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	<title>Portal Cultura PE &#187; Herbert Lucena</title>
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		<title>Praça Dominguinhos viveu noite de muito arrasta-pé</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 01:20:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Xote, coco, baião, embolada, enfim, ritmos regionais para todos os gostos animaram o povo nas apresentações de Forró Pesado, Herbert Lucena, Quinteto Violado e Flávio José, no Palco Dominguinhos, ontem, 22/7. Forró Pesado abriu a noite com clássicos de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, Jorge de Altinho entre outros. A praça começou a se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27964" aria-labelledby="figcaption_attachment_27964" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/multidao-no-forro.jpg"><img class="size-medium wp-image-27964" alt="Leo Caldas." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/multidao-no-forro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Praça e camarotes com pessoas de várias idades e de diversos lugares que vieram prestigiar a festa multicultural do FIG.</p></div>
<p>Xote, coco, baião, embolada, enfim, ritmos regionais para todos os gostos animaram o povo nas apresentações de Forró Pesado, Herbert Lucena, Quinteto Violado e Flávio José, no Palco Dominguinhos, ontem, 22/7.</p>
<p>Forró Pesado abriu a noite com clássicos de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, Jorge de Altinho entre outros. A praça começou a se transformar em um grande arrasta-pé ao ar livre.</p>
<div id="attachment_27967" aria-labelledby="figcaption_attachment_27967" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/forro-pesado-dominguinhos.jpg"><img class="size-medium wp-image-27967" alt="Léo Caldas." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/forro-pesado-dominguinhos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Forró Pesado encantando o público com belo show</p></div>
<p><em>“O Festival de Inverno é uma oportunidade muito boa para bandas iguais a nossa. Poder tocar em um evento multicultural e grandioso como esse é muito bom. Além de cantar, estou vindo também como público, toda noite, porque tem sempre uma atração cultural”</em>, afirmou Pedrinho Pontes, vocalista do Forró Pesado. E acrescentou: “No final do ano, deveremos lançar nosso quarto CD, comemorando 15 anos de estrada.”</p>
<p><em>“Acho o festival uma ocasião única que atende a diversos gêneros de pessoas e oportunidades culturais. E bom pra Garanhuns e pra toda região”</em>, enfatizou Mônica Erine, 48 anos, de São João.</p>
<div id="attachment_27965" aria-labelledby="figcaption_attachment_27965" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/herbert-no-forro.jpg"><img class="size-medium wp-image-27965" alt="Léo Caldas." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/herbert-no-forro-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Herbert Lucena na pegada do coco, abrindo os braços para os aplausos da multidão.</p></div>
<p>Avançando com os ritmos regionais noite a fora, subiu ao palco, em seguida, Herbert Lucena e banda, com ênfase na pisada do coco. Instrumentos de sopro, acordeom, cordas e percussão harmonizaram a roupagem nova com a qual o cantor envolve a música regional nordestina. Outros ritmos também fizeram o povo balançar, arrastando o pé no chão molhado pela chuva: ciranda, samba de gafieira, maracatu e repente.</p>
<p><em>“O Festival de Inverno tem uma pitada de tudo, é a cara de Pernambuco: rico e diversificado. Quero, ainda, avisar ao público que já finalizei o repertório e os arranjos do próximo disco. Agora tô na batalha das leis de incentivo pra gravá-lo”</em>, ressaltou Herbert Lucena.</p>
<p><em>“É um festival multicultural, atrai muito turista, é bom pra o comércio e legal pra quem quer curtir porque a gente se diverte com muitas opções”</em>, Eduardo Vicente, 24 anos, de Garanhuns.</p>
<p>O pano se abriu na frente do palco pela terceira vez, descortinando o Quinteto violado. Ritmos regionais com a química de arranjos que têm influências de músicas do mundo, como o jazz, deram o tom da apresentação. Mistura apurada em mais de 40 anos de trajetória nacional e internacional para a alegria da plateia. Gente de muitos lugares que curtiu músicas de Luiz Gonzaga, Dominguinhos e outros mestres nordestinos. Diversidade sonora dentro da matriz regional para pessoas de gostos diferentes. E elas cantaram, acompanhando o Quinteto, &#8220;Não diga que fiquei sozinho&#8230; Quem me levará sou eu, quem regressará sou eu”.</p>
<div id="attachment_27966" aria-labelledby="figcaption_attachment_27966" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/quinteto-no-palco-forro.jpg"><img class="size-medium wp-image-27966" alt="Léo Caldas." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/quinteto-no-palco-forro-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Quinteto Violado cativando a plateia na terra de Dominguinhos.</p></div>
<p><em>&#8220;A multiculturalidade do FIG está afinada com a multissonoridade do Quinteto Violado, desde a primeira edição do festival; e ficou mais evidente quando, lá nos primeiros anos, começou o Palco Instrumental que iniciou com a gente”</em>, relembrou Marcelo Melo, cantor e compositor do grupo.</p>
<p>A última atração da noite deixou o público em clima de expectativa, com a banda fazendo versões instrumentais de suas músicas mais marcantes, antes de subir ao palco. O locutor anunciou Flávio José. Daí para frente, o cantor abriu a porteira de sucessos até a madrugada. Destaque para o momento em que, junto com o povo, cantou, <em>&#8220;Ô, xalalalalá, coisa boa é namorar&#8230;&#8221;</em> E o público dançando, nem ligou para chuva. Foi cúmplice da alegria com Flávio José, esticando o final do show, traduzindo na praça outro verso popular de seu cancioneiro, <em>&#8220;Se avexe não&#8230;&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Vejo o Festival de Inverno como grande oportunidade para todos os artistas, porque vi muita gente de talento jogar a toalha e desistir por não ter uma chance como esta para mostrar seu trabalho. E a juventude gosta disso que toca aqui, gosta do que é bom, falta oportunidade pra ela ouvir música boa, como a que se escuta nesse festival”</em>, ressalta Flávio José.</p>
<p><em>“Tá sendo ótimo porque aqui sempre tem forró, brega e muita variedade de música Isso é diversão garantida”</em>, declarou Roberta Fidelis, 16 anos, de Garanhuns.</p>
<p><em>“Hoje vim curtir um forrozinho, mas gostei muito também dos shows do Pau-Pombo e os que vi no Parque Euclides Dourado”</em>, revelou Valdemir Simões, 55 anos, Jaboatão dos Guararapes.</p>
<div id="attachment_27970" aria-labelledby="figcaption_attachment_27970" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19942332175_365d30c071_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27970" alt="Léo Caldas." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19942332175_365d30c071_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Flávio José agraciou a multidão com repertório de clássicos nordestinos.</p></div>
<p><em>“Eu acho o festival maravilhoso, muita coisa em um lugar só. Curti a Praça da Palavra, que tem literatura, ouvi acordeom no Virtuosi; e no Polo de Cultura Popular, no Centro da cidade, achei massa, tem cultura pra gente feito eu e pra as pessoas mais simples também”</em>, destacou Joana melo, 30 anos, Olinda.</p>
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		<title>Mestres da música regional se encontram no Palco Guadalajara</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2012 13:14:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Renato Teixeira, Xangai e Maciel Melo são as principais atrações desta terça (17/7)</p>
<div id="attachment_7208" aria-labelledby="figcaption_attachment_7208" class="wp-caption img-width-358 aligncenter" style="width: 358px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-71.jpg"><img class="size-full wp-image-7208" alt="O violeiro e cantador Renato Teixeira se apresenta com Xangai e Maciel Melo (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-71.jpg" width="358" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">O violeiro e cantador Renato Teixeira se apresenta com Xangai e Maciel Melo (Foto: Divulgação)</p></div>
<p dir="ltr">Um encontro especial para a música brasileira acontece na noite desta terça no 22º Festival de Inverno de Garanhuns. No Palco Guadalajara, se apresentam Herbert Lucena, Lula Queiroga, Maciel Salu e Rogério e os Cabra. Encerrando a noite, Renato Teixeira, Xangai e Maciel Melo dividem o mesmo palco. Será uma grande celebração da cultura regional, com três mestres e representantes da riqueza deste gênero musical.</p>
<p>A noite começa com Rogério e os Cabra. Criado em 2004 pelo cantor e compositor Rogério Diniz, o projeto destaca-se por apresentar em suas canções elementos da cultura regional do agreste e sertão pernambucano, com influências do reisado, coco, xaxado, baião, afoxé e maracatu. Nascido no interior de Pernambuco, filho de ferreiro e de família de agricultores, Rogério costuma dizer que “a beleza está nas coisas mais simples, desde um espulinhar de pardais em um pé de castanhola, a um bafo de candeeiro numa casa de matuto”.</p>
<p>Logo depois se apresenta Maciel Salú, em show baseado em seu terceiro álbum, “Mundo”. Sua arte concilia ritmos pernambucanos de origem, como o frevo, coco e maracatu, com o afrobeat nigeriano, o eletrônico, a negritude do jazz e o swing e batidas dos ritmos latino-americanos. Maciel Salú iniciou sua carreira em palco com a banda Chão e Chinelo (1997-2001), de onde partiu pelo caminho da world music, e mergulhou pelos beats da música eletrônica junto à Orquestra Santa Massa com o DJ Dolores (2000-2004). A partir de 2003 o artista iniciou carreira solo.</p>
<div id="attachment_7210" aria-labelledby="figcaption_attachment_7210" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-72.jpg"><img class="size-full wp-image-7210" alt="Destacado nacionalmente pelo Prêmio da Música Brasileira, Herbert Lucena se apresenta no Palco Guadalajara (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-72.jpg" width="598" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Destacado nacionalmente pelo Prêmio da Música Brasileira, Herbert Lucena se apresenta no Palco Guadalajara (Foto: Divulgação)</p></div>
<p style="text-align: left;">Nascido em Recife, Herbert Lucena passou toda sua infância e adolescência em Caruaru, no Agreste pernambucano. Isso explica sua escolha pelo coco, ritmo de estrofes variáveis, cantado em improvisos e em estrofes prefixadas. Jacinto Silva, Jackson do Pandeiro e Azulão também foram decisivos na sua formação. O cantor também é grande admirador da parte rítmica das bandas de pífanos, o que o levou a introduzir esta formação percussiva em seu trabalho. Na Guadalajara, Herbert apresenta músicas de seu novo álbum, “Não me peçam jamais de graça a única coisa que eu tenho para vender”, que recebeu o maior número de indicações para o 23° Prêmio da Música Brasileira.</p>
<p style="text-align: left;">Palco Guadalajara (terça – 17/7):</p>
<p style="text-align: left;">21h – Rogério e Os Cabra<br />
22h – Maciel Salu<br />
23h – Herbert Lucena<br />
0h – Lula Queiroga<br />
1h – Renato Teixeira, Xangai e Maciel Melo</p>
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		<title>Palco Nação Cultural se despediu em clima junino</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 05:05:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7591" aria-labelledby="figcaption_attachment_7591" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7230781594_662307d903_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7591" alt="João Silva é considerado um dos maiores parcerios de Gonzagão (Foto: Roberta Guimarães)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7230781594_662307d903_z-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">João Silva é considerado um dos maiores parcerios de Gonzagão (Foto: Roberta Guimarães)</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>A última noite do Palco Nação Cultural, no sábado (19/5), foi de homenagem a Luiz Gonzaga. Com muito forró, o FPNC se despediu de Caruaru deixando a cidade em clima de festa junina. João Silva, um dos maiores parceiros do Rei do Baião, subiu ao palco quando a plateia já estava quente dos shows de Seu Luiz e os Comparsas e de Valdir Santos. Aos 76 anos, o arcoverdense fez uma apresentação com energia de menino.</p>
<p>No repertório, estiveram composições suas que ficaram famosas em gravações do Mestre Lua e do Trio Nordestino, como “Sanfona choradeira”, “Forró de cabo a rabo”, “Forró danado de bom” e “Nem se despediu de mim”. Emendando xote em baião, João Silva terminou em rito de quadrilha com “Pagode russo”.</p>
<p>Quase sem dar tempo para o público recuperar o fôlego, Herbert Lucena entrou em cena para lançar, na sua cidade natal, seu novo CD. “Não me peça jamais para dar de graça tudo aquilo que eu tenho para vender”, recém-lançado, já está entre os álbuns mais importantes do ano, tendo sido o maior indicado do Prêmio da Música Brasileira, concorrendo em quatro categorias.</p>
<p>Num som em que mistura a percussão do coco e da ciranda com violoncelo, violino, sax, trompete e trombone, Herbert mostrou tudo o que experimentou. Na apresentação da noite, ele ainda contou com diversos convidados, entre eles Publius, Gustavo Azevedo, Climério de Oliveira, e ainda Valdir Manoel, da Mazuca de Agrestina, presente na plateia. Ao final, os convidados se juntaram para fazer uma versão de “Noites brasileiras” lembrando mais uma vez o homenageado da noite, que completaria cem anos em 2012, se vivo estivesse. A 1h, Israel Filho começou o último show do FPNC Caruaru 2012, com “Ai que saudade d’ocê”, e fechou a noite com mais forró.</p>
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		<title>Herbert Lucena fala sobre novo trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:05:11 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7888" aria-labelledby="figcaption_attachment_7888" class="wp-caption img-width-537 aligncenter" style="width: 537px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/divul-cd.jpg"><img class="size-medium wp-image-7888" alt="Herbert Lucena lança CD em Caruaru (Foto: Divulgação)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/divul-cd-537x486.jpg" width="537" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Herbert Lucena lança CD em Caruaru (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>Herbert Lucena acaba de ser indicado a quatro categorias no Prêmio de Música Brasileira 2012 pelo seu novo CD “Não me peçam jamais que eu dê de graça tudo aquilo que eu tenho pra vender”. Apesar de a categoria revelação ser uma delas, o músico faz questão de lembrar que já percorreu muita estrada. Nascido no Recife e criado em Caruaru, ele lança seu segundo álbum solo depois do “Na pisada desse coco”, lançado em 2004, e de um disco com a banda de rock Uzzo, em 1989, quando tocava bateria ao lado do conterrâneo Junio Barreto. Carregado de referências de sua cidade, Herbert volta a Caruaru neste<a title="programação caruaru" href="http://fpnc.org/programacao/" target="_blank">sábado (19/5)</a> para lançar seu novo trabalho. “Esse show vai ser especial, porque é a primeira vez que eu vou tocar esse álbum novo na íntegra. Estou muito ansioso”, confessa Herbert, durante entrevista concedida ao repórter Chico Ludermir para o blog do Festival Pernambuco Nação Cultural.</p>
<p><strong>Fpnc.org:</strong> <strong>Você está lançando este novo CD, recebedor do maior número de indicações no Prêmio da Música Brasileira 2012. Como foi o processo de criação deste trabalho?</strong><br />
<strong>Herbert Lucena:</strong> Eu já trabalho com música há muito tempo. Passei por várias bandas e, de 12 anos pra cá, comecei minha carreira solo. Passei dois anos gravando. Foi um processo longo de gravação, porque não passei por nenhum edital, foi quase tudo bancado por mim.  Já estou morando no Recife, mas gravei em Caruaru, porque fiz muitas parcerias com os artistas de lá.  Lancei também este trabalho num vinil duplo.</p>
<p><strong>Fpnc.org:</strong> <strong>Como você recebeu a notícia destas quatro indicações?</strong><br />
<strong>Herbert Lucena:</strong> Recebi o telefonema antes de sair na imprensa. Para mim, foi uma surpresa muito grande. Não esperava entrar com tantas indicações. Na parte de design, eu tinha esperança e também de melhor álbum regional, mas como melhor cantor regional e, especialmente, revelação nacional, nunca passou pela minha cabeça, mesmo.</p>
<p><strong>Fpnc.org: Me conta um pouco dessa tua trajetória na música.</strong><br />
<strong>Herbert Lucena:</strong> Comecei como baterista da banda de rock Uzzo, ao lado de Junio Barreto. Fizemos um trabalho autoral e lançamos um disco em 1989. Continuei na música acompanhando artistas e tocando na noite. Em 2002, decidi gravar meu primeiro CD solo, que saiu em 2004. Três ou quatro dias depois do lançamento do “Na pisada desse coco”, Seu Zé Vicente da Paraíba (uma das maiores referências de Herbert) chegou com uma letra. Meu projeto novo (“Não me peçam jamais que eu dê de graça tudo aquilo que eu tenho pra vender”) começou a nascer com essa letra de Zé Vicente. Fizemos várias parcerias e no álbum tem duas composições dele.</p>
<p><strong>Fpnc.org: Como você define a sua música?</strong><br />
<strong>Herbert Lucena:</strong> Meu estilo é música popular brasileira. Se eu morasse no Rio e fizesse samba, eu seria de MPB. Forró e coco fazem parte da música popular brasileira. A base do meu trabalho é a cultura nordestina. A gente vive num estado com muita diversidade e venho de uma cidade que é muito rica nisso. Tem cirandeiro, coquista, forrozeiro. Eu venho desse mundo e meu disco é um pouco de tudo o que eu ouvi.</p>
<p><strong>Fpnc:</strong> <strong>Você mistura muitas vezes o popular com o erudito também…</strong><br />
<strong>Herbert Lucena:</strong> Uma das músicas que eu fiz com Zé Vicente se transformou numa mazurca. Comecei a pesquisar e eu quis fazer uma mistura entre a mazuca daqui e a mazurca polonesa. Pedi a Marco Cesar, professor do Conservatório de Música que fizesse o arranjo. Então, ele fez um arranjo bem barroco, uma mistura. Tem também no meu CD um coco tocado só com piano de calda e pandeiro. Quem fez o arranjo foi Rob Curto, um musicista norte-americano que também toca acordeom em duas faixas. Em uma ciranda, eu botei um violoncelo. Quis botar alguns instrumentos neste disco que eu não consegui botar no primeiro.</p>
<p><strong>Fpnc.org:</strong> <strong>Você não nasceu em caruaru, mas foi criado lá. Qual é a sua relação com a cidade?</strong><br />
<strong>Herbert Lucena:</strong> Meus pais já moravam em Caruaru. Eu só nasci aqui (Recife), mas passei minha vida toda em Caruaru. Estudei no Recife, na década de 1980, e depois voltei. Hoje moro no Recife.</p>
<p><strong>Fpnc.org:</strong> <strong>Como é voltar a Caruaru neste momento de lançamento de CD e de reconhecimento nacional?</strong><br />
<strong>Herbert Lucena:</strong> Eu estou muito ansioso. Este show eu não fiz em nenhum lugar. Estou levando 18 músicos para tentar fazer o mais parecido com o que eu fiz no CD. Tem metais, cordas. E vou ter Públius, Gustavo, Climério de Oliveira e o grupo Mazuca de Agrestina como participações. Já fiz vários shows em Caruaru, mas esse é especial, porque eu vou tocar só o disco novo. Vai ser muito legal.</p>
<p><strong>Fpnc.org: O que influenciou você?</strong><br />
<strong>Herbert Lucena:</strong> Sou muito fã de coco. Os dois maiores artistas, que eu não canso de ouvir, são Jacinto Silva e Jackson do Pandeiro. Mas também Trio Nordestino, Ari Lôbo. Ouço de Beatles a Azulão, a Led Zeppelin. Walmir Silva é um dos maiores coquistas vivos. Tem também Tavares da gaita e Zé Vicente da Paraíba que não nasceu, mas morou em Caruaru.</p>
<p><strong>Fpnc.org: O que você traz para esse show da noite de homenagem a Luiz Gonzaga, no sábado (19/5). Qual é a sua relação com o Rei do Baião?</strong><br />
<strong>Herbert Lucena:</strong> Luiz Gonzaga é importante para todo mundo que faz música no Brasil. Tão importante quanto Noel Rosa e Pixinguinha. Vai ser muito bom tocar nesta noite e, no final, vamos prestar uma homenagem a ele.</p>
<p><strong>Fpnc.org:</strong> <strong>Quais são os seus projetos novos?</strong><br />
<strong>Herbert Lucena:</strong> A minha preocupação agora é divulgar esse disco, mas continuo fazendo música. Não sei quando vou gravar o próximo CD. Deve levar algum tempo nessa produção independente.</p>
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