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	<title>Portal Cultura PE &#187; Governo Federal</title>
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		<title>Governo de Pernambuco lança editais da Política Nacional Aldir Blanc do Ciclo II com investimento de R$ 12,6 milhões</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 23:09:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-04-at-18.25.38.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122801" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-04-at-18.25.38-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), lança três editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) do Ciclo II, com investimento total de R$ 12,6 milhões. As chamadas públicas – já disponíveis no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/">Mapa Cultural de Pernambuco</a> –, visam fortalecer a cadeia produtiva da cultura, ampliar o acesso a recursos e incentivar iniciativas em diferentes linguagens artístico-culturais e territórios do estado.</p>
<p dir="ltr">“O Governo do Estado, junto ao Governo Federal, segue no compromisso de viabilizar incentivos em diversas frentes, para que a cultura chegue a mais territórios, linguagens e agentes culturais, fortalecendo quem faz cultura no dia a dia e garantindo mais oportunidades em todo Pernambuco”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">O Edital nº 001/2026 – Formação Cultural destina R$ 6 milhões ao apoio de ações individuais e coletivas de educação e formação em 15 categorias, entre elas audiovisual, música, dança, teatro e ópera, culturas populares e tradicionais, literatura, gastronomia e patrimônio. Serão selecionadas 20 propostas por categoria, o que resulta em um total de 300 propostas contempladas, com repasse de R$ 20 mil cada, priorizando iniciativas desenvolvidas em territórios periféricos e de maior vulnerabilidade social.</p>
<p dir="ltr">O Edital nº 002/2026 – Museus e Bibliotecas investe R$ 3,6 milhões em 80 propostas voltadas à modernização e aquisição de bens culturais, apoio à programação continuada de museus e espaços de memória, inventário e digitalização de acervos, além da estruturação de bibliotecas públicas e comunitárias, com valores entre R$ 40 mil e R$ 50 mil por projeto, conforme a categoria.</p>
<p dir="ltr">Já o Edital nº 003/2026 – Aquisição de Bens e Serviços Culturais aplica R$ 3 milhões na seleção de 100 propostas, em categoria única, com apoio de R$ 30 mil cada, voltadas à aquisição de equipamentos, materiais e contratação de serviços essenciais à execução de iniciativas artístico-culturais em Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Poderão se inscrever pessoas físicas, grupos ou coletivos sem constituição jurídica, Microempreendedor Individual (MEI) e pessoas jurídicas com ou sem fins lucrativos, conforme as especificidades de cada edital.</p>
<p dir="ltr">Informações, dúvidas e outros esclarecimentos sobre os editais, podem ser prestados por meio do e-mail <a href="mailto:pnabpe2@secult.pe.gov.br">pnabpe2@secult.pe.gov.br</a>, pelo atendimento oficial da Secult-PE, através do WhatsApp (81) 3184-3018, de segunda a sexta, das 8h às 17h, e pelo Instagram <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>Pesquisa inédita revela cidade pernambucana entre as maiores concentrações de casas de culto afro-indígenas do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 17:07:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cidade de Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, acaba de ganhar visibilidade nacional e internacional, por meio da internet, com a divulgação do “Dossiê Território Ancestral”, levantamento inédito que identificou 19 casas de culto afro-indígena em funcionamento, colocando o município entre as maiores concentrações de terreiros do Brasil. Com incentivo da Política [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121819" aria-labelledby="figcaption_attachment_121819" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisa-inédita-revela-cidade-pernambucana-entre-as-maiores-concentrações-de-casas-de-culto-afro-indígenas-do-Brasil.png"><img class="size-medium wp-image-121819" alt="Fotos: Território Ancestral/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisa-inédita-revela-cidade-pernambucana-entre-as-maiores-concentrações-de-casas-de-culto-afro-indígenas-do-Brasil-607x335.png" width="607" height="335" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Território Ancestral/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">A cidade de Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, acaba de ganhar visibilidade nacional e internacional, por meio da internet, com a divulgação do <strong>“Dossiê Território Ancestral”</strong>, levantamento inédito que identificou 19 casas de culto afro-indígena em funcionamento, colocando o município entre as maiores concentrações de terreiros do Brasil. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Ministério da Cultura (MinC) e Governo Federal, a pesquisa – realizada por três jovens praticantes das tradições ancestrais –, reúne textos, fotos, vídeos e geolocalização em plataforma digital de acesso público.</p>
<p dir="ltr">“O projeto foi idealizado e coordenado por Jaifalerì, Babalossayn do Ylê Axé Xangô Ayrá, que nasceu e cresceu em terreiro. Ele lidera a investigação ao lado da produtora cultural Belisa Alves, filha de santo da orixá Oxum, e do fotógrafo Edgar Lira, filho de santo de Ogum. Juntos, os três assinam o estudo, que tem como proposta ser um instrumento e gesto político de afirmação identitária e enfrentamento ao racismo religioso. O trabalho conta com a gestão da Baobá Produção Cultural.</p>
<p dir="ltr">A equipe percorreu bairros urbanos, comunidades rurais e áreas de difícil acesso para registrar, com escuta e respeito, a diversidade das práticas encontradas. A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações. Esses espaços atendem moradores locais e de toda a região, formando redes espirituais que atravessam a Zona da Mata e chegam até a Região Metropolitana do Recife.</p>
<p dir="ltr">A metodologia seguiu referências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e priorizou o protagonismo das próprias lideranças religiosas. “Mapear não é invadir, é proteger”, explica Belisa Alves, responsável pela execução geral. Ela destaca que o projeto só aconteceu porque foi conduzido por pessoas que pertencem à cultura que pesquisam. “Quando praticantes realizam a escuta, há reconhecimento, confiança e troca de saberes que nenhuma pesquisa distante alcança.”</p>
<div id="attachment_121820" aria-labelledby="figcaption_attachment_121820" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/photo_5085066641255017853_y.jpg"><img class="size-medium wp-image-121820" alt="A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/photo_5085066641255017853_y-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações.</p></div>
<p dir="ltr">O fotógrafo Edgar Lira captou mais de 140 imagens oficiais, registrando lideranças, objetos rituais, espaços sagrados e cenas do cotidiano dos terreiros. Seu olhar, como filho de santo do orixá Ogum, reforça a ideia de que tecnologia e ancestralidade não se opõem, mas caminham juntas. O acervo audiovisual também integra o documentário “Território Ancestral”, que amplia o alcance da pesquisa.</p>
<p dir="ltr">Os dados foram apresentados na <em>Mostra Território Ancestral</em>, que reuniu mães e pais de santo, pesquisadores e moradores. O encontro exibiu o documentário, lançou o dossiê e projetou em telão as informações levantadas, garantindo devolutiva pública. Apesar dos convites, instituições municipais e estaduais pouco compareceram. Para a coordenação, a ausência evidencia desafios estruturais, entre eles a falta de apoio institucional e o avanço da intolerância religiosa.</p>
<p dir="ltr">Ainda assim, o projeto aponta caminhos: fortalecimento de redes, visibilidade das tradições, protagonismo dos povos de terreiro e produção de conhecimento acadêmico a partir de dentro das comunidades. “Este trabalho é continuidade”, diz Jaifalerì. “É a certeza de que as próximas gerações terão acesso à história que sempre existiu, mas que muitas vezes foi silenciada. A ancestralidade não é passado: é presente e futuro.”</p>
<p dir="ltr">Para conhecer mais detalhes sobre o território, ver os rostos das lideranças, entender as histórias, caminhar pelos espaços sagrados e mergulhar nas tradições que moldam a cidade, o dossiê completo está disponível para acesso livre no site <a href="http://territorioancestral.com.br">territorioancestral.com.br</a>.</p>
<p dir="ltr">Outra forma de acessar a pesquisa é pelo perfil do projeto no <a href="instagram.com/mapeamentoancestral">@mapeamentoancestral</a>, onde são compartilhados bastidores, registros e depoimentos das casas visitadas. E, para quem prefere o audiovisual, o documentário “Território Ancestral” pode ser assistido <a href="https://www.youtube.com/@Territ%C3%B3rioAncestral">no canal do projeto no YouTube</a>, gratuitamente.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre Paudalho</strong> &#8211; Município com cerca de 56 mil habitantes, está localizado a pouco mais de 40 quilômetros do Recife, em uma área histórica que se formou entre o rio Capibaribe, antigos aldeamentos indígenas e a expansão dos engenhos de cana-de-açúcar entre os séculos XVII e XIX. O nome da cidade vem do pau-de-alho, árvore nativa que exalava cheiro forte e marcava o território onde o povoado se consolidou. Antes disso, a região foi conhecida como Miritiba, aldeamento indígena administrado pelos franciscanos, mesmo local associado às origens de Felipe Camarão, liderança indígena fundamental na resistência contra os holandeses no século XVII.</p>
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		<title>Cine Piaba leva crianças de projetos sociais e escolas públicas para sessões de cinema em Petrolina</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 19:33:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cine-Teatro Massangano, no CEU das Águas do município de Petrolina (Sertão), recebe a partir desta segunda-feira (17) a mostra infantil Cine Piaba. O programa conta com sessões diárias, até sexta-feira (21), com seis curtas-metragens pernambucanos para receber crianças de instituições sociais e escolas públicas da cidade. Toda a programação é gratuita. O projeto foi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116245" aria-labelledby="figcaption_attachment_116245" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-17-at-09.11.41.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116245" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-17-at-09.11.41-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme Chico e Flor contra os Monstros da Ilha do Fogo</p></div>
<p>O Cine-Teatro Massangano, no CEU das Águas do município de Petrolina (Sertão), recebe a partir desta segunda-feira (17) a mostra infantil Cine Piaba. O programa conta com sessões diárias, até sexta-feira (21), com seis curtas-metragens pernambucanos para receber crianças de instituições sociais e escolas públicas da cidade. Toda a programação é gratuita.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE) e tem apoio financeiro do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via Lei Paulo Gustavo (LPG), direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) do governo federal.</p>
<p>“Estamos mais uma vez ocupando esse espaço cultural na periferia de Petrolina para promover ações culturais gratuitas para a população. Nesse projeto o foco é atender crianças de instituições sociais e escolas públicas de vários bairros da cidade, muitas delas chegando pela primeira vez ao cine-teatro”, diz a coordenadora de produção Nilzete Miranda.</p>
<p>A mostra de cinema infantil selecionou curtas-metragens de realizadores pernambucanos para montar um programa de exibições com temas regionais e variados. A curadoria pauta principalmente obras que discutem temas sociais de forma lúdica, como bullying, racismo, questões de sustentabilidade e meio ambiente. Todos os temas também integram as conversas da mediação cultural realizada com o público participante.</p>
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		<title>3ª Mostra Rural de Cinema leva cultura audiovisual às comunidades rurais de Vicência</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 15:06:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os distritos rurais do município de Vicência, na Zona da Mata Norte pernambucana, recebem esta semana a 3ª Mostra Rural de Cinema. Com o objetivo de aproximar o público da Sétima Arte, a iniciativa leva ao ar livre, de forma gratuita, exibições de curtas-metragens produzidos por cineastas pernambucanos, além de uma oficina voltada para a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115588" aria-labelledby="figcaption_attachment_115588" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/3ª-Mostra-Rural-de-Cinema-leva-cultura-audiovisual-às-comunidades-rurais-de-Vicência-em-Pernambuco_.jpg"><img class="size-medium wp-image-115588" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/3ª-Mostra-Rural-de-Cinema-leva-cultura-audiovisual-às-comunidades-rurais-de-Vicência-em-Pernambuco_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">3ª Mostra Rural de Cinema</p></div>
<p>Os distritos rurais do município de Vicência, na Zona da Mata Norte pernambucana, recebem esta semana a 3ª Mostra Rural de Cinema. Com o objetivo de aproximar o público da Sétima Arte, a iniciativa leva ao ar livre, de forma gratuita, exibições de curtas-metragens produzidos por cineastas pernambucanos, além de uma oficina voltada para a formação audiovisual. A programação é realizada nas localidades de Borracha, Angélicas, Murupé e Trigueiros, sempre às 19h.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE) e tem apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) do governo federal.</p>
<p>A Mostra Rural de Cinema tem como propósito democratizar o acesso à cultura, incentivar a criatividade local e celebrar a rica diversidade da produção audiovisual pernambucana. A proposta busca ainda fortalecer a expressão artística nas comunidades rurais ampliando a visibilidade das histórias e talentos dessas localidades.</p>
<p>Durante os dias de evento o público tem a chance de assistir a oito curtas-metragens selecionados pelo curador Caio Dornelas, cineasta e idealizador de projetos como a Mostra Canavial de Cinema e o Curso Engenho de Imagens. Caio é um dos principais nomes do audiovisual na Zona da Mata Norte de Pernambuco, com uma carreira marcada pela direção e produção de obras que circulam em festivais no Brasil e no exterior.</p>
<p>Além das sessões de cinema, a mostra promove, durante o dia, a oficina teórico-prática O Mundo e o Minuto, conduzida pela cineasta Mila Nascimento. A oficina é direcionada a jovens e adultos interessados em explorar a linguagem audiovisual com dispositivos móveis. Formada em cinema e audiovisual pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ela traz sua experiência como videomaker e educadora para capacitar os participantes a criarem suas próprias produções. A formação é realizada no Núcleo de Assistência Social de cada distrito.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Dia 20:</strong> Borracha – em frente à Igreja Nossa Senhora de Fátima<br />
<strong>Dia 21:</strong> Angélicas – Rua José Francisco Melo, em frente ao campo<br />
<strong>Dia 22:</strong> Murupé – Rua do Cruzeiro<br />
<strong>Dia 23:</strong> Trigueiros – Praça Central</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Curtas selecionados</span>:</strong></p>
<p><em>O Homem da Mata</em>, de Antônio Carrilho (Condado)<br />
<em>Ciranda Feiticeira</em>, de Lula Gonzaga e Tiago Delácio (Itamaracá)<br />
<em>O Crochê que Me Deu</em>, de João Oliveira (Macaparana)<br />
<em>Na Boca da Noite à Barra do Dia</em>, de Tiago Delácio (Condado)<br />
<em>Rei da Ciranda Pesada</em>, de Cíntia Lima (Carpina)<br />
<em>Pedro e Inácio</em>, de Caio Dornelas (Nazaré da Mata)<br />
<em>Quebra Panela</em>, de Rafael Anaroli (Condado)<br />
<em>Noé da Ciranda</em>, de João Marcelo (Surubim)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Coordenação geral: Juliana Queiroga<br />
Coordenação técnico e design: Lucas Diz<br />
Produção: Manoel Felipe<br />
Produção executiva: Amata Produção<br />
Curadoria: Caio Dornela<br />
Ministração da oficina: Mila Nascimento<br />
Assistência de produção: Franklin Júnior<br />
Social mídia: Viviane Albuquerque<br />
Assessoria de imprensa: Salatiel Cícero<br />
Assistência administrativa: Juçara Queiroga</p>
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		<title>Pesqueira é palco do 14º Encontro de Sábios Lonjy Abaré</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 14:15:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para o 14º Encontro de Sábios Lonjy Abaré, que ocorre de sexta-feira (24) até o domingo (26), na Casa das Sementes Mãe Zenilda, no Território Indígena Xukuru do Ororubá, no município de Pesqueira, no Agreste de pernambucano. O encontro, que integra o calendário tempo-encanto xukuru, é um momento especial no qual [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115582" aria-labelledby="figcaption_attachment_115582" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Casa-das-sementes.-créditos-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115582" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Casa-das-sementes.-créditos-divulgação-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Casa das Sementes Mãe Zenilda</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições para o 14º Encontro de Sábios Lonjy Abaré, que ocorre de sexta-feira (24) até o domingo (26), na Casa das Sementes Mãe Zenilda, no Território Indígena Xukuru do Ororubá, no município de Pesqueira, no Agreste de pernambucano. O encontro, que integra o calendário tempo-encanto xukuru, é um momento especial no qual os sábios da etnia xukuru compartilham suas visões, estudos e leituras sobre a natureza orientando o planejamento do ano de plantar-colher-comer-celebrar.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE) e tem apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via Lei Paulo Gustavo (LPG), direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) do governo federal.</p>
<p>Este ano o evento foi ampliado para três dias de programação, com rodas de conversa, vivências, apresentações culturais e guyanças, oferecendo uma rica oportunidade para todos aprenderem com os sábios e sábias xukurus, que transmitem suas formas de conhecer e viver na busca por uma terra sem males.</p>
<p>As inscrições para o evento, que são gratuitas para indígenas e povos de comunidades tradicionais, podem ser feitas por meio do <a title="Inscrição: XIV Encontro de Sábios Xukuru do Ororubá - Lonjy Abaré" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScoe2ZxnBOV8GF-x1OQt26uryBpJkSJYClELhDQQalMQ_b-7g/viewform?pli=1" target="_blank"><strong>formulário on-line</strong></a>.</p>
<div id="attachment_115583" aria-labelledby="figcaption_attachment_115583" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Lonjy-abaré-2022.-Créditos-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115583" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Lonjy-abaré-2022.-Créditos-divulgação-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de Sábios Lonjy Abaré</p></div>
<p>Projeto foi contemplado na Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE)</p>
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		<title>Cais do Sertão recebe Primeira Sambada de Cavalo Marinho da Capital</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 19:10:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez no Recife acontece uma sambada de cavalo marinho genuína e tradicional, do anoitecer até “quebrar a barra do dia” (amanhecer). A atividade, que ocorre no Cais do Sertão, neste sábado (28), a partir das 20h, é conduzida pelo Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado, da Zona da Mata Norte pernambucana, Patrimônio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115252" aria-labelledby="figcaption_attachment_115252" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Mestre-Agnaldo-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115252" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Mestre-Agnaldo-2-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Agnaldo</p></div>
<p>Pela primeira vez no Recife acontece uma sambada de cavalo marinho genuína e tradicional, do anoitecer até “quebrar a barra do dia” (amanhecer). A atividade, que ocorre no Cais do Sertão, neste sábado (28), a partir das 20h, é conduzida pelo Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado, da Zona da Mata Norte pernambucana, Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, comandado por mestre Agnaldo. O acesso é gratuito.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via LPG, direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) do governo federal.</p>
<p>A Primeira Sambada de Cavalo Marinho da Capital é uma realização da Sambaqui Criações, com corodução do Instituto Casa Astral e conta com o apoio do Centro Cultural Cais do Sertão e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).</p>
<p>É uma oportunidade para recifenses, turistas e todos os admiradores e amantes da cultura popular explorarem e celebrarem a rica tradição cultural da sambada de cavalo marinho, uma manifestação cultural única, com raízes na Zona da Mata Norte de Pernambuco, e que mistura música, poesia, teatro e dança. Contemplando e preservando o folguedo, brincantes e admiradores da cultura, com o tempo ideal para manifestar as expressões corporais e cotidianas da brincadeira em seu formato mais tradicional.</p>
<p>O evento conta também com duas oficinas de cavalo marinho, que são realizadas nesta sexta-feira (27), no mesmo local, também por mestre Agnaldo. As atividades são gratuitas e abertas para todos os interessados e conta com intérprete de libras.</p>
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		<title>Com Semeadoras, Geisiara Lima celebra força das mulheres guardiãs de saberes ancestrais</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 17:34:38 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115056" aria-labelledby="figcaption_attachment_115056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/MLF_9719.jpg"><img class="size-medium wp-image-115056" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/MLF_9719-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A poeta e artista visual Geisiara Lima</p></div>
<p>A Zona da Mata Norte de Pernambuco recebe neste sábado (14), às 19h, o lançamento da exposição <em>Semeadoras</em>, da poeta e artista visual Geisiara Lima. O evento, que acontece no Atelier Valcira Santiago, no município de Goiana, é aberto ao público e conta com apresentações musicais de Mônica Maria e DJ S.A.M. unindo artes visuais, música e cultura em uma noite memorável.</p>
<p><em>Semeadoras</em> é uma realização da produtora cultural Hevelyne Pereira, com incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), do Governo de Pernambuco, do Ministério da Cultura (MinC) e do governo federal. A curadoria é da artista visual Aline Vieira.</p>
<p>A exposição apresenta uma série de ilustrações que enaltecem as mulheres como guardiãs de práticas ancestrais e saberes ligados à terra e à cura. Nas telas Geisiara Lima explora os papéis centrais das mulheres em rituais de espiritualidade e conexão com a natureza evidenciando sua resiliência e sua contribuição indispensável para a saúde e o bem-estar de comunidades da Zona da Mata.</p>
<p>Por meio de sua arte, Geisiara lança luz sobre as histórias de mulheres contemporâneas que continuam a preservar e reinventar esses saberes e promove um diálogo sobre a importância da memória, da resistência cultural e da sustentabilidade. <em>Semeadoras</em> convida o público a refletir sobre a conexão entre passado, presente e futuro celebrando a força das mulheres e sua contribuição para a construção de um mundo mais integrado à natureza.</p>
<p>“Na exposição é possível encontrar as figuras da minha avó, da minha mãe, da minha filha, das minhas tias, figuras que estão representadas em pássaros. Meus desenhos focam nas minhas experiências porque acredito que isso traz mais verdade para a arte. Dentro da pintura, a gente vai trazendo um pouco de si, um pouco da ansiedade que eu vivo, do meu processo na maternidade, da histórias da minha vó, que era uma agricultora familiar que conhecia muito das plantas, e da Zona da Mata, que é esse lugar onde cresci, onde vivo, e que por isso está representado na minha arte”, revela Geisiara.</p>
<p>No dia do lançamento a poeta e artista visual conduz um diálogo com o público apresentando as obras que compõem a exposição. A fusão de sua poesia com as artes visuais está em evidência trazendo uma experiência imersiva que conecta palavras e imagens de forma única.</p>
<p>“Sempre acompanhei o trabalho de Geisiara e comecei a me encantar pelos desenhos que ela postava no Instagram. E, a partir disso, conversei com ela e a convidei para realizar o projeto da exposição, porque acredito que ela precisa ocupar outros lugares, provocar e formar outros públicos. É um projeto que tem como um dos objetivos proporcionar para a Zona da Mata uma maior valorização e contato com uma exposição de arte, um projeto que foi pensado para essa região e é feito por e para as pessoas daqui”, conta Hevelyne Pereira.</p>
<p>“Essa exposição é importante não só para mim, que depois de 15 anos pintando ocuparei um espaço com a minha arte. Ela é importante para todas as mulheres da Zona da Mata, que vão poder se inspirar. Não é fácil, porque não possuímos espaço, mas juntas nós podemos criar parcerias para realizar. Por isso quero que outras mulheres vejam a exposição e pensem ‘eu também posso fazer’”, conclui a artista Geisiara.</p>
<p><strong>A ARTISTA –</strong> Nascida em Itambé, em 1989, Geisiara Lima é uma das artistas mais proeminentes da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Graduada em filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Geisiara transita com maestria entre a poesia e as artes visuais, utilizando ambas as linguagens para abordar temas como ancestralidade, resistência e natureza.</p>
<p>Como poetisa, Geisiara já participou de diversas antologias literárias, incluindo Movimento Silêncio Interrompido: <em>Goiana Revisitada</em> e <em>Antologia dos Poetas Nazarenos</em>. É autora de livretos como <em>Putrefatos</em>, produzido em parceria com Anderson Coelho, e teve suas obras publicadas em revistas, zines e e-books demonstrando sua versatilidade em alcançar diferentes públicos.</p>
<p>No campo das artes visuais, Geisiara se destaca como ilustradora, com trabalhos que incluem capas de livros, cartazes e projetos artísticos. Sua produção combina de forma única a poesia e a imagem, criando uma narrativa coesa e sensível que reflete sua visão artística.</p>
<p>Além de sua produção individual, Geisiara é uma agente cultural ativa, coordenando projetos como Caçadores de Rascunho e o coletivo Ispia!, que promovem exposições, oficinas e intervenções culturais na região. Seu compromisso com a democratização da arte fortalece sua missão de transformar a cultura em um espaço acessível e inclusivo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento da exposição <em>Semeadoras</em>, de Geisiara Lima –</strong> <em>sábado (14), às 19h, no Atelier Valcira Santiago (Rua da Conceição, nº 55, Goiana-PE). Atrações musicais: Mônica Maria e DJ S.A.M. Entrada gratuita</em></p>
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		<title>Projeto Transformando Histórias promove capacitação gratuita em caracterização cinematográfica no Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 15:19:40 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114848" aria-labelledby="figcaption_attachment_114848" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Andrea-Afonso-_-Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-114848" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Andrea-Afonso-_-Divulgação-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A maquiadora, cabeleireira e caracterizadora Andréa Afonso</p></div>
<p>Uma oficina inovadora que combina técnica, arte e inclusão social chega ao Recife. O projeto Transformando Histórias: A Importância da Caracterização no Cinema oferece uma capacitação gratuita na área de maquiagem e caracterização para o audiovisual, com o objetivo de fomentar a criação de personagens autênticos e valorizar a diversidade cultural. A oficina acontece de segunda (2) a sexta-feira (6), no Espaço Pasárgada, no bairro da Boa Vista, no Recife. O público-alvo são pessoas a partir de 18 anos, com ou sem experiência prévia na área de maquiagem.</p>
<p>A oficina é idealizada por Andréa Afonso em parceria com o Elo Coletivo e conta com produção da Olinda Produções, apoio do Espaço Pasárgada e com o incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG), do Governo de Pernambuco, Ministério da Cultura (MinC) e governo federal.</p>
<p>“A caracterização é uma ferramenta fundamental na construção de narrativas audiovisuais. Queremos capacitar pessoas para que possam criar personagens que reflitam a pluralidade do nosso País e também gerar oportunidade de formação técnica em uma área tão rica e necessária”, destaca Andréa Afonso, oficineira do projeto.</p>
<p>Com mais de 20 anos de experiência, Andréa é maquiadora, cabeleireira e caracterizadora com atuação em curtas e longas-metragens, séries, publicidade e teatro. Reconhecida por sua habilidade para transformar narrativas por meio da arte da caracterização, ela traz para a oficina técnicas avançadas e uma abordagem inclusiva alinhada às demandas do mercado audiovisual contemporâneo.</p>
<p>Além de fomentar a formação técnica, o projeto busca promover a inclusão e ampliar o acesso de grupos historicamente excluídos das produções audiovisuais. Ao oferecer formação gratuita e priorizar a diversidade, a iniciativa fortalece o papel do cinema como uma ferramenta de transformação social e cultural.</p>
<p>O projeto prioriza a participação de jovens de grupos historicamente sub-representados, como mulheres, negros(as), LGBTQIA+, pessoas com deficiência (PcDs), populações indígenas, quilombolas e moradores de comunidades periféricas. Além disso, a iniciativa conta com acessibilidade comunicacional por meio de intérprete de libras.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Oficina Transformando Histórias: A Importância da Caracterização no Cinema -</strong> <em>de segunda (2) a sexta-feira (6), no Espaço Pasárgada (Rua da União, nº 263, Boa Vista, Recife). Mais informações pelo e-mail: @oficina.transformandohistorias</em></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/cartaz-a3.pdf.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114849" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/cartaz-a3.pdf-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a></p>
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		<title>Animage: Festival Internacional de Animação de Pernambuco chega à 14ª edição</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 14:46:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 14ª edição do Animage: Festival Internacional de Animação de Pernambuco acontece de 1º a 6 de outubro, no Recife. Com programação gratuita, reúne o que há de mais expressivo e atual na animação mundial exibindo produções de curtas e longas-metragens para todas as idades. As atividades incluem Mostras Competitivas e Especiais, oficinas, masterclasses e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112419" aria-labelledby="figcaption_attachment_112419" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hannah Carvalho/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Animage-2024-Getulio-Maurício-por-Hannah-Carvalho-@hnnhcrvlh-@hnnhcrvlhfotografia-36.jpg"><img class="size-medium wp-image-112419" alt="Hannah Carvalho/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Animage-2024-Getulio-Maurício-por-Hannah-Carvalho-@hnnhcrvlh-@hnnhcrvlhfotografia-36-607x442.jpg" width="607" height="442" /></a><p class="wp-caption-text">Antonio Gutierrez (Gutie), Getúlio Maurício e a arte do Animage 2024</p></div>
<p>A 14ª edição do Animage: Festival Internacional de Animação de Pernambuco acontece de 1º a 6 de outubro, no Recife. Com programação gratuita, reúne o que há de mais expressivo e atual na animação mundial exibindo produções de curtas e longas-metragens para todas as idades. As atividades incluem Mostras Competitivas e Especiais, oficinas, masterclasses e bate-papos com realizadores nacionais e internacionais. Em 2024 o festival ocupa cinco locais na capital pernambucana: Teatro do Parque, Cinema da Fundação (Derby), Cinema da UFPE, Parque da Macaxeira e Praça da Lagoa do Araçá.</p>
<p>O Festival Animage tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, do Sistema de Incentivo à Cultura (SIC), da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), da Secretaria de Cultura e da Prefeitura da Cidade do Recife; e apoio do Consulado Geral da República Federal da Alemanha em Recife, Camões: Centro Cultural Português em Brasília, Instituto Cervantes de Recife, ABCA, Teatro do Parque, Cinema da Fundação (Derby) e Cinema da UFPE.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem apoio financeiro do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via LPG, direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) e governo federal. A realização é da Rec-Beat Produções e da Leão Produções.</p>
<p>A programação completa é divulgada em setembro. O circuito competitivo de curtas-metragens encerrou suas inscrições para realizadores e a lista dos selecionados já está disponível. Este ano o Animage alcançou um novo recorde de filmes inscritos para sua Mostra Competitiva, com 2.200 inscrições de 100 países.</p>
<p><strong>MOSTRA COMPETITIVA -</strong> O consolidado circuito competitivo internacional do festival reúne as mais novas produções de animação em curta-metragem e premia os melhores filmes, pela escolha do júri do Animage, nas categorias Curta Infantil, Curta Brasileiro, Direção, Roteiro, Direção de Arte, Técnica e Som, que recebem o Troféu Animage. A principal premiação é a de Melhor Curta &#8211; Grande Prêmio Animage, que, além da estatueta, recebe prêmio em dinheiro no valor de R$ 4.000. Há também a escolha do Melhor Filme &#8211; Prêmio do Público, definido pela audiência do festival por meio de voto direto.</p>
<p><strong>MOSTRAS E SESSÕES ESPECIAIS -</strong> O Animage oferece também mostras e sessões especiais de curtas e longas, que podem incluir lançamentos de obras inéditas, retrospectivas de realizadores de destaque na animação mundial e mostras com temas específicos, como a tradicional Mostra de Animação Erótica, Mostra Brasil, Mostra Africana e a Mostra Parque, que acontece em parques e praças públicas localizados na periferia da cidade</p>
<p><strong>ARTE 2024 -</strong> A cada edição o Animage pauta sua comunicação visual a partir da obra de um artista convidado. Este ano o recifense Getúlio Maurício é o artista escolhido. Em seu trabalho Getúlio explora signos da cultura popular e do folclore de sua região de origem. Os temas que atravessam sua pesquisa dialogam com vivências pessoais e imagens do cotidiano expressas em pinturas e esculturas. Do mercado ao baile, do bar ao festejo, seu olhar traduz a vida no Recife, que faz parte de seu entorno.</p>
<p>“O nome da tela é Do Dia e da Noite e começa numa brincadeira de cavalo marinho. A proposta é trazer animação para dentro da tela, estimular a observação dos elementos, cenas que fazem as pessoas sorrirem com a descoberta dos pequenos detalhes. Essa obra carrega muita coisa da minha infância, de meu olhar, sonhos, de meu passeio pelo Recife, a religiosidade, os parques públicos, os trabalhadores desses parques. A ideia partiu de imaginar uma brincadeira que vai acontecer num filme, em que todo mundo brinca, vai pagar promessa, vai ter reza, vai cortar cabelo, vai abrir gaiola pra passarinho voar”, conceitua Getúlio sobre sua obra criada especialmente para o Animage.</p>
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		<title>Em Brasília, governadora discute ações conjuntas com representantes da Construção Nacional do Hip-Hop</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Feb 2024 13:43:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108632" aria-labelledby="figcaption_attachment_108632" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gil Ferreira/Ascom-SR</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Gil-Ferreira-Ascom-SR-4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-108632" alt="Gil Ferreira/Ascom-SR" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Gil-Ferreira-Ascom-SR-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Governadora Raquel Lyra seu reuniu, em Brasília, com representantes da Construção Nacional da Cultura Hip-Hop</p></div>
<p>A governadora Raquel Lyra teve um encontro, em Brasília, nesta quarta-feira (21), com representantes da Construção Nacional da Cultura Hip-Hop de diversos Estados. Em conversa conjunta com o secretário especial de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais do governo federal, André Ceciliano, a gestora e integrantes do movimento discutiram sobre políticas públicas para as periferias brasileiras e valorização da cultura hip-hop. A reunião aconteceu no gabinete da secretaria nacional, no Palácio do Planalto.</p>
<p>“Foi um encontro importante, porque pudemos ouvir as demandas das pessoas que compõem o cenário do hip-hop e reafirmar nosso compromisso com a valorização desse movimento debatendo futuras ações em conjunto que devem ser desenvolvidas em nosso Estado. Vem novidade boa por aí”, destacou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>“Eu afirmo a importância da governadora Raquel Lyra estar lado a lado com o movimento hip-hop de Pernambuco e de todas as cidades que compõem o Estado, ouvindo atentamente as reivindicações das atrizes e atores locais e, principalmente, atenta à dinâmica nacional que a Construção Nacional da Cultura Hip-Hop tem feito. Nosso encontro foi bastante produtivo”, registrou Rafa Rafuagi, facilitador geral da Construção Nacional da Cultura Hip-Hop.</p>
<p>Também participaram da reunião o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, o deputado estadual do Rio de Janeiro Andrezinho Ceciliano, o reitor do Instituto Federal do Rio de Janeiro, Rafael Almada, além de representantes do movimento Construção Nacional da Cultura Hip-Hop de vários Estados.</p>
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