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	<title>Portal Cultura PE &#187; gratuita</title>
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		<title>Exposição de Roberta Guimarães aborda força e belezas milenares</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 16:18:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A força e a beleza de árvores milenares – como o baobá, o troco (gameleira branca), o umbuzeiro, a castanheira-do-maranhão e a munguba – expressam sentimentos ligados à ancestralidade e ao sagrado mantidos vivos até os dias atuais. As vivências em torno delas, como espaço para conversas, encontros e celebrações, serviu de inspiração para o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A força e a beleza de árvores milenares – como o baobá, o troco (gameleira branca), o umbuzeiro, a castanheira-do-maranhão e a munguba – expressam sentimentos ligados à ancestralidade e ao sagrado mantidos vivos até os dias atuais. As vivências em torno delas, como espaço para conversas, encontros e celebrações, serviu de inspiração para o mais novo trabalho da fotógrafa e artista Roberta Guimarães.</p>
<p>A exposição Árvore da Palavra: Território Ancestral, Sagrado e da Criação dá início, neste mês de julho, a sua etapa itinerante pelo Agreste e Sertão pernambucanos, aberta ao público e com oficinas gratuitas. O projeto conta com suporte do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p><strong>ROTEIRO –</strong> A primeira parada será no Quilombo Curiquinha dos Negros, em Brejão (Agreste), que recebe a mostra desta quarta-feira (17) até domingo (21), com um bate-papo com a fotógrafa e a curadora da exposição, Joana d’Arc Lima, no dia da abertura, às 18h30. Nos dias 18 e 19 a artista realiza oficina de formação em técnicas de impressão e cópias a partir de pigmentos extraídos de flores e folhas (antotipia e fitotipia).</p>
<p>A mostra segue para o município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, onde ocupa a Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, de 24 a 28 de julho, também com um descontraído bate-papo com Roberta Guimarães, às 17h, no evento de abertura. Como iniciativa inclusiva, conta com interpretação em libras. Já a oficina é realizada nos dias 25 e 26.</p>
<p><strong>CONTEÚDO –</strong> A mostra conta com 57 fotografias dispostas em 35 painéis, confeccionados em tecido tactel, que narram encontros nas Árvores da Palavra em Pernambuco – na Zona da Mata, Agreste e Sertão – e no continente africano – no Senegal, na Nigéria e no Benin. As obras estão distribuídas em cinco núcleos temáticos: memória, ocupação, sagrado, tradição e da pele.</p>
<p>Para a exposição foram utilizadas as próprias árvores como suportes – conectadas por meio de varais de cabo de aço. As obras, confeccionadas em canvas, materiais resistentes às intempéries (sol, chuva, vento), estão em chassis de 90&#215;60, acompanhados de textos narrativos informando sobre o projeto.</p>
<p><strong>VIVOS –</strong> O projeto vem sendo desenvolvido desde 2018, quando a fotógrafa começou a ter contato com autores como Mia Couto, Agualusa, Davi Kopenawa e Ailton Krenak, que tratam da questão ambiental conectada às relações espirituais em várias comunidades.</p>
<p>“As árvores são a maioria dos seres vivos na terra e são elas que também vivem mais. Precisamos mais delas do que elas de nós. Com minha aproximação do pensamento vegetal desses autores percebi a importância de apresentar essas relações poéticas, afetivas e ancestrais das pessoas com as árvores”, explica Roberta. “A ideia da exposição não é só trazer as imagens das árvores, mas de poder trazer um pouco dos relatos, ou pequenas narrativas dessas relações, aproximando a população da urgente necessidade de preservação e consciência ambiental.”</p>
<p><strong>TRADIÇÃO –</strong> A curadora da mostra, a pesquisadora Joana d’Arc Lima, ressalta a importância das africanas árvores da palavra, que não falavam, apenas escutavam os ruídos, os silêncios, as palavras e os corpos animados e inanimados da mãe natureza.</p>
<p>“Na tradição africana, de maneira geral, essas árvores foram feitas para ouvir todo o vilarejo. Conta-se que todo o vilarejo possui uma árvore da palavra ou dos conselhos. Sob essas árvores as pessoas sentam para discutir, tomar decisões, contar histórias, buscar conselhos”, diz.</p>
<p>Ela ressalta que o olhar do espectador, conduzido por suas lentes, consegue identificar os encontros embaixo de árvores, as relações e conexões com a presença de narradores/as, contadores/as de histórias que recolocam as experiências ancestrais de matriz africana e indígena em nosso cotidiano, apesar dos mundos digitais que insistem em invadir nossas vidas”, completa.</p>
<p><strong>PESQUISA –</strong> As fotografias foram produzidas durante pesquisa com o mesmo nome da exposição – viabilizada pelo Funcultura (2016/2017). O trabalho foi realizado no Recife, na Zona da Mata, no Agreste e no Sertão; e na Nigéria, no Senegal e Benin, países do continente africano.</p>
<p>Após esta etapa itinerante, a mostra chega ao Recife em novembro, na Galeria Arte Plural.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Exposição Árvore da Vida (@arvoredapalavra)<br />
Por Roberta Guimarães (@roberta.guimaraes.fotografia)<br />
Mais informações: arvoredapalavraexpo@gmail.com</p>
<p><strong>Etapa itinerante</strong></p>
<p><strong>Brejão (Agreste)</strong><br />
Local: Quilombo Curiquinha dos Negros | Terreiro de Marina<br />
17 a 21/7 – exposição<br />
18 e 19/7 &#8211; oficina</p>
<p><strong>Afogados da Ingazeira (Sertão)</strong><br />
Local: Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara<br />
24 a 28/7 – exposição<br />
25 e 26/7 – oficina</p>
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		<title>Na Torre Malakoff, Ana Araújo lança catálogo da exposição A Festa do Fogo</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 15:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110436" aria-labelledby="figcaption_attachment_110436" class="wp-caption img-width-481 alignnone" style="width: 481px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/catálogo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110436" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/catálogo-481x486.jpeg" width="481" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo da exposição A Festa do Fogo: Retrato de um Forró no Meu Sertão, da fotojornalista e artista visual Ana Araújo</p></div>
<p>Mesmo findada a temporada dos festejos juninos, o espírito das celebrações continua vivo na exposição A Festa do Fogo: Retrato de um Forró no Meu Sertão, da fotojornalista e artista visual Ana Araújo. A exposição, que está encantando centenas de visitantes na Sala Alcir Lacerda, do Observatório Cultural Torre Malakoff, no Bairro do Recife, ganha um reforço especial nesta quinta-feira (4). Das 19h às 21h é realizado o lançamento e a distribuição gratuita do catálogo da exposição, um evento aberto ao público que promete uma noite repleta de cultura.</p>
<p>A Festa do Fogo reúne 43 fotografias inéditas, capturadas por Ana Araújo durante as noites juninas de Tacaratu (PE), de 2005 a 2019. As imagens oferecem um olhar íntimo e autêntico da fotógrafa, que cresceu em Tacaratu e continua a retornar à terra natal para capturar a essência dos festejos juninos. Entre os destaques da exposição está uma fotografia que homenageia sua mãe, Dolores (<em>in memoriam</em>), acendendo a fogueira de casa.</p>
<p>Além disso, a exposição conta com uma homenagem ao cantor Josildo Sá, amigo de infância de Ana, que esteve presente na abertura do evento acompanhado do trio pé de serra Xinelo Rasgado. A exposição não é apenas uma coleção de fotografias, mas uma narrativa visual que exalta a memória e a tradição do forró, recentemente reconhecido como patrimônio cultural e imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>No evento de lançamento do catálogo, e durante todo período de visitação, são oferecidos recursos de acessibilidade para garantir que todos possam desfrutar da exposição. Pessoas com deficiência visual podem utilizar a audiodescrição por meio de QR codes e há mediadores e intérpretes de libras para deficientes auditivos.</p>
<p>Realizada com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco, a exposição conta com os seguintes profissionais na equipe: Ana Araújo (concepção, fotografias, curadoria de arte, textos e edição), Maria do Carmo Nino (curadoria de arte e texto), Bianca Pimentel (produção executiva), Séphora Silva &#8211; Arquicênicas (design expográfico), Tácio Ferraz (design e produção gráfica), Domingos Luna &#8211; Estúdio 81 (impressão fotográfica fine arts e molduras), Robson Lemos &#8211; Superimagem (tratamento de imagens), Lúcia Padilha &#8211; Lupa Cultural (coordenação do projeto educativo), Ana Júlia Rodrigues e Júlia Pereira (mediadoras e intérpretes de libras), Liliana Tavares, Michelle Alheiros e Silvia Albuquerque &#8211; Com Acessibilidade Comunicacional (audiodescrição), Sarah Bailey (tradução português &#8211; inglês), Tatiana Portela (revisão de textos), Lula Portela &#8211; Verbo (assessoria de imprensa), Fernando Souza e Cláudio Dantas &#8211; 7System (signfix), RF Montagens (montagem), Marcílio Lisboa e Rômulo Francisco (pintura) e Gráfica Facform (impressão).</p>
<p>A exposição A Festa do Fogo fica com acesso gratuito ao público, na Torre Malakoff, até o dia 1º de setembro, nos seguintes dias e horários: terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e domingo, das 14h às 18h. Trata-se de uma oportunidade imperdível para mergulhar na rica cultura popular do semiárido pernambucano e celebrar a tradição do forró através das lentes de uma das fotojornalistas mais premiadas do Brasil.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento e distribuição gratuita do catálogo com fotos da exposição A Festa do Fogo: Retrato de um Forró no Meu Sertão -</strong> <em>quinta-feira (4), das 19h às 21h, no Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife, Recife-PE)</em></p>
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		<title>Inscrições abertas para oficinas gratuitas de dança em Belo Jardim</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 21:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Buscando promover ações formativas de aprimoramento técnico e de criação para artistas da dança e público em geral, o Interior Coletivo oferece, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, quatro oficinas gratuitas em Belo Jardim, cidade localizada no Agreste. As inscrições para o Circuito Dança Jardim vão até [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/entre-o-ceu-e-as-serras-com-a-cia-de-danca-palacio-das-artes-foto-credito-guto-muniz.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28743" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/entre-o-ceu-e-as-serras-com-a-cia-de-danca-palacio-das-artes-foto-credito-guto-muniz-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>Buscando promover ações formativas de aprimoramento técnico e de criação para artistas da dança e público em geral, o Interior Coletivo oferece, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, quatro oficinas gratuitas em Belo Jardim, cidade localizada no Agreste. As inscrições para o Circuito Dança Jardim vão até o dia 2 de novembro (quarta-feira) e podem ser feitas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe1_3ughWNc1BleGNN3TETkqfEAYk_2hJ4OPTyjtu9sj0rZ5Q/viewform" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>As 15 pessoas selecionadas vão passar por uma audição para que apresentem um pequeno solo de dança, na próxima sexta-feira (4) . No sábado (5), as oficinas iniciam com a dançarina caruaruense, Renata Lima, abordando os ritmos populares de Pernambuco. Encerrando o primeiro final de semana (6), é a vez da vivência com o Coletivo Interior.</p>
<p>O segundo final de semana se dedica a abordar os princípios dos movimentos com ênfase no espaço, tempo e improviso. Intitulada de “Introdução à prática de dança”, a oficina é realizada pela dançarina Gardênia Fernandes e a educadora Marcela Felipe.</p>
<p>A relação da dança com o teatro é o tema da terceira aula que é proposta pela atriz, bailarina e pesquisadora, Lane Luz. “A oficina se propõe a investigar o corpo em movimento por meio da dança-teatro, utilizando técnicas e mecanismos metodológicos das duas linguagens dialogicamente, tendo como base os artistas pesquisadores do corpo Rudolf Laban e Pina Bausch”, explica a profissional.</p>
<p>Encerrando as oficinas do Circuito Dança Jardim, a performer, diretora, atriz e coreógrafa, Iara Izidoro realiza “O que Permanece aqui – Dança e Hibridismo”, com o intuito de abordar a poética performativa recorrendo ao tempo como determinante criativo.</p>
<p>Em paralelo às oficinas, Dança Jardim também conta com a apresentação do “O Idioma das Árvores” em escolas municipais. O espetáculo de dança contemporânea traz cinco intérpretes que constroem uma movimentação fluida, unindo ar e água, sustentada pela mãe terra e atravessados pela palavra poética. O encerramento do evento acontece no dia 27, no Auditório do EREM Belo Jardim, com a apresentação dos solos dos alunos e a entrega de certificados.</p>
<p>Confira programação completa do Circuito Dança Jardim:</p>
<p><strong>1º fim de semana:</strong></p>
<p>4/11 (Sexta-feira) – 19h<br />
Audições de solo (com interprete de Libras)<br />
Local: Auditório da EREM Belo Jardim</p>
<p>5/11 (Sábado) – 9h às 12h e 14h às 17h<br />
Oficina “A dança ao redor: Os ritmos populares de Pernambuco” (Renata Lima – Caruaru PE)<br />
Local: Sala de Dança do SESC Belo jardim</p>
<p>6/11 (Domingo) – 9h às 12h<br />
Vivência com o Interior Coletivo (Belo Jardim PE)<br />
Local: Sala de Dança do SESC Belo jardim</p>
<p><strong>2ºfim de semana:</strong></p>
<p>11/11 (Sexta) – 19h30<br />
Espetáculo “O Idioma das Árvores” (Interior Coletivo – PE) (com interprete de Libras)<br />
Local: Auditório da EREM Belo Jardim</p>
<p>12/11 (Sábado) – 9h às 12h e 14h às 17h e 13/11 (Domingo) – 9h às 12h<br />
Oficina “Introdução à dança contemporânea” (COLETIVA &#8211; Gardênia Fernandes Coleto e Marcela Felipe – Recife PE)<br />
Local: Sala de Dança do SESC Belo jardim</p>
<p><strong>3º fim de semana:</strong></p>
<p>18/11 (Sexta) – 19h30<br />
Espetáculo “O Idioma das Árvores” (Interior Coletivo-PE) (com interprete de Libras)<br />
Local: Auditório da Escola Professor Donino.</p>
<p>19/11 (Sábado) – 9h às 12h e 14h às 17h e 20/11 (Domingo) – 9h às 12h<br />
Oficina “Dança-teatro: Um corpo em expressão” (Lane Luz – Recife PE)<br />
Local: Sala de Dança do SESC Belo jardim.</p>
<p><strong>4º fim de semana:</strong></p>
<p>24/11 (Quinta) – 19h30<br />
Espetáculo “O Idioma das Árvores” (Interior Coletivo-PE) (com interprete de Libras)<br />
Local: Escola Maria Galvão</p>
<p>25/11(Sexta) – 9h às 12h e 14h às 17h e 26/11 (Sábado) – 9h às 12h<br />
Oficina “O que Permanece aqui – Dança e Hibridismo” (Iara Izidoro – Recife PE)<br />
Local: Sala de Dança do SESC Belo jardim</p>
<p>27/11 (Domingo) – 17h<br />
Evento de encerramento (com interprete de Libras)<br />
Local: Auditório da EREM Belo Jardim</p>
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		<item>
		<title>Estão abertas as inscrições para oficina gratuita de elaboração e gestão de projetos de artes visuais</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 22:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto Táticas Visuais chega como uma oportunidade para artistas, produtores, gestores culturais do interior de Pernambuco. A iniciativa de formação oferece gratuitamente uma oficina de elaboração e gestão de projetos na área das artes visuais: exposição, performance, intervenção urbana, publicação, videoarte, entre outros. A capacitação será ministrada pelas produtoras culturais Clarice Hoffmann e Lia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89235" aria-labelledby="figcaption_attachment_89235" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Foto_Lia-e-Clarice.jpg"><img class="size-medium wp-image-89235" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Foto_Lia-e-Clarice-607x468.jpg" width="607" height="468" /></a><p class="wp-caption-text">Lia Letícia e Clarice Hoffmann serão as facilitadoras da oficina</p></div>
<p>O projeto Táticas Visuais chega como uma oportunidade para artistas, produtores, gestores culturais do interior de Pernambuco. A iniciativa de formação oferece gratuitamente uma oficina de elaboração e gestão de projetos na área das artes visuais: exposição, performance, intervenção urbana, publicação, videoarte, entre outros. A capacitação será ministrada pelas produtoras culturais Clarice Hoffmann e Lia Letícia, profissionais experientes que atuam com diversos projetos artísticos. As aulas serão realizadas em formato online, com um total de 50 horas. A oficina será dividida em dois módulos. O projeto Táticas Visuais tem incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas no período de 15 a 30 de novembro. Os interessados devem enviar e-mail para <strong>taticasvisuais@gmail.com</strong>. O curso conta com 40 vagas, sendo destinado especificamente para agentes culturais residentes no interior de Pernambuco. Pessoas com deficiência auditiva poderão participar e acompanhar a formação que terá acessibilidade, a partir de um intérprete de Libras.</p>
<p>O objetivo do projeto Táticas Visuais é capacitar e qualificar para a elaboração e a gestão de projetos dedicados às artes visuais, com foco no edital Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco. Os participantes terão a oportunidade de identificar suas potencialidades, elaborar ou aperfeiçoar seus próprios projetos. Ou seja, será uma oportunidade de transformar sua ideia em projeto cultural e formatá-la para o edital Funcultura, que destina recursos anualmente para a realização das propostas selecionadas.</p>
<p><strong>PROGRAMA -</strong> As aulas do Módulo I terão encontros aos sábados e domingos, das 9h às 13h, nos dias 4 e 5 e 11 e 12 de dezembro de 2021. Com facilitação de Lia Letícia, o módulo será dedicado aos estudos de casos de iniciativas de artistas e coletivos de arte, para assim ampliar o conceito dos projetos e aprofundar o entendimento sobre estratégias de ação em contextos específicos, políticos e econômicos. Durante os encontros, serão analisadas as atuações de artistas e grupos e o respectivo impacto de seus trabalhos no campo da arte local e/ou brasileira. A ideia é que esse conjunto de informações auxilie a elaboração dos projetos idealizados ao longo do curso.</p>
<p>No dia 18 de dezembro de 2021, das 9h às 13h, ocorre uma bate-papo com Liliana Tavares, da COM Acessibilidade, sobre a idealização de ações de acessibilidade para projetos culturais. A acessibilidade é a área que promove o acesso e a inclusão de pessoas com deficiência, seja física ou intelectual, possibilitando que pessoas surdas, com baixa visão, cegas, cadeirantes, entre outras, também possam participar das iniciativas culturais através de audiodescrição, intérprete de Libras, sistema Braile, rampas de acesso, entre outras ferramentas.</p>
<p>No Módulo II, com facilitação de Clarice Hoffmann, os/as participantes serão convidados/as a realizar exercícios práticos relacionados à elaboração de projetos culturais. As atividades serão orientadas a partir da apresentação dos tipos de projetos para as diferentes linhas de ação dentro das artes visuais: exposição, performance, intervenção urbana, publicação, videoarte, entre outros.</p>
<p>Nesta etapa, para que haja um melhor aproveitamento do conteúdo ministrado, os/as 40 inscritos serão divididos em duas turmas. Uma com aulas aos sábados, das 9h às 13h, nos dias 8, 15, 22 e 29 de janeiro, 5, 12, 19 de fevereiro e 5 de março de 2022. E a outra aos domingos, também das 09h às 13h, nos dias 9, 16, 23, 30 de janeiro, 6, 13, 20 de fevereiro e 6 de março de 2022.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>FACILITADORAS</p>
<p></strong></span><strong>Clarice Hoffmann</strong> é jornalista e produtora cultural. Elaborou projetos aprovados em editais do Funcultura, do Centro Cultural Correios e do Itaú Cultural. Além de idealizar propostas que ganharam visibilidade nacional, já assinou a coordenação de produção e a produção executiva de diversas iniciativas. Sua experiência mais importante como facilitadora, se deu em Conceição das Crioulas, área quilombola localizada no município de Salgueiro, através de encontros mensais realizados ao longo de um ano. Vale citar também, a sistematização e produção dos estudos de caso para o livro Mobilizar para Transformar, publicado por Oxfam.</p>
<p><strong>Lia Letícia</strong> é artista visual, arte-educadora e produtora cultural. Atua como coordenadora de diversas atividades e de espaços da área das artes visuais, como as ações artísticas do projeto Criaturas Urbanas, do Cinecão e da Galeria Maumau. Entre os projetos de educação nos quais atuou vale destacar a Escola Engenho e as Tardes de Quintal. Também presta serviço de arte-educação para Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco e SESC.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina Táticas Visuais &#8211; Da elaboração a gestão de projetos<br />
Inscrições gratuitas: De 15 a 30 de novembro de 2021.<br />
Para se inscrever, basta enviar um e-mail para <strong>taticasvisuais@gmail.com</strong> e responder com o formulário preenchido.<br />
Aulas on-line<br />
Vagas: 40, apenas para agentes culturais residentes no interior de Pernambuco. Acessível para pessoas com deficiência auditiva,</p>
<p><strong>Módulo I –</strong> dias 4 e 5 e 11 e 12 de dezembro de 2021 – das 9h às 13h, sábados e domingos, para os 40 participantes do curso.<br />
Bate-papo acessibilidade – dia 18 de dezembro de 2021, das 9h às 13h, para os 40 participantes do curso.</p>
<p><strong>Módulo II –</strong> dias 8, 15, 22 e 29 de janeiro, 5, 12, 19 de fevereiro e 5 de março de 2022 (sábados) &#8211; das 09h às 13h, para grupo de 20 participantes, ou dias 9, 16, 23, 30 de janeiro, 6, 13, 20 de fevereiro e 6 de março de 2022 (domingos), das 09h às 13h, para grupo de 20 participantes.</p>
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		<title>Sesc Casa Amarela retoma atividades do Cine Coliseu</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 21:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cine Coliseu]]></category>
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		<category><![CDATA[Programação]]></category>
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		<description><![CDATA[As sessões do Cine Coliseu, promovido pelo Sesc Casa Amarela, estão de volta. Durante todo o mês de agosto, a cada quinta-feira às 15h, o público poderá conferir a Mostra Japão Animado, com obras da década de 80 que retratam, em tempos diversos historicamente, uma visão apocalíptica e distópica do país oriental. A entrada é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_87088" aria-labelledby="figcaption_attachment_87088" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/tumulo-dos-vagalumes-curiosidades-hotaru-n-haka_opt.jpg"><img class="size-medium wp-image-87088" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/tumulo-dos-vagalumes-curiosidades-hotaru-n-haka_opt-607x317.jpg" width="607" height="317" /></a><p class="wp-caption-text">A animação &#8220;Túmulo dos Vagalumes&#8221; será um dos filmes exibidos pelo Cine Coliseu</p></div>
<p>As sessões do Cine Coliseu, promovido pelo Sesc Casa Amarela, estão de volta. Durante todo o mês de agosto, a cada quinta-feira às 15h, o público poderá conferir a Mostra Japão Animado, com obras da década de 80 que retratam, em tempos diversos historicamente, uma visão apocalíptica e distópica do país oriental. A entrada é gratuita.</p>
<p>Dia 19, é a vez de &#8220;Túmulo dos Vagalumes&#8221;, que se passa durante a Segunda Guerra Mundial, quando dois irmãos órfãos fogem da casa dos parentes e vão parar num abrigo isolado na floresta, onde precisam enfrentar muitas adversidades.</p>
<p>E, para fechar o mês, no dia 26, o público vai poder assistir ao filme &#8220;Gen&#8221;. Uma adaptação da história de quadrinhos de mesmo nome, Gen é quase uma autobiografia de Keiji Nakazawa, que viveu após a explosão da bomba atômica.</p>
<p>Ainda no dia 26, logo depois da exibição do filme, às 17h, o Cine Coliseu também vai promover uma palestra com o tema “Como os desenhos animados podem transmitir mensagens”. A conversa será conduzida por Bruno Antônio, roteirista e escritor, que assina os longas-metragens &#8220;Recife Assombrado&#8221; e &#8220;Além da Lenda &#8211; O Filme&#8221;. Os longas exibidos durante o mês de agosto no Cine Coliseu serão usados para debater a importância das animações e do entretenimento na educação e conscientização.</p>
<p>Serviço<br />
Cine Coliseu<br />
Sesc Casa Amarela (Avenida Norte, Rod Gov Miguel Arraes de Alencar, 1190, Mangabeira | (81) 3267 4410)<br />
Horários: 15h<br />
Entrada: Gratuita</p>
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		<title>Grupo de Teatro de Rua Loucos oferece oficina gratuita de artes cênicas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-de-teatro-de-rua-loucos-oferece-oficina-gratuita-de-artes-cenicas/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jun 2021 16:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Teatro de Rua Loucos]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Para dar início a primeira, da série de três oficinas, o projeto Circularidades: A formação em grupo no Teatro de Rua de Pernambuco abre inscriçĩes gratuitas para a oficina “A Poética e a Musicalidade dos Loucos nos 14 anos de Rua”, nos dias 10 e 11 de julho, das 14h às 17h, pelo Google Meet. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Adriano-Lima.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85701" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Adriano-Lima-607x441.jpeg" width="607" height="441" /></a></p>
<p>Para dar início a primeira, da série de três oficinas, o projeto Circularidades: A formação em grupo no Teatro de Rua de Pernambuco abre inscriçĩes gratuitas para a oficina “A Poética e a Musicalidade dos Loucos nos 14 anos de Rua”, nos dias 10 e 11 de julho, das 14h às 17h, pelo Google Meet.</p>
<p>A oficina é voltada para estudantes de teatro, atores, atrizes, grupos, coletivos de teatro, pesquisadores, professores e professoras de teatro, instituições de formação em artes cênicas. Serão 20 vagas e as inscrições seguem até o dia 5 de julho de 2021. Os únicos pré-requisitos para participar é ter idade mínima de 17 anos e ter alguma experiência na área de artes cênicas. Os interessados podem fazer sua inscrição no link: <strong><a href="https://bit.ly/3gM3hl1" target="_blank">bit.ly/3gM3hl1</a></strong>. Os inscritos receberão o link de acesso no e-mail cadastrado no momento de sua inscrição.</p>
<p>Os participantes serão convidados para uma troca de experiências com o grupo, mergulhando em seus processos de criação artística; roteiros/textos poéticos/dramáticos, dos quadros, além da composição e elaboração das músicas até a montagem e construção da cena teatral. Haverá momentos voltados para o processo de criação musical e também para criação do roteiro e da cena poética, utilizando como método e instrumentos pedagógicos: o teatro popular de rua, a poesia e a música popular pernambucana.</p>
<p>O projeto Circularidades: A formação em grupo no Teatro de Rua de Pernambuco tem o objetivo de analisar, divulgar e fomentar os processos pedagógicos de formação das atrizes e atores nos núcleos dos grupos de Teatro de Rua em Pernambuco por meio de oficinas e debates. A iniciativa é da Trupe Circuluz de Olinda em parceria com o Nutrua &#8211; Núcleo de Estudos em Teatro de Rua da UFPE e conta com o incentivo do Funcultura. Ao final será criado uma revista online com artigos produzidos, a partir da experiência vividas no projeto e disponibilizada de forma gratuita.</p>
<p>Conheça mais sobre o projeto em: <a href="https://trupecirculuz.wixsite.com/circuluz/single-post/oficina-gratuita-o-grupo-de-teatro-de-rua-loucos-e-oprimidos-da-maciel-pinheiro" target="_blank"><strong>trupecirculuz.wixsite.com/circuluz/single-post/oficina-gratuita-o-grupo-de-teatro-de-rua-loucos-e-oprimidos-da-maciel-pinheiro</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina &#8220;A Poética e a Musicalidade dos Loucos nos 14 anos de Rua&#8221;<br />
Quando: dias 10 e 11 de julho de 2021, das 14h às 17h<br />
Via plataforma Google Meet<br />
Inscrições gratuitas até 5 de julho, pelo link: <strong><a href="https://bit.ly/3gM3hl1" target="_blank">bit.ly/3gM3hl1</a></strong><br />
Informações: (81) 98427-6877</p>
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		<title>Mestre Gennaro ministra oficina gratuita de sanfona 120 baixos, no Teatro Arraial</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2020 17:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[120 baixos]]></category>
		<category><![CDATA[gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrições abertas]]></category>
		<category><![CDATA[mestre gennaro]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina]]></category>
		<category><![CDATA[teatro arraial]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Estão abertas as inscrições para oficina Sanfona 120 Baixos, dentro do projeto Vou Contar Pra Vocês, com aula do mestre Gennaro. A oficina é gratuita e acontece no dia 14 de dezembro (segunda-feira), das 9h às 12h e das 14h às 17h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. As vagas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_80079" aria-labelledby="figcaption_attachment_80079" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/DIVULGAÇÃO_Mestre-Gennaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-80079" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/DIVULGAÇÃO_Mestre-Gennaro-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Gennaro é dos grandes mestres da sanfona do Nordeste</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições para oficina Sanfona 120 Baixos, dentro do projeto Vou Contar Pra Vocês, com aula do mestre Gennaro. A oficina é gratuita e acontece no dia 14 de dezembro (segunda-feira), das 9h às 12h e das 14h às 17h, no <strong>Teatro Arraial Ariano Suassuna</strong>, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. As vagas são limitadas e para participar é preciso ter uma sanfona e o mínimo de conhecimento sobre o instrumento. Interessados devem se inscrever gratuitamente até o dia 30 de novembro através do e-mail: <strong>oficina120baixos@tangramcultural.com.br</strong>.</p>
<p>O projeto Vou Contar Pra Vocês é uma realização da Tangram Cultural, de Germana Pereira, e conta com o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. A ideia da oficina é evidenciar a importância da sanfona para a preservação da memória musical nordestina e estimular a formação de jovens instrumentistas para atuar no mercado. <em>“Vou compartilhar com todos minha experiência com a sanfona 120 baixos e ensinar técnicas de interpretação, ritmo, harmonia e improvisação com muita didática”</em>, ressalta o mestre Gennaro.</p>
<p>Para Gennaro, a sanfona é um instrumento completo, servindo para tocar músicas clássicas ou populares.<em> “A sanfona tem um efeito incrível nas pessoas. Onde chego as pessoas elogiam a sonoridade dela. Digo que a sanfona conta muitas histórias e guarda uma memória porque ela soube se adaptar aos diversos ritmos e hoje é admirada por todos”</em>, finaliza.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre o mestre Gennaro</strong></span><br />
Com quase meio século de carreira, Gennaro foi integrante da segunda geração do Trio Nordestino e é hoje considerado uma das maiores referências, no Brasil, como sanfoneiro e compositor de “arrasta-pé’’. Ele conviveu com uma geração consagrada de mitos musicais, como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Lindu. Memória viva do forró pé de serra, Gennaro foi homenageado com o título de cidadão pernambucano, em 2019, por seu trabalho de preservação e divulgação da cultura do Estado.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina ‘Sanfona 120 Baixos’<br />
Quando: 14 de dezembro de 2020, das 9h às 12h e 14h às 17h<br />
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna, localizado na Rua da Aurora, nº 457, Boa Vista<br />
Faixa etária: a partir dos 10 anos de idade<br />
Vagas: 20<br />
Carga horária: 6h<br />
Inscrições: Até 30 de novembro, pelo e-mail: <strong>oficina120baixos@tangramcultural.com.br</strong><br />
Resultado: 7 de dezembro de 2020</p>
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