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	<title>Portal Cultura PE &#187; história</title>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) recebe exposição composta por obras de estudantes da Rede Estadual de Ensino</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 15:07:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120374" aria-labelledby="figcaption_attachment_120374" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123.png"><img class="size-medium wp-image-120374" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Educação de Pernambuco (SEE), com o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A mostra integra as homenagens aos 200 anos da Confederação do Equador e estará aberta ao público de forma gratuita até o dia 05 de outubro.</p>
<p>A atividade reúne diversas linguagens artísticas, como artes visuais, pintura, vídeo, dança, teatro e música, e é resultado de um projeto realizado entre julho de 2024 e julho deste ano, envolvendo 12 escolas da Rede Estadual de Ensino. Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p>
<div id="attachment_120375" aria-labelledby="figcaption_attachment_120375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142.png"><img class="size-medium wp-image-120375" alt="Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142-607x400.png" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p></div>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, a exposição é resultado da grande parceria e colaboração entre a Fundarpe e a Secretaria de Educação. &#8220;Ela traz uma linda coleção de pinturas de uma nova geração que está se destacando e, ao mesmo tempo, valorizando a nossa história e cultura. Além disso, a Fundarpe tem desenvolvido projetos como o Brincantes nas Escolas e a exposição Patrimônios de Pernambuco, que está sendo apresentada em doze regiões de desenvolvimento do Estado. Esses projetos têm como objetivo levar informações sobre os patrimônios materiais e imateriais, formando professores, gestores públicos e outros interessados em se tornarem novos agentes multiplicadores da preservação cultural em seus próprios territórios&#8221;, destaca.</p>
<p>Durante a abertura da exposição, os estudantes puderam ver o resultado final das obras que criaram, além de explorar as instalações do Espaço Cícero Dias, uma das principais áreas do Mepe, compartilhando espaço de um acervo que abriga mais de 14 mil peças. Como destaque, a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p>
<div id="attachment_120376" aria-labelledby="figcaption_attachment_120376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201.png"><img class="size-medium wp-image-120376" alt="Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &quot;Chamas da Liberdade&quot;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201-607x398.png" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p></div>
<p>&#8220;O Museu do Estado de Pernambuco tem como missão preservar, pesquisar e difundir a nossa história. Trazer essa exposição para cá, com obras de pintura, artes visuais, além de filmes e apresentações de dança, representa a culminância desse processo tão significativo. A comemoração do Bicentenário da Confederação do Equador deveria, sem dúvidas, encontrar seu ponto final aqui, no museu, onde arte, história e cultura se entrelaçam de forma única&#8221;, ressalta o gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho.</p>
<p><strong>MEPE</strong><br />
Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
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		<title>Livro da Cepe ganha edição em polonês</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 13:57:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; O livro As memórias de Krzysztof Arciszewski (1630-1637): um polonês a serviço da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil, lançado pela Cepe Editora, ganhará uma edição polonesa. O lançamento acontecerá no dia 3 de setembro, em Posnânia, cidade natal do militar Arciszewski, que assim como o conde Maurício de Nassau foi um importante personagem [...]]]></description>
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<div id="attachment_119065" aria-labelledby="figcaption_attachment_119065" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-10.53.56.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119065" alt="Da esquerda para a direita:  Bruno Miranda, a cônsul Marta Olkowska e Lucia Xavier. Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-10.53.56-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Bruno Miranda, a cônsul Marta Olkowska e Lucia Xavier. Foto: Divulgação</p></div>
<p>O livro As memórias de Krzysztof Arciszewski (1630-1637): um polonês a serviço da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil, lançado pela Cepe Editora, ganhará uma edição polonesa. O lançamento acontecerá no dia 3 de setembro, em Posnânia, cidade natal do militar Arciszewski, que assim como o conde Maurício de Nassau foi um importante personagem histórico do período da ocupação holandesa no Brasil, no século 17.</p>
<p>Por sua erudição e conhecimento, Krzysztof Arciszewski foi requisitado pela Companhia das Índias Ocidentais para ser o comandante das tropas que, em 1630, conquistaram a Vila de Olinda e o Recife. Sua atuação foi fundamental para a consolidação da colônia neerlandesa no Brasil antes mesmo da chegada de Maurício de Nassau &#8211; apontado por alguns historiadores como rival do nobre polonês.</p>
<p>Organizada pelos especialistas em história do Brasil holandês Bruno Miranda e Lucia Xavier, o livro é resultado de uma pesquisa financiada pelo Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba e pelo Arquivo Nacional da Haia, nos Países Baixos. A obra, que reúne documentos inéditos, está dividida em duas partes , trazendo a análise crítica dos autores, o processo de produção do livro, e a reprodução do memorial escrito por Krzysztof &#8211; material de grande valor histórico.</p>
<p>A edição polonesa do livro era desejada desde que a edição brasileira foi lançada (2022) e contou com a participação direta da cônsul geral da República da Polônia em Curitiba (hoje atuando no México), Marta Olkowska e da Prefeitura da cidade de Poznań para ser viabilizada. A Cepe Editora autorizou o uso do projeto gráfico da edição nacional.</p>
<p>A tradução para o polonês foi feita por Sylwia Mikołajczak, professora do Instituto de Línguas Românicas da Universidade Adam Mickiewicz. Para que os moradores conheçam a história do conterrâneo histórico, o livro (digital e impresso) será distribuído gratuitamente.</p>
<p>Para os organizadores, a nova edição é um fato a ser comemorado. “Para mim é um passo importante na carreira, pois é meu primeiro livro publicado em língua estrangeira”, assegurou Bruno Miranda. Para Lúcia, uma oportunidade de destacar um personagem quase menosprezado. “A edição polonesa representa, para mim, o reconhecimento de um trabalho de muitos anos feito a quatro mãos e, ao mesmo tempo, a oportunidade de devolver a Arciszewski sua voz &#8211; uma voz que permaneceu esquecida nas estantes de arquivos holandeses e que agora pode ser ouvida novamente em sua terra natal” , destacou.</p>
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		<title>A história de Pernambuco contada por Pereira da Costa</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 18:01:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114517" aria-labelledby="figcaption_attachment_114517" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Bruno-Almeida-de-Melo-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-114517" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Bruno-Almeida-de-Melo-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O historiador Bruno Almeida de Melo</p></div>
<p>Numa época em que escritores divulgavam suas produções intelectuais nos jornais, Pereira da Costa contou a história de Pernambuco em artigos seriados, no começo do século 20. Dos aspectos sociais a temas militares, passando por botânica, urbanismo, religião, folclore e cultura, nada escapou ao historiador e jornalista na série <em>Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em>. Os textos, inéditos em livro, são agora apresentados pela Cepe Editora, dentro das homenagens ao centenário de morte do autor. O lançamento é nesta terça-feira (19), das 19h às 22h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), entidade que Pereira da Costa ajudou a fundar, localizada no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife.</p>
<p><em>Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em> reúne 36 textos publicados por Francisco Augusto Pereira da Costa (1851-1923) no Diario de Pernambuco, de maio de 1901 a janeiro de 1903, de forma ininterrupta, e em janeiro de 1922. Autor de obras indispensáveis para quem procura informações sobre a história e a cultura do Estado, Pereira da Costa deixou uma vasta bibliografia, entre livros e artigos. O mais conhecido, <em>Anais Pernambucanos</em>, cobre o período de 1493 a 1850, numa narrativa de mais de cinco mil páginas organizadas em dez volumes.</p>
<p>“O aspecto mais importante da publicação desta obra é corroborar, mais uma vez, a relevância de Pereira da Costa como o maior cronista da história de Pernambuco. Passados quase 101 anos de seu falecimento (21 de novembro de 1923), ainda temos o privilégio de publicar de maneira inédita alguns de seus escritos, e temos a oportunidade de ver, novamente, a sua capacidade de abordar assuntos tão distintos, dando a cada um deles a sua devida seriedade”, declara o historiador Bruno Almeida de Melo, que fez a organização do livro com o historiador Leonardo Dantas Silva, Patrimônio Vivo de Pernambuco, falecido há um ano, em novembro de 2023.</p>
<p>O pesquisador Pereira da Costa expõe conteúdos variados na série. Um dos textos relata atividades de associações secretas e políticas do século 19, como a Sociedade Patriótica Harmonizadora, que destinou recursos para pagamento de pensão a viúvas, pais e filhos menores dos mártires da Revolução de 1817 e da Confederação do Equador, de 1824. Foram beneficiados três filhos de frei Caneca (Ana, Fortunato e Joaquim), um filho do padre José Inácio Roma, o pai adotivo da filha do padre Tenório e a viúva do capitão Domingos Teotônio Jorge, entre outros.</p>
<p>No artigo Nichos, o pesquisador relata a atuação da polícia para conter “abusos” e “irreverências” de populares nas orações que eram feitas diante desses pequenos santuários nas fachadas de residências, no Centro do Recife. Há textos sobre os arcos nas cabeceiras da atual Ponte Maurício de Nassau, que liga o Bairro do Recife ao de Santo Antônio, demolidos para obras de melhorias no trânsito; o farol construído nos arrecifes do porto; os meios de transporte público; e os pelourinhos do Recife, Olinda, Itamaracá, Goiana, Paudalho e Garanhuns.</p>
<p>Ao comentar a repercussão da série, Bruno Almeida cita o artigo Judeus, sobre a comunidade israelita, de 14 de julho de 1901, que foi traduzido e publicado em uma revista de Berlim, em 1902. “Em 1965, Manuel Correia de Andrade (geógrafo, 1922-2007) utilizou o artigo Sociedades Secretas como fonte para escrever um de seus livros”, acrescenta. Tempos de Jornal traz notas explicativa para contextualizar, complementar e atualizar informações coletadas há mais de cem anos por Pereira da Costa. Tem prefácio de Leonardo Dantas e posfácio de Bruno Almeida dedicado a Leonardo Dantas, que morreu sem ver a obra pronta. <em>Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em> é o título original da série publicada no Diario.</p>
<p>“Pereira da Costa fazia questão de divulgar seus textos, fosse em forma de livros ou artigos publicados na Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, ou nos jornais do Recife e de outros estados. O público alcançado era o mais diversificado possível, desde estudiosos a apenas interessados em História, e acredito que ainda seja assim até hoje. Espero que este livro desperte interesse nos mais variados públicos em conhecer mais a história de Pernambuco e a figura extraordinária que foi Pereira da Costa”, destaca Bruno Almeida, que também organizou o título Os bispos de Olinda (1676-1910), lançado pela Cepe Editora em 2023, com outra série de artigos do mesmo autor.</p>
<p><strong>PEREIRA DA COSTA -</strong> Historiador, folclorista e escritor, Francisco Augusto Pereira da Costa nasceu no bairro de Santo Antônio, Centro do Recife, em 16 de dezembro de 1851. Começou a colaborar com o Diario de Pernambuco aos 21 anos, formou-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e foi professor no Ginásio Pernambucano e no Liceu de Artes e Ofícios, além de ocupar o cargo de deputado estadual por oito mandatos (1900-1923). Participou da fundação da Academia Pernambucana de Letras (APL) e foi integrante do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) e dos Institutos Histórico e Geográfico de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba e São Paulo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas, com bate-papo entre Bruno Almeida, Mariana Dantas (filha de Leonardo Dantas) e Mário Hélio, editor das revistas Continente e Pernambuco da Cepe -</strong><em> terça-feira (19), das 19h às 22h, na Academia Pernambucana de Letras (APL &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 1596, bairro das Graças, Recife). Preço: R$ 80 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_114518" aria-labelledby="figcaption_attachment_114518" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Tempos-de-Jornal-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-114518" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Tempos-de-Jornal-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas</p></div>
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		<title>Hotel Central do Recife passará por requalificação em sua cobertura</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 17:43:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Perto de seu centenário, o Hotel Central, o mais antigo hotel em funcionamento do Recife e um ícone da arquitetura histórica da cidade e o primeiro arranha-céu da capital pernambucana, está prestes a passar por uma requalificação em sua cobertura, marquise de apoio e casa de máquinas do elevador. Situado no coração do bairro da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114512" aria-labelledby="figcaption_attachment_114512" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bersato Produções Culturais/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Hotel-Central-Bersato-Produções-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-114512" alt="Bersato Produções Culturais/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Hotel-Central-Bersato-Produções-3-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Hotel Central</p></div>
<p>Perto de seu centenário, o Hotel Central, o mais antigo hotel em funcionamento do Recife e um ícone da arquitetura histórica da cidade e o primeiro arranha-céu da capital pernambucana, está prestes a passar por uma requalificação em sua cobertura, marquise de apoio e casa de máquinas do elevador. Situado no coração do bairro da Boa Vista, na Avenida Manoel Borba, nº 209, o prédio será submetido a uma série de intervenções que buscam estancar o desgaste de sua estrutura e recuperar características originais que remontam aos anos 1920, década de sua construção. Durante quase um século de existência, o edifício recebeu hóspedes ilustres como Getúlio Vargas, João Dantas, Carmem Miranda, Luz Del Fuego, Luiz Gonzaga e os passageiros e tripulantes do Zeppelin, em 1930, quando o dirigível alemão aportou na capital pernambucana. Atualmente o hotel vem agregando artistas, fortalecendo a cultura e o turismo sob a batuta da proprietária Rosa Maria onde também dirige o Tempero da Rosa no local.</p>
<p>De acordo o proponente do projeto, Saturnino de Araújo, da Bersato Produções Culturais (produtora executiva do projeto cultural), em parceria com a Construtora Menelau de Almeida, a restauração é o primeiro passo para garantir a longevidade do edifício, que já possui o título de Imóvel Especial de Preservação (IEP), foi tombado pela Fundarpe em dezembro de 2018, conforme publicação no Diário Oficial, assegurando suas prerrogativas de proteção conforme a Lei nº 7970/79. Antes disso, o edifício havia recebido status de semitombamento em 2010, o que conferiu ao Hotel Central um grau de preservação excepcional, com levantamento técnico em 2012 e reforçado pelo incentivo do Funcultura em 2016-2017, quando a fachada do prédio foi restaurada com sucesso. A execução da requalificação também conta com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Atualmente em fase de pré-produção, o projeto prevê início no primeiro semestre de 2025, após a obtenção das licenças da Prefeitura do Recife, e será liderado pela arquiteta Marina Russel, coordenadora técnica e arquiteta do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional de Pernambuco (Iphan-PE), Mestra em Preservação do Patrimônio Cultural e Especialista em Restauração do Patrimônio Cultural Edificado. A obra, estimada para durar entre três e quatro meses, foi elaborada segundo a metodologia do mapa de danos e projeto de intervenção no patrimônio edificado, seguindo à risca as recomendações do Manual de Elaboração de Projetos de Preservação do Patrimônio Cultural — Caderno Técnico e do Caderno de Encargos — Caderno Técnico 2, do Ministério da Cultura, Instituto do Programa Monumenta.</p>
<p>A intervenção será concentrada na recuperação estrutural da cobertura principal do corpo principal do edifício, localizado no 8º andar, incluindo a marquise de apoio dos reservatórios e a casa de máquinas do elevador. Entre os serviços planejados estão o reparo de lajes e paredes danificadas por infiltrações de águas pluviais, lavagem e higienização das telhas francesas antigas, com substituições das que se encontram deterioradas, além da higienização, desinfestação e imunização do madeiramento do telhado e impermeabilização da laje do elevador, danificado por óleo proveniente de casas de máquinas. “Essas medidas são essenciais para preservar o prédio, que continua recebendo olhares de turistas e recifenses, sempre admirados por sua arquitetura única e história vibrante”, destaca Russel.</p>
<p><strong>SOCIAL -</strong> Como contrapartida social do projeto, será realizada a Oficina de Preservação Patrimonial Cultural, voltada ao treinamento e à sensibilização de técnicos, estudantes e moradores da região sobre práticas de preservação de bens culturais. Essa ação, que faz parte das exigências para aprovação do projeto cultural, promoverá aulas aos sábados a partir de novembro, abordando a preservação material e imaterial do patrimônio cultural. A oficina será gratuita e possui vagas limitadas, com inscrições abertas para a comunidade e profissionais da área.</p>
<p>Para os organizadores do projeto de reestruturação, preservar o Hotel Central é uma maneira de garantir que a história cultural e arquitetônica do Recife seja apreciada por gerações futuras. “Nossa missão é manter viva a essência e a estrutura do edifício para que continue a ser um ponto de referência histórica e turística, além de um elemento ativo na identidade de Pernambuco e do Brasil”, conclui Saturnino de Araujo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Oficina de Preservação Patrimonial Cultural: Material e Imaterial</strong><br />
Data: sábados — 23 e 30 de novembro; 7, 14 e 21 de dezembro de 2024<br />
Local: bairro da Boa Vista, Recife<br />
Inscrições: gratuitas, limitadas a 25 vagas<br />
Contato: (81) 99872-1978 (horário comercial)<br />
E-mail para informações e inscrições: oficinapreservacaopatrimonial@gmail.com</p>
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		<title>Exposições Patrimônios de Pernambuco e Fundarpe 50 anos chegam a Camaragibe</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 23:45:34 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Após passarem por dez municípios, as exposições itinerantes Patrimônios de Pernambuco e Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio desembarcaram, nesta sexta-feira (6), em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, penútima etapa da jornada. A mostra conjunta está aberta à visitação na Bbiblioteca Pública Peñarol de Camaragibe (Rua Severino Santos, nº 351, bairro Vila da Fábrica), de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, até o dia 4 de outubro. O acesso é gratuito. no mês que vem a itinerância termina em Limoeiro, na Agreste Setentrional do Estado.</p>
<p>Dentro da programação da mostra, na próxima terça-feira (10), das 14h às 17h, acontece o evento Formação Patrimônios de Pernambuco: Caminhos para o Reconhecimento e a Proteção de Nossas Referências Culturais. A ação ocorre próximo à biblioteca, no Cineteatro Bianor Mendonça Monteiro (Avenida Dr. Pierre Collier, nº 440, Vila da Fábrica).</p>
<p>O patrimônio do Estado de Pernambuco vem sendo reverenciado, há mais de um ano, por meio das duas exposições. Patrimônios de Pernambuco teve como ponto de partida o conteúdo da 4ª edição da Cartilha Patrimônios de Pernambuco: Materiais e Imateriais; já Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio resume a trajetória da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, órgão tão importante e necessário cujos resultados da atuação transcendem as fronteiras do Estado.</p>
<p>Em Camaragibe, a abertura contou com a participação dos assessores técnicos André Cardoso, Fernando Montenegro e Mano Casado, membros da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe; e do vice-presidente da Fundação de Cultura de Camaragibe, Emanuel David d&#8217;Lucard. Também participaram alunos e professores da Escola Municipal José Collier.</p>
<p>Realizada pela Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, Patrimônios de Pernambuco foi lançada em Garanhuns, em julho de 2023. A exposição reúne informações sobre os bens culturais do Estado, sua localização e seus processos de reconhecimento. Com recursos lúdicos, a mostra permite a interação do público com o universo cultural do Estado, contando com quebra-cabeças sobre as categorias de patrimônio cultural. A proposta é que todas as pessoas visitantes aprendam, reflitam e brinquem com o patrimônio e se sintam motivadas a atuar em seu reconhecimento e proteção.</p>
<p>Em 20 de dezembro de 2023 foi inaugurada, na Torre Malakoff, no Recife, Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio. A exposição leva o público ao encontro com os Patrimônios Materiais, Imateriais e Vivos do Estado. Continua com um passeio pela variedade dos equipamentos culturais (Casa da Cultura, Cinema São Luiz, Cine-Teatro Guarany, Espaço Pasárgada, Museu de Arte Contemporânea, Museu de Arte Sacra, Museu do Barro de Caruaru, Museu do Estado, Museu Regional de Olinda, Teatro Arraial Ariano Suassuna e Torre Malakoff) e da multiculturalidade dos festivais culturais, assim como encaminha à reflexão sobre a relevância da contribuição do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) para a cultura estadual.</p>
<p>A mostra ainda convida o público a conhecer as experiências e ações desenvolvidas pela Fundação e a se reconhecer nos muitos projetos e nas muitas atividades elaboradas e acompanhadas pela instituição reforçando o sentimento de pertencimento nos diversos grupos que constituem nossa sociedade.</p>
<p>Em fevereiro de 2024 a exposição desembarcou no município de Brejo da Madre de Deus, no Agreste Central do Estado, e, em maio, aportou em Salgueiro, no Sertão Central. Lá as duas mostras se encontraram e vêm seguindo juntas tendo passado ainda por Bodocó (Sertão do Araripe) e Triunfo (Sertão do Pajeú) antes de chegarem a Camaragibe. Depois de Garanhuns e antes de Salgueiro, Patrimônios de Pernambuco visitou também Brejo da Madre de Deus, além de Paudalho (Zona da Mata Norte), Floresta (Sertão de Itaparica), Vicência (Mata Norte) e Palmares (Mata Sul).</p>
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		<title>Inscrições para eleição dos últimos segmentos do CEPPC-PE terminam nesta segunda-feira (19)</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 18:37:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Atenção, muita atenção que o prazo final está chegando. Na próxima segunda-feira (19) acaba o prazo de inscrição da nova eleição dos representantes da sociedade civil que integrarão o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE) nos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo. No primeiro pleito, cujo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Card_CEPPC-PE_FIM-DAS-INSCRICOES.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-112231" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Card_CEPPC-PE_FIM-DAS-INSCRICOES-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Atenção, muita atenção que o prazo final está chegando. Na próxima segunda-feira (19) acaba o prazo de inscrição da nova eleição dos representantes da sociedade civil que integrarão o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE) nos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo. No primeiro pleito, cujo resultado final foi divulgado em junho, estes segmentos não obtiveram quórum necessário para a eleição.</p>
<p>Confira <a title="Edital de Convocação - inscrições para os segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/SEI_52966306_GOVPE___Edital.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o edital.</p>
<p>Confira <a title="Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) 2024-2026 – Sociedade Civil" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/conselho-estadual-de-preservacao-do-patrimonio-cultural-ceppc-pe-2024-2026-sociedade-civil/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos das eleições do CEPPC-PE 2024-2026.</p>
<p>Há pouco mais de um mês o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), da Casa dos Conselhos (Casacons) e da Comissão Eleitoral das Eleições do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural 2024/2026, tornou pública a abertura de inscrições para nova eleição. O processo eletivo segue os mesmos trânmites da anterior. O pleito ocorrerá a partir da formação de colégio eleitoral em duas etapas: inscrição e habilitação para participação no fórum de eleição de cada segmento; e realização de um fórum de eleição, por segmento, para eleição de um conselheiro titular e respectivo suplente.</p>
<p>As inscrições e as candidaturas são realizadas exclusivamente por meio da plataforma digital on-line <a title="Mapa Cultural de Pernambuco" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Mapa Cultural de Pernambuco</strong></a>. As inscrições se encerram às 16h59 da próxima segunda-feira (19).</p>
<p>A divulgação do resultado de inscrição, habilitação, candidatura de propostas por segmento e área está marcada para o dia 3 de setembro. De 4 a 6 de setembro ocorre o período de recurso à fase de inscrição. Já no dia 12 de setembro a publicação do resultado de recursos e resultado final dos(as) habilitados(as) pós-recurso e a disponibilização da lista dos candidatos inscritos e habilitados. Em seguida, no dia 18 de setembro, estão programados os fóruns setoriais por segmentos e áreas, também pela plataforma Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p>A publicação da listagem final dos representantes (titulares e suplentes) da sociedade civil, membros do CEPPC-PE para o mandato de 2024 a 2026, dos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo sai no dia 26 de setembro.</p>
<p>De caráter permanente, o CEPPC será composto, de forma paritária, por 14 representantes do Poder Público e da sociedade civil, sendo designados por ato da governadora do Estado. O Conselho será formado sete segmentos, sendo eleitos um membro titular e um membro suplente para cada segmento. Os Conselheiros serão designados para mandato de dois anos podendo ser reconduzidos uma única vez, por igual período, mediante nova eleição.</p>
<p>Já estão definidos(as) os(as) representantes nos segmentos Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Engenharia; Movimentos Sociais de Urbanismo e Meio Ambiente; Centros de Documentação e Memória, Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus; Comunidades Tradicionais e/ou Religiosas, Costumes, Saberes e Formas de Expressão; e Expressões Culturais de Pernambuco Registradas como Patrimônio Cultural e Imaterial.</p>
<p>Para os casos de dúvidas ou problemas de inscrição no Mapa Cultural são prestados suportes exclusivamente por meio do atendimento via WhatsApp (81) 3184-3018 e pelo e-mail contato.mapacultural@secult.pe.gov.br. Os esclarecimentos necessários sobre o processo eleitoral devem ser feitos perante a Comissão Eleitoral pelo e-mail comissaoeleitoralceppc@gmail.com.</p>
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		<title>CEPPC-PE realiza nova eleição em dois segmentos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 20:16:09 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/CEPPC-PE-nova-eleição.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-110585" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/CEPPC-PE-nova-eleição-497x486.jpeg" width="497" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), da Casa dos Conselhos (Casacons) e da Comissão Eleitoral das Eleições do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) 2024/2026, tornou pública a abertura de inscrições para nova eleição dos representantes da sociedade civil que integrarão o Conselho nos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo. No primeiro pleito, cujo resultado final foi divulgado no mês passado, os mesmos segmentos não obtiveram quórum necessário para a eleição.</p>
<p>Confira <a title="Edital de Convocação - inscrições para os segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/SEI_52966306_GOVPE___Edital.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o edital.</p>
<p>Confira <a title="Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) 2024-2026 – Sociedade Civil" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/conselho-estadual-de-preservacao-do-patrimonio-cultural-ceppc-pe-2024-2026-sociedade-civil/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos das eleições do CEPPC-PE 2024-2026.</p>
<p>A nova eleição segue os mesmos trânmites da anterior. O processo eletivo ocorrerá a partir da formação de colégio eleitoral em duas etapas: inscrição e habilitação para participação no fórum de eleição de cada segmento; e realização de um fórum de eleição, por segmento, para eleição de um conselheiro titular e respectivo suplente.</p>
<p>As inscrições e as candidaturas serão realizadas exclusivamente por meio da plataforma digital on-line <strong><a title="Mapa Cultural de Pernambuco" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank">Mapa Cultural de Pernambuco</a></strong>. As inscrições vão das 8h da próxima sexta-feira (19) até as 16h59, do dia 19 de agosto.</p>
<p>A divulgação do resultado de inscrição, habilitação, candidatura de propostas por segmento e área está marcada para o dia 3 de setembro. De 4 a 6 de setembro ocorre o período de recurso à fase de inscrição. Já no dia 12 de setembro a publicação do resultado de recursos e resultado final dos(as) habilitados(as) pós-recurso e a disponibilização da lista dos candidatos inscritos e habilitados. Em seguida, no dia 18 de setembro, estão programados os fóruns setoriais por segmentos e áreas, também pela plataforma Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p>A publicação da listagem final dos representantes (titulares e suplentes) da sociedade civil, membros do CEPPC-PE para o mandato de 2024 a 2026, dos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo sai no dia 26 de setembro.</p>
<p>De caráter permanente, o CEPPC será composto, de forma paritária, por 14 representantes do Poder Público e da sociedade civil, sendo designados por ato da governadora do Estado. O Conselho será formado sete segmentos, sendo eleitos um membro titular e um membro suplente para cada segmento. Os Conselheiros serão designados para mandato de dois anos podendo ser reconduzidos uma única vez, por igual período, mediante nova eleição.</p>
<p>Já estão definidos(as) os(as) representantes nos segmentos Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Engenharia; Movimentos Sociais de Urbanismo e Meio Ambiente; Centros de Documentação e Memória, Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus; Comunidades Tradicionais e/ou Religiosas, Costumes, Saberes e Formas de Expressão; e Expressões Culturais de Pernambuco Registradas como Patrimônio Cultural e Imaterial.</p>
<p>Para os casos de dúvidas ou problemas de inscrição no Mapa Cultural são prestados suportes exclusivamente por meio do atendimento via WhatsApp (81) 3184-3018 e pelo e-mail contato.mapacultural@secult.pe.gov.br. Os esclarecimentos necessários sobre o processo eleitoral devem ser feitos perante a Comissão Eleitoral pelo e-mail comissaoeleitoralceppc@gmail.com.</p>
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		<title>Exposições Patrimônios de Pernambuco e Fundarpe 50 anos desembarcam em Bodocó</title>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 19:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O patrimônio do Estado de Pernambuco vem sendo reverenciado, desde o semestre passado, em duas exposições itinerantes: Patrimônios de Pernambuco, que teve como ponto de partida o conteúdo da 4ª edição da Cartilha Patrimônios de Pernambuco: Materiais e Imateriais; e Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio, que resume a trajetória da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, órgão tão importante e necessário cujos resultados da atuação transcendem as fronteiras do Estado. Agora a próxima parada desse combo acontece no município de Bodocó, na região do Sertão do Araripe pernambucano, onde ficam à mostra no Colégio Municipal Antônia Lócio da Cruz, nesta quarta-feira (29), às 19h. A visitação pública, gratuita, ocorre de 3 e 28 de junho, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h.</p>
<p>Realizada pela Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, Patrimônios de Pernambuco foi lançada durante o 31º Festival de Inverno de Garanhuns, realizado pelo Governo de Pernambuco, em julho de 2023, no espaço Praça da Palavra Luís Jardim. A exposição reúne informações sobre os bens culturais do Estado, sua localização e seus processos de reconhecimento.</p>
<p>Com recursos lúdicos, a mostra permite a interação do público com o universo cultural do Estado, contando com quebra-cabeças sobre as categorias de patrimônio cultural. A proposta é que todas as pessoas visitantes aprendam, reflitam e brinquem com o patrimônio e se sintam motivadas a atuar em seu reconhecimento e proteção.</p>
<p>Em 20 de dezembro foi inaugurada, na Torre Malakoff, no Recife, Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio. A exposição leva o público ao encontro com os Patrimônios Materiais, Imateriais e Vivos do Estado. Continua com um passeio pela variedade dos equipamentos culturais (Casa da Cultura, Cinema São Luiz, Cine-Teatro Guarany, Espaço Pasárgada, Museu de Arte Contemporânea, Museu de Arte Sacra, Museu do Barro de Caruaru, Museu do Estado, Museu Regional de Olinda, Teatro Arraial Ariano Suassuna e Torre Malakoff) e da multiculturalidade dos festivais culturais, assim como encaminha à reflexão sobre a relevância da contribuição do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) para a cultura estadual.</p>
<p>A mostra ainda convida o público a conhecer as experiências e ações desenvolvidas pela Fundação e a se reconhecer nos muitos projetos e nas muitas atividades elaboradas e acompanhadas pela instituição reforçando o sentimento de pertencimento nos diversos grupos que constituem nossa sociedade.</p>
<p>Em fevereiro de 2024 a exposição desembarcou no município de Brejo da Madre de Deus, no Agreste Central do Estado, e, em maio, aportou em Salgueiro, no Sertão Central, onde ficou exposta até o último domingo (26), em conjunto com Patrimônios de Pernambuco.</p>
<p>De Bodocó, o combo segue para Triunfo, no Sertão do Pajeú, onde permanece no mês de julho. Também já está prevista uma parada em Santa Maria da Boa Vista, no Sertão do São Francisco, em setembro.</p>
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		<title>Relicárias dá nome, corpo e voz às mulheres negras na dança do frevo</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2024 17:37:28 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o dicionário formal da língua portuguesa não reconhece a palavra relicária, a história oficial de um dos principais ritmos de Pernambuco, o frevo, não contempla como deveria as mulheres em sua gênese. Pesquisa inédita realizada em Pernambuco começa a tirar da invisibilidade a história de mulheres negras, entre capoeiristas, trabalhadoras, marginalizadas, que viveram no Recife na época em que o frevo dava seus primeiros passos e que foram presas simplesmente por dançá-lo na via pública. Os vestígios da presença dessas mulheres emergiram das páginas policiais de jornais do início do século 20 e agora, mais de 100 anos depois, a pesquisa Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo dá nome, corpo e voz a essas mulheres pioneiras, contemplada com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). A mostra do processo de pesquisa, em formato de apresentação artística, é apresentada este domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo, com entrada gratuita, mediante distribuição de senha, e acessibilidade em libras.</p>
<p>À frente da pesquisa estão as dançarinas e pesquisadoras Rebeca Gondim, Marcela Felipe, Ailce Moreira, Bell Puã e Vanessa Marinho. Nos últimos dois anos elas se debruçaram em textos e imagens sobre o frevo dedicadas a dar vida a mulheres como Olindina Olívia da Conceição e Maria da Hora Tavares, Maria Facão, presas supostamente por cometer delitos como jogar capoeira, embriaguez e por “ouvir música em frente a uma festa privada”. A partir desses vestígios encontrados nos jornais da época, as pesquisadoras buscaram recriar de forma poética as biografias das personagens da vida real recheando com dados históricos, elementos visuais da dança, como figurino e o território onde viveram as personagens, a gestualidade e os passos executados na época, e apresentá-las em carne e osso.</p>
<p>“Além de Olindina e Maria Facão, o público vai conhecer Ana Maria Luiza Tavares da Conceição, Neidinha, uma terceira personagem que é uma junção de várias outras mulheres que apareceram na pesquisa, trabalhadoras da rua, como as quitandeiras, sem ter sequer seus nomes citados”, destaca Rebeca Gondim. Segundo a pesquisadora, uma das partes mais difíceis da pesquisa foi levantar a forma de dançar das antepassadas. “Trabalhamos a imaginação tendo como base os movimentos da capoeira e as experiências corporais de cada uma”, conta.</p>
<div id="attachment_109874" aria-labelledby="figcaption_attachment_109874" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Filipe Gondim/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109874" alt="Filipe Gondim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As bailarinas Ailce Moreira, Marcela Felipe e Rebeca Gondim</p></div>
<p>A pesquisa foi realizada em três etapas nas quais a equipe aprofundou os conhecimentos em laboratórios de criação conduzidos por artistas e pesquisadores convidados/as. A historiadora Vanessa Marinho foi a responsável pela condução da pesquisa historiográfica; a poeta e escritora Bell Puã conduziu um laboratório de poesia e performance (escrita, corpo e voz); o fotógrafo e artista visual Filipe Gondim e a dançarina e figurinista Maria Agrelli conduziram a oficina para levantamento dos elementos visuais da dança, entre fotografias e figurinos. O grupo também realizou entrevistas com dançarinas de frevo contemporâneas, como Zenaide Bezerra, Lucélia Albuquerque, Geciland Monteiro (Landinha), Valéria Vicente, Dadinha Gomes, Renach Reiva, Francis Souza, Marinez Barbosa e Joelma Evaristo.</p>
<p>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo foi contemplado com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Além da mostra pública dos resultados da pesquisa, o projeto deixa como legado um podcast, produzido por Janaína Oliveira, do @negraslinhas, com uma audioconversa sobre o processo da pesquisa e as histórias das mulheres pesquisadas, além de fotocolagens das personagens pesquisadas. Esse material é lançado na próxima sexta-feira (31) no perfil do Instagram (@relicariasdofrevo).</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Artistas-pesquisadoras: Ailce Moreira, Bell Puã, Marcela Felipe e Rebeca Gondim<br />
Pesquisadora-historiadora: Vanessa Marinho<br />
Artista, pesquisador-visual e fotógrafo: Filipe Gondim<br />
Produtora e figurinista: Maria Agrelli<br />
Consultora da pesquisa: Ailce Moreira<br />
Gravação e edição do podcast: Janaína Oliveira | podcast Negras Linhas<br />
Intérprete de libras: Joselma Santos e Jéssica Santos<br />
Consultoria de acessibilidade: VouSer Acessibilidade | Andreza Nóbrega<br />
Assessoria de Imprensa: Ana Nogueira</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo -</strong> <em>domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife). Entrada gratuita (com distribuição de senha) e acessibilidade em libras</em></p>
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		<title>Resgate histórico e cultural afrodescendente é destaque em Arcoverde</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 13:50:17 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Abibiman, a Voz Negra do Sertão Pernambucano, realiza nesta sexta-feira (17), o lançamento da coleção digital do jornal Abibiman e do livro <em>Abibiman: Uma Voz Negra do Sertão Pernambucano</em>. O evento, que conta com a participação de suas autoras e seus autores, acontece a partir das 18h30 no Auditório da Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (Aesa &#8211; Avenida Gumercindo Cavalcante, nº 420, bairro São Cristóvão). Também estão programadas as apresentações culturais de Sertão Maracatu e Povo de Santo, Mestre Assis Calixto e Coco das Irmãs Lopes.<br />
A produção é realizada pela Associação Cultural Urucungo e conta com o apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Instituto Itaú Cultural, da Associação de Resgate Histórico e Cultural dos Afrodescendentes de Arcoverde (ARHCA) e da Aesa.<br />
Realizado pelo Projeto Abibiman, a Voz Negra do Sertão de Pernambuco, em parceria com o Projeto Negritos, o evento tem como objetivo valorizar a imprensa negra contemporânea e promover o acesso democrático às vozes negras registradas em textos escritos lutando contra o apagamento da presença negra no Brasil.<br />
A digitalização da coleção do Abibiman faz parte do projeto Abibiman, a Voz Negra do Sertão Pernambucano, apoiado pelo Funcultura e proposta pela escritora Inaldete Pinheiro de Andrade, que busca disponibilizar de forma ampla e gratuita o acervo valioso do jornal no <a title="NEGRITOS" href="https://negritos.com.br/" target="_blank">site</a>. Por meio desse acesso digital, espera-se que o Abibiman se torne uma fonte rica para pesquisas, reflexões e emoções proporcionando um contato mais próximo com a memória negra do Estado.<br />
A digitalização e disponibilização do jornal é também uma homenagem a seu idealizador, Luizão, e um meio de difundir suas valorosas iniciativas. É oferecida como semente para muitas outras rodas de conversas em que as gerações futuras poderão se considerar como negras e negros tendo ao alcance as histórias e o grande legado de Luiz Eloy de Andrade e sua luta negra no Sertão pernambucano.<br />
Neste sentido vale destacar ainda todas as pessoas que somaram esforços e desenvolvimentos para a construção da Associação de Resgate da Cultura Afro de Arcoverde (Arca), que agora é conhecida como Associação de Resgate Histórico e Cultural dos Afrodescendentes (ARCHA), e a todas que fazem parte da luta contínua contra o racismo no município de Arcoverde.</p>
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