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	<title>Portal Cultura PE &#187; Grupo Cultural e Religioso Guardiões(ãs) de São Gonçalo de Itacuruba</title>
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		<title>Governo de Pernambuco elege os seis novos Patrimônios Vivos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 17:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[As Pretinhas do Congo]]></category>
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		<description><![CDATA[Seis novos Patrimônios Vivos foram eleitos nesta sexta-feira (4), por meio do XV Concurso do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco. São eles: Mestra Ana Lúcia (Coco-Olinda); Clube Carnavalesco Misto Elefante de Olinda (Frevo-Olinda); Grupo Cultural e Religioso Guardiões(ãs) de São Gonçalo de Itacuruba (Dança de São Gonçalo-Itacuruba); J. Michiles (Frevo-Olinda); As Pretinhas do Congo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Seis novos Patrimônios Vivos foram eleitos nesta sexta-feira (4), por meio do XV Concurso do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco. São eles: <strong>Mestra Ana Lúcia</strong> (Coco-Olinda); <strong>Clube Carnavalesco Misto Elefante de Olinda</strong> (Frevo-Olinda); <strong>Grupo Cultural e Religioso Guardiões(ãs) de São Gonçalo de Itacuruba</strong> (Dança de São Gonçalo-Itacuruba); <strong>J. Michiles</strong> (Frevo-Olinda); <strong>As Pretinhas do Congo</strong> (Cultura Negra-Goiana) e <strong>Dona Menininha do Alfenim</strong> (Doceira-Agrestina).</p>
<p>A eleição de mestres e mestras e dos grupos aconteceu durante uma reunião virtual do <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/conselhodepreservacao/" target="_blank">Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC)</a></strong>, com a presença do secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, do presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Marcelo Canuto, além de 16 conselhereiros do CEPPC. Com os novos eleitos, Pernambuco agora conta com 69 Patrimônios Vivos titulados.</p>
<p><em>“A escolha dos novos Patrimônios Vivos de Pernambuco reforça ainda mais o conjunto de ações de valorização dos nossos mestres, mestras e grupos tradicionais e detentores do saber, que se constituem um dos principais eixos da política pública de cultura do nosso Estado”,</em> coloca o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, ressaltando que nesta edição existem vencedores representantes da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão.</p>
<p>Marcelo Canuto também destaca o papel fundamental do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, que auxiliou no processo de divulgação do prêmio “fazendo com que, mesmo tendo alterado o seu calendário, por conta da pandemia, o Registro do Patrimônio Vivo tenha atraído um número recorde de inscrições de candidaturas”.</p>
<p>A eleição dos Patrimônios Vivos é composta por várias etapas. Após o período de inscrição, os candidatos passam pela fase de análise documental. Uma vez habilitados, os nome dos inscritos seguem para a Comissão de Análise, que analisa se as candidaturas cumprem os critérios estabelecidos na Lei 12.196/2002 (Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco), como relevância cultural e transmissão de saberes. Nessa edição, 99 candidatos concorreram e tiveram as suas candidaturas analisadas pelo conselho.</p>
<p>Os escolhidos passam a receber o diploma do Governo de Pernambuco com o título de “Patrimônios Vivos de Pernambuco” além de uma bolsa mensal vitalícia no valor de R$ 1.600,00 (no caso de pessoa física) e R$ 3.200,00 (quando for grupo, entidade, agremiação ou associação).</p>
<p>O Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco tem por finalidade o apoio financeiro e a preservação dos processos de criação e divulgação de técnicas, modos de fazer e saberes das culturas tradicional ou popular pernambucanas mediante atividades, ações e projetos desenvolvidos por pessoas físicas ou jurídicas de natureza cultural, sem fins lucrativos, residentes ou domiciliados e com atuação no Estado há mais de 20 anos, contados da data do pedido de inscrição.</p>
<p><strong>Confira um breve histórico dos eleitos:</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34637025183_e3e2f4bf7c_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-50172" alt="Jan Ribeiro/ Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34637025183_e3e2f4bf7c_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p><strong>Mestra Ana Lúcia (Olinda) -</strong> Com 76 anos de idade dos quais mais de 70 são dedicados à cultura popular, sempre foi das artes e cresceu ouvindo seu pai cantarolar afinado enquanto trabalhava. Ainda menina se envolveu com o samba de coco e desde então fez desse saber sua vida. Ainda por herança, tornou-se mestra do Pastoril Estrela de Belém, Foi mestra do grupo de coco do Amaro Branco e posteriormente fundou o grupo de coco Raízes do Coco. A Mestra participa de vários eventos musicais e de formação. Realiza atividades o ano todo, a partir de sua casa, desde oficinas ensaios e apresentações.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/49701834903_594e288b31_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-80422" alt="Marcelo Lyra/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/49701834903_594e288b31_k-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a></p>
<p><strong>Clube Carnavalesco Misto Elefante de Olinda (Olinda) &#8211; </strong>Em 1950, no Carnaval de Olinda, um grupo de jovens, teve a ideia de pegar um biscuit que decorava a geladeira, em formato de elefante, e sair com ele pelas ruas. Encontraram pelo caminho a Pitombeira dos Quatro Cantos logo em seguida. No ano posterior saíram pelas ruas novamente, usando camisas do time do Bonfim, brancas e vermelhas. Até este momento não havia intenção de se criar um bloco. O mesmo veio a ser criado de fato em 12 de fevereiro de 1952. Seu hino, &#8220;Olinda nº 2&#8243;, foi composto por Claudio Nigro e Clóvis Pereira; é uma das mais executadas no carnaval de Pernambuco e é considerado um hino de Olinda. Ela chegou a ser oferecida à Pitombeira, que a recusou. Três anos depois, ao ser criado o bloco, foi oferecida ao Elefante, que aceitou após Cláudio Nigro incluir a palavra &#8220;elefante”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_20200207_084545.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-80438" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_20200207_084545-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p><strong>Grupo Cultural e Religioso Guardiões (ãs) de São Gonçalo de Itacuruba (Itacuruba) -</strong>  O grupo de São Gonçalo de Itacuruba representa para a microrregião de ltacuruba uma manifestação de fé, cultura e resistência as maiores adversidades que um município e seu povo passaram através dos tempos. A existência desta manifestação remota a mais de cem anos, quando a atual ltacuruba era no distrito do município de Floresta e posteriormente de Belém do São Francisco. Por isso a forte ligação entre os dançadores(as) e tocadores(as) nas rodas de São Gonçalo, pois estes tinham e tem laços de família e até moradia nestes municípios.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/06.07.2015_Making_Off_Alfenim_Fotos_Adriano_Monteiro-5214.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-80425" alt="Adriano Monteiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/06.07.2015_Making_Off_Alfenim_Fotos_Adriano_Monteiro-5214-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a></p>
<p><strong>Dona Menininha do Alfenim (Agrestina) -</strong> O alfenim que era vendido na Feira de Caruaru, hoje Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, era advindo de Agrestina, que é detentora da tradição centenária de produção de Alfenim. O açúcar com alma de gente, como bem definiu em poesia o autor Claribalte Passos, era moldado pelas mãos habilidosas da mãe de Cazuza, Maria Belarmina, conhecida como Dona Menininha do Alfenim. Hoje, com 93 anos de idade.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39407106974_62cdb2b1dc_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-57783" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39407106974_62cdb2b1dc_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p><strong>J. Michiles (Olinda) -</strong> José Michiles da Silva, ou simplesmente, J. Michiles nasceu no Recife em 4 de fevereiro de 1943. Completou, portanto, no carnaval de 2020, 77 anos de idade. Pelo menos cinquenta deles foram dedicados à música e ao ensino. Compositor pernambucano consagrado na área do frevo, pode-se dizer que ele é criador de uma escola que traz como marcas indeléveis a leveza dos temas, a cadência bem mareada, o sincopado das frases, e a simplicidade musical como regra básica. &#8220;Difícil é fazer o fácil&#8221;, costuma dizer o compositor. Deve ser mesmo, pois não há hoje em Pernambuco compositor de frevos canção que se destaque como ele. &#8220;Depois de Capiba, é o compositor mais executado no Carnaval&#8221;, nas palavras do maestro Ademir Araújo. Em 2019, Jota Michiles teve sua biografia contada pelo escritor e pesquisador Carlos Eduardo Amaral, no livro Jota Michiles — Recife Manhã de Sol, lançada pela CEPE Editora. Apesar de suas composições serem mais conhecidas na voz de Alceu Valença, Michiles emprestou suas canções a artistas como Fafá de Belém (Fazendo Fumaça, Forró Fogoso e Negue), Dominguinhos (Estrela Gonzaga), Amelinha (Recife Nagô), Marrom Brasileiro (Nação Brasileira), André Rio (Queimando a Massa e Babado da Morena), Claudionor Germano (Queimando a Massa), Banda Pinguim (Queimando a Massa), Versão Brasileira (Perna Pra Que Te Quero), Nádia Maia (Espelho Doido), Novinho da Paraíba (Forró Fogoso) e Coral do Bloco da Saudade (Sonhos de Pierrô, Obrigado Criança e Bloco da Saudade), entre outros.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/4349934925_a211d9847e_c.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-80423" alt="Izabela do Vale/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/4349934925_a211d9847e_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>As Pretinhas do Congo (Goiana) &#8211; </strong>Fundado no ano de 1936, na comunidade ribeirinha do Baldo do Rio, antigo porto da cidade de Goiana, a Nação Africana Pretinhas do Congo de Goiana (no tempo “Pretinha do Congo”) é uma brincadeira popular originaria da cidade de Goiana de tradição afrodescendente, qual através de suas evoluções, da teatralidade, das danças e sua singular musicalidade, representa a vida cotidiana dos escravos negros trabalhadores dos engenhos da Zona da Mata Norte de Pernambuco. A Nação Africana Pretinha do Congo é uma singularíssima representação da cultura negra no estado de Pernambuco, símbolo da resistência das tradições e culturas afrodescendentes brasileiras. Apenas se tem conhecimento da existência de dias Pretinhas do Congo, ambas da cidade de Goiana-PE, uma sediada no litoral da cidade, fundada no ano de 1930, e a outra na área na comunidade de pescadores do Baldo do Rio, incluída na área urbana do município.</p>
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