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	<title>Portal Cultura PE &#187; Goiana</title>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe apresentam Catálogo de Registro dos Patrimônios Vivos 2024</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 22:36:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Promover a regionalização e a diversidade, valorizando e preservando saberes e tradições das expressões culturais e populares de Pernambuco. Este é o objetivo do lançamento do Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024, apresentado nesta sexta-feira (25), de forma virtual, pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117571" aria-labelledby="figcaption_attachment_117571" class="wp-caption img-width-418 alignnone" style="width: 418px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-25-164337.png"><img class="size-medium wp-image-117571" alt="Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-25-164337-418x486.png" width="418" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024</p></div>
<p dir="ltr">Promover a regionalização e a diversidade, valorizando e preservando saberes e tradições das expressões culturais e populares de Pernambuco. Este é o objetivo do lançamento do Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024, apresentado nesta sexta-feira (25), de forma virtual, pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Ao todo, dez Patrimônios Vivos, titulados no último ano, protagonizam a edição, que já está disponível através do <a href="https://online.fliphtml5.com/rabfh/vush/#p=1">link</a>.</p>
<p dir="ltr">A publicação traz um mergulho informacional-cultural sobre as expressões populares do Estado selecionadas no 19º Concurso Público de Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, com resultado publicado em agosto de 2024. Em destaque, além da biografia dos titulados, informações adicionais em caráter multimídia, como curiosidades e indicações de leituras, sites, vídeos, plataformas e redes sociais, também são disponibilizadas. A edição anual ainda traz uma cor presente na bandeira de Pernambuco, sendo azul a cor deste ano. Todo o apanhado é fruto da pesquisa e elaboração editorial idealizada pela Unidade Gerencial do Registro dos Patrimônios Vivos da Fundarpe, em parceria com a Assessoria de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">Para este ano, forró, caboclinhos, frevo, ciranda e artesanato estão entre as atividades culturais contempladas, sendo estes os dez Patrimônios Vivos de Pernambuco titulados: Benedito da Macuca, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); Caboclinhos Cahetés de Goiana, de Goiana (Zona da Mata); Caiporas de Pesqueira, de Pesqueira, Agreste Central; Clube Vassourinhas de Olinda (RMR); Chico Santeiro, de Triunfo (Sertão); Índios Tabajara, de Goiana (Zona da Mata); João Limoeiro, de Carpina (Zona da Mata); João de Cordeira, de João Alfredo (Agreste); Quadrilha Raio de Sol, de Olinda (RMR); e Sociedade Musical Pedra Preta, de Itambé (Zona da Mata).</p>
<p dir="ltr"><strong>Patrimônios Vivos na educação</strong></p>
<p dir="ltr">A publicação destaca que, ainda em 2024, um grande avanço com a Lei nº 18.579 foi registrado.  A recente determinação institui a Política Estadual de Patrimônio Vivo nas Instituições de Ensino do Estado de Pernambuco. O objetivo da ação é a troca entre as práticas culturais tradicionais com a comunidade escolar e universitária, entre outros agentes e instituições envolvidas, a fim de perpetuar o legado das expressões de geração a geração.</p>
<p dir="ltr">
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		<title>Com Semeadoras, Geisiara Lima celebra força das mulheres guardiãs de saberes ancestrais</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 17:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Zona da Mata Norte de Pernambuco recebe neste sábado (14), às 19h, o lançamento da exposição Semeadoras, da poeta e artista visual Geisiara Lima. O evento, que acontece no Atelier Valcira Santiago, no município de Goiana, é aberto ao público e conta com apresentações musicais de Mônica Maria e DJ S.A.M. unindo artes visuais, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115056" aria-labelledby="figcaption_attachment_115056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/MLF_9719.jpg"><img class="size-medium wp-image-115056" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/MLF_9719-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A poeta e artista visual Geisiara Lima</p></div>
<p>A Zona da Mata Norte de Pernambuco recebe neste sábado (14), às 19h, o lançamento da exposição <em>Semeadoras</em>, da poeta e artista visual Geisiara Lima. O evento, que acontece no Atelier Valcira Santiago, no município de Goiana, é aberto ao público e conta com apresentações musicais de Mônica Maria e DJ S.A.M. unindo artes visuais, música e cultura em uma noite memorável.</p>
<p><em>Semeadoras</em> é uma realização da produtora cultural Hevelyne Pereira, com incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), do Governo de Pernambuco, do Ministério da Cultura (MinC) e do governo federal. A curadoria é da artista visual Aline Vieira.</p>
<p>A exposição apresenta uma série de ilustrações que enaltecem as mulheres como guardiãs de práticas ancestrais e saberes ligados à terra e à cura. Nas telas Geisiara Lima explora os papéis centrais das mulheres em rituais de espiritualidade e conexão com a natureza evidenciando sua resiliência e sua contribuição indispensável para a saúde e o bem-estar de comunidades da Zona da Mata.</p>
<p>Por meio de sua arte, Geisiara lança luz sobre as histórias de mulheres contemporâneas que continuam a preservar e reinventar esses saberes e promove um diálogo sobre a importância da memória, da resistência cultural e da sustentabilidade. <em>Semeadoras</em> convida o público a refletir sobre a conexão entre passado, presente e futuro celebrando a força das mulheres e sua contribuição para a construção de um mundo mais integrado à natureza.</p>
<p>“Na exposição é possível encontrar as figuras da minha avó, da minha mãe, da minha filha, das minhas tias, figuras que estão representadas em pássaros. Meus desenhos focam nas minhas experiências porque acredito que isso traz mais verdade para a arte. Dentro da pintura, a gente vai trazendo um pouco de si, um pouco da ansiedade que eu vivo, do meu processo na maternidade, da histórias da minha vó, que era uma agricultora familiar que conhecia muito das plantas, e da Zona da Mata, que é esse lugar onde cresci, onde vivo, e que por isso está representado na minha arte”, revela Geisiara.</p>
<p>No dia do lançamento a poeta e artista visual conduz um diálogo com o público apresentando as obras que compõem a exposição. A fusão de sua poesia com as artes visuais está em evidência trazendo uma experiência imersiva que conecta palavras e imagens de forma única.</p>
<p>“Sempre acompanhei o trabalho de Geisiara e comecei a me encantar pelos desenhos que ela postava no Instagram. E, a partir disso, conversei com ela e a convidei para realizar o projeto da exposição, porque acredito que ela precisa ocupar outros lugares, provocar e formar outros públicos. É um projeto que tem como um dos objetivos proporcionar para a Zona da Mata uma maior valorização e contato com uma exposição de arte, um projeto que foi pensado para essa região e é feito por e para as pessoas daqui”, conta Hevelyne Pereira.</p>
<p>“Essa exposição é importante não só para mim, que depois de 15 anos pintando ocuparei um espaço com a minha arte. Ela é importante para todas as mulheres da Zona da Mata, que vão poder se inspirar. Não é fácil, porque não possuímos espaço, mas juntas nós podemos criar parcerias para realizar. Por isso quero que outras mulheres vejam a exposição e pensem ‘eu também posso fazer’”, conclui a artista Geisiara.</p>
<p><strong>A ARTISTA –</strong> Nascida em Itambé, em 1989, Geisiara Lima é uma das artistas mais proeminentes da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Graduada em filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Geisiara transita com maestria entre a poesia e as artes visuais, utilizando ambas as linguagens para abordar temas como ancestralidade, resistência e natureza.</p>
<p>Como poetisa, Geisiara já participou de diversas antologias literárias, incluindo Movimento Silêncio Interrompido: <em>Goiana Revisitada</em> e <em>Antologia dos Poetas Nazarenos</em>. É autora de livretos como <em>Putrefatos</em>, produzido em parceria com Anderson Coelho, e teve suas obras publicadas em revistas, zines e e-books demonstrando sua versatilidade em alcançar diferentes públicos.</p>
<p>No campo das artes visuais, Geisiara se destaca como ilustradora, com trabalhos que incluem capas de livros, cartazes e projetos artísticos. Sua produção combina de forma única a poesia e a imagem, criando uma narrativa coesa e sensível que reflete sua visão artística.</p>
<p>Além de sua produção individual, Geisiara é uma agente cultural ativa, coordenando projetos como Caçadores de Rascunho e o coletivo Ispia!, que promovem exposições, oficinas e intervenções culturais na região. Seu compromisso com a democratização da arte fortalece sua missão de transformar a cultura em um espaço acessível e inclusivo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento da exposição <em>Semeadoras</em>, de Geisiara Lima –</strong> <em>sábado (14), às 19h, no Atelier Valcira Santiago (Rua da Conceição, nº 55, Goiana-PE). Atrações musicais: Mônica Maria e DJ S.A.M. Entrada gratuita</em></p>
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		<title>Festa das Primaveras celebra os 53 anos da Ciranda dos Cangaceiros neste domingo (22)</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 14:03:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113400" aria-labelledby="figcaption_attachment_113400" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Festival-Primavera_-Goiana_-CD_Mestre-Biloco_-Foto_-Hugo-Muniz.png"><img class="size-medium wp-image-113400" alt="Foto: Hugo Muniz/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Festival-Primavera_-Goiana_-CD_Mestre-Biloco_-Foto_-Hugo-Muniz-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Hugo Muniz/ Divulgação</p></div>
<p>Está marcado para este domingo, dia 22, na cidade de Goiana, na Zona da Mata Norte do Estado, o lançamento oficial do primeiro registro sonoro do Mestre Biloco e a Ciranda dos Cangaceiros, que será disponibilizado nas plataformas de streaming e também o CD. O resultado deste trabalho será apresentado, em primeira mão, ao vivo, no evento que será realizado no Calçadão da Misericórdia, Centro de Goiana, a partir das 17h. A programação é gratuita, e acontece dentro das comemorações de 53 anos do Mestre Biloco e a Ciranda dos Cangaceiros, que foi criada, em 1971, e, que, há 53 anos anima festas de padroeiros e o ciclo junino, sendo a mais antiga de Pernambuco.</p>
<p>O CD foi produzido pelo selo Matinada Records, na proposta de registrar, documentar, salvaguardar e difundir os mestres e a cultura popular da ciranda &#8211; gênero musical reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, desde agosto de 2021. O registro sonoro foi realizado na primeira edição da Festa das Primaveras, em 2023, realizada em frente da casa do Mestre Biloco, com a participação dos cirandeiros Carlos Antonio de Itaquitinga e Anderson Miguel de Nazaré da Mata.</p>
<p>Neste domingo, a festa de lançamento contará com o Som na Rural, que vem para amplificar toda essa produção artística do interior e com os artistas convidados, como: Mano de Baé com o Coco de roda; Rodriguinho do Acordeon e o Forró Baião N.º 1, garantem o arrasta pé. Para os amantes da poesia e literatura popular, a pedida é aproveitar para prestigiar a poesia contemporânea de Philippe Wollney e a poesia de cordel com Edivaldo Cordelista. Já o cantor Nildo Violon traz a MPB e com o seu o som super especial de Italo Pay e Zabumba Mundi, também abrilhanta a festa.</p>
<p>Ao contrário de muitos mestres que apostam na narração de histórias, a ciranda de Biloco tem estrofes curtas, repetidas e cadenciadas, semelhante ao coco de roda do litoral pernambucano. Ao todo, o projeto conta com 13 faixas autorais, que retratam lembranças e vivências do artista. O mestre, um criativo e folião, além da Ciranda dos Cangaceiros, tem outros brinquedos do ciclo carnavalesco.</p>
<p>“Estou muito feliz de poder realizar este sonho. Quando eu formei a ciranda eu pensei em homenagear o cangaceiro Lampião. Até hoje, mais de cinco décadas depois, nós, integrantes do grupo, seguimos seus trajes. Eu, por exemplo, como sou o mestre ,uso lenço no pescoço, em cor diferenciada, e de alguns objetos utilizados por Lampião. Também não abro mão do meu apito, que uso para conduzir a ciranda, inclusive, sou um dos únicos, dentro da ciranda em Pernambuco, a ter esse diferencial. Além disso, coloco peruca e óculos escuros, objetos que me deixam mais parecido com cangaceiro &#8220;, contou ele, entusiasmado.</p>
<p>O produtor fonográfico Alexandre Veloso, idealizador do projeto, ressalta a importância de registrar mestre e mestras da cultura popular, em ato de deferência e salvaguarda da arte popular: “o registro de Mestre Biloco e a Ciranda dos Cangaceiros, é uma ação de suma importância para o cenário cultural e para história. Poucos fragmentos das obras dos mestres e mestras ficaram e ficarão com o tempo. Essas 13 cirandas gravadas agora, serão talvez um último vestígio da obra deste importante artista popular.”</p>
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		<title>CEPPC-PE aprova, por unanimidade, Registro do Carrego da Lenha como Patrimônio Imaterial</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 20:56:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Cortejo, poemas feitos na hora e canção. A reunião extraordinária do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE) que votou, por unanimidade, a favor do Registro da Procissão do Carrego da Lenha, da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo, no município de Goiana, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado foi marcada pela emoção. O evento ocorreu, nesta quinta-feira (8), na Academia Pernambucana de Letras, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>Com base na Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, o requerimento de registro foi formulado pelo Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO), em 2022.</p>
<p>A reunião foi conduzida pela presidente do CEPPC-PE, Cláudia Regina de Farias Rodrigues, vice-presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de PE (Fundarpe) e representante titular do poder público. O primeiro ato foi a leitura do parecer conclusivo pelos conselheiros relatores, Roberto Pereira (representante de Notório Saber) e Mônica Siqueira (representante da sociedade civil na área de Expressões Culturais de Pernambuco registradas como Patrimônio Cultural Imaterial).</p>
<p>Após a leitura, alguns conselheiros pronunciaram suas considerações. &#8220;Uma peça literária&#8221;, elogiou Margarida Cantarelli, também representante de Notório Saber. História viva de Pernambvuco. Justo e meritório reconhecimento&#8221;, completou.</p>
<p>&#8220;Quando vejo as crianças aqui isso é a garantia da continuidade da procissão&#8221;, observou Harlan Gadêlha Filho&#8221;, suplente da sociedade civil de Centros de Documentação e Memória: Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus.</p>
<p>Em sequência às considerações, o Registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco foi votado e aprovado por unanimidade. A partir daí, a Resolução nº 08/2024 será encaminhada para a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e, em seguida, para hologação da governado Raquel Lyra a fim de ser publicada em forma de decreto no Diário Oficial do Estado.</p>
<p>Coube ao gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan de Souza, apresentação a equipe técnica, formada por André Cardoso e Fernando Montenegro, assessores técnicos da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC); e Aline Bonfim e Júlia Bernardes, assessoras técnicas da Gerência de Patrimônio Imaterial (GPI), que conduziram a pesquisa em parceria com a comunidade da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo.</p>
<p>Marcelo Renan destacou a ênfase na condução por parte da equipe de Educação Patrimonial. Ainda explicou como se deu o processo de pesquisa, no modo de invetário participativo, em que pessoas da comunidade trabalharam em parceria com a equipe técnica da Fundarpe. O processo de salvaguarda, como lembrou o gerente, tem como objetivo garantir a manutenção da procissão. Para isso será elaborado um plano de salvaguarda que assegure a participação do Estado sempre que houver demandas da comunidade, sendo o CEPPC-PE o agente de fiscalização nessa cadeia.</p>
<p>&#8220;Essa pesquisa em parceria com a comunidade é uma experiência nova para nós, de Educação Patrimonial&#8221;, complementou Fernando Montenegro. &#8220;Pretendemos incorporar aos próximos processos de registro&#8221;, revelou.</p>
<p>A sessão, que já estava emocionante, transbordou de sentimentos com o pronunciamento de alguns dos membros da própria comunidade. Ceça do PT interpretou uma canção. A poeta goianense Miriam Dourado e a antropóloga e liderança comunitária Crislaine Venceslau recitaram, poemas feitos na hora. &#8220;É necessário ter a valorização do trabalho da mulher no quilombo&#8221;, defendeu Crislaine.</p>
<p>&#8220;Enquando liderança, não poderia faltar ao compromisso com minha comunidade&#8221;, disse Dadá Quilombola. &#8220;O registro vai dar mais visibilidade a nosso quilombo. Estamos em festa&#8221;, comemorou. E contextualizou: &#8220;O Carrego da Lenha é católico. Hoje ele se torna de Pernambuco. Viva São Lourenço Mártir!&#8221;, vibrou.</p>
<p>O professor Bartolomeu Júnior lembrou que o Carrego da Lenha não é só de São Lourenço de Tejucupapo: &#8220;É de toda uma região, vários distritos e municípios, inclusive da Paraíba&#8221;. Já a estudante Janiele Schimdt, filha de caranguejeiro, defendeu que &#8220;a juventude precisa de mais protagonismo&#8221;, referindo-se aos jovens da comunidade que se envolveram na pesquisa.</p>
<p>Representante da paróquia local, Marcos Augusto de Souza afirmou que quando se preserva a cultura, preserva-se a história. &#8220;E quando preservamos a história não cuidamos do que passou, mas do que vem adiante&#8221;, filosofou.</p>
<p>Ainda em tom filosófico, João Francisco, Zinho, lembrou da história da árvore do esquecimento em que toda vez que os africanos iam embarcar no navio negreiro, para serem escravizados no Brasil, eram obrigados a dar voltas em torno de uma árvore e forçados a deixar a terra natal e toda sua história. &#8220;Aqui estamos uma volta ao contrário, da lembrança&#8221;, antagonizou. &#8220;Aqui está plantada uma árvore da lembrança.&#8221;</p>
<p><strong>A PROCISSÃO –</strong> A Procissão do Carrego da Lenha é uma tradição na Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço, distrito de Tejucupapo-Goiana, com mais de 130 anos de existência, realizada nas festividades do padroeiro daquela comunidade, no dia 10 de agosto, cortejo que valoriza um trabalho manual, o carrego da lenha, tarefa que na época colonial/imperial era menosprezada sendo um trabalho das gentes simples que no passado ainda no presente compõe aquela realidade.</p>
<p>A celebração incorpora a forte devoção e homenagens que são realizadas ao santo padroeiro da localidade, São Lourenço, inscrita no Livro de Registro das Celebrações, e se soma à Festa de Agosto de São Lourenço da Mata, registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado em 2022.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha possui, além dos elementos religiosos católicos, sentidos simbólicos que atravessam as relações da comunidade. A data do dia 10 de agosto de 258, na tradição cristã, é marcada pelo falecimento do primeiro diácono da Igreja Católica, Lourenço, nascido na cidade de Huesta, Espanha.</p>
<p>Lourenço, foi designado pelo Papa Sisto II para ser o responsável pelos bens da Igreja e pelos cuidados com os pobres, doentes e viúvas. Durante o governo de Valeriano I, os cristãos e suas práticas foram fortemente combatidas; o Papa Sisto II, foi condenado e decapitado, tendo como consequência a perseguição a Lourenço. Após a insubordinação contra as autoridades romanas, Lourenço foi condenado à morte, sendo torturado e posto numa grelha em brasas.</p>
<p>O Carrego, como também é conhecida a procissão, é organizada por membros da comunidade local. No dia 10, pela manhã, a lenha utilizada está organizada na entrada dos dois acessos ao povoado para que as pessoas possam carregá-la durante a procissão. Normalmente uma banda filarmônica de Goiana, Curica ou Saboeira (Patrimônios Vivos de Pernambuco), acompanha os louvores e cânticos entoados pela multidão. No fim a lenha é depositada em frente à Igreja Matriz de São Lourenço formando a grande fogueira que é queimada em homenagem ao padroeiro.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha é uma referência identitária e de pertencimento que atravessa gerações há mais de um século na comunidade. Possui características de cunho sagrado e profano remetendo às disputas por território, poder e religiosidade na história do povoamento local. Atualmente reúne pessoas de diversos lugares, idades e gêneros, além de moradores locais.</p>
<p><strong>O PROCESSO –</strong> O Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO) submeteu, em 5 de setembro de 2022, o requerimento de registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Após estudos realizados pela Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, a Secretaria acatou o requerimento de registro do bem.</p>
<p>Após a abertura do Processo de Registro coube à Fundarpe dar início à instrução técnica para a produção de inventário sobre o bem cultural e elaboração do parecer técnico conclusivo do processo de registro conforme previsto na Lei nº 16.426 de 27 de setembro de 2018.</p>
<p><strong>INVENTÁRIO PARTICIPATIVO –</strong> A instrução técnica de registro contou com a elaboração de um Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço realizado pela Fundarpe em conjunto com o IHAGGO e com a Associação Quilombola de Povoação de São Lourenço (AQPSL) e detentores e detentoras. Foram inventariadas referências culturais da comunidade que passam pelos lugares, saberes e fazeres, bens da culinária e gastronomia local, das festas, ritos e celebrações, entre elas a Procissão do Carrego da Lenha.</p>
<p>A elaboração do inventário participativo contou com a participação do Núcleo de Educação Patrimonial da Fundarpe e teve início em dezembro de 2023. Ao longo do processo a Fundarpe contou com a colaboração e parceria do IHAGGO e da AQPSL, além de detentores e detentoras que contribuíram tanto na pesquisa bibliográfica e no mapeamento de lideranças e referências da comunidade. Os resultados preliminares do inventário participativo embasaram o parecer técnico encaminhado ao CEPPC-PE para deliberação pelo registro do bem no Livro de Registro das Celebrações.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA –</strong> Após a publicação do Decreto de Registro do bem pela Governadora do Estado, Raquel Lyra, a Fundarpe dará início à elaboração do Plano de Salvaguarda do Bem Cultural, em parceria com o IHAGGO e com a AQPSL e detentores e detentoras.</p>
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		<title>São Lourenço de Tejucupapo aprofunda busca de saberes sobre manifestação quadricentenária</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 15:40:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O local do encontro era a Biblioteca Paraíso do Saber, na Escola Municipal Adélia Carneiro Pedrosa, localizada no povoado de São Lourenço, Distrito de Tejucupapo, município de Goiana, na Zona da Mata Norte pernambucana. Nada é por acaso. Lá ocorrem as oficinas do Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de São Lourenço de Tejucupapo. As ações fazem parte do pedido de Registro da Procissão do Carrego da Lenha, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. A reunião, que aconteceu nesta quarta-feira (28), com a participação de assessores técnicos da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e representantes da comunidade, afunilou ainda mais a pesquisa sobre essa importante manifestação sociocultural quadricentenária.</p>
<p>&#8220;O Carrego da Lenha é uma tradição feita pela comunidade. A Fundarpe é mediadora nesse processo, que deve ser protagonizado pela comunidade&#8221;, explica Aline Bonfim, assessora técnica da Gerência de Patrimônio Imaterial (GPI) da Fundarpe. &#8220;É a forma dela (a comunidade) homenagear o santo padroeiro, São Lourenço, fazendo o percurso carregando a lenha e, no final, queimando-a em uma grande fogueira. Participam pessoas de todas as idades, gêneros e lugares, não apenas daqui da comunidade.&#8221;</p>
<p>Fernando Montenegro, assessor técnico da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC), na área de Educação Patrimonial da Fundação, lembra que o registro pode ser solicitado por qualquer pessoa física ou jurídica. &#8220;No caso, foi um pedido do Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (Ihaggo), que fez o pedido do registro dessa atividade tão importante para essa comunidade quilombola que já existe há tanto tempo.&#8221;</p>
<p>A ideia de se fazer o inventário, de acordo com o também assessor técnico da DPPC André Cardoso, deve-se ao fato de o Carrego da Lenha estar relacionado à história da comunidade em seus mais diversos aspectos. &#8220;Optou-se por fazer um levantamento das referências culturais de toda a comunidade que estão relacionadas com o Carrego para se ter uma compreensão ainda mais densa, mais completa do que significa a manifestação para a comunidade e sua importância para a história do povoado&#8221;, conta.</p>
<p>Fernando frisa ainda que, agregando valor ao processo do registro, no povoado de São Lourenço já há um bem tombado, na esfera estadual, a Igreja de São Lourenço, que, segundo a tradição oral, foi construída ainda no século 16, podendo ser uma das primeiras igrejas construídas no País. &#8220;Temos ainda as ruínas da antiga Igreja do Rosário dos Pretos, possivelmente do século 18 ou 19, que foi construída já talvez até pelos membros dos quilombos que fugiam das fazendas. Segundo algumas conversas que tivemos, alguns informes preliminares, eles fugiam pelo rio, vinham para cá e se escondiam nas matas&#8221;, relata.</p>
<p>Para agregar valor a esse processo, Fernando e André foram convidados para promover atividades de Educação Patrimonial e identificar as demais referências culturais existentes na localidade, atividades, crenças e celebrações podem ser agregadas, completam-se e se misturam, com o objetivo maior, que é o registro do Carrego da Lenha, e que, atualmente, encontra-se na fase da elaboração do inventário participativo.</p>
<p>A primeira oficina do Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de São Lourenço de Tejucupapo ocorreu em dezembro de 2023. Houve uma introdução do processo, uma conversa com a comunidade na Escola Municipal Adélia Carneiro Pedrosa, apresentando o que se pretendia fazer, entendendo o que a comunidade também esperava e o que ela também pretendia fazer. Em janeiro houve a segunda oficina para começar, de fato, esse processo de identificação das referências. &#8220;É um processo em que nós, técnicos, trazemos as orientações, os meios de como fazer, mas a pesquisa, a reunião desse conteúdo é totalmente executada pela comunidade&#8221;, reforça André. &#8220;Eles tiveram esse momento conosco para fazer essa identificação inicial das referências culturais aqui da comunidade.&#8221;</p>
<p>Após a segunda oficina foi definido um período para que os representantes da comunidade continuassem fazendo a coleta de informações e a identificação junto a outras pessoas. &#8220;Agora voltamos para cá para, a partir dessas referências identificadas, para selecionar, juntos com eles, as que mais se relacionam com o Carrego da Lenha. São eles que fazem essa identificação. E orientá-los como vai ser feita essa pesquisa &#8211; como podem pesquisá-las, uma a uma, por meio de, principalmente, entrevistas, porque é por meio do saber dessas pessoas que vivenciam essas referências que vamos conseguir chegar a mais detalhes sobre cada uma delas&#8221;, diz André. &#8220;E consulta a livros, quaisquer outros arquivos e fontes que eles possam pesquisar, que eles sabem onde estão e como podem buscá-las, para que possamos alcançar um bom conteúdo que sirva para o grande objetivo, que é o processo de Registro do Carrego da Lenha.&#8221;</p>
<p>A terceira oficina, realizada na quarta-feira (28), explica como fazer a pesquisa aprofundada. &#8220;Voltaremos mais vezes aqui para acompanhar esse aprofundamento, recolher o material que eles coletaram ao longo dessa pesquisa, e começarmos a sistematizar tudo isso em um grande texto, trazer para eles essa devolutiva e pensar junto com eles os possíveis desdobramentos para além do que vai servir para o processo do Registro do Carrego, como publicação, exposição ou outras ideias que eles tenham e como querem expor e registrar esses resultados&#8221;, acrescenta o assessor técnico.</p>
<p>O prazo para a conclusão da pesquisa é até o próximo mês de maio, tempo necessário para organizar o material e encaminhá-lo com o Processo de Registro, como detalha Aline: &#8220;É feito um parecer técnico, pela equipe técnica, composta por mim, Júlia Bernardes e Luciana Gama, junto com Marcelo Renan, Gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, que será encaminhado para Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE), que vai deliberar sobre o Registro do Carrego da Lenha como patrimônio imaterial de Pernambuco&#8221;.</p>
<p>Para o professor da rede estadual de ensino Bartolomeu Júnior, que também é membro do Ihaggo, e integra o grupo com cerca de 20 representantes da comunidade, a troca e o levantamento de saberes, de informações, o quê e como pesquisar têm constituído encontros muito interessantes e edificantes. &#8220;Essa terceira oficina veio afunilar, pois estamos vindo de uma dimensão macro para micro e estão acontecendo os encaminhamentos para podermos dar melhor preferência ao Carrego da Lenha, às pessoas que contribuíram e contribuem, quais saberes elas estão enquadradas, quais pessoas deram sua maior participação para essa construção. Está afunilando para que possamos direcionar melhor a pesquisa&#8221;, avalia.</p>
<p>Ainda de acordo com o professor Bartolomeu, a pesquisa possui um valor que ultrapassa fronteiras e, ao mesmo tempo, apresenta um significado muito pessoal. &#8220;O registro é importante para a salvaguarda, para a própria comunidade e, de uma forma geral a própria região, já que o Carrego da Lenha não é só nosso. Pessoas de outros municípios e até do vizinho Estado da Paraíba vêm participar. É essa importância, esse reconhecimento regional para que o Estado, outras pessoas possam saber como e por que é feito o Carrego da Lenha&#8221;, dimensiona. &#8220;E, para mim, a importância é histórica, por conta do pertencimento das negritudes. Aqui existiam a Irmandade e a Igreja dos Homens Pretos e a Igreja de São Loureço, que é a atual matriz dos homens brancos. Foi nessa interação cultural, híbrida, que nosso povo foi gerado&#8221;, sintetiza.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe lançam Catálogo de Registro dos Patrimônios Vivos 2023</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jan 2024 19:42:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107501" aria-labelledby="figcaption_attachment_107501" class="wp-caption img-width-415 alignnone" style="width: 415px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023.jpg"><img class="size-medium wp-image-107501" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023-415x486.jpg" width="415" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023</p></div>
<p>Uma publicação com pesquisas biográficas, fotografias e textos que reúnem detalhes sobre a trajetória dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco foi lançada, nesta quarta-feira (3), pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O <em>Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco</em> reúne informações sobre os dez mestres, mestras e grupos culturais selecionados no 18º Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco e anunciados em agosto deste ano. Clique <strong><a title="Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023" href="https://fliphtml5.com/rabfh/nvmd/" target="_blank">aqui</a></strong> e confira a publicação.</p>
<p>Os dez Patrimônios Vivos de Pernambuco titulados este ano são: As Cantadeiras do Povo Indígena Pankararu, de Tacaratu (Sertão de Itaparica); Afoxé Alafin Oyó, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); Assisão, de Serra Talhada (Sertão do Pajeú); Caboclinho Canindé de Goiana (Zona da Mata Norte); Coco de Roda Negros e Negras do Leitão da Carapuça, de Afogados da Ingazeira (Sertão do Pajeú); Ilé Axé Oxalá Talabi, de Paulista (RMR); Mestra Nilza Bezerra da Bonequinha da Sorte de Gravatá (Agreste Central); Mestra Vera Brito, de Vicência (Zona da Mata Norte); Reisado da Comunidade Quilombola do Saruê, de Santa Maria da Boa Vista (Sertão do São Francisco); e Troça Carnavalesca Mista Pitombeira dos Quatro Cantos, de Olinda (RMR).</p>
<p>A publicação, elaborada pela Unidade Gerencial do Registro dos Patrimônios Vivos da Fundarpe, em parceria com a Assessoria de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe, traz dados biográficos imagens e textos descritivos sobre os Patrimônios Vivos de Pernambuco, além de curiosidades e indicações de leituras, sites, vídeos, plataformas e redes sociais em que estão disponíveis mais informações sobre os(as) registrados(as). Cada edição anual traz uma cor presente na bandeira de Pernambuco, sendo amarela a cor de 2023.</p>
<p><strong>LEI DO PATRIMÔNIO VIVO -</strong> A Lei de Registro do Patrimônio Vivo significa um grande avanço das políticas públicas para salvaguardar os patrimônios culturais de natureza imaterial do Estado. Ao longo dos últimos anos o incremento das inscrições de candidaturas em todas as regiões de Pernambuco levou à necessidade de ampliar mais uma vez o número de bolsas concedidas.</p>
<p>Já a Lei nº 17.489, de 25 de novembro de 2021, aumentou de seis para dez o quantitativo máximo de candidatos contemplados no RPV-PE. Atualmente, para pessoa física, a bolsa é de R$ 2.041,53; e para pessoa jurídica, de R$ 4.083,10.</p>
<p>A última atualização legislativa para a política pública foi a Lei nº 18.126, de 28 de dezembro de 2022, que alterou a Lei nº 12.196, de 2 de maio de 2002, para possibilitar a autoindicação de candidaturas para concorrer ao processo de inscrição do RPV-PE.</p>
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		<title>Banda Tercina realiza itinerância em feiras livres na RMR, Zona da Mata e no Agreste</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 14:01:38 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106084" aria-labelledby="figcaption_attachment_106084" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-_Banda-Tercina.jpg"><img class="size-medium wp-image-106084" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-_Banda-Tercina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Tercina</p></div>
<p>Os municípios pernambucanos de Tracunhaém, Goiana, Nazaré da Mata, Chã de Alegria e Feira Nova recebem apresentações gratuitas da Banda Tercina nas feiras livres. A itinerância faz parte do Projeto Tercina na Feira, realizado desde 2017 na cidade de Tracunhaém e que em 2023 está completando 6 anos. O grupo instrumental realiza uma circulação e convida artista em cada cidade.<br />
A realização do projeto é da Banda Tercina e da produtora Azulyne Produções com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretária Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo do Estado.<br />
A itinerância Tercina na Feira Convida tem como convidados, Valfrido Santiago (Goiana), Mano de Baé (Tracunhaém), João Paulo &amp; O Eito (Nazaré da Mata), Fernando Vinil (Chã de Alegria) e a dupla Sérgio Ricardo &amp; Biu Tomaz (Feira Nova). Todas as apresentações, que ocorrem nas mediações das feiras livres das respectivas cidades, têm início no dia 28 de outubro e se encerram no dia 19 de novembro. O projeto também passa nas escolas com aulas-espetáculos em que alunos e alunas podem compreender um pouco sobre a história dos instrumentos e suas sonoridades.<br />
O projeto surgiu devido à necessidade de apresentar o som instrumental produzido pela banda, uma vez que há um número reduzido de espaços de apresentações musicais na região. Diante disso a vontade de tocar, principalmente quando se tem um som puramente instrumental, fez com que o grupo musical se reinventasse criando espaço de apresentação.<br />
A solução encontrada pela Banda Tercina foi tocar no lugar de maior transição de pessoas de sua cidade, ou seja, na feira livre que acontece em todos os domingos em seu município natal. O projeto se firmou e o Tercina na Feira começou a receber convidados. Atualmente acontece nas feiras dominicais na cidade de Tracunhaém.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação</strong></span></p>
<p>Dia: 28/10/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e Valfrido Santiago<br />
Local: Pátio da Misericórdia<br />
Rua da Misericórdia, Goiana</p>
<p>Dia: 29/10/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e Coco de Mano de Baé<br />
Local: Feira de Tracunhaém<br />
Rua Projetada Dois, Tracunhaém</p>
<p>Dia: 4/11/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e João Paulo Rosa &amp; O Eito<br />
Local: em frente ao Espaço Cultural Mauro Mota<br />
Rua Projetada, 123-175, Nazaré da Mata</p>
<p>Dia: 11/11/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e Fernando Vinil<br />
Local: Rua Djalma Dutra, Chã de Alegria</p>
<p>Dia: 18/11/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e Sérgio Ricardo &amp; Biu Tomaz<br />
Local: Rua Urbano Barbosa, Feira Nova</p>
<p>Dia: 19/11/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e Mônica Maria<br />
Local: Rua Projetada Dois, Tracunhaém</p>
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		<title>Juliano Holanda ministra oficina de composição musical na capital e no interior de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 17:13:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O instrumentista, compositor, arranjador e cantor pernambucano Juliano Holanda compartilha técnicas e conhecimentos sobre composição musical na oficina Diálogos do Verso à Canção, que passa por quatro cidades pernambucanas de outubro a novembro: Recife, Goiana, Garanhuns e São José do Egito. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio de formulário virtual a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105726" aria-labelledby="figcaption_attachment_105726" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Sidarta/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Juliano-Holanda-2-Foto-André-Sidarta.jpg"><img class="size-medium wp-image-105726" alt="André Sidarta/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Juliano-Holanda-2-Foto-André-Sidarta-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O músico Juliano Holanda</p></div>
<p>O instrumentista, compositor, arranjador e cantor pernambucano Juliano Holanda compartilha técnicas e conhecimentos sobre composição musical na oficina Diálogos do Verso à Canção, que passa por quatro cidades pernambucanas de outubro a novembro: Recife, Goiana, Garanhuns e São José do Egito. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio de formulário virtual a partir desta terça-feira (10) até dois dias antes do início das aulas em cada cidade.<br />
A circulação da oficina Diálogos do Verso à Canção por Pernambuco, neste segundo semestre de 2023, é uma realização da Anilina Produções com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura e Governo do Estado.<br />
No Recife, as aulas acontecem nos dias 16, 17 e 18 de outubro, das 14h às 18h, no museu Paço do Frevo (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife). Em Goiana, os encontros serão sediados no Ateliê Valcira Santiago (Rua da Conceição, 55, Centro), nos dias 23, 24 e 25 de outubro, das 18h às 22h. Já em Garanhuns e São José do Egito, a oficina é ministrada, no mesmo horário, respectivamente, no Centro de Produção Cultural, Tecnologia e Negócios (CPC) do Sesc Garanhuns (Rua Conêgo Beníngo Líra, s/nº, Centro), dias 6, 7 e 8 de novembro; e no Auditório da Secretaria de Educação (Rua do Poeta, s/nº, Centro), dias 9, 10 e 11 de novembro.<br />
Na oficina Juliano Holanda compartilha metodologias de composição e explic técnicas que tornam o processo composicional mais acessível. Ao longo de três dias os participantes trocam experiências, mergulham em conceitos e estéticas. Ao término entram na prática compondo uma canção em coletivo. Ao todo são 12 horas-aula com emissão de certificado no fim do curso.<br />
São disponibilizadas 15 vagas por turma, sendo uma vaga por cidade destinada a pessoa com deficiência (PCD). A oportunidade é aberta a artistas em geral que tenham interesse em composição musical, quer já tenham experiência na área ou não, de modo a incentivar a produção musical em Pernambuco, sobretudo no interior do Estado.<br />
“Essa oficina surge dessa necessidade de troca de conhecimento sobre a canção popular, de modo a incentivar a conexão entre as pessoas, a produção artística e o fazer junto”, comenta Juliano.<br />
Cantor, compositor, arranjador, produtor musical, curador e multi-instrumentista, Juliano Holanda se destaca como um dos mais expressivos compositores contemporâneos de Pernambuco. Possui mais de 200 canções compostas, algumas delas gravadas por artistas como Elba Ramalho, Zélia Duncan, Geraldo Maia, Siba, Amelinha, Ceumar, Rubi, Gonzaga Leal, Mônica Feijó, Academia da Berlinda e Orquestra Contemporânea de Olinda.<br />
Também assinou direção musical de discos de Almério, Martins, Isadora Melo, Jr. Black, Joana Terra, Isabela Moraes, Alexandre Revoredo e Grupo Bongar. Tem três discos solo gravados e é um dos idealizadores da Mostra Reverbo.<br />
Exímio estudioso da composição, Juliano trabalha com arranjos, adaptação musical para shows e produção de trilhas sonoras originais contribuindo em diversas frentes para a elevação da qualidade técnica e artística da música produzida em Pernambuco.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Oficina de composição Diálogos do Verso à Canção, com Juliano Holanda -</strong> <em>inscrições gratuitas exclusivamente <a title="INSCRIÇÕES | Oficina &quot;Diálogos do Verso à Canção&quot;, com Juliano Holanda" href="https://docs.google.com/forms/d/1UWjWoAf31bGpZZ18HlKM0LsnmSvU2xYQ-F7aRTLCOM8/viewform?edit_requested=true&amp;pli=1" target="_blank">online</a>. Mais informações no <a title="@julianoholanda" href="https://www.instagram.com/julianoholanda/" target="_blank">Instagram</a></em></p>
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		<title>Primavera dos Museus resgata história do grupo Pretinhas do Congo, Patrimônio Vivo de PE</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 14:42:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Sacra de Goiana (Masg), no Sesc Ler Goiana, integra a programação da 17ª Primavera dos Museus. A iniciativa, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), acontece no próximo domingo (24) em diversos municípios brasileiros. Em Goiana, a agenda ocorre nestas quarta (20) e quinta-feira (21), de forma gratuita, com 50 vagas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105253" aria-labelledby="figcaption_attachment_105253" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/51820179464_74aee93739_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-105253" alt="Priscilla Buhr/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/51820179464_74aee93739_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pretinhas do Congo</p></div>
<p>O Museu de Arte Sacra de Goiana (Masg), no Sesc Ler Goiana, integra a programação da 17ª Primavera dos Museus. A iniciativa, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), acontece no próximo domingo (24) em diversos municípios brasileiros. Em Goiana, a agenda ocorre nestas quarta (20) e quinta-feira (21), de forma gratuita, com 50 vagas por dia.<br />
Com o tema, Memórias e Democracia: Pessoas LGBT+, Indígenas e Quilombolas, a Primavera dos Museus busca refletir sobre os espaços que essas pessoas e suas culturas ocupam na sociedade e de que forma os museus contribuem para seu reconhecimento e valorização. Acompanhando o mote, o Masg sedia duas rodas de conversas.<br />
A primeira, no dia 20, Memórias de África, tem Nina Lima e a mestra Rosa Maria compartilhando seus saberes, vivências e história do grupo Pretinhas do Congo, Patrimônio Vivo de Pernambuco. A atividade acontece das 14h às 16h. No dia seguinte, das 15h às 17h, Kel e Gateiro Jackson, integrantes da tribo indígena Orubá, também de Goiana, falam sobre Memórias de Pindorama e refletem sobre a presença das comunidades indígenas nos museus e sua representatividade nos acervos.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Primavera dos Museus –</strong> <em>quarta-feira (20), às 14h, e quinta (21), às 15h, no Museu de Arte Sacra de Goiana (Masg – Rua Josias de Albuquerque, s/nº, Centro, Goiana-PE. Informações: (81) 3626.8421)</em></p>
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		<title>Circuito literário do Sesc, &#8220;Arte da Palavra&#8221; desembarca em Goiana, São Lourenço e Piedade</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 16:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[arte da palavra]]></category>
		<category><![CDATA[Circuito literário]]></category>
		<category><![CDATA[Goiana]]></category>
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		<category><![CDATA[“Piedade”]]></category>

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		<description><![CDATA[Maior circuito literário do Sesc, o projeto Arte da Palavra chega a Pernambuco, com paradas nas cidades de Goiana, São Lourenço da Mata e Piedade, respectivamente, nos dias 26, 27 e 28 de abril, num encontro com os autores Regina Azevedo (RN) e Jefferson Tenório (RS). O itinerário do Arte da Palavra estará presente em 15 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Maior circuito literário do Sesc, o projeto <em>Arte da Palavra</em> chega a Pernambuco, com paradas nas cidades de Goiana, São Lourenço da Mata e Piedade, respectivamente, nos dias 26, 27 e 28 de abril, num encontro com os autores Regina Azevedo (RN) e Jefferson Tenório (RS).</p>
<p>O itinerário do <em>Arte da Palavra</em> estará presente em 15 unidades do Sesc em Pernambuco, divididas entre os circuitos de Criação, de Oralidades e de Autores. A programação &#8211; destinada ao público escolar e público geral &#8211; teve início com a oficina do bonequeiro Danilo Furlan (PR) trazendo novas formas de contar histórias através do teatro de bonecos. Até dezembro, o projeto vai percorrer 140 cidades de todas as regiões brasileiras, somando mais de 492 atividades.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>AUTORES</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/REGINA-AZEVEDO-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100853" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/REGINA-AZEVEDO-2-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a></p>
<p>Formada em Letras e mestranda em Literatura Comparada, <strong>Regina Duarte </strong>participa pela primeira vez do Arte da Palavra trazendo uma imensa bagagem de experiência. Escritora desde os 12 anos de idade, ela é autora de seis livros de poemas e acumula passagem por diversos saraus em todo o país, além de encabeçar projeto o Iapois Poesia, que leva saraus para toda parte do Rio Grande do Norte junto a artistas em formação da cena local e grandes nomes nacionais, como Ana Elisa Ribeiro e Gregorio Duvivier.</p>
<p>A jovem escritora relata que a palavra está presente na sua vida diariamente e destaca a importância de democratizar o acesso à literatura. <em>“Muito se fala que as pessoas não leem, mas pouquíssimo se discute o porquê. O Arte da Palavra dá um grande passo em direção à aproximação entre leitores e autores, mas também entre escritores e quem ainda não necessariamente gosta de ler”</em>, pontua.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/JEFFERSON-TENÓRIO.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100854" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/JEFFERSON-TENÓRIO-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a></p>
<p><strong>Jefferson Tenório</strong>, carioca radicado em Porto Alegre, completa a mesa de diálogo. Doutor em Teoria Literária, estuda sobre colonialismo, pós-colonialismo, identidade e diáspora africana na pós-modernidade. Teve seu primeiro romance – O beijo na parede – publicado em 2013, e foi vencedor do Prêmio Jabuti (2021), na categoria romance, com o livro <em>O avesso da pele</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PERNAMBUCANOS </strong></span></p>
<p>Três talentos da literatura pernambucana circulam pelo país nesta edição do Arte da Palavra, são eles:</p>
<p><strong>Odailta Alves</strong>, escritora, mulher, negra e antirracista, cria da favela de Santo Amaro e doutoranda em Linguística pela UFPE. Autora de sete livros, em 2022, ganhou o prêmio Penalonga de Teatro de PE, com o seu monólogo Clamor Negro. Participa do Circuito de Autores em SP, SC, DF e RJ.</p>
<p><strong>Adiel Luna</strong>, coquista, mestre de baque solto, violeiro, cantador repentista e cordelista. Traz em sua bagagem brincante o respeito aos mestres da cultura popular, os terreiros tradicionais e as oralidades destas manifestações. Contribui no Circuito Oralidades nos estados do Pará, Goiás e Espírito Santo.</p>
<p><strong>Clécio Rimas</strong>, poeta popular, produtor musical e arte-educador, envereda pela tradição oral dos repentistas costurada junto experimentação com beats eletrônicos. Para o Arte da Palavra, Clécio Rimas comemora os 10 anos de realização da sua oficina “Cordel, Embolada, Repente e Rap”, trazendo-a para a programação do circuito em MG, RS, PI, CE, MA e RN.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROJETO </strong></span></p>
<p>O Arte da Palavra &#8211; Rede Sesc de Leituras é um projeto de circulação literária que percorre todas as regiões do país com o objetivo de estimular a formação de leitores e promover o intercâmbio e a divulgação de novos autores. Oferece ações que valorizam obras e escritores brasileiros e as novas formas de produção. É composto por três frentes: o Circuito dos Autores, que promove encontros e bate-papos entre escritores de localidades distintas, propiciando uma troca de experiências entre os profissionais e o público; o Circuito de Oralidades, com manifestações literárias que remetem, especialmente, a narração de histórias e veiculação oral de poesia; o Circuito de Criação Literária, uma ação formativa, que por meio de oficinas possibilita a reflexão e criação nas diferentes formas e práticas de escrita.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong> Arte da Palavra | Regina Azevedo (RN) e Jefferson Tenório (RS)</strong></p>
<p><strong>Sesc Ler Goiana (Rua do Arame, s/n, Centro, Goiana – PE</strong>)<br />
Quando: 26 de abril de 2023 (quarta-feira), às 19h<br />
Entrada gratuita</p>
<p><strong>Sesc Ler São Lourenço da Mata (Avenida das Pêras, 56, Tiúma, São Lourenço da Mata – PE)</strong><br />
Quando: 27 de abril de 2023 (quinta-feira), às 18h30<br />
Entrada gratuita</p>
<p><strong>Sesc Piedade (Rua Goiana, s/n – Piedade , Jaboatão dos Guararapes – PE)</strong><br />
Quando: 28 de abril de 2023 (sexta-feira), às 19h<br />
Entrada gratuita</p>
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