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	<title>Portal Cultura PE &#187; Henrique Albino</title>
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		<title>Henrique Albino lança o álbum &#8220;Música Tronxa&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 15:13:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O instrumentista e arranjador pernambucano Henrique Albino lançou nesta semana o seu álbum de estreia,  &#8221;Música Tronxa&#8221;, em todas as plataformas digitais. Financiado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o disco disco de estreia do músico apresenta temas que articulam as raízes musicais pernambucanas à liberdade expressiva do jazz, bem como à complexidade da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83627" aria-labelledby="figcaption_attachment_83627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eládio Ferreira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Henrique-Albino_Estúdio-Fábrica_Jan-2021-19_credito_eladio_ferreira.jpg"><img class="size-medium wp-image-83627" alt="Eládio Ferreira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Henrique-Albino_Estúdio-Fábrica_Jan-2021-19_credito_eladio_ferreira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O saxofonista lança seu disco de estreia em parceria com o selo recifense Boa Vista Jazz Records</p></div>
<p>O instrumentista e arranjador pernambucano Henrique Albino lançou nesta semana o seu álbum de estreia,  &#8221;Música Tronxa&#8221;, em todas as plataformas digitais. Financiado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o disco disco de estreia do músico apresenta temas que articulam as raízes musicais pernambucanas à liberdade expressiva do jazz, bem como à complexidade da rítmica polimétrica e às possibilidades melódico-harmônicas da música Pós-Tonal.</p>
<p>O resultado é uma obra arrojada, mas não hermética ou acadêmica. Um disco que coaduna conflitos métricos, frases atonais, motes seriais e sonoplastias a melodias encantadoras que desvelam paisagens etéreas e improvisos incendiários plenos de risco, individualidade e senso de grupo. Tudo isto, por sinal, sem comprometer qualquer traço da identidade nordestina. Daí que a música é “tronxa”, com “x”, no melhor “pernambuquês”, como revelam “Apofenia”, tema de abertura que faz menção às batidas do maracatu rural da Zona da Mata do estado; as intervenções sonoras de matriz indígena em “Claranã”; ou “Salto Quântico”, faixa na qual podemos vislumbrar o frevo voltando-se para o amanhã.</p>
<p>Acompanhando Albino, um time de jovens e brilhantes músicos que incorporaram suas ideias e musicalidade ao ponto de formarem não um combo, e sim um organismo. No acordeão, o virtuoso, moderno e peculiar Felipe Costta. No baixo elétrico, Filipe de Lima, o chão firme num espaço sonoro transmutável. E na bateria, o multidirecional, técnico e criativo Silva Barros.</p>
<p>Gravado nos dias 13 e 14 de janeiro deste ano no Fábrica Estúdios, a música foi registrada sob o calor do “aqui, agora” inerente à captação ao vivo, formato apropriado às linguagens da música improvisada. O design é de Lucas Emanuel da agência CCQ, a foto da capa, de Felipe Schuler e as imagens da sessão de gravação, de Eládio Ferreira. Uma produção do selo Boa Vista Jazz Records. Aperte o play e confira:</p>
<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/6GC0FxnmtelQU7ygK2WEwf" height="380" width="300" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Gabi da Pele Preta abre temporada do projeto &#8220;Música no Espaço O Poste&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 13:36:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Espaço O Poste, localizado às margens do Rio Capibaribe, na Rua da Aurora, retoma agora entre os meses de março e abril sua temporada de shows a preços populares, com uma série de apresentações de artistas pernambucanos. A primeira delas, agendada para o próximo sábado (14), a partir das 20h, contará com o talento e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63413" aria-labelledby="figcaption_attachment_63413" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Gomes/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Gabi-da-Pele-Preta_André-Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-63413" alt="André Gomes/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Gabi-da-Pele-Preta_André-Gomes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Gabi da Pele Preta é a primeira artista a se apresentar em 2020, no projeto &#8220;Música no Espaço O Poste&#8221;</p></div>
<p>O Espaço O Poste, localizado às margens do Rio Capibaribe, na Rua da Aurora, retoma agora entre os meses de março e abril sua temporada de shows a preços populares, com uma série de apresentações de artistas pernambucanos. A primeira delas, agendada para o próximo sábado (14), a partir das 20h, contará com o talento e a musicalidade de <strong>Gabi da Pele Preta</strong>. No palco, a cantora caruaruense mostrará, em um show intimista, seu repertório autoral, carregado de compositoras mulheres e de pessoas trans e promete apresentar ao público novas composições com sua pegada, falando de amor do ponto de vista político, humano, feminista e revolucionário. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).</p>
<p>Além de Gabi, passarão pelo projeto <strong>&#8220;Música no Espaço O Poste&#8221;</strong>, que conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>: <strong>Surama Ramos e Henrique Albino</strong> (21/3), <strong>Geraldo Maia</strong> (28/3),<strong> Sue Ramos</strong> (4/4),<strong> Josias Felipe</strong> (17/4), <strong>Chorões da Aurora</strong> (24/4) e <strong>Mestre Zé Negão</strong> (25/4).</p>
<p>A primeira etapa do projeto aconteceu em novembro de 2019 e passaram por ele nomes como Grupo Bongar, Quinteto Boa Vista e o Grupo Tutti Flutti. Na primeira etapa, o projeto também contemplou apresentações numa escola Municipal e no Teatro Silogeu, na cidade de Vitória de Santo Antão.</p>
<p>“Para o projeto levamos em consideração as experiências bastante significativas quanto ao recebimento de músicos, bandas e cantores no Espaço O Poste, com atividades como shows, aula-concerto e lançamentos de discos. O Poste já foi palco de artistas como Isaar, Lucas dos Prazeres, Patrícia Solis, Ciel Santos, Neudo Oliveira, Mayra Clara, Naldinho Freire e Milton Dornellas, resultando em boas performances e recepção calorosa do público.”, ressalta a produtora Naná Sodré.</p>
<p><strong>O Espaço O Poste -</strong> É mantido pelos produtores Naná Sodré, Agrinez Melo e Samuel Santos e configura-se num espaço alternativo que possui assentos móveis, possibilitando várias configurações de plateia, têm capacidade máxima para 60 (sessenta) pessoas, tratamento acústico em madeira, iluminação cênica, climatização, rampas de acessibilidade e fácil acesso para o público.</p>
<p>As atividades artísticas apresentadas no espaço ajudam parcialmente na manutenção financeira do mesmo, necessitando um esforço considerável de seus produtores. Por isso, a importância de um projeto de programação de espaço que unirá atrações no intuito de fomentar o que vem sendo produzido no Estado, formando novas plateias, além de auxiliar na manutenção do espaço.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO MÚSICA NO ESPAÇO O POSTE</strong></span></p>
<p><strong>- Dia 14/3 (sábado), às 20h &#8211; Gabi da Pele Preta</strong></p>
<p><strong>- Dia 21/3 (sábado), às 20h &#8211; Surama Ramos e Henrique Albino</strong></p>
<p><strong>- Dia 28/3 (sábado), às 20h &#8211; Geraldo Maia</strong></p>
<p><strong>- Dia 4/4 (sábado), às 20h &#8211; Sue Ramos</strong></p>
<p><strong>- Dia 17/4 (sexta), às 20h &#8211; Josias Felipe</strong></p>
<p><strong>- Dia 24/4 (sexta), às 20h &#8211; Chorões da Aurora</strong></p>
<p><strong>- Dia 25/ 4 (sábado), às 20h &#8211; Mestre Zé Negão</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Música no Espaço O Poste<br />
Quando: 14, 21 e 28 de março e 4, 17, 24 e 25 de abril. Sempre às 20h.<br />
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista &#8211; Recife/PE)<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), na bilheteria e no <a href="https://www.sympla.com.br/musica-no-espaco-o-poste-com-gabi-da-pele-preta__794653" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a></p>
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		<title>Pachka aborda conexões entre música e tecnologia em série de shows e residências</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pachka-aborda-conexoes-entre-musica-e-tecnologia-em-serie-de-shows-e-residencias/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 20:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Duo de produtores musicais e pesquisadores de Recife, o Pachka inicia seu ano com uma pesquisa para estabelecer pontes criativas entre a música popular e as novas tecnologias. Com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o projeto “Novos caminhos da performance em música no Estado de Pernambuco” fará duas residências com dois artistas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66731" aria-labelledby="figcaption_attachment_66731" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/pachka-jorge-farias_fig.jpg"><img class="size-medium wp-image-66731" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/pachka-jorge-farias_fig-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Duo foi uma das atrações do Festival de Inverno de Garanhuns 2018</p></div>
<p dir="ltr">Duo de produtores musicais e pesquisadores de Recife, o Pachka inicia seu ano com uma pesquisa para estabelecer pontes criativas entre a música popular e as novas tecnologias. Com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o projeto “Novos caminhos da performance em música no Estado de Pernambuco” fará duas residências com dois artistas do estado — o cantor e compositor Carlos Filho (da bandavoou e Estesia) e o duo formado pelo multi instrumentista e arranjador Henrique Albino e a cantora Surama Ramos. Nestas imersões serão desenvolvidas diversas técnicas de manipulação de diferentes dispositivos eletrônicos, combinando a musicalidade tradicional  de Pernambuco com elementos da cultura digital contemporânea.</p>
<p dir="ltr">Ao final do processo de residência cada artista fará uma apresentação musical em parceria com o Pachka para exibir ao público os resultados do trabalho. O primeiro show, com Henrique Albino e Surama Ramos, será nesta quinta-feira (7), às 19h30 na Galeria de Artes Digitais do Portomídia, no prédio Apolo 235. A performance lida com a memória do som através de gravações antigas de frevo, xote e ciranda, que serão transformadas digitalmente.</p>
<p dir="ltr">Depois de trabalhar no Estesia (espetáculo em que alia som e iluminação cênica executada de dentro no palco) e com o Batebit (duo recifense que constrói instrumentos digitais), o Pachka intensificou seus estudos sobre as potencialidades das novas tecnologias aplicadas à música. “A gente entendia o uso da tecnologia como uma forma de alcançar coisas que até aquele momento não eram categorizadas, possibilidades de performance ao vivo que não sabíamos que eram possíveis. O interesse da gente era desbravar as possibilidade desconhecidas de combinar sonoridades e gestos, tudo na frente do público e com equipamentos que conseguíamos ter acesso. Em certo momento percebemos que muita gente ao nosso redor tinha esta mesma curiosidade, uma mistura de vontade de testar outros lugares e possibilidades no palco com um fetiche pela tecnologia, marca do nosso tempo”, explica Miguel Mendes.</p>
<p dir="ltr">O projeto de pesquisa “Novos caminhos da performance” surge precisamente para investigar a conexão dos artistas de Pernambuco com a tecnologia. “Queríamos entender o que as pessoas entendem que a tecnologia pode fazer por elas. Além disso, o porque desse fetiche pela tecnologia que todos nós temos. De alguma maneira, podemos entender uma diversidade enorme de coisas como tecnologia. Um tambor é um recurso tecnológico para a música ao vivo assim como um sampler. Nossa curiosidade agora é como dialogar estas experiências no ambiente da música popular”, diz Tomás Brandão.</p>
<p dir="ltr">Além dos shows no Portomídia, o projeto também terá vídeos de entrevistas com os artistas convidados, formando um conteúdo informativo sobre o processo de criação e as formas de utilização dos dispositivos utilizados na performance. A tecnologia utilizada também será de baixo custo, de modo que fique mais acessível aos artistas de todo estado. Tudo estará disponível em um site do projeto.</p>
<div id="attachment_66734" aria-labelledby="figcaption_attachment_66734" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Schuler</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Felipe-Schuler-2127_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-66734" alt="Felipe Schuler" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Felipe-Schuler-2127_Easy-Resize.com_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A dupla é formada por Miguel Mendes e Tomás Brandão</p></div>
<p dir="ltr"><b>SOBRE O PACHKA</b></p>
<p dir="ltr">Formado em 2014 por Miguel Mendes e Tomás Brandão, o Pachka produz música em diversas áreas, incluindo shows, espetáculos de teatro e dança, obras audiovisuais e exposições. O duo colaborou, entre outros, com o grupo de teatro Magiluth, o bailarino Dielson Pessoa e o diretor de teatro Moacir Chaves na peça carioca “2500 por hora”. Em 2018, o Pachka participou da Abertura do Carnaval do Recife a convite do Quinteto Violado desenvolvendo uma narrativa e uma performance musical para representar o que seria um “frevo do futuro”.</p>
<p dir="ltr">O Pachka vem trabalhando nas interseções entre cultura digital e música popular antes mesmo dos trabalhos formais patrocinados pelo Funcultura. Antes do edital, em 2018, o duo iniciou uma pesquisa com o violeiro, cantador, mestre de maracatu e repentista Adiel Luna que resultou no lançamento do projeto “Maxabomba”, um encontro entre a cultura de tradição e tecnologia.</p>
<p dir="ltr">“Esta experiência nos fez perceber que existem necessidades e curiosidade nos artistas da cidade que superavam as nossas expectativas”, contextualiza Miguel Mendes. “Adiel chegou com diversas demandas. Ele já possuía instrumentos eletrônicos e processadores de efeito que ainda não tinha integrado ao seus shows. A partir disso, nós desenvolvemos o trabalho, também procurando um diálogo em que não existisse nenhum tipo de imposição de questões. O resultado foi que Adiel chegou num set eletrônico de instrumentos, parecido com o que o Pachka já vem desenvolvendo nos últimos anos”.</p>
<p dir="ltr">Ainda em 2018, outra pesquisa surgiu por uma necessidade espontânea. O grupo Bongar convidou o Estesia para desenvolver um concerto para Yansã num dia de cerimônia religiosa para a comunidade do terreiro Xambá. Foi montada uma apresentação em conjunto em que elementos da pesquisa do Estesia, incluindo o trabalho do Pachka, dialogavam com a experiência religiosa dos toques para a Orixá. “O resultado também seguiu um padrão interessante. Muitas das necessidades que definidas no processo eram trazidas pelos próprios integrantes do Bongar uma vez que eles já tinha o interesse em começar uma pesquisa com samplers rítmicos e inclusive já possuíam um sampler com pads para ser tocado com baquetas ou com as mãos”, conta Miguel.</p>
<p><b>SERVIÇO </b><br />
Pachka — novos caminhos da performance em música no Estado de Pernambuco apresenta: Henrique Albino e Surama Ramos<br />
Quando: Nesta quinta (7), às 19h30<br />
Onde: Galeria de artes digitais do Portomídia (Rua do Apolo, 235, Bairro do Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Henrique Albino e Orquestra Aló de Frevo e Maracatu se apresentam no Paço do Frevo</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2015 14:08:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encerrando a programação artística de janeiro, o Paço do Frevo será palco de duas apresentações musicais nesta semana. O público poderá conferir, nesta quinta-feira (29), às 18h30,  a apresentação da Orquestra Aló de Frevo e Maracatu na Praça do Frevo, no 3º andar do museu. Criada no ano de 2008 como um laboratório de composição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20479" aria-labelledby="figcaption_attachment_20479" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andréa Rêgo Barros</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ARB_12022014_00529_Foto_Andrea_Rego_Barros.jpg"><img class="size-medium wp-image-20479" alt="Andréa Rêgo Barros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ARB_12022014_00529_Foto_Andrea_Rego_Barros-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Shows movimentam o espaço cultural nesta quinta (29) e sexta-feira (30)</p></div>
<p>Encerrando a programação artística de janeiro, o Paço do Frevo será palco de duas apresentações musicais nesta semana. O público poderá conferir, nesta quinta-feira (29), às 18h30,  a apresentação da Orquestra Aló de Frevo e Maracatu na Praça do Frevo, no 3º andar do museu. Criada no ano de 2008 como um laboratório de composição de frevo, a orquestra é conhecida pela alternância e fusão do frevo com outros ritmos pernambucanos, permitindo novas possibilidades de criação. “Vamos misturar o frevo com o maracatu, com o forró, e apresentaremos um repertório variado, mesclando frevos antológicos com composições novas, além das músicas do nosso CD, o Faz do Frevo Bolinha”, antecipa o Maestro Aluízio Soares. A entrada está inclusa no valor do ingresso do Museu.</p>
<p>O instrumentista e compositor Henrique Albino é a atração do projeto <em>Hora do Frevo</em>. Além de ter sido integrante da Banda Sinfônica Mangaio e da Big Band Mocambo, o músico de 21 anos já atuou como arranjador em peças de teatro, big bands e orquestras de frevo, sempre fazendo pesquisas sobre os ritmos característicos pernambucanos. No Festival do Frevo da Humanidade, realizado em 2013, ele conquistou o prêmio de Melhor Arranjo, com o frevo Atravessando a Rua.</p>
<div id="attachment_20478" aria-labelledby="figcaption_attachment_20478" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/10426608_769945629721714_7314931442130059772_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-20478" alt="Apresentação do músico acontecerá dentro do projeto Hora do Frevo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/10426608_769945629721714_7314931442130059772_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do músico acontecerá dentro do projeto Hora do Frevo</p></div>
<p>“Henrique Albino é um cronista sonoro que transforma suas inquietações em temas musicais e chama a atenção com sua musicalidade peculiar e sonoridade bastante amadurecida. Em suas apresentações, percebe-se que ele possui uma extensa pesquisa de estudo, de técnica, de ouvir muitas coisas”, ressalta o Coordenador de Música do Paço do Frevo, André Freitas. A apresentação acontece às 12h desta sexta-feira (30), no Evoé Frevo Café, que fica no térreo do espaço cultural. O acesso é gratuito.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Quinta no Paço</strong><br />
Orquestra Aló de Frevo e Maracatu<br />
Quinta-feira (29 de janeiro), às 18h30<br />
Praça do Frevo (3º andar do Paço do Frevo)<br />
Entrada: Valor do ingresso do museu (R$ 6 – inteira / R$ 3 – meia)</p>
<p><strong>Hora do Frevo</strong><br />
Henrique Albino<br />
Sexta-feira (30 de janeiro), às 12h<br />
Evoé Frevo Café (térreo do Paço do Frevo)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<item>
		<title>Samba, bossa e jazz entre os atrativos da nova fase de Luciano Magno</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/samba-bossa-e-jazz-entre-os-atrativos-da-nova-fase-de-luciano-magno/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2014 22:27:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Capa-Estrada-do-Tempo.jpg"><img class="wp-image-17929 alignleft" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Capa-Estrada-do-Tempo-537x486.jpg" width="338" height="306" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Conhecido pelas influências e junções de ritmos como o frevo, o baião e o jazz, Luciano Magno lançou recentemente, no Recife, o seu sexto CD, <em>Estrada do Tempo</em>. O músico já disponibilizou o trabalho em plataformas digitais de venda, como o iTunes. Ele tem planos de lançar o disco, oficialmente, no ano que vem, após o período carnavalesco.</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum traz 11 faixas que passeiam pelo frevo, samba, bossa, choro, baião e jazz, muitas delas  parcerias surgidas durante suas turnês internacionais, entre 2010 e 2014. Segundo Magno, o processo de produção deste álbum foi o trabalho mais longo da sua carreira, desde as composições até as gravações, em estúdios do Recife, Fortaleza e Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Foram necessários quatro anos para gerar essa minha nova fase musical, contando com parcerias como o saxofonista e flautista Marcio Resende, com quem eu compus quatro faixas de extrema importância para a formação inicial do álbum. Outros destaques em faixas como &#8220;Samba Magno&#8221;, &#8220;Virado à Paulista&#8221;, &#8220;De Olinda a Los Angeles&#8221; e &#8220;Estrada do tempo&#8221;, são as parcerias com o compositor Roberto Menescal, maestro Spok, além do trompetista Fabinho Costa, do acordeonista Adelson Viana e do multi-instrumentista Henrique Albino</em>”, explicou Luciano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mixado no estúdio Central da Música, no Recife, o álbum também conta com parceiros de longa data do artista, como Nando Barreto (baixo), Thiago Piupiu (Bateria), Thiago Albuquerque (teclados), Fábio Valois (teclados) e Lara Klaus (percussão).</p>
<p>Na internet, já estão disponíveis os videoclipes <em>De Olinda a Los Angeles</em> e <em>Samba Boat</em>, ambos gravados ao vivo. Confira:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/3_ykPNasCIU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/TxhSpZRIqYg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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