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	<title>Portal Cultura PE &#187; Gonga Monteiro</title>
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		<title>Peleja da poesia em Belmonte</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 13:05:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7425" aria-labelledby="figcaption_attachment_7425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272843604_a40090a1fd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7425" alt="Mesa de Glosas em São José do Belmonte (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272843604_a40090a1fd_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa de Glosas em São José do Belmonte (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Por Tiago Montenegro</p>
<p>Para espantar o nervosismo, até de reza e sinal da cruz valeram-se os poetas do Pajeú que nessa sexta-feira (25/5) chegaram a São José do Belmonte para realizar a terceira edição da Mesa de Glosas itinerante, uma ação do Festival Pernambuco Nação Cultural no Sertão Central.</p>
<p>Mesmo após 16 anos transformando em momento solene a brincadeira surgida nos bares do município de Tabira, os artistas do improviso assumem: “Não é fácil encarar uma plateia cheia de expectativas. Como o tempo é curto pra gente criar e decorar os versos, só com muita fé mesmo”, sorri Dudu Moraes, um dos integrantes da mesa.</p>
<p>Ainda pouco conhecida em outras regiões do Estado, a Mesa de Glosas já é tradição no Sertão do Pajeú e, nas palavras de Dedé Monteiro, um dos idealizadores do encontro, “funciona como um desafio aos poetas participantes, que devem criar suas glosas no menor tempo possível e em cima de motes (os dois versos finais da glosa) que são apresentados aos poetas”. Sob os olhares atentos de um público em silêncio e já encantado com os diferentes processos criativos de cada artista, poeta a poeta levanta e, ora confiante, ora ainda buscando aquela rima difícil de atingir, declama os versos, arranca palmas, enche de alegria o lugar.</p>
<div id="attachment_7427" aria-labelledby="figcaption_attachment_7427" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272846076_f53271c7eb_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7427" alt="Poeta Kerlle Magalhães (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272846076_f53271c7eb_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Poeta Kerlle Magalhães (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p style="text-align: left;">A noite da literatura em Belmonte ocupou o salão do Castelo Armorial e contou ainda com um recital dos poetas Keyson Pires, Henrique Brandão, Vitória Gabrielle, Cícero Belmonte, Maviael Melo, Kerlle Magalhães, Zé de Mariano e Marcos Passos, que prestaram homenagens ao escritor José Batista de Siqueira (Cancão). Em 2012, o nosso “pássaro poeta” completaria 100 anos.</p>
<p>Confira algumas glosas surgidas no encontro desta sexta-feira, que reuniu em São José do Belmonte os poetas sertanejos Dedé Monteiro, Genildo Santana, Dudu Moraes, Caio Menezes, Adeval Soares, Clécio Rimas, Gonga Monteiro, Zé Adalberto e George Alves:</p>
<p>“Ela diz que me amou<br />
Mas nisso eu não acredito<br />
Não acho nada bonito<br />
A cena do nosso show<br />
Depois que ela me deixou<br />
Eu vivo assim de dar dó<br />
Ela não perde um forró<br />
E eu fico em casa esquecido<br />
Um coração dividido<br />
Na multidão segue só”</p>
<p>(Zé Adalberto)</p>
<p>“A gente se emociona</p>
<p>Querendo e buscando o mote<br />
Amor faz de si transporte<br />
Não pode andar de carona<br />
E quando a emoção é dona<br />
O coração dá um nó<br />
Mas amor é pão de ló<br />
Precisa ser repartido<br />
Um coração divido<br />
Na multidão segue só”</p>
<p>(Genildo Santana)</p>
<p>“Nesse reduto bonito</p>
<p>Voltei a unir as pontes<br />
De São José do Belmonte<br />
E São José do Egito<br />
Quem dorme com o infinito<br />
Sonha com a poesia<br />
Tomara que essa alegria<br />
Tenha batido em vocês<br />
Bateu em nós outra vez<br />
Adeus, até outro dia”</p>
<p>(Caio Menezes)</p>
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		<title>A mesa de glosa e o sertão tradicional</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 14:43:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4303" aria-labelledby="figcaption_attachment_4303" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mesa-de-glosa.jpg"><img class="size-medium wp-image-4303" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mesa-de-glosa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Improviso dos poetas hiptonizou plateia que acompanhou a Mesa de Glosa</p></div>
<p>A Mesa de Glosa, que aconteceu na sexta-feira (19/05), no auditório da UPE em Petrolina, começou logo depois da mesa de debates que propunha uma desconstrução da ideia de sertão. A tradicional disputa em versos é de uma beleza impressionante. Melhor, hipnotizante. O fato de ter vindo logo depois do debate de Fabiana Moraes e Ronaldo Correia de Brito foi interessante, pois fez clara a importancia de repensar o modelo tradicional sem abrir mão de toda a bagagem inegável que o sertão traz no seu bojo. Foi isso o que a mesa de glosas disse ao público petrolinense.</p>
<p>Dispostos em uma mesa no palco, oito poetas miram um papel colocado à frente com o mote, que são os dois versos finais. A partir de então, o primeiro deve construir uma poesia de dez versos, de improviso e rapidamente. Os olhos dos poetas ficam vidrados no papel, a concentração é total. Vez em quando pairam no teto, buscando algo na memória. O público acompanham e silencia, ninguém se move nas cadeiras. E como que por mágica, um a um levanta, recitando os versos que emocionam ou fazem rir, mas sobretudo arrancam muitas palmas do público.</p>
<p>Confira um trecho da mesa:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/Y7I4vtD2Lfw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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