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	<title>Portal Cultura PE &#187; Helder Vasconcelos</title>
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		<title>Pernambuco no Cena Nordeste de Aracaju</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 15:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/d7SB74qnMqw?si=SVZ_HVPcK3B9MpMj" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Nos dias 11 e 12 de outubro de 2024, o Cena Nordeste, iniciativa de intercâmbio cultural promovida pelo Consórcio Nordeste em parceria com a Secult-PE e as demais Secretarias de Cultura dos nove Estados da região, encantou as ruas o público sergipano.</p>
<p>Essa foi mais uma edição do evento, que trouxe artistas de toda a região nas mais diferentes linguagens. Pernambuco marcou presença e levou o cantor, compositor, ator e dançarino Helder Vasconcelos.</p>
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		<title>Pernambucano Helder Vasconcelos leva espetáculo “Espiral Brinquedo Meu” ao Cena Nordeste Sergipe</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 19:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113800" aria-labelledby="figcaption_attachment_113800" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Helder-Vasconcelos_espetaculo-Espiral-Brinquedo-Meu_foto-04_de-Roberta-GuimarÃ£es.jpg"><img class="size-medium wp-image-113800" alt="Foto: Roberta Guimarães/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Helder-Vasconcelos_espetaculo-Espiral-Brinquedo-Meu_foto-04_de-Roberta-GuimarÃ£es-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Helder Vasconcelos &#8211; Espetáculo Espiral Brinquedo Meu</p></div>
<p dir="ltr">No dia 12 de outubro, Helder Vasconcelos, criador da tradicional brincadeira de rua Boi Marinho, representará Pernambuco no Festival Cena Nordeste com o espetáculo solo “Espiral Brinquedo Meu”. A sétima etapa do evento acontece em Aracaju/SE nos dias 11 e 12 de outubro, será realizada na Concha Acústica do  Centro de Criatividade, localizado no coração da capital sergipana. A seleção de Vasconcelos foi feita por uma curadoria do Consórcio Nordeste, destacando sua contribuição à cultura popular da região.</p>
<p>“O teatro é a arte da presença do corpo em cena em uma relação com o público. Então a gente precisa existir circulando, viajando e encontrando. E é de grande potência um projeto como o Cena Nordeste que permite essa troca na região onde a gente se identifica, onde a gente precisa dessa troca para se potencializar. Eu fico feliz de fazer parte do Cena Nordeste e torço para que projetos assim se estendam ao longo do país e tenham uma vida longa”, disse Hélder.</p>
<p dir="ltr">Há 24 anos, Helder criou o Boi Marinho que faz parte do Carnaval pernambucano, mantendo viva a arte de rua com dedicação e resistência. Além de participar ativamente dos carnavais de Recife e Olinda, a brincadeira popular também se apresenta em festivais, centros culturais e escolas, levando a essência do folclore pernambucano para diferentes públicos.</p>
<p>Sendo assim, o espetáculo “Espiral Brinquedo Meu”, reúne ritmos, canções e figuras, criadas a partir da relação com o Cavalo Marinho e o Maracatu Rural. O objetivo é não demarcar fronteiras entre música, dança e teatro. Nele, o artista revela uma maneira particular de se expressar, que ao mesmo tempo é dele e das pessoas com quem convive.</p>
<p dir="ltr">&#8220;É uma alegria ver Helder Vasconcelos representando Pernambuco no Festival Cena Nordeste. Seu trabalho com o Boi Marinho é uma expressão autêntica da nossa cultura popular, e o espetáculo &#8216;Espiral Brinquedo Meu&#8217; traz à tona a riqueza das tradições locais. Iniciativas como o Cena Nordeste são fundamentais para promover a troca entre artistas e fortalecer nossa identidade cultural. Que esse festival fortaleça cada vez mais a cultura nordestina&#8221;, afirmou a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula</p>
<p dir="ltr"><strong>Entenda o festival:</strong></p>
<p dir="ltr">O Cena Nordeste é uma iniciativa do Consórcio Nordeste. O projeto começou a ser gestado em 2023 pela Câmara Temática da Cultura da entidade. Neste ano, o festival começou pela Paraíba e deve passar por todos os estados da região, assim, todos terão a oportunidade de ser anfitriões.</p>
<p>Além disso, foi atribuída uma linguagem cultural distinta a cada um dos estados. A Paraíba ficou responsável pelo graffiti, Sergipe e Alagoas pela cultura popular, o Maranhão pela música, o Piauí pelo forró, Pernambuco pelo audiovisual, Rio Grande do Norte pelo teatro, Ceará pela dança e Bahia pelo circo.</p>
<p dir="ltr">Após a passagem por Teresina, o Cena Nordeste deve passar ainda por Fortaleza (16 e 17 de novembro) e Salvador (7 e 8 de dezembro).</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>País das Culturas Populares vai com o “autoemotivo” Zuzuada ao distrito de Caraíbas</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Aug 2024 02:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O distrito de Caraíbas, em Arcoverde, parece de outro tempo, com seus 1200 habitantes e poucas ruas que confluem para a Igreja Nossa Senhora do Rosário. Em frente a ela, existe uma praça que reuniu a população local, nesta sexta-feira (23), para ver de perto a programação do Festival Pernambuco Meu País, com o Zuzuada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112528" aria-labelledby="figcaption_attachment_112528" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0079.jpg"><img class="size-medium wp-image-112528" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0079-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Boi Diamante, de Arcoverde, foi uma das atrações do País das Culturas Populares em Caraíbas</p></div>
<p>O distrito de Caraíbas, em Arcoverde, parece de outro tempo, com seus 1200 habitantes e poucas ruas que confluem para a Igreja Nossa Senhora do Rosário. Em frente a ela, existe uma praça que reuniu a população local, nesta sexta-feira (23), para ver de perto a programação do Festival Pernambuco Meu País, com o Zuzuada no País das Culturas Populares. Passaram por lá atrações como o Presépio Mamulengo Invenção Brasileira Espetáculo de Cênicas (Nazaré da Mata), o Boi Diamante (Arcoverde), o Coco de Mulheres (Recife) e o Grupo Mazuca da Quixaba (Recife), que levaram animação e lazer para os moradores da região onde, em 1938, foi fundado o Reisado de Caraíbas.</p>
<p>Idealizador e organizador do Zuzuada no País das Culturas Populares, o artista Helder Vasconcelos utiliza uma expressão criada por Roger de Renor para explicar o que é a ideia: um veículo “autoemotivo” criado com a proposta de estabelecer um espaço artístico na rua, inspirado no Som na Rural.</p>
<div id="attachment_112529" aria-labelledby="figcaption_attachment_112529" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0080.jpg"><img class="size-medium wp-image-112529" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0080-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Zuzuada levou a cultura popular ao distrito de Caraíbas nesta sexta-feira (23)</p></div>
<p>“No caso da Zuzuada, trata-se de uma kombi que chegou para dar suporte aos ensaios do Boi Marinho, outra criação minha, que sai no Carnaval na Rua da Moeda, no Bairro do Recife, há 17 anos”, explicou o artista.</p>
<p>Helder Vasconcelos também falou sobre a felicidade de ter recebido o convite do Festival Pernambuco Meu País, por parte do Governo do Estado, para pilotar o veículo “autoemotivo” pelas cidades por onde o passa.</p>
<div id="attachment_112525" aria-labelledby="figcaption_attachment_112525" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0081.jpg"><img class="size-medium wp-image-112525" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0081-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A programação também contou com apresentação de teatro de mamulengo</p></div>
<p>&#8220;É um palco itinerante, fora do grande eixo das cidades, e eu acho que ele tem essa relação com a cultura popular, com as praças. E a curiosidade afetiva das pessoas é interessante, elas veem um carro usado para o transporte e que, de repente, está servindo para uma estrutura de arte. É muito legal perceber esse retorno por parte do público&#8221;, celebrou o idealizador da Zuzuada.</p>
<p>Conhecida como a terra dos bois, Arcoverde recebeu no País das Culturas Populares um anfitrião da casa, o Boi Diamante, fundado em 2008. O brinquedo conta com pessoas de todas as idades e segue firme na ideia de fortalecer a cultura popular arcoverdense, mantendo viva a tradição da manifestação cultural.</p>
<div id="attachment_112526" aria-labelledby="figcaption_attachment_112526" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0082.jpg"><img class="size-medium wp-image-112526" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0082-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">População do distrito de Caraíbas viveu uma imersão na cultura popular pernambucana</p></div>
<p>Quem coordena o Boi Diamante é o brincante Wilton Freire, que revelou uma felicidade grande do grupo por ter recebido a missão de levar a cultura popular ao distrito de Caraíbas, “É um lugar com pouco acesso à arte, e eu acho incrível a ideia de trazer as manifestações culturais para os distritos, para a zona rural”, destacou Wilton Freire.</p>
<p>“A gente veio com muito carinho para Caraíbas, entendendo que a cultura incentiva as pessoas. Eu acredito que para a zona rural, para os distritos, quando têm essas oportunidades, é muito válido e bonito. Porque a população tem a oportunidade de ver, de conhecer, de aprender e de valorizar a nossa cultura popular”, pontuou o coordenador do Boi Diamante.</p>
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		<title>3ª Festa para Ogum ocupa a Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2018 16:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fortalecer a cultura popular pernambucana e enaltecer a ancestralidade. Esses são os dois grandes motivos de celebração da Festa Para Ogum, que, em sua terceira edição, reunirá representantes das mais diversas vertentes culturais na Torre Malakoff, no próximo domingo (22). A palestra de Lepê Correia (mestre em Literatura e Interculturalidade) abrirá o evento, a partir das [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27787" aria-labelledby="figcaption_attachment_27787" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19704019179_3928e09a1d_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-27787" alt="Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19704019179_3928e09a1d_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas dos Prazeres será uma das atrações da Festa de Ogum</p></div>
<p>Fortalecer a cultura popular pernambucana e enaltecer a ancestralidade. Esses são os dois grandes motivos de celebração da <strong>Festa Para Ogum</strong>, que, em sua terceira edição, reunirá representantes das mais diversas vertentes culturais na <strong>Torre Malakoff</strong>, no próximo domingo (22).</p>
<p>A palestra de Lepê Correia (mestre em Literatura e Interculturalidade) abrirá o evento, a partir das 14h30, e em seguida subirão ao palco as atrações musicais que trazem em sua essência a herança afro. Estarão na programação a centenária Nação do Maracatu Porto Rico, da qual o grupo é filho, um banho de cultura vindo direto de Aliança com o Cavalo Marinho Boi Pintado de Mestre Grimário, a alegria do coco de Dona Del e Aurinha do Coco, o reconhecido artista e ex-Mestre Ambrósio, Helder Vasconcelos, com seu espetáculo solo mix, além do belíssimo Afoxé Oyá Tokolê, a banda da Xambá Abe Adu Lofe e Lucas dos Prazeres, com um show cheio de surpresas preparado para a festa do santo guerreiro.</p>
<div id="attachment_47390" aria-labelledby="figcaption_attachment_47390" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Afoxe-Oya-Tokole-Owo-Foto-Leo-Caldas.jpg"><img class="size-medium wp-image-47390" alt="Léo Caldas/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Afoxe-Oya-Tokole-Owo-Foto-Leo-Caldas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Afoxé Oyá Tokolê Owo também marcará presença no evento</p></div>
<p>A fim de empoderar o empreendedorismo local, também haverá Feira Quilombar, com marcas de diversos artesões, espaço de comidas regionais e exposição do artista plástico Guerra Zidanes. A <strong>Festa para Ogum</strong> é uma realização do coletivo Maracatômico Cultural e do Maracatu Ògún Onilê,</p>
<p>A entrada é aberta ao público (mediante a troca de dois quilos de alimentos não-perecíveis), sendo limitada à lotação do espaço.<em> &#8220;Mais do que um meio de perpetuar o Maracatu de baque virado, hoje o Ògún Onilê é uma grande família e tudo que desenvolvemos é uma extensão afetiva dessa união coletiva&#8221;</em>, revela Rodrigo Fernandes, idealizador e produtor do evento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Festa para Ògún<br />
Quando: domingo (22/4), a partir das 14h30<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n &#8211; Recife, PE)<br />
Entrada: 2kg de alimentos de alimentos não-perecíveis</p>
<p><strong>Programação</strong><br />
Palestra de abertura do Mestre Lepê Correia<br />
Maracatu Ògún Onilê<br />
Aurinha do Coco<br />
Afoxé Oyá Tokolê<br />
DJ Incidental<br />
Nação do Maracatu Porto Rico<br />
Del do Coco<br />
Hélder Vasconcelos<br />
Banda Abe Adu Lofe<br />
Cavalo Marinho Boi Pintado do Mestre Grimário<br />
Lucas dos Prazeres<br />
Exposição do artista plástico Guerra Zidanes<br />
Feira de artesanato Quilombar e comidas típicas de terreiro</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Centro de Capoeira São Salomão promove 2º Festival Mostra na Roda, na Várzea</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/centro-de-capoeira-sao-salomao-promove-2o-festival-mostra-na-roda-na-varzea/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 17:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[O Centro de Capoeira São Salomão, Ponto de Cultura localizado num dos casarões mais charmosos do bairro da Várzea, promove, desta quarta-feira (28) até o próximo domingo (4), a segunda edição do Festival de Arte e Cultura Mostra na Roda. Surgido da ideia dos integrantes do Centro, muitos deles ligados às tantas expressões artísticas e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58121" aria-labelledby="figcaption_attachment_58121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/Festival-Mostra-na-Roda.jpg"><img class="size-medium wp-image-58121" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/Festival-Mostra-na-Roda-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Os músicos Helder Vasconcelos, Maciel Salú, Mestre Zezinho de Casa Amarela, Mestre Zé de Teté, Adiel Luna, Lais de Assis e Helder Vasconcelos vão participar da programação musical do 2º Festival Mostra na Roda</p></div>
<p>O Centro de Capoeira São Salomão, Ponto de Cultura localizado num dos casarões mais charmosos do bairro da Várzea, promove, desta quarta-feira (28) até o próximo domingo (4), a segunda edição do <strong>Festival de Arte e Cultura Mostra na Roda</strong>. Surgido da ideia dos integrantes do Centro, muitos deles ligados às tantas expressões artísticas e culturais, de mostrar suas criações artísticas vividas em outros espaços, o Mostra na Roda é uma proposta de “amostramento” capoeirístico fortalecendo a arte de seus artistas e reafirmando o Centro de Capoeira São Salomão como espaço de fomentação e fruição Cultural. Capoeira, fotografia, dança, música, cultura popular, teatro, poesia, artesanato, gastronomia e robótica, serão as áreas apresentadas nesta nova edição.</p>
<p><strong>A vez é dos parceiros - </strong>Em sua primeira edição o Mostra na Roda contou exclusivamente com a participação dos artistas capoeiristas ligados ao Centro. Neste segundo ano, o evento conta em sua programação com a participação de artistas e capoeiristas parceiros ligados às expressões artísticas e culturais de nosso estado, além do trabalho de alguns de seus integrantes.</p>
<p><strong>Maciel Salu e Helder Vasconcelos são alguns nomes que compõem a grade da programação -</strong> Ligados às tradições culturais que tem a capoeira como uma de suas mestrias, Maciel Salu, pernambucano filho do Mestre Salustiano, cantor, compositor, rabequeiro e brincante das expressões da Mata Norte de PE e Helder Vasconcelos, músico, cantor, compositor, bailarino e pesquisador, brincante de Cavalo Marinho e Caboclo de Pena do Maracatu Piaba de Ouro, apresentarão seus novos trabalhos.</p>
<p><strong>Adiel Luna promove encontro de mestres</strong> &#8211; Como já é tradição, o Mostra na Roda acolherá na sexta feira a Sambada do Lampião, um dos projetos culturais do espaço, que nesta edição, além do grupo da casa &#8211; o Bate o Ganzá-, terá como anfitrião o poeta cantador Adiel Luna que promoverá um grande encontro de mestres trazendo o Mestre Coquista Zé de Teté (Limoeiro) e Mestre Zezinho (do bairro de Casa Amarela).</p>
<p><strong>Robótica</strong> - Este ano o Mostra na Roda realizará, em parceria com a RoboLiv.re, a oficina de robótica nas tardes de sábado e domingo. A oficina terá o custo de R$ 50 por dia dia e é aberta a quem quiser participar.</p>
<p><strong>Capoeira</strong> &#8211; Sem esquecer da Capoeira, grande anfitriã deste projeto, o Centro apresentará, na abertura do evento na quarta-feira (28), um experimento surpresa: o “Capoeira de Salão”. Inspirado na ideia do “Capoeira Baile” do Mestre Itapuã Beiramar e na fala do Mestre Canjiquinha que dizia: “A Roda de Capoeira é como um grande salão de baile, o que o berimbau tocar você joga”, o Capoeira de Salão será um espaço para capoeiristas e não capoeiristas apreciarem, se divertirem e dançarem ou até mesmo jogarem Capoeira sem os elementos rituais da Roda de Capoeira tradicional.</p>
<p>O Mostra na Roda Ano 2 contará ainda com exposição da fotógrafa Christina Schug e com o espetáculo “Passo” da Compassos Cia de Dança, além de poesia com Luna Virtolina, Giuseppe Macena e Gleisson Nascimento, das performances teatrais Adito(Doida de Pedra) e das apresentações musicais de Lais de Assis e do projeto Sopro Fino. Além disso, haverá uma feira de artesanato e gastronomia com <em>food truck</em> nos jardins do Centro de Capoeira São Salomão. Veja a programação completa:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>2º Festival de Arte e Cultura Mostra na Roda</strong></p>
<p><strong>Quarta-feira (28)</strong><br />
19h &#8211; Abertura da Exposição Fotográfica &#8220;A vida na Roda&#8221; de Christina Schug<br />
20h &#8211; Capoeira de Salão</p>
<p><strong>Quinta-feira (1º)</strong><br />
20h &#8211; Passo &#8211; Espetáculo da Compassos Cia. de Dança</p>
<p><strong>Sexta-feira (2)</strong><br />
17h &#8211; Abertura da Feirinha de Artesanato e Comidas<br />
20h &#8211; Sambada do Lampião com o Bate o Ganzá, Coco de Sala com Adiel Luna, Zé de Teté, Zezinho de Casa Amarela e convidados</p>
<p><strong>Sábado (3)</strong><br />
14h às 17h &#8211; Oficina de Robótica, com a Roboliv.re<br />
17h &#8211; Feira de Artesanato e Gastronomia<br />
19h &#8211; Ádito in process &#8211; performance teatral (Coletivo Doida de Pedra)<br />
20h &#8211; Intervenção Poética com Giuseppe Mascena, Gleison Nascimento e Luna Vitrolina<br />
21h &#8211; Maciel Salú</p>
<p><strong>Domingo (4)</strong><br />
14h às 17h &#8211; Oficina de Robótica, com a Roboliv.re<br />
17h &#8211; Feira de Artesanato e Gastronomia<br />
18h &#8211; Laís de Assis<br />
19h15 &#8211; Sopro Fino<br />
20h30 &#8211; Hélder Vasconcelos</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>2º Festival de Arte e Cultura Mostra na Roda</strong><br />
Quando: de 28 de fevereiro (quarta-feira) a 4 de março (domingo), a partir das 17h<br />
Onde: Centro de Capoeira São Salomão (Av. Amaro Gomes Poroca, 267, Várzea, Recife/PE).<br />
As oficinas acontecerão das 14h às 17h no mesmo espaço.<br />
Ingresso para as apresentações artísticas e a exposição: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).<br />
O acesso à feira de artesanato e gastronomia é gratuito.</p>
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		<title>Helder Vasconcelos estreia &#8220;Eu Sou&#8221; no Teatro de Santa Isabel</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/helder-vasconcelos-estreia-eu-sou-no-teatro-de-santa-isabel/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jan 2018 17:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Helder Vasconcelos]]></category>
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		<description><![CDATA[O multiartista pernambucano Helder Vasconcelos apresenta o espetáculo Eu Sou nesta quinta-feira (25), às 20h, no Teatro de Santa Isabel, no Recife. A programação faz parte do 24º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos, evento incentivado pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. O trabalho solo completa uma trilogia criada por Helder, composta também por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O multiartista pernambucano Helder Vasconcelos apresenta o espetáculo <strong>Eu Sou</strong> nesta quinta-feira (25), às 20h, no Teatro de Santa Isabel, no Recife. A programação faz parte do 24º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos, evento incentivado pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<div id="attachment_57385" aria-labelledby="figcaption_attachment_57385" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/Eu-Sou_Helder-Vasconcelos-01_foto-de-Ricardo-Moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-57385" alt="Ricardo Moura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/Eu-Sou_Helder-Vasconcelos-01_foto-de-Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Helder Vasconcelos completa uma trilogia de espetáculos solo</p></div>
<p>O trabalho solo completa uma trilogia criada por Helder, composta também por <em>Espiral Brinquedo Me</em>u (2004, teatro) e <em>Por Si Só</em> (2007, dança). O espetáculo marca o retorno do artista ao circuito musical, mas em diálogo com as artes cênicas. A direção é do músico-ator natalense Marco França e traz músicas de Sambador, primeiro CD do artista. Em cena, Helder faz uso de instrumentos de percussão, fole de 8 baixos, voz e instrumentos digitais que são ao mesmo tempo de música e dança, criados em parceria com os produtores tecnológicos João Tragtenberg e Filipe Calegário. Com letras e músicas compostas por Helder, o disco tem como principais parceiros Marco França e Johann Brehmer, que assinam com ele a produção musical e dividem os arranjos e execução das músicas. O CD – que foi viabilizado por uma campanha de financiamento coletivo – conta ainda com participação especial de Renata Rosa na voz, Junior Areia no baixo acústico e Laura Tamiana e Poliana Savegnago no coro.</p>
<p>&#8220;São muitas as possibilidades de se falar de amor. Meu ponto de partida foi a compreensão de que a vida é um ato de amor. E tudo que acontece é por amor. E é para aprofundarmos essa compreensão que nos encontramos. E só podemos nos encontrar se cada um de nós se encontrar consigo mesmo. O amor é esse campo que nos torna um quando nos encontramos. Criar é pra mim um jeito de buscar esse encontro. O desafio maior deste projeto foi querer com ele voltar ao contexto (circuito musical) da música, que tem uma forma muito consolidada de funcionar. A pergunta-chave era como fazer algo que fosse um espetáculo cênico e que também atendesse às expectativas de quem saísse de casa pra ver um show de música&#8221;, comenta Helder.</p>
<p>Formado nas tradições do Cavalo Marinho e do Maracatu Rural, manifestações populares da Zona da Mata de Pernambuco, Helder foi um dos criadores do grupo musical Mestre Ambrósio, uma das referências do movimento Mangue Beat, com quem atuou por 11 anos. Em carreira solo desde 2004, criou 3 espetáculos. Participou de festivais de dança, teatro e música no Brasil, Europa, Estados Unidos e Japão e desenvolve um trabalho de formação, por meio de oficinas, desde 1998. Dirige e atua no grupo Boi Marinho, que participa do carnaval pernambucano há 17 anos. No cinema, atuou nos longa-metragens O Homem que Desafiou o Diabo, A Luneta do Tempo e Entre Irmãs.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>ESTREIA – espetáculo Eu Sou</strong><br />
Local: Teatro de Santa Isabel (praça da República, s/n &#8211; Santo Antônio &#8211; Telefone: 81.3355.3323<br />
Data/Hora: quinta-feira (25), às 20h<br />
Preço: R$ 40 e R$ 20 (meia)<br />
Vendas:<strong> <a href="http://bit.ly/2DuQHnK" target="_blank">site do Janeiro de Grandes Espetáculos</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Instrumento TumTá revela potencialidades da música aliada à dança</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 14:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Batebit Artesania Digital]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto TumTá – Instrumento Digital de Música e Dança]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Há mais de dez anos  o artista pernambucano Helder Vasconcelos busca um instrumento digital que alie diretamente a música com a dança a fim de utilizá-lo no seu processo criativo. Estudante de Engenharia quando mais jovem, Helder, conhecido principalmente por liderar o Boi Marinho (que sai pelas ruas do bairro do Poço da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54542" aria-labelledby="figcaption_attachment_54542" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924908061_bb7c39e340_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-54542 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924908061_bb7c39e340_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Com incentivo do Funcultura, Projeto TumTá – Instrumento Digital de Música e Dança, contou com a participação de outros sete artistas pernambucanos que também aprenderam a manusear o instrumento</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>Há mais de dez anos  o artista pernambucano Helder Vasconcelos busca um instrumento digital que alie diretamente a música com a dança a fim de utilizá-lo no seu processo criativo. Estudante de Engenharia quando mais jovem, Helder, conhecido principalmente por liderar o <a href="https://www.facebook.com/Boi-Marinho-307104446107850/" target="_blank">Boi Marinho</a> (que sai pelas ruas do bairro do Poço da Panela, no Recife), se formou no curso, mas acabou enveredando pelo mundo artístico, apesar de seguir fissurado nas possibilidades que a tecnologia poderia trazer para a arte. Na terça-feira (24/10) uma parte deste sonho se realizou depois que ele apresentou no Paço do Frevo, ao lado de João Tragtenberg e Filipe Calegario, sócios da <a href="http://batebit.cc/#!/inicio" target="_blank">Batebit Artesania Digital</a>, o instrumento musical idealizado anos atrás: o TumTá, que tem como base princípios geradores de música, dança e teatro &#8211; como o pulso &#8211; identificados pelo artista nas tradições populares que participa. A mostra, resultado de uma série de investigações, pesquisas e oficinas do <strong>Projeto TumTá – Instrumento Digital de Música e Dança</strong>, contou com a participação de outros sete artistas pernambucanos, que também aprenderam a manusear o instrumento.</p>
<p><em>“Eu tenho uma relação com a tecnologia até antes da dança. Me formei em Engenharia, e dentro desse curso já curtia essa coisa de projetar, havia uma afinidade. Mas foi quando participei de uma residência e de um seminário realizado pelo Armando Meniccacci, sobre dança e novas tecnologias, que a minha cabeça explodiu de criatividade. Não é a tecnologia pela tecnologia, mas o que ela possibilita. A primeira coisa que vislumbrei foi que poderia usar este recurso pra revelar e potencializar a relação direta e precisa que existe entre dança e música. Esse foi o ponto de partida, transformar movimento em som”,</em> explica Helder sobre como surgiu a ideia de criar este artefato.</p>
<div id="attachment_54540" aria-labelledby="figcaption_attachment_54540" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37871889626_edf6cfdd7b_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-54540 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37871889626_edf6cfdd7b_k-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Não é a tecnologia pela tecnologia, mas o que ela possibilita. A primeira coisa que vislumbrei foi que poderia usar este recurso pra revelar e potencializar a relação direta e precisa que existe entre dança e música&#8221;</p></div>
<p>Tudo começou em 2006, quando ele teve a experiência com o Meniccacci e ganhou um <strong><a href="http://www.itaucultural.org.br/secoes/rumos" target="_blank">Rumos Dança do Itaú Cultural</a></strong> no mesmo ano. <em>“A partir daí convidei o Armando pra trabalhar comigo. Ele dirigiu meu segundo solo, <strong>Por Si Só</strong>, que foi o primeiro em que fiz uso desse recurso de tecnologia, mas a gente não teve as ferramentas necessárias para desenvolver o que eu vislumbrava. Foi quando conheci o <strong><a href="http://www.mustic.info/members/" target="_blank">Mustic</a></strong>, um projeto ligado ao Centro de Informática da UFPE que já lidava com esse conceito, e a partir deles me aproximei em 2012 do João e do Felipe, que posteriormente criaram a BateBit. Tudo então se materializou. Em 2016, exatamente dez anos depois, ganhei outro Rumos Dança, foi quando estreei em São Paulo o <strong>Eu Sou</strong>, meu mais novo espetáculo, já com o TumTá em palco”,</em> revela.</p>
<p>De acordo com Felipe Calegario, o Batebit Artesania Digital é um espaço de experimentação para criação de novos instrumentos e interações musicais com a cultura pernambucana. <em>“Com essa iniciativa convidamos os músicos da cena local para propor tecnologias que fossem mais utilizadas na academia. A ideia era juntar as duas experiências, de pesquisa e artística. <strong><a href="http://batebit.cc/#!/instrumentos" target="_blank">Hoje contamos com outros três instrumentos</a></strong>: Um pandeiro de vara, na pose de tocar guitarra; o Giromin, que é baseado no giro e dispara algumas notas; e o terceiro foi o Disque-Som, uma brincadeira com telefone antigo com a proposta de transformá-lo num controlador de DJ”.</em></p>
<div id="attachment_54544" aria-labelledby="figcaption_attachment_54544" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924944541_04d7a5420a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-54544  " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924944541_04d7a5420a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Helder Vasconcelos apresenta o TumTá ao público</p></div>
<p>Para João Tragtenberg, <em>“nossa viagem é criar a tecnologia e estar no contexto da nossa cultura, com pessoas que representam as diversas linguagens. Volta pra gente com um monte de ideia pra mexer e criar novas. A ideia é mostrar ao público o que o artista está tocando e fortalecer o caráter gestual de quem está no palco”.</em></p>
<p>O TumTá é o primeiro instrumento nascido da parceria entre Helder Vasconcelos e o BateBit e voltará a ser utilizado pelo artista em cena durante seu a estreia no Recife do <strong>Eu Sou</strong>, no próximo festival Janeiro de Grandes Espetáculos. <em>“A pesquisa com Helder Vasconcelos antecede. Ele já estava num processo de pesquisa de criação do seu novo solo e queria para ele um novo instrumento que disparasse sons com o calcanhar”,</em> pontua Filipe.</p>
<div id="attachment_54543" aria-labelledby="figcaption_attachment_54543" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924930021_3a2fbd1f2a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-54543 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924930021_3a2fbd1f2a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A apresentação realizada no Paço do Frevo e aberta ao público foi a penúltima fase de avaliação da pesquisa</p></div>
<p>Os resultados positivos da utilização do instrumento geraram um grande interesse através de testes realizados por outros usuários. Assim nasceu o projeto de pesquisa<strong> TumTá – Instrumento Digital de Música e Dançam</strong> que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e envolve os criadores do instrumento com outros participantes. <em>“A gente convidou alguns artistas que aceitaram com muita generosidade, pessoas que estão na estrada há mais tempo, e abrimos também um edital para pessoas na estrada há menos tempo, mas não menos generosas”,</em> detalhe Helder. Os artistas convidados foram Claudio Rabeca, Johann Brehmer, Francini Barros, Aguinaldo Silva e Frank Sóstenes, enquanto os selecionados através de convocatória foram Áquila Lima (Mané do Pife), Jonas Alves Jr e Maria Flor.</p>
<p>Filipe Calegario conta que a proposta desse projeto foi testar o TumTá com outras pessoas. <em>“Maria Flor, dançarina de frevo, por exemplo, percebeu que o ponto que pega a batida é o calcanhar, e no frevo quase não se usa o calcanhar no chão. Começamos então a dar novos usos ao mesmo artefato”.</em></p>
<div id="attachment_54539" aria-labelledby="figcaption_attachment_54539" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37215517664_c91765b4c9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-54539 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37215517664_c91765b4c9_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">s artistas convidados para participar desse processo foram Claudio Rabeca, Johann Brehmer, Francini Barros, Aguinaldo Silva e Frank Sóstenes, enquanto os selecionados através de convocatória foram Áquila Lima (Mané do Pife), Jonas Alves Jr e Maria Flor</p></div>
<p>Desde agosto que acontecem no Paço do Frevo encontros para a troca de conhecimentos e impressões. “<em>Dividimos o projeto em várias fases de teste. Primeiro uma apresentação mostrando o que ele é, sem falar muito no instrumento. A segunda fase foi colocar o TumTá no pé dos participantes sem explicar como ele funcionava, para ver como as pessoas se comportavam sem direcionamento. Duas semanas depois realizamos uma oficina sem o instrumento, para estimular o grupo sobre os princípios de pulsação e a relação direta entre dança e música. Na segunda avaliação percebemos uma diferença deles na relação com o instrumento. O pessoal chegou com uma segurança muito maior no manuseio”,</em> pontua Filipe Calegario.</p>
<p><em>“Nossa pesquisa não era para saber como esse instrumento reverbera em outros corpos, e o que é que vai e o que é que volta. Relacionar a pulsação da música com a dança, se isso transforma o uso do instrumento. Essa demonstração do processo foi mais uma etapa da pesquisa. A gente agora vai fazer mais uma avaliação com todo mundo, sentir a participação do público”,</em> avalia João Tragtenberg.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37893999462_56209a0538_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-54541 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37893999462_56209a0538_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Uma das observações feitas durante essa última avaliação no Paço do Frevo, segundo Filipe Calegario, é que a percepção que se tem do instrumento é de que existem diversas possibilidades a serem trabalhadas. <em>“Hoje o TumTá é uma palminha com uma espuma auditiva, com um sensor bem artesanal, costurado. Percebemos nessa demonstração que a galera de frevo tem uma mola no pé, enquanto Aguinaldo Silva, mestre do cavalo-marinho, tem uma pisada mais forte. É preciso ter esse controle de sensibilidade no pé”,</em> observa.</p>
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		<title>Festival Arte na Usina movimenta a Mata Sul do Estado</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2016 15:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[usina de arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Localizada no município de Água Preta, Zona da Mata Sul de Pernambuco, a Usina Santa Terezinha, desativada há 15 anos, vai ser palco de uma grande ebulição cultural entre os dias 11 e 20 de novembro. É o Festival Arte na Usina que, pelo segundo ano consecutivo, movimenta o local com uma ampla programação composta por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/usinasantaterezinha_divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-41826" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/usinasantaterezinha_divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Localizada no município de Água Preta, Zona da Mata Sul de Pernambuco, a Usina Santa Terezinha, desativada há 15 anos, vai ser palco de uma grande ebulição cultural entre os dias 11 e 20 de novembro. É o Festival Arte na Usina que, pelo segundo ano consecutivo, movimenta o local com uma ampla programação composta por shows, performances, mesas de discussão, exibições de filmes, palestras, exposições e 25 oficinas gratuitas de oito modalidades artísticas.</p>
<p>Ao passo em que celebra a própria cultura e sua conexão com a natureza, o festival tem como principal objetivo estimular a criação, o desenvolvimento artístico e a interiorização da cultura nos municípios de Água Preta, Xexéu e entornos, buscando inserir a Usina Santa Terezinha dentro de um roteiro turístico na região. &#8221;<em>A usina tem uma situação complexa, o que a gente tenta fazer  é transformar o local numa usina de ideias</em>&#8220;, conta o artista plástico paraibano José Rufino, curador do evento ao lado de Fábio Delduque (SP).</p>
<p>Ao todo, mais de 15 artistas de todo o Brasil passarão pelo espaço durante os dez dias de programação, entre eles  nomes como Ronaldo Fraga, José Rufino, Alice Ruiz, Siba, Laura Vinci, Hugo França, Silvério Pessoa, Adiel Luna, Sagrama, Helder Vasconcelos, Leda Catunda, Fábio Delduque, entre outros.</p>
<div id="attachment_39147" aria-labelledby="figcaption_attachment_39147" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28688534546_5bf6dff95c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-39147 " alt=" Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28688534546_5bf6dff95c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Siba é um dos destaques da programação musical do evento</p></div>
<p>&#8220;<em>Alguns convidados trabalham com a cultura mais erudita, como Laura Vinci, Marcelo Coutinho, enquanto outros como Helder Vasconcelos ou Leda Catunda, de São Paulo, já têm apropriação do ambiente mais popular como mote do trabalho. Não teve um padrão na escolha dos criadores envolvidos, mas todos eles têm o espírito de acreditar no poder de transformação da arte.</em>&#8220;, explica Rufino. &#8220;<em>Ronaldo Fraga, por exemplo, apesar de ser designer de moda, faz parte da experiência de vários rincões pelo Brasil. Onde ele chega, ele motiva. Ele é um catalisador e não apenas um designer de escritório que pesquisa um tema e faz uma referência a uma época tal numa coleção de roupa, é muito mais que isso</em>.&#8221;</p>
<p>De acordo com o curador, o festival faz parte de um projeto maior, intitulado Arte na Usina, desenvolvido ao longo do ano na região. &#8220;<em>Desde o ano passado, a gente vem buscando trabalhar num equilíbrio entre a arte contemporânea, a botânica e transformação social. Porque a região pede isso. Os municípios da Mata Sul são muito carentes de atividades culturais e têm um índice de desenvolvimento humano muito baixo. Não faria sentido realizar um projeto voltado pra cultura  sem esse mergulho nas comunidades locais, fazendo com que a própria população motivasse o  formato do projeto</em>.&#8221;</p>
<p>Conhecido pela relação com as tradições populares, especialmente o Cavalo Marinho e o Maracatu Rural, o músico, ator e dançarino pernambucano Helder Vasconcelos vai ministrar, durante o festival, a oficina <em>Pulso Presença, </em>além de sair em cortejo com seu grupo, Boi Marinho. &#8220;<em>O diferencial é que eu vou adaptar essas duas atividades à realidade do local. A proposta é integrar as pessoas dos municípios, encontrar esse foco de artistas e atuadores da arte, da música e da dança e estimular a criação deles, dar uma energizada. Existe um interesse em mexer na autoestima do lugar, num sentido profundo, humano. Isso é muito bonito, é encantador</em>&#8220;, acredita Helder.</p>
<div id="attachment_21815" aria-labelledby="figcaption_attachment_21815" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Naty Torres</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Helder-Vasconcelos-foto-de-Naty-Torres-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-21815" alt="Naty Torres" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Helder-Vasconcelos-foto-de-Naty-Torres-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além de ministrar uma oficina de formação, Helder Vasconcelos participa do festival com o grupo Boi Marinho</p></div>
<p>Há mais de um ano envolvido com atividades de formação no local, o violeiro, cantador, poeta e cordelista Adiel Luna, vai apresentar o projeto <em>Recantos</em>, junto com o cantor Bruno Lins, fundador da banda Fim de Feira. Com elementos das toadas de gado, da cantoria de viola, do forró, do coco de roda e do samba rural, eles passeiam de forma íntima pelo cancioneiro popular – ora apresentando músicas próprias, ora visitando cantos que revelam um Brasil singelo, encantador e muito rico. Entre uma música e outra, Adiel e Bruno contam causos, recitam versos e brincam com o público, num show harmonioso, carregado de improviso e bastante descontraído.</p>
<p>&#8220;<em>Pra mim, levar meu trabalho pra o festival Arte na Usina, seja de palco ou de formação, é estar fazendo parte de um processo transformador, de algo realmente importante, algo digno. É um ambiente que me deu tudo que eu tenho hoje, em relação à cultura, ao entendimento enquanto artista, enquanto ser político, capaz de fazer arte, de fazer poesia. Acredito que a Mata Sul vai ser transformada a partir dessa história. Não se trata somente de um festival, existe um potencial ali que precisava ser provocado e agora está acontecendo. Onde se moía cana pra açúcar e etanol, agora está se moendo arte, cultura e transformação social. Isso é muito forte. A partir das iniciativas da Usina de Arte, aquele local vai ganhar uma outra cara que vai repercutir daqui a cincos, seis, oito, dez anos</em>.&#8221;</p>
<div id="attachment_28190" aria-labelledby="figcaption_attachment_28190" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/adiel-cuca.jpg"><img class="size-medium wp-image-28190  " alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/adiel-cuca-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e poeta Adiel Luna vai apresentar o projeto &#8220;Recantos&#8221;, em parceira com Bruno Lins</p></div>
<p style="text-align: left;">Além de uma grade artística ampliada em relação à última edição, a organização do evento traz como novidade, este ano, hospedagens no estilo “pousada domiciliar” oferecida por membros da comunidade que residem na vila da Usina, estimulando a cadeia econômica da região. As opções de leitos e casas poderão ser visualizadas no <a href="http://www.usinadearte.org" target="_blank"><strong>site</strong></a> e o trâmite de reserva se dará por meio de articulação direta entre hóspede e cicerone. Também será disponibilizada uma área para <em>camping</em>, munida de estrutura de banheiros, além de uma Praça de Alimentação mobilizada por empreendedores locais do ramo gastronômico.</p>
<p style="text-align: left;">Confira a programação completa do Festival Arte na Usina:</p>
<p><strong>11/11 – Sexta</strong><br />
Noite | 20h – Show &#8211; Sagrama</p>
<p><strong>12/11 – Sábado</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
Noite | 18h – Curta Amigos na Diferença, produzido na Safra 2015 (entrega dos DVDs)<br />
19h – Filme Expedição Serrinha na UST de Beto Brant<br />
20h – Show &#8211; Adiel Luna e Bruno Lins</p>
<p><strong>13/11 – Domingo</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
Tarde | 15h às 17h – Oficina Ressignificação de Resíduos Vegetais com Hugo França<br />
Noite | 19h – Curta Ô de Marcelo Coutinho<br />
19h30 – Filme Som Ao Redor de Kleber Mendonça</p>
<p><strong>14/11 – Segunda</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 17h – Oficina Haikai com Alice Ruiz<br />
14h às 17h – Oficina Ressignificação de Resíduos Vegetais com Hugo França</p>
<p><strong>15/11 – Terça</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 17h – Oficina Haikai com Alice Ruiz<br />
Noite | 19h – Mesa Mediação na Arte com Fábio Delduque, Diógenes Moura e Joana D’Arc<br />
22h – Monólogo Não Danifique os Sinais com Diógenes Moura</p>
<p><strong>16/11 – Quarta</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 17h – Oficina Haikai com Alice Ruiz<br />
14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
14h às 18h – Oficina Dance Yoga com Lu Brites<br />
Noite | 19h – Mesa Arte como Transformação com José Rufino, Bitu Cassunde e Zé Luiz Passos<br />
21h – Cine Performance Brasil S/A com trilha sonora ao vivo de Benjamim Taubkin</p>
<p><strong>17/11 – Quinta</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
14h às 18h – Oficina Dance Yoga com Lu Brites<br />
14h às 17h – Oficina Croquis e Memória Gráfica com Ronaldo Fraga<br />
Noite | 19h – Mesa Popular e Erudito com Marcelo Coutinho, Leda Catunda e Helder Vasconcelos<br />
21h – Show – Siba</p>
<p><strong>18/11 – Sexta</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
14h às 18h – Oficina Dance Yoga com Lu Brites<br />
14h às 17h – Oficina Croquis e Memória Gráfica com Ronaldo Fraga<br />
Noite | 19h – Palestra com Ronaldo Fraga<br />
21h – Show – Bandavoou</p>
<p><strong>19/11 – Sábado</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Montagem da Exposição<br />
Tarde | 14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
15h – Concentração do Boi Marinho<br />
17h – Desfile do Boi Marinho com Helder Vasconcelos<br />
Noite | 20h – Performance Alunos com Lu Brites<br />
22h – Show – Silvério Pessoa</p>
<p><strong>20/11 – Domingo</strong><br />
Manhã | 10h – Abertura da Exposição Arte na Usina Safra 2016</p>
<p>Saiba mais sobre os artistas convidados do Festival Arte na Usina:</p>
<p><strong>Alice Ruiz:</strong> Poeta e compositora. Ministra palestras e oficinas de haikai no Brasil desde 1990. Mais de 20 livros publicados de poesia, traduções e livros para crianças. Dois prêmios Jabuti de poesia e cinco livros incluídos no PNBE.</p>
<p><strong>Hélder Vasconcelos:</strong> Músico, ator e dançarino, formado nas tradições do Cavalo Marinho e do Maracatu Rural de Pernambuco. É um dos fundadores do grupo musical Mestre Ambrósio, que surgiu em 1992.</p>
<p><strong>Benjamim Taubkin:</strong> A música brasileira e seu diálogo com as outras culturas vêm sendo o campo de atividade deste pianista, arranjador, compositor e produtor. Iniciou o estudo do piano aos 18 anos e logo passou a se dedicar integralmente a esta atividade.</p>
<p><strong>Joana D’Arc:</strong> Doutora em História pela UFPE e Mestre em Sociologia, na Universidade Estadual Paulista &#8211; Júlio de Mesquita Filho, Campus Araraquara/SP, tem experiência na área de História do Brasil, Historiografia e Contemporânea com ênfase em História da Arte e da cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura, arte e contemporaneidade, história da arte brasileira, mediação cultural.</p>
<p><strong>Laura Vinci:</strong> Escultora, artista intermídia, pintora, desenhista e gravadora. Formou-se em Artes Plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado e fez seu mestrado na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. A artista tem participado de várias exposições no Brasil e no exterior.</p>
<p><strong>Diógenes Moura:</strong> Escritor, curador de fotografia e editor independente. Atualmente trabalha na edição dos livros A Placa Mãe (autorretrato físico) e O Livro dos Monólogos – Recuperação para Ouvir Objetos (textos em formato de leituras dramáticas). Premiado no Brasil e exterior foi Curador de Fotografia do Brasil pelo Sixpix/Fotosite, em 2009.</p>
<p><strong>Fábio Delduque:</strong> Artista plástico multidisciplinar tem em seu currículo exposições, instalações, pinturas mural, cenários, performances, direção de arte de shows e cinema, além de uma intensa atividade como produtora cultural e curador. Desde a década de 1980, vem realizando exposições e instalações em diversas galerias e museus no Brasil e exterior. É curador e diretor do Festival de Arte Serrinha desde a sua criação em 2002.</p>
<p><strong>Siba:</strong> Um dos criadores do grupo Mestre Ambrósio, iniciou uma longa história de aprendizado e colaboração, exercitando ao longo dos anos os fundamentos da arte da poesia rimada, tornando-se um dos principais mestres da nova geração da ciranda e do maracatu na atualidade. Assim como os arranjos, chamam atenção os versos criados por Siba. Extremamente poéticos e bem-humorados, a força da música nordestina está no canto que vem da garganta deste também bom cantor.</p>
<p><strong>Adiel Luna:</strong> Poeta, violeiro, cantador, cordelista e mestre de maracatu de baque solto, Adiel Luna é considerado um dos mais importantes artistas de sua geração que insiste em valorizar as tradições nordestinas em seu trabalho autoral.</p>
<p><strong>Hugo França:</strong> Nasceu em Porto Alegre, em 1954. Em busca de uma vida mais próxima da natureza, mudou-se para Trancoso, na Bahia, no início da década de 80, onde viveu por 15 anos. Lá, percebeu o grau de desperdício na extração e uso da madeira, vivência que pautou seu trabalho. Desde o final dos anos 1980, desenvolve &#8220;esculturas mobiliárias&#8221;, expressão usada primeiramente pela crítica Ethel Leon e adotada pelo designer por sua precisão em descrever a produção que ele executa a partir de resíduos florestais e urbanos &#8211; árvores condenadas naturalmente, por ação das intempéries ou pela ação do homem. As peças criadas pelo designer nascem de um diálogo criativo com a matéria-prima: tudo começa e termina na árvore. Ela é a sua inspiração; suas formas, buracos, rachaduras, marcas de queimada e da ação do tempo provocam sua sensibilidade e o conduzem a um desenho cuidadosamente escolhido, uma intervenção mínima que gera peças únicas.</p>
<p><strong>Silvério Pessoa:</strong> É cantor, violonista e pianista. Ganhou projeção nacional com o Cascabulho, em 1994, com a qual fez turnês por Canadá, Estados Unidos e Alemanha. Fez de seus trabalhos uma referência à linguagem, aos modos e costumes da gente pernambucana, e inspirações não lhe faltam nunca pra misturar ciranda com baião, forró com maracatu, com referências e reverências a grandes artistas. É essencialmente contemporâneo, dialoga com rock, pop, punk e intervenções eletrônicas. Um verdadeiro sincretismo musical de tudo o que ele vê e ouve por aí, acompanhando os oito discos gravados desde o início da carreira solo.</p>
<p><strong>Ronaldo Fraga:</strong> Estilista mineiro, cenógrafo e autor brasileiro. É formado em design de moda pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pós-graduado pela Parsons School of Design de Nova York. É conhecido por valorizar as raízes e a cultura brasileira em suas peças, por fugir de tendências e por sua versatilidade artística. Utiliza suas criações para levantar discussões políticas e culturais.</p>
<p><strong>Lu Brites:</strong> Gaúcha, educadora e artista do corpo, com mais de 20 anos de experiência e forte pesquisa autora, une a experiência como diretora de movimento aos conhecimentos de Yoga e formação como bailarina. Desenvolveu o Dance Yoga e o método de Coaching Corporal, que tem no corpo o canal de entrada para a busca da saúde física, emocional, energética e expressiva. Aplica seus conceitos de movimento em diferentes áreas como: arte, saúde e bem estar.</p>
<p><strong>Leda Catunda:</strong> Pintora, escultora, artista gráfica e visual e professora brasileira, é considerada um dos maiores talentos surgidos na década de 1980, explorando os limites entre a pintura e o objeto.</p>
<p><strong>Bule-bule:</strong> Repentista, cordelista, sambador, tiraneiro, forrozeiro, brincante, Antônio Ribeiro da Conceição, nome artístico Bule-Bule, é conhecido como o maior repentista da Bahia, também é um excelente cordelista, com mais de 100 títulos publicados. Em 2008 foi condecorado com a maior premiação brasileira para a Cultura, a Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura.</p>
<p><strong>Sagrama:</strong> Com uma formação instrumental acústica, o grupo, criado pelo professor, compositor e flautista Sérgio Campelo, em 1995, no Conservatório Pernambucano de Música, recebe influência do Movimento Armorial e dos ritmos tradicionais do Nordeste como frevo, baião, caboclinho, etc. Compôs as trilhas sonoras dos espetáculos A Ver Estrelas, direção de João Falcão e Adriana Falcão; Fernando e Isaura, direção de Carlos Carvalho; Quem Tem, Tem Medo, direção de Junior Sampaio, entre outras. Para o cinema, criou a trilha do filme O Auto da Compadecida, do diretor Guel Arraes. Em 2013, o grupo realizou apresentações em cidades da França e da Bélgica. O SaGrama está entre os principais grupos instrumentais do Nordeste.</p>
<p><strong>Bandavoou:</strong> Grupo de música brasileira formado no Recife em 2011. Misturando composições a fotografia em movimento, o grupo pernambucano, ganhou público através de vídeos postados na internet. Com composições que flertam com a linguagem popular e vídeos com rico teor fotográfico, segue como uma boa aposta na nova música popular do Brasil.</p>
<p><strong>Benjamim Taubkin:</strong> A música brasileira e seu diálogo com as outras culturas vêm sendo o campo de atividade deste pianista, arranjador, compositor e produtor. Iniciou o estudo do piano aos 18 anos e logo passou a se dedicar integralmente a esta atividade.</p>
<p><strong>Bitu Cassunde:</strong> Carlos Eduardo Bitu Cassundé é curador do Museu de Arte Contemporânea do Ceará e coordenador do Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema das Artes. Foi curador assistente e coordenador de pesquisa no Museu de Arte Contemporânea do Ceará.</p>
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		<title>Música, poesia e intervenções visuais no último ExcentriCidades do ano</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2015 19:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Excentricidades]]></category>
		<category><![CDATA[Helder Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[Nathalia Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[Roger de Renor]]></category>
		<category><![CDATA[Sabiá Sensível]]></category>
		<category><![CDATA[Sexto Andar]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria O último mês do ano recebe um ExcentriCidades ainda mais diverso e com uma programação cativante e original. O projeto, promovido pelo Coletivo Sexto Andar, tem como proposta a realização de trocas de experiências entre diversas linguagens artísticas. As atrações desta quarta-feira (16) são a banda Sabiá Sensível;  o poeta KCal; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p>O último mês do ano recebe um ExcentriCidades ainda mais diverso e com uma programação cativante e original. O projeto, promovido pelo Coletivo Sexto Andar, tem como proposta a realização de trocas de experiências entre diversas linguagens artísticas.</p>
<p>As atrações desta quarta-feira (16) são a banda Sabiá Sensível;  o poeta KCal; Nathalia Queiroz e suas intervenções visuais; Roger de Renor na discotecagem; e ainda, o multiartista Helder Vasconcelos apresentando ao público duas músicas de seu primeiro CD autoral.</p>
<div id="attachment_32490" aria-labelledby="figcaption_attachment_32490" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Sabia-Sensivel-Renata-Pires.jpg"><img class="size-medium wp-image-32490" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Sabia-Sensivel-Renata-Pires-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Performances da banda Sabiá Sensível são marcadas pelo improviso e novas sonoridades</p></div>
<p>A banda Sabiá Sensível é uma combinação única de pessoas diferentes, com membros de diversas referências, como Aninha Martins e Germano Rabello. Surgida em 2007 como uma banda de voz em violão, e depois tomando outras formas, o grupo se destaca pela improvisação e performances inusitadas, sempre com um show diferente do outro. Entre os sucessos, &#8216;Magaiver&#8217;, &#8216;Capivara&#8217;, &#8216;Juma Marruá&#8217; e &#8216;Só sei que existe&#8217;.</p>
<p>O público também pode conferir na noite os atentados poéticos do escritor e músico Kcal Gomes. O artista foi um dos idealizadores da Livroteca Brincante do Pina, na comunidade do Bode, no bairro do Pina (Zona Sul do Recife). No ExcentriCidades, vai mostrar um pouco do seu trabalho como escritor.</p>
<p>Atuando de maneira solo no contexto das artes cênicas desde 2004, Helder Vasconcelos volta ao mundo da música de maneira direta com seu primeiro CD Solo. Artista, dançarino e ator, Helder foi por 11 anos membro do grupo musical Mestre Ambrósio. O trabalho foi gravado de forma independente e agora possui uma campanha de financiamento coletivo online para a finalização do disco.</p>
<div id="attachment_32491" aria-labelledby="figcaption_attachment_32491" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/RicardoMoura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/helder-_Renata-Pires-e-Ricardo-Moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-32491" alt="Renata Pires/RicardoMoura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/helder-_Renata-Pires-e-Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Helder vai apresentar duas faixas de seu primeiro CD autoral</p></div>
<p>Na próxima quarta-feira o público do ExcentriCidades poderá conferir de maneira exclusiva duas faixas do novo álbum, com a presença de Helder Vasconcelos no evento. O disco traz canções compostas, interpretadas e arranjadas por Helder e tem produção de Johann Brehmer e Marco França. Entre as participações especiais, Jr Areia, Renata Rosa, Poliana Savegnano e Laura Tamiana.</p>
<p>Além disso, o evento ainda recebe intervenções visuais com a artista Nathalia Queiroz com seu projeto NamquimParede e discotecagem do DJ Roger de Renor.</p>
<div id="attachment_32493" aria-labelledby="figcaption_attachment_32493" class="wp-caption img-width-453 alignright" style="width: 453px"><p class="wp-image-credit alignleft">Nathalia Queiroz</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Nathalia-Queiroz-1-.jpg"><img class="size-medium wp-image-32493" alt="Nathalia Queiroz" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Nathalia-Queiroz-1--453x486.jpg" width="453" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto NanquimParede, de Nathalia Queiroz, é uma das atrações do evento</p></div>
<p><strong>Artesanal</strong></p>
<p>A criatividade e o talento também se unem também na Lojinha do Sexto Andar, que continua oferecendo itens exclusivos feitos por artistas e designers do estado. Cadernos, ilustrações, cartazes e outros itens estarão à venda durante o evento.</p>
<p>Nesta edição os lanches são da Juju Vegan, empresa que trabalha com produtos veganos de qualidade e um cardápio variado e acessível. O ExcentriCidades continua com a proposta de receber cervejas artesanais e nesta edição o público irá encontrar no evento o chopp Turvalina, produzido no Bairro da Boa Vista e também a cerveja Carranca.</p>
<p>-</p>
<p><strong>Sabiá Sensível:</strong> Banda pernambucana surgida em 2007 e que desde então se apresenta esporadicamente em festivais como A Noite do Desbunde Elétrico. O grupo é formado por Anaíra (Voz), Aninha (Voz), Enio (Guitarra e Voz), Germano (Violão e Voz), Hugo (Teclado e Voz), Vinícius (Baixo), Vicente (Bateria).</p>
<p><strong>Nathalia Queiroz:</strong> Ilustradora, designer e artista, Nathalia desenvolve projetos de intervações urbanas com foto e vídeo. Com seu projeto NamquimParede, ilustra paredes de lares pelo Recife. Além disso, colabora com o blog VacaTussa, além de cinez e publicações independentes.</p>
<p><strong>Helder Vasconcelos:</strong> Cantor, ator e dançarino, Helder volta ao mundo musical depois de 11 anos como vocalista da banda Mestre Ambrósio. O artista prepara seu primeiro CD autoral, trabalho gravado de forma independente e possui uma campanha de financiamento coletiva em ação. Mais detalhes no link: www.benfeitoria.com/heldervasconcelos</p>
<p><strong>Kcal Gomes:</strong> O público também pode conferir na noite os atentados poéticos do escritor e músico Kcal Gomes. O artista foi um dos idealizadores da Livroteca Brincante do Pina, na comuniade do Bode, no bairro do Pina (Zona Sul do Recife). Em 2010 foi lançado o documentário &#8216;A Mão e a Luva – A História de um Traficante de Livros&#8217;, que conta a trajetória de Kcal, que foi estimulado a tentar mudar sua situação a partir da leitura.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p><strong>ExcentriCidades Temporada 2015 #9</strong></p>
<p>Com Sabiá Sensível, Kcal, Helder Vasconcelos, Nathalia Queiroz e DJ Roger de Renor<br />
Quarta-feira, 16 de dezembro | 19h<br />
Sexto Andar (Edf. Pernambuco | Av. Dantas Barreto, 324)</p>
<p>Ingressos: R$ 10<br />
Ingressos antecipados: Vendas antecipadas no Sexto Andar dia 15/09 (terça-feira) das 14h às 18hs e no dia do evento a partir das 14h. Sujeito a lotação e com limite de dois ingressos por pessoa.</p>
<p>O Coletivo Sexto Andar é: Anilina Produções e Soluções Criativas,Corujas, Carlota Produções, João Nascimento, Eric Gomes Fotografia, Isadora Melo, Jacaré Video, Ianah Maia, Nathalia Queiroz, Laura Tamiana e Paulo de Andrade.</p>
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		<title>ExcentriCidades reúne música e artes cênicas no Edifício Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2015 13:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[com informações da assessoria Uma confluência de linguagens artísticas toma conta do Sexto Andar do Edifício Pernambuco (Santo Antônio), no Recife, nesta quarta (4). A segunda edição de 2015 do projeto ExcentriCidades reunirá, na mesma noite, a banda Rua, o multiartista Helder Vasconcelos e o DJ Vinícius Leso, em apresentações distintas, que celebram a pluralidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_21815" aria-labelledby="figcaption_attachment_21815" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Naty Torres</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Helder-Vasconcelos-foto-de-Naty-Torres-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-21815" alt="Naty Torres" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Helder-Vasconcelos-foto-de-Naty-Torres-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O multiartista Helder Vasconcelos mostra seu processo criativo em performance no Sexto Andar</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>com informações da assessoria</strong></em></p>
<p>Uma confluência de linguagens artísticas toma conta do Sexto Andar do Edifício Pernambuco (Santo Antônio), no Recife, nesta quarta (4). A segunda edição de 2015 do projeto <strong>ExcentriCidades</strong> reunirá, na mesma noite, a banda <strong>Rua</strong>, o multiartista <strong>Helder Vasconcelos</strong> e o <strong>DJ Vinícius Leso</strong>, em apresentações distintas, que celebram a pluralidade do cenário artístico contemporâneo. O evento começa a partir das 19h e a entrada custa R$ 10.</p>
<p>Com cinco anos de trajetória, a banda Rua apresentará um show pensado especialmente para o ExcentriCidades. Sua música trafega, com densidade e apuro, pelo minimalismo, numa verdadeira comunhão entre os instrumentos, sem hierarquização. O seu segundo disco, Limbo, contou com boa recepção da crítica e integra trilhas sonoras de filmes e espetáculos de dança.</p>
<div id="attachment_12186" aria-labelledby="figcaption_attachment_12186" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Breno César</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-12186" alt="Breno César" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Rua prepara apresentação especial para o evento desta quarta (4)</p></div>
<p>Acostumado a fazer do palco seu laboratório criativo, o multiartista Helder Vasconcelo apresentará uma performance em que reúne recortes de seus espetáculos, onde vigoram dança, teatro e música. Ele também aproveitará para mostrar um pouco do que estará presente em eu próximo CD e, além disso, contará com a participação do instrumentista João Tragtenberg.</p>
<div id="attachment_21816" aria-labelledby="figcaption_attachment_21816" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Vinicius-Leso-Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-21816" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Vinicius-Leso-Divulgação-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Vinicius Leso preencherá o Sexto Andar com &#8220;sons estranhos&#8221; baseados no minimalismo de Philip Glass</p></div>
<p>Completando o time, o DJ Vinícius Leso passeará por uma seara musical diferente da que que lhe é habitual – com ênfase para o funk e o afrobeat – e trará ao ExcentriCidades uma atmosfera musical diferente, com sons inspirados no minimalismo de Philip Glass.</p>
<p>A venda das senhas para o ExcentriCidades está limitada à lotação do espaço(duas senhas por pessoa e sujeito a esgotamento no dia). Cada senha custa R$ 10 e pode ser comprada das 10h à 12h e das 14h às 18h, no Sexto Andar do Edifício Pernambuco.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>ExcentriCidades – Temporada 2015 #2</em><br />
<em> com Rua, Helder Vaconcelos e DJ Vinícius Leso</em><br />
Quarta (4), a partir das 19h<br />
Coletivo Sexto Andar | Edifício Pernambuco – Avenida Dantas Barreto, 324, Santo Antônio – Recife/PE<br />
R$ 10 (à venda no Sexto Andar, das 10h às 12h e das 14h às 18h – <em>limitado à lotação do espaço</em>).</p>
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