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	<title>Portal Cultura PE &#187; Giorgio Agamben</title>
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		<title>Milena Travassos apresenta trabalhos e recebe público para bate-papo</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 17:48:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106433" aria-labelledby="figcaption_attachment_106433" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-16-at-11.58.46.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106433" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-16-at-11.58.46-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Linguagens, videoarte de Milena Travassos</p></div>
<p>A artista Milena Travassos retoma os encontros com o público para as apresentações de suas últimas produções. Nas ocasiões Milena mostra o projeto <em>Sobre Linguagens</em>, desenvolvido a partir de pesquisas, experimentos e encontros dela com a artista Kilma Coutinho sobre as múltiplas variações da linguagem. O resultado é uma videoperformance e uma videoarte que podem ser conferidas neste sábado (18), às 15h, no auditório do Museu Aloísio Magalhães (Mamam &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista). Outro encontro acontece em Caruaru (Agreste), na quinta-feira (23), às 14h30, no Armazém da Criatividade (Rodovia BR-104, km 92, Nova Caruaru). E no dia 30, às 19h, na Garrido Galeria (Rua Samuel de Farias, 245, Santana), de volta ao Recife, a artista apresenta a performance inédita Sala de Jejum, desenvolvida em diálogo com o jardim da galeria.<br />
O projeto conta com a colaboração da audiodescritora Liliana Tavares, responsável pela gravação e inclusão da audiodescrição nos dois trabalhos. O trabalho de Milena Travassos tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), do Governo do Estado e da Prefeitura da Cidade do Recife (PCR).<br />
A videoperformance <em>Relâmpago-Trovão</em> é um desdobramento de um trabalho que Milena já havia feito com Kilma, em 2022, no Mamam. Kilma Coutinho é uma artista surda que se comunica por meio de libras fazendo com que essa língua fosse incorporada à poética do trabalho, além dos outros elementos explorados como luzes, pinturas, figurino, objetos e sons.<br />
Já na videoarte <em>Linguagens</em>, Milena escolheu trabalhar com fotografias antigas mantendo como ponto focal a ideia de linguagem expandida. Nas filmagens ela utilizou iluminação pontual e lentes de aumento para destacar partes das imagens, recortes afetivos de uma época passada da vida da artista. A artista trabalha a fala por meio de uma narrativa poética dando possibilidades de interpretações diversas. Aqui ela também traz como inspiração as reflexões de Giorgio Agamben sobre fogo, mistério, relato e literatura presentes no texto <em>O fogo e o relato</em>.<br />
A performance <em>Sala de Jejum</em> acontece no jardim da Garrido Galeria. O espaço acolhe uma diversidade de plantas e árvores que permearam o processo criativo do trabalho. A ação propõe uma experiência envolvendo elementos visuais, sons, luzes e narração. A ideia do jejum remete a um estado limiar entre o sono e o despertar, estado que provocaria uma atenção dilatada.<br />
Milena Travassos é artista visual, pesquisadora e professora. Doutora em comunicação (UFRJ-ECO), configuradora de imagens e criadora de correspondências. Sua produção envolve fotografia, videoarte, performance, instalação, videoperformance, videoinstalação, objeto e desenho. A cada nova pesquisa seu corpo transforma-se em outro. O espaço em que a artista se relaciona é dado importante para a construção desse outro corpo e de seus gestos. As ideias de narração, experiência e tempo mobilizam sua atual produção. Realizou diversas exposições individuais e coletivas.</p>
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		<title>Espetáculo ZOE investiga a perda dos instintos humanos</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jun 2017 01:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dirigido pela bailarina e coreógrafa Francini Barros, o espetáculo ZOE estreia nesta quinta-feira (15), às 20h, no Teatro Apolo (no Bairro do Recife). O trabalho aborda os instintos do ser humano como algo perdido nos dias de hoje e os trata como uma possibilidade de humanização da vida e dos afetos. As apresentações seguem em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49940" aria-labelledby="figcaption_attachment_49940" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Breno César/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/3.-ZOE-Foto-Breno-César.jpg"><img class="size-medium wp-image-49940" alt="Breno César/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/3.-ZOE-Foto-Breno-César-607x250.jpg" width="607" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Peça foi dirigida pela bailarina e coreógrafa Francini Barro</p></div>
<p>Dirigido pela bailarina e coreógrafa Francini Barros, o espetáculo<strong> ZOE</strong> estreia nesta quinta-feira (15), às 20h, no Teatro Apolo (no Bairro do Recife). O trabalho aborda os instintos do ser humano como algo perdido nos dias de hoje e os trata como uma possibilidade de humanização da vida e dos afetos. As apresentações seguem em cartaz na sexta (16), sábado (17), no mesmo horário, e no domingo (18), às 19h. Os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia) e devem ser adquiridos na bilheteria, uma hora antes da apresentação.</p>
<p>De acordo com Igor Travassos, produtor da montagem, <strong>ZOE</strong> surgiu a partir de uma pesquisa da coreógrafa Francini Barros sobre um conceito de humanidade que surgiu na época da Grécia Antiga. <em>“Neste período desenvolveu-se a teoria de que os seres humanos são regidos por dois lados, o bios e a zoe. O bios seria o lado sociável, da razão, enquanto que a zoe o lado animal, instintivo”,</em> explica ele.</p>
<p><em>“Francini Barros é professora da Universidade Federal de Pernambuco e desenvolveu junto a alguns bailarinos do curso de Dança um projeto de pesquisa que tratasse deste tema. Pegamos essa pesquisa e submetemos ao edital do Funcultura, e para nossa alegria fomos contemplados com o incentivo do Governo de Pernambuco”,</em> revela.</p>
<div id="attachment_49965" aria-labelledby="figcaption_attachment_49965" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Breno César/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-zoe-investiga-a-perda-dos-instintos-humanos/1-zoe-foto-breno-cesar-1/" rel="attachment wp-att-49965"><img class="size-medium wp-image-49965" alt="Breno César/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/1.-ZOE-Foto-Breno-César-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">ZOE foi produzido por alunos do curso de Dança da UFPE com incentivo do Funcultura</p></div>
<p>Ainda segundo o produtor, o espetáculo segue a linha de pensamento do filósofo Giorgio Agamben, o qual diz que todos os males da humanidade, como o fascismo e os sistemas totalitários, surgiram por conta da perda do nosso lado animal, o lado zoe. <em>“E ele coloca que o reequilíbrio da humanidade está exatamente na busca desse lado animal”,</em> pontua.</p>
<p>Em cena, os bailarinos compõem pelo ato de estar no palco uma das relações tratadas pela narrativa, que aponta a perda do lado orgânico das relações e pessoas em meio ao mundo civilizatório no qual estamos inseridos. Tudo fica muito mais evidente graças ao atual momento em que vive a sociedade civil brasileira e mundial, com avanços dos setores mais conservadores.</p>
<p>O projeto contempla ainda na sua programação duas oficinas de compartilhamento dos processos, uma no Centro de Artes e Comunicação (CAC) da UFPE e outra no Centro de Educação Afro Daluê Malungo. As inscrições serão gratuitas e as datas devem ser divulgadas em breve.</p>
<p>Participam do elenco os dançarinos Adelmo do Vale, Jorge Kildery, Maria Agrelli, Orun Santana, Rafael FX, Victor Lima. A iluminação é assinada por Eron Villar; a trilha sonora e operação de som por Johann Brehmer. Já a programação visual é de Bruno Amorim e a fotografia e vídeo de Breno César. A cenografia e vídeo mapping ficaram por conta de André Calado e Petró.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Temporada do espetáculo ZOE</em><br />
Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife)<br />
Quinta (15), sexta (16), sábado (17) | 20h; Domingo (18) | 19h<br />
Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia) – na bilheteria, uma hora antes<br />
Indicação etária: 14 anos</p>
<p><strong>Sinopse:</strong> “O animal que me olha e revela a mim mesmo, a condição da minha nudez. Sobre ser isso e tantas outras coisas. Território, sexo, amor, dor, prazer. Dor e prazer, tão somente. Essa noite, aqui, nesse lugar. ZOE”.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Concepção e direção: Francini Barros<br />
Intérpretes criadores: Adelmo do Vale, Jorge Kildery, Maria Agrelli, Orun Santana, Rafael FX, Victor Lima<br />
Produção: Igor Travassos<br />
Iluminação: Eron Villar<br />
Trilha sonora e operação de som: Johann Brehmer<br />
Programação visual: Bruno Amorim<br />
Fotografia e vídeo: Breno César<br />
Cenografia e vídeo mapping: André Calado e Petró<br />
Assessoria de Imprensa: Paula Caal</p>
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