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	<title>Portal Cultura PE &#187; grupo bongar</title>
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		<title>Secult-PE promove primeira edição do &#8220;Viva Cultura!&#8221; em Brasília Teimosa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-promove-primeira-edicao-do-viva-cultura-em-brasilia-teimosa/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 13:27:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) realiza nesta quinta-feira (17), a partir das 9h, a primeira edição do projeto &#8220;Viva Cultura!&#8221;, na Escola João Bezerra, no bairro de Brasília Teimosa (Recife). O encontro cultural contará com oficina da arteterapeuta e fotógrafa Juliana Lombardi, bate-papo com a escritora Renata Santana e apresentação do Grupo Bongar. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64926" aria-labelledby="figcaption_attachment_64926" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pri Buhr/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/bongar-pri-buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-64926" alt="Pri Buhr/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/bongar-pri-buhr-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De Olinda, o grupo Bongar se apresentará na primeira edição do projeto Viva Cultura!</p></div>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) realiza nesta quinta-feira (17), a partir das 9h, a primeira edição do projeto &#8220;Viva Cultura!&#8221;, na Escola João Bezerra, no bairro de Brasília Teimosa (Recife). O encontro cultural contará com oficina da arteterapeuta e fotógrafa Juliana Lombardi, bate-papo com a escritora Renata Santana e apresentação do Grupo Bongar.</p>
<p>A iniciativa é um conjunto de atividades transversais de cultura e educação, que visa aliar as variadas expressões culturais como ferramenta de conhecimento dentro do universo escolar. Para isso, além da parceria com outras secretarias estaduais (SEE, ADEPE, SETEQ e SDSCJ), o &#8220;Viva Cultura&#8221; conta com a experiência do projeto &#8220;Outras Palavras&#8221; que, desde 2015, vem desenvolvendo uma série de atividades com ênfase na Literatura e nos Patrimônios Vivos, nas comunidades escolares pernambucanas.</p>
<p><em>&#8220;É com imensa satisfação que a Secult-PE retoma as atividades nas escolas do Estado. Desta vez, o projeto ganha ainda mais força ao trazer outras linguagens para dentro das instituições de ensino, como gastronomia, audiovisual, música, fotografia e arte popular, num intercâmbio entre cultura e educação, que possibilite aos alunos uma nova ferramenta de conhecimento e, mais do isso, resinifique a própria experiência do espaço escolar&#8221;</em>, diz o gerente de Políticas Culturais da Secult-PE, Renato Carvalho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CONVIDADOS</strong></span></p>
<p><strong> Juliana Lombardi -</strong> Tem Pós-graduação em Psicologia Junguiana, com foco na prática clínica (Faculdade IDE), Pós-graduação em Arteterapia (TRAÇOS &#8211; Estudos em<br />
Arteterapia), Facilitadora do SoulCollage, Curso técnico de Fotografia (SENAC) e Graduação em Comunicação Social &#8211; Jornalismo (UNICAP).</p>
<p><strong>Renata Santana -</strong> É jornalista, escritora, bibliotecária, pesquisadora e mestre em Ciência da Informação pela UFPE. Publicou o primeiro livro em 2019, “Na terceira margem do agora” (Ed. Castanha Mecânica). Publicou textos em antologias como &#8220;O poema se chama política&#8221; (2021), &#8220;Quem dera o sangue fosse só o da menstruação&#8221; (2019), e &#8220;Abrigo&#8221; (2020). Publicou também o livro &#8220;O amor na 5ª série aos 30&#8243; (Edições Macondo &#8211; Selo Cachalote). Em 2021 ganhou o 7º Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura (antigo Prêmio Pernambuco de Literatura), na categoria poesia, com a obra &#8220;A Mulher do Tempo&#8221;.</p>
<p><strong>Grupo Bongar -</strong> É formado por seis pessoas, todos percussionistas e cantores que revezam os instrumentos como a alfaia, ganzá, abê, caixa, congas, ilu e tabicas. Os integrantes fazem parte da Nação Xambá, localizada em Olinda (pe). Realizam um trabalho de resgate e divulgação da cultura e religião da nação Xambá através de sua dança tradicional, o coco, e em seu mais recente trabalho, as giras de Jurema.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Projeto &#8220;Viva Cultura!&#8221; &#8211; participações de Juliana Lombardi, Renata Santana e Grupo Bongar<br />
Quando: 17 de novembro de 2022 (quinta-feira), às 9h<br />
Onde: Escola Erem Joao Bezerra (R. Francisco Valpassos, s/n &#8211; Brasília Teimosa/Recife PE)</p>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; Guitinho da Xambá</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/nota-de-pesar-guitinho-da-xamba/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 00:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[nota de pesar]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam profundamente a morte do cantor e compositor Guitinho de Xambá, líder e vocalista do Grupo Bongar. O músico estava internado há uma semana para realizar um procedimento cirúrgico, no Hospital Esperança, mas acabou tendo um acidente vascular [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_38809" aria-labelledby="figcaption_attachment_38809" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/bongar.jpg"><img class="size-medium wp-image-38809" alt="Juarez Ventura/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/bongar-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jovem talento de Pernambuco, Guitinho faleceu nesta quarta-feira (17)</p></div>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam profundamente a morte do cantor e compositor Guitinho de Xambá, líder e vocalista do Grupo Bongar. O músico estava internado há uma semana para realizar um procedimento cirúrgico, no Hospital Esperança, mas acabou tendo um acidente vascular cerebral (AVC), que o levou à UTI. Familiares e amigos chegaram a realizar uma campanha para doação de sangue, porém ele não resistiu. A notícia da morte do artista foi confirmada na noite desta quarta-feira (17).</p>
<p>Segundo o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, essa é uma perda muito sentida para o Estado. <em>&#8220;Apesar da pouca idade, Guitinho sempre foi uma referência na cultura popular pernambucana e na defesa e no registro de nossa ancestralidade africana. Destaco não apenas seu trabalho no Grupo Bongar, mas também sua participação atuante na luta por uma política pública de cultura para o setor. Deixo minhas condolências aos familiares e a todos que fazem a Nação Xambá&#8221;</em>, declarou Canuto.</p>
<p>Para o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, ficará sempre na memória o talento e a energia que emanavam de Guitinho. <em>&#8220;Será sempre lembrado pela grande contribuição que deu na retomada do Terreiro de Xambá. Foi uma liderança jovem, com um talento incrível para a música. Está marcado para sempre na cultura de Pernambuco. Desejo muita força à família e aos que integram o Grupo Bongar e a Nação Xambá nesse momento de dor. Que ele siga seu caminho de luz&#8221;</em>, disse o gestor.</p>
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		<title>NO TEXAS recebe a ancestralidade e tradição afro do Grupo Bongar</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/no-texas-recebe-a-ancestralidade-e-tradicao-afro-do-grupo-bongar/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Sep 2017 14:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias A forte percussão e ancestralidade de matriz africana do Grupo Bongar vai ecoar na noite desta quinta-feira (28), durante a última edição da primeira temporada do projeto NO TEXAS – evento realizado no Edf. Texas, localizado no histórico Largo de Santa Cruz, centro do Recife. O grupo, uma das principais bandas independentes do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41693" aria-labelledby="figcaption_attachment_41693" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bongar_1_Núcleo-de-Produção-OI-Kabum-Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-41693  " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bongar_1_Núcleo-de-Produção-OI-Kabum-Recife-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com um trabalho desenvolvido há mais de quinze anos, o Bongar realiza uma pesquisa voltada para a preservação e divulgação do universo popular da comunidade do Xambá</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>A forte percussão e ancestralidade de matriz africana do <a href="https://www.facebook.com/fanbongar/" target="_blank">Grupo Bongar</a> vai ecoar na noite desta quinta-feira (28), durante a última edição da primeira temporada do projeto <strong>NO TEXAS</strong> – evento realizado no <a href="https://www.facebook.com/EdfTexas/" target="_blank">Edf. Texas</a>, localizado no histórico Largo de Santa Cruz, centro do Recife. O grupo, uma das principais bandas independentes do estado, promete uma apresentação especial com destaque também às músicas que colocam a canção em destaque, sem deixar de lado os elementos percussivos.</p>
<p>Os ingressos podem ser retirados gratuitamente duas horas antes da apresentação, que começa às 21h. Serão disponibilizadas 50 entradas, mas quem não conseguir uma delas tem a oportunidade de assistir ao show através de um telão no Pátio de Santa Cruz – ou pela internet, no <a href="https://www.facebook.com/EdfTexas/" target="_blank">Facebook do Edf. Texas</a>.</p>
<div id="attachment_38809" aria-labelledby="figcaption_attachment_38809" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/bongar.jpg"><img class="size-medium wp-image-38809 " alt="Juarez Ventura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/bongar-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Mostramos com essa participação que a música ancestral desenvolvida por jovens negros e de terreiro cabe em qualquer espaço”, opina Guitinho, vocalista do Bongar</p></div>
<p>Com um trabalho desenvolvido há mais de quinze anos, o Bongar realiza uma pesquisa voltada para a preservação e divulgação do universo popular da comunidade do Xambá. Para Guitinho, vocalista do grupo, o projeto <strong>NO TEXAS</strong> acompanha o movimento das grandes metrópoles, que em virtude das suas organizações urbanísticas e dinâmicas sociais têm buscado alternativas para fazer a música independente circular pelas ruas. <em>“Na concretude das cidades, tais alternativas garantem que a música seja um elemento cotidiano das pessoas, fazendo com os centros urbanos fiquem mais vivos”.</em></p>
<div id="attachment_53868" aria-labelledby="figcaption_attachment_53868" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/21762033_2029610700602662_1359695795549008726_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-53868 " alt="21762033_2029610700602662_1359695795549008726_n" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/21762033_2029610700602662_1359695795549008726_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Quem não conseguir ingressos tem a oportunidade de assistir ao show através de um telão no Pátio de Santa Cruz</p></div>
<p>Segundo ele, o Bongar vem de uma unidade periférica da cidade de Olinda, mas com raízes profundas na sociedade musical, o que, para ele, é um sinal da contemporaneidade no qual estão inseridos, apesar dos estereótipos. “<em>A gente quebra esse paradigma de que eventos como esse só recebem a música tida como contemporânea e alternativa. Mostramos com essa participação que a música ancestral desenvolvida por jovens negros e de terreiro cabe em qualquer espaço”</em>, opina Guitinho.</p>
<p>De acordo com o músico, o grupo irá apresentar no Edf. Texas um show que pincelará a estética do culto religioso, na poética, passando por todos os discos do grupo. <em>“Não vamos abandonar nossa postura de percussão forte, mas compreendemos também que este é um espaço no qual poderemos levar um repertório que trata a canção com prioridade. Uma das músicas que vamos tocar é a <strong>Ogum Onirê</strong>, que está disponível no Youtube, e nela damos destaque à voz, violão e cavaco, com elementos percussivos mais leves”.</em></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-0RPQGaQ20Y" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Pedro Escobar, um dos idealizadores do <strong>NO TEXAS</strong>, conta que circulam em cada edição do evento cerca de duas mil pessoas. <em>“Como temos uma limitação no terceiro andar, a gente faz também a projeção por streaming, através do nosso Facebook, e na rua, em pleno Pátio de Santa Cruz. E essa é a parte mais legal porque engloba todos os bares do entorno que estão ali, tem também as pessoas que estão passando e decidem ficar e o público na internet”,</em> explica.</p>
<p>O projeto tem incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e além dos shows promove outras ações multimídia com a proposta de dar mais visibilidade a tudo que acontece por lá. Cada noite é documentada e alguns programas já estão no Youtube, como forma de deixar registros de contatos íntimos entre os grupos e o público que por ali passam. Além disso, cada apresentação resulta num EP e num programa para internet com entrevistas e registro do show disponíveis no Soundclound.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/qRf7YF1Gb0U" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O produtor Pedro Escobar revela ainda que a equipe segue planejando como será a próxima temporada do <strong>NO TEXAS</strong>. <em>“Só precisamos ver como viabilizar financeiramente da forma que conseguimos desta vez. Vamos pensar em outros caminhos, tanto pelo privado como pelos editais, além das parcerias que seguem. Temos também uma proposta de ter um programa de televisão, e já estamos conversando com a TVU sobre essa possibilidade”.</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>NO TEXAS #06 – Grupo Bongar</em><br />
Quinta (28) | 21h<br />
Edf. Texas (Rua Rosário da Boa Vista, 163, Recife)<br />
Gratuito | Senhas 2h antes no local | Sujeito a lotação: 50 pessoas</p>
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		<title>Grupo Bongar lança o CD Ogum Iê!</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 20:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
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		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
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		<category><![CDATA[Comunidade Xambá]]></category>
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		<description><![CDATA[Um disco recheado de religiosidade, ancestralidade e tradição e com uma sonoridade contemporânea. Assim é o CD Ogum Iê!, que o Grupo Bongar lança no próximo dia 30 de abril, a partir das 17h, no Centro Cultural Grupo Bongar, na Comunidade Xambá, no bairro de São Benedito em Olinda, com patrocínio do Rumos Itaú Cultural. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_48139" aria-labelledby="figcaption_attachment_48139" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rennan Peixe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/grupo-bongar-foto-rennan-peixe-26042017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-48139" alt="Rennan Peixe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/grupo-bongar-foto-rennan-peixe-26042017-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Grupo Bongar foi fundado em 2001 e é composto por jovens integrantes do terreiro Xambá</p></div>
<p>Um disco recheado de religiosidade, ancestralidade e tradição e com uma sonoridade contemporânea. Assim é o CD <em>Ogum Iê!</em>, que o Grupo Bongar lança no próximo dia 30 de abril, a partir das 17h, no Centro Cultural Grupo Bongar, na Comunidade Xambá, no bairro de São Benedito em Olinda, com patrocínio do Rumos Itaú Cultural. A Orkestra de Tambores da Xambá, formada por crianças e adolescentes da comunidade, e o Afoxé Omô Nilê Ogunjá farão os shows de abertura. No dia 20 de maio, o grupo irá lançar o disco no auditório do Ibirapuera em São Paulo.</p>
<p>O disco <em>Ogum Iê!</em> traz oito faixas, sendo sete composições de Guitinho da Xambá, e uma com toadas para os Orixás Exú e Ogum, cantadas pelo babalorixá Ivo da Xambá no Terreiro Xambá, durante o Toque de Oyá, em dezembro de 2016. “É um CD que foi pensado, criado em 2009, e que foi amadurecendo e sendo lapidado. É um disco que apresenta o Bongar, no palco, em um formato diferente do que o público está acostumado a ver o grupo em suas apresentações”, conta Marileide Alves, produtora do Bongar.</p>
<p>A concepção do repertório do disco busca levar o público a compreender o diálogo que o Bongar traz entre a criação tradicional e contemporânea da juventude de Terreiro. O disco tem produção musical do maestro baiano <strong>Letieres Leite</strong>, uma referência nacional no trabalho de interação da música tradicional de candomblé com a música erudita e formação musical de jovens. Os arranjos das composições foram construídos pelo maestro e os integrantes do Grupo Bongar, durante uma residência artística no Centro Cultural Grupo Bongar, em outubro do ano passado, na qual o músico fez uma imersão no cotidiano do povo xambá e na musicalidade do Bongar, oriunda do terreiro Xambá.</p>
<p>As músicas do disco são composições criadas pelo vocalista do Bongar, Guitinho da Xambá, a partir do cotidiano dos músicos do grupo em sua comunidade, especialmente durante os rituais religiosos. O CD <em>Ogum Iê!</em> traz a sonoridade dos tambores ancestrais do Terreiro Xambá unidos aos sons da flauta, do violão, do cavaquinho, do baixo, da guitarra, do trompete, do sax, do acordeon, do trombone e de elementos experimentais como latas, antena de TV e tonéis de metal, revelando a atmosfera sonora do orixá Ogum.</p>
<p>“<em>Ogum Iê!</em> é um disco que transmite a capacidade dos jovens do terreiro Xambá em transformar seus elementos tradicionais, sem perder referências culturais, garantindo a manutenção dos mais jovens com suas tradições de uma forma ressignificada”, explica Guitinho. “Este CD não é apenas um registro fonográfico, mas um projeto de preservação e valorização da criatividade musical desenvolvida pelos jovens do Grupo Bongar. É um disco que carrega o sentimento da valorização da música negra desenvolvida pela juventude de terreiro de candomblé, conectada a um diálogo entre a tradição e a ressignificação das periferias do Brasil”, completa o músico.</p>
<p>O CD traz participações de vários músicos: Julio Fejuca (violão e cavaquinho), Gabriel Levy (Acordeon), Letieres Leite (flautas), Gabriel da Xambá (percussão), Bruno Giorgi (guitarra, bandolim e baixo) e os músicos da Orkestra Rumpilezz: André Becker (sax alto e sax barítono), Guiga Scott e Rudney Machado (trompete) e Gilmar Chaves (trombone). Quem também participou da gravação e estará do show de lançamento é o garoto Gabriel da Xambá, de apenas 12 anos.</p>
<p>A ideia do CD <em>Ogum Iê!</em> nasceu em 2009, quando o vocalista do Bongar, Guitinho da Xambá, resolveu fazer um disco todo em homenagem ao seu Orixá Ogum. Em 2015, o Bongar inscreveu o projeto no Edital Rumos Itaú Cultural. Aprovado no Rumos, o disco começou a ganhar forma em julho de 2016, com a visita do maestro Letieres Leite, convidado pelo grupo para fazer a produção musical do disco, junto com produtores do Rumos Itaú Cultural que visitaram o Terreiro Xambá e a comunidade para conhecer de perto o trabalho realizado pelo Bongar em sua localidade. Em outubro, o grupo realizou uma residência artística com o maestro Letieres Leite para elaboração dos arranjos das sete faixas do disco, compostas por Guitinho.</p>
<p>A gravação do disco ocorreu em novembro de 2016, no Estúdio Cachuera!, em São Paulo, com a participação de alguns músicos convidados, entre eles o próprio maestro Letieres. A captação do toque no Terreiro Xambá foi realizada pelo Estúdio Carranca (PE).</p>
<p><strong>Grupo Bongar</strong> &#8211; Fundado em 2001, o Grupo Bongar é composto por jovens integrantes do terreiro Xambá, do Quilombo do Portão do Gelo em Olinda. Tem como propósito levar aos palcos a tradicional Festa do Coco da Xambá, realizada na comunidade há mais de 40 anos. O grupo também é ligado ao Ponto de Cultura <em>Um Quilombo Cultural Grupo Bongar: Jovens da Comunidade Xambá</em>. Já se apresentou e ministrou oficinas em diversas cidades do Brasil, na Europa e em Cabo Verde, na África.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Lançamento do CD Ogum Iê! do Grupo Bongar</strong><br />
<strong>Quando:</strong> Domingo, 30 de abril, das 17h às 21h30<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 10 (inteira) &#8211; R$ 5 (meia entrada para estudantes, idosos e crianças de sete a 12 anos)<br />
<strong>Local:</strong> Centro Cultural Grupo Bongar &#8211; Comunidade Xambá &#8211; Rua Severina Paraíso da Silva, 65 &#8211; São Benedito &#8211; Olinda<br />
<strong>Ingressos: <a href="https://www.sympla.com.br/lancamento-do-cd-ogum-ie__126281" target="_blank">https://www.sympla.com.br/lancamento-do-cd-ogum-ie__126281</a></strong><br />
e no Centro Cultural Grupo Bongar<br />
<strong>Página do evento no Facebook: <a href="https://www.facebook.com/events/207890633026906/" target="_blank">https://www.facebook.com/events/207890633026906/</a></strong></p>
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		<title>Bongar, Dinda Salú e O Terno Alinhado movimentam o sábado em Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2016 21:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dinda Salú & O Terno Alinhado]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Cultural Quintal do Biu]]></category>
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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria O Espaço Cultural Quintal do Biu, em Olinda, promove na noite deste sábado (5), um encontro de tradições culturais em ritmos como forró de rabeca e coco. A festividade, que começa às 21h, tem como principais atrações o Grupo Bongar acompanhado de Dinda Salú &#38; O Terno Alinhado, celebrando segmentos que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41763" aria-labelledby="figcaption_attachment_41763" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/O-Terno-Alinhado-Jan-Riberito.jpg"><img class="size-medium wp-image-41763" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/O-Terno-Alinhado-Jan-Riberito-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Dinda Salú &amp; O Terno Alinhado</p></div>
<p align="right"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">O Espaço Cultural Quintal do Biu, em Olinda, promove na noite deste sábado (5), um encontro de tradições culturais em ritmos como forró de rabeca e coco. A festividade, que começa às 21h, tem como principais atrações o Grupo Bongar acompanhado de Dinda Salú &amp; O Terno Alinhado, celebrando segmentos que vão desde folguedos populares, com sambas e toadas de Maracatu Rural e Cavalo Marinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Integrando diferentes linguagens como música, poesia, dança e teatro, o espetáculo de Dinda Salú &amp; O Terno Alinhado conta ainda com a participação de Cristiano Salú (cantor, compositor e irmão de Dinda) nas músicas “Rua do Baile e Toadas de Cavalo-Marinho”. Dinda Salú, décimo segundo filho do Mestre Salustiano, é rabequeiro, cantor e compositor. Oriundo de uma família de músicos da tradição oral pernambucana, Dinda ainda é mestre de Maracatu Rural, Coquista e brincador de Cavalo Marinho, sendo um músico com uma voz única e inconfundível que toma como responsabilidade continuar com o legado do seu pai, o saudoso Mestre Salustiano, que muito contribuiu para levar a cultura pernambucana aos lugares mais distantes do Brasil e do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">O Terno Alinhado é composto por três músicos da cena pernambucana: Emerson Santana, Wellington Moraes e Frank Sósthenes. Na formação instrumental, a rabeca e o contrabaixo unem suas melodias e harmonias à expressão vocal da Família Salú.</p>
<div id="attachment_41764" aria-labelledby="figcaption_attachment_41764" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Marcelo Soares</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Grupo-Bongar-Marcelo-Soares.jpg"><img class="size-medium wp-image-41764" alt="Foto: Marcelo Soares" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Grupo-Bongar-Marcelo-Soares-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Bongar</p></div>
<p style="text-align: justify;">Já o Bongar estará se apresentando carregado de simbolismos, de religiosidade, de tradição, de ancestralidade. O grupo oportuniza ao público conhecer não só a música e a dança do Bongar, mas compreender a formação histórica e cultural dos integrantes do grupo. Composto por seis jovens que reúnem em si os festejos tradicionais do terreiro Xambá, local sagrado do culto aos Orixás e Eguns, no Portão do Gelo, em Olinda, o Bongar é conhecido por transformar em brinquedo seus ancestrais em um novo caminho para o reconhecimento das raízes negras e indígenas do povo de terreiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ingressos custam R$ 25 e podem ser adquiridos online, através do link: <strong><a href="https://www.eventick.com.br/bongar-dinda-salu-e-o-terno-al" target="_blank">www.eventick.com.br/bongar-dinda-salu-e-o-terno-al</a></strong> ou nas lojas Passa Disco, Oficina da Música, Venda de Seu Biu e Quintal do Biu.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Show Bongar + Dinda Salú e o Terno Alinhado</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 5 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 21h<br />
<strong>Local:</strong> Quintal do Biu (Rua do Sol, nº 195 – Carmo – Olinda)<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 25 (vendas online: <a href="https://www.eventick.com.br/bongar-dinda-salu-e-o-terno-al" target="_blank">https://www.eventick.com.br/bongar-dinda-salu-e-o-terno-al </a>- Pontos de vendas: Passa Disco, Oficina da Música, Venda de Seu Biu e Quintal do Biu)</p>
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		<title>Grupo Bongar e debate sobre o papel da arte marcam lançamento da Outros Críticos #12</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2016 19:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A arte é a última esperança]]></category>
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		<category><![CDATA[Mariana de Matos]]></category>
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		<description><![CDATA[Há três anos, o jornalismo cultural em Pernambuco conta com uma importante referência, a revista Outros Críticos. O projeto, iniciado como um blog, já lançou diversas edições impressas envolvendo colaboradores e artistas do estado, e conta também com um site, o futuro &#8220;carro-chefe&#8221; do projeto.  No próximo dia 10 de novembro, a revista encerra um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41690" aria-labelledby="figcaption_attachment_41690" class="wp-caption img-width-331 alignright" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Capa da Outros Críticos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/capa-revistaoc-ed12-Arte-Mariana-de-Matos.jpg"><img class="size-medium wp-image-41690" alt="Reprodução/Capa da Outros Críticos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/capa-revistaoc-ed12-Arte-Mariana-de-Matos-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A capa e a identidade visual da 12ª edição da Outros Críticos é assinada pela artista visual Mariana de Matos</p></div>
<p>Há três anos, o jornalismo cultural em Pernambuco conta com uma importante referência, a revista <strong>Outros Críticos</strong>. O projeto, iniciado como um blog, já lançou diversas edições impressas envolvendo colaboradores e artistas do estado, e conta também com um site, o futuro &#8220;carro-chefe&#8221; do projeto.  No próximo dia 10 de novembro, a revista encerra um ciclo <a href="https://www.facebook.com/events/1234675306605890/?fref=ts" target="_blank">ao lançar a sua 12ª edição</a>, que traz como tema “A arte é a última esperança” &#8211; título de uma obra de Paulo Bruscky.</p>
<p>O evento será realizado no Sexto Andar, no Edifício Pernambuco (Recife), e na ocasião será realizado um debate mediado por Ana Lira (artista visual e fotógrafa), com Guitinho da Xambá (músico), Mariana de Matos (artista visual e escritora), Marcelo Pedroso (cineasta), Iris Regina (educadora e designer do CCJ Recife) e Philippe Wollney (poeta e editor). Em seguida, haverá uma apresentação do Grupo Bongar. A entrada custa R$ 10 e os 100 primeiros compradores receberão uma cópia da revista. Já a versão on-line estará disponível para leitura e download gratuito no site da <strong><a href="http://www.outroscriticos.com" target="_blank">Outros Críticos</a></strong>.</p>
<div id="attachment_41693" aria-labelledby="figcaption_attachment_41693" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bongar_1_Núcleo-de-Produção-OI-Kabum-Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-41693 " alt="Oi Kabum/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bongar_1_Núcleo-de-Produção-OI-Kabum-Recife-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Grupo Bongar fará uma apresentação durante o lançamento da 12ª edição da revista. Guitinho da Xambá também participa desta edição na seção &#8216;entrevista&#8217;, numa conversa com o editor Carlos Gomes</p></div>
<p>Segundo Carlos Gomes, editor da revista, o próximo passo é fazer uma avaliação sobre os últimos três anos e pensar em como será o projeto daqui pra frente.<em> “Estamos vendo a possibilidade de crowdfunding para financiar a versão impressa ou a mudança da periodicidade. O certo é que ela vai continuar existindo, mesmo se não tiver incentivo financeiro. A expectativa agora é que a Outros Críticos se volte mais para o site, já temos seis colunistas escrevendo em áreas diversas e, para o próximo ano, mais seis pessoas estarão participando&#8221;</em> adianta Carlos.</p>
<p>Na opinião do editor, a guinada na Outros Críticos começou em 2014, quando mudou a perspectiva de ser independente e ligada apenas à internet. <em>“Na época consegui aprovar no Funcultura um projeto de financiamento que garantisse as revistas impressas. Saímos do virtual e aproveitamos os lançamentos destas edições para a realização dos nossos eventos, sempre com debates ou apresentações musicais”</em>, comenta, ressaltando que tais encontros não estavam previstos no projeto inicial, e foram feitos por conta própria, em parceria com os críticos e os músicos envolvidos. Participaram destes eventos nomes como DJ Dolores, Isaar, Jomard Muniz de Britto, Fabiana Moraes e Rodrigo Campos.</p>
<p>Sobre a marca que a Outros Críticos já deixou no jornalismo cultural pernambucano, Carlos Gomes diz que é &#8220;a<em> revista não se fecha numa redoma de que é algo ‘experimental’ e que não conversa com os outros meios. Muitos dos nossos colaboradores trabalham em redações de jornais, e temos de estagiários a professores de pós-graduação. Mais do que deixar um legado, o mais importante é que construímos este diálogo”.</em></p>
<p><strong>12ª edição</strong><br />
O novo número traz a artista visual Mariana de Matos e o Grupo Bongar como os pontos centrais desta edição. O trabalho de Mariana está presente na capa e nos demais textos, enquanto o Bongar figura na seção ‘entrevista’, numa conversa entre o músico Guitinho da Xambá e o editor Carlos Gomes, marcada por um passeio pela trajetória de 15 anos do grupo.<em><br />
</em></p>
<div id="attachment_41691" aria-labelledby="figcaption_attachment_41691" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Mariana-de-Matos-artista-visual-Foto-victor-jucá.jpg"><img class="size-medium wp-image-41691" alt="Victor Jucá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Mariana-de-Matos-artista-visual-Foto-victor-jucá-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Junto ao Grupo Bongar, o trabalho da artista Mariana de Matos ganha destaque nesta edição</p></div>
<p>A seção ‘crítica de boteco’ conta com Moacir dos Anjos para refletir sobre a arte política, numa conversa com Renata Pimentel e Mery Lemos. O artigo de abertura foi escrito por Ana Lira e compõe um quadro artístico do Recife e suas variadas movimentações que se cruzam. A revista também incluiu ao tema que intitula essa edição uma interrogação e fez a pergunta a diversos autores, nomes como Paulo Marcondes, Priscilla Buhr, Philippe Wollney, Nathalia Queiroz, Roberta Martinelli e Marcelo Coutinho.</p>
<p>A equipe da Outros Críticos presenta textos sobre Elza Soares, Larissa Luz, Karina Buhr, Iara Rennó e Ava Rocha. Em paralelo, os discos de Alessandra Leão, Cosmo Grão, Juliana Perdigão e do duo Walter Areia e Rafael Marques integram a seção de resenhas, escritos, respectivamente, por Carlos Gomes, Fernando Athayde, GGabriel Albuquerque e Bruno Vitorino. O ensaio de encerramento é do cantor e compositor Romulo Fróes.</p>
<p>A Outro Críticos é impressa com o apoio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e lançada em versão virtual com apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e da Altovolts. O Sexto Andar e a fotógrafa Camila van der Linden também  apoiam  essa edição.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Lançamento da 12ª edição da revista Outros Críticos &#8211; Show do Grupo Bongar mais debate com Ana Lira, Guitinho da Xambá, Mariana de Matos, Marcelo Pedroso, Iris Regina e Philippe Wollney</em><br />
Quinta (10) | 19h<br />
Sexto Andar, Edifício Pernambuco (Av. Dantas Barreto, 324, Santo Antonio)<br />
R$ 10 (As 100 primeiras pessoas ganham a revista)</p>
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		<title>Um passeio pela música contemporânea nordestina</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 14:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ayrton montarroyos]]></category>
		<category><![CDATA[FIG 2016]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O encerramento do Palco Pop trouxe muita chuva e frio, mas, principalmente, um público que ainda não estava preparado para dizer “até logo” ao FIG. Muitos adolescentes ficaram, durante toda a noite, na grade do palco, na certeza de que aquele momento era único e que logo se transformaria em memória pra vida toda.</p>
<div id="attachment_38806" aria-labelledby="figcaption_attachment_38806" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/publico-pop.jpg"><img class="size-medium wp-image-38806" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/publico-pop-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público do Palco Pop no sábado (30)</p></div>
<p>Em grande parte, estavam ali para ver <strong>Lucas Notaro e Os Corajosos</strong>, banda bastante apoiada no cenário local e que costuma fazer shows em eventos esporádicos por Garanhuns. Alguns veriam pela primeira vez uma apresentação do cantor <strong>Ayrton Montarroyos</strong>, recifense de apenas 21 anos, conhecido pela participação no programa<em> The Voice Brasil</em> em 2015, no qual teve um desempenho acima da média. Muitos outros, ansiavam que <strong>Seu Pereira e Coletivo 401</strong>, banda de samba rock nervoso da Paraíba, fizesse seu primeiro show pelas “minhas áreas”, como cantam em “Rabissaca”. Todos, provavelmente, se encantariam ao ver os batuques do grupo <strong>Bongar</strong>, última atração da noite.</p>
<p>Ayrton foi uma grata surpresa. Contratado de última hora para substituir Nuria Mallena, teve pouco mais de um dia para se preparar para o maior show de sua vida, até o momento; ou, pelo menos, com maior público. “Esse é o primeiro FIG que eu participo de fato, mas já trabalhei aqui como produtor e sou pernambucano, então eu sei da importância desse festival, que é um encontro de pessoas que realmente têm algo a mostrar. Não estávamos fazendo shows, porque estou finalizando meu CD e precisava estar muito focado, mas quando surgiu a proposta do FIG&#8230; Pô, o FIG eu não posso deixar de fazer, né? (risos)”, brincou o cantor, que deve lançar um disco autoral até o final desse ano.</p>
<div id="attachment_38807" aria-labelledby="figcaption_attachment_38807" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/ayrton-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-38807" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/ayrton-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O recifense Ayrton Montarroyos fez sua primeira apresentação no FIG</p></div>
<p>Durante o show, releituras de músicas cantadas no programa e de “coisas boas que quero mostrar ao público” fizeram sucesso e encantaram os presentes, especialmente em relação ao tom de voz do jovem, que interpretou “Olhos nos olhos” (Chico Buarque), “Vamos ficar sol” (Tibério Azul), Carinhoso (Pixinguinha) e “E então” (Academia da Berlinda). Também elogiou artistas “da terra” como a própria banda Academia da Berlinda, o pianista Zé Manoel e as cantores Ylana Queiroga e Isadora Melo. “São pessoas de Pernambuco que levam nosso nome para fora da melhor maneira possível”, citou.</p>
<p><b>De um estado irmão, Seu Pereira e Coletivo 401 chegaram ao FIG</b></p>
<p>Finalmente, a banda Seu Pereira e Coletivo 401 fez seu primeiro grande show, após grande mobilização nas redes sociais, na cidade de Garanhuns. Thiago Sombra, baixista do grupo, disse que se assustou com o quanto a banda é querida no Agreste pernambucano. “A gente via o pessoal pedindo bandas grandes, de nome nacional, e pedindo Seu Pereira”, comemorou.</p>
<p>O líder da banda, Jonathas Pereira, contou que era um sonho tocar em um festival como FIG, apesar de já ter participado de outros grandes festivais, como o Campus Festival (PB) e a Virada Cultural (SP). “Já vim várias vezes como espectador, assisti a grandes shows e agora estar aqui é muito bom”, declarou o também fã de Naná, nosso homenageado. “Vi um show dele espetacular, em João Pessoa, em que ele conseguiu simular barulhos de chuva na floresta, sons da natureza, foi uma experiência incrível”, relembra o cantor.</p>
<div id="attachment_38808" aria-labelledby="figcaption_attachment_38808" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/seu-pereira.jpg"><img class="size-medium wp-image-38808" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/seu-pereira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Seu Pereira e Coletivo 401 foram bastante prestigiados pelo público agrestino</p></div>
<p>Os sucessos do grupo pessoense foram ecoados pelo público, que chegavam a tentar ultrapassar as grades para chegarem perto da banda. “Mamãe e papai”, “Rabissaca”, “Já era”, “Menina ET”&#8230; Pra quem é fã do primeiro disco da banda não houve tempo ruim. O segundo álbum, que deve ser lançado até outubro por meio de financiamento coletivo, também já estava na ponta da língua de vários presentes, demonstrando que um retorno, em breve, à Cidade das Flores, seria muito bem recebido.</p>
<p><b>De Xambá ao Palco Pop</b></p>
<p>Com o objetivo de levar a outras comunidades o coco do terreiro Xambá, de Olinda, formou-se, em 2001, o grupo Bongar, última e especialíssima atração do nosso Palco Pop. Apesar de o grupo já ter participado do Festival de Inverno em outros palcos, como no de Cultura Popular e no Palco Mestre Dominguinhos, o show de ontem foi especial: comemorou os 15 anos de estrada da banda, de música e das ações conectadas ao Bongar e à edução e formação musical de sua comunidade. Retrato do nordeste, tocam coco, ciranda, maracatu e suas músicas de terreiro, mas, além disso, realizam trabalhos de formação cultural e instrumental com aulas de percussão, palestras e outras vivências que estimulam os jovens a se profissionalizar e, mais ainda, divulgar a cultura pernambucana.</p>
<div id="attachment_38809" aria-labelledby="figcaption_attachment_38809" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/bongar.jpg"><img class="size-medium wp-image-38809" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/bongar-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo olindense Bongar fez show comemorando 15 anos de história</p></div>
<p>“É um trabalho que vai além da cultura popular, da música, e o FIG dá oportunidade para que possamos traduzir essa complexidade. Somos um grupo de cultura popular que faz de sua música um discurso afirmativo, e essa nova conjuntura, esse novo formato político do festival nos possibilita fazer uma grande partilha sobre o que aprendemos e produzimos nos últimos 15 anos”, reiterou Guitinho, líder do grupo &#8211; que lançou um novo disco no mês passado, o “Samba de gira”.</p>
<p>Guitinho também falou emocionado sobre nosso homenageado, Naná Vasconcelos, um de seus mentores. “O Naná sempre foi um grande mestre. Poucas pessoas sabem, mas a mãe dele era feiticeira Xambá, muito da nossa música tem dele por isso também. Por isso, nesse show, ele esteve presente. Viva a percussão de Naná, que segue vivo entre nós”. Axé!</p>
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		<title>Grupo Bongar lança novo CD com show na comunidade Xambá, em Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2016 15:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Centro Cultural Grupo Bongar - Nação Xambá]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Xambá]]></category>
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		<category><![CDATA[grupo bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento do CD ‘Samba de Gira’]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciando as comemorações pelos 15 anos de atividades culturais, que serão completados no mês de agosto, o Grupo Bongar lança no próximo sábado (18), no Centro Cultural Grupo Bongar – Nação Xambá, em Olinda, o seu quarto trabalho musical. Inspirado em rituais afro-indígenas, o CD ‘Samba de Gira’ agrega a intimidade do grupo com tradições [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37294" aria-labelledby="figcaption_attachment_37294" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Grupo-Bongar-Samba-de-Gira-divulgacao-01.jpg"><img class=" wp-image-37294 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Grupo-Bongar-Samba-de-Gira-divulgacao-01-325x486.jpg" width="260" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Bongar</p></div>
<p style="text-align: justify;"><em></em>Iniciando as comemorações pelos 15 anos de atividades culturais, que serão completados no mês de agosto, o Grupo Bongar lança no próximo sábado (18), no Centro Cultural Grupo Bongar – Nação Xambá, em Olinda, o seu quarto trabalho musical. Inspirado em rituais afro-indígenas, o CD ‘Samba de Gira’ agrega a intimidade do grupo com tradições de culto à Jurema, contando com  a parceria dos músicos como Adiel Luna, Chico César, Gabriel Policarpo, Jam Silva, Juliano Holanda, Lirinha, Sapopemba, Siba, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Possuindo incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o trabalho musical foi produzido por Beto Villares, sendo gravado em vários ambientes da Região Metropolitana do Recife, como o Teatro Hermilo Borba Filho, os terreiros Xambá e de Dona Marinalva, além dos estúdios Carranca e CTCD de Peixinhos, obedecendo ao ritmo das celebrações religiosas de terreiros, para que a equipe pudesse captar os cantos entoados pelas entidades da Jurema. <em>“Em ‘Samba de Gira’, conseguimos conectar dois mundos com os quais convivemos diariamente na Xambá, tendo a música tradicional como o fio condutor, nos mostrando o quanto ao conectarmos nossa espiritualidade somos capazes de revelar uma criatividade em parceria com o legado cultural que herdamos dos nossos ancestrais”</em>, explica Guitinho da Xambá, vocalista do Bongar. <em>“Isso vira música capaz de nos colocarmos ao lado de artistas consagrados igualitariamente”</em>, ressaltou o músico.</p>
<p style="text-align: justify;">No repertório, ganham destaque especial cantos tradicionais compostos por Guitinho da Xambá, além de parceria com Adiel Luna e Sapopemba, na faixa ‘Bananeira Chorou’, e com Juliano Holanda, no samba de macumba intitulado de ‘Moça’. <em>“É um disco antropológico, carregado de simbolismos, de religiosidade, de tradição e de ancestralidade. No culto da Jurema, Gira é a reunião dos mestres, mestras, caboclos e outras entidades que se juntam para um momento espiritual, onde o canto é elemento principal desse encontro”</em>, define Guitinho.</p>
<p style="text-align: justify;">O show acontece a partir das 19h, no Centro Cultural Grupo Bongar, localizado na Rua Severina Paraíso da Silva, nº 5330, na Comunidade Xambá, por trás do TI Xambá, em Olinda. Os ingressos individuais custam R$ 10 e estarão a venda no local.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Lançamento do CD ‘Samba de Gira’, do Grupo Bongar</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 18 de junho<br />
<strong>Horário:</strong> às 19h<br />
<strong>Local:</strong> Centro Cultural Grupo Bongar – Nação Xambá (Rua Severina Paraíso da Silva, 5330 – Comunidade Xambá, por trás do TI Xambá)<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 10 (à venda no local)</p>
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		<title>Grupo Bongar abre inscrições para oficina de coco em Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2016 11:41:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Grupo Bongar - Nação Xambá]]></category>
		<category><![CDATA[grupo bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Percussivo Maracaatômico]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina de Coco da Xambá]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>

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		<description><![CDATA[Em parceria com o Percussivo Maracaatômico, o Grupo Bongar estará ministrando entre os dias 16 e 20 de maio, no Centro Cultural Grupo Bongar – Nação Xambá, em Olinda, a Oficina de Coco da Xambá. A atividade, que acontece no horário das 18h30 às 21h30 e é destinada ao público acima dos 18 anos, é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Oficina-de-Coco-da-Xamba-divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-36143" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Oficina-de-Coco-da-Xamba-divulgacao-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em parceria com o Percussivo Maracaatômico, o Grupo Bongar estará ministrando entre os dias 16 e 20 de maio, no Centro Cultural Grupo Bongar – Nação Xambá, em Olinda, a Oficina de Coco da Xambá. A atividade, que acontece no horário das 18h30 às 21h30 e é destinada ao público acima dos 18 anos, é realizada com o objetivo de possibilitar a expansão do coco para além dos seus polos tradicionais, através de exercícios práticos da dança e a utilização de instrumentos como o ganzá e a alfaia.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Para os participantes que já tiverem experiência com o pandeiro, também estaremos facilitando as noções básicas do instrumento, de forma que todos possam ser inseridos no ritmo do coco, através de suas principais potencialidades”</em>, explicou Elaine Torres, integrante do grupo percussivo Maracaatômico. <em>“Nesta edição, os participantes da oficina contarão com uma grande roda de coco, uma visita guiada pelo único quilombo urbano de Pernambuco e no Memorial Mãe Biu, além da audição do novo CD do Grupo Bongar. A oficina também possibilita no ato da matrícula, a participação no show do Rapper Gog (DF), que acontece no dia 28 de maior, durante o evento ‘Tem Preto na Tela’, no Centro Cultural Bongar Xambá”</em>, adiantou Elaine.</p>
<p style="text-align: justify;">As inscrições podem ser realizadas até a próxima sexta-feira, 13 de maio, pelos telefones (81) 99156-7472 ou 99396-5895. O valor do investimento individual custa R$ 120. As vagas são limitadas.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Oficina de Coco da Xambá</strong></em><br />
<strong>Período de realização:</strong> de 16 e 20 de maio (no horário das 18h30 às 21h30)<br />
<strong>Inscrições:</strong> (81) 99156-7472 ou 99396-5895 (até sexta-feira, 13 de maio)<br />
<strong>Investimento individual:</strong> R$ 120</p>
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		<title>2ª Festa para Ogum anima o sábado no Recife Antigo</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 13:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2ª festa para ogum]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé Oya Tokolé]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé Povo de Ogunté Sítio de Pai Adão]]></category>
		<category><![CDATA[grupo bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Maracaatômico]]></category>
		<category><![CDATA[Mestra Ana Lúcia e Raízes do Coco]]></category>
		<category><![CDATA[nação porto rico]]></category>
		<category><![CDATA[Trinkda]]></category>

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		<description><![CDATA[O Dia de Ogum, orixá guerreiro sincretizado como São Jorge, é comemorado no próximo sábado, dia 23 de abril. Nesta data o grupo percussivo Maracaatômico vai promover uma grande celebração de fé e em homenagem ao seu patrono, através da 2ª edição da Festa para Ogum. O encontro, que será realizado a partir das 18h [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1748" aria-labelledby="figcaption_attachment_1748" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/Coco-Bongar.jpg"><img class="size-medium wp-image-1748" alt="Eduardo Queiroga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/Coco-Bongar-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O coco Bongar será umas das atrações da 2ª Festa para Ogum</p></div>
<p>O Dia de Ogum, orixá guerreiro sincretizado como São Jorge, é comemorado no próximo sábado, dia 23 de abril. Nesta data <a href="https://www.facebook.com/Maracaat%C3%B4mico-288925111307496/?fref=ts" target="_blank">o grupo percussivo Maracaatômico</a> vai promover uma grande celebração de fé e em homenagem ao seu patrono, através da 2ª edição da Festa para Ogum. O encontro, que será realizado a partir das 18h na Rua da Guia, no Bairro do Recife, é gratuito e terá a participação de atrações como o Maracatu Nação Porto Rico e o Grupo Bongar.</p>
<p>Segundo Rodrigo Fernandes, um dos diretores do Maracaatômico, a festa deste ano acabou tomando uma proporção maior do que o grupo imaginava. <em>“Ano passado a gente fez um encontro convidando apenas o Afoxé da Nação Xambá, e fizemos uma promessa que em 2016 o evento fosse bem maior. A festa ficou tão grande este ano que infelizmente alguns grupos tiveram que ficar pra próxima, por causa do tamanho da programação”</em>, revela.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NUnDBBRjSX8" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O evento será celebrado por babalorixás convidados, e contará com apresentações de grupos de cultura popular. Na abertura, será realizada uma louvação aos orixás, para em seguida darem início às apresentações de Mestra Ana Lúcia e Raízes do Coco, Afoxé Povo de Ogunté Sítio de Pai Adão, Afoxé Oya Tokolê, Trinkda, Nação Porto Rico, Maracaatômico e, por fim, o Grupo Bongar.</p>
<div id="attachment_34207" aria-labelledby="figcaption_attachment_34207" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Maracaatomico-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-34207 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Maracaatomico-divulgacao-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Maracaatômico, organizador da festa, se destaca por seguir o baque e as loas da Nação Porto Rico</p></div>
<p><em>“Toda a festa foi feita através de parcerias e doações. Os grupos se prontificaram a tocar sem cachê e conseguimos o toldo e o som sem custo algum”</em>, comemora o diretor do Maracaatômico, grupo que repassa de forma genuína o maracatu de raiz por meio do baque e das loas da Nação Porto Rico.</p>
<p>A proposta da festa, segundo Rodrigo Fernandes, é fazer também com que os simpatizantes da cultura afro tenham um dia pra valorizar suas tradições. <em>“Nosso objetivo é também combater a intolerância religiosa, o preconceito e a discriminação”</em>, pontua.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>2ª Festa para Ogum</em></strong><br />
Sábado (23) | 18h<br />
Rua da Guia (Bairro do Recife)<br />
Gratuito</p>
]]></content:encoded>
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