcanti apresentou a experiência das duas unidades do Compaz no Recife (Cordeiro e Alto Santa Terezinha). A iniciativa da Prefeitura do Recife surgiu a partir do aprendizado que o secretário adquiriu nas 32 visitas que fez a Medelín e Bogotá, na Colômbia. Lá, ele teve contato com as ações governamentais que, juntas, ajudaram a transformar o cenário de violência em que essas cidades estavam inseridas, com drástica redução dos índices de homicídios, por exemplo (chegou a 380 mortes a cada 100 mil habitantes, na década de 1990, e caiu para 21 a cada 100 mil, recentemente).</p>
<div id="attachment_70890" aria-labelledby="figcaption_attachment_70890" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/compaz3.jpg"><img class="size-medium wp-image-70890" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/compaz3-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Murilo Cavalcanti viajou 32 vezes a Medelín e Bogotá, na Colômbia, para aprender com as iniciativas das duas cidades</p></div>
<p><em>“Essas visitas me fizeram aprender sobre o uso da cultura no combate à violência. A gente é levado a dizer erroneamente que tal comunidade é violenta. Mas ela, na verdade, é violentada em seus direitos mais básicos”</em>, contou Murilo Cavalcanti.</p>
<p>As lições de Medelín estão espelhadas no Recife com os Compaz, espaços que são verdadeiros oásis nas periferias onde estão instalados. Com estrutura física de qualidade, contam com biblioteca, quadras de esportes, piscinas, quadras de tênis, aulas de balé e artes marciais, entre outras, e serviços de cidadania como aconselhamento para empreendedorismo, cursos de formação, mutirões de atendimento de serviços públicos. Tudo é pensado para crianças e adolescentes, mas sem deixar de lado a primeira infância e nem as famílias dos jovens atendidos. <em>“Quem trabalha no Compaz não tem um emprego. Tem uma causa”</em>, declarou o secretário de Segurança do Recife. Segundo ele, há mais dois Compaz previstos: um na comunidade do Coque, região central do Recife, e outro no Ibura, na Zona Sul.</p>
<p>Para o secretário Gilberto Freyre Neto, iniciativas que buscam ocupar espaços públicos, ao ar livre ou em equipamentos gerenciados pelo governo e prefeitura, devem estar sempre no radar dos gestores. <em>“O reflexo dos indicadores e dos números já acontece, a gente consegue mensurar. Então podemos concluir que são ferramentas como esta que precisamos estar de olho, porque tem resultados”</em>, finalizou o gestor.</p>
<div id="attachment_70891" aria-labelledby="figcaption_attachment_70891" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/compaz5.jpg"><img class="size-medium wp-image-70891" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/compaz5-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Cavalo Marinho Boi Tira Teima, do Mestre Zé de Bibi, patrimônio vivo, se apresentou no pátio do Compaz</p></div>
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		<title>Encontro de Museus Indígenas em Pernambuco inicia programação no MEPE e na UFPE</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 19:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70532" aria-labelledby="figcaption_attachment_70532" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueiroa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_4501b.jpg"><img class="size-medium wp-image-70532" alt="Fernando Figueiroa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_4501b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os pankararus mediarão oficina no Museu do Estado de Pernambuco na terça-feira (6/8)</p></div>
<p>Começou, nesta segunda-feira (5), o 4º Encontro de Museus Indígenas em Pernambuco, com programação dividida entre o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, e o auditório da Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O encontro, que segue até sexta-feira (9), reúne indígenas de vários povos, pesquisadores, gestores públicos, profissionais, estudantes, militantes e outros interessados no debate a respeito de ações em torno da gestão de coleções etnográficas e acervos de instituições museológicas. Neste ano, o diálogo ganha a contribuição de investigadores de museus e universidades vinculados ao <em>Institut de Recherche pour le Développement </em>(França).</p>
<p>A mesa de abertura do evento foi composta pelo secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, e pela diretora do MEPE, Margot Monteiro, além de Silvana Meireles, secretária-executiva de Cultura do Estado de Pernambuco, Ernani Carvalho, da Pró-Reitoria de Pesquisa da UFPE, José Ronaldo França de Siqueira, da Rede Indígena de Memória e Museologia Social, Marion Fanjat, representante do Instituto França-Brasil, e Fabienne de Pierrebourg, do Musée du Quai Branly, Paris. A coordenação da mesa ficou por conta de Renato Athias, do Departamento de Antropologia e Museologia da UFPE.</p>
<p>Os profissionais franceses que participam do encontro integram o grupo de pesquisa Patrimônios Locais de Governança, baseado no museu que é vinculado ao <em>Institut de Recherche pour le Développement</em>. Participarão dos debates representantes da Universitè Paris III, Sorbonne e Museu Nacional de História Natural. &#8220;Sempre organizamos projetos e recebemos pesquisadores de vários países. Nossa coleção é uma das mais importantes do país e este encontro está marcando um grande momento para nós&#8221;, afirmou Margot Monteiro.</p>
<p>A programação está dividida em duas etapas. Na primeira, até a quarta-feira (7), no MEPE, está prevista a segunda edição das oficinas COLAM (Coleções dos Outros e Memórias de Encontros: Objetos Etnográficos, Plantas e Narrativas). Serão cinco oficinas, cada uma delas mediada por um representante de um povo indígena: Tikuna, Pankararu, Tremembé, Ka’apor e Rankokamekrá. O encerramento, mediado por Renato Athias e Margot Monteiro, trará a divulgação dos resultados preliminares e apresentação das principais discussões dos encontros. Na segunda fase do encontro, haverá quatro mesas de debates, com encerramento na sexta-feira (9) à tarde, na UFPE.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
4º Encontro de Museus Indígenas em Pernambuco<br />
5 a 7 de agosto: Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças, Recife)<br />
8 e 9 de agosto: Biblioteca Central da UFPE (Av. Reitor Joaquim Amazonas &#8211; Cidade Universitária, Recife)</p>
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		<title>Ricardo Brennand recebe o título de “Cidadão do Recife”</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 17:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O empresário Ricardo Brennand recebeu na manhã desta sexta-feira (7), na Câmara Municipal do Recife, o título de “Cidadão do Recife”. A cerimônia aconteceu na presença de várias autoridades e personalidades do meio empresarial, acadêmico e político. Além da homenagem em si, a solenidade serviu também para resgatar a memória e trajetória do fundador do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69194" aria-labelledby="figcaption_attachment_69194" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Ricardo-Brenand-Cidadão-Recifense_Foto-Jan-Ribeiro-16.jpg"><img class="size-medium wp-image-69194 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Ricardo-Brenand-Cidadão-Recifense_Foto-Jan-Ribeiro-16-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Cerimônia de entrega aconteceu na presença de várias autoridades e personalidades do meio empresarial, acadêmico e político</p></div>
<p style="text-align: left;">O empresário Ricardo Brennand recebeu na manhã desta sexta-feira (7), na Câmara Municipal do Recife, o título de “Cidadão do Recife”. A cerimônia aconteceu na presença de várias autoridades e personalidades do meio empresarial, acadêmico e político. Além da homenagem em si, a solenidade serviu também para resgatar a memória e trajetória do fundador do Instituto Ricardo Brennand, cujo acervo inclui a maior coleção privada de pinturas de Frans Post. O secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, compareceu à cerimônia representando o Governo do Estado.</p>
<p>Participaram da solenidade outras autoridades, como o vereador André Régis, autor da proposta do título; o vereador e presidente da Casa, Eduardo Marques; o vice-presidente do Recife, Luciano Siqueira; a presidente da Academia Pernambucana de Letras, Margarida Cantarelli; a deputada estadual Priscila Krause; e o deputado federal Luciano Bivar.</p>
<div id="attachment_69192" aria-labelledby="figcaption_attachment_69192" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Ricardo-Brenand-Cidadão-Recifense_Foto-Jan-Ribeiro-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-69192 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Ricardo-Brenand-Cidadão-Recifense_Foto-Jan-Ribeiro-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Além da homenagem em si, a cerimônia serviu também para resgatar a memória e trajetória do fundador do Instituto Ricardo Brennand, cujo acervo inclui a maior coleção privada de pinturas de Frans Post</p></div>
<p><em>“Esta é uma homenagem mais do que justa para este cidadão que muito fez pela cultura recifense, em especial no que diz respeito à preservação da nossa história e identidade. Por essa razão, o governador de Pernambuco me pediu para estar presente nesta solenidade em sua representação, numa demonstração de respeito por parte da atual gestão”</em>, disse Gilberto Freyre Neto.</p>
<div id="attachment_69195" aria-labelledby="figcaption_attachment_69195" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Ricardo-Brenand-Cidadão-Recifense_Foto-Jan-Ribeiro-24.jpg"><img class="size-medium wp-image-69195 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Ricardo-Brenand-Cidadão-Recifense_Foto-Jan-Ribeiro-24-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Ricardo Coimbra de Almeida Brennand, aos 92 anos, é o mais novo &#8220;Cidadão do Recife&#8221;</p></div>
<p><strong>Homenageado -</strong> Ricardo Coimbra de Almeida Brennand tem 92 anos. Nasceu no Cabo de Santo Agostinho, no dia 27 de maio de 1927, e é um engenheiro, empresário e colecionador brasileiro, fundador do Instituto Ricardo Brennand &#8211; considerado um dos melhores museus do país.</p>
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