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	<title>Portal Cultura PE &#187; Grupo Magiluth</title>
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		<title>Grupo Magiluth leva o Estudo Nº1: Morte e Vida ao Teatro Arraial Ariano Suassuna</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2024 18:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Teatro Arraial Ariano Suassuna, equipamento cultural gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), recebe o espetáculo Estudo Nº1: Morte e Vida, do Grupo Magiluth. A partir do poema dramático Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, a montagem propõe um estudo cênico sobre o que é ser [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109674" aria-labelledby="figcaption_attachment_109674" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Vitor Pessoa/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/Grupo-Magiluth-Estudo-N1-Morte-e-Vida_Vitor-Pessoa_Divulgação-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109674" alt="Vitor Pessoa/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/Grupo-Magiluth-Estudo-N1-Morte-e-Vida_Vitor-Pessoa_Divulgação-2-607x458.jpg" width="607" height="458" /></a><p class="wp-caption-text">Montagem foi idealizada a partir do poema dramático Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto</p></div>
<p>O Teatro Arraial Ariano Suassuna, equipamento cultural gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), recebe o espetáculo Estudo Nº1: Morte e Vida, do Grupo Magiluth. A partir do poema dramático Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, a montagem propõe um estudo cênico sobre o que é ser um emigrante no mundo e por quais motivos as pessoas deixam seu lugar de origem para ir em busca de melhores condições de vida e trabalho em outros locais. As sessões serão realizadas a partir desta quinta-feira (9) e até domingo (12), e na próxima semana de 16 a 19 de maio, sempre às 20h de quinta a sábado; e às 17h, aos domingos. Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia), à venda no <b><a href="https://www.sympla.com.br/produtor/grupomagiluth">Sympla</a>.</b></p>
<p>No Estudo Nº1: Morte e Vida estão apontadas urgências sobressaltadas nos últimos anos, como a questão da migração em busca de melhores condições geográficas, ambientais e habitacionais; a relação do ser humano com a terra, com o trabalho, com a morte e com o poder político; a questão climática, da seca, e como isso tem afetado a vida em várias partes do mundo; e o trabalho e a precarização neoliberal.</p>
<div id="attachment_109675" aria-labelledby="figcaption_attachment_109675" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Vitor Pessoa/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/Grupo-Magiluth-Estudo-N1-Morte-e-Vida_Vitor-Pessoa_Divulgação-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-109675" alt="Vitor Pessoa/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/Grupo-Magiluth-Estudo-N1-Morte-e-Vida_Vitor-Pessoa_Divulgação-3-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Sessões no Teatro Arraial serão realizadas nos dias 9, 10, 11, 12, 16, 17, 19 e 19 de maio, sempre às 20h de quinta a sábado; e às 17h, aos domingos.</p></div>
<p>No decorrer da história brasileira, em inúmeras circunstâncias, pessoas foram levadas a deixar os seus territórios de origem em busca de melhores condições. Hoje, os “severinos”, personagem principal do poema, assumem várias nacionalidades e a migração tem outros encadeamentos. São essas relações que o Magiluth explora no espetáculo.<b> </b></p>
<p>Com base nessa premissa temática, o olhar híbrido e inquieto do grupo pernambucano se volta para os movimentos migratórios gerados por adversidades climáticas, políticas e sociais, buscando observá-los tanto em suas analogias quanto na heterogeneidade de seu conjunto.<b> </b></p>
<p><b>Grupo Magiluth &#8211; </b>Em 18 anos de trajetória, o Grupo Magiluth desenvolveu diversos trabalhos. Foram 11 montagens de espetáculo, três livros publicados, a realização do Festival Pague Quanto Puder de Artes Integradas e inúmeras performances, intervenções urbanas e oficinas. Durante o período de suspensão social causado pela pandemia, criou uma trilogia de experimentos sensoriais em confinamento, composta pelas obras. “Tudo que coube numa VHS”, “Todas as histórias possíveis” e “Virá”.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Espetáculo: Estudo nº1: Morte e Vida<br />
Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife-PE)<br />
Dias: 9, 10, 11, 12, 16, 17, 18 e 19 de maio de 2024<br />
Horários: Quintas, sextas e sábados, às 20h | Domingos, às 17h<br />
R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia), à venda no <b><a href="https://www.sympla.com.br/produtor/grupomagiluthc">Sympla<br />
</a></b>Classificação indicativa: 16 anos<b> </b></p>
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		<title>Magiluth vai transformar o bairro de São José em espetáculo</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Aug 2019 19:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[15 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Bairro de São José]]></category>
		<category><![CDATA[comemoração]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Magiluth]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meio às celebrações dos 15 anos de existência e pelas indicações aos três principais prêmios cênicos do país com o espetáculo &#8220;Apenas o Fim do Mundo&#8221;, o grupo pernambucano Magiluth convida o público para acompanhar o processo de pesquisa e concepção do próximo espetáculo, inspirado pela identidade e pelas mudanças do histórico Bairro de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71097" aria-labelledby="figcaption_attachment_71097" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pedro Escobar/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/MAGILUTH-POR-PEDRO-ESCOBAR-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-71097" alt="Pedro Escobar/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/MAGILUTH-POR-PEDRO-ESCOBAR-2-607x366.jpg" width="607" height="366" /></a><p class="wp-caption-text">Magiluth comemora seus 15 anos com a montagem de um novo espetáculo sobre o bairro de São José</p></div>
<p>Em meio às celebrações dos 15 anos de existência e pelas indicações aos três principais prêmios cênicos do país com o espetáculo &#8220;Apenas o Fim do Mundo&#8221;, o grupo pernambucano Magiluth convida o público para acompanhar o processo de pesquisa e concepção do próximo espetáculo, inspirado pela identidade e pelas mudanças do histórico Bairro de São José.</p>
<p>Entre os dias 25 de agosto e 1º de setembro, a companhia formada por Giordano Castro, Mário Sérgio Cabral, Pedro Wagner, Lucas Torres, Erivaldo Oliveira e Bruno Parmera registrará duas vídeo-performances e promoverá rodas de conversas e uma oficina como encerramento da etapa de pesquisa sobre a região. A matéria-prima para a dramaturgia, que deve tomar forma em conjunto com parceiros do teatro, dança, música e representantes do carnaval, envolve aspectos sociais, geográficos e políticos do bairro.</p>
<p><em>“Quando a gente começou a pesquisar, começou a ver que era um processo que passava por muitos lugares. Tem sido importante encontrar as pessoas, muitas pessoas, e ouvir atentamente o que elas têm a nos dizer. Pessoas que moravam, moram, passam por ali, pesquisadores”</em>, explica Giordano Castro sobre o processo de pesquisa, sensível às interações e mesmo aos palpites dos transeuntes.</p>
<p>As ações da próxima semana têm apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e finalizam o ciclo de diálogos para coleta de matéria-prima, prioritariamente voltado à formação história do bairro e às pessoas.<em> “A gente quer mostrar que elas fazem cultura, fazem o bairro e a cidade acontecerem. A gente quer revelar o Recife para o recifense”</em>, pontua. As duas vídeo-performances serão gravadas ao longo da semana e divulgadas na internet junto com outros materiais do projeto, para que o público possa imergir na evolução criativa.</p>
<p>A primeira, idealizada por Mário, tem como inspiração a linguagem popular e os levantamentos feitos pelo saudoso escritor e pesquisador Liêdo Maranhão. Seguirá até o Forte das Cinco Pontas. A segunda, pensada por Lucas, começa no Pátio de São Pedro e vai até a Basílica da Penha, é influenciada pelo intenso comércio promovido por chineses e descendentes do país asiático.</p>
<p>Nas próximas segunda, quarta e sexta-feira pela manhã, os alunos da Escola Estadual Joaquim Nabuco recebem os integrantes da companhia para uma oficina, ou, como eles dizem, “quase uma troca”, na qual serão absorvidas impressões dos estudantes sobre o local. Na quinta e sexta-feira, a partir das 14h, no auditório do Museu da Cidade do Recife, o Magiluth recebe pesquisadores para debater, respectivamente, Carnaval e Religiosidade e Comércio, Urbanidade e Patrimônio, temas intrinsecamente ligados ao desenvolvimento do local. Os encontros são gratuitos e abertos ao público.</p>
<p><em>“São José é um dos bairros de mais movimento do centro do Recife. Atualmente, é conhecido principalmente pela parte de comércio, mas acaba recebendo muitas trocas, culturas. É um bairro que ainda consegue dialogar com o passado e o presente e isso tem marcas muito fortes na questão arquitetônica: ainda encontramos as basílicas, mas tem a marca da Avenida Dantas Barreto, que modificou o local de forma muito brusca, e, mais recentemente, a questão do Estelita”</em>, analisa Giordano.</p>
<p>Com o novo espetáculo, o grupo se impõe a missão de tecer uma dramaturgia não só do Magiluth, mas que seja um trabalho da cidade, que entre para o calendário teatral recifense e consiga reviver o que esse bairro, um dos mais antigos do Recife, já foi desde a fundação. Longe do tom ufanista, os seis atores vão se debruçar sobre o que foi, é e, quiçá, pode vir a ser o bairro de São José.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Aniversário</strong></span><br />
Em 2019, o Magiluth comemora 15 anos de trajetória, nos quais montou dez espetáculos, percorreu mais de 100 cidades e acumulou elogios da crítica especializada e formou um público fiel. Em setembro, eles fazem uma segunda temporada no Recife da peça &#8220;Apenas o Fim do Mundo&#8221; no Museu de Arte Moderno Aloísio Magalhães (Mamam). Em seguida, entre setembro e outro, realizam uma mostra de repertório, com &#8220;Aquilo Que Meu Olhar Guardou Para Você&#8221;, &#8220;Dinamarca&#8221;, &#8220;Canto de Gregório&#8221;, &#8220;Um Torto e Apenas O Fim do Mundo&#8221;, no Teatro Marco Camarotti, no Sesc Santo Amaro.</p>
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		<title>Magiluth estreia “O ano em que sonhamos perigosamente”</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2015 15:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O grupo Magiluth estreia o seu novo trabalho, a peça “O ano em que sonhamos perigosamente” no Recife. De acordo com o grupo, a montagem ”é uma obra aberta a múltiplas interpretações, um ensaio de resistência ético-estético-político, são linhas, não formas pré-estabelecidas”. “O ano em que sonhamos perigosamente” utiliza o próprio “fazer teatral” para questionar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Magiluth-O-ano-em-que-sonhamos-perigosamente-Renata-Pires-4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26080" alt="Renata Pires " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Magiluth-O-ano-em-que-sonhamos-perigosamente-Renata-Pires-4-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>O grupo <strong><a href="https://www.facebook.com/magiluth" target="_blank">Magiluth </a></strong>estreia o seu novo trabalho, a peça “O ano em que sonhamos perigosamente” no Recife. De acordo com o grupo, a montagem ”é uma obra aberta a múltiplas interpretações, um ensaio de resistência ético-estético-político, são linhas, não formas pré-estabelecidas”. “O ano em que sonhamos perigosamente” utiliza o próprio “fazer teatral” para questionar o momento político atual. A peça estreia nesta quinta-feira (11/06), no Teatro Apolo, onde fica em temporada até 26 de junho, com apresentações nas quintas e sextas-feiras, sempre às 20h.</p>
<p>A montagem tem direção de Pedro Wagner, que assina a dramaturgia junto com Giordano Castro. O ano em que sonhamos perigosamente” é fruto do projeto “Jogo Magiluth: Manuntenção de Pesquisa”, que teve incentivo do Funcultura / Governo de Pernambuco. Para a montagem, o grupo contou com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2014 e teve apoio do edital do Centro de Formação e Pesquisa Apolo-Hermilo.</p>
<p>“O ano em que sonhamos perigosamente” foi criada a partir de uma influência inicial da obra cinematográfica do grego Yorgos Lanthimos e dos pensamentos de dois filósofos – o esloveno Slavoj Zizek, conhecido como um &#8216;rock star intelectual&#8217; e o francês Gilles Deleuze (1925-1995). Vale lembrar que Zizek veio ao Recife em 2013 para uma palestra onde falou sobre a crise do capitalismo, a ideologia e desenvolvimento social. Mas o Magiluth tinha matéria prima na própria realidade local. Assim, o grupo destaca a nova montagem como “uma soma dos onze anos de trajetória do grupo com o momento atual em que vivemos (política, movimentos, ocupações e a natureza das coisas)”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Magiluth-O-ano-em-que-sonhamos-perigosamente-Renata-Pires-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26081" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Magiluth-O-ano-em-que-sonhamos-perigosamente-Renata-Pires-3-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>O movimento Ocupe Estelita provocando a reflexão sobre o desenvolvimento urbano do Recife é uma das inspirações para a peça, assim como outros movimentos que desabrocharam mundialmente, a exemplo do Occupy Wall Street, a Primavera Árabe, e a Revolução Laranja na Ucrânia, que ainda que distintos em suas expressões e questionamentos, de alguma maneira reverberaram no Brasil. Assim, a crise política é o tema da vez, que pode ser abordado a partir das discursões sobre o poder nos Estados ou na família.</p>
<p>Para transformar reflexões em cena, o elenco é formado por Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Thiago Liberdade, este último volta à cena depois de um tempo afastado dos palcos, apesar de ser um dos fundadores do grupo. A encenação promete inovações, já que os atores contaram com a preparação corporal da performer Flávia Pinheiro, que também assumiu a responsabilidade da direção de arte. O desenho de som foi desenvolvido por Leandro Oliván, e a iluminação ficou a cargo de Pedro Vilela.</p>
<p><b>Trajetória</b> &#8211; O Grupo Magiluth, surgido em 2004 no curso de Licenciatura em Artes Cênicas da UFPE, trilha um trabalho de pesquisa e experimentação constante na cena teatral recifense, sendo apontado como um dos principais grupos de Pernambuco e circulando por importantes festivais do país. Nos últimos anos, o Magiluth se destacou pela montagem da peça de Nelson Rodrigues “Viúva, porém Honesta” (2012) e pela montagem de teatro de rua “Luiz Lua Gonzaga” (2012), em homenagem ao músico Luiz Gonzaga, além de ter voltado a apresentar os primeiros trabalhos do grupo, como por exemplo, no projeto Pague Quanto Puder (com incentivo do Funcultura), no qual o público decidia quanto pagaria pelo bilhete de ingresso. O Magiluth também tem realizado diversos intercâmbios com grupos de teatro de outros estados e promovido o TREMA! Festival de Teatro de Grupo do Recife.</p>
<p><strong>Sinopse “O ano em que sonhamos perigosamente”: </strong>“Essa coisa que eu fiz, dizem que vem dos gregos. É tipo&#8230; uma coisa. Tem beleza. É uma coisa que uma pessoa, ou um grupo de pessoas, fazem para outra pessoa, ou para outro grupo de pessoas. Pode ser algo planejado, ou algo inventado na hora. Essa coisa que você faz para o outro, tem que ser algo com o objetivo de apresentar uma situação e despertar sentimentos e reflexões. Dizem que vem dos gregos. Ah, essa coisa também pode ser o lugar onde se desenvolve isso. Esse tipo de coisa com beleza.”</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
“O ano em que sonhamos perigosamente”, do Grupo Magiluth</strong><br />
Dias 11, 12, 18, 19, 25 e 26 de junho, às 20h.<br />
Teatro Apolo &#8211; Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife<br />
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)<br />
Informações: (81) 3355-3320</p>
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		<title>Magiluth encanta plateia na Mata Norte com a peça ‘Luiz Lua Gonzaga’</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2015 16:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Campus da Universidade de Pernambuco (UPE) em Nazaré da Mata, na Mata Norte do Estado, foi palco de uma apresentação teatral do Grupo Magiluth na noite desta última quarta-feira (06/05). Repleta de elementos típicos da cultura nordestina, a montagem intitulada ‘Luiz Lua Gonzaga’, que faz uma homenagem ao Rei do Baião, encantou uma plateia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/17218157008_40ddbac356_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-24460 aligncenter" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/17218157008_40ddbac356_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Campus da Universidade de Pernambuco (UPE) em Nazaré da Mata, na Mata Norte do Estado, foi palco de uma apresentação teatral do Grupo Magiluth na noite desta última quarta-feira (06/05). Repleta de elementos típicos da cultura nordestina, a montagem intitulada <em>‘Luiz Lua Gonzaga’</em>, que faz uma homenagem ao Rei do Baião, encantou uma plateia formada por estudantes de vários municípios pernambucanos. Entre risadas, suspiros e silêncios concentrados, o público interagiu bem com o espetáculo e aplaudiu de pé os atores ao término da apresentação.</p>
<p>A apresentação fez parte de uma parceria entre a UPE, a Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Fundarpe, construída ao longo dos últimos quatro anos. Segundo Alexandre Furtado, coordenador da Pró Reitoria de Extensão da UPE em Nazaré da Mata, “a resposta que o público deu durante a apresentação, bastante calorosa, mostra o quanto é importante e viável ações culturais como esta na Universidade de Pernambuco”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/17219396799_f8d5980a3e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-24459 aligncenter" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/17219396799_f8d5980a3e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Criado em 2012, <em>‘Luiz Lua Gonzaga’</em> dialoga em peso com a linguagem do teatro de rua. Vencedor do Prêmio Funarte Centenário Luiz Gonzaga, a montagem é quase um musical mergulhado na linguagem popular, e brinca com a memória do ser nordestino. Apesar de não ser uma peça sobre o Rei do Baião, Gonzaga ganha tributos especiais e músicas suas são executadas ao vivo por um trio de pé de serra. As canções <em>‘Asa branca’, ‘Pense n’eu’, ‘Assum Preto’, ‘Último Pau de Arara’, ‘Riacho do Navio’, ‘Olha Pro Céu’ </em>e<em> ‘A Morte do Vaqueiro’ </em>fazem parte da trilha sonora da peça.</p>
<p>Mais de 200 alunos assistiram à peça, todos estudantes  de seis graduações (Letras, Pedagogia, História, Geografia, Matemática e Biologia) e do curso de Logística da UPE. Ali estava uma mostra da população pernambucana, com estudantes provenientes de várias cidades, como Aliança, Recife, Camaragibe, Jaboatão, Nazaré da Mata, Garanhuns, Gravatá e Vicência, entre outras regiões.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/17198392597_df1dd67093_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-24461 aligncenter" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/17198392597_df1dd67093_z-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a></p>
<p>Marcicleide da Silva, aluna do curso de Letras e nascida em João Alfredo, aprovou a atividade cultural na UPE. “Faz mais ou menos um ano que não vou a um teatro ou assisto a uma apresentação de artes cênicas. E foi bem legal, porque o grupo é muito interessante, porque tem um jeito específico de dialogar com o público. Ainda não os conhecia, mas gostei bastante”, aprovou a estudante.</p>
<p>O envolvimento e diversidade da plateia também foi um ponto exaltado por Pedro Vilela, diretor do espetáculo. “Acho que esse foi o público mais plural que já tivemos. Inicialmente fiquei um pouco preocupado com a questão da acústica, porque a voz no local onde estávamos acabava se diluindo. Mas o que aconteceu foi o contrário. O público se envolveu muito, com bastante respeito e energia”, comemorou o integrante do Magiluth.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe promovem ações culturais na Mata Norte</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2015 16:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Espetáculos de teatro, ações de literatura e patrimônio cultural movimentam a Mata Norte a partir desta quarta-feira (06/05). Realizadas pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, as ações acontecem até sexta-feira (08/05), no Campus da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, e na Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Augusto Gondim, em Goiana.  A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24391" aria-labelledby="figcaption_attachment_24391" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/8267066008_8ebcc34945_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-24391" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/8267066008_8ebcc34945_c-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo &#8220;Luiz Lua Gonzaga&#8221;, do Grupo Magiluth, é uma das atrações da programação.</p></div>
<p>Espetáculos de teatro, ações de literatura e patrimônio cultural movimentam a Mata Norte a partir desta quarta-feira (06/05). Realizadas pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, as ações acontecem até sexta-feira (08/05), no Campus da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, e na Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Augusto Gondim, em Goiana.  A programação conta com a apresentação do espetáculo &#8220;Luiz Lua Gonzaga&#8221;, do Grupo Magiluth; leitura dramatizada &#8220;Stupro&#8221;, com a atriz Augusta Ferraz; workshop de Escrita Criativa, com o escritor Paulo Caldas; lançamento do livro &#8220;Ascensão e Queda&#8221;, de Wander Shirukaya, vencedor do 1º lugar do Prêmio Pernambuco de Literatura, entre outras atividades.</p>
<p>“Estamos marcando presença em dois municípios da região da Mata Norte, que tradicionalmente recebem nesta época do ano o Festival Pernambuco Nação Cultural. Estamos discutido internamente o FPNC na Secretaria de Cultura e Fundarpe, que irá se adaptar a um novo momento da economia, com um novo modelo, um formato mais autossustentável. Mas é importante manter sua presença nas regiões, com atividades de difusão e formação”, coloca o secretário Marcelino Granja.</p>
<p>Segundo Márcia Souto, presidente da Fundarpe, uma das ideias para o FPNC é manter seu caráter de culminância de uma política cultural, reforçando com ações estruturadoras, e introduzir atividades que possam ocorrer na região ao longo do ano, e não só no período do evento. Neste sentido, para a região da Mata, por exemplo, estão sendo articulados um Seminário de Economia Criativa e um Encontro de Cultura Popular. “Iremos adaptar o FPNC às novas demandas surgidas nas escutas do seminário Todos por Pernambuco”, ressalta Márcia Souto.</p>
<p><strong>LITERATURA</strong> – Na programação desta quinta (07/05), o escritor Wander Shirukaya bate um papo com o público sobre o seu romance &#8220;Ascensão e queda&#8221;, livro vencedor do II Prêmio Pernambuco de Literatura. O encontro será às 15h30, no Campus da UPE de Nazaré da Mata. A mediação será do poeta Philippe Wolney.</p>
<p>Já às 19h, também no Campus da UPE, o escritor Paulo Caldas irá ministrar Workshop de Escrita Criativa. Durante a oficina, os alunos da UPE terão noções básicas de criação de textos ficcionais, abordando vários elementos de uma narrativa literária, como personagem, conflito, cena, cenário, entre outros. Os participantes receberão certificado ao final do workshop.</p>
<div id="attachment_17766" aria-labelledby="figcaption_attachment_17766" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Oficina-Dialogos-Patrimoniais-e-Jogos-do-Patrimonio-com-Mario-Gouveia.jpg"><img class="size-medium wp-image-17766" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Oficina-Dialogos-Patrimoniais-e-Jogos-do-Patrimonio-com-Mario-Gouveia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Diálogos Patrimoniais e Jogos do Patrimônio estimulam o debate sobre os patrimônios material e imaterial.</p></div>
<p><strong>PATRIMÔNIO</strong> &#8211; Visando contribuir com conhecimentos ligados ao Patrimônio Cultural de Pernambuco no universo escolar da cidade de Goiana, a Coordenação de Educação Patrimonial da Fundarpe realiza nesta quarta (06/05) e quinta (07/05), as atividades “Diálogos Patrimoniais” e “Jogo do Patrimônio”. Destinadas para estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio Augusto Gondim, as ações visam instigar o debate em torno da preservação dos patrimônios material e imaterial do Estado, através de práticas lúdicas de aprendizagem.</p>
<p>Nesta quarta-feira (06/05), no horário das 13h às 16h, será realizado o Jogo do Patrimônio. A atividade envolverá todos os alunos da Escola de Referência em Ensino Médio Augusto Gondim, sob a orientação do educador Mário Gouveia e com uma turma de 40 alunos. Já na quinta-feira (07/05), ocorrerá uma mesa sobre a importância da valorização dos patrimônios vivos como política pública de estado e uma conversa com dois Patrimônios Vivos de Pernambuco.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong>ARTES CÊNICAS</strong></p>
<p><strong>Quarta-feira, 06/05</strong></p>
<p>Luiz Lua Gonzaga</p>
<p>Grupo Magiluth, direção de Pedro Vilela</p>
<p>Horário: 19h30 | Local: Espaço ao ar livre no Campus da UPE Nazaré da Mata</p>
<p><strong>Sexta-feira, 08/05</strong></p>
<p>Leitura Dramatizada ‘Stupro’ e roda de diálogo com a participação da intérprete, de professores e alunos da UPE</p>
<p>Tradução e interpretação de Augusta Ferraz e direção de Maria Rita Freire Costa</p>
<p>Horário: 19h30 | Local: Auditório do Campus da UPE</p>
<p><strong>LITERATURA</strong></p>
<p><strong>Quinta-feira, 07/05</strong></p>
<p>Workshop de Escrita Criativa, com Paulo Caldas</p>
<p>Horário: 19h | Local: Campus da UPE</p>
<p>Lançamento do livro ‘Ascensão e Queda’, de Wander Shirukaya, 1º lugar do Prêmio Pernambuco de Literatura e roda de diálogo com o autor</p>
<p>Horário: 15h30 | Local: Campus da UPE</p>
<p><strong>PATRIMÔNIO</strong></p>
<p><strong>Quarta-feira, 06/05</strong></p>
<p>Diálogos Patrimoniais</p>
<p>Horário: 13h às 16h | Local: Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Augusto Gondim, Goiana-PE</p>
<p><strong>Quinta-feira, 07/05</strong></p>
<p>Jogo do Patrimônio 2.0</p>
<p>Horário: 9h às 12h e 13h às 17h | Local: Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Augusto Gondim, Goiana-PE</p>
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		<title>‘Viúva, porém Honesta’ em últimas sessões no Teatro Arraial A. Suassuna</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2015 15:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Grupo Magiluth]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro Arraial Ariano Suassuna]]></category>
		<category><![CDATA[“Viúva porém honesta”]]></category>

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		<description><![CDATA[O Teatro Arraial Ariano Suassuna, na Rua da Aurora, se despede, nesta sexta (24) e sábado (25), do espetáculo ‘Viúva, porém Honesta’, do Grupo Magiluth. A montagem foi uma das selecionadas na Convocatória de Ocupação de Pauta 2015.1, junto a outras cinco peças, entre adultas, infanto-juvenis, de dança e circo. Os ingressos para ‘Viúva, porém [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/7911105832_9a35297da7_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23199" alt="Ricardo Moura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/7911105832_9a35297da7_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Teatro Arraial Ariano Suassuna, na Rua da Aurora, se despede, nesta sexta (24) e sábado (25), do espetáculo <em><strong>‘Viúva, porém Honesta’</strong></em>, do Grupo Magiluth. A montagem foi uma das selecionadas na Convocatória de Ocupação de Pauta 2015.1, junto a outras cinco peças, entre adultas, infanto-juvenis, de dança e circo. Os ingressos para <em><strong>‘Viúva, porém Honesta’</strong></em> custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).</p>
<p>Segundo Pedro Vilela, diretor do Magiluth, o grupo conta com “uma relação bastante afetiva com o Teatro Arraial A. Suassuna, tanto pela sua capacidade intimista como pela forma como ele é gerido”, explica. “Neste sentido, um ponto de extrema importância e que merece destaque é o fomento que o espaço oferece aos grupos que ali se apresentam. Uma ação louvável, pois temos um exemplo do Estado assumindo de fato a sua responsabilidade ao promover e valorizar a cultura local”, destaca o diretor.</p>
<div id="attachment_22580" aria-labelledby="figcaption_attachment_22580" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Viúva-Porém-Honesta.-Foto-Renata-Pires-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-22580" alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Viúva-Porém-Honesta.-Foto-Renata-Pires-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo &#8216;Viúva, Porém Honesta&#8217; é uma das montagens selecionadas através da convocatória do Teatro Arraial Ariano Suassuna</p></div>
<p>O Magiluth aposta em <em><strong>‘Viúva, porém Honesta’</strong></em> no despojamento de cena, na qual a precariedade dos elementos impulsiona os atores ao jogo teatral. Todos os personagens são revezados pelos seis intérpretes que executam a montagem, revelada ao público como grande exercício estético, no qual o célebre texto do dramaturgo Nelson Rodrigues se une à linguagem única desenvolvida pelo grupo.</p>
<p><strong>AbraCasabra também em cartaz</strong></p>
<p>Outro espetáculo em cartaz no Teatro Arraial Ariano Suassuna é o <em><strong>&#8216;AbraCasabra&#8217;</strong></em>, encenado pelo jovem mágico Rapha Santacruz. Com mais de 10 anos de experiência, Rapha cria uma proposta interativa, que mescla a arte do ilusionismo com as atividades do dia a dia, temperando tudo com pitadas de humor. Descobrir o que há de mágico no cotidiano, deixar a magia entrar e fazer parte da sua vida é a lição dessa divertida montagem.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
(Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife –PE)<br />
Mais informações: (81) 3184 3057<br />
<strong>Viúva, Porém Honesta</strong><br />
Sexta (24) e sábado (25) | 20h<br />
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia entrada)<br />
<strong>AbraCasabra</strong><br />
Domingo (26) | 16h<br />
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia entrada)</p>
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		<item>
		<title>Magiluth derrama reminiscências do Nordeste</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/magiluth-derrama-reminiscencias-do-nordeste/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 21:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[23º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo “Luiz Lua Gonzaga”]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Magiluth]]></category>

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		<description><![CDATA[Espetáculo “Luiz Lua Gonzaga” pôde ser visto ao ar livre nesta sexta-feira &#160; Por Leidson Ferraz O Grupo Magiluth tinha um desafio e tanto. Aprovou projeto concebido em homenagem a Luiz Gonzaga pelo seu centenário, e quando todos das artes cênicas esperavam que lá vinha mais uma biografia com licença poética do Rei do Baião, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Espetáculo “Luiz Lua Gonzaga” pôde ser visto ao ar livre nesta sexta-feira</p>
<div id="attachment_3975" aria-labelledby="figcaption_attachment_3975" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-31.jpg"><img class="size-medium wp-image-3975" alt="Grupo Magiluth em cena (Foto: Renata Pires)." src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-31-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Magiluth em cena (Foto: Renata Pires).</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20bb-2b6e-f22c-ac67bffcca32">Por Leidson Ferraz</p>
<p dir="ltr">O Grupo Magiluth tinha um desafio e tanto. Aprovou projeto concebido em homenagem a Luiz Gonzaga pelo seu centenário, e quando todos das artes cênicas esperavam que lá vinha mais uma biografia com licença poética do Rei do Baião, os rapazes saíram pela tangente, acertadamente. Preferiram explorar suas próprias reminiscências de meninos nordestinos – três deles, inclusive, nascidos ou criados no interior –, claro que permeadas não pela presença em si do Gonzagão, mas do rico universo que ronda sua musicografia. E, melhor, não se distanciaram do estilo que os vem consagrando como um dos destaques do teatro pernambucano na atualidade, com cena ainda borrada, suja, irreverente.</p>
<p dir="ltr">Apresentado na rua, em frente ao Palco Cultura Popular do FIG, nesta sexta, 26, o espetáculo “Luiz Lua Gonzaga”, texto de Giordano Castro, certamente costurado a partir dos diversos laboratórios que o grupo deve ter empreendido, conta com direção de Pedro Vilela e direção musical coletiva. Os atores já chegam cantando e, nos seus primeiros momentos, avisam: “Não sabemos cantar”. No desenrolar da peça, pontuada por canções clássicas de Luiz Gonzaga como “Pagode russo”, “Assum preto”, “Olha pro céu, meu amor” ou “O cheiro de Carolina”, entre outras, pouco importa se não são exímios cantores. As músicas, por si só, já trazem tanta empatia com a plateia, que todos ajudam acompanhando.</p>
<p>São diversas as tramas apresentadas, quase sempre com algumas frases ditas ao pé do ouvido do público, como um turbilhão de informações onde o que vale é despertar o sentimento de ser nordestino, esse mundo onde dor, esperança e alegria andam juntas. Assim, pode-se contar história real da infância ou fictícia, explorar objetos os mais diversos – como peneiras, fogueira, garrafa de cachaça, imagens de santos –, criar cenários que vão das plantações às cozinhas de casa num piscar de olhos, e até mesmo derramar graça, respeito e ironia por esse Nordeste em seu viés mais folclórico. O resultado é uma profusão de estados de alma e memórias que, para quem nasceu ou já experimentou passar um São João em terra nordestina, fica impossível não identificar-se.</p>
<div id="attachment_3976" aria-labelledby="figcaption_attachment_3976" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-32.jpg"><img class="size-medium wp-image-3976" alt="Único não pernambucano do elenco, o músico João Tragtenderg (Foto: Renata Pires)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-32-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Único não pernambucano do elenco, o músico João Tragtenderg (Foto: Renata Pires)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-20be-0f70-9a72-fd7a0037f34a">Quase todos do elenco são pernambucanos (Giordano Castro, Lucas Torres, Erivaldo Oliveira, Pedro Wagner e Mário Sérgio Cabral como atores, além dos instrumentistas Pedro Vilela na zabumba; João Tragtenberg na sanfona e Pedro Cardoso na percussão), há apenas um “importado” na equipe. “Eu não contribuí com dados sobre a minha infância, mas pude conhecer um outro lado do grupo e acabei trazendo esse Nordeste para mim, como memória afetiva a partir deles. Lá em Florianópolis, onde nasci, o São João era apenas de colégio, com as quadrilhas estilizadas, e alguma referência popular com o Boi de Mamão e o Forró. Mas muito pouco. E até mesmo a sanfona entrou na minha vida não por Luiz Gonzaga, mas como extensão ao piano, quando decidi, junto a um grupo amigo, tocar nos ônibus choro e baião”, recorda o sanfoneiro João Tragtenberg, que há dois anos mora no Recife.</p>
<p dir="ltr">Em ritmo alucinante e com uma simpatia inegável, a peça traz como interessante metáfora poética de fundo a do príncipe que ganha o status de rei e, longe da sua terra, não esquece de divulgar e cantar o seu lugar, olhando por ele como incentivador à festa (que já é própria dessa gente e, também, do Magiluth), ainda que seja difícil sobreviver à brasa torrente do sertão. A apresentação neste 23° FIG contou com trechos especiais em homenagem a Dominguinhos, parceiro que, como disse o ator Giordano Castro ao final, “agora está junto de Luiz Gonzaga” e que, continuando na memória desse povo, faz a vida ser cheia de fé e alegria, assim como quando bate a chuva, e tanto a Natureza quanto o homem nordestino respiram aliviados. Ao som das músicas compostas por eles, essa resistência fica mais fácil…</p>
<p dir="ltr">O professor Michelângelo Rodrigues, de 32 anos, natural de Cachoeirinha, achou bem interessante a proposta do grupo. “Eles falam de tradição, mas de um jeito bem diferente, com irreverência. E não deixam esquecer esse Nordeste que ainda tá dentro de cada um de nós. Preservar aspectos dessa cultura é muito importante, ainda mais brincando como fazem, interagindo com o público”, concluiu. Acidália Claudino, veterinária de 26 anos, natural de Garanhuns, também aprovou o trabalho. “Gostei muito porque uma história vai surgindo por cima da outra. Não é monótono, e bem diferente. Foi um amigo meu que me indicou essa peça e já quero conferir o próximo trabalho deles”, disse referindo-se à apresentação de “Viúva, porém honesta”, neste sábado (26), 19h, no Teatro Luiz Souto Dourado.</p>
<p dir="ltr">É dose dupla do Magiluth no FIG. Basta aproveitar.</p>
<p>Leia mais sobre o Magiluth <a href="http://www.fig2013.com/magiluth-tem-tudo-a-ver-com-garanhuns/">AQUI</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sobre sede, poder e palhaços</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sobre-sede-poder-e-palhacos/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 10:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Magiluth]]></category>
		<category><![CDATA[“Ato”]]></category>
		<category><![CDATA[“O que tenho a oferecer”]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo leva montagem premiada à Praça 10 de Novembro, e encanta o público em Gravatá Por Julya Vasconcelos Um palhaço usa uma cartola, empunha um jornal diário e traz pesadas malas de viagem a tiracolo. Um outro veste roupas bem menores que seu corpo, não tem qualquer coisa que seja sua e é sujeitado a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5347" aria-labelledby="figcaption_attachment_5347" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984014970_37a4267c27_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5347" alt="A estética do clown se alia ao teatro crítico de Beckett na montagem do Magiluth (Foto:Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984014970_37a4267c27_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A estética do clown se alia ao teatro crítico de Beckett na montagem do Magiluth (Foto:Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Grupo leva montagem premiada à Praça 10 de Novembro, e encanta o público em Gravatá</em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Um palhaço usa uma cartola, empunha um jornal diário e traz pesadas malas de viagem a tiracolo. Um outro veste roupas bem menores que seu corpo, não tem qualquer coisa que seja sua e é sujeitado a todo tipo de humilhação. Um terceiro se mantém todo o tempo sentado em cima de um andaime, orquestrando os jogos de poder. O quarto palhaço, carente e sedento, acompanha a todos os jogos com um ar penoso de ignorância.</p>
<p>Sem dizerem uma única palavra durante todo o espetáculo, os quatro personagens da peça “Ato”, do Grupo Magiluth, vão sendo construídos através de um trabalho minucioso de linguagem corporal. Baseada no texto “Ato sem Palavras”, do dramaturgo irlandês Samuel Beckett, a peça traz situações que envolvem poder, dominação, exploração e carência dentro de um ambiente inóspito e quente, onde a água é preciosa e nem todos podem tê-la.</p>
<p>“Ato” é basicamente um embuste para o espectador que vê a “trupe” entrando em cena com rostos pintados e gestos desajeitados. Não se enganem, pois esse seres sem nome, meio desbotados e de narizes vermelhos são muito mais que palhaços. São homens, são fracos e muitas vezes sádicos e cruéis quando detêm o poder.</p>
<p>A peça foi levada ontem, às 17h, para a Praça 10 de Novembro, em Gravatá, dentro da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural. Os atores chegaram ao cenário depois de caminhar pela ruas da cidade e um bom público, interessado, composto sobretudo por alunos das escolas próximas, acompanhou o espetáculo.</p>
<div id="attachment_5348" aria-labelledby="figcaption_attachment_5348" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984025015_4be4e281c4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5348" alt="Os personagens andam pelas ruas de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984025015_4be4e281c4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os personagens andam pelas ruas de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Hoje tem mais artes cênicas rua! Confira abaixo a programação, que está acontecendo sempre na Praça 10, gratuitamente:</p>
<p><strong>Sexta-feira, 14/9</strong><br />
17h – Dança – Mostra Coreográfica<br />
“O que tenho a oferecer” (Orunmillá Santanna/Recife)<br />
Coreografia João do Esfregão | “Malena”| “Sambalé” (Rogério Alves/Recife)<br />
Balé clássico | Dança de salão | Dança contemporânea (Wanderson José/Gravatá)<br />
Maracatu | Caboclinho | Frevo (Cia de Dança Gravatá Art)</p>
<p><strong>Sábado, 15/9</strong><br />
17h – Teatro de Rua<br />
Polo Marginal (Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel)</p>
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		<title>A “greia” do Magiluth no FPNC Agreste Setentrional</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 00:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[FPNC Agreste Setentrional 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Magiluth]]></category>
		<category><![CDATA[Limoeiro]]></category>
		<category><![CDATA[“Greia”]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto de Nelson Rodrigues foi encenado no último sábado (1/9), em Limoeiro, pelo grupo pernambucano Por Chico Ludermir “Vocês captaram bem a ideia do meu pai”, teria dito um dos filhos de Nelson Rodrigues ao ver a encenação da peça “Viúva, porém honesta” pelo grupo Magiluth, na estreia do espetáculo no Rio de Janeiro, em agosto. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto de Nelson Rodrigues foi encenado no último sábado (1/9), em Limoeiro, pelo grupo pernambucano</em></p>
<div id="attachment_5423" aria-labelledby="figcaption_attachment_5423" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911105832_9a35297da7_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5423" alt="Encenação do grupo pernambucano faz releitura do sarcasmo rodriguiano (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911105832_9a35297da7_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encenação do grupo pernambucano faz releitura do sarcasmo rodriguiano (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>“Vocês captaram bem a ideia do meu pai”, teria dito um dos filhos de Nelson Rodrigues ao ver a encenação da peça “Viúva, porém honesta” pelo grupo Magiluth, na estreia do espetáculo no Rio de Janeiro, em agosto. Com muito menos propriedade do que a do familiar, o crítico que aqui escreve arrisca dizer o mesmo. Se o Anjo Pornográfico visse a peça do último sábado (1/9), em Limoeiro, teria provavelmente se deliciado com toda a anarquia em cena. “Greia” em bom pernambuquês define com precisão a apresentação do elenco no Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Setentrional. E não se sabe bem quem se divertiu mais, se os atores ou a plateia.</p>
<p>Mesmo sendo tido como um texto menor, dentro do repertório extraordinário de Nelson Rodrigues, “Viúva…” ganha força na versão do grupo. Alma rodriguiana. A bagunça da vida real se transpõe para dentro do palco, que, diga-se de passagem, termina de cabeça para baixo. Jornal, batatas e todo figurino jogados no tablado.</p>
<p>O grupo, cada vez mais maduro cenicamente, mostra que vem construindo sua língua cênica, ou linguagem, como tanto falaram em <a title="entrevista grupo magiltuh" href="http://fpnc.org/mergulhe/agreste-setentrional-entrevista-grupo-magiluth/" target="_blank">entrevista</a> publicada neste blog. Ator que comenta sobre o personagem, narrador dentro do texto, passagem de tempo inserido nas falas são alguns dos elementos. O jogo de cena é escancarado. E tudo com as bênçãos de Nelson. Como eles próprios confessaram, tiveram que trazer o nosso maior dramaturgo para a terra. E fizeram bem. Nelson não gostaria de estar posto ao lado de Jesus.</p>
<div id="attachment_5424" aria-labelledby="figcaption_attachment_5424" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911103208_2ce4817574_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5424" alt="Ao centro, a viúva que não senta (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911103208_2ce4817574_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ao centro, a viúva que não senta (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A brincadeira rola solta. E vale tudo. O troca-troca de personagens – se me permitem o trocadilho – dá um ritmo lancinante à encenação. Os personagens da peça, como Ivonete (nome da viúva antes de perder o marido), Madame Cri Cri, Pardal, o Diabo da Fonseca, o psicanalista, o otorrino… se revezam entre os cinco atores, o que demonstra uma profunda sinergia grupal. O revezamento de papeis, contudo, é facilmente reconhecido por alguns trejeitos e peças de figurinos que todos absorvem com graça.</p>
<p>A “Viúva, porém honesta” do Magiluth é um misto do libido rodriguiano com o frescor dos jovens que claramente amam fazer teatro. Revela toda as contradições da esferas pública e privada da década de 1950, ainda presentes nos anos 2010. E ainda choca. “Eu não gostei de jeito nenhum”, disse um dos espectadores limoeirenses, claramente impressionado com vibrador, as traições e o beijo entre atores homens no espetáculo. Por outro lado, o militar reformado Getúlio Simões discordou: “É uma peça muito atrante.. Duvido que alguém cochilasse. O excessos são todos coerentes”, defendeu.</p>
<p>De cá, como “crítico”, prefiro parar de opinar por aqui. Sei o papel que me cabe. Quando for para o inferno, podem me buscar nas fichas na letra “v”…</p>
<div id="attachment_5425" aria-labelledby="figcaption_attachment_5425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911110536_a635e69e5d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5425" alt="&quot;Viúva, porém honesta&quot; debocha dos críticos de teatro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911110536_a635e69e5d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Viúva, porém honesta&#8221; debocha dos críticos de teatro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
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		<title>Entrevista com o Grupo Magiluth</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 15:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de quase oito anos de estrada (completam, ironicamente no próximo dia 11 de setembro), os seis integrantes do grupo pernambucano de teatro Magiluth já colecionam no currículo os espetáculos “Ato”, “Corra”, “Um torto”, “Canto de Gregório”, “Aquilo que meu olhar guardou para você” e, agora, “Viúva, porém honesta”, apresentados em várias cidades do País. Acima de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DSC_0947-1024x682.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5446" alt="DSC_0947-1024x682" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DSC_0947-1024x682-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Depois de quase oito anos de estrada (completam, ironicamente no próximo dia 11 de setembro), os seis integrantes do grupo pernambucano de teatro <a title="grupo magiluth" href="http://grupomagiluth.blogspot.com.br/" target="_blank">Magiluth</a> já colecionam no currículo os espetáculos “Ato”, “Corra”, “Um torto”, “Canto de Gregório”, “Aquilo que meu olhar guardou para você” e, agora, “Viúva, porém honesta”, apresentados em várias cidades do País. Acima de tudo, o que se constata é uma noção sólida de grupo e um consequente crescimento coletivo, que, segundo eles, vem de um respeito mútuo das diferenças. Enquanto preparavam a luz do novo espetáculo “Viúva, porém honesta” (adaptação do texto de Nelson Rodrigues, em homenagem ao seu centenário), conversamos um pouco sobre a formação do coletivo, a vivência em grupo e projetos futuros, que incluem um espetáculo em homenagem a Luiz Gonzaga. Neste sábado (1/9), o grupo chega a Limoeiro para apresentação única da peça rodriguiana no Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Setentrional. Confira abaixo alguns temas da conversa com os integrantes Giordano Castro e Pedro Wagner, porta-vozes do Magiluth na ocasião.</p>
<p><strong>Surgimento do grupo<br />
</strong>Nos encontramos na universidade em 2004 (Marcelo, Giordano, Lucas e Thiago – Magiluth) e, logo no primeiro período, nos juntamos para fazer um trabalho. Daí veio a vontade de continuar a experimentar o que a gente aprendia. Em 2007, a gente começa a pesquisar sobre profissionalização. É aí que o grupo se abre e entram também Pedro Vilela e, em seguida, Pedro Wagner.</p>
<p><strong>Trabalho em grupo<br />
</strong>Quando a gente começou a se estruturar, em 2007, a gente dá muita atenção a esta questão do grupo.  Foi muito precioso a questão do trabalho de grupo. A gente sempre acreditou que o trabalho tinha que ser continuado. Processo a longo prazo. Um projeto que cresce. Esse tempo junto traz uma linguagem e uma forma de fazer. Mesmo sem nunca ter pensando em uma metodologia, ou em estruturar uma cara, a gente desenvolveu uma linguagem, que não pode servir de prisão. O grupo nunca tentou pasteurizar as diferenças. As diferenças e as potencialidades de cada sempre são levadas em consideração. A gente se preocupa mais com a labuta do que com essa “construção de linguagem”. Os trabalhos vão nos pedindo coisas… A gente nunca quer se prender a uma linguagem.</p>
<p><strong>Processo criativo<br />
</strong>A gente começa cego. Tem algumas coisas que têm sido corriqueiras. Por exemplo, a relação híbrida entre realidade e ficção, relação entre os atores e a plateia, a construção em cena…  Com esse processo de profissionalização, entendemos que somos artistas e que somo operários disso. A gente não se coloca como seres inspirados. A gente trabalha todos os dias de segunda a sexta (a não ser quando esta perto de estreia), pela manhã e, às vezes, tarde.  A gente começa um pouco vazio. Deixa que o trabalho venha. Deixamos um tempo para se alimentar da coisa. Se a gente começa direto, tudo vem muito na superfície. A gente começa mesmo quando entende que está todo mundo mergulhado… A gente tem que bater metas. Trabalhamos com datas e cronogramas. Isso gera a nossa disciplina. Deus me livre trabalhar sem data. Quando se aproxima da data, a gente começa a abrir os ensaios. Não dá pra deixar o público chegar quando tá pronto. O público faz parte do processo.</p>
<p><strong>“Viúva, porém honesta”<br />
</strong>Escolhemos, há dois anos, trabalhar para o Magiluth e isso foi muito importante para o grupo. A gente busca maneiras de sobreviver disso.  Então, começamos o ano muito quebrado de grana e escrevemos para muitos editais para ver o que vinha. Acabamos ganhando o edital da Funarte para encenar o “Viúva…”. Todo mundo já tinha lido Nelson e gostava. Já o texto de “Viúva…” sempre é taxado como menor. Mas quando a gente mergulhou nele, viu como o texto era especial para o grupo. Além de tudo, saber que ele escreveu e encenou a peça em dois meses nos estimulou a montar a nossa nesse mesmo tempo. Uma das coisas que nos encanta é o gênero “farsa irresponsável”. Essa ideia é muito a cara da gente.</p>
<p><strong>A montagem<br />
</strong>A gente sempre foi muito assustado em mexer nos textos dos outros , ainda mais os clássicos. Existem textos maravilhosos, mas é muito bom falar a partir de si. A gente precisou tirar Nelson do lado de Jesus. E trouxe para perto, para dialogar com a gente de peito aberto. A gente nunca teve muita paciência para lidar com o sagrado. A melhor homenagem que a gente fez a ele foi preservar o texto. Não mexemos no texto, mas apresentamos ele da nossa forma.  A gente se reconhece na peça. E através dela a gente consegue ver tudo aquilo que o grupo fazia desde “Um torto”, “Canto de Gregório”, “Aquilo…”.</p>
<p><strong>Momento atual<br />
</strong>A gente está se conhecendo, se reconhecendo, ao mesmo tempo em que a cidade começa a entender, de fato, o que é o Magiluth. Pela primeira vez, essa coisa da linguagem do grupo está sendo colocada. Isso está vindo e sendo visto. A gente consegue nesse trabalho ver as particularidades. Assiste à evolução de cada um. O fato de a gente ter ficado junto dois meses em São Paulo gera um entendimento de trabalho e vida. Tudo isso chegou nesse tempo. Não que seja um ápice. Acho que a palavra reconhecimento é uma palavra boa. A cidade, o País e a gente mesmo se reconhece melhor. Reconhecimento no sentido de entendimento. O Magiluth encontrando um lugar para si. Não usamos ápice, porque a gente não sabe o que vem.</p>
<p><strong>Projetos do grupo<br />
</strong>O nosso projeto é ter uma sede e manter espetáculos em temporada. Queremos ter esse espaço e que supra a necessidade de outros grupos. Que isso reverbere. A gente quer viver do teatro. Já estamos pensando um espetáculo sobre Luiz Gonzaga que vamos estrear em novembro.</p>
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