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	<title>Portal Cultura PE &#187; Grafite</title>
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		<title>Governo de Pernambuco participa de agenda internacional em prol do forró</title>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2024 14:31:51 +0000</pubDate>
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		<title>Pernambuco no Cena Nordeste de João Pessoa</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2024 14:09:29 +0000</pubDate>
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		<title>Com o apoio do Governo do Estado, Festival Preamp 2024 traz um mês e meio de atividades</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 15:00:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107590" aria-labelledby="figcaption_attachment_107590" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Noelle Marão e Guga Baygon/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-09-at-11.06.17.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107590" alt="Noelle Marão e Guga Baygon/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-09-at-11.06.17-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Identidade visual do Preamp 2024 dialoga diretamente com a ênfase nas manifestações periféricas</p></div>
<p>Mais que um evento musical, o Festival Preamp 2024, reunindo as ações do Palco Escola e da Mostra Competitiva, de 15 de janeiro a 29 de fevereiro, é um manifesto pela valorização das manifestações culturais da periferia. É por isso que o slogan oficial desta 21ª edição é o célebre verso &#8220;Não espere nada do Centro se a Periferia está morta&#8221;, escrito por Fred 04 para a canção Destruindo a camada de ozônio, da banda Mundo Livre S/A.</p>
<p>O Preamp 2024 busca assim homenagear o poder inovador das periferias, onde nascem sons, ritmos, narrativas e modelos de gravação e distribuição únicos, símbolos da criatividade de nossos artistas. É nas margens onde bate mais forte o coração da cultura pernambucana.</p>
<p>O Palco Escola acontece de 15 de Janeiro a 29 de fevereiro, na Casa AMP Criativa (Rua do Príncipe, nº 225, bairro Boa Vista). Já a Mostra Competitiva ocorre nos dias 2 e 3 de fevereiro, no Palco do Cais da Alfândega, no Bairro do Recife, sempre a partir das 17h.</p>
<p>O evento é realizado pela Articulação Musical Pernambucana e conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança, Juventude e Prevenção à Violência e às Drogas (SDSCJPVD-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e da da Prefeitura da Cidade do Recife.</p>
<p><strong>IDENTIDADE VISUAL -</strong> A identidade visual do Preamp 2024 dialoga diretamente com essa ênfase nas manifestações periféricas. As peças de divulgação, assinadas pela designer Noelle Marão, a partir de uma ilustração do artista plástico Guga Baygon, são inspiradas na arte de rua e seus elementos de crítica social, política e econômica. Traz um mix de elementos do mangue beat e do grafite representando, por meio de pinceladas robustas e de uma tipografia moderna, a força desses movimentos culturais que atravessam gerações, injetando vida no Centro e desestabilizando hierarquias &#8211; inclusive nas artes visuais.</p>
<p><strong>PALCO ESCOLA E MOSTRA COMPETITIVA -</strong> Já estão abertas as inscrições para o Palco Escola e a Mostra Competitiva da do Festival Preamp. Podem ser feitas gratuitamente por meio do link postado na bio do perfil no <strong><a title="oficial_amp" href="https://www.instagram.com/oficial_amp/" target="_blank">Instagram</a></strong> até as 17h dos dias 11 (Palco Escola) e 21 de janeiro (Mostra Competitiva).</p>
<p>O Palco Escola conta com oficinas e workshops ministradas por alguns dos profissionais mais renomados em atividade em Pernambuco oferecendo capacitação e qualificação técnica para os agentes da cadeia produtiva da cultura. São oferecidas oficinas de Beatmaker (com Thiago Honorato, de 15 a 19 de janeiro, das 14h às 18h); Sonorização (Marcão Negreiros, de 22 a 26 de janeiro, das 14h às 18h); Iluminação (Natalie Revoredo, de 22 a 26 de Janeiro, das 18h às 22h); Roadie (Wally Nunes e Jailson Barbosa, de 29 de janeiro a 3 de fevereiro, das 14h às 18h); e Impulsionamento (George Wanderley, de 29 de janeiro a 2 de fevereiro, das 18h às 22h). Todas as oficinas são realizadas na Casa AMP Criativa.</p>
<p>Já as workshops do Palco Escola, também na Casa AMP Criativa, são Coordenação de Backstage (com Roberta Barbosa, 15 de janeiro, das 18h às 22h); Portfólio para Técnicos e Artistas (Roze Ferreira, 16 de janeiro, das 18h às 22h); Marketing Digital (Eudes Ciriano, de 17 a 19 de janeiro, das 18h às 22h); Direção de Palco (Fábio Cavalcanti e Albert Agni, 30 de janeiro, das 18h às 22h); e Passagem de Som (Félix Cavalcanti e Fabrício Nunes, 31 de janeiro, das 18h às 22h).</p>
<p>Os shows da Mostra Competitiva são realizados nos dias 2 e 3 de fevereiro no Cais da Alfândega. Oito artistas e bandas das diversas regiões do Estado são selecionados(as) por uma comissão curadora com profissionais da cadeia produtiva da música escolhidos pelo Preamp. Cada noite conta ainda com dois artistas convidados já estabelecidos no cenário nacional. A banda ou artista vencedor(a) leva como prêmio a gravação de um EP e um produto audiovisual.</p>
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		<title>Ano começa com 31 oficinas de grafite, danças urbanas, meio ambiente e capoeira</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 18:02:20 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81150" aria-labelledby="figcaption_attachment_81150" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberto Pereira/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Dielson-Pessoa-foto-roberto-pereira.jpg"><img class="size-medium wp-image-81150" alt="Roberto Pereira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Dielson-Pessoa-foto-roberto-pereira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O dançarino Dielson Pessôa vai comandar as oficinas de danças urbanas do programa Juventude Presente</p></div>
<p>O programa Juventude Presente inicia os primeiros dias de 2021 com 31 oficinas com temas de interesse da garotada, como danças urbanas, grafite, capoeira e conscientização ambiental. As aulas têm oferecido oportunidades aos jovens, que começam a exercitar o protagonismo, a expressão artística e a valorizar o local onde moram. As oficinas são direcionadas a adolescentes e jovens, de 12 a 29 anos, e são feitas na própria comunidade.</p>
<p>O eixo de Conexões Socioculturais do Programa Juventude começou a oferecer oficinas com a temática jovem a partir de outubro de 2020, com a seleção de oficineiros, definição das oficinas apresentadas na primeira fase e a instalação das primeiras turmas. Foram iniciadas 69 oficinas. Até o momento, o programa já atingiu 1.097 adolescentes e jovens.</p>
<p>O secretário de Políticas de Prevenção à Violência e às Drogas, Cloves Benevides, considera o Programa Juventude Presente estratégico, principalmente, por abrir canais de diálogo com os jovens e por oferecer oportunidades para o grupo etário tão carente de opções, além da educação pública.<em> “O Governo do Estado busca atrair os mais jovens para atividades que dialogam com suas expectativas, tendo como base os interesses culturais da própria comunidade”</em>, defende o secretário Cloves Benevides.</p>
<p>As oficinas também representam oportunidade para os oficineiros, que são identificados e contratados nas comunidades. O objetivo do programa é oferecer 590 oficinas, dez em cada um dos territórios prioritários de prevenção social. O plano é beneficiar os territórios nos municípios do Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Igarassu, Itamaracá, Camaragibe, São Lourenço da Mata, Cabo de Santo Agostinho, Nazaré da Mata, Vitória de Santo Antão, Palmares, Caruaru, São Joaquim do Monte, Bonito, Barra de Guabiraba, Limoeiro e Petrolina.</p>
<p>As oficinas são acompanhadas de perto por técnicos da Secretaria de Políticas de Prevenção à Violência e às Drogas. O acompanhamento serve como fiscalização das atividades e também para identificar as oficinas que se destacam. Estas oficinas são analisadas para os acertos serem potencializados nas demais. Se o destaque estiver relacionado com o oficineiro, ele é convidado para ter novas turmas.</p>
<p>As oficinas de danças urbanas, por exemplo, evidenciaram, para o programa, o talento do dançarino Dielson Pessôa, que reúne sua experiência de bailarino profissional e a preocupação em trabalhar diretamente para a turma jovem da comunidade. Com outra bagagem, o oficineiro Marcos José, em Cajueiro Seco, Jaboatão dos Guararapes, atraiu a atenção do programa com sua turma hip-hop e música eletrônica. Outro efeito colateral surgiu na Ilha de Deus, que teve instalada oficinas de dança e grafite. Lá, os moradores pedem para que as aulas de grafite utilizassem as paredes externas das suas casas, que ganham desenhos coloridos. Há desenhos que contam a história da comunidade.</p>
<p>As primeiras oficinas são de grafite, danças, capoeira e conscientização ambiental, mas também estão programadas oficinas de fotografia, produção de vídeo, circo, percussão e futebol. O foco na escolha da temática é sua aderência junto a adolescentes e jovens. Além das aulas práticas, os jovens ganham máscara, camisa do programa e lanche a cada oficina. O uso de máscara é obrigatório para todos.</p>
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		<title>Juliana Lapa expõe tensões femininas na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Aug 2018 22:07:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania A artista visual Juliana Lapa até pensou em criar alguns de seus desenhos a partir de um contexto pré-concebido, mas não obteve muito êxito na empreitada. O quadro “Giganta”, que traz uma mulher enorme dentro de uma cidade cheia de tensões sociais, é fruto dessa experiência que, por fim, serviu também para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62773" aria-labelledby="figcaption_attachment_62773" class="wp-caption img-width-595 alignnone" style="width: 595px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/corpo-presente-juliana-lapa-84-x-68-cm-_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62773" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/corpo-presente-juliana-lapa-84-x-68-cm-_Easy-Resize.com_-595x486.jpg" width="595" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A natureza e suas semelhanças com as expressão feminina são um dos focos de Juliana Lapa.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>A artista visual Juliana Lapa até pensou em criar alguns de seus desenhos a partir de um contexto pré-concebido, mas não obteve muito êxito na empreitada. O quadro “Giganta”, que traz uma mulher enorme dentro de uma cidade cheia de tensões sociais, é fruto dessa experiência que, por fim, serviu também para reafirmar que os desenhos, na verdade, é quem impõe seus temas espontaneamente no processo criativo da recifense. A obra integra a primeira exposição individual da artista, intitulada “Eu não estou louca”, que abre neste sábado (1º), a partir das 16h, na Torre Malakoff, ao lado de mais 21 peças, que revelam a força desse parto visceral e natural que é a criação de Lapa.</p>
<p>“<em>É como o fluxo de água correndo e de barragem que quer estourar e a gente não controla mesmo. O que sai no desenho é o que eu não controlo</em>”, observa Juliana, que selecionou trabalhos em grafite, pastel a óleo e fotografias elaborados entre 2015 e 2018 para compor a mostra. A maioria dos trabalhos em grafite, evidencia a preferência pela técnica. &#8220;<em>Tenho uma pesquisa de exauria técnica com o material para tentar descobrir possibilidades novas. Acho que o grafite imprime uma emoção muito legal para o desenho e tem uma profundidade e um brilho muito especiais</em>&#8220;, justifica. Apesar de não terem sido criadas propositalmente com algum sentido específico, as peças se complementam ao apresentar um fio narrativo sobre questões que atravessam a existência feminina na sociedade.</p>
<div id="attachment_62774" aria-labelledby="figcaption_attachment_62774" class="wp-caption img-width-347 alignnone" style="width: 347px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/sem-titulo-juliana-lapa-100x70.jpg"><img class="size-medium wp-image-62774" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/sem-titulo-juliana-lapa-100x70-347x486.jpg" width="347" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Eu não estou louca&#8221; expõe questões que atravessam a mulher na sociedade.</p></div>
<p><em>“São inquietudes da mulher. Desse trânsito tenso que temos na rua, na escola, no trabalho. Os desenhos se impõem e depois se comunicam comigo para dizer o que é aquilo</em>”, explica a artista, que deu o título da exposição somente neste ano buscando desmistificar práticas machistas, como o <i>gaslighting</i>. “<em>O título não está diretamente nas obras, mas vem como um manto que jogo por cima desse trabalho. Ele vem do enfrentamento para dizer que nós somos sãs e temos nossa própria natureza. O ‘louca’ é uma afirmação dessa sanidade diante da loucura do mundo, na verdade. Vejo muitas práticas machistas de violência emocional e o quanto se deslegitima as mulheres em qualquer área de atuação na sociedade as chamando de loucas. Então, vem como uma provocação mesmo</em>”, revela ela.</p>
<p>Também integra a exposição, a série “Breu”, que teve como referência a frase “no meio da nossa vida me encontrei numa selva escura e sombria”, de Dante, na Divina Comédia. O trabalho é um mergulho em um ambiente interno, denso e escuro, que seria um lugar sem filtros, o “campo das verdades”. A volta constante à mata, local onde a mãe natureza reina absoluta, é um dos focos da artista. Essa jornada interna também se completa com a exposição dos “Diários de Breu”, que trazem um extrato do período de criação da série.</p>
<div id="attachment_62775" aria-labelledby="figcaption_attachment_62775" class="wp-caption img-width-343 alignnone" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/cobre-juliana-lapa-100-x-70_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62775" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/cobre-juliana-lapa-100-x-70_Easy-Resize.com_-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A artista busca dialogar com o público através das peças.</p></div>
<p><strong>ARTE E EDUCAÇÃO</strong></p>
<p>Além desses escritos, outros diários da artista também estarão na Torre Malakoff. “<em>Ele vêm como uma ode ao ato de escrever e se escavar. Na produção recente e nessa que vem de 2015, tento fazer um discurso de autorrevolução e auto-enfrentamento e o diário é essencial nisso. Ele vem como um dispositivo de arqueologia de si. Não é biográfico, porque poderia ser sobre qualquer pessoa o que tem lá</em>”, comenta Lapa, que, embora produza pautada principalmente em investigações pessoais, tem como objetivo principal, enquanto artista, dialogar com o público através do seu trabalho.</p>
<p>“<em>Sinto muita necessidade de me afirmar como uma artista que trabalha para as pessoas, não para mim. Claro que é o meu olhar, mas que seja um condutor para outras pessoas. A arte pela arte está dentro do meu trabalho na concepção, mas na exposição eu não trabalho isso, porque este é o momento de formar o público criticamente”, avalia a artista, cuja exposição contará com visita de alunos da escola pública, recurso de audiodescrição e catálogo. “Não é um didatismo, mas uma preocupação com o outro. Isso me ajuda a construir e a aceitar a artista que eu sou e quero ser, de me sentir um agente social com poder político para conceder força pro indivíduo no processo de autodescoberta. Muitas vezes o indivíduo trabalha dez horas por dia e quando chega em casa não tem cabeça para mais nada. A arte vem não como fuga, mas como afirmação de poder, porque constrói o olhar crítico</em>”, continua ela.</p>
<p>Localizada na Praça do Arsenal, no Bairro do Recife, a Torre Malafoff também não foi escolhida por acaso. “<em>Adoraria expor em outros lugares também, mas acho que a Malakoff tem esse apelo de um público que geralmente não vai em exposições que acontecem em lugares não tão abertos. A ideia é furar essa bolha mesmo. Nesses tempos de crise emocional, política financeira, a gente precisa muito da arte para lançar novos olhares e virar a chave na cabeça das pessoas. Acredito nesse poder de educação profunda que a arte oferece</em>”, conclui Lapa.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></b><br />
<i>Eu não estou louca,</i> de Juliana Lapa<br />
Quando: Abre neste sábado (1º), às 16h, e fica em cartaz até 11 de outubro.<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n – Recife-PE)<br />
Terça a sexta, das 10h às 17h.<br />
Sábado, das15h às 18h. Domingo, das 15h às 19h</p>
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		<title>Grafite pelo fim da violência contra a mulher</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2016 14:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[cores femininas]]></category>
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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria do evento As cores produzidas pelas mãos de mulheres que atuam em diversas áreas das artes se unem para pedir um basta à violência contra a mulher durante a 6ª edição do Cores Femininas. O encontro, que acontece desta terça (25) até o próximo domingo (30), reúne grafiteiras e artistas urbanas, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41362" aria-labelledby="figcaption_attachment_41362" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andreza Eglenn /Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/GRAFITEIRAS.jpg"><img class=" wp-image-41362 " alt="Andreza Eglenn /Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/GRAFITEIRAS-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jouse Barata (camiseta branca), coordenadora da ONG Cores do Amanhã, conta com o empenho de voluntárias para organização do encontro</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria do evento<br />
</em></p>
<p>As cores produzidas pelas mãos de mulheres que atuam em diversas áreas das artes se unem para pedir um basta à violência contra a mulher durante a 6ª edição do <strong>Cores Femininas</strong>. O encontro, que acontece desta terça (25) até o próximo domingo (30), reúne grafiteiras e artistas urbanas, além de representantes dos elementos que formam o movimento Hip Hop para trocar experiências e dar visibilidade à produção das minas. Rodas de conversas, mutirões de grafitti, oficinas, batalhas de MC’s, recital de poesia e ações sociais que vão movimentar a comunidade do Jardim Planalto, no Totó, localizada ao lado do Complexo Prisional do Curado, onde fica a sede da organização não governamental Cores do Amanhã, que realiza o encontro pelo sexto ano consecutivo.</p>
<p style="text-align: left;">A programação também se estende para outras áreas da cidade, onde as minas vão deixar suas marcas em muros previamente autorizados. “#JuntasSomosMaisfortes Pelo Fim da Violência Contras as Mulheres” é o lema da edição deste ano, que vai reunir artistas pernambucanas e de outros 10 Estados, além de grafiteiras de fora do país, que realizaram suas inscrições via internet. Mais de 150 mulheres já confirmaram presença. Este ano, o encontro também receberá representantes do México, Chile e Argentina. Esse intercâmbio já vem ocorrendo em outras edições e tem possibilitado a troca de referencias e o fortalecimento dos diversos expoentes da arte urbana produzida pelas mulheres.</p>
<p>O encontro conta com apoio das prefeituras de Rio Formoso e do Recife, além da Secretaria da Mulher do Estado, mas todo planejamento e organização são assumidos pelas voluntárias. São mulheres de diversas áreas de atuação (artistas, comunicadoras, arte educadoras, etc) que se revezam entre várias funções numa demonstração de união que nasceu com o objetivo de fortalecer as minas que atuam no campo das artes, principalmente as que vivem na periferia. “A arte também é uma forma de expressar o que pensamos e sentimos. Queremos que mais mulheres tenham espaço para mostrar o que pensam e sentem a respeito do país ou de suas próprias vidas”, diz Jouse Barata, grafiteira e coordenadora do encontro.</p>
<p>A abertura oficial do evento acontece na noite da terça (25), no auditório do CEDIM (Rua Alfredo Lisboa, 188 &#8211; 1º andar &#8211; Recife Antigo) e será fechada para as artistas inscritas por causa da limitação de capacidade do espaço. Ao longo de toda semana, uma vasta programação vai discutir o empoderamento feminino por meio da arte, além de promover ações para os moradores da comunidade do Totó. Na sexta (28), quando será o encerramento das atividades no Recife, haverá uma festa aberta ao público no Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro, no Recife Antigo, que contará com apresentações de b´girls, MC’s e uma feira de arte. A entrada é franca.</p>
<p><strong>Inclusão social e sororidade</strong><br />
Como em todas as edições, o Cores Femininas usa a arte produzida pelas artistas participantes para promover a inclusão social de mulheres e adolescentes. Este ano, as artistas vão realizar um dia de atividades na Unidade Prisional Feminina de Abreu e Lima. As reeducandas vão participar de uma roda de conversa sobre violência, oficina de graffiti e dança e haverá a pintura de um mural com o tema “Por uma cultura de paz”. As mulheres que cumprem pena na Colônia Penal Feminina Bom Pastor também serão presenteadas. Os muros que ficam em frente à unidade prisional vão abrigar o painel oficial do encontro e receberão as cores femininas pedindo o fim da violência contras as mulheres e a união entre todas. “A ideia é deixar uma mensagem tanto para os familiares que passam diariamente pela penitenciaria como provocar a reflexão na comunidade local sobre a importância de se respeitar a mulher”, explica Jouse.</p>
<p>Após o encerramento no Recife, as artistas viajam para Rio Formoso, onde vão passar o fim de semana numa comunidade ribeirinha da cidade, localizada há 88 km da capital. Haverá uma roda de conversa com as pescadoras e marisqueiras da região, levando informações sobre saúde e autoestima, além de presenteá-las colorindo os barcos que usam para a pesca. “Todos os anos, escolhemos uma comunidade para promover ações e contribuir para o empoderamento das mulheres. É uma forma de usar a nossa arte em prol de pessoas que vivem em áreas de vulnerabilidade social”, completa Jouse, fundadora da ONG Cores do Amanhã, que realiza um trabalho de inclusão por meio da arte com crianças e adolescentes do Totó.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Cores Femininas 2016</strong><br />
De 25 a 30 de outubro<br />
Sede Cores do Amanhã (Rua Garota de Ipanema, Box 2, Totó)<br />
Mutirões de graffiti, rodas de conversa, cine debate, oficinas, batalhas de MC’s, apresentações de b’girls, feira de artesanato e muito mais.<br />
Informações: 81 8876.3593<br />
PROGRAMAÇÃO COMPLETA</p>
<p>⦁ 25.10 &#8211; Terça (Sede do Cores do Amanhã)<br />
8:30 &#8211; Boas vindas com café da manhã coletivo<br />
Apresentação inicial com a fala da coordenadora do encontro, Jouse Barata e roda de diálogo promovida pelo coletivo de mulheres negras “Filhas do Vento” com o tema: &#8220;Mulheres negras e suas lutas&#8221;;</p>
<p>13:30h às 17h- Tarde de Oficinas na Comunidade do Totó (Sede do Cores do Amanhã)<br />
Atividades: Oficinas de Tranças (com Raquel Araújo); Yoga (Rosália); Pintura em garrafa (Nathe); Poesia (MC Bellator); Beleza (Embeleze); Serviços de saúde (Sec. de Saúde e Alunos do Grau Técnico); Secretaria de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas.;<br />
Apresentação com alunas da Casa Menina Mulher.</p>
<p>19h &#8211; Abertura Oficial do Cores Femininas 2016 (Auditório do CEDIM &#8211; Rua Alfredo Lisboa,188 &#8211; 1º andar &#8211; Recife Antigo)</p>
<p>⦁ 26.10 &#8211; Quarta (Recife)<br />
Das 9h às 17h – Ação na Unidade Prisional Feminina de Abreu e Lima<br />
Atividades:<br />
Roda de dialogo sobre &#8220;Saúde &#8211; Outubro Rosa&#8221; e &#8220;Cultura de Paz&#8221;<br />
Oficinas: break dance, música, graffiti em camisas e dança popular; Pintura do painel interno (Mulheres e suas lutas);</p>
<p>⦁ 27.10 &#8211; Quinta (Em Recife)<br />
8h &#8211; Pintura do Muro Oficial do Cores Femininas 2016<br />
(Local: Escola e Creche em frente ao Presidio Bom Pastor &#8211; no Engenho do Meio)<br />
TEMA: &#8220;Pelo fim da violência contra as mulheres&#8221;.</p>
<p>⦁ 28.10 &#8211; Sexta (Recife)<br />
8h &#8211; Finalização do Muro em frente ao Bom Pastor<br />
18h &#8211; Cine Debate com Rebecca França (Coletivo Marcha das Vadias)<br />
Apresentações com Mc´s , DJ, Bgir´s e feirinha de arte</p>
<p>29.10 &#8211; Sábado (Rio Formoso)<br />
8h &#8211; Pintura dos barcos na Vila dos Pescadores e Pescadoras<br />
Almoço coletivo;<br />
19h &#8211; Noite de Confraternização com Mc&#8217;s, Bgirls e Maracatu Flores do Monte</p>
<p>30.10 &#8211; Domingo (Rio Formoso)<br />
8h &#8211; Conhecendo a comunidade Ribeirinha e seus Encantos<br />
Vivência &#8211; Resistência das Mulheres na Pesca;</p>
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		<title>Grafitagem no Sítio Histórico de Olinda foi tema de debate na VII Semana do Patrimônio</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2014 23:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Grafite]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio]]></category>
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		<description><![CDATA[A VII Semana do Patrimônio, realizada pelo Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, promoveu na tarde de segunda-feira (18/8) um interessante debate sobre a relação entre Patrimônio Histórico e arte de rua, mais especificamente o grafite. O seminário Arte Urbana e Patrimônio aconteceu no Palácio dos Governadores, sede da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/arte-urbana2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12529" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/arte-urbana2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
A VII Semana do Patrimônio, realizada pelo Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, promoveu na tarde de segunda-feira (18/8) um interessante debate sobre a relação entre Patrimônio Histórico e arte de rua, mais especificamente o grafite.</p>
<p>O seminário Arte Urbana e Patrimônio aconteceu no Palácio dos Governadores, sede da Prefeitura de Olinda. A pertinência do tema dava-se por conta de uma recente discussão, ainda sem conclusões, sobre a permissão da grafitagem em monumentos históricos, sejam eles tombados ou não. A questão, que em Olinda já vinha sendo levantada há algum tempo, ganhou maior repercussão após solicitação do grupo Ácidum, uma dupla de artistas grafiteiros, formada por Tereza de Quinta e Robízio Marques, ambos de Fortaleza, atualmente morando no Rio de Janeiro.</p>
<p>O casal passou um período morando no Sítio Histórico e solicitou à Prefeitura de Olinda autorização para grafitar as paredes do prédio da Caixa D’água. Construído em 1934 pelo arquiteto Luis Nunes, a Caixa D’Água, no Alto da Sé, é um marco da arquitetura moderna brasileira. A discussão em torno do tema provocou, dentro da Semana do Patrimônio, o encontro entre acadêmicos, artistas, gestores públicos e sociedade em geral. “Uma cidade colorida é mais feliz e dialoga melhor com a população. O que queremos hoje é uma comunicação com a Prefeitura de Olinda e Iphan para dialogarmos melhor”, colocou o arte-educador e grafiteiro Caju, que participou da mesa “Os artistas, pensamentos e estratégias de quem vive, produz e visita a cidade”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/arte-urbana.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12528" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/arte-urbana-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A discussão pede um debate maior quando o grafite quer ocupar e ter como suporte outras formas de arte, como são algumas edificações arquitetônicas de Cidades Patrimônio, a exemplo do Sítio Histórico de Olinda. “É um assunto do qual a lei não trata, então são vários os posicionamentos. Em várias capitais do mundo, a grafitagem é considerada uma obra de arte, então a ideia aqui é ouvir as pessoas, se debruçar sobre o assunto e amadurecê-lo”, diz a secretária executiva de Patrimônio e Cultura de Olinda Cláudia Rodrigues.</p>
<p>O artista plástico Fernando Augusto, chefe do escritório do Iphan em Olinda, também tem seu posicionamento, mas diz que ainda é necessário ouvir mais os atores envolvidos, até saber como tratar o caso. Ele lembra que, em várias capitais do mundo, o grafite tem um circuito próprio, sendo bastante valorizado, reconhecido e institucionalizado. “Em Nova Iorque tem curador que propõe circuitos para visitantes, que incluem museus, galerias, e muros grafitados. Ele (o grafite) é cartão postal de um monte de coisa no mundo. O Muro de Berlim, que está em processo de tombamento pela Unesco como Patrimônio Imaterial da Humanidade, será preservado com seus grafites”, coloca Augusto.</p>
<p>Espelhando-se em experiências vivenciadas em outras capitais do mundo, a inserção do grafite na paisagem da cidade, seja em construções tombadas ou não, tende a receber orientações específicas para sua aplicação. “Entendemos que da forma como está é que não pode ficar. Temos que fazer esforço grande e criar um consenso na cidade do que ela entende como Patrimônio Cultural. Fazer uma nova significância disso”, avalia Fernando Augusto.<br />
A VII Semana do Patrimônio Cultural continua até 22 de agosto, com diversos seminários, palestras e exposições pertinentes ao tema. Confira a programação completa no portal www.cultura.pe.gov.br/patrimonio</p>
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		<title>Grafite e cultura popular em Nazaré da Mata</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 23:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Mata Norte 2013]]></category>
		<category><![CDATA[Grafite]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção com grafite]]></category>
		<category><![CDATA[Jota ZerOff]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixando uma marca da passagem do FPNC pela Mata Norte, o artista visual Jota ZerOff realizou neste sábado uma intervenção com grafite nos muros do Centro das Artes e Juventude de Nazaré da Mata. O local ganhou desenhos e pinturas que revelam alguns elementos da cultura popular na região, como o maracatu e o cavalo-marinho. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Deixando uma marca da passagem do FPNC pela Mata Norte, o artista visual Jota ZerOff realizou neste sábado uma intervenção com grafite nos muros do Centro das Artes e Juventude de Nazaré da Mata.</p>
<div id="attachment_5068" aria-labelledby="figcaption_attachment_5068" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8626225848_cfb3d80ca7_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-5068" alt="Cavalo-marinho e o maracatu serviram de inspiração para o artista. Foto: Eric Gomes" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8626225848_cfb3d80ca7_c-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalo-marinho e o maracatu serviram de inspiração para o artista. Foto: Eric Gomes</p></div>
<p>O local ganhou desenhos e pinturas que revelam alguns elementos da cultura popular na região, como o maracatu e o cavalo-marinho.</p>
<p>Confira outras fotos do FPNC Mata Norte em <a href="http://www.flickr.com/fundarpe" target="_blank" rel="nofollow nofollow">www.flickr.com/fundarpe</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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