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	<title>Portal Cultura PE &#187; Giordano Castro</title>
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		<title>Live aborda reconhecimento de artistas e fazedores de Cultura como trabalhadores</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 16:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-28-at-17.11.04.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93287" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-28-at-17.11.04-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Primeiro de maio é o Dia do Trabalhador e, para marcar esta data, o programa Cultura em Rede, uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) debate sobre uma questão fundamental: o reconhecimento dos artistas e fazedores de Cultura como qualquer trabalhador, com direitos, lutas, rotinas, dificuldades, dedicação e a necessidade de estar sempre se reinventando, com muita criatividade, ainda mais em períodos de crises econômicas e pandemia.</p>
<p>A live acontece no canal da Secult-PE no Youtube e também no Facebook, com transmissão às 19h, na terça-feira (3). Para a conversa, foram convidados a cineasta Dea Ferraz, a atriz Olga Ferrario (ambas do Coletivo Gambiarra, que promove experimentações com as linguagens do cinema e do teatro) e Giordano Castro, ator e dramaturgo do grupo de teatro pernambucano Magiluth. A mediação fica a cargo de Ellen Meireles, produtora cultural e assessora da Gerência de Política Cultural da Secult-PE.</p>
<p><em>“Para muitas pessoas, ainda permanece a visão do artista como aquele ser agraciado, com dons quase sobrenaturais para os quais boletos não existem. Não faz parte do imaginário popular as inúmeras horas de estudo e dedicação de artistas, técnicos e demais profissionais dos campos das artes e da Cultura para a aprendizagem e aperfeiçoamento de seu ofício, de sua arte. Entender que artistas são trabalhadores tem como benefício direto a possibilidade de conquista de direitos por esses profissionais dentro da área na qual eles realmente executam suas atividades, a regulamentação de diversos ofícios e atividades e a possibilidade de saída da informalidade de muitos trabalhadores e trabalhadoras”</em>, diz Ellen Meireles. Ainda segundo a gestora, esse reconhecimento facilita a formulação de políticas públicas voltadas para o setor.</p>
<p><em>“A gente tem que ficar inventando, o tempo todo, fórmulas, não só de criar, mas também de como pagar as contas”</em>, afirma Dea Ferraz, premiada cineasta pernambucana, que, além de integrar o Coletivo Gambiarra (com Olga Ferrario, Claudio Ferrario e Hugo Coutinho) , faz doutorado e realiza projetos de cinema. Em sua obra, destacam-se os longas-metragens documentais Sete Corações (2014), Câmara de Espelhos (2016), Modo de Produção (2017) e Mateus (2018), que participaram de festivais importantes, como Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Janela Internacional de Cinema e Mostra Tiradentes. <em>“É uma sensação de cansaço muito grande, porque a gente está vivendo um tempo de muita insegurança, muita instabilidade e tá o tempo todo inventando projeto, lendo edital, procurando edital, se arriscando em edital porque edital é sempre uma aposta &#8211; a gente não sabe se ganha ou se não ganha &#8211; e é sempre muito difícil de ganhar”</em>, relata.</p>
<p>Olga Ferrario, também do Coletivo Gambiarra é trabalhadora da Cultura há muitos anos. <em>“Sou atriz e realizadora e meu trabalho sempre foi esse. Trabalho desde os 14 anos, quando comecei a fazer teatro profissionalmente e, desde então, toda minha relação com meu próprio sustento sempre foi na área da Cultura. Minha maior escola foi e continua sendo o teatro, linguagem na qual nunca deixo de visitar”</em>, relata ela, que tem experiências no audiovisual, tendo participado de filmes e séries para a TV, além de ser pesquisadora da linguagem do palhaço e da comicidade (Olga integra o elenco dos Doutores da Alegria). <em>“Graças ao nosso esforço e persistência em um pensamento de mover a economia criativa, conseguimos através da relação de bilheteria, continuar fazendo nosso trabalho e, depois, com os editais de auxílio aos artistas, como a Aldir Blanc, conseguimos continuar movendo”</em>, completa.</p>
<p>Giordano Castro também conta como, no Magiluth, transformaram a crise em atos de resistência e, na arte, resistência significa criar. <em>“O ‘Tudo o que coube numa VHS’ , que é um trabalho que abre as experiências sensoriais em confinamento, é um trabalho que surgiu pelo desespero e pela luta pela sobrevivência de um coletivo artístico”, analisa. Segundo ele, o trabalho do artista muitas vezes é burocrático, repetitivo, sem glamour, sem fim de semana, muito diferente do imaginário popular, que acha que artistas têm vidas de luxo. “Essa não é a realidade de 95% dos artistas do Brasil”</em>, diz ele. Além de Giordano, o Magiluth reúne Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral e Pedro Wagner. Foi formado há 18 anos por alunos de Artes Cênicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e faz um teatro experimental. O Magiluth é apontado pela crítica e pela Imprensa como um dos grupos teatrais mais relevantes do país.</p>
<p>O programa Cultura em Rede vai ao ar todas as terças, às 19h, sempre trazendo temas culturais relevantes para a sociedade em geral.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Profissão: Artista”, com participação de Dea Ferraz, Olga Ferrário, Giordano Castro e Ellen Meireles (mediação)<br />
Quando: 3 de maio de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: www.youtube.com/SecultPE | www.facebook.com/culturape</p>
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		<title>&#8216;Vento forte para água e sabão&#8217; segue em cartaz no Teatro Hermilo Borba Filho</title>
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		<pubDate>Sun, 08 May 2016 20:36:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA['Vento forte para água e sabão']]></category>
		<category><![CDATA[Amanda Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Companhia Fiandeiros de Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Giordano Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Hermilo Borba Filho]]></category>

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		<description><![CDATA[A Companhia Fiandeiros de Teatro segue com uma temporada do espetáculo Vento forte para água e sabão, no Teatro Hermilo Borba Filho. Com direção de André Filho, o musical tem texto assinado por Giordano Castro e Amanda Torres. A peça terá sessões durante todos os sábados e domingos de maio, sempre às 16h. Neste próximo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_36063" aria-labelledby="figcaption_attachment_36063" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgaçã/Rogério Alves</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/ventoforteparaaguaesabao2_foto_rogerioalves_sobrado423.jpg"><img class="size-medium wp-image-36063" alt="Divulgaçã/Rogério Alves" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/ventoforteparaaguaesabao2_foto_rogerioalves_sobrado423-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Vento forte para água e sabão&#8217; ficará em cartaz todos os sábados e domingos de maio, sempre às 16h</p></div>
<p>A Companhia Fiandeiros de Teatro segue com uma temporada do espetáculo <strong>Vento forte para água e sabão,</strong> no Teatro Hermilo Borba Filho. Com direção de André Filho, o musical tem texto assinado por Giordano Castro e Amanda Torres. A peça terá sessões durante todos os sábados e domingos de maio, sempre às 16h. Neste próximo final de semana, de 7 a 8 de maio, os ingresso terão valor de meia-entrada para todos, ao custo de R$ 5.</p>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, este é o oitavo espetáculo e o segundo infanto-juvenil da companhia. A montagem narra a história de amizade entre uma bolha de sabão chamada Bolonhesa e Arlindo, uma rajada de vento. Sabendo dos riscos que corre por ser uma bolha, Bolonhesa já havia decidido ficar parada no seu cantinho, com medo de se arriscar a conhecer o mundo. Até conhecer Arlindo que, com muita diversão e cumplicidade, ajuda a bolhinha a viver uma divertida aventura, descobrindo as coisas espalhadas pelo mundo e dando sentido a sua essência.</p>
<p>Questões como vida e morte são abordadas através da metáfora da bolha de sabão, cuja própria existência é extremamente rápida e passageira. O tom lúdico do espetáculo, além do cenário e figurino, fica a cargo das seis canções executadas ao vivo pelo elenco. Participam do elenco Tiago Gondim, Daniela Travassos, Geysa Barlavento, Kéllia Phayza, Victor Chitunda e Ricardo Angeiras.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>&#8220;Vento forte para água e sabão&#8221;</em><br />
Sábado (7) e domingo (8)  de maio, às 16h<br />
Teatro Hermilo Borba Filho &#8211; Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife<br />
R$ 5 (meia-entrada para todos nos dois primeiros fins de semana)<br />
R$ 10 (restante da temporada)<br />
À venda na bilheteria do teatro<br />
Mais informações: (81) 3355 3320</p>
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