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	<title>Portal Cultura PE &#187; Gilú Amaral</title>
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		<title>Panela do Jazz prepara dez horas de programação gratuita com espetáculos de música e palhaçaria</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 15:24:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113796" aria-labelledby="figcaption_attachment_113796" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-113796" alt="Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista Gilú Amaral</p></div>
<p>A experiência exalada por mais de cinco décadas musicais do Quinteto Violado junta-se ao frescor da nova geração de artistas do improviso para compor a programação do Panela do Jazz, um dos principais festivais do gênero no Nordeste. O evento retorna este ano após um hiato sabático no Recife, em 2023, robustecido por uma grade repleta de atrações prestigiadas na região e nos palcos Brasil afora, e mantém a mescla de linguagens artísticas para fazer das ruas do bairro do Poço da Panela &#8211; berço e casa desde a origem &#8211; a passarela festiva de todas as artes, pessoas e formas de afeto cultural pela cidade. A edição de retorno está marcada para o dia 19 de outubro e prevê mais de dez horas de atividades visuais, cênicas, musicais e de empreendedorismo com acesso inteiramente gratuito para públicos de todas as idades.</p>
<p>A primeira atração a subir ao palco é Neris Rodrigues e o Trombonando, às 17h. A grade segue com a apresentação de Laís de Assis Trio (18h30), Duo Repercuti (com o show <em>Duo Repercuti Convida Tambores da Xambá</em>, 20h), Gilú Amaral (21h30) e encerra com o show do Quinteto Violado Instrumental (23h) &#8211; apresentação ocorre em plena véspera de aniversário de 53 anos do grupo, um dos mais longevos do Estado e do Brasil, e ganha contornos de comemoração. As performances musicais são seguidas, nos intervalos, pelo som comandado pelo DJ Ari Falcão, com execução de standards do jazz por meio de discos em vinil.</p>
<p>A quinta edição do Panela do Jazz tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do governo federal. Conta com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O evento realizou a primeira edição em 2018, realizou uma versão inteiramente virtual durante a pandemia da covid-19 e já chegou ao município de Triunfo, no Sertão do Estado, com performances musicais, atividades formativas e ações de valorização dos músicos da região.</p>
<p>A retomada em 2024 renova também a proposta urbana do Panela do Jazz de fazer da ocupação das ruas da cidade um momento de reflexão sobre o uso democrático do espaço público e da integração harmônica com o meio ambiente e o fomento econômico da região onde o evento é realizado. O festival contrata mão de obra local e providencia estrutura para comércio de moradores e empresas sediadas no bairro &#8211; com oferta de gastronomia, artesanato e de outras linguagens para dinamizar o acesso à arte e ao desenvolvimento de forma sustentável e integrado.</p>
<p>Além do cinquentenário grupo Quinteto Violado, a personalidade homenageada deste ano é Capiba, gênio do frevo e referência para todas as gerações de músicos pernambucanos &#8211; e até brasileiros &#8211; pelo legado musical pontuado pelo domínio do improviso e pela aura contagiante das composições revisitadas, sobretudo, durante os Carnavais. O músico, pianista e compositor pernambucano Lourenço de Fonseca Barbosa, da agrestina Surubim, nasceu há exatos 120 anos e legou à cultura do Estado pérolas como <em>Madeira que Cupim Não Rói</em> (1963), <em>Oh, Bela</em> (1970) e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em> (1972), entre muitos outros sucessos.</p>
<p>A exaltação do frevo no tributo ao mestre escorre para as masterclasses promovidas pelo Panela do Jazz, de 15 a 16 de outubro, no Paço do Frevo, no Bairro do Recife, das 14h às 17h: Do Choro ao Frevo (harmonia funcional), na terça-feira, e A Improvisação em Arranjos de Frevo, na quarta-feira. A primeira aula é conduzida pelo compositor, arranjador, professor e diretor musical Marco César; e a segunda pelo baixista, compositor, arranjador, diretor musical e pesquisador Marcos FM. Ambas se destinam ao público em geral &#8211; com prioridade para estudantes da rede pública de ensino &#8211; e se propõem a estimular o conhecimento e a formação sobre a cultura local, principalmente entre as parcelas jovens da população.</p>
<p>A programação do dia do festival começa com o lançamento e a abertura da feira Olegarinha de Artes da Mulher (14h), voltada à economia criativa e ao empreendedorismo feminino e sob curadoria da designer e chef Cecília Montenegro. O espaço presta homenagem à abolicionista e ícone da luta pela emancipação feminina Olegária Carneiro da Cunha, conhecida como Mãe do Povo por organizar bazares e outras atividades para arrecadar fundos e custear cartas de alforrias de escravizados na região. As inscrições para participar podem ser feitas pelo link na bio do Panela do Jazz no <a title="@paneladojazz" href="https://www.instagram.com/paneladojazz/" target="_blank">Instagram</a>.</p>
<p>A exposição <em>Momento</em>, concebida e montada pela fotógrafa francesa radicada no Recife Dominique Berthé e pelo artista plástico Imaraí Freitas, é uma das opções acessíveis ao público do festival &#8211; a mostra na casa-ateliê dela (Rua Álvaro Macêdo, 70) fica aberta das 16h às 20h do sábado. As obras versam sobre trajetória, criações, expressões e linguagens da artista.</p>
<p>O festival recria o encantamento bem-humorado dos artistas circenses de edições anteriores com uma tripla apresentação, a partir das 16h30, para crianças e adultos. A Palhaça Vareta exibe o espetáculo <em>Desentupirada</em>, com situações cômicas e inusitadas vivenciadas pela palhaça tomada por uma dor de barriga pouco antes de dar início ao show, com contorcionismo, malabarismo, equilibrismo e música.</p>
<p>Às 17h30 é a vez do Palhaço Gambiarra fazer a performance de <em>Um Curto-Circuito de Risos</em>, um passeio pela contação de histórias e pelos brinquedos populares a partir de vários números. As apresentações circenses são encerradas com o espetáculo <em>Meu Circo</em>, da companhia homônima, às 18h30.</p>
<p>O fim de tarde é marcado pela exibição do <em>Projazzções</em>, incursão artística com a ideia de combinar harmonicamente imagens e músicas por meio da projeção de fotografias em sintonia com standards do jazz nacional e internacional. A proposta do fotógrafo Anderson Steves e do DJ Ernesto Jr. é evidenciar o diálogo e a sinergia criada pela combinação de vertentes artísticas de apreciação sensorial diferente &#8211; visual e auditiva.</p>
<p>“O Panela do Jazz tem uma preocupação permanente com a valorização da cultura brasileira e da cena instrumental por meio do jazz e da ponte com outras musicalidades nacionais e estrangeiras. É um evento para cultivar a relação com as múltiplas linguagens da arte e instigar a ocupação da rua, da cidade pela população”, resume o idealizador e diretor-geral do evento, o produtor cultural Antonio Pinhêiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira os resumos dos shows:</strong></span></p>
<p><em>A homenagem ao mestre Capiba atravessa as apresentações do Panela em 2024, com influência dos improvisos do frevo e do jazz a cada performance sobre o palco.</em></p>
<p><strong>Neris Rodrigues e o Trombonando -</strong> O show Música do Mundo esmiúça a trajetória do jazz no Brasil e se debruça sobre as fusões com frevo, coco, agueré, funk, música ancestral árabe e percussão afrodescendente. A apresentação mescla sons em percurso pela ideia de brasilidade e prepara um número especial à base de frevo em tributo a Capiba.</p>
<p><strong>Lais de Assis Trio -</strong> A violeira, arranjadora, pesquisadora e arte-educadora pernambucana criou uma linguagem própria à frente do instrumento de corda e usa como inspiração o universo sonoro nordestino e as ancestralidades. O show em trio tem o acompanhamento da tuba de Alex Santana e da percussão de Nino Alves com improviso inspirado na sonoridade regional.</p>
<p><strong>Duo Repercuti -</strong> O show Duo Repercuti Convida os Tambores da Xambá faz uma celebração da música afro-pernambucana e brasileira com a proposta de uma experiência musical inédita a partir de arranjos específicos das composições do primeiro álbum. O espetáculo se define como símbolo de resistência e identidade cultural.</p>
<p><strong>Gilú Amaral -</strong> Com o recém-lançado álbum O Sopro e a Percussão, o habilidoso percussionista pernambucano exalta a força sonora dos metais na música pernambucana e a conexão com ritmos e gêneros no cenário internacional. A apresentação atravessa o regional com improvisações típicas do jazz sob influência de Moacir Santos, Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos.</p>
<p><strong>Quinteto Violado -</strong> Grupo icônico da música nordestina e brasileira, com 53 anos de existência, o Quinteto faz da música regional e da pesquisa o material de trabalho das apresentações. A sonoridade própria estabelece conexões com a musicalidade universal e celebra o cosmopolitismo da arte com absorção da contemporaneidade e improvisações jazzísticas, do popular ao erudito. A apresentação no Panela do Jazz enfatiza a faceta instrumental do grupo.</p>
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		<title>De Naná veio a inspiração de uma noite irrepreensível no País da Música</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 04:54:49 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Naná Vasconcelos está orgulhoso. A última noite do polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País em Pesqueira (Agreste) foi a comprovação de que as lições do saudoso percussionista foi aprendida com louvor por muitos de seus discípulos e músicos que têm um dos homenageados deste evento como referência e inspiração. Gilú Amaral, Duo Repercuti e Lucas dos Prazeres fizeram shows simplesmente impecáveis e à altura da expectativa gerada desde o anúncio da programação.</p>
<p>As três atrações fazem parte do que há de mais atual na chamada cena da música pernambucana, aquela em que ainda ressoam os ecos dos anos 1990. Numa noite totalmente percussiva é evidente que Naná esteve onipresente no coração e na mente de todo mundo presente na Praça da Rosa.</p>
<p>Ao lado do DJ Rimas, de Tabira (Sertão), Gilú Amaral voltou a apresentar seu show de percussão (de tudo o que possa imaginar) com bases, efeitos e samplers. E a dupla está cada vez mais entrosada. Com um repertório de músicas próprias, algumas em parceria com Rimas, o percussionista transformou o espaço em uma pista de dança. Ao mesmo tempo parando de vez em quando para dar uns toques de conscientização. &#8220;A percussão é a escola mais importante que temos no Estado de Pernambuco&#8221;, disparou.</p>
<p>Emerson Coelho e Emerson Rodrigues, o Duo Repercuti, subiram no palco literalmente abalando as estruturas com sua união de percussão sinfônica e instrumentos afros. Em seu acervo percussivo havia nada mais, nada menos do que duas marimbas. Os rapazes, que são do Recife e de Igarassu (Região Metropolitana), mostraram temas do álbum O Som das Baquetas, como Nó de Imbuia (Laís de Assis), Chick Corea Forever (Amaro Freitas) e Pakiparabaki (Henrique Albino); e outras como Ijó Asé Erê (composta para o videodança homônimo de Janaína Santos), Som de Bloco de Madeira (Jerimum de Olinda) e Batuque (Emerson Rodrigues). E no discurso sempre o engajamento da defesa da cultura periférica.</p>
<p>Já se preparando para lançar seu próximo álbum &#8211; em novembro, com o título de Traçado -, Lucas dos Prazeres sempre faz valer o porquê de ser considerado um fenômeno musical. Cantor e percussionista, no palco apresenta-se mais do que um band-leader: um maestro. Da banda fazem parte o irmão Mateus, também percussionista; Pepê da Silva (viola, cavaquinho e vocal); Diego Drão (teclados); e a própria mãe, Conceição dos Prazeres (voz e percussão).</p>
<p>Assim como Gilú, Lucas esbanja versatilidade ora tocando alfaia, ora pandeiro; ora maraca e até gongo. Também engajado, falou dos projetos sociais que unem sua família e prestou reverência a Naná, ao povo xucuru e às matriarcas, especialmente as do coco de roda, como Aurinha e sua filha Andreza, Cila, Selma e Glorinha. Uma liderança imprescindível na música pernambucana.</p>
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		<title>Aurora Instrumental encerra temporada de shows no Teatro Arraial Ariano Suassuna</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2021 18:36:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89806" aria-labelledby="figcaption_attachment_89806" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Thaís Mallon/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Gilú-Amaral-feat-Rimas.INC-foto_Thaís-Mallon.jpg"><img class="size-medium wp-image-89806" alt="Thaís Mallon/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Gilú-Amaral-feat-Rimas.INC-foto_Thaís-Mallon-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em sua apresentação no sábado (11), Gilú Amaral contará com a participação de Rimas.INC</p></div>
<p>O Circuito Aurora Instrumental encerra a temporada de espetáculos musicais neste final de semana, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. Na sexta-feira (10), o interior de Pernambuco será representado no evento pelo artista Nino Alves, que vai unir a sua criatividade percussiva à experiência musical do veterano Parrô Mello. No sábado (11), o público poderá conferir Gilú Amaral feat Rimas.INC convida Deco N, um show dançante e com um repertório de composições autorais, que mescla instrumentos percussivos com batidas eletrônicas da MPC. Os espetáculos, que contam com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, iniciam-se às 19h30 e os ingressos podem ser adquiridos no Sympla ou na bilheteria do teatro por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).</p>
<p>Inventivo, intuitivo e criador de instrumentos musicais, o percussionista Nino Alves apresentará no Teatro Arraial temas do seu show &#8220;ExperimentaSons&#8221; e também composições do repertório do seu convidado, o saxofonista, arranjador e compositor Parrô Melo, que é fundador da Orquestra Bomba do Hemetério. Muitas expectativas em torno desse show que ainda terá no palco os músicos Efraim Rocha (contrabaixo), Lucas Romeiro (guitarra) e Zeh Lucas (bateria).</p>
<p>Já o show do sábado pode ser sintetizado como a música tecnológica e orgânica em perfeita harmonia. A parceria entre o percussionista Gilú Amaral e o DJ e produtor Rimas.INC (Clécio Rimas) propõe mesclar os instrumentos percussivos com as batidas eletrônicas da MPC. A dupla vai mostrar um show essencialmente dançante, mas também experimental, misturando essas duas vertentes que serão reforçadas pelo convidado DeCo N (sintetizadores), artista sonoro e compositor de música eletrônica. DeCo N é professor do curso de Tecnologia em Produção Fonográfica de Música Eletrônica da Universidade Anhembi Morumbi.</p>
<p>O Aurora Instrumental foi contemplado pela seleção pública do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) para promover oito concertos presenciais de música instrumental. Essa temporada, batizada de Aurora Convida, fortaleceu o circuito como um espaço de expressão da diversidade, tradição e renovação da música instrumental pernambucana.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Aurora Convida<br />
Quando: às sextas-feiras e sábados, de 19 de novembro a 11 de dezembro de 2021, às 19h30<br />
Local: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, nº 457, Boa Vista, Recife – PE)<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).<br />
Vendas: Bilheteria do Teatro Arraial (abre 1 hora antes do show) e no Sympla: <a href="https://www.sympla.com.br/aurorainstrumental" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/aurorainstrumental</strong></a></p>
<p><strong>**PROGRAMAÇÃO AURORA CONVIDA**</strong><br />
10/12 &#8211; Nino Alves convida Parrô Mello<br />
11/12 &#8211; Gilú Amaral feat Rimas.INC convida Deco N</p>
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		<title>Gilu Amaral apresenta o show &#8220;Percursos&#8221; no Teatro Fernando Santa Cruz, em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/gilu-amaral-apresenta-o-show-percursos-no-teatro-fernando-santa-cruz-em-olinda/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 21:28:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O percussionista Gilu Amaral sobe ao palco do Teatro Fernando Santa Cruz, localizado no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, para apresentar seu primeiro espetáculo solo &#8221;Percursos&#8221;. A apresentação será neste domingo (22), a partir das 17h, e os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada). Considerado um dos mais criativos percussionistas brasileiros da sua geração, em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/70FhjMA3Ngo" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O percussionista Gilu Amaral sobe ao palco do Teatro Fernando Santa Cruz, localizado no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, para apresentar seu primeiro espetáculo solo &#8221;Percursos&#8221;. A apresentação será neste domingo (22), a partir das 17h, e os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada).</p>
<p>Considerado um dos mais criativos percussionistas brasileiros da sua geração, em Percursos Gilú expressa o seu talento, criatividade e o aprofundamento dos estudos musicais. Ao explorar diferentes instrumentos percussivos e melódicos, Gilú Amaral cria a narrativa lúdica de Percursos, por meio da execução do pandeiro, caxixi, ngoma, alfaia, tambor falante, ngoni, hangdrums, mbira e berimbau.</p>
<p>O espetáculo propõe uma experiência sensitiva e vem encantando o público por onde passa. Já foi apresentado em três continentes, nos últimos três anos, com destaque para o show realizado no PASIC 2017 (<em>Percussive Arts Society International Convention</em>), um dos eventos mais importantes de percussão e bateria do mundo. Na turnê européia de 2018, Gilú Amaral apresentou Percursos em espaços como a Casa da Música, em Porto, e a (Portugal), em Le Pâquis, em Genebra (Suíça), e na 59 Rivoli, em Paris (França).</p>
<p><strong>SOBRE O ARTISTA -</strong> Gilu Amaral é fundador da Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO), banda importante no cenário da música brasileira e que teve o primeiro disco (Orquestra Contemporânea de Olinda,2008) indicado ao Prêmio da Música Brasileira e ao Grammy Latino. Participou do disco Sinfonia &amp; Batuques, de Naná Vasconcelos, vencedor do Grammy Latino, no ano de 2011. Nos últimos anos, levou seu trabalho solo para vários países da Europa e Estados Unidos &#8211; onde se apresentou no PASIC 2017 (Percussive Arts Society International Convention), considerado o maior evento de bateria e percussão do mundo. Gilú Amaral também é produtor musical, compositor de trilhas sonoras para filmes e espetáculos de dança, além de diretor artístico e curador do circuito de música Aurora Instrumental.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Show &#8220;Percursos&#8221; &#8211; Gilu Amaral<br />
Quando: 22 de agosto de 2021 (domingo), às 17h<br />
Local: Teatro Fernando Santa Cruz &#8211; Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro, s/n &#8211; Varadouro, Olinda &#8211; PE)<br />
Ingressos R$20 e R$10 (meia) (à venda no Sympla e no local, com público limitado, devido à pandemia da Covid-19)<br />
Link do Sympla: <a href="https://www.sympla.com.br/gilu-amaral---percursos--espetaculo-solo__1294913" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/gilu-amaral&#8212;percursos&#8211;espetaculo-solo__1294913</strong></a></p>
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		<title>Festival De Casa para o Mundo exibe série de shows no YouTube</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2021 22:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Domingo (16), a partir das 16h, o Festival &#8220;De Casa para o Mundo&#8221; faz sua estreia no mundo virtual, com a transmissão de uma série de shows no YouTube (www.youtube.com/channel/UCoD1W4DsyEWXznAd37j82NQ/featured). Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o evento contará com as apresentações de Gilú Amaral, Rimas Inc, Isadora Melo, Rafael Marques, Buguinha Dub, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/f0lUlCmLbcA" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Domingo (16), a partir das 16h, o Festival &#8220;De Casa para o Mundo&#8221; faz sua estreia no mundo virtual, com a transmissão de uma série de shows no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCoD1W4DsyEWXznAd37j82NQ/featured" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCoD1W4DsyEWXznAd37j82NQ/featured</strong></a>). Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o evento contará com as apresentações de Gilú Amaral, Rimas Inc, Isadora Melo, Rafael Marques, Buguinha Dub, SH &#8211; Surama Ramos, Henrique Alibino e Cláudio Rabeca, que vão cantar e tocar diretamente de uma casa localizada no Bairro Novo, em Olinda. Para saber mais detalhes da programação, acesse o perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/decasa_para_omundo/" target="_blank"><strong>@decasa_para_omundo</strong></a>.</p>
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		<title>Gilú Amaral apresenta trajetória percussiva em espetáculo que celebra 25 anos de carreira</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 15:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_83525" aria-labelledby="figcaption_attachment_83525" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Lucas Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/GiluAmaral-creditos_JoaoLucasSantos.jpg"><img class="size-medium wp-image-83525" alt="João Lucas Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/GiluAmaral-creditos_JoaoLucasSantos-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Percussionista olindense comemora 25 anos de carreira artística</p></div>
<p>Chama a atenção que um jovem percussionista como Gilú Amaral esteja comemorando 25 anos de carreira. Mas é verdade. O artista olindense, 37, completa um quarto de século de carreira, uma trajetória musical que iniciou quando ainda era um garoto e recebeu seu primeiro cachê em apresentações com o Maracatu Camaleão. Fundador da Orquestra Contemporânea de Olinda, da banda Academia da Berlinda e do grupo instrumental Wassab, ele vem contribuindo com a produção da música brasileira e celebrando parcerias com artistas e grupos importantes de Pernambuco como o mestre Naná Vasconcelos, Renata Rosa, Flaira Ferro, Juliano Holanda, Ave Sangria, Tiago Martins, Banda de Pau e Corda, Bonsucesso Samba Clube, o pianista Marcelo Bratke e o Mestre Salustiano.</p>
<p>Gilú também é produtor musical, compositor e curador do circuito Aurora Instrumental. Inquieto, ele sempre buscou ter autonomia na música, o que o impulsionou a criar bandas importantes e a priorizar seus projetos solos. <em>“Sempre gostei de me envolver com o processo criativo, pensar no show como um espetáculo e propor uma narrativa e uma sonoridade”.</em></p>
<p>Para celebrar essa jornada musical, Gilú gravou um espetáculo primoroso no Teatro do Parque, em Recife (PE), com a participação de 13 convidados: Cláudio Rabeca, Lucas dos Prazeres, Juliano Holanda, Hugo Linns, Henrique Albino, Gabi Carvalho, Clécio Rimas, Alex Santana, Rogê Vitor, Chris Nolasco, Aline Souza, Laís de Assis e Renata Rosa. <em>“Quis trazer toda a minha versatilidade nesse show comemorativo, por isso convidei grandes amigos, artistas de alta qualidade com quem pude compartilhar parte da minha história”,</em> conta o artista.</p>
<div id="attachment_83524" aria-labelledby="figcaption_attachment_83524" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/GiluAmaral-creditos_CostaNeto.jpg"><img class="size-medium wp-image-83524" alt="Costa Neto/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/GiluAmaral-creditos_CostaNeto-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Para celebrar 25 anos de história com a arte, Gilú Amaral exibirá no Youtube, nos dias 24 e 25 de abril, às 16h, um show gravado no Teatro do Parque, no Recife</p></div>
<p>A transmissão on-line do concerto ocorrerá nos dias 24 e 25 de abril, gratuitamente, no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCtUoNZX4bo-nPOv3JQUFyJw" target="_blank"><strong>Canal do Youtube</strong></a> de Gilú Amaral, dividido em duas lives (cada uma com 40 minutos de duração). <em>“O público vai ouvir um show com diversidade sonora, projeção de artes visuais e muito amor envolvido. Eu me considero um artista camaleão, que adora descobrir várias linguagens e estilos musicais. Sou versátil na alma e quero ganhar o mundo com minha arte”.</em></p>
<p>O espetáculo, contemplado com patrocínio da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), ganhou uma produção primorosa realizada pela Solare Audiovisual e Aurora Musical. A captação de imagens feita em 4K simultaneamente por oito câmeras, com lentes de padrão de estética de cinema.</p>
<p><b>Trajetória artística &#8211; </b>O concerto comemorativo apresenta músicas autorais e costura a trajetória do artista com seus principais trabalhos, mostrando a pluralidade da sua arte. Em 2015, ele estreou <i>Percursos,</i> seu show solo que explora diferentes instrumentos percussivos e melódicos,e foi levado para diversos países da Europa e também Estados Unidos.</p>
<p>Em 2018, lançou o primeiro disco solo, <i>Peji</i><i>, </i>e em 2019 Gilú evoluiu por novas interseções para montar um show que une a percussão com os <i>beats</i> da música eletrônica do produtor e DJ Rimas.Inc - essa parceria rendeu também o single <i>La Civilización,</i> em julho de 2020. E, neste ano, ele se dedica a gravação do seu novo projeto <i>O Sopro e a Percussão</i>, que possibilita o diálogo de duas grandes escolas musicais da cultura pernambucana: metais e percussão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<b>Gilú Amaral &amp; convidados – 25 anos de percussão<br />
Quando:</b> 24 e 25 de abril, às 16h<br />
<b>Onde:</b> <a href="https://www.youtube.com/channel/UCtUoNZX4bo-nPOv3JQUFyJw" target="_blank"><strong>Canal do Youtube do artista</strong></a><br />
<b>Acesso gratuito</b></p>
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		<title>TV Universitária estreia uma série de programas sobre o Palco Som na Rural do FIG</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2019 14:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69156" aria-labelledby="figcaption_attachment_69156" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43682736232_1b7373825c_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-69156 " alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43682736232_1b7373825c_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Participam da série de programas artistas como Isaar, que se apresentaram no FIG 2018</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Para aquecer o clima de quem aguarda a chegada do 29ª Festival de Inverno de Garanhuns &#8211; previsto para acontecer na segunda quinzena de julho -, a TV Universitária (TVU) estrou, na última terça-feira (4), a série &#8220;FIG &#8211; Palco Som na Rural&#8221;. Ao todo, 12 programas com shows e conversas com os diversos artistas que se apresentaram no Palco Som na Rural do FIG 2018 serão exibidos até a semana que antecede o Festival.</p>
<p>Os programas vão ao ar às terças e quintas de junho e julho, sempre às 19h, na TVU Recife, canal digital 11.1, e também pelo link <strong><a href="http://www.ufpe.br/ntvru/aovivo" target="_blank">www.ufpe.br/ntvru/aovivo</a>.</strong> A série é uma produção em parceria entre as equipes da TVU e Som na Rural, que pelo segundo consecutivo ano atuaram juntas na cobertura do festival.</p>
<div id="attachment_69155" aria-labelledby="figcaption_attachment_69155" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/ Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43631785801_3a1861f94e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-69155 " alt="Jan Ribeiro/ Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43631785801_3a1861f94e_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Além de Isaar, ps programas apresentam shows de bandas como Tour Hip Hop Mulher, Tiné, Ceum, Lady Laay, Banda Viruz, Juliano Holanda, Tonfil, Flaira Ferro, Vertin Moura, Helton Moura, Paulo Neto, Madimboo, Alef e o Prato de Flores, Bande Desinée, Vinícius Barros, Daniel Bento e Gilú Amaral.</p></div>
<p style="text-align: left;">&#8220;FIG – Palco Som na Rural&#8221; apresenta shows de bandas como Tour Hip Hop Mulher, Tiné, Ceum, Lady Laay, Banda Viruz, Juliano Holanda, Tonfil, Flaira Ferro, Vertin Moura, Helton Moura, Paulo Neto, Madimboo, Alef e o Prato de Flores, Bande Desinée, Vinícius Barros, Daniel Bento, Gilú Amaral e Isaar.</p>
<p>De acordo com Leonardo Klück, diretor de Produção da TVU Recife, o primeiro ano da parceria entre a TV Universitária e o Som na Rural foi no FIG 2017.  &#8220;Eu já estava com essa ideia de cobertura para o Festival por causa na nossa aproximação com o produtor cultural Roger de Renor. Quando ficamos sabendo da história do palco, propomos essa captação dos shows. Em 2018, a TVU foi com a equipe maior já com a intenção de produzir essa série, e contamos também com o apoio do próprio Som na Rural“, explica Leonardo Klück.</p>
<div id="attachment_69157" aria-labelledby="figcaption_attachment_69157" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/42707241155_15bdd15986_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-69157 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/42707241155_15bdd15986_k-607x426.jpg" width="607" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Na opinião de Roger, o segredo do sucesso do polo é a aproximação com o calor do público</p></div>
<p style="text-align: left;">Além de Leonardo Klück, que também dirigiu os programas, Nilton Pereira e Roger de Renor participaram da produção. Quem fez a operação de câmera foi Caio Cagliani, Leonardo Klück e Nilton Pereira. A captação e masterização de aúdio é assinada por Marco da Lata. Outros profissionais também integraram a equipe.</p>
<p>A relação entre Roger de Renor e a TVU é antiga e vinha sendo trabalhada desde a época que Roger teve um programa na TVU, o Sopa Diária, em 2003. &#8220;O Sopa Diária era um projeto da TV Viva desenvolvido entre a minha produtora e a TVU. Desde então a gente vem fazendo essas parcerias, como nas coberturas do Carnaval e algumas coisas ligadas à TV Brasil“, revela Roger de Renor.</p>
<p>Roger de Renor destaca também a parceria com a Secretaria de Cultura e Fundarpe para a realização do Palco Som na Rural durante o FIG, com o apoio de estrutura e equipe técnica para o o palco. &#8220;Um atração à parte é o Napoleão Assunção, diretor e locutor do palco que comanda uma turma de alto nível profissional. É uma coisa coletiva mesmo“.</p>
<div id="attachment_42421" aria-labelledby="figcaption_attachment_42421" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/som-na-rural_fig_juarezventura.jpg"><img class="size-medium wp-image-42421" alt="Juarez Ventura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/som-na-rural_fig_juarezventura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2019, o Palco Som na Rural comemora quatro anos de existência no Festival de Inverno de Garanhuns</p></div>
<p>Em 2019, o Palco Som na Rural comemora quatro anos de existência no Festival de Inverno de Garanhuns. Na opinião de Roger, o segredo do sucesso do polo é a aproximação com o calor do público. &#8220;A gente vive num tempo que as pessoas estão procurando uma interação com o artista, uma coisa mais humana e horizontal. E o Som na Rural oferece isso, numa condição técnica de palco e luz muito bons e com uma equipe de palco de primeira, no mesmo nível do Palco Dominguinhos, mas sem aquela distância“, avalia Roger.</p>
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		<title>&#8220;Outras Palavras&#8221; levou música e literatura para escola em Panaratama</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2018 19:24:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Mais do que uma oportunidade de aproximar estudantes da rede estadual à arte, o projeto Outras Palavras também tem provado ser um bom espaço para os artistas exporem os seus processos criativos e os bastidores por trás de seus trabalhos. Na tarde da última quarta-feira (4), o percussionista Gilú Amaral participou da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61976" aria-labelledby="figcaption_attachment_61976" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42328474205_67da8cf8aa_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61976" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42328474205_67da8cf8aa_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista olindense levou para o projeto uma mostra do espetáculo &#8220;Percursos&#8221;, cujo um dos desdobramentos é o disco &#8220;Peji&#8221;.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Camila Estephania</strong></p>
<p>Mais do que uma oportunidade de aproximar estudantes da rede estadual à arte, o projeto Outras Palavras também tem provado ser um bom espaço para os artistas exporem os seus processos criativos e os bastidores por trás de seus trabalhos. Na tarde da última quarta-feira (4), o percussionista Gilú Amaral participou da edição em Panaratama, onde mostrou para alunos da Escola Narciso Correia, parte da gama de instrumentos explorados no espetáculo “Percursos”, cujo um dos desdobramentos foi o seu primeiro disco solo, intitulado “Peji”, lançado em junho deste ano. Na ocasião, o poeta Herick Helder também conversou com os alunos sobre suas inspirações e motivações para escrever.</p>
<p>Antes de mostrar como o berimbau também pode ser usado fora da Capoeira, o músico olindense adiantou aos estudantes: “a percussão é um mundo gigante”. Não é à toa que o músico explora a versatilidade de vários instrumentos em “Peji”, como o próprio berimbau, do qual extrai uma espécie de riff na faixa “Mãe do Amor” que se expande em “Suíte Berimbau”. “Assim como em ‘Percursos’, o disco não tem isso de explorar ritmos populares, a ideia é pegar instrumentos populares e mostrar como eles podem ser usados de várias formas. Claro que, alguma hora, eu jogo uma célula rítmica de um maracatu ou alguma coisa nossa mais particular, mas este não é o foco”, explica ele, sobre a proposta herdada pelo álbum solo.</p>
<div id="attachment_61977" aria-labelledby="figcaption_attachment_61977" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42514491574_b4978ecf30_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61977" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42514491574_b4978ecf30_k-775x600.jpg" width="775" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Através dos seus trabalhos, Gilú prova diferentes formas de usar instrumentos da cultura popular.</p></div>
<p>Dentre os instrumentos menos conhecidos, o suíço hang drum fascinou os alunos presentes pelo seu caráter melódico mesmo sendo um equipamento percussivo, como pode ser ouvido na “Vinheta Hang”, de “Peji”. Outro tipo de percussão mais harmônica também explorada no trabalho solo, a kalimba também se destaca em “Aruá”, que conta com a participação de Pepe Cordas na execução do arranjo. Responsáveis por sonoridades mais comuns na música brasileira, o pandeiro, ilu e caxixi também foram “pessoalmente” apresentados aos alunos através de demonstrações instrumentais atípicas.</p>
<div id="attachment_61978" aria-labelledby="figcaption_attachment_61978" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/29361863698_de1e8ec8da_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61978" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/29361863698_de1e8ec8da_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Instrumento percussivo de som melódico, o hang drum despertou curiosidade nos alunos.</p></div>
<p>“A gente sempre está procurando alternativas de melhorar ainda mais a gente. O ‘Peji’ tem um pouco disso, mas tem também coisas antigas, porque é uma pesquisa de cinco anos. Acho que esse disco realmente mostra minhas vertentes, porque sou bem eclético. Toco Coco de Umbigada (o artista esteve em turnê com Cláudio Rabeca e Coco de Umbigada em 2017), agora com Henrique Albino tem uma coisa mais de música do mundo, e com o Wassab tem um pouco de experimentalismo, além da Orquestra Contemporânea de Olinda e por aí vai”, lista ele, os diferentes projetos que, de alguma forma, contribuíram para a sua construção como percussionista.</p>
<p>Os três últimos instrumentos citados ainda podem ser facilmente identificados em faixas como “Dias Nublados” e “Holandas”, que contam, respectivamente, com as colaborações de Hugo Linns, na viola e baixo, e Juliano Holanda, na guitarra e baixo. As cordas elétricas, assim como o uso de samples e da bateria eletrônica, determinam a linguagem pop de “Peji”, mas não apagam a pegada da música de terreiro que predomina no trabalho. “Quem me conhece sabe que eu vivencio completamente a cultura afro-brasileira. Apesar do nome de origem Nagô, o disco tem a proposta de ser mais lúdico, mas acho que, quanto mais o branco reverenciar a cultura negra, em tempos que as pessoas estão invadindo terreiros, melhor”, avaliou ele, ao explicar que o título do álbum significa altar em iorubá.</p>
<div id="attachment_61979" aria-labelledby="figcaption_attachment_61979" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/41423237430_ca82ec2730_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61979" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/41423237430_ca82ec2730_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Gilú Amaral fará o show de estreia de &#8220;Peji&#8221; no dia 21 de julho, no FIG.</p></div>
<p><strong>ESTREIA NO FIG</strong></p>
<p>Antes de se despedir dos estudantes, Gilú aproveitou para convidá-los para o show de estreia de “Peji”, que acontecerá no dia 21 de julho, no polo do Som na Rural, dentro da programação oficial do Festival de Inverno de Garanhuns. Apesar do disco ter contado com as vozes de Sandy Alê, Mavi Pugliese, Nilton Junior e Erica Natuza, apenas a última irá participar da apresentação.</p>
<p>A cantora irá interpretar as cinco canções do álbum, que conta com mais cinco faixas instrumentais. “Eu não queria que o disco fosse todo instrumental, queria que tivesse voz e convidei gente em quem confio. Eu também componho letra, mas achei massa a ideia de chamar outros compositores. Já a música de Expedito d’Oxossi, eu quis gravar porque a acho linda, então, fiz um arranjo com Lucas dos Prazeres”, comentou ele, sobre “Mãe do Amor”, que louva a orixá Oxum e conecta ainda mais o trabalho aos rituais de matriz africana.</p>
<p>Produzido pelo próprio Gilú, o disco traduz um pouco da postura maleável do percussionista diante da música. “Acho que minha veia artística é exatamente esta: ser olindense e trazer isso para a minha produção, mas minha música é cosmopolita. Sempre estudei música não para ser um virtuosi, mas para estar preparado para entrar em qualquer jogo e ‘Peji’ tem muito disso”, observou ele, que aconselhou os estudantes presentes para buscarem trabalhar em profissões que tivessem a ver com os seus desejos e suas essências.</p>
<div id="attachment_61980" aria-labelledby="figcaption_attachment_61980" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/43233222201_227d82883b_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61980" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/43233222201_227d82883b_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta Helder Herik cativou os estudantes da Escola Narciso Correia.</p></div>
<p><strong>LITERATURA</strong></p>
<p>Vencedor do 2º Prêmio Pernambuco de Literatura, o poeta garanhuense  e professor de literatura Helder Herik cativou a plateia de alunos mais cedo ao lembrar das vivências familiares, principalmente com a sua avó, que inspiraram a linguagem de livros como o “Rinoceronte Dromedário” e seu interesse pela literatura infantil.</p>
<p>Entre risadas e aplausos, o escritor também deu conselhos aos alunos que escrevem para lerem, amadurecerem a escrita e persistirem nos seus estilos de texto. “O que eu senti hoje foi, além da atenção, um imenso carinho. Nesse tipo de ocasião, eu tenho que me desvestir do papel de professor, mas acho que não consigo completamente. Acho que essa mistura e essa transição acaba enriquecendo ainda mais a arte, porque você cria múltiplos diálogos: o da sala de aula e o do artista”, pontuou ele, sobre a experiência.</p>
<div id="attachment_61981" aria-labelledby="figcaption_attachment_61981" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42514608354_ebec28abf2_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61981" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42514608354_ebec28abf2_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Os alunos participaram com muitas perguntas sobre a produção do autor e pedidos de dicas de como escrever.</p></div>
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		<title>Duo de Cláudio da Rabeca e Gilú Amaral apresenta-se no Museu do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jan 2018 14:58:53 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57437" aria-labelledby="figcaption_attachment_57437" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/claudio-da-rabeca-gilu-amaral.jpg"><img class="size-medium wp-image-57437" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/claudio-da-rabeca-gilu-amaral-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Os músicos vão reinterpretar grandes clássicos do frevo</p></div>
<p>O projeto Ouvindo e Fazendo Música traz o<strong> Duo Claudio Rabeca</strong> e <strong>Gilú Amaral</strong> para reinterpretar o frevo, neste sábado (27), a partir das 17h, no Museu do Estado de Pernambuco. Gilú Amaral traz na sua identidade influências que vão além das fronteiras do Brasil, da música latino-americana e africana ao rico acervo cultural pernambucano percussivo. Nesse duo com Cláudio Rabeca, que desdobra notas na rabeca, do mais simples cancioneiro, às mais exigentes melodias sofisticadas do choro, frevo e baião, a dupla apresenta um repertório instrumental com releituras de diversos frevos. A rabeca de Cláudio, horas em seu estado puro, horas ligada a efeitos de pedais, conversa com os toques macios do ngoni e hangdrums, com a força de instrumentos expressivos como o ilú, ngoma, caxixi, pandeiro e talk drum, de Gilú. Confira um pouco do som dos músicos:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-gFd92qjwhk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">AGENDA</span> -</strong> O mês de fevereiro inicia com o show de<strong> Gaspar Andrade</strong>, dia 03, artista da zona da mata alagoana, que toca seu realejo ao lado de <strong>Claudio Negão</strong> no baixo e<strong> Guga Amorim</strong> na percussão. Dia 24,<strong> Sid3</strong> estreia repertório instrumental experimental, alinhado com suas origens da zona da mata norte, mas que passeia ludicamente por sonoridades que referenciam o ska, reggae, rock e a música erudita.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Quarteto Variante<br />
Quando: 27/1 (sábado), às 17h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE)<br />
Quanto: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)</p>
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		<title>Gilú Amaral apresenta seu pocket show &#8220;Percursos&#8221; no Teatro Arraial</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2017 14:21:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Percursos é o nome do trabalho solo do percussionista pernambucano Gilú Amaral. Com uma proposta mais intimista, o espetáculo expressa o talento, a criatividade, o aprofundamento dos estudos musicais e a entrega plena do artista por meio da execução de instrumentos percussivos e melódicos, como o Ngoni, o Hangdrums e a Mbira. Nesta segunda-feira (18), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22128" aria-labelledby="figcaption_attachment_22128" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6870.jpg"><img class="size-medium wp-image-22128" alt="Costa Neto/Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6870-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">No show intimista, o músico toca instrumentos percussivos e melódicos, como o ngoni, o hangdrums e a mbira</p></div>
<p><em>Percursos</em> é o nome do trabalho solo do percussionista pernambucano Gilú Amaral. Com uma proposta mais intimista, o espetáculo expressa o talento, a criatividade, o aprofundamento dos estudos musicais e a entrega plena do artista por meio da execução de instrumentos percussivos e melódicos, como o Ngoni, o Hangdrums e a Mbira. Nesta segunda-feira (18), o público do Recife terá a oportunidade de conhecer esse trabalho, no formato pocket show, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, bairro da Boa Vista, a partir das 19h30. A apresentação terá entrada franca e recebe o apoio da Fundarpe (Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco).</p>
<p>No evento, também acontecerá um bate-papo com Gilú Amaral sobre a participação do artista no PASIC 2017 (Percussive Arts Society International Convention), considerado um dos eventos mais importantes da percussão e bateria do mundo. A convenção foi realizada, no mês de novembro, em Indianópolis, no estado de Indiana, nos Estados Unidos. Gilú foi o único músico do nordeste a se apresentar no Palco Mundo. <em>“Vou compartilhar a minha experiência no PASIC, desde a minha preparação para participar do evento, quando eu soube que tinha sido selecionado. Também vou abordar o network que se faz num evento internacional desse porte, e como estou aproveitando essas trocas e conhecimentos no meu próprio trabalho”</em>, diz Amaral.</p>
<p><strong>Gilú Amaral -</strong> é reconhecido na cena musical pernambucana e brasileira como um dos melhores percussionistas da sua geração. Gilú também é compositor e produtor musical e já realizou parcerias com artistas como Naná Vasconcelos, Renata Rosa, Mundo Livre S/A, Bonsucesso Samba Clube, Marcelo Bratke, Banda de Pau e Corda. Dentre os seus trabalhos mais conhecidos estão a Orquestra Contemporânea de Olinda – da qual é o idealizador e fundador – e o grupo Instrumental Wassab. Gilú também participa da Ave Sangria (nova fase da banda) e do Henrique Albino Trio.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Pocket Show Percursos e Bate-Papo com Gilú Amaral<br />
Data: 18 de dezembro (segunda-feira), às 19h30<br />
Local: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, nº 457, Boa Vista, Recife)<br />
Entrada: Gratuita</p>
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