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		<title>Em Buíque, Festival Pernambuco Meu País transforma a Praça Major França em um grande palco da diversidade cultural</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 01:31:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Praça Major França, localizada no Centro de Buíque, foi palco de um dia de programação intensa, diversa e repleta de trocas e energia, que celebrou a oralidade e o encantamento do universo infantil. O local concentra desta sexta (1º) até domingo (3) os países das Brincadeiras, Culturas Populares, Música, Artes Visuais e Conexões Urbanas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A Praça Major França, localizada no Centro de Buíque, foi palco de um dia de programação intensa, diversa e repleta de trocas e energia, que celebrou a oralidade e o encantamento do universo infantil. O local concentra desta sexta (1º) até domingo (3) os países das Brincadeiras, Culturas Populares, Música, Artes Visuais e Conexões Urbanas do Festival Pernambuco Meu País (PEMP). Com atividades e apresentações para todos os públicos, a praça reuniu um grande público ao longo da tarde e noite deste primeiro dia do PEMP em Buíque</p>
<p>A cordelista e mediadora de leitura Érica Montenegro abriu os trabalhos na lona do País das Brincadeiras com a contação “Nessa mala tem história: o cordel para crianças ganha o mundo”, levando o público mirim a viajar por narrativas rimadas, exaltando a herança nordestina da literatura de cordel e a imaginação sem fronteiras. Em seguida, a trupe paulista Circo do Asfalto apresentou o espetáculo “Show da Percha”, mesclando acrobacias e muitos momentos cômicos com a delicadeza da técnica circense da percha chinesa, ainda pouco explorada no Brasil. A sequência ficou por conta do espetáculo “Respeitável Público”, que manteve o clima de ludicidade e encantamento.</p>
<p>No País das Artes Visuais, a tarde foi de provocações sensoriais com a intervenção urbana das artistas visuais Carolina Noemia e Tabi. Cada uma de um lado de uma grande tela instalada a céu aberto, criando ao vivo com grafitagem e tintas, estimuladas pela curiosidade dos transeuntes. “A ideia é trazer essa tela realmente gigante para o meio da praça, paralela às outras atividades do festival, para que também o público possa ter acesso a essas obras de arte. Artes sendo produzidas, é um live painting e grande mural que vai ficar aqui na cidade. É uma atividade bem aberta realmente, acontece na rua e o público pode ajudar as artistas. Vai acontecer até domingo, a partir do meio-dia até às sete da noite”, explicou o coordenador de Artes Visuais, Mekson Dias.</p>
<p>Já País das Conexões Urbanas ocupou a Praça Major França com o frescor de duas criações cênicas contemporâneas. “Plataforma Beira”, apresentado às 16h, propôs um jogo coreográfico entre corpos e territórios, ativando os limites da cena e da cidade. Logo depois, “Tempo Temporão” deu continuidade à ocupação da praça com uma dramaturgia que entrelaça temporalidades e memórias afetivas, apostando em uma estética fragmentada, porém profundamente conectada ao cotidiano das grandes metrópoles.</p>
<p>Enquanto isso, as tradições populares brilharam no País das Culturas Populares, em uma sequência de apresentações encantadoras e potentes. A Quadrilha Matuta Raio de Luz abriu a programação com seu forró pé de serra, seguida pelo grupo de matrizes africanas Obá Aiye, que trouxe à cena cantos, danças e símbolos das religiões de matriz africana. O mestre rabequeiro Alberone emocionou o público com sua musicalidade espontânea e vigorosa, em um repertório que reverencia a tradição da rabeca pernambucana.</p>
<p>Ao entardecer, o País da Música apresentou ao público de Buíque o grupo Edún Ará Sangô, que reverberou os tambores dos orixás, num espetáculo vibrante de percussão e dança afro-brasileira. E encerrando a noite com frescor e presença, a cantora Maeve, uma das vozes promissoras da nova cena pernambucana, apresentou seu repertório autoral com letras que falam de liberdade, potência feminina e territórios afetivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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