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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ginásio Pernambucano</title>
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		<title>Governo de Pernambuco lança licitação para reforma do Ginásio Pernambucano</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:40:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Hesíodo-Góes_SECOM.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118590" alt="Hesíodo Góes/Secom" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Hesíodo-Góes_SECOM-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Governo do Estado anunciou, nesta quinta-feira (26), mais uma requalificação do seu patrimônio histórico. O Ginásio Pernambucano, tradicional instituição de ensino e cartão-postal do Centro do Recife, vai ganhar uma ampla reforma. Por meio da parceria entre a Secretaria de Educação e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o governo lançou hoje o edital de licitação para contratação da empresa que vai executar os serviços de conservação e restauro do imóvel. As empresas de engenharia e/ou arquitetura que desejarem concorrer têm até às 10h de 05 de agosto para entregar suas propostas. O edital está disponível no site do PE Integrado.</p>
<p>“O time do Governo de Pernambuco está totalmente empenhado em garantir a preservação do patrimônio histórico do Estado. O Ginásio Pernambucano representa a história viva, pulsante, sendo responsável pela formação de gerações que aqui nasceram ou viveram, e chega ao seu 200º aniversário recebendo o cuidado que merece”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A obra de requalificação será executada em três etapas e tem previsão de início para o segundo semestre deste ano, sem prejudicar o calendário letivo dos estudantes. Serão investidos aproximadamente R$ 7 milhões nas intervenções, em uma iniciativa que marcará os 200 anos da unidade de ensino, celebrados em 2025.</p>
<p>“Estamos acompanhando de perto a situação do Ginásio Pernambucano, que é patrimônio do nosso Estado. Fizemos visitas à escola e nos reunimos com a gestão e com os estudantes para enfatizar que a reforma do prédio é prioridade para a gente e sobretudo para a governadora Raquel Lyra. O time do Governo de Pernambuco segue empenhado em entregar um prédio restaurado e seguro, tanto para os estudantes como para os profissionais que ali trabalham”, afirmou o secretário de Educação, Gilson Monteiro.</p>
<p>A primeira etapa das ações, cuja licitação acaba de ser lançada, será voltada à recuperação das esquadrias, revisão de telhado, restauração de fachadas, pisos, forros e cantarias e implantação do novo sistema de prevenção e combate a incêndio. Esta fase das obras tem valor estimado de R$ 3.981.989,69. As próximas etapas abrangem obras de adequação dos espaços da escola para pessoas com deficiência, além da climatização completa de todas as salas de aula.</p>
<p>“A requalificação do Ginásio Pernambucano é mais uma intervenção de grande relevância para a preservação do patrimônio edificado de Pernambuco tocada pela atual gestão. Trata-se de um bem tombado com elevado valor histórico, arquitetônico e simbólico, cuja conservação exige rigor técnico para sua salvaguarda. A atuação da Fundarpe neste processo assegura que as intervenções respeitem as características originais do imóvel, ao mesmo tempo em que o adaptam às exigências contemporâneas de segurança e acessibilidade”, ressaltou a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p>Sobre o Ginásio Pernambucano &#8211; Fundado em 1825, o Ginásio Pernambucano é o mais antigo colégio em atividade no Brasil. Tombado desde 1984, o prédio tem seu valor histórico e arquitetônico reconhecido em todo o país. Sua arquitetura é única e marcante, com influências neoclássicas visíveis na simetria da fachada, nas colunas e nos detalhes ornamentais. Diversos nomes das artes pernambucanas passaram por lá enquanto estudantes, como Clarice Lispector, Manuel Bandeira e Castro Alves.</p>
<p>A reforma do Ginásio Pernambucano integra um conjunto estratégico de ações do Governo do Estado voltadas à revitalização do Centro do Recife, com o objetivo de preservar o patrimônio histórico e fortalecer a identidade cultural da capital, a partir de soluções que atendam às demandas atuais da sociedade. Os edifícios do Diario de Pernambuco e do Liceu de Artes e Ofícios, o Cinema São Luiz, entre outros monumentos, também fazem parte dessa valorização da memória arquitetônica da cidade e vêm recebendo a atenção do Governo com investimentos maciços, que colaboram para transformar esses locais em espaços do saber, de partilha de conhecimentos e de difusão de cultura.</p>
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		<title>Bacanal do Bandeira mostra como o frevo casa bem com a poesia</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 19:10:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Espaço Pasárgada promove, nesta sexta-feira (2), pelas ruas do Centro do Recife, o 13º desfile anual da Troça Carnavalesca Mista Bacanal do Bandeira, que foi fundada em 2012. A concentração ocorre, a partir das 16h30, defronte ao equipamento cultural gerenciado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Espaço Pasárgada promove, nesta sexta-feira (2), pelas ruas do Centro do Recife, o 13º desfile anual da Troça Carnavalesca Mista Bacanal do Bandeira, que foi fundada em 2012. A concentração ocorre, a partir das 16h30, defronte ao equipamento cultural gerenciado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundação), na Rua da União, nº 263, bairro da Boa Vista, cujo prédio tem como marca a presença do busto do famoso poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor recifense.</p>
<p>A tertúlia tem início com o tradicional recital poético com a participação de atores, atrizes e poetas, que declamam poemas autorais na saída do bloco, com participação especial do ator Adriano Cabral. Os foliões da poesia desfilam ao som da Orquestra Levino Ferreira e ao passo do Grupo Fuzuê de Dança.</p>
<p>Durante o desfile há duas apoteoses. A primeira parada ocorre na Rua Mamede Simões, localizada entre o antigo edifício da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e a escola Ginásio Pernambucano. Depois, o cortejo segue para o cais da Rua da Aurora, também em frente à Alepe, onde está situada a estátua de Manuel Bandeira e onde acontece a apresentação do Fuzuê. Em ambas as paradas, a performance de músicos, poetas e atores mostra como o frevo casa bem com a poesia.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">BACANAL</span> (Manuel Bandeira) &#8211; do livro <em>Carnaval</em> (1918)</strong></p>
<p>Quero beber! Cantar asneiras<br />
No esto brutal das bebedeiras<br />
Que tudo emborca e faz em caco&#8230;<br />
Evoé Baco!</p>
<p>Lá se me parte a alma levada<br />
No torvelim da mascarada,<br />
A gargalhar em douro assomo&#8230;<br />
Evoé Momo!</p>
<p>Lacem-na toda, multicores,<br />
As serpentinas dos amores,<br />
Cobras de lívidos venenos&#8230;<br />
Evoé Vênus!</p>
<p>Se perguntarem: Que mais queres,<br />
além de versos e mulheres?<br />
- Vinhos!&#8230; o vinho que é o meu fraco!&#8230;<br />
Evoé Baco!</p>
<p>O alfange rútilo da lua,<br />
Por degolar a nuca nua<br />
Que me alucina e que não domo!&#8230;<br />
Evoé Momo!</p>
<p>A Lira etérea, a grande Lira!&#8230;<br />
Por que eu extático desfira<br />
Em seu louvor versos obscenos,<br />
Evoé Vênus!</p>
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		<title>&#8220;Outras Palavras&#8221; para o empoderamento feminino</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2018 17:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias O Ginásio Pernambucano, no centro do Recife, foi cenário de uma edição do Outras Palavras feita com uma programação voltada principalmente para refletir sobre empoderamento e afirmação da mulher na sociedade. A edição, realizada na terça-feira (20), contou também com tradução em libras para alguns estudantes e teve um debate muito rico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58883" aria-labelledby="figcaption_attachment_58883" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230106334_2e33fc4449_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58883 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230106334_2e33fc4449_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Pedrosa, que já participou de outras edições do Outras Palavras, é poetisa, escritora e secretária da Mulher do Recife</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>O Ginásio Pernambucano, no centro do Recife, foi cenário de uma edição do <strong>Outras Palavras</strong> feita com uma programação voltada principalmente para refletir sobre empoderamento e afirmação da mulher na sociedade. A edição, realizada na terça-feira (20), contou também com tradução em libras para alguns estudantes e teve um debate muito rico sobre a vida e obra da poetisa Cida Pedrosa, secretária da Mulher do Recife, que conversou de perto com as alunas e alunos sobre seu trabalho direcionado ao feminino.</p>
<div id="attachment_58886" aria-labelledby="figcaption_attachment_58886" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230135084_a4e49d18d9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58886 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230135084_a4e49d18d9_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A professora Antonieta, gestora do Outras Palavras, lembrou que o projeto já esteve em quase 500 escolas estaduais, levando escritoras e escritores premiados, e mestres da cultura popular para dentro do ambiente escolar</p></div>
<p style="text-align: left;">Para Antonieta Trindade, professora e gestora do projeto, o fato que aconteceu com a vereadora do Rio de Janeiro é resultado da violência contra a mulher, do machismo e do racismo. <em>“E num ambiente como esse, o que a gente faz? A gente resiste! E a cultura aponta para este caminho, porque estimula o senso crítico de vocês”, e</em>xplicou.</p>
<p><em>“É esse o nosso objetivo. Por isso, trouxemos Cida Pedrosa para conversar sobre sua obra e como é necessário batalhar pra chegar aonde ela chegou. E também trouxemos Daniela Câmara, atriz, que já fez várias encenações pela cidade. Esperamos que vocês aproveitem essa oportunidade”,</em> disse Antonieta, lembrando que o <strong>Outras Palavras</strong> já esteve em quase 500 escolas estaduais, levando escritoras e escritores premiados, e mestres da cultura popular para dentro do ambiente escolar.</p>
<div id="attachment_58887" aria-labelledby="figcaption_attachment_58887" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/27067511648_36ad6f4159_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58887 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/27067511648_36ad6f4159_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A edição contou também com uma performance de seis estudantes do 3º ano da escola, que declamaram poesias de Cida Pedrosa</p></div>
<p style="text-align: left;">Antes de começar sua fala, Cida Pedrosa foi surpreendida por seis alunas, com máscaras feitas com o rosto da poetisa, que entraram no auditório e declamaram seis poesias de autoria de Cida, um deles, intitulado <strong>O Abraço</strong>. A poetisa ficou boquiaberta durante toda a encenação, com olhos marejados, e contou depois que se emocionou muito com essa em especial, porque foi uma poesia feita para uma ente querida que havia falecido.</p>
<div id="attachment_58884" aria-labelledby="figcaption_attachment_58884" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230122984_dd670444a9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58884 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230122984_dd670444a9_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Pega de surpresa, Cida Pedrosa ficou bastante emocionada com a apresentação</p></div>
<p style="text-align: left;">Maria Helena, uma das alunas que participou da encenação, revelou que foi uma experiência muito emocionante para ela porque ela já escreve e gosta de ler para algumas pessoas. <em>&#8220;Mas ali, na hora, na frente da escritora, fiquei muito nervosa. Nunca vivi uma coisa assim na vida&#8221;,</em> disse, ainda em êxtase com a vivência. Além da Maria Helena, as outras estudantes também disseram que nunca tinham feito algo parecido antes, e estavam muito animadas.</p>
<p>Cida, como boa sertaneja, tratou de contextualizar aos jovens de onde veio, sua terra Bodocó, que tanto inspira sua obra – reflexo por exemplo, observado no livro Claranã, uma homenagem à sua cidade natal. Depois, como militante que é, entrou no seu assunto, talvez, mais preferido, seja pela vocação ou pela luta, no sentido mais verbal da palavra.</p>
<div id="attachment_58882" aria-labelledby="figcaption_attachment_58882" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230089744_3756f91cf2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58882 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230089744_3756f91cf2_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a conversa, falou de suas obras, como Claranã, dedicada à sua terra-natal (Bodocó), e o livro de contos As Filhas de Lilith, sobre o qual discorreu por mais tempo</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>“Todo o mundo passou por uma construção sob o ponto de vista de homens, e isso faz com que a gente olhe para o universo a partir dessa ótica. A gente apagou da nossa história a figura das deusas. Eu estou aqui apenas fazendo um questionamento político, porque sou uma mulher que penso sobre mulheres, e minha obra inteira perpassa por isso”</em>, contextualizou, antes de falar sobre um de seus livros, o de contos <strong>As Filhas de Lilith</strong>, provavelmente o mais conhecido pelo público.</p>
<div id="attachment_58888" aria-labelledby="figcaption_attachment_58888" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39129066830_cd0c9ebabd_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58888 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39129066830_cd0c9ebabd_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com Cida Pedrosa, existem escritos aramaicos de mais de 1.500 anos que reforçam a tese de que existia uma outra mulher no Paraíso, criada do barro igual ao homem, e que se chamava Lilith</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>“Alguém sabe quem é essa personagem?”,</em> provocou a autora, para receber em seguida as respostas dos alunos. <em>“Na versão judaica ela é considerada um demônio feminino”,</em> disse um dos jovens. Em seguida, uma aluna pediu a fala e deu a sua opinião. <em>“Ela foi a primeira mulher que Deus criou e eu li que ela não foi escolhida, como Eva, porque não aceitava ser metade do homem. E hoje ela é vista assim, como um demônio feminino”.</em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40044432145_f68a864dc6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58880 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40044432145_f68a864dc6_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Segundo Cida Pedrosa, Lilith é entregue com essa dualidade. <em>“Existem escritos aramaicos de mais de 1.500 anos, encontrados quando fazem escavações, que davam conta que existia uma mulher além de Eva no Paraíso, criada do barro igual ao homem e que se chamava Lilith. E por conta disso ela é autônoma, e não aceitava ser metade, como a amiga disse. Assim, ela foi expulsa do paraíso. Nesses textos encontrados, por exemplo, há escritos que dizem assim: ‘Adão, porque estás em cima de mim se és tão pesado’. Ou seja, uma mulher que questiona o ato sexual do homem estar sempre por cima. E isso não sou eu quem diz, são textos milenares que contam essa história”,</em> detalha a escritora.</p>
<div id="attachment_58889" aria-labelledby="figcaption_attachment_58889" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39129067660_8af242400f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58889 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39129067660_8af242400f_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Entre as conversas, Cida Pedrosa aproveitava para ler algumas de duas poesias, como Diana, presente no livro As Filhas de Lilith</p></div>
<p style="text-align: left;">Um dos assuntos que mais a incomoda, disse Cida, é a tirania do corpo,<em> “o que é algo profundamente machista, porque você vê o homem com aquela barriga proeminente, se achando lindo, dizendo para a mulher está feia porque está com os peitos arriados”,</em> brincou, arrancado risadas da garotada. <em>“Isso faz com que muitas mulheres sofram. Qualquer coisa a gente é chamada de gorda ou dizem que estamos acima do peso. E isso gera uma doença chamada anorexia”,</em> introduziu, para contar em seguida ler <em>Diana</em>, uma das personagens presentes no livro de contos.</p>
<p><em>“O espelho sempre engana Diana / O jogo de luz e sombra / Não camufla mais ninguém / Em busca da próxima dieta / A moça se enche de revistas e terapias alternativas”,</em> diz um trecho lido por ela na ocasião, arrancando aplausos e gritos, principalmente das jovens que estavam no local. A edição teve ao final a performance da atriz Daniela Câmara, que há anos realiza um trabalho de declamação de poesias de poetisas pernambucanas.</p>
<div id="attachment_58881" aria-labelledby="figcaption_attachment_58881" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230083854_5efcd7c8f2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58881 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230083854_5efcd7c8f2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A edição teve ao final a performance da atriz Daniela Câmara, que há anos realiza um trabalho de declamação de poesias</p></div>
<p>Representando a instituição, o professor Adriano Araújo agradeceu pela oportunidade, <em>“porque acredito que a escola ganha muito mais com essas atividades que tiram o aluno de dentro do ambiente da sala de aula e mostram que aprender é possível em vários espaços e de várias maneiras”,</em> comemorou.</p>
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