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	<title>Portal Cultura PE &#187; HQ</title>
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		<title>HQ futurista mostra o Recife daqui a 200 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 18:29:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; O Recife é a inspiração para a primeira revista em quadrinhos da designer Roberta Veras, pernambucana radicada em Dublin, na Irlanda, que lança, logo após o Carnaval, no Recife, a revista COMUNA DOS SONOS. A história que concebeu enquanto dormia, um “sonho lúcido”, segundo a autora, que também assina a ilustração, é ambientada no ano [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/CPostal_frente.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108502" alt="Comuna dos Sonos" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/CPostal_frente-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Recife é a inspiração para a primeira revista em quadrinhos da designer Roberta Veras, pernambucana radicada em Dublin, na Irlanda, que lança, logo após o Carnaval, no Recife, a revista COMUNA DOS SONOS. A história que concebeu enquanto dormia, um “sonho lúcido”, segundo a autora, que também assina a ilustração, é ambientada no ano de 2.220. Um tempo em que monumentos como a Torre Malakoff e a igreja da Madre de Deus ainda estão de pé, mas em escombros, e servem como portais para um mundo desconhecido, pelo menos para Princi, a personagem central da trama. O frevo e os caboclos de lança, assim como o clima despojado das festas de rua do Recife, também sobreviveram, mesmo que apenas no mundo virtual. Ou tudo não passaria de um sonho?</p>
<p>A história de Princi &#8211; conscientemente baseada nas experiências subconscientes da autora “uma jovem de 28 anos que está dormindo em alguma noite inquieta de 2019 quando, em sonho, percebe estar rodeada por um ambiente e sociedade bem à frente do seu tempo”, é o primeiro episódio da série COMUNA DOS SONOS, que tem classificação etária de 18 anos. O projeto foi contemplado com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura | FUNCULTURA PE 2019/2020 do Governo do Estado de Pernambuco. Com 60 páginas, a revista será lançada no sábado, 17 de fevereiro, no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), a partir das 15h, em evento seguido de bate-papo com a autora. Também participam Neco Tabosa, corroteirista da publicação e Raul Souza (storyboard e cores). Os exemplares estarão à venda no local por R$ 40.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Portal.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108503" alt="Comuna dos Sonos" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Portal-440x486.jpg" width="440" height="486" /></a></p>
<p>De acordo com a sinopse, COMUNA DOS SONOS é ambientada num futuro distante, quando a humanidade descobriu como controlar e compartilhar sonhos lúcidos, dando origem a uma rede social chamada Hypnos. Todos os seus usuários têm acesso automático à realidade virtual enquanto dormem. Numa noite de sono inquieto, Princi tem a consciência sugada acidentalmente para a Hypnos e descobre estar vivenciando um grande sonho coletivo 200 anos à frente da sua realidade temporal. No primeiro episódio da série, Princi irá descobrir os mistérios, aventuras, custos, perigos e amores de ser uma ‘‘fora de tempo’’.</p>
<p>A obra, escrita entre 2015/2016, é a estreia da designer e ilustradora Roberta Veras, que tem experiência em trabalhos artísticos diversos nas áreas de arquitetura, design de interiores, design gráfico, ilustrações manuais e digitais, pinturas e também na área de produção de arte para cenários cinematográficos. Em COMUNA DOS SONOS, Roberta, que é mulher e LGBTQIAPN+, dá voz a Princi, “uma das poucas personagens lésbicas com protagonismo na área das HQs brasileiras e no cenário geral de obras artísticas de Pernambuco”, destaca a autora.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Roberta-Veras-2-foto-divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108504" alt="Roberta Veras " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Roberta-Veras-2-foto-divulgacao-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>“Além disso, a história traz uma reflexão sobre a relação promíscua em modos de trabalho e vida pessoal que as redes sociais possibilitam, com um apagamento das barreiras entre o que é universo privado e público. Presas dentro de seus próprios sonhos, as pessoas se tornam marionetes de um sistema que as explora e manipula, o mundo da Hypnos é um exercício de imaginação sobre quais podem ser o rumo da era midiática da pós-verdade”, defende Roberta.</p>
<p>Em sua primeira incursão nos quadrinhos, Roberta Veras assinou a ilustração da revista TIRA (2019), reportagem adaptada a quadrinhos sobre abortos clandestinos no Recife, contemplada na categoria arte pelo Prêmio Jornalístico Vladmir Herzog de Anistia e Direitos Humanos em 2019, São Paulo-SP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong> – Comuna dos Sonos<br />
Autoria e Ilustração: Roberta Veras<br />
Produção Executiva e Editorial: Rodrigo Cavalcanti<br />
Roteiro adaptado para quadrinhos: Roberta Veras e Neco Tabosa<br />
Storyboard e Cores: Raul Souza<br />
Revisão Textual e Editorial: Ana Nogueira<br />
Colaboração: Bárbara Collier<br />
Imprensa: Ana Nogueira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Lançamento da HQ COMUNA DOS SONOS, de Roberta Veras (seguido de bate-papo)<br />
Local: Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) &#8211; Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife<br />
Data: sábado, 17 de fevereiro, a partir das 15h<br />
Valor do exemplar: R$ 40,00</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Editada pela Cepe, HQ &#8220;Pedra d’Água&#8221; desbrava o Recife de Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Thu, 25 May 2023 15:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clarice Lispector, uma das maiores escritoras do Brasil, é homenageada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), com o lançamento da HQ Pedra d’água, neste sábado (27). A narrativa da novela gráfica une a literatura de Clarice (1920-1977), a partir de citações, alusões e menções à obra da romancista; o Recife que ela conheceu quando morou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Capa-Pedra-DAgua.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101685" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Capa-Pedra-DAgua-378x486.jpg" width="378" height="486" /></a></p>
<p>Clarice Lispector, uma das maiores escritoras do Brasil, é homenageada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), com o lançamento da HQ <em>Pedra d’água</em>, neste sábado (27). A narrativa da novela gráfica une a literatura de Clarice (1920-1977), a partir de citações, alusões e menções à obra da romancista; o Recife que ela conheceu quando morou na cidade, nas décadas de 1920 e 1930; e o Recife dos dias atuais. Aberto ao público e com bate-papo entre os autores e a jornalista e editora de quadrinhos Dandara Palankof, o mais novo lançamento do selo Cepe HQ acontece a partir das 17h, no Hotel Central, na Boa Vista, bairro onde a também contista e jornalista viveu parte da infância e da adolescência.</p>
<p><em>Pedra d’água</em> é uma criação de Clarice Hoffmann (argumento, roteiro e pesquisa) e Greg Vieira (ilustrações e capa). Clara Moreira colabora com o argumento e o roteiro. No livro, de 108 páginas, uma personagem conduz a história, Esther, pesquisadora que se hospeda no Hotel Central e de lá parte em busca do Recife que Clarice viu, viveu e sentiu. Esther vai à Praça Maciel Pinheiro, Rua da Imperatriz e Avenida Conde da Boa Vista à procura de sobrados onde a escritora morou, refaz os caminhos por onde ela andou, vê as escolas e os lugares que frequentou. As descobertas são pontuadas por trechos de crônicas e referências a livros e contos, como <em>A hora da estrela</em>, <em>Perto do coração selvagem</em> e <em>O ovo e a galinha</em>.</p>
<p>Ao circular pelo bairro da Boa Vista, no Centro, Esther se depara com uma nova cidade. “Os palacetes com jardins de rosas aveludadas e acácias amarelas descritos em textos de Clarice já não existem mais. E isso abre uma discussão sobre o patrimônio material e imaterial, a cidade que a gente não mais vê, existe nessa memória que o escritor gerou do lugar”, observa a jornalista Clarice Hoffmann. A HQ, diz ela, oferece diferentes possibilidades de leitura, a depender do conhecimento do leitor a respeito da obra de Clarice Lispector e da cultura judaica.</p>
<p>O arco narrativo dos contos e o tempo verbal que a escritora usava em sua obra foram levados para a história em quadrinho, informa a jornalista. “Assim como Clarice faz em<em> A hora da estrela</em>, iniciamos a HQ com um narrador e quando a personagem se forma, ela passa a falar na primeira pessoa. Isso acontece quando Esther se transforma em centauro”, declara. A metamorfose faz alusão ao signo da romancista, sagitário. “O cavalo é um animal recorrente nos livros dela, em <em>Perto do coração selvagem</em> (romance de estreia, lançado em 1943) ela escreve que queria morrer e renascer como cavalo”.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/HQ-Pedra-Dágua-PAGs-50-e-51-reduzida.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101686" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/HQ-Pedra-Dágua-PAGs-50-e-51-reduzida-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a></p>
<p>Também está presente na novela gráfica o olhar de Clarice Lispector para as pessoas oprimidas. “Ela dizia que carregava, em decorrência do tempo que morou em Pernambuco, uma fome de justiça social. Essa fome de justiça e a influência das origens judaicas, embora não falasse abertamente sobre isso, são marcantes na obra dela.” Quem leu <em>Mineirinho</em> vai identificar o conto, que narra a crueldade do assassinato de um bandido no Rio de Janeiro, em 1962, na cena da HQ que se passa num bar. “Clarice não era panfletária, mas era muito política”, destaca.</p>
<p>O nome escolhido para a pesquisadora, Esther (estrela, o que está oculto), remete ao título <em>A hora da estrela</em>, acrescenta a jornalista. Publicado em 1977, pouco antes da morte da romancista, o livro relata a vida de Macabéa, uma imigrante nordestina no Rio de Janeiro, e lança reflexões sobre a condição humana. Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, numa aldeia chamada Tchetchelnik, e morou no Recife dos 5 aos 14 anos, até se mudar para o Rio de Janeiro com a família.</p>
<p>“Essa HQ, sugerida pela Cepe, é uma forma de homenagear Clarice Lispector, uma autora que já é alvo de inúmeras leituras e pesquisas, por um caminho próprio. A proposta foi a de fugir das possibilidades de uma adaptação ou uma biografia em forma de quadrinhos, opções talvez mais corriqueiras. Assim, Pedra d&#8217;água se tornou uma narrativa em que a escritora e o Recife são personagens constantes, ainda que quase ocultos. Através de Esther, a protagonista que circula pela cidade e pelo universo literário clariceano, Clarice Hoffmann e Greg conduzem o leitor &#8211; o que pouco conhece e o já familiarizado com Clarice Lispector, leitor contumaz de HQs ou não &#8211; a um mergulho original na obra sempre em desdobramento da escritora pernambucana”, ressalta o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>A jornalista Clarice Hoffmann, em parceria com Abel Alencar, também lançou pelo selo Cepe HQ <em>O obscuro fichário dos artistas mundanos</em> (2019), que tem ilustrações de Greg Vieira, Paulo do Amparo, Maurício Castro e Clara Moreira. O título ficou entre os dez melhores quadrinhos do Prêmio Grampo 2020, conferido por jornalistas e críticos especializados.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento HQ &#8220;Pedra d’Água&#8221;<br />
Quando: 27 de maio de 2023 (sábado), às 17h<br />
Onde? Hotel Central (Av. Manoel Borba, 209, Boa Vista, Recife/PE)<br />
*Entrada gratuita<br />
Preço do livro: R$ 70</p>
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		<title>Lafaiete Anderson lança a HQ &#8220;Dê, Erre&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 13:56:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, já está disponível no Instagram a história em quadrinhos (HQ) &#8220;Dê, Erre&#8221;. Produzida pelo designer Lafaiete Anderson, a HQ narra uma DR (discutir a relação) de um casal dentro de um banheiro. Inspirado pelos exercícios do Oubapo, grupo francês que realiza exercícios de criação de quadrinhos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Imagem-da-Hq-Dê-Erre.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-86459" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Imagem-da-Hq-Dê-Erre-488x486.jpg" width="488" height="486" /></a></p>
<p>Contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, já está disponível no Instagram a história em quadrinhos (HQ) &#8220;Dê, Erre&#8221;. Produzida pelo designer Lafaiete Anderson, a HQ narra uma DR (discutir a relação) de um casal dentro de um banheiro. Inspirado pelos exercícios do Oubapo, grupo francês que realiza exercícios de criação de quadrinhos usando restrições de elementos, a história conta com os mesmos elementos gráficos em todos seus capítulos, sendo os diálogos que carregam o leitor ao longo da narrativa. A história pode ser conferida integralmente no perfil: <a href="https://www.instagram.com/deerreoubapo" target="_blank"><strong>@deerreoubapo</strong></a>.</p>
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		<title>Bruno Alves lança HQ &#8220;Isolado &#8211; Uma História da Quarentena&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 22:38:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Professor do Departamento de Educação da UFRPE, o quadrinista Bruno Alves lança a HQ &#8220;Isolado &#8211; Uma História da Quarentena&#8221;. A obra, que pode ser baixada gratuitamente aqui, foi contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e mostra a rotina de Rogério Silva, um professor de Letras de uma faculdade particular e seu retorno [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/CAPA_ISOLADO-727x1024.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-85997" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/CAPA_ISOLADO-727x1024-345x486.png" width="345" height="486" /></a></p>
<p>Professor do Departamento de Educação da UFRPE, o quadrinista Bruno Alves lança a HQ &#8220;Isolado &#8211; Uma História da Quarentena&#8221;. A obra, que pode ser baixada gratuitamente <a href="https://imagenista.com/wp-content/uploads/2021/06/Isolado-uma-historia-da-quarentena-Bruno_Alves.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>, foi contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e mostra a rotina de Rogério Silva, um professor de Letras de uma faculdade particular e seu retorno às atividades acadêmicas após suas férias.</p>
<p><em>“Isolado &#8211; Uma história da quarentena é um pequeno conto sobre nosso tempo atual de emergência sanitária e de como ele afeta, de maneira profunda, as nossas vidas&#8221;</em>, diz Bruno. Saiba mais sobre a publicação: <a href="https://imagenista.com/hq-isolado-uma-historia-da-quarentena-por-bruno-alves/" target="_blank"><strong>imagenista.com/hq-isolado-uma-historia-da-quarentena-por-bruno-alves</strong></a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Neco Tabosa e Raul Souza publicam o e-book da HQ &#8220;Cara Caramba Cara Caraô&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/neco-taboca-e-raul-souza-publicam-o-e-book-da-hq-cara-caramba-cara-carao/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 22:21:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O roteirista Neco Tabosa e o desenhista Raul Souza publicam, nesta quarta-feira (30), o e-book da HQ &#8220;Cara Caramba Cara Caraô&#8221;. Contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a história em quadrinho registra conversas entre amigos e amigas de diferentes realidades econômicas e partes do planeta &#8211; a maioria localizada no Nordeste &#8211; por duas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85990" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Divulgação-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O roteirista Neco Tabosa e o desenhista Raul Souza publicam, nesta quarta-feira (30), o e-book da HQ &#8220;Cara Caramba Cara Caraô&#8221;. Contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a história em quadrinho registra conversas entre amigos e amigas de diferentes realidades econômicas e partes do planeta &#8211; a maioria localizada no Nordeste &#8211; por duas semanas em 2020: uma produtora de cinema que trabalha vendendo cannabis legalizado no Canadá; um surfista aposentado em Olinda; uma filha de santo que mora na periferia de Recife; e o ator que interpreta Jesus na Paixão de Cristo do interior da Bahia se encontraram, ainda que virtualmente para trocar ideias sobre suas novas práticas e rituais. O resultado desse bate-papo ilustrado pode ser visto gratuitamente no site: <strong><a href="https://linktr.ee/hqdard" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://linktr.ee/hqdard&amp;source=gmail&amp;ust=1625175692183000&amp;usg=AFQjCNHAXhf0UpBCfATFcUACVc59x4cBTQ">linktr.ee/hqdard</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Revista Continente lança uma HQ sobre o artista norte-americano Basquiat</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/revista-continente-lanca-uma-hq-sobre-o-artista-norte-americano-basquiat/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 19:23:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em 22 de dezembro de 2020, o artista norte-americano Jean-Michel Basquiat (1960-1988) faria 60 anos. Para comemorar a data, a Revista Continente, editada pela Cepe, traz nesta edição de novembro uma HQ de dez páginas sobre a vida do artista, com texto da editora da revista, Adriana Dória Matos, e ilustrações de Raul Souza. Este [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80152" aria-labelledby="figcaption_attachment_80152" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Raul Souza/Ilustração</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/basquiat-revista-continente-ilustracao-raul-souza.jpg"><img class="size-medium wp-image-80152" alt="Raul Souza/Ilustração " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/basquiat-revista-continente-ilustracao-raul-souza-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A HQ sobre Basquiat marca o retorno impresso da revista</p></div>
<p>Em 22 de dezembro de 2020, o artista norte-americano Jean-Michel Basquiat (1960-1988) faria 60 anos. Para comemorar a data, a Revista Continente, editada pela Cepe, traz nesta edição de novembro uma HQ de dez páginas sobre a vida do artista, com texto da editora da revista, Adriana Dória Matos, e ilustrações de Raul Souza. Este número marca a volta da edição impressa da revista, que só estava saindo em versão digital devido à pandemia. A Continente, aliás, tem investido em HQs em várias edições. Em 2021, a revista prepara um coletânea das melhores histórias em quadrinhos para lançar em livro.</p>
<p>A HQ <strong>&#8220;Basquiat por ele mesmo&#8221;</strong> narrada em primeira pessoa conta um pouco da trajetória do artista que foi morar nas ruas de Nova York aos 17 anos, onde desenvolveu sua arte em grafitagens, postais, poesias e música. Frequentador dos clubes undergrounds que foram moda na época, como o CBGB, conheceu e ficou amigo de outros artistas, músicos e cineastas. Engolido pelo mercado de arte comandado por brancos, se viu vítima do racismo estrutural ao se tornar objeto de consumo, o que o levou ao vício em heroína e à morte precoce, aos 27 anos. Saiba mais <a href="https://www.revistacontinente.com.br/edicoes/239/basquiat-por-ele-mesmo" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Valorização dos quadrinhos  no lançamento do selo Cepe HQ</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 15:11:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lançou na última terça-feira (26) o selo Cepe HQ, tornando-se a primeira editora pernambucana especializada em quadrinhos. Durante o lançamento, aconteceu um bate-papo entre o editor da companhia, Diogo Guedes, e roteiristas e ilustradores de dois álbuns de estreia: O obscuro fichário dos artistas mundanos e Polinização. O encontro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73573" aria-labelledby="figcaption_attachment_73573" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Foto-do-coletivo-de-Obscuro-fichário.jpg"><img class="size-medium wp-image-73573" alt="Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos tem roteiro de Clarice Hoffmann e Abel Alencar, com ilustrações de Maurício Castro, Greg, Paulo do Amparo e Clara Moreira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Foto-do-coletivo-de-Obscuro-fichário-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos tem roteiro de Clarice Hoffmann e Abel Alencar, com ilustrações de Maurício Castro, Greg, Paulo do Amparo e Clara Moreira</p></div>
<p>A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lançou na última terça-feira (26) o selo Cepe HQ, tornando-se a primeira editora pernambucana especializada em quadrinhos. Durante o lançamento, aconteceu um bate-papo entre o editor da companhia, Diogo Guedes, e roteiristas e ilustradores de dois álbuns de estreia: O obscuro fichário dos artistas mundanos e Polinização. O encontro foi mediado pelo jornalista Paulo Floro, mestre em Comunicação e Culturas Midiáticas, especialista em quadrinhos. “É muito importante essa iniciativa da Cepe, ter os artistas lançando seus trabalhos em Pernambuco com mais estrutura. Até então, os artistas lançavam de forma independente ou por editoras do Rio de Janeiro e São Paulo”, enfatiza Floro.</p>
<p>De acordo com o diretor de produção e edição da Cepe, Ricardo Melo, Pernambuco está diante de um verdadeiro polo de produção de quadrinhos. “Este é um campo editorial grande, que tem se intensificado e o catálogo da Cepe, que é muito abrangente em termos de gênero, decidiu investir nesse segmento para atender a uma demanda ampla. Temos dado apoio a muitos projetos em HQ, agora resolvemos bancar e fazer com que essa produção ganhe espaço nacional”, salienta.</p>
<p>Ricardo Melo lembrou a publicação comemorativa da Revolução de 1817, feita pela Cepe em quadrinhos e nas inserções dentro da revista Continente, com quadrinhos reportagens abordando personagens do mundo musical. Já foram focados o compositor Luiz Gonzaga, Alceu Valença, Jackson do Pandeiro e na última edição Pink Floyd, sobre The Wall.</p>
<p>O selo estreia com dois álbuns: Polinização, uma parceria de pai e filho, Cavani Rosas e Júlio Cavani, lançado no dia 30; e O Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos, roteiro de Clarice Hoffmann e Abel Alencar, com ilustrações de Maurício Castro, Greg, Paulo do Amparo e Clara Moreira. Personagens inspirados em homens e mulheres fichados pela Delegacia de Ordem Política e Social (Dops) deram vida a quatro narrativas. O lançamento será no próximo dia 21, às 19h, no Armazém do Campo.</p>
<p><strong>ROTEIRO -</strong> Há 15 anos, durante um trabalho de pesquisa para a realização de outro projeto, a produtora cultural Clarice Hoffmann precisou consultar os arquivos do Dops, cujo acesso não era permitido. Ao contar à funcionária do Arquivo Público Jordão Emerenciano que a avó materna, Guta Gamer, judia de origem russa, havia sido fichada por ser artista de teatro, a arquivista mostrou a Clarice prontuários de várias pessoas como sua avó.</p>
<p>Após a Lei de Acesso à Informação ter sido sancionada, em 2012, Clarice voltou ao Departamento de Ordem Política e Social, que havia deixado o status de delegacia, e começou a sistematizar as informações sobre a cena de artes e entretenimento do Brasil dos anos 1930 e 1940.</p>
<p>De acordo com a produtora, 60% do arquivo era composto por mulheres, 40% de estrangeiros, sendo a maioria em trânsito, nomadismo que incomodava a polícia da Era Vargas. Foram cerca de três anos de trabalho, reunindo elementos para produzir O obscuro fichário, que inscreveu no Funcultura e no Itaú Cultural. Mesmo com o financiamento público e privado, o projeto só tinha fôlego para cerca de 64 páginas em preto e branco. Com o apoio da Cepe, o grupo pôde fazer um projeto mais robusto, colorido e com 116 páginas.</p>
<p>Ao ler os prontuários enxergou ali um material perfeito para a produção de uma HQ, com muitos ingredientes para um bom álbum de aventura. O obscuro fichário rendeu quatro histórias, ambientadas nos anos de 1934 a 1958: A perseguição aos vermelhos, Josephine Strike – A mulher sem ossos, Grande Hotel, e Os cossacos e o tabu. Em algumas delas, os roteiristas escolheram transcrever textualmente parte dos documentos. Na história de Josephine esses trechos estão em balões e colagens, um recurso que conduz a narrativa de forma tão verdadeira, embora com personagens fictícios.</p>
<p>A publicação é inspirada no projeto de pesquisa O obscuro fichário dos artistas mundanos, realizado entre os anos de 2014 e 2017. Os resultados do projeto de pesquisa, que inspirou a obra, estão no endereço eletrônico obscurofichario.com.br. São indícios da vida de mulheres e homens, brasileiros e estrangeiros, protagonistas de uma movimentação ocorrida no campo da arte e do entretenimento da cidade do Recife, entre as décadas de 1930 e 1950, que lançam luz sobre uma potente história cultural e política do estado e do país. Um mundo habitado por bailarinas acrobatas e sapateadores excêntricos, cantores de rádio e cossacos russos, pugilistas e ilusionistas, artistas teatrais e enciclopédicos.</p>
<p>Para a polícia de Vargas todos que estivessem de alguma forma ligados à cena do entretenimento eram considerados artistas e, portanto, fichados com prontuário na Delegacia de Ordem Política e Social. Nesse rolo entravam prostitutas, pugilistas e até espaços suspeitos, por serem lugares onde havia muita rotatividade a exemplo de hoteis, pensões, teatros, cabarés, agremiações carnavalescas, vigiados pela polícia. “O que queremos mostrar é a perseguição de governos autoritários aos artistas. Nossa memória referencia muito a ditadura militar e esquece que teve ditadura civil, a do Governo Vargas. Antes do Golpe de 1964, os prontuários já existiam, muita gente havia sido fichada, muitas famílias”, diz Clarice.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PERFIL DOS AUTORES</strong></p>
<p><strong>Mauricio Castro</strong> é pintor, desenhista e gravador, participou de diversos espaços coletivos, como o “Quarta Zona de Arte”, “Submarino”, “Peligro” e mais recentemente a “Gráfica Lenta” e Galeria MAUMAU onde vem desenvolvendo seus trabalhos de gravura em linóleo. Atualmente mora num sítio em São Lourenço da Mata com sua esposa Márcia e seus filhos Júlio e Gabriel e mais quatro cachorros, uma gata e 14 galinhas, além de inúmeras árvores e vegetais de vários tipos.</p>
<p><strong>Clara Moreira</strong> é artista visual, nasceu e mora no Recife. Sua pesquisa artística desenvolve-se no uso do desenho simbólico e figurativo como linguagem de franca comunicação. Quase sempre desenha lápis de cor sobre papel. Ao longo da última década, criou com desenhos feitos à mão mais de 70 cartazes de cinema.</p>
<p><strong>Paulo do Amparo</strong> aprendeu a desenhar influenciado por revistas de quadrinhos e desde criança desejava ser quadrinista, ou pelo menos super-herói. Como artista visual, ilustrou dezenas de capas de discos, cartazes, livros e camisetas para artistas e bandas, shows e filmes.</p>
<p><strong>Greg Vieira </strong>é designer e ilustrador. Ganhou prêmios nacional e internacional, como Best News Paper Design, Prêmio JornalísticoVladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, Prêmio Cristina Tavares de Jornalismo, World Press Cartoon, entre outros. Foi colaborador das revistas Ragu (#saudades!) e Una e autor da Gregotins e Ficções Explanatórias Mentais. Integrou o coletivo Laboratório, onde editou e lançou a revista Fusão. É um dos fundadores da Livrinho de Papel Finíssimo Editora. É membro do coletivo Gráfica Lenta.</p>
<p><strong>Clarice Hoffmann</strong> participa intensamente da cena cultural do Recife, atuando como jornalista e produtora cultural. Seu nome está associado à realização de dezenas de trabalhos, em diferentes linguagens artísticas, que ganharam projeção nacional e internacional. De sua paixão por arquivos e do desejo de contar a história de um segmento da sociedade brasileira marginalizado pelo Estado na Era Vargas, idealizou o projeto de pesquisa O Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos e fonte de inspiração para a criação de uma novela gráfica, na qual atua como roteirista.</p>
<p><strong>Abel Alencar</strong> é Co-roteirista do premiado curta-metragem “Resgate Cultural”, da Telephone Colorido, e DJ honorário do Atelier e Galeria Maumau. Mora no Recife com Cinzano e Nissei.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Miró da Muribeca vira HQ n&#8217;A Casa do Cachorro Preto</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 18:42:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[João Flávio Cordeiro da Silva &#8211; “Tô Miró” é o título da História em Quadrinhos (HQ) que, com incentivo do Funcultura, será lançada pel’A Casa do Cachorro Preto, neste sábado (30), às 18h, em Olinda. Com 30 textos do poeta pernambucano Miró da Muribeca desenhados por cinco ilustradores, Raoni Assis, Flavão, Ayodê França, Shiko e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_35817" aria-labelledby="figcaption_attachment_35817" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/to-miro-funcultura.jpg"><img class="size-medium wp-image-35817 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/to-miro-funcultura-274x486.jpg" width="274" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Parte da tiragem da obra será distribuída nas bibliotecas públicas do Estado</p></div>
<p><em>João Flávio Cordeiro da Silva &#8211; “Tô Miró”</em> é o título da História em Quadrinhos (HQ) que, com incentivo do Funcultura, será lançada pel’<em>A Casa do Cachorro Preto</em>, neste sábado (30), às 18h, em Olinda. Com 30 textos do poeta pernambucano Miró da Muribeca desenhados por cinco ilustradores, Raoni Assis, Flavão, Ayodê França, Shiko e Christiano Mascaro, a obra terá uma tiragem de 300 exemplares (capa dura) e, parte dela, será distribuída em bibliotecas públicas do Estado.</p>
<p>O projeto gráfico da publicação, com capa dura e título em relevo, é assinado pelos designers Daaniel Araújo e Celso Hartkopf. A edição e produção executiva são da jornalista Sheila Oliveira. Wilson Freire assina o prefácio. Os textos foram escolhidos pelo próprio Miró, com a curadoria de Raoni Assis e Sheila Oliveira. Na seleção, estão alguns dos mais conhecidos como <em>Belinha</em> (Shiko), <em>Elza </em>(Flavão) e <em>Sacos de cimento </em>(Raoni), <em>Guarda-Roupa</em> (Mascaro) e <em>Vira-lata </em>(Ayodê), assim como também a identificação dos desenhistas com o poeta.</p>
<p>O poeta Miró é conhecido pela sua impressionante oralidade que dá imagem e poesia ao cotidiano. Os cinco quadrinistas, ilustradores, trazem esse imaginário do autor e dão traço ao universo periférico, suburbano e contestador e ao mesmo tempo repleto de afetos delicados da vida urbana presentes na obra do autor. Esta é primeira vez que são reunidos textos de Miró em uma HQs, assim como também é a primeira publicação assinada pel’<em>A Casa do Cachorro Preto</em>.</p>
<p><strong>Miró</strong><br />
Nasceu no Recife (PE), em 1960, filho de D.Joaquina Cordeiro da Silva, sua maior referência. Desde 1985 faz poesia e crônica na rua, na cidade, nos mercados, nas escolas, nas universidades, nos teatros, e onde tiver gente para ouvir. É da Muribeca, de Jaboatão dos Guararapes, e já teve seus trabalhos publicados e premiados em todo o país, tendo morado em Fortaleza e São Paulo por um período. Já publicou: <em>Quem descobriu azul anil</em> (1985),<em> Ilusão de ética</em> (1993),<em> Entrando pra fora e saindo pra dentro</em> (1995), <em>Quebra a direita segue a esquerda e vai em frente</em> (1997), <em>São Paulo eu te amo mesmo andando de ônibus</em> (2001), <em>Poemas pra sentir tesão ou não</em> (2002), <em>Pra não dizer que não falei de flúor</em> (2004), <em>DizCrição</em> (2012), <em>Miró até agora</em> (2013) e<em> aDeus</em> (2015).</p>
<p>Participou de diversas coletâneas poéticas e de uma infinidade de recitais, saraus e encontros casuais. Já foi documentado em cinema, com a biografia <em>Preto, Pobre, Poeta e Periférico</em> (2008), por Wilson Freire e, em 2013, reuniu boa parte dos seus poemas em <em>Miró até agora</em>. Em 2015, foi homenageado pela 10ª Bienal do livro de Pernambuco de 2015.</p>
<p><strong>Os ilustradores</strong><br />
<strong>Ayodê França</strong><br />
Artista gráfico, designer animador e ilustrador pernambucano. Trabalha profissionalmente como animador e ilustrador. Produziu vários curtas metragens de animação e já publicou centenas de ilustrações em todos os tipos de impressos, tendo recebido vários prêmios locais.<br />
Flavão &#8211; Quadrinista, tem 45 anos, desenha desde sempre, gosta de beber pra conversar e fumar pra desenhar (não necessariamente nessa ordem). Mora em Santo Amaro, mas sempre vai morar em Muribeca. Conheceu Miró no bairro hoje quase abandonado, na época em que guerra se vencia no murro. Juntos, já beberam meio Rio São Francisco. E ambos são Flávios.</p>
<p><strong>Christiano Mascaro</strong><br />
Ilustrador, quadrinista e designer. Mascaro é premiado nacional e internacionalmente. Participou da publicação espanhola ConSecuencias, das edições comemorativas dos 50 anos de Mauricio de Souza e da personagem Mônica, além de zines e publicações independentes. Como ilustrador freelancer, publicou em <em>Playboy</em>, <em>Exame</em>, <em>VIP</em>,<em> SuperInteressante</em>, <em>Caros Amigos</em>, entre outras. Estudou pintura na Universidade de Montreal. É editor de arte da Folha de Pernambuco e edita a revista independente de quadrinhos Ragu.</p>
<p><strong>Raoni Assis</strong><br />
Ilustrador e idealizador d’<em>A Casa do Cachorro Preto</em> (Olinda/PE). Tem desenhos publicados em jornais, revistas e cartazes. Exposições individuais, coletivas e ações urbanas. É dele o Pôster do Recife para a Copa do Mundo/Fifa Brasil/2014. Participou da publicação de poemas de Ascenso Ferreira, em HQ, pelo SESC (2015). Também participou das homenagens a Lourival Batista (Louro do Pajeú) como diretor de arte para TV e ilustrador. Suas ilustrações compuseram a decoração de Carnaval de Olinda (2016). Raoni assina roteiro e direção dos premiados curtas Hotel do Coração Partido (2008) e O Gaivota (2014).</p>
<p><strong>Shiko</strong><br />
Ilustrador, desenhista, quadrinista e grafiteiro paraibano. Aquarela, quadrinhos, ilustração e graffiti são as técnicas mais utilizadas. Fantasia, pornografia, folclore, solidão e cultura popular são temas recorrentes. O artista trabalhou na versão do personagem “Piteco”, convidado pelos Estúdios Maurício de Souza, já expôs no Instituto Europeu de Design (IED), na Holanda, no Salão do Livro de Paris, além de Florença, Lyon, Recife e Olinda. Participou da 1° Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte. Em 2012, publicou a adaptação para os quadrinhos do romance ”O Quinze”, de Rachel de Queiroz, pela Editora Ática. Publicou Lavagem em 2015 e também ganhou o 30o Prêmio Angelo Agostini como melhor desenhista.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento da HQ <em>João Flávio Cordeiro da Silva – Tô Miró</em><br />
Quando: sábado (30/4), às 18h<br />
Onde: A Casa do Cachorro Preto (Rua 13 de maio, 99, Carmo &#8211; Olinda)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Shiko lança “Lavagem” em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2015 19:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ACasa do Cachorro Preto]]></category>
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		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Shiko]]></category>

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		<description><![CDATA[com informações da assessoria Da aridez do Sertão para o terreno movediço dos manguezais: os traços do quadrinista paraibano Shiko ganham novos discursos a partir de Lavagem, sua nova história em quadrinhos, que ele lança em Pernambuco neste sábado (6), a partir das 18h, n’ACasa do Cachorro Preto, em Olinda. A obra, baseada no curta-metragem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Mino_04_-16.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-25807" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Mino_04_-16-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>com informações da assessoria</strong></em></p>
<p>Da aridez do Sertão para o terreno movediço dos manguezais: os traços do quadrinista paraibano <strong>Shiko</strong> ganham novos discursos a partir de <em>Lavagem</em>, sua nova história em quadrinhos, que ele lança em Pernambuco neste sábado (6), a partir das 18h, n’ACasa do Cachorro Preto, em Olinda. A obra, baseada no curta-metragem homônimo do próprio Shiko, lançado em 2011, já foi lançada em São Paulo (SP), Curitiba (PR) e João Pessoa (PB). O evento também vai abrigar o saldão de originais de Shiko e o som ficará por conta do set list do DJ Ravi Moreno.</p>
<p>A história de <em>Lavagem</em>, publicada pela Editora MINO, gira em torno de um casal isolado que vive num mangue: ela é uma alma analfabeta e temente a Deus, mas que vive fisgada nas redes do adultério quando cruza o estuário de balsa para seu encontro com o divino; ele, descrente em virtude do embrutecimento oferecido pela vida, convive mais com os porcos do que entre as pessoas.</p>
<p>Um dia, quando os brados de “aleluias!” do pastor na televisão dão lugar ao zumbido incessante da estática, bate à porta do casal um “homem de Deus”, que transpôs a inacessível maré alta para trazer muito mais do que a “palavra” de cor entre seus dentes ou pinçada aleatoriamente da Bíblia Sagrada.</p>
<p>A edição de <em>Lavagem</em> da editora MINO tem 72 páginas, capa dura, formato 28 x 19,5 cm, papel pólen bold impresso em preto e branco com tons de cinza e custa R$ 44.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento de </em>Lavagem<em>, de Shiko + DJ Ravi Moreno</em><br />
Sábado (6), das 18h às 22h<br />
ACasa do Cachorro Preto | Rua 13 de Maio, 99, Cidade Alta – Olinda/PE</p>
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