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	<title>Portal Cultura PE &#187; Governo do Estado de Pernambuco</title>
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		<title>O Brilho da Oxum no Sertão: Maracatu Raízes do Sertão anuncia circulação em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 18:50:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Maracatu Raízes do Sertão, grupo com dez anos de fundação e resistência cultural na periferia de Arcoverde, lança o projeto de circulação &#8220;O Brilho da Oxum do Agreste ao Sertão&#8221;. Este projeto grandioso levará apresentações e oficinas gratuitas a quatro importantes cidades de Pernambuco, com enfoque na difusão da cultura e das religiões afro-brasileiras. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120958" alt="Maracatu Raízes do Sertão lança EP e figurino em circulação grandiosa por PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/2-355x486.jpeg" width="355" height="486" /></a><br />
O Maracatu Raízes do Sertão, grupo com dez anos de fundação e resistência cultural na periferia de Arcoverde, lança o projeto de circulação &#8220;O Brilho da Oxum do Agreste ao Sertão&#8221;. Este projeto grandioso levará apresentações e oficinas gratuitas a quatro importantes cidades de Pernambuco, com enfoque na difusão da cultura e das religiões afro-brasileiras. A circulação será o palco para o lançamento do primeiro EP independente do grupo, também intitulado &#8220;O Brilho da Oxum&#8221;, e a grande estreia do novo figurino da corte real e dos batuqueiros. O projeto &#8220;O Brilho da Oxum do Agreste ao Sertão&#8221; tem incentivo do Governo do Estado de Pernambuco por meio do Funcultura.</p>
<p>O show &#8220;No Brilho da Oxum&#8221; é um espetáculo híbrido de música e dança que presta homenagem à grande padroeira do Maracatu Raízes do Sertão, Oxum, a Orixá da beleza, do amor e das águas doces. O EP, com seis faixas autorais inéditas, e o novo figurino, são inteiramente inspirados no ouro e na abundância que Oxum traz, celebrando a divindade em um contexto sertanejo.</p>
<p>O espetáculo tem a missão de mostrar a cultura de Terreiro, exibindo o brilho da Corte Real e o respeito aos Orixás da religião de Matrizes Africanas no palco, promovendo a beleza e a riqueza dessa tradição. “Levar a beleza, o ouro e a essência de nossa Mãe Oxum para o Agreste e Sertão, com um figurino totalmente renovado e nossas canções autorais, é a nossa forma de celebrar e reafirmar nosso compromisso com a cultura popular e as religiões de matriz africana &#8221; afirma Walderlan Baltazar, mestre do Maracatu Raízes do Sertão.</p>
<p>Em cada cidade, o público poderá participar da oficina gratuita &#8220;Da Batida do Tambor ao Compasso do Maracatu&#8221;, que abordará os diferentes ritmos e danças do Maracatu de baque virado para os Orixás, transmitindo o conhecimento na tradição oral de geração em geração. As oficinas abordarão a importância do Maracatu — reconhecido como Patrimônio Imaterial — para a cultura pernambucana. No total serão disponibilizadas 25 vagas em cada cidade.</p>
<p>As cidades que receberão a circulação são: Caruaru (Agreste Central), Belo Jardim (Agreste Central), Serra Talhada (Sertão do Pajeú) e Ouricuri (Sertão do Araripe). As atividades foram programadas para acontecer prioritariamente em terreiros de cultura popular e sedes de grupos que vivenciam a cultura afro-brasileira, buscando combater a ignorância e a estigmatização das práticas de matriz africana através da arte.</p>
<p>As atividades do projeto ocorrerão e contarão com a presença de intérpretes de Libras para garantir a acessibilidade da comunidade surda e ensurdecida.</p>
<p><strong>Lançamento Digital do EP</strong></p>
<p>O álbum &#8220;O Brilho da Oxum&#8221; estará disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 30 de Outubro. O EP conta com seis faixas autorais e mostra um pouco da vivência do Maracatu em periferias e a tradição dos Orixás no Maracatu. O álbum traz a essência, a beleza e o ouro da nossa mãe Oxum, Patrona do Maracatu Raízes do Sertão.</p>
<p>O projeto &#8220;O Brilho da Oxum do Agreste ao Sertão&#8221; tem incentivo do Funcultura, Fundarpe e Governo do Estado e apoio de Boi Tira Teima e Fundação de Cultura de Caruaru, Boi da Gente e Secretaria de Cultura de Belo Jardim, Museu do Cangaço e Xaxado Cabras de Lampião, Projeto Cultural Aricuri e Secretaria de Cultura de Ouricuri.</p>
<p>Mais informações sobre o projeto podem ser acompanhadas através do<br />
instagram @associacao.cultural.raizes e @maracaturaizesdo</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Circulação O Brilho da Oxum do Agreste ao Sertão<br />
Oficina &#8211; Na Batida do Tambor ao Compasso do Maracatu<br />
Show &#8211; No Brilho da Oxum<br />
1 a 29 de novembro de 2025<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Caruaru</strong><br />
Oficina: 1° de Novembro (sábado) &#8211; 15h às 17h<br />
Local: Ponto de Cultura Boi Tira-Teima<br />
Endereço: Rua Major João Coelho, S/N, Casarão das Rendeiras, Caruaru-PE.<br />
Show: 2 de Novembro (domingo) às 17h<br />
Local: Estação Ferroviária de Caruaru<br />
Endereço: Centro, Caruaru-PE.</p>
<p><strong>Belo Jardim</strong><br />
Oficina: 15 de Novembro (sábado) &#8211; 15h às 17h<br />
Local: Centro Social de Belo Jardim<br />
Endereço: Rua Sebastião Rodrigues da Costa, São Pedro, Belo Jardim-PE.<br />
Show: 16 de Novembro (domingo) às 18h<br />
Local: Praça Padre Cícero<br />
Endereço: Centro, Belo Jardim-PE.</p>
<p><strong>Serra Talhada</strong><br />
Oficina: 22 de Novembro (sábado) &#8211; 15h às 17h<br />
Local: Museu do Cangaço<br />
Endereço: Vila Ferroviária, S/N, São Cristóvão, Serra Talhada-PE.<br />
Show: 23 de Novembro (domingo) às 17h<br />
Local: Museu do Cangaço Endereço: Vila Ferroviária, S/N, São Cristóvão, Serra<br />
Talhada-PE.</p>
<p><strong>Ouricuri</strong><br />
Oficina: 29 de Novembro (sábado) &#8211; 10h às 12h<br />
Local: Praça do CEU Endereço: Av. Fernando Bezerra, S/N, Ipsep, Ouricuri-PE.<br />
Show: 29 de Novembro (sábado) às 17h<br />
Local: Praça Frei Damião Endereço: Centro, Ouricuri-PE.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Podcast resgata e difunde a memória das mulheres da cultura na Zona da Mata</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 17:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura  e da Fundarpe por meio dos recursos do Funcultura, nesta segunda-feira (15/9), às 16h, estreia a série “Podcast Nossa História, Nossa Memória – Temporada Mulheres”, um projeto inédito idealizado pelo jornalista Salatiel Cícero, em parceria com a produtora cultural e jornalista Josi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120292" aria-labelledby="figcaption_attachment_120292" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Salatiel Cícero/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Foto_-Salatiel-Cícero_Podcast-resgata-e-difunde-a-memória-das-mulheres-da-cultura-na-Zona-da-Mata.jpg"><img class="size-medium wp-image-120292" alt="Foto: Salatiel Cícero/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Foto_-Salatiel-Cícero_Podcast-resgata-e-difunde-a-memória-das-mulheres-da-cultura-na-Zona-da-Mata-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Podcast resgata e difunde a memória das mulheres da cultura na Zona da Mata</p></div>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura  e da Fundarpe por meio dos recursos do Funcultura, nesta segunda-feira (15/9), às 16h, estreia a série “Podcast Nossa História, Nossa Memória – Temporada Mulheres”, um projeto inédito idealizado pelo jornalista Salatiel Cícero, em parceria com a produtora cultural e jornalista Josi Marinho.</p>
<p>Na região canavieira de Pernambuco, onde a cana moldou vidas e também feridas, é das mulheres que vem o sopro mais forte de memória e resistência. São vozes que, por muito tempo, ficaram à margem – mas que agora se transformam em acervo vivo, acessível e gratuito para todos. Mais do que um podcast, trata-se de uma biblioteca audiovisual construída a partir da escuta. Durante três meses, a equipe percorreu cidades como Goiana, Nazaré da Mata, Carpina, Vicência e Glória do Goitá em busca de histórias de mulheres que preservam, conservam e difundem patrimônios imateriais e materiais.</p>
<p>Caboclas de lança, mestras do mamulengo, cordelistas, artesãs, musicistas, quilombolas. Cada episódio é uma janela para um mundo onde a cultura popular é raiz e também futuro. Cada entrevistada traz sua vivência como quem oferece um pedaço de si. São saberes passados de geração em geração, registrados agora em áudio e imagem, mas também em fotografias, vídeos e documentos pessoais que elas decidiram compartilhar com o público. O acervo se abre, assim, como um mosaico que mistura memórias íntimas e coletivas.</p>
<p>“É como se cada episódio fosse uma semente lançada no tempo. Queremos que as pessoas possam ouvir, aprender, compartilhar e preservar essas histórias”, afirma Cícero. O projeto nasceu com um compromisso: ser acessível a todos. Por isso, os conteúdos contam com legendas nas redes sociais, transcrições em texto e recursos de audiodescrição, para que ninguém fique de fora. “A memória só faz sentido se puder ser compartilhada”, completa Josi Marinho.</p>
<p>Disponível gratuitamente no YouTube, Facebook, Instagram, Spotify e em mais cinco tocadores de podcast (Anchor, Deezer, Castbox e Amazon Music). A série será exibida diariamente, sempre às 16h, sempre com uma nova entrevista. Ao final, serão 15 episódios, formando um acervo pioneiro que coloca as mulheres da Zona da Mata no centro da cena cultural pernambucana.</p>
<p>As gravações em áudio e vídeo tiveram direção do jornalista e produtor cultural Gedson Pontes, que também assina o roteiro. A trilha sonora original é do trio de forró As Januárias, que trouxe o som regional para costurar as histórias. A identidade visual nasceu das mãos da professora e especialista em artes gráficas Giselle Araújo, enquanto o web design é criação de Humberto Victor.</p>
<p>A apresentação e produção ficaram a cargo da jornalista Josinalda Marinho, com coordenação geral de Salatiel Cícero. Para ampliar a acessibilidade, o projeto conta ainda com audiodescrição de Crislaine Xavier e tradução em Libras por Hewelyn Kimberly.</p>
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		<title>Festival de Circo do Brasil ganha programação na França</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 16:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com programação na França viabilizada através do apoio cultural do Governo do Estado de Pernambuco, através da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), com patrocínio do Ministério do Turismo do Governo Federal, o Festival de Circo do Brasil (FCB) se une ao Festival Europeia de Circo (L’Européenne de Cirque) [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120285" aria-labelledby="figcaption_attachment_120285" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-15-at-13.14.44.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120285" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-15-at-13.14.44-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Faminta-Lorena Zchaber</p></div>
<p>Com programação na França viabilizada através do apoio cultural do Governo do Estado de Pernambuco, através da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), com patrocínio do Ministério do Turismo do Governo Federal, o Festival de Circo do Brasil (FCB) se une ao Festival Europeia de Circo (L’Européenne de Cirque) e aporta em Toulouse, cidade do sul da França, para levar artistas brasileiros para apresentações especiais e estreias internacionais, de 17 a 28 de setembro. É a primeira vez que o evento, que nasceu em Recife há 21 anos e já impactou mais de 1 milhão de pessoas em Pernambuco, acontecerá em solo internacional, fechando a Temporada Cruzada Brasil-França 2025/Saison Croisée Brésil-France 2025.</p>
<p>A cooperação cultural entre os dois festivais é fruto de uma parceria firmada entre a Luni Produções, produtora cultural brasileira e realizadora do Festival de Circo do Brasil, e a La Grainerie, fábrica francesa de circo e artes itinerantes dedicada ao desenvolvimento do setor, com a colaboração da Ésacto’Lido &#8211; Escola Superior de Artes Circenses de Toulouse. “É um orgulho para nós realizar essa programação do Festival de Circo do Brasil pela primeira vez no exterior e a ideia é continuar esse movimento de internacionalização da nossa mostra nas próximas edições”, conta a produtora cultural da Luni, Karina Hoover.</p>
<p>Para os onze dias do evento, com curadoria de Danielle Hoover e Hélène Métailié, a grade nacional vai contar com espetáculos, oficinas, residências, cinema, música, artes visuais e gastronomia. O eixo curatorial deste ano é “Aldeia des Tous” (Aldeia de Todos), traz os temas sustentabilidade e democracia para o picadeiro. Aldeia de Tous é um neologismo que combina português e francês: &#8220;Aldeia&#8221; refere-se às localidades dos povos originários no Brasil e de “tous” traduzindo para o português significa de todos.</p>
<p>“A proposta é apresentar uma nova perspectiva sobre o circo brasileiro e suas diversas composições e atravessamentos. Destacando temas urgentes da contemporaneidade de forma transdisciplinar com outras linguagens artísticas”, destaca Danielle.</p>
<p><strong>Programação Cultural</strong></p>
<p>A programação cultural será iniciada em 19 de setembro, na La Grainerie, com a apresentação do novo projeto artístico Sarayvara, da Cia Nós No Bambu (DF). Trata-se do solo da multiartista Poema Mühlenberg que celebra seus 21 anos de carreira, tecendo uma trama de poesia que transita entre circo, dança e teatro. No dia 24, no mesmo local, será a primeira apresentação do espetáculo Idées pour Retarder la Fin du Monde, culminância do laboratório artístico inspirado na obra de Ailton Krenak e com direção artística de Duda Maia (Brasil) e Nicanor de Elia (França), que reúne seis jovens circenses, sendo três brasileiros (os pernambucanos Márcio Sá, Mainá Souza e Beatriz Nascimento) e três franceses (Meara Roach, Nicolas Moreno e Magdalena Hidalgo). A segunda apresentação da mostra acontecerá no dia 27, no Jardim de Vidailhan.</p>
<p>A La Grainerie também será palco dos espetáculos O Vazio é Cheio de Coisa, da Cia Nós No Bambu (DF), nos dias 25, 26 e 27, Faminta, com a performer Natasha Jascalevich e direção de Duda Maia (RJ), nos dias 26 e 28, e Assum Preto, do Coletivo Instrumento de Ver (DF) com o artista brasileiro radicado na Espanha Marco Motta, nos dias 27 e 28.</p>
<p>Solo estético e poético de Poema, o Vazio é Cheio de Coisa traz uma dança acrobática, onde um corpo humano e um bambu se bastam.Faminta explora a intrínseca relação entre comida e prazer feminino. Inspirado em duas canções a brasileira “Assum Preto”, de Luiz Gonzaga &amp; Humberto Teixeira, e a norte-americana “Blackbird”, de Nina Simone, Assum Preto propõe expressão do poder da arte para além do eurocentrismo, com contorção nos aparelhos aéreos em uma virtuose que transita entre as danças e músicas afro-diaspóricas. Inclusive, esse último é homônimo da exposição de pinturas que Marco Motta levará para o mesmo espaço que será sede do espetáculo. A vernissage será no dia 24, às 16h, e a exibição nos dias 23 (10h às 18h), 24 (10h às 22h), 26 (16h às 02h) e 28 (16h às 22h).</p>
<p>A La Grainerie recebe a programação musical que contempla dois concertos: Forrocitània, com Silvério Pessoa (PE), acompanhado por músicos nordestinos, e banda La Talvera (FRA), no dia 27, e Trio Brasília Afro Jazz, do Coletivo Instrumento de Ver (DF). O primeiro celebra a parceria de mais de um década de Silvério com o grupo francês, que traz hibridismo musical, diálogos entre acordeões diatônicos e cromáticos, flautas medievais, viola de 12 nordestina, textos sobre a cultura de cada povo em línguas diferentes. Já o segundo é uma banda de jazz afro-brasileira que explora diversas sonoridades percussivas que se unem à delicadeza dos instrumentos de sopro e a um baixo marcante através de repertório autoral e releituras.</p>
<p>A programação ainda conta com um intercâmbio gastronômico Pernambuco Chez Toulouse entre os chefs César Santos (PE) e Emanuel Broda-Morhange (FRA). A ação acontecerá no restaurante Les Cornichons, na La Grainerie, e proporcionará um cardápio com a fusão das duas cozinhas, unindo ingredientes do Nordeste aos elementos da escola francesa. No dia 25, terá uma noite especial da culinária pernambucana.</p>
<p>A Ésacto’Lido recebe o Cine Circo, com a apresentação exclusiva de curtas-metragens do Coletivo Instrumento de Ver (DF), no dia 25. Logo após a exibição dos filmes, acontecerão debates com o público sobre o processo criativo e entrelaçamentos entre as linguagens circense e audiovisual.</p>
<p><strong>Programação formativa</strong></p>
<p>Ao longo da programação artística serão realizados laboratórios e residências entre artistas brasileiros e franceses. Além do laboratório artístico Aldeia de Tous, que resultará na apresentação Idées pour Retarder la Fin du Monde, e da residência de criação de Sarayvara com Poema Mühlenberg, a grade formativa apresenta o laboratório de pesquisa artística de skate e acrobacia circense Hyperboles, da Cie SCoM (FRA), no dia 25, no Skatepark de Argoulets.</p>
<p>Ainda na grade formativa do festival, o workshop Lab Bambou, da Cia Nós No Bambu (DF), que trará a experiência da criação de formas simples de bambu e a exploração das possibilidades de interação do corpo com essas formas. A oficina é direcionada para estudantes da Ésacto’Lido e acontecerá na própria escola.</p>
<p>Na temporada do Brasil na França, dois pernambucanos farão visitas técnicas a várias escolas e espaços dedicados ao circo na França. São eles, a aerialista, rigger, produtora cultural, professora e fundadora do Casulo &#8211; Artes Circenses, espaço dedicado ao ensino, pesquisa e criação em circo, no Recife, Malu Vieira, e o diretor circense, produtor cultural, educador social, pesquisador e palhaço, Boris Trindade Júnior, o Borica.</p>
<p><strong>Temporada Cruzada Brasil-França/França-Brasil 2025</strong></p>
<p>Lançada por Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva, a Temporada Cruzada Brasil-França 2025 / Saison Croisée Brésil-France 2025 celebra os 200 anos de relações bilaterais e tem como objetivo fortalecer os laços entre os dois países. Estruturada em torno de três grandes eixos — Clima e Transição Ecológica; Diversidade das Sociedades e Diálogo com a África; Democracia e Estado de Direito —, a iniciativa também busca dinamizar a cooperação em áreas como cultura, economia, pesquisa, educação e esporte, com atenção especial à juventude e aos intercâmbios profissionais. A temporada ocorrerá entre abril e setembro de 2025 na França e entre agosto e dezembro do mesmo ano no Brasil.</p>
<p>“Da missão artística de Debret à voz de Ailton Krenak, a Temporada 2025 honra uma trajetória de fascínio e enriquecimento mútuo”, afirma Emmanuel Lenain, Embaixador da França no Brasil.</p>
<p>A Temporada está coordenada pelo Institut Français e o Instituto Guimarães Rosa em estreita colaboração com as Embaixadas da França no Brasil e do Brasil na França, sob a autoridade dos ministérios das Relações Exteriores e da Cultura de ambos os países. Os comissários são Anne Louyot (programação no Brasil) e Emilio Kalil (programação na França).</p>
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		<title>Fundarpe acompanha oficinas de validação do Inventário da Renda Renascença no Agreste de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 13:35:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado e Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), avançou mais uma importante etapa do Processo de Registro da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco. Nessa última segunda (16) e terça-feira (17), representantes da Gerência de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118476" aria-labelledby="figcaption_attachment_118476" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Simon-Filmes.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118476" alt="Foto: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Simon-Filmes-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A atividade contou com a participação de rendeiras, representantes locais e pesquisadores envolvidos na elaboração do dossiê</p></div>
<p>O Governo do Estado e Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), avançou mais uma importante etapa do Processo de Registro da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco. Nessa última segunda (16) e terça-feira (17), representantes da Gerência de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe promoveram oficinas de validação do Inventário da Renda Renascença nos municípios de Poção e de Jataúba, ambas cidades do Agreste de Pernambuco.</p>
<p>As oficinas presenciais aconteceram na Câmara dos Vereadores das cidades e fazem parte da fase final da pesquisa coordenada pela Assum Preto Produções Culturais e Consultoria, empresa vencedora da licitação conduzida pela Fundarpe para a produção do Inventário de Referências Culturais da Renda Renascença. A atividade contou com a participação de rendeiras, representantes locais e pesquisadores envolvidos na elaboração do dossiê.</p>
<p>De forma multidisciplinar, desde o início a pesquisa conta com a participação de antropólogos, historiadores, economistas, entre outros profissionais, e resultará no importante dossiê que ficará disponível à população, além de servir ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) na análise da candidatura da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_118477" aria-labelledby="figcaption_attachment_118477" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Dani-Pedrosa.jpg"><img class="size-medium wp-image-118477" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Dani-Pedrosa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Desde o início a pesquisa conta com a participação de antropólogos, historiadores, economistas, entre outros profissionais</p></div>
<p>“A Renda Renascença é uma tradição artesanal centenária profundamente enraizada no Agreste de Pernambuco, especialmente nos municípios de Poção, Pesqueira e Jataúba. Com a realização do inventário, a Fundarpe busca registrar documentalmente os sistemas de produção, circulação e salvaguarda do saber-fazer da renda, valorizando a importância cultural, social e econômica da prática e seus agentes, especialmente as mulheres rendeiras”, reforça a gerente de Patrimônio Cultural Imaterial da Fundarpe, Lana Monteiro.</p>
<p>A instrução do processo de registro da Renda Renascença teve início em 2021 e contou com etapas de análise da documentação inicial, de aplicação de metodologias participativas de mapeamento, catalogação de fontes sobre a temática, visitas técnicas e articulação com outros órgãos como a ADEPE e Sebrae, para o estudo de melhorias das potencialidades da cadeia produtiva da Renda Renascença no Estado.</p>
<p>Com a culminância do trabalho de campo, o material final será encaminhado ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) para análise e deliberação quanto ao reconhecimento da Renda Renascença como Patrimônio Imaterial de Pernambuco.</p>
<p>“A realização do inventário da Renda Renascença permitirá conhecermos e registrarmos documentalmente os sistemas de produção e comercialização deste bem no núcleo das cidades, em zonas rurais e em territórios indígenas situadas nos municípios de Poção, Pesqueira e Jataúba, onde essa produção é mais significativa, valorizando o importante papel de rendeiros e rendeiras na preservação desse saber fazer”, ressalta a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p><b>Conheça as etapas para o Registro de Patrimônios Culturais Imateriais do Estado de Pernambuco:</b></p>
<p><b>1. Requerente</b></p>
<p>Apresenta solicitação à Secretaria de Cultura acompanhado da documentação técnica exigida pela lei.</p>
<p><b>2. Secretaria de Cultura</b></p>
<p>Tem o prazo de 30 dias para manifestação após o requerimento deferindo ou indeferindo a abertura do Processo de Registro.</p>
<p><b>3. Requerente</b></p>
<p>Em caso de não deferimento, cabe recurso ao CEPPC até dez dias.</p>
<p><b>4. Fundarpe</b></p>
<p>Em caso de deferimento, inicia o processo administrativo de registro, elaborando o Termo de Referência para a execução do inventário. Executa o inventário e elabora Parecer Técnico final.</p>
<p><b>5. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Recebe da Fundarpe o Parecer Técnico final após a conclusão do inventário; designa um conselheiro relator do processo antes da reunião para deliberação do registro.</p>
<p><b>6.Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Comunicação à comunidade de detentores do bem cultural sobre a reunião ordinária do CEPPC, na qual se deliberará a candidatura ao registro.</p>
<p><b>7. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Elabora a resolução contendo a decisão do colegiado sobre o registro do bem cultural, se deferido ou não, e a encaminha à Secretaria de Cultura do Estado.</p>
<p><b>8. Secretaria de Cultura</b></p>
<p>Encaminha a resolução do CEPPC ao conhecimento da Governadora do Estado para publicações da decisão mediante decreto próprio.</p>
<p><b>9. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Após publicação do referido decreto inscreve o bem cultural registrado no respectivo livro de registro, que ficará de posse e guarda do CEPPC.</p>
<p><b>10. Fundarpe</b></p>
<p>Inicia as articulações para a elaboração do Plano de Salvaguarda do bem cultural registrado.</p>
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		<title>Raquel Santana abre álbum visual solo lançando dois clipes e músicas</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 13:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
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		<description><![CDATA[A cantora e compositora Raquel Santana, cria de Caruaru (Agreste de Pernambuco), abre o álbum visual “Canto e Espanto o teu Quebranto”, o de estreia da carreira solo, com o lançamento de dois clipes e músicas autorais nas plataformas digitais. Da cultura popular e com influências negra e indígena, a artista disponibiliza os audiovisuais e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118289" aria-labelledby="figcaption_attachment_118289" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Daniele Leite</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Daniele-Leite-foto-O-clipe-Quer-ficar-com-mamãe-também-acontece-no-Jardim-do-Baobá-Recife..jpg"><img class="size-medium wp-image-118289" alt="Foto: Daniele Leite " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Daniele-Leite-foto-O-clipe-Quer-ficar-com-mamãe-também-acontece-no-Jardim-do-Baobá-Recife.-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O álbum visual tem incentivo da Fundarpe e da Secult-PE</p></div>
<p>A cantora e compositora Raquel Santana, cria de Caruaru (Agreste de Pernambuco), abre o álbum visual “Canto e Espanto o teu Quebranto”, o de estreia da carreira solo, com o lançamento de dois clipes e músicas autorais nas plataformas digitais. Da cultura popular e com influências negra e indígena, a artista disponibiliza os audiovisuais e as canções “Quer ficar com mamãe”, trazendo a participação da recifense Bell Puã e da caruaruense Maria Carolina, mais conhecida por Caracol, como compositoras e cantoras da canção, e “Cumbiambera”. As cenas do clipe “Quer ficar com mamãe” ocorrem no Assentamento Normandia, em Caruaru/PE, e no Jardim do Baobá, no Recife/PE. Já as imagens do videoclipe de “Cumbiambera” são na Casa Cultural Respira, na cidade de Caruaru.</p>
<p>Além da acessibilidade em libras para a comunidade surda, o álbum visual tem incentivo público com financiamento pelo edital estadual e municipal da Lei Paulo Gustavo (LPG), via recursos do Ministério da Cultura, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria de Cultura de Pernambuco, através do Governo de Pernambuco, Prefeitura de Caruaru e Fundação de Cultura de Caruaru.</p>
<p>“Quer ficar com mamãe” também tem a parceria do Dj caruaruense Nino Scratch, utilizando a técnica musical do “arranhar” como efeito de som. Toda a produção musical do disco é de Zé Barreto de Assis, de Bezerros (Agreste pernambucano), com a mixagem e masterização de Heverton Fagner, do Studio di Fagner (Caruaru), onde foi realizada a captação de áudio, tendo sido feitas também gravações no Cordilheira Estúdio (Recife).</p>
<p>A canção “Quer ficar com mamãe” (escute &#8211; bit.ly/43JAODZ) é um coco-rap em que Raquel Santana fala da sobrecarga materna e especialmente sobre ser mãe solo, que quer ir para o mundo encontrar e abraçar outras mulheres que também vivem essa realidade. Ela já começa dizendo: “Pipa vem pra ver/Pracinha pra brincar/Bolacha pra comer/Não quer/Só quer ficar com mamãe”. No refrão, canta “Quer ficar com mamãe/Só quer ficar com mamãe/Quer ficar com mamãe/Só quer ficar com mamãe”. E continua com “Na rede balançar/Colinho da vovó /Desenho vem pra ver/Não quer/Só quer ficar com mamãe”.</p>
<p>Na sequência, entra a rima de Caracol: “Só quer ficar com a mamãe/Mas a mamãe tem que trabalhar/Acordo cedo arrumo a cria/Levo pra creche e vou trampar/Todo dia tô nessa correria/Fazendo minha vida acontecer/Mas as dores aqui dessa mamãe/Quem é que pode acolher/Vai sem medo, vai mainha /Vai sem medo de viver/Vai sem culpa, vai mainha/Vai sem medo de viver”. Em seguida na letra, a poesia é de Bell Puã.</p>
<p>E volta para Raquel, que conclui: “É Bell, Lolly e Quel no coco e na poesia/Pelas mãe solo/Uou!/Pelas mãe preta/Uou!/As mãe atípica/Uou!/LGBT/Uou!/E da periferia/Essa canção eu fiz com o meu filho Erasto/Que quando ele falava/Dizia mermo assim&#8230; yêêêêê&#8230; vai!”.</p>
<p>Já na música “Cumbiambera”, a artista resgata para si o prazer e a sensualidade, que ficaram de lado na sua vida após a maternidade . Ela inicia a letra com o trecho: “Caminando por las calles del Agreste/La cumbiambera tiene un recuerdo/Viajando por historias de otros tiempos/Extraña amores y sus secretos”. A canção é uma cumbia, ritmo com que Raquel teve uma relação durante o período em que morou no Recife, de 2002 a 2018.</p>
<p>Também contribuírem em “Cumbiambera”: flor das chagas (harmonização da música e riff de abertura); Pombo/Palloma Mendes (projeto gráfico); Mara (foto da capa), Brê Souza, da Salsa &amp; Caliências (modelo do clipe); Thiago Gregório (professor de canto).</p>
<p>O instrumental das canções está nas mãos de uma diversidade de músicos e musicistas do interior pernambucano: Nino Alves (pandeiro, ilu, mineiro, congas, bumbo, agogô, guiro, pratos e maracas); flor das chagas (alfaias, violão e maracas); Fábio Santos (contrabaixo), Edson Pedro (sanfona) e Heverton Fagner (beats). Também tem a presença de muita gente nos vocais de apoio, como crianças e adultos: Erasto Kehinde, Ginga Taiwo, Melina Medeiros, José do Céu (vozes infantis); Ranuzia Melo, Naya Lopes, Vanessa Cardoso, Thaynã Lustosa, Joyce Noelly, Ythalla Maraysa e flor das chagas (vozes adultas).</p>
<p>O material audiovisual também reúne bastante profissionais, sendo todos e todas da região Agreste &#8211; Túlio Beat (direção); Felipe Correia (fotografia); César Caos (montagem, correção de cor e edição); Daniele Leite (fotografia adicional); Jeizon Novais (fotografia adicional e iluminação); Pombo/Palloma Mendes (projeto gráfico), Paulo Conceição (figurino e maquiagem); Katarina Machado e Joyce Noelly (direção de produção); Ythalla Maraysa/Oficina Embuá (still); Ivan Márcio (motorista); Daniel Lima (assessoria de imprensa). Eduarda Nunes está na ficha técnica como comunicação, assumindo as redes sociais.</p>
<p>Com a realização de Heyaná Produções e o apoio da Maniva Produções, Indicativa e Oficina Embuá, atuam no clipe de “Quer ficar com mamãe”: Bell Puã, Caracol, Gorete Gomes, Katarina Machado, Luciana Nascimento, Marília Brandão, Mariana Carvalho, Raquel Santana, Rúbia Silva e Thaynã Lustosa (performances). Além das crianças Ana Luiza, Erasto Kehinde, Geovana Sofia, Ginga Taiwo, Heitor Andrade (modelo do videoclipe e filho de Mariana Carvalho e Ícaro Limeira), Maria Clara Silva, Lara Catarina, Melina Medeiros, Odara Lustosa e Zion Brandão.</p>
<p>Já no videoclipe de “Cumbiambera” estão Raquel Santana e Brê Souza, da Salsa &amp; Caliências (performances; Brê Souza também é modelo do clipe); Erasto Kehinde e Ginga Taiwo (crianças); Artur Tito, Bia do Violãozinho, Carine Siqueira, David Tomaz, Emily Beatriz, Camila Santana, Eduarda Torres, Eric Brito, Fabíola Torres, flor das chagas, Gabriela Guerra, Leandro Silva, Marcus Vinícius, Marly Cavalcante e Sandra Carin (corpos de baile).</p>
<p>Com as primeiras músicas abrindo os caminhos para a futura formação completa da obra musical e visual, Raquel Santana, também conhecida como Quequel, já celebra a realização de um dos sonhos. São mais de 17 anos como cantora e ritmista.</p>
<p>“O álbum ‘Canto e Espanto o teu Quebranto’ reúne ritmos populares. Tem afoxé, cantoria, coco, cumbia, forró, hip hop e maracatu. Para além da sonoridade, as letras denunciam o racismo, o machismo e a sobrecarga materna, como valorizam a ancestralidade, a comunidade indígena, a matriz africana, a proteção espiritual, a reforma agrária, as celebrações populares, o território caruaruense e outras paisagens do interior pernambucano”, destaca.</p>
<p>Ela compõe a partir de temáticas racial, social, de gênero, política, cultural e educativa e tem a arte e a música como espaços para criações artísticas  coletivas e de expressão da identidade. “O ato de escrever e cantar dá força para enfrentar males como racismo, machismo, classismo, relações e pessoas tóxicas. Sou mãe solo de crianças gêmeas, uma delas com Transtorno do Espectro Autista – TEA (autismo)”, pontua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Maternidade é tema de exposição na Galeria Maumau</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2025 15:14:53 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-12.13.03.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117775" alt="WhatsApp Image 2025-05-07 at 12.13.03" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-12.13.03-477x486.jpeg" width="477" height="486" /></a></p>
<p>Com recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo do Estado de Pernambuco, a exposição O Peso e o Voo da artista Laura Melo ocupa a Galeria Maumau, no Recife, a partir desta quinta-feira, dia 8. Compõem a exposição obras em Arte Têxtil, confeccionadas em pedras, cerâmica e fibras, que materializam reflexões sobre a função da maternidade e os movimentos que ela impõe na vida profissional. Falam sobre ser mulher, artista e mãe, sobretudo durante uma crise mundial de saúde, como a pandemia da Covid, período em que a exposição começou a ser gestada. A programação artístico-pedagógica da mostra, que segue até 24 de maio, aprofunda as reflexões sobre o tema, com bate-papo, performance, modelo vivo com o Grupo Risco! e visita guiada com audiodescrição.</p>
<p>Cada obra de O Peso e o Voo está impregnada de significados que contam uma história iniciada no período de isolamento social causado pela pandemia de COVID-19, com uma rede de apoio virtual formada por artistas pernambucanas, que além do fato de serem mulheres, são mães. Questões que emergiram destas conversas, como vida doméstica X produção artística, relação entre feminismo e arte têxtil e a singularidade na forma de produzir de cada uma, inspiraram a artista Laura Melo a promover encontros presenciais no formato de residências artísticas para botar a mão na massa enquanto refletiam sobre textos feministas em torno do tema.</p>
<p>O Ateliê de Águas Belas, de Christina Machado, no Recife, e o Sítio Ágatha, Espaço afroecológico, militante, feminista e antirracista, localizado em Tracunhaém, representado por Luiza Cavalcante, sediaram as residências, da qual participaram as artistas Ana Carvalho, Christina Machado, Clara Nogueira, Clarissa Machado, Laura Melo, Priscilla Buhr e Rayana Rayo, além de Luiza Cavalcante.</p>
<p>Das leituras de Audre Lorde, feminista norteamericana que nos anos de 1960 falava da necessidade e do desejo das mulheres de compartilhar um poder, uma força, que estivesse além da função materna, veio o mote para o nome da exposição. “O Peso seria a função da maternidade, implicando na atuação das profissionais das artes. E o Voo, o entendimento de que a arte não é um luxo, mas uma forma de expressar o que sentem diante de um mundo tão violento com elas. Dessa forma, ao observar a realidade de tantas artistas mães surgiu a ideia de construir uma obra que nasceu com os fios desses diálogos com outras artistas”, destaca Laura Melo.</p>
<p><strong>Performance</strong> – Integram as atividades artísticas e pedagógicas da mostra, a performance O Peso e o Voo, de Laura Melo, no sábado, dia 17, quando a artista irá performar vestida com a obra síntese da exposição, um manto vermelho confeccionado em crochê, em cujas tramas serão inseridas pequenas pedras. Uma referência às pedras que chegavam diariamente nas mochilas escolares dos filhos de Laura. “Guardamos as pedras como uma espécie de tesouro e foi olhando para elas que comecei a pensar na composição do manto. A partir da ideia do manto, o projeto foi tomando forma e puxando reflexões sobre essa relação entre pesos e conquistas”, afirma a artista.</p>
<p>Durante a performance, haverá a intervenção do Grupo Risco!, que fará uma sessão de desenho com modelo vivo, registrando as poses propostas pela artista. Em seguida, haverá um bate-papo conduzido por Maíra Bruce com a presença de Laura Melo e o grupo de mulheres que participou das residências artísticas. O bate-papo terá a mediação de Bruna Pedrosa, que também irá publicar um texto crítico sobre a exposição, onde articula questões sobre a Arte Têxtil e a maternidade. Toda a atividade terá acessibilidade em Libras.</p>
<p>No dia 24, Vanessa Marques, da Ferva Acessibilidade, conduz uma visita guiada com audiodescrição à exposição e mediação das obras, da qual irão participar a artista Laura Melo e um consultor de audiodescrição, pessoa cega ou com baixa visão. Este trabalho, de acordo com Vanessa, envolve uma visita prévia da equipe ao espaço expositivo, para conhecer as obras, conversar com a artista e elaborar um roteiro de audiodescrição das imagens. “Criamos um grupo de WhatsApp com pessoas cegas e com baixa visão, por onde divulgamos os eventos. São sempre encontros de muita troca, ampliação de olhares e aprendizados mútuos. Arte e acessibilidade sempre nos mostram que somos seres com experiências inesgotáveis”, destaca Vanessa Marques.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO – Exposição O Peso e o Voo</strong><br />
Quinta-feira, 8 de maio, 19h: abertura<br />
Sábado, 17 de maio, a partir das 15h, a performance O Peso e o Voo + modelo vivo com o<br />
Grupo Risco! + bate-papo com artistas (acessibilidade em Libras)<br />
Sábado, 24, visita guiada com audiodescrição com a Ferva Acessibilidade</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Exposição: O PESO E O VOO, DE LAURA MELO<br />
Local: Galeria Maumau (R. Nicarágua, 173 &#8211; Espinheiro, Recife)<br />
ABERTURA: quinta, 8 de maio, 19h<br />
Entrada gratuita<br />
Mais informações: @opesoeovoo</p>
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		<title>Exposição dedicada ao educador Paulo Freire chega ao Museu do Estado de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 13:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 25 de novembro de 2022 a 12 de fevereiro de 2023, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) receberá a Ocupação Paulo Freire. O projeto foi concebido pelo Itaú Cultural de São Paulo em 2021, e agora chega ao Recife com a realização do Sesc em Pernambuco; Governo do Estado de Pernambuco (Secretaria de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/ocupacao-paulo-freire-museu-do-estado-de-pernambuco-mepe.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97276" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/ocupacao-paulo-freire-museu-do-estado-de-pernambuco-mepe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>De 25 de novembro de 2022 a 12 de fevereiro de 2023, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) receberá a Ocupação Paulo Freire. O projeto foi concebido pelo Itaú Cultural de São Paulo em 2021, e agora chega ao Recife com a realização do Sesc em Pernambuco; Governo do Estado de Pernambuco (Secretaria de Cultura e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco) e Prefeitura da Cidade do Recife (Secretaria de Educação, Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura).</p>
<p>Além da exposição, será ofertada uma programação composta por círculos de cultura, conferências, apresentações artísticas e culturais, exibição de filmes e lançamento de livros. A grade foi construída com o apoio de instituições parceiras como a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Oficina Francisco Brennand; Museu do Estado de Pernambuco (MEPE); Instituto de Educação e Direitos Humanos Paulo Freire e o Centro Paulo Freire de Estudos e Pesquisas.</p>
<p>A curadoria é dos Núcleos de Audiovisual e Literatura e de Educação e Relacionamento do Itaú Cultural, com expografia assinada por Thereza Faria. A Ocupação acompanha a trajetória de Freire, desde o nascimento, em 1921, passa pelo desenvolvimento do seu método de alfabetização – que, implantado em Angicos (RN) acabou ganhando dimensão internacional – e o segue nos diferentes países onde viveu, durante o exílio forçado pelo período militar, até seu retorno e atuação no Brasil, onde morreu em 1997.</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO -</strong> Uma animação com as páginas manuscritas de &#8220;Pedagogia do Oprimido&#8221;, o mais conhecido livro de Freire, abre o caminho para a exposição. Um mapa, chamado Paulo Freire no mundo, a encerra. Ele mostra todos os lugares que o educador alcançou nos diversos continentes com a sua obra, o trabalho de alfabetização de adultos e o compartilhamento de saber e ideias sobre a educação. O educador chegou a mais de 30 países e a repercussão de suas propostas comporta mais de três dezenas de livros – 28 deles, pertencentes ao acervo do Itaú Cultural, estão em exibição em uma estante na mostra.</p>
<p>Freire ainda foi merecedor de pelo menos 29 títulos Honoris Causa e foram realizadas dezenas de pesquisas sobre ele e sua obra, que também se desdobraram em Cátedras, Centros Acadêmicos, institutos e grupos de pesquisa. Homenagens e premiações como cidadão honorário, prêmios, medalhas, placas comemorativas de eventos, troféus, certificados diversos, condecoração e nomes de escolas, são outros dos reconhecimentos ao trabalho de Paulo Freire.</p>
<p>Entre a animação e o mapa, a exposição se estende pelo 1º andar do anexo Cícero Dias, dividida em quatro eixos – Formação, Angicos, Exílio e Retorno. No conjunto, apresenta cerca de 140 peças, entre 60 fotografias que registram Freire nas mais diversas situações e localidades no Brasil e no exterior, vídeos e dezenas de seus originais – do Livro do Bebê, feito pelos seus pais quando ele nasceu, a manuscritos de sua autoria, como À sombra desta mangueira, Pedagogia da Esperança e Pedagogia da Autonomia.</p>
<p>São originais também poemas e cartas, enviadas por ele e recebidas. Ainda, ali se encontram suas marginálias encontradas em livros de autores como o pintor Johann Moritz Rugendas, Erich Fromm, Aldous Huxley, Jacques Maritain ou Caio Prado Júnior, que ele lia e hoje fazem parte do conjunto nomeado pelo Instituto Paulo Freire de Biblioteca Pré-golpe.</p>
<p>Cartazes e ilustrações utilizados nas chamadas 40 horas de Angicos, nome do município do Rio Grande do Norte onde, pelo método freireano, cerca de 300 pessoas foram alfabetizadas em alguns dias, também fazem parte da mostra. É farto, ainda, o material documental e imagético de suas passagens pelo Chile e outros países como Quênia, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola e São Tomé e Príncipe, além da Suíça, onde viveu e trabalhou nos últimos anos antes de voltar para o Brasil.</p>
<p>O eixo Formação traz a nordestinidade de Paulo, com destaque para a sua infância, a família, a casa em que nasceu e se alfabetizou, no Recife – onde havia a mangueira sob a sombra da qual escreveu as primeiras palavras usando gravetos.</p>
<p>Em Angicos, de 1960 a 1964, encontra-se grande número de documentos e imagens que remetem a esta pequena cidade do Rio Grande do Norte e esmiúçam a experiência de alfabetização que ali desenvolveu. Entre eles, a documentação elaborada por Freire para a formação dos educadores envolvidos na experiência, material pedagógico e como eram feitas as aulas. Destaque, ainda, para documentos sobre o Plano Nacional de Alfabetização e outras aplicações do Sistema de Alfabetização Paulo Freire – o planejamento dos círculos de cultura pelo país e as experiências de alfabetização aplicadas no Acre, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Distrito Federal.</p>
<p>Exílio, abrange 1964 a 1980, quando o golpe civil-militar o fez permanecer em exílio por 16 anos. Há registros de sua saída do Brasil pela Bolívia antes de se instalar no Chile, onde escreveu Pedagogia do Oprimido, além de seus anos vividos nos Estados Unidos e na Suíça, suas atuações, na década de 1970, no Instituto de Ação Cultural (Idac) e a liderança de programas de educação e alfabetização em países africanos.</p>
<p>Nesse núcleo encontram-se outros importantes documentos do período, como as 14 folhas grampeadas do inquérito policial sobre a sua atuação na universidade, que acabou resultando em sua saída país.</p>
<p>Por fim, o eixo Retorno, de 1980 a 1997, mostra a vida de Paulo Freire quando votou ao Brasil com a anistia e começou a dar aulas na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e em outros círculos universitários. Passados três anos, em 1989, se tornou secretário municipal de Educação da prefeita de São Paulo Luiza Erundina. Paulo Freire morreu em maio de 1997, aos 75 anos, um ano após a publicação de Pedagogia da autonomia, sua última obra.</p>
<p>Este eixo encerra o percurso pela Ocupação e ainda revela a internacionalização de seu trabalho entre o mapa interativo e uma variedade de itens, como materiais de formação de educadores, minutas para projetos de lei prevendo melhoria das condições de trabalho dos profissionais e outros para a divulgação de ações específicas, como a criação e/ou reativação de conselhos de escola.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
“OCUPAÇÃO PAULO FREIRE”<br />
Local: Museu do Estado de Pernambuco &#8211; MEPE (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife &#8211; PE)<br />
Período: 25 de novembro de 2022 a 12 de fevereiro de 2023<br />
Funcionamento: Terça a sexta-feira: 09h às 17h | Sábados e domingos: 14h às 17h<br />
Agendamentos: <strong>educativo.mepe@gmail.com</strong></p>
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		<title>Festa de São Lourenço é intitulada como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 14:05:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE) reconheceu, nesta quinta-feira (4), por unanimidade, a Festa de São Lourenço Mártir como “Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco”. A festa acontece em homenagem a São Lourenço, santo católico que dá nome ao município de São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife (RMR). [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95874" aria-labelledby="figcaption_attachment_95874" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/2016-C42-2016.jpg"><img class="size-medium wp-image-95874" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/2016-C42-2016-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A festividade acontece há 88 anos, em São Lourenço da Mata</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE) reconheceu, nesta quinta-feira (4), por unanimidade, a Festa de São Lourenço Mártir como “Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco”. A festa acontece em homenagem a São Lourenço, santo católico que dá nome ao município de São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Esse é o primeiro registro em âmbito estadual totalmente tramitado sob o fluxo administrativo da <a href="https://legis.alepe.pe.gov.br/texto.aspx?tiponorma=1&amp;numero=16426&amp;complemento=0&amp;ano=2018&amp;tipo=&amp;url=" target="_blank"><strong>Lei Estadual de Registro de Bens Imateriais</strong></a>.</p>
<p>A Festa de São Lourenço Mártir, também conhecida como Festa de Agosto de São Lourenço da Mata, foi reconhecida por suas referências vinculadas à memória e formação do município, constituindo-se a principal celebração pública local. Após homologação do Governador do Estado, deverá ser inscrita no Livro Estadual de Registro das Celebrações.</p>
<p>O processo de registro, iniciado em 2021 por meio de requerimento encaminhado pela Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe), contou com o processo de identificação que envolveu pesquisadores e colaboradores do município, e que resultou em um dossiê apresentado à Secretaria de Cultura (Secult-PE) e à Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) para a instrução do processo. A decisão do CEPPC/PE será publicada em resolução e encaminhada para a publicação do decreto homologatório de registro do bem cultural, que será assinado pelo Governador do Estado.</p>
<div id="attachment_95872" aria-labelledby="figcaption_attachment_95872" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/reuniao-conselho-de-preservacao-oscar-barreto-foto-felipe-bessa-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-95872" alt="Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/reuniao-conselho-de-preservacao-oscar-barreto-foto-felipe-bessa-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O secretário estadual de Cultura, Oscar Barreto, comandou a reunião que concedeu o título de Patrimônio Imaterial de Pernambuco à Festa de São Lourenço. O encontro aconteceu nesta quinta-feira (4), na Arena Pernambuco</p></div>
<p><em>“Conduzi, enquanto secretário de Cultura de Pernambuco e presidente do CEPPC/PE, o Registro da Festa de São Lourenço Mártir. A reunião contou com a participação de todos os membros do Conselho de Preservação, que se reuniram lá em São Lourenço da Mata, na Arena Pernambuco, além da presença da Prefeitura, da Câmara dos Vereadores, do pároco da Igreja Matriz, num momento em que debatemos sobre a importância de tornarmos a festa de São Lourenço Mártir, como um Patrimônio de Pernambuco. Foi um momento histórico para a política pública do Estado, fazer do evento o primeiro registro no âmbito estadual”</em>, diz o secretário Oscar Barreto.</p>
<p><strong>HISTÓRICO -</strong> A Festa de São Lourenço Mártir é celebrada no município há 88 anos, e marca o dia do padroeiro da cidade. Realizada tradicionalmente dos dias 1º a 10 de agosto, as celebrações em homenagem a São Lourenço reúnem as dimensões religiosa e profana, compostas por novena, procissão, missa solene e shows na principal praça da cidade e na praça em frente à Igreja Matriz.</p>
<p>As celebrações não incluem apenas os rituais e cerimônias religiosas, mas também abrem o espaço para a festa pública que abarca em sua programação artística grande diversidade de manifestações culturais, especialmente na música e na cultura popular, além da instalação de barracas de comida e de artesanato. A festa movimenta um número significativo de fiéis da cidade e de localidades do entorno totalizando aproximadamente 150 mil pessoas que participam das comemorações, sendo conhecida como uma das maiores festas religiosas da RMR.</p>
<p>O dossiê apreciado pelo CEPPC/PE, coordenado pela historiadora Rosely Tavares, teve como referência a metodologia do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), adaptado às necessidades da pesquisa. O material contou ainda com a participação dos historiadores George Messias e Paulo Felipe, além de colaboradores que participam diretamente da elaboração e das celebrações católica e profana.</p>
<p><em>“Registrar a Festa de São Lourenço Mártir como patrimônio imaterial do Estado de Pernambuco é, acima de tudo, atender aos anseios e desejos dos munícipes de São Lourenço da Mata. É também um exemplo de que política pública é fruto de uma decisão política. E por fim, essa celebração que acaba de virar patrimônio imaterial deve inspirar novos pedidos, novas pesquisas, pois Pernambuco ainda tem muito a ensinar através do seu rico e valioso patrimônio cultural”</em>, diz Rosely Tavares, historiadora e coordenadora da pesquisa</p>
<p><strong>PROCESSO -</strong> O reconhecimento da Festa de São Lourenço Mártir seguiu os procedimentos administrativos previstos na <a href="https://legis.alepe.pe.gov.br/texto.aspx?tiponorma=1&amp;numero=16426&amp;complemento=0&amp;ano=2018&amp;tipo=&amp;url=" target="_blank"><strong>Lei Estadual nº 16.426</strong></a>, de 27 de setembro de 2018, que institui o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, sendo o primeiro registro realizado exclusivamente no âmbito do Estado de Pernambuco. Os demais bens imateriais pernambucanos reconhecidos como Patrimônio Imaterial foram registrados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em âmbito nacional e absorvidos pelo registro estadual (Art. 17. Lei Estadual nº 16.426/2018). Com o reconhecimento, a Festa de São Lourenço Mártir passará a ser objeto das políticas públicas de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial no Estado de Pernambuco, que envolve o fortalecimento das relações comunitárias com o bem cultural, o apoio e fomento às condições materiais de preservação, valorização, promoção e difusão da memória de festa e a gestão compartilhada por meio da promoção de coletivos e comitê gestor para a salvaguarda do bem imaterial.</p>
<div id="attachment_95875" aria-labelledby="figcaption_attachment_95875" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Festa-de-São-Lourenço-Mártir-em-São-Lourenço-da-Mata_Divulgação-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-95875" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Festa-de-São-Lourenço-Mártir-em-São-Lourenço-da-Mata_Divulgação-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A tradicional procissão em homenagem a São Lourenço Mártir tem passagem pela BR-408 e ganha as ruas da cidade</p></div>
<p><strong>SOBRE A FESTA -</strong> A programação religiosa é composta de realização diária de missas. No entorno da Igreja Matriz, são igualmente dispostas barracas com comidas típicas, artesanato e<em> souvenirs</em> da igreja. Há ainda a tradicional procissão em homenagem a São Lourenço Mártir, com saída ao lado da imagem do santo na BR-408. O cortejo ganha as ruas da cidade com destino ao Alto da Igreja Matriz, no Centro. Durante o período de solenidades acontece também a alvorada, tradicionalmente na virada do dia 9 para o dia 10, a data que se comemora o santo homenageado. Por fim, na noite do dia 10, uma missa campal é celebrada para encerrar os festejos.</p>
<p>O aspecto devocional ligado à celebração ao padroeiro da cidade se encontra com a grandiosidade de uma festa de rua calendarizada no município de São Lourenço da Mata, em cujo cenário se observa a grande circulação de pessoas de municípios de regiões vizinhas. Observa-se ainda a presença de romeiros, que chegam à cidade principalmente para acompanhar a procissão e missa solene no dia de São Lourenço.</p>
<p>Observa-se a manutenção de aspectos litúrgicos comuns às celebrações cristãs católicas e o alargamento do sentido devocional da festa para a implantação de uma outra tradição, a adaptação do modo de viver no município, em razão da realização de sua maior festa pública. São aspectos que alteram o habitar, o transitar e o viver em São Lourenço da Mata, causando diferentes sentidos de pertença entre os moradores e a festividade, bem como ressalta a ligação com o santo padroeiro.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco anuncia programação do 30º Festival de Inverno de Garanhuns</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 13:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A programação cultural mais aguardada do Estado está no ar. O Governo de Pernambuco inicia a contagem regressiva para o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), maior evento artístico do País, integralmente realizado com recursos governamentais. Coordenado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_94881" aria-labelledby="figcaption_attachment_94881" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/IMG_00291.jpg"><img class="size-medium wp-image-94881" alt="Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/IMG_00291-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O anúncio da programação do 30º FIG foi feito na manhã desta quinta-feira (30), diretamente da cidade de Garanhuns</p></div>
<p>A programação cultural mais aguardada do Estado está no ar. O Governo de Pernambuco inicia a contagem regressiva para o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), maior evento artístico do País, integralmente realizado com recursos governamentais. Coordenado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com a Prefeitura de Garanhuns, a 30ª edição do FIG contará com mais de 20 pólos culturais distribuídos pelo município. Serão mais de 800 atrações artísticas nas mais diversas linguagens: além da programação musical, estão confirmadas ações de literatura, formação, teatro, circo, audiovisual, dança, cultura popular, patrimônio, design, moda, artes visuais, fotografia e artesanato. Confira <a href="https://docs.google.com/document/d/1QAqWTLjbHExQYwRNELKWLnRSS1B7bg-i5bUTB9APRHM/edit?usp=sharing" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa do 30º FIG.</p>
<p>Este ano, o evento conta também com os apoios da Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco (Setur-PE), por meio da Empetur, Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe), além da parceria com Sesc-PE e Sebrae-PE.</p>
<p>De 15 a 31 de julho, o público poderá conferir a programação em 24 polos: além da Esplanada onde é montado o Palco Mestre Dominguinhos, o FIG2022 vai oferecer programação gratuita nas praças, nos parques, nos pavilhões, no teatro, na catedral, pelas ruas e em diversos outros espaços da cidade.</p>
<p>Como novidade este ano, serão oferecidas programações especiais e ações descentralizadas nos distritos de Iratama, Miracica e São Pedro, em Garanhuns, além da volta do Polo Castainho, no Quilombo Castainho (Zona Rural do município). Outro local que estreia na 30ª edição do FIG é o Centro de Produção Cultural, Tecnologia e Negócios do Sesc-PE. O espaço recém-inaugurado no município vai receber uma série de atrações das linguagens de teatro, dança, gastronomia e audiovisual, assim como ações de formação e a Plataforma FIG. A expectativa é que o município receba milhares de turistas durante o evento.</p>
<p>A força do FIG está não apenas no entretenimento que promove &#8211; shows, concertos, espetáculos, exposições, capacitações, seminários e encontros diversos -, mas também no fato de ser uma vitrine do que de mais atual está sendo produzido pelos artistas nacionais, das mais variadas linguagens da arte.</p>
<p>Segundo Oscar Barreto, secretário Estadual de Cultura, o Governo de Pernambuco está realizando um forte investimento de modelo público de promoção da Cultura para celebrar a edição de número 30 de um dos maiores festivais de cultura e arte do País.<em> “Além de ser um festival importantíssimo para a indústria cultural de Pernambuco, o FIG também movimenta a economia do Nordeste. No campo das artes, estamos garantindo que o FIG seja um território livre para fruição da nossa diversidade, da liberdade criativa e de todas as vivências artísticas e culturais, expressão da nossa própria identidade. Desde a vertente econômica aos valores simbólicos que representam a cultura, Pernambuco terá um evento que movimenta a cadeia produtiva do setor e que traz orgulho para nosso Estado”</em>, declarou o gestor.</p>
<p>De acordo com Severino Pessoa, presidente da Fundarpe, este vai ser o maior e melhor Festival de Inverno de Garanhuns que o Governo de Pernambuco já promoveu. <em>“Um FIG à altura da cultura pernambucana e da cidade de Garanhuns. Vamos poder proporcionar durante os 17 dias algo nunca visto em nosso Estado, com uma programação artística democrática que agregue todas as nossas expressões, abrindo espaço para o que há de novo na produção cultural sem deixar de lado a valorização das tradições populares”</em>, afirmou o presidente.</p>
<p>Para o prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, o tempo é de celebrar.<em> &#8220;Depois de dois anos sem poder realizar grandes eventos, estamos fazendo essa retomada de forma ainda mais grandiosa, comemorando os 30 anos do FIG. Neste contexto, nossa fala inicial não poderia ser diferente, se não de agradecimento, ao secretário de Cultura Oscar Barreto, a todos da Fundarpe e, em especial, ao governador Paulo Câmara; que compreenderam e aceitaram o nosso pleito de ampliar o Festival, para que pudéssemos contemplar três finais de semana, além de aumentar para 25 polos, incrementados com mais de 800 atrações. Vamos poder proporcionar o maior, o melhor e mais intenso Festival de Inverno da história de Garanhuns e de Pernambuco. Agora é a hora de se organizar e vir curtir, de 15 a 31 de julho, o FIG 30 anos. Garanhuns espera vocês de braços abertos&#8221;</em>, disse ele.</p>
<p>Além da Secretaria de Cultura e Fundarpe, mais de uma dezena secretarias e órgãos estaduais estão envolvidos, como as Secretarias de Defesa Social, Saúde, Educação e Desenvolvimento Social, Criança e Juventude; Política de Prevenção às Drogas, Turismo, Mulher, Desenvolvimento Urbano e Habitação, Infraestrutura e Recursos Hídricos; Meio Ambiente e Sustentabilidade; Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, DER, Detran e Polícia Científica. Essas instituições governamentais estão levando serviços diversos, garantindo ações efetivas em diversas áreas, como segurança, saúde e infraestrutura. São ações voltadas para apoiar a população e os turistas durante os 17 dias do FIG, garantindo que esse, que é considerado o maior festival multiartístico do Brasil tenha sucesso mais uma vez.</p>
<p><strong>MÚSICA -</strong> Na programação musical, o 30º FIG oferece um cardápio variado de nomes como Diogo Nogueira, Xamã, Anavitória, Nando Reis, Martins, Lenine, Spokfrevo Orquestra, Jota Quest, Titãs, Pitty, Duda Beat, Chico César e Geraldo Azevedo, Gal Costa, Banda Sentimentos, Jorge Vercilo, Conde Só Brega, Raphaela Santos, Santana, Dead Fish, Sepultura, Cátia de França, Hamilton de Holanda, Amaro Freitas, Luedji Luna, Adriana Calcanhoto, Bala Desejo, Geraldo Maia, Lucas dos Prazeres, Solange Almeida, Tribo de Jah, Majur, Baco Exu do Blues, Felipe Ret, Mano Walter, César Menori &amp; Fabiano, Marcelo Falcão, Margareth Menezes, Xande de Pilares, Tulipa Ruiz, Fafá de Belém, José Augusto, Juliano Holanda, Banda Eddie, Cordel do Fogo Encantando, Otto e Jorge Du Peixe.</p>
<p><strong>JORNADA DE MCs -</strong> Evento que enriquece a grade do Festival de Inverno de Garanhuns desde 2017, a Jornada de MCs reúne cerca de 100 jovens artistas do movimento hip hop. São mulheres e homens das periferias de todo Estado celebrando a cultura<em> hip hop</em>, sob o comando das bases musicais do DJ BIG. Nesta edição do FIG, a produção reservou dois dias no Parque Euclides Dourado, ocupando o Som da Rural nos dias 29 (sexta) e 30 (sábado).</p>
<p><strong>FORMAÇÃO -</strong> Em 2022, o FIG resgata seu perfil formador, seu compromisso com a produção do conhecimento e com o papel transformador da cultura na vida das pessoas. Na sua 30ª edição, o Governo de Pernambuco em parceria com o Sesc-PE, a UFAP, Aesga &#8211; Casa dos Saberes, a Funase, o Quilombo de Castainho e coletivos indígenas, irá promover seminários, rodas de diálogo, palestras e exposições. Está sendo montada uma grande programação voltada para ações de formação. Além das cerca de 50 oficinas formativas, haverá outras ações como o Seminário Arte, Cultura e Política, previsto para acontecer entre os dias 25 e 29 de julho. O Polo Castainho, no Quilombo Castainho, Zona Rural de Garanhuns, será outro núcleo de iniciativas para a capacitação nas áreas de cultura, educação, cidadania e tecnologia.</p>
<p><strong>PLATAFORMA -</strong> Outra proposta que merece destaque é a programação na Plataforma FIG, um espaço que promove a discussão sobre temas como mercado cultural, comunicação, inovação, entre outros temas, sempre trazendo renomadas figuras do segmento da música e da cultura de Pernambuco e do Brasil. Na Plataforma FIG, são oferecidas diversas de mesas redondas, debates e palestras que buscam atrair novas parcerias para impulsionar a cadeia produtiva local.</p>
<p><strong>VIVA TEREZA -</strong> No hall da entrada no Sesc, ficará exposto durante todo o festival um conjunto de sete obras de Tereza Costa Rêgo, intitulada Sete Luas de Sangue, numa parceria com a Cepe.</p>
<p><strong>HOMENAGEADOS -</strong> Seguindo a tradição de homenagear grandes nomes da cultura pernambucana e nacional, o 30º Festival de Inverno de Garanhuns vai prestar uma série de tributos a artistas e movimentos culturais importantes. Dentre eles, os 30 anos do Movimento Manguebeat; Banda de Pífanos Folclore Verde do Castainho; o bailarino e Patrimônio Vivo do Estado, André Madureira; a atriz Geninha da Rosa Borges, o fundador do Boi da Macuca, Zé da Macuca, os músicos Henrique Annes, Guitinho da Xambá e Paulo Rafael, falecidos recentemente; e a Patrimônio Vivo do Estado, Índia Morena, que terá seu nome estampado na lona de circo do FIG. Já a Praça da Palavra, espaço literário do FIG, receberá o nome da escritora mineira Maria Carolina de Jesus, autora responsável pelas célebre obra &#8220;Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada&#8221;, publicado em 1960.</p>
<p><strong>PALCO ESTAÇÃO -</strong> Outra novidade para este ano é que o Teatro Luiz Souto Dourado vai abrigar o novo Palco Estação, com apresentações musicais intimistas e voltadas para um público máximo de 600 pessoas. Participam desta programação artistas como Adriana Calcanhoto, Cátia de França, Áurea Martins, Cida Moreira, Geraldo Maia, João Fênix, Ocupação Reverbo, Olivia Hime e Francis Hime, PC Silva, e o projeto Desengaiola, com Pedro Miranda, Alfredo Del Penho, João Cavalcanti e Moyses Marques. Em geral, as sessões serão realizadas às 18h, com alguns dias e atrações tendo sessões extras às 12h.</p>
<p><strong>OUTRAS NOVIDADES -</strong> Este ano o FIG conta com um grande número de novos parceiros, dentre eles a Adepe, parceria na realização do Armazém das Artes e Negócios, voltado para a comercialização de produtos do artesanato pernambucano. Já a Loja de Moda Autoral de Pernambuco (Mape) também estará presente no Parque Euclides da Cunha, próximo à biblioteca, numa parceria com o Sebrae. A proposta é oferecer ao público uma loja com produtos pernambucanos, além de um espaço formativo e para desfiles de moda.</p>
<p><strong>CULTURA POPULAR -</strong> Começando no dia 22 e seguindo até o 31 de julho, último dia do FIG2022, a programação do Polo de Cultura Popular vem com destaques como os Patrimônios Vivos de Pernambuco Mestre Galo Preto, a Troça Cariri Olindense, Clube Elefante de Olinda e Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo. Ao todo, 80 atrações das mais diversas expressões da Cultura Popular vão de subir ao palco, que permanece localizado no Centro Comercial de Garanhuns. As apresentações começam a partir das 11h nos dias de semana e nos finais de semana, começam às 10h.</p>
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		<title>Estado firma convênio com prefeitura para requalificação do Cine Olinda</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2022 14:49:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_94713" aria-labelledby="figcaption_attachment_94713" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Aluisio Moreira/SEI</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Olinda-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-94713" alt="Aluisio Moreira/SEI" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Olinda-3-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">A assinatura do convênio reuniu diversas autoridades no Palácio do Campo das Princesas, dentre elas, Oscar Barreto (secretário de Cultura de Pernambuco) e Severino Pessoa (presidente da Fundarpe)</p></div>
<p>O governador Paulo Câmara firmou, nesta quarta-feira (22), um convênio com o prefeito de Olinda, Professor Lupércio, para recuperação e requalificação do Espaço Cultural Cine Olinda, inserido no tombamento que delimita o acervo arquitetônico, urbanístico e paisagístico do município. Com um investimento estimado em cerca de R$ 1,9 milhões, os serviços incluem climatização, tratamento da fachada, recuperação dos pisos e revestimento das paredes, urbanização da área externa do cinema, entre outras ações.</p>
<p><em>“Os recursos já serão repassados e a prefeitura terá um prazo para contratar a empresa especializada para os serviços e vai entregar o equipamento funcionando. O Cine Olinda é um espaço cultural importantíssimo, que será de grande serventia tanto nas atividades culturais, como no entretenimento da população”</em>, reforçou Paulo Câmara.</p>
<p>O prefeito, por sua vez, enfatizou a relevância do espaço cultural para o <em>município. “Sabemos a importância de um cinema, principalmente este, que é centenário e, infelizmente, estava parado há 40 anos em um ponto tão estratégico da cidade. Vamos fazer essas obras o mais rápido possível, para que possamos entregá-lo não só aos olindenses, mas a todos os pernambucanos”</em>, afirmou Lupércio.</p>
<p>Participaram da solenidade o secretário estadual de Cultura, Oscar Barreto; o presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Severino Pessoa; o diretor-presidente da Companhia Estadual de Habitação e Obras (CEHAB), Bruno Lisboa; e o vice-prefeito de Olinda, Márcio Botelho.</p>
<p><strong>CINE OLINDA -</strong> O equipamento cultural está inserido no polígono de tombamento que delimita o acervo arquitetônico, urbanístico e paisagístico da cidade de Olinda.</p>
<p>O Cine Olinda está situado num contexto urbano heterogêneo. Na região onde foi construído estão o Clube Atlântico, os Correios e Telégrafos, e, do outro lado da Avenida Sigismundo Gonçalves, a Praça da Liberdade. Do ponto de vista urbanístico a edificação pertence ao processo de ocupação das faixas de praia em Olinda, datada do início do século XX, quando o banho de mar e atividades de lazer possibilitou a retomada, embora frágil do crescimento urbano da cidade.</p>
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