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	<title>Portal Cultura PE &#187; Gira Dança</title>
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		<title>GiraDança vê corpos heterogêneos sob prisma da igualdade</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2016 15:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[FIG 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Gira Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Luiz Souto Dourado]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Márcio Bastos É difícil nos depararmos com nossos preconceitos. Porém, é necessário. Em uma sociedade como a nossa, normativa em todos os aspectos, qualquer comportamento ou corpo desviante do &#8220;padrão&#8221; é visto como abjeto. E foi como um tapa na cara dessas concepções falidas que o grupo GiraDança (RN) levou o espetáculo Dança Que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Márcio Bastos</em></p>
<p style="text-align: left;">É difícil nos depararmos com nossos preconceitos. Porém, é necessário. Em uma sociedade como a nossa, normativa em todos os aspectos, qualquer comportamento ou corpo desviante do &#8220;padrão&#8221; é visto como abjeto. E foi como um tapa na cara dessas concepções falidas que o grupo GiraDança (RN) levou o espetáculo <strong>Dança Que Ninguém Quer Ver</strong>, segunda (25), ao Teatro Luiz Souto Dourado, dentro da programação de Artes Cênicas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns. A obra é um retrato vigoroso da dança contemporânea feita no Nordeste e um lembrete de que todos os corpos são possíveis, colocando em cena bailarinos com e sem deficiências físicas.</p>
<p style="text-align: left;">Concebido por Alexandre Américo em parceria com os bailarinos-criadores Anderson Leão, Diogo Ricardo, Álvaro Dantas, Jânia Santos, Joselma Soares, Rene Loui e Wilson Macário, o trabalho é uma ode aos corpos não normatizados. Impressiona a forma como o grupo trata todos como iguais em cena, obrigando os espectadores a reverem vários de seus comportamentos e preconceitos relacionados às diferenças físicas. Os artistas estão em cena, em risco, seus corpos funcionando como organismos vivos diferenciados, com suas limitações e potências únicas &#8211; e isso é impressionante.</p>
<div id="attachment_38471" aria-labelledby="figcaption_attachment_38471" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda4.jpg"><img class="size-medium wp-image-38471" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda4-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo leva à cena corpos heterogêneos, complexos, reais</p></div>
<p>Com seus movimentos técnicos mais abertos à experimentação, a dança contemporânea leva também à cena metáforas e metonímias que traduzem muito de quem somos. Enquanto se posicionam como unidade, no início da obra, os corpos dos bailarinos parecem oprimidos, sufocados. Essa sensação se perpetua ao longo do espetáculo com uma espécie de luta pelo seu lugar no mundo, alianças temporárias pela sobrevivência, superação de limites não só físicos, mas emocionais.</p>
<div id="attachment_38472" aria-labelledby="figcaption_attachment_38472" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda5.jpg"><img class="size-medium wp-image-38472" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda5-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Gira Dança leva poesia da contemporaneidade para os palcos</p></div>
<p>O que poderia ser considerado hermético, acaba ganhando contornos universais. O espetáculo não é inclusivo, ele é igualitário, como ressaltam seus próprios criadores. Ele mostra que é possível (e essencial) respeitar os corpos e suas limitações e enxergar também suas potencialidades. O público, impactado, sai do teatro com um outro olhar para o corpo &#8211; o seu e os dos outros.</p>
<p><strong>ALTERNATIVO</strong></p>
<p>A primeira noite da Mostra de Teatro Alternativo, novidade do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, atraiu muita gente para a Casa Galeria Galpão. Espaço tradicionalmente ligado às artes visuais e ao design, o local recebeu a encenação do espetáculo <em>Acontece Enquanto Você Não Quer Ver</em>, do Cena Off, criado e estrelado por Daniel Barros e Fábio Calamy.</p>
<div id="attachment_38473" aria-labelledby="figcaption_attachment_38473" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda8.jpg"><img class="size-medium wp-image-38473" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda8-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Barros e Fábio Calamy levam demônios da sociedade contemporânea para a cena</p></div>
<p>Pouco tempo depois de se acomodar, o público é convidado a deixar o espaço e entrar por outro caminho. A situação de conforto é logo subvertida, com cada espectador entrando individualmente, luz de lanterna na cara, sendo intimidado pelos atores, que se transformam em espécie de agentes carcerários, funcionários do sistema de opressão e medo. Mais uma vez sentados (mas agora sem nenhuma sensação de conforto emocional) o público é confrontado com imagens fortes em projeção na parede, com cenas de violência que expõem o que todos já sabemos, mas preferimos não ver: vivemos em um mundo caótico.</p>
<div id="attachment_38474" aria-labelledby="figcaption_attachment_38474" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda7.jpg"><img class="size-medium wp-image-38474" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda7-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público ocupou a Casa Galeria Galpão para conferir a estreia da Mostra de Teatro Alternativo</p></div>
<p>A violência, a psicopatia latente em todos nós, a reprodução de injustiças, tudo isso é levado para a cena através de pequenas histórias opressoras, violentas. É um espetáculo difícil de se ver pois revela muito do que somos.</p>
<p>Após a apresentação, o público se juntou aos atores e ao pesquisador Rodrigo Dourado para debate. As conversas com os realizadores, aliás, é parte das ações da Mostra de Teatro Alternativo, que segue com apresentações até o sábado (30). Confira a programação de Artes Cênicas desta terça-feira (26):</p>
<div data-canvas-width="17.016799999999996"><strong>CIRCO</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">16h - O Circo Chegou, Alegria Geral</div>
<div data-canvas-width="174.74479999999997">Circo Nawellington (PE)</div>
<div data-canvas-width="350.22559999999993">
<p>Local: Lona de Circo (Parque Euclides Dourado)</p>
</div>
<div data-canvas-width="222.4008"><strong>TEATRO PARA A JUVENTUDE</strong></div>
<div>18h- WWW Para Freedom</div>
<div data-canvas-width="341.4855999999998">Palco Giratório 2016/Circuito Pernambucano</div>
<div data-canvas-width="158.25839999999997">Barracão Teatro (SP)</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998">Local: Teatro Luiz Souto Dourado</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998"></div>
<div data-canvas-width="172.7392"><strong>TEATRO ALTERNATIVO</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">21h - 4x Hilda</div>
<div data-canvas-width="167.14560000000003">Duas Companhias (PE)</div>
<div data-canvas-width="199.916">Local: Casa Galeria Galpão</div>
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		<title>Companhia GiraDança leva debate sobre acessibilidade aos palcos</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 20:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Márcio Bastos Abraçar e potencializar a diversidade dos corpos é a força motriz da companhia Gira Dança (RN) desde sua fundação ao longo de pouco mais de uma década de atividades. O grupo potiguar é formado por bailarinos heterogêneos, com e sem deficiências físicas, mas que, enquanto coletivo, funcionam como uma unidade, um corpo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Márcio Bastos</em></p>
<p>Abraçar e potencializar a diversidade dos corpos é a força motriz da companhia Gira Dança (RN) desde sua fundação ao longo de pouco mais de uma década de atividades. O grupo potiguar é formado por bailarinos heterogêneos, com e sem deficiências físicas, mas que, enquanto coletivo, funcionam como uma unidade, um corpo de baile que leva à cena questionamentos instigantes. A companhia é a grande atração da programação de dança desta segunda-feira (25) com a apresentação de <strong>Dança Que Ninguém Quer</strong> <strong>Ver</strong>, às 18h, no Teatro Luiz Souto Dourado, dentro da programação do 26º Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p>Concebido e coreografado por Alexandre Américo, o espetáculo foi criado para a comemoração dos dez anos do grupo, comemorados em 2015. Durante o processo de criação, algumas inquietações foram surgindo para os artistas, como a recepção do trabalho deles frente ao público e o que gostariam de passar enquanto criadores.</p>
<div id="attachment_38426" aria-labelledby="figcaption_attachment_38426" class="wp-caption img-width-331 alignnone" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ravaneli Mesquita/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Dança-que-ninguem-quer-ver-Foto-Ravaneli-Mesquitta-211.jpg"><img class="size-medium wp-image-38426" alt="Ravaneli Mesquita/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Dança-que-ninguem-quer-ver-Foto-Ravaneli-Mesquitta-211-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Gira Dança leva inclusão de corpos diferenciados aos palcos</p></div>
<p>&#8220;Buscamos sempre as possibilidades que esses corpos podem ter quando eles interagem através da dança. Fazemos trabalho de contato e improvisação, de conhecer melhor o corpo do outro e o seu para que a gente possa entender como esses corpos reagem entre si. Nós temos bailarinos com nanismo, uma bailarina que é cega, síndrome de down, paralisia cerebral, sem deficiência física e a gente vai descobrindo quais são as possibilidades de enfrentarmos essas limitações. Estamos em cena para criar um espaço igualitário&#8221;, pontua Alexandre.</p>
<p>Para ele, um festival como o FIG, cuja programação é totalmente gratuita e leva à cidade trabalhos de diferentes linguagens, é de extrema importância. &#8220;Abrir esse acesso facilita, por exemplo, para que levemos essa dança contemporânea e suas reflexões para as pessoas. Ainda que seja uma cena difícil, acho que a situação para a dança contemporânea hoje é mais aberta, com mais público&#8221;, conclui.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Dança Que Ninguém Quer Ver</strong><br />
Segunda-feira, 25/07<br />
Às 18h<br />
Teatro Luiz Souto Dourado</p>
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