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	<title>Portal Cultura PE &#187; Guitinho da Xambá</title>
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		<title>Museu Guitinho da Xambá inicia o Programa Educativo Sociocultural Giras da Memória</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Guitinho da Xambá. Crédito: Beto Figueirôa/Divulgação O Museu Guitinho da Xambá, vinculado ao Centro de Arte e Cultura Grupo Bongar (CAC Bongar), em Olinda, inicia no dia 23 de abril, o seu Programa Educativo Sociocultural Giras da Memória, uma imersão cultural e formativa, que articula a preservação do patrimônio cultural, a proteção e promoção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Guitinho-da-Xambá-Foto-Beto-Figueirôa.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123582" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Guitinho-da-Xambá-Foto-Beto-Figueirôa.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Guitinho da Xambá. Crédito: Beto Figueirôa/Divulgação</p>
<p dir="ltr">O Museu Guitinho da Xambá, vinculado ao Centro de Arte e Cultura Grupo Bongar (CAC Bongar), em Olinda, inicia no dia 23 de abril, o seu Programa Educativo Sociocultural Giras da Memória, uma imersão cultural e formativa, que articula a preservação do patrimônio cultural, a proteção e promoção das memórias coletivas e a produção de conhecimento no Quilombo Urbano da Xambá.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa, que terá periodicidade anual, funciona como um processo de ativação, construção e consolidação do Museu, cuja exposição de longa duração está prevista para ser inaugurada entre o final deste ano e o início do próximo. O projeto é realizado pelo Museu Guitinho da Xambá, sob a coordenação de uma equipe dedicada à preservação do legado de Guitinho da Xambá (1982–2021), músico e cientista social que idealizou o CAC Bongar em 2016, como um espaço de resistência e salvaguarda das tradições da comunidade Xambá.</p>
<p dir="ltr">O Giras da Memória é organizado em cinco eixos de atuação que percorrem diferentes dimensões, alinhados aos fundamentos da espiritualidade de origem africana: a Gira Palavras, regida pelo orixá Xangô, promove palestras sobre o direito à memória e às políticas públicas; a Gira Experiências, sob o comando de Oyá, estabelece rodas de conversa e partilhas afetivas entre diferentes agentes culturais de base comunitária; a Gira Saberes, guiada por Oxalá, foca na capacitação em processos museológicos que abrangem planejamento, gestão e práticas aplicadas a museus; a Gira Mundo, que tem à frente o orixá Ogum, realiza expedições formativas a outros centros culturais e espaços de memória; e a Gira Sustentabilidade que, sob os auspícios de Oxóssi, envolve a conscientização sociopolítica e cultural dos participantes e desenvolve ações práticas socioambientais e tecnológicas, em busca da sustentabilidade nas dimensões econômica, social, cultural e ambiental da comunidade xambazeira.</p>
<p dir="ltr">Os projetos do CAC Bongar, o Cineclube Erê Sankofa e o Bongarbit: Laboratório de Tecnologias Orgânicas e Digitais da Xambá, incorporam-se às atividades do Programa para discutir economia criativa, tecnologia e inovação cultural.</p>
<p dir="ltr">A programação detalhada traz nomes de peso da intelectualidade negra e da museologia social no Brasil. O ciclo conta com a participação do Pai Ivo de Xambá e da professora e diretora do Museu da Maré (RJ), Cláudia Rose Ribeiro da Silva, discutindo o direito à memória e o movimento social da museologia social no Brasil. Mãe Beth de Oxum, Elinildo Marinho e Vania Brayner abordam memórias coletivas e políticas culturais de base comunitária. Para falar sobre o papel das mulheres na preservação das memórias coletivas, o Programa traz a presidenta do CAC Bongar, Marileide Alves, e a advogada, sanitarista e fundadora da Rede das Mulheres de Terreiro de Pernambuco, Vera Baroni.</p>
<p dir="ltr">O debate é ampliado por rodas de conversa com Hildo Leal, fundador e coordenador do Museu Severina Paraíso da Xambá e Maria da Conceição da Silva (Ceiça Axé de Oyá), representando o Terreiro de Pai Adão. Participam também a Mestra Titinha, fundadora e dirigente do Museu do Mamulengo de Glória do Goitá; Andala Quituche do Museu das Tradições do Cavalo Marinho, e Julia Amorim, representando o Museu da Parteira.</p>
<p dir="ltr">Na vertente técnica, o museólogo Elinildo Marinho será responsável pela oficina sobre Introdução ao Plano Museológico em museus de base comunitária; e o professor Eutrópio Bezerra, irá ministrar a capacitação em Conservação Preventiva de Acervos em Papel. O cronograma inclui ainda expedições culturais ao Museu das Tradições do Cavalo Marinho em Aliança; ao Museu do Mamulengo de Glória do Goitá, ao Museu da Memória do Povo Marikito Tapuyá, em Escada; e ao Museu do Homem do Nordeste e Cehibra, da Fundaj.</p>
<p dir="ltr">O Programa Giras da Memória, que é uma realização da empresa Cultivação &#8211; memória, educação e ecologia, proponente do projeto, conta com o incentivo da Lei Paulo Gustavo, uma ação do Ministério da Cultura em parceria com a Secult-PE, e com o apoio institucional do Museu do Homem do Nordeste/Fundaj e do NEPE – Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade/UFPE.</p>
<p><strong>Inscrições e programação completa:</strong> <a href="www.girasdamemoria.com">www.girasdamemoria.com</a></p>
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		<title>“Festival Luz Negra — O negro em estado de representação” homenageará Guitinho da Xambá</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 00:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_82877" aria-labelledby="figcaption_attachment_82877" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/a-receita-foto-jorge-farias.jpg"><img class="size-medium wp-image-82877" alt="Jorge Farias/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/a-receita-foto-jorge-farias-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo &#8220;A Receita&#8221; será uma das atrações do evento</p></div>
<p>A quarta edição do “Festival Luz Negra — O negro em estado de representação” começa nesta quinta (18) com programação completa on-line e homenagem a Guitinho da Xambá, cantor e compositor do grupo Bongar que faleceu em fevereiro deste ano. O Grupo O Poste Soluções Luminosas selecionou atrações das quatro macrorregiões de Pernambuco, além de dois espetáculos de fora do estado. É possível acompanhar os encontros virtuais até o dia 28 de março no YouTube (<a href="http://bit.ly/canaloposte">http://bit.ly/canaloposte</a>).</p>
<p>“Luz Negra” é um festival de artes cênicas que evidencia o protagonismo do artista negro nas mais diversas linguagens, como o teatro, a ópera e a dança. O festival teve sua primeira edição em 2017 e é produzido e realizado pelo coletivo formado pelos artistas negros Agrinez Melo, Naná Sodré e Samuel Santos.</p>
<p>“O festival se faz urgente nesses dias difíceis em que a pandemia desestabiliza de forma severa a classe artística e se agrava ainda mais quando se fala de artistas pretos, justamente pela invisibilidade social da qual somos vítimas”, defende Naná Sodré, atriz, professora e integrante d’O Poste.</p>
<p>“A ação potencializa a construção de identidades e territórios dinâmicos, ambivalentes e de negociação. Queremos, com o projeto, o rompimento de paradigmas de preconceito através da própria representação negra nos palcos”, afirma Agrinez Melo, atriz, figurinista, também integrante d’O Poste.</p>
<p>“Nesta quarta edição pretendemos romper com os paradigmas de preconceito através da própria presença do artista negro em situação de visibilidade”, completa Samuel Santos, diretor teatral d’O Poste.</p>
<p>A quarta edição do Luz Negra vai contar com oito espetáculos teatrais de Pernambuco, entre opções para adultos e público infanto-juvenil, dois espetáculos teatrais de fora do estado, quatro espetáculos de dança, um deles com mulheres trans e outro com jovens da comunidade de Peixinhos, um solo de ópera, uma palestra sobre a história do negro em Pernambuco e uma oficina teatral.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
Festival Luz Negra – O negro em estado de representação<br />
18 a 28 de março<br />
Transmissão no canal O Postes Soluções Luminosas, no YouTube (http://bit.ly/canaloposte)<br />
Todas as ações serão gratuitas. Duas delas contarão com intérprete de libras e uma com audiodescrição</p>
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		<title>Guitinho da Xambá se encanta, mas deixa legado ancestral para Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 12:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias “Nosso querido Guitinho da Xambá se encantou. Guitinho eternamente!”. Com essas palavras, o Grupo Bongar, com 20 anos de trajetória, se despediu nas redes sociais do seu vocalista, vítima de problemas decorrentes de um AVC, aos 38 anos de idade. Com o Bongar, Guitinho foi um dos principais porta-vozes da cultura afro-brasileira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_82144" aria-labelledby="figcaption_attachment_82144" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-Pré-Carnaval-Bora-Pernambucar-2020_Foto-Jan-Ribeiro-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-82144" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-Pré-Carnaval-Bora-Pernambucar-2020_Foto-Jan-Ribeiro-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das últimas apresentações do Bongar promovidas pela Secult-PE e Fundarpe foi durante a programação do Bora Pernambucar, em fevereiro do ano passado, no Cais do Sertão, enchendo a plateia com fãs e admiradores</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcus Iglesias</em></p>
<p>“Nosso querido Guitinho da Xambá se encantou. Guitinho eternamente!”. Com essas palavras, o Grupo Bongar, com 20 anos de trajetória, se despediu nas redes sociais do seu vocalista, vítima de problemas decorrentes de um AVC, aos 38 anos de idade. Com o Bongar, Guitinho foi um dos principais porta-vozes da cultura afro-brasileira e da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/territorio-da-ancestralidade-africana-nacao-xamba-e-patrimonio-vivo-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>Nação Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco</strong></a>, para a valorização e afirmação da nossa ancestralidade negra. Foi também um dos responsáveis pela criação do Centro Cultural Grupo Bongar, espaço que oferece no Terreiro do Portão do Gelo &#8211; quilombo urbano reconhecido pela Fundação Palmares em 2006 &#8211; aulas gratuitas de arte e empreendedorismo para os jovens da região e produziu diversos projetos culturais, alguns deles com incentivo do Funcultura. Por essas e outras razões, a morte precoce do músico, nesta quarta-feira (17), gerou uma forte comoção em toda a cena cultural do Estado, que reconhecia no artista uma liderança na defesa da cultura popular e na luta por políticas públicas voltadas para as religiões de matriz africana.</p>
<p>Com vários discos lançados, como o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=yrBKAMMakIw&amp;t=1345s" target="_blank"><strong><i>Samba de Gira</i> (2016)</strong></a> e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=nTIMkqQmrGE" target="_blank"><strong><i>Chão Batido Coco Pisado</i> (2010),</strong></a> disponíveis nas principais plataformas de streaming, além de dezenas de parcerias com outros artistas, o grupo Bongar é um dos principais representantes da música contemporânea afro-brasileira, tendo levado o nome de Pernambuco e do País em diversos festivais internacionais, como o Womex, realizado em Budapeste, na Hungria, em 2013; e o Festival Dele Caribe &#8211; Fiesta Del Fuego, em Santiago de Cuba, em 2010. Neste último caso, Pernambuco era um dos homenageados daquela edição do festival, e a Fundação do Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe) levou o Bongar, junto a uma delegação com uma centena de artistas, para representar o Estado.</p>
<div id="attachment_82143" aria-labelledby="figcaption_attachment_82143" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-no-Palco-Pop-Fig-2016.jpg"><img class="size-medium wp-image-82143" alt="Juarez Ventura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-no-Palco-Pop-Fig-2016-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2016, o grupo Bongar fez um show memorável no Palco Pop do FIG, ao lado do músico Juliano Holanda</p></div>
<p>Ao longo da carreira artística, Guitinho e o Bongar estiveram presentes em várias edições de atividades e festivais promovidos pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundarpe, como o Festival Pernambuco Nação Cultural e o Observa e Toca – projeto que agregava um conjunto de ações para o desenvolvimento da música em Pernambuco, dentre elas a realização de shows e documentários sobre artistas do estado. Gravado em 2012, no Studio Casona, o show do Grupo Bongar está disponível na íntegra no Youtube (confira abaixo).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/W8ThpRHsuTI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Uma das últimas apresentações do Bongar promovidas pela Secult-PE e Fundarpe foi durante a programação do Bora Pernambucar, em fevereiro do ano passado, no Cais do Sertão, enchendo a plateia com fãs e admiradores. Outra memorável apresentação do Bongar foi no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em 2016. Diante de um Palco Pop lotado, e ao lado do cantor e compositor Juliano Holanda – que, assim como centenas de fazedores de cultura amigos do artista, prestou homenagens a Guitinho nas redes sociais – eles transformaram o Parque Euclides Dourado num templo para celebrar a força encantada dos orixás.</p>
<div id="attachment_82141" aria-labelledby="figcaption_attachment_82141" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Queiroga/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-no-Palco-Guadalajara-Fig-2011_Foto-Eduardo-Queiroga-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-82141" alt="Eduardo Queiroga/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-no-Palco-Guadalajara-Fig-2011_Foto-Eduardo-Queiroga-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Outro show do grupo Bongar durante o Festival de Inverno de Garanhuns foi em 2011, no Palco Mestre Dominguinhos (quando ainda se chamava Palco Guadalajara)</p></div>
<p>Defensor do registro histórico dos povos tradicionais, Guitinho esteve, por exemplo, em 2016, na Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, durante um encontro sobre educação patrimonial e museus comunitários, para falar do trabalho desenvolvido na Nação Xambá. Em 2012, integrou a programação do Seminário de Cultura Popular, promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Iphan-PE) em parceria com a Secult-PE e Fundarpe.</p>
<p>Ao lado do Bongar, o artista também participou de vários projetos incentivados pelo Funcultura, como o lançamento da revista Outros Críticos e uma turnê com o Som Na Rural, entre outros. Produziu também a gravação do DVD <i>Festa de Terreiro</i> (2015), do disco <i>Samba de Gira</i> (2016), a realização do projeto <i>Tem Preto na Tela</i> (2015) e uma oficina sobre patrimônio cultural, estes últimos promovidos pelo próprio Centro Cultural Grupo Bongar.</p>
<div id="attachment_82148" aria-labelledby="figcaption_attachment_82148" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Semana-do-Patrimônio-2016_Educação-Patrimonial-e-Museus-Comunitários_-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-82148" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Semana-do-Patrimônio-2016_Educação-Patrimonial-e-Museus-Comunitários_-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">No campo do debate de ideias, Guitinho esteve, por exemplo, em 2016, na Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, durante um debate sobre educação patrimonial e museus comunitários, para falar do trabalho desenvolvido na Nação Xambá</p></div>
<p>Sobre o DVD <i>Festa de Terreiro</i> (gravado no Nascedouro de Peixinhos), em entrevista ao Portal Cultura.PE em 2015, o artista Jr. Black, um dos amigos que prestou homenagens ao cantor nas suas redes sociais, resume bem o significado da potência da obra artísticas produzida por Guitinho e seus primos do Bongar:</p>
<p><i>“É peça obrigatória em qualquer estante ou rack de quem aprecia a música brasileira e pernambucana em sua mais pura essência, carregada de ancestralidade, envolta no mosaico da religiosidade e do profano, como bem é este coco feito por pessoas amigas, apaixonadas, devotadas e ligadas uterinamente à Nação Xambá, um centro de resistência, fé e cultura ancestral, com uma linda história de mais de 80 anos”</i>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0ISTGLxmTzQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em nota, a Secretaria Estadual de Cultura e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco lamentaram profundamente a morte de Guitinho de Xambá.</p>
<p>Segundo o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, essa é uma perda muito sentida para o Estado. <i>“Apesar da pouca idade, Guitinho sempre foi uma referência na cultura popular pernambucana e na defesa e no registro de nossa ancestralidade africana. Destaco não apenas seu trabalho no Grupo Bongar, mas também sua participação atuante na luta por uma política pública de cultura para o setor. Deixo minhas condolências aos familiares e a todos que fazem a Nação Xambá”,</i> declarou Canuto.</p>
<div id="attachment_82133" aria-labelledby="figcaption_attachment_82133" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renato Spencer/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Carnaval-2010-em-PetroLina_Foto-Renato-Spencer.jpg"><img class="size-medium wp-image-82133" alt="Renato Spencer/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Carnaval-2010-em-PetroLina_Foto-Renato-Spencer-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Guitinho também se apresentou no Carnaval de Pernambuco, como em 2010, quando se apresentou com o Bongar em Petrolina</p></div>
<p>Para o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, ficará sempre na memória o talento e a energia que emanavam de Guitinho. <i>“Será sempre lembrado pela grande contribuição que deu na retomada do Terreiro de Xambá. Foi uma liderança jovem, com um talento incrível para a música. Está marcado para sempre na cultura de Pernambuco. Desejo muita força à família e aos que integram o Grupo Bongar e a Nação Xambá nesse momento de dor. Que ele siga seu caminho de luz”,</i> disse o gestor.</p>
<div id="attachment_82174" aria-labelledby="figcaption_attachment_82174" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/49506675437_ba3c6d08f4_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-82174" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/49506675437_ba3c6d08f4_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Viva Guitinho e todo o seu legado deixado para a cultura pernambucana</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Política Cultural, por meio do seu presidente Jocimar Gonçalves, também publicou nota lamentando a passagem do artista. <i>&#8220;Admirado por sua trajetória, Guitinho representou com muito respeito e maestria, a força e os ensinamentos de seus ancestrais, seja no terreiro, nas ruas e nos palcos! Guitinho da Xambá desencantou, mas nunca deixará de ser guerreiro de nosso povo&#8221;,</i> escreveu ele.</p>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; Guitinho da Xambá</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 00:43:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam profundamente a morte do cantor e compositor Guitinho de Xambá, líder e vocalista do Grupo Bongar. O músico estava internado há uma semana para realizar um procedimento cirúrgico, no Hospital Esperança, mas acabou tendo um acidente vascular [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_38809" aria-labelledby="figcaption_attachment_38809" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/bongar.jpg"><img class="size-medium wp-image-38809" alt="Juarez Ventura/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/bongar-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jovem talento de Pernambuco, Guitinho faleceu nesta quarta-feira (17)</p></div>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam profundamente a morte do cantor e compositor Guitinho de Xambá, líder e vocalista do Grupo Bongar. O músico estava internado há uma semana para realizar um procedimento cirúrgico, no Hospital Esperança, mas acabou tendo um acidente vascular cerebral (AVC), que o levou à UTI. Familiares e amigos chegaram a realizar uma campanha para doação de sangue, porém ele não resistiu. A notícia da morte do artista foi confirmada na noite desta quarta-feira (17).</p>
<p>Segundo o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, essa é uma perda muito sentida para o Estado. <em>&#8220;Apesar da pouca idade, Guitinho sempre foi uma referência na cultura popular pernambucana e na defesa e no registro de nossa ancestralidade africana. Destaco não apenas seu trabalho no Grupo Bongar, mas também sua participação atuante na luta por uma política pública de cultura para o setor. Deixo minhas condolências aos familiares e a todos que fazem a Nação Xambá&#8221;</em>, declarou Canuto.</p>
<p>Para o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, ficará sempre na memória o talento e a energia que emanavam de Guitinho. <em>&#8220;Será sempre lembrado pela grande contribuição que deu na retomada do Terreiro de Xambá. Foi uma liderança jovem, com um talento incrível para a música. Está marcado para sempre na cultura de Pernambuco. Desejo muita força à família e aos que integram o Grupo Bongar e a Nação Xambá nesse momento de dor. Que ele siga seu caminho de luz&#8221;</em>, disse o gestor.</p>
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		<title>Grupo Bongar e debate sobre o papel da arte marcam lançamento da Outros Críticos #12</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2016 19:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[A arte é a última esperança]]></category>
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		<category><![CDATA[Mariana de Matos]]></category>
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		<description><![CDATA[Há três anos, o jornalismo cultural em Pernambuco conta com uma importante referência, a revista Outros Críticos. O projeto, iniciado como um blog, já lançou diversas edições impressas envolvendo colaboradores e artistas do estado, e conta também com um site, o futuro &#8220;carro-chefe&#8221; do projeto.  No próximo dia 10 de novembro, a revista encerra um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41690" aria-labelledby="figcaption_attachment_41690" class="wp-caption img-width-331 alignright" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Capa da Outros Críticos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/capa-revistaoc-ed12-Arte-Mariana-de-Matos.jpg"><img class="size-medium wp-image-41690" alt="Reprodução/Capa da Outros Críticos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/capa-revistaoc-ed12-Arte-Mariana-de-Matos-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A capa e a identidade visual da 12ª edição da Outros Críticos é assinada pela artista visual Mariana de Matos</p></div>
<p>Há três anos, o jornalismo cultural em Pernambuco conta com uma importante referência, a revista <strong>Outros Críticos</strong>. O projeto, iniciado como um blog, já lançou diversas edições impressas envolvendo colaboradores e artistas do estado, e conta também com um site, o futuro &#8220;carro-chefe&#8221; do projeto.  No próximo dia 10 de novembro, a revista encerra um ciclo <a href="https://www.facebook.com/events/1234675306605890/?fref=ts" target="_blank">ao lançar a sua 12ª edição</a>, que traz como tema “A arte é a última esperança” &#8211; título de uma obra de Paulo Bruscky.</p>
<p>O evento será realizado no Sexto Andar, no Edifício Pernambuco (Recife), e na ocasião será realizado um debate mediado por Ana Lira (artista visual e fotógrafa), com Guitinho da Xambá (músico), Mariana de Matos (artista visual e escritora), Marcelo Pedroso (cineasta), Iris Regina (educadora e designer do CCJ Recife) e Philippe Wollney (poeta e editor). Em seguida, haverá uma apresentação do Grupo Bongar. A entrada custa R$ 10 e os 100 primeiros compradores receberão uma cópia da revista. Já a versão on-line estará disponível para leitura e download gratuito no site da <strong><a href="http://www.outroscriticos.com" target="_blank">Outros Críticos</a></strong>.</p>
<div id="attachment_41693" aria-labelledby="figcaption_attachment_41693" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bongar_1_Núcleo-de-Produção-OI-Kabum-Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-41693 " alt="Oi Kabum/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bongar_1_Núcleo-de-Produção-OI-Kabum-Recife-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Grupo Bongar fará uma apresentação durante o lançamento da 12ª edição da revista. Guitinho da Xambá também participa desta edição na seção &#8216;entrevista&#8217;, numa conversa com o editor Carlos Gomes</p></div>
<p>Segundo Carlos Gomes, editor da revista, o próximo passo é fazer uma avaliação sobre os últimos três anos e pensar em como será o projeto daqui pra frente.<em> “Estamos vendo a possibilidade de crowdfunding para financiar a versão impressa ou a mudança da periodicidade. O certo é que ela vai continuar existindo, mesmo se não tiver incentivo financeiro. A expectativa agora é que a Outros Críticos se volte mais para o site, já temos seis colunistas escrevendo em áreas diversas e, para o próximo ano, mais seis pessoas estarão participando&#8221;</em> adianta Carlos.</p>
<p>Na opinião do editor, a guinada na Outros Críticos começou em 2014, quando mudou a perspectiva de ser independente e ligada apenas à internet. <em>“Na época consegui aprovar no Funcultura um projeto de financiamento que garantisse as revistas impressas. Saímos do virtual e aproveitamos os lançamentos destas edições para a realização dos nossos eventos, sempre com debates ou apresentações musicais”</em>, comenta, ressaltando que tais encontros não estavam previstos no projeto inicial, e foram feitos por conta própria, em parceria com os críticos e os músicos envolvidos. Participaram destes eventos nomes como DJ Dolores, Isaar, Jomard Muniz de Britto, Fabiana Moraes e Rodrigo Campos.</p>
<p>Sobre a marca que a Outros Críticos já deixou no jornalismo cultural pernambucano, Carlos Gomes diz que é &#8220;a<em> revista não se fecha numa redoma de que é algo ‘experimental’ e que não conversa com os outros meios. Muitos dos nossos colaboradores trabalham em redações de jornais, e temos de estagiários a professores de pós-graduação. Mais do que deixar um legado, o mais importante é que construímos este diálogo”.</em></p>
<p><strong>12ª edição</strong><br />
O novo número traz a artista visual Mariana de Matos e o Grupo Bongar como os pontos centrais desta edição. O trabalho de Mariana está presente na capa e nos demais textos, enquanto o Bongar figura na seção ‘entrevista’, numa conversa entre o músico Guitinho da Xambá e o editor Carlos Gomes, marcada por um passeio pela trajetória de 15 anos do grupo.<em><br />
</em></p>
<div id="attachment_41691" aria-labelledby="figcaption_attachment_41691" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Mariana-de-Matos-artista-visual-Foto-victor-jucá.jpg"><img class="size-medium wp-image-41691" alt="Victor Jucá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Mariana-de-Matos-artista-visual-Foto-victor-jucá-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Junto ao Grupo Bongar, o trabalho da artista Mariana de Matos ganha destaque nesta edição</p></div>
<p>A seção ‘crítica de boteco’ conta com Moacir dos Anjos para refletir sobre a arte política, numa conversa com Renata Pimentel e Mery Lemos. O artigo de abertura foi escrito por Ana Lira e compõe um quadro artístico do Recife e suas variadas movimentações que se cruzam. A revista também incluiu ao tema que intitula essa edição uma interrogação e fez a pergunta a diversos autores, nomes como Paulo Marcondes, Priscilla Buhr, Philippe Wollney, Nathalia Queiroz, Roberta Martinelli e Marcelo Coutinho.</p>
<p>A equipe da Outros Críticos presenta textos sobre Elza Soares, Larissa Luz, Karina Buhr, Iara Rennó e Ava Rocha. Em paralelo, os discos de Alessandra Leão, Cosmo Grão, Juliana Perdigão e do duo Walter Areia e Rafael Marques integram a seção de resenhas, escritos, respectivamente, por Carlos Gomes, Fernando Athayde, GGabriel Albuquerque e Bruno Vitorino. O ensaio de encerramento é do cantor e compositor Romulo Fróes.</p>
<p>A Outro Críticos é impressa com o apoio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e lançada em versão virtual com apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e da Altovolts. O Sexto Andar e a fotógrafa Camila van der Linden também  apoiam  essa edição.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Lançamento da 12ª edição da revista Outros Críticos &#8211; Show do Grupo Bongar mais debate com Ana Lira, Guitinho da Xambá, Mariana de Matos, Marcelo Pedroso, Iris Regina e Philippe Wollney</em><br />
Quinta (10) | 19h<br />
Sexto Andar, Edifício Pernambuco (Av. Dantas Barreto, 324, Santo Antonio)<br />
R$ 10 (As 100 primeiras pessoas ganham a revista)</p>
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