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	<title>Portal Cultura PE &#187; Hugo Linns</title>
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		<title>&#8220;Atemporal&#8221; é o novo disco de Hugo Linns</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2022 21:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Violeiro, arranjador, compositor, diretor musical e produtor, Hugo Linns lança seu quinto álbum. “Atemporal”, que registra pela primeira vez o frevo na viola dinâmica, terá seu primeiro show no dia 11/2 (sexta-feira), ao meio-dia, no Paço do Frevo, com entrada gratuita. O álbum, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90649" aria-labelledby="figcaption_attachment_90649" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luara Olívia/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/04_Atemporal_Hugo-Linns_FOTO-Luara-Olivia-B.jpg"><img class="size-medium wp-image-90649" alt="Luara Olívia/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/04_Atemporal_Hugo-Linns_FOTO-Luara-Olivia-B-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O álbum traz releituras de clássicos do ritmo pernambucano e uma faixa autora</p></div>
<p>Violeiro, arranjador, compositor, diretor musical e produtor, Hugo Linns lança seu quinto álbum. “Atemporal”, que registra pela primeira vez o frevo na viola dinâmica, terá seu primeiro show no dia 11/2 (sexta-feira), ao meio-dia, no Paço do Frevo, com entrada gratuita. O álbum, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, chega às principais plataformas de streaming no Dia do Frevo (9 de fevereiro), justamente por celebrar o ritmo pernambucano, pelo selo Solto no Tempo.</p>
<p>A ideia do álbum surgiu ainda em 2015, quando o produtor André Freitas convidou Hugo para se apresentar em um projeto no Paço do Frevo. Tudo foi apurado ao longo de dois anos, já que o músico sempre considerou o ritmo desafiante. Após muito estudo e pesquisa, o artista criou os arranjos para quatro músicas e integrou outras de seu repertório, que já haviam sido gravadas anteriormente. Esse show estreou em 2017 e fundamentou o caminho que levou ao que viria a se tornar “Atemporal”.</p>
<p>Para Hugo, o gênero musical representa o futuro com bases no passado. <em>“Na minha cabeça, acontece uma mistura de possibilidades infinitas de transformação. ‘Atemporal’ é muito importante porque, para mim, representa um apuro mais técnico, pois é um pouco mais difícil tocar frevo. O álbum traz releituras para viola dinâmica e banda de músicas muito conhecidas do Carnaval, e ainda apresento uma composição autoral”</em>, diz o artista</p>
<p>Com 26 anos de carreira, sendo 24 deles dedicados à viola dinâmica, Hugo agora confessa já ter dito que nunca iria tocar o ritmo. <em>“Mordendo a língua” é a única composição autoral do álbum. “É o meu primeiro frevo. Ela é justamente uma mensagem para mim no futuro, porque, quando eu era jovem, disse que não tocaria o ritmo por ser muito desafiante. É preciso uma agilidade que eu pensei que nunca teria. Então, eu estudei, estudei, estudei e mordi a língua. Gravei um disco de frevo”</em>, revela o músico.</p>
<p>“Atemporal” tem 10 músicas e Hugo destaca algumas. <em>“Acho que vale a pena ouvir com atenção os clássicos como ‘Voltei Recife’, ‘Cabelo de fogo’ e ‘Vassourinhas’. O disco tem texturas e densidade, que caracterizam um estilo próprio”</em>, diz.</p>
<p>O álbum é uma ode ao gênero pernambucano, porém as músicas mexem com vários ritmos. <em>“Os arranjos foram elaborados para que o frevo circule dentro da música. É como uma pessoa passeando dentro de um universo muito maior”</em>, conta Hugo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço &#8211; streaming</strong></span><br />
“Atemporal”, quinto álbum de Hugo Linns<br />
Lançamento nas plataformas de streaming pelo Selo Solto no Tempo<br />
Quando: 9 de fevereiro de 2022 (quarta-feira)<br />
Link do single “Voltei Recife”: <a href="https://bfan.link/voltei-recife" target="_blank"><strong>bfan.link/voltei-recife</strong></a><br />
Spotify: <a href="https://spoti.fi/3476ZBV" target="_blank"><strong>spoti.fi/3476ZBV</strong></a><br />
Deezer: <a href="https://bit.ly/Hugo-Linns-Deezer" target="_blank"><strong>bit.ly/Hugo-Linns-Deezer</strong></a><br />
Instagram: <a href="https://www.instagram.com/hugo_linns/" target="_blank"><strong>@hugo_linns</strong></a><br />
Facebook: <a href="https://www.facebook.com/VioladinamicaHugoLinns" target="_blank"><strong>facebook.com/VioladinamicaHugoLinns</strong></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço &#8211; apresentação no Paço do Frevo</strong></span><br />
“Atemporal”, quinto álbum de Hugo Linns<br />
Show de lançamento no Projeto “Hora do Frevo”<br />
Quando: 11 de fevereiro de 2022 (sexta-feira), meio-dia<br />
Onde: Paço do Frevo (Praça do Arsenal da Marinha, s.n°, Bairro do Recife, Recife/PE)<br />
Entrada: gratuita<br />
*É obrigatória a apresentação do comprovante de vacinação</p>
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		<title>Hugo Linns apresenta live &#8220;Eu futuro do pretérito&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 14:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cantor Hugo Linns apresenta nesta sexta-feira (20), a partir das 21h, seu novo show solo &#8220;Eu futuro do pretérito&#8221;, no YouTube. Na apresentação, o artista vai mostrar composições novas, nas quais ele explora fortemente a criação de loops com a gravação de forma orgânica dos instrumentos (violas, baixo, sampler). O show foi inteiramente concebido, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="600" height="400" src="https://www.youtube.com/embed/4NzpAU9QUdg" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O cantor Hugo Linns apresenta nesta sexta-feira (20), a partir das 21h, seu novo show solo &#8220;Eu futuro do pretérito&#8221;, no YouTube. Na apresentação, o artista vai mostrar composições novas, nas quais ele explora fortemente a criação de loops com a gravação de forma orgânica dos instrumentos (violas, baixo, sampler).</p>
<p>O show foi inteiramente concebido, gravado e finalizado por Hugo Linns em estúdio móvel Ervas Finas e contou com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. Hugo toca viola dinâmica, viola de 10 cordas, baixo elétrico e sampler, e a apresentação contará com uma videoarte em forma de projeção de Jão Vicente e Luara Olívia e o poeta Gleison Nascimento, que fez uma poema para uma das faixas.</p>
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		<title>Documentário registra parceria entre Hugo Linns e Sebastian Notini</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/documentario-registra-parceria-entre-hugo-linns-e-sebastian-notini/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Jan 2019 20:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Olivier Koundouno]]></category>
		<category><![CDATA[percussão]]></category>
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		<category><![CDATA[TV Universitária]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania O encontro musical entre a viola nordestina do recifense Hugo Linns e a percussão do sueco Sebastian Notini é o tema do documentário “O Vento ao Longe”, que tem lançamento na TV Universitária neste sábado (19), às 13h, e reprise no dia 26 de janeiro, às 22h30. Radicado na Bahia há mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66257" aria-labelledby="figcaption_attachment_66257" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luara Olivia</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/MG_3597_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-66257" alt="Luara Olivia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/MG_3597_Easy-Resize.com_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O recifense Hugo Linns e o sueco Sebastian Notini exploram novos sons com viola nordestina e percussão, respectivamente.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>O encontro musical entre a viola nordestina do recifense Hugo Linns e a percussão do sueco Sebastian Notini é o tema do documentário “O Vento ao Longe”, que tem lançamento na <strong>TV Universitária</strong> <strong>neste sábado (19), às 13h</strong>, e reprise no dia <strong>26 de janeiro, às 22h30</strong>. Radicado na Bahia há mais de dez anos, Sebastian conheceu Hugo em Cabo Verde, quando integrava a banda de Tiganá Santana para uma apresentação no festival Atlantic Music Expo de 2016, onde o pernambucano também se apresentaria ao lado de Renata Rosa.</p>
<p>A ocasião foi a ponte para os músicos conhecerem melhor os trabalhos uns dos outros e passarem a amadurecer um projeto em conjunto.  “Enquanto artista, o interessante é você buscar o desconhecido. Escutar o outro tocando e pensar que tem outras possibilidades de eu tocar uma viola desse jeito. Eu acho que é isso, jogar pra lá e esperar vir pra cá e fazer esse ciclo pra fazer a coisa acontecer, isso é o vento ao longe pra mim”, resume Hugo Linns no curta-metragem, que retrata o aprendizado mútuo entre os dois artistas.</p>
<p>Músicos com experiência em produção fonográfica, os dois falam dos seus processos criativos no Estúdio Fábrica, onde foi gravado o disco que recebe o mesmo nome do documentário, que tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. “O espaço tem uma influência muito forte. Eu toco de maneira completamente diferente dependendo do lugar onde estou. Acaba sendo uma mistura das vivências”, revela Sebastian durante o filme, onde também diz ter uma composição muito intuitiva.</p>
<p>O francês Olivier Koundouno também participa do material contribuindo com o seu violoncelo e acrescenta na sonoridade mistura influências europeias e brasileiras. Filmado em setembro de 2018, o curta tem direção de Luara Olívia e Jão Vicente. <strong>No dia 28 de janeiro, o trabalho será disponibilizado nas plataformas digitais.</strong></p>
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		<title>Hugo Linns apresenta-se no Teatro Arraial Ariano Suassuna</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/hugo-linns-apresenta-se-no-teatro-arraial-ariano-suassuna/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jun 2018 15:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os sons áridos e comoventes do violeiro pernambucano Hugo Linns envolverão o público do circuito Aurora Instrumental nesta quarta-feira (27). O tocador, que também é arranjador, diretor musical e produtor, vai se apresentar com os músicos Eduardo Buarque (viola de 10 cordas), Rogê Victor (baixo acústico) e Silva Barros (bateria). A viola dinâmica será o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6864" aria-labelledby="figcaption_attachment_6864" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/hugolinns_vermelhas02.jpg"><img class="size-medium wp-image-6864" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/hugolinns_vermelhas02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">No show, o músico fará um apanhado das canções dos seus três últimos discos, além de apresentar composições novas</p></div>
<p>Os sons áridos e comoventes do violeiro pernambucano Hugo Linns envolverão o público do circuito Aurora Instrumental nesta quarta-feira (27). O tocador, que também é arranjador, diretor musical e produtor, vai se apresentar com os músicos Eduardo Buarque (viola de 10 cordas), Rogê Victor (baixo acústico) e Silva Barros (bateria). A viola dinâmica será o instrumento condutor do espetáculo, que inicia às 19h30, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. O músico vai apresentar composições dos seus três discos &#8211; &#8220;Fita Branca&#8221; (2010), &#8220;Vermelhas Nuvens&#8221; (2013) e &#8220;A Solidão do Sol em Cinzas do Ar&#8221; (2015) – e também vai tocar arranjos para alguns frevos que estarão no seu próximo álbum, que deve ser lançado no próximo ano.</p>
<p>Hugo Linns cresceu ouvindo as melodias características do Nordeste e teve sua formação inicial como musicista no Conservatório Pernambucano de Música. Bastante solicitado no mercado musical, o artista revela o apuro instrumental de um mestre. Linns é dono de uma vasta experiência na viola acústica nordestina, suas influências principais são os mestres cantadores, rabequeiros e cirandeiros, que somadas a elementos urbanos e a world music, resultam num trabalho inovador. O violeiro também atua profissionalmente com outros artistas como Renata Rosa, Maciel Salu, Geraldo Maia, Tonino Arcoverde, Alessandra Leão, Cláudio Rabeca, mestre Luiz Paixão, Adelmo Arcoverde, Abdias Campos, banda Caçapa, e o grupo instrumental Wassab.</p>
<p><strong>Aurora Instrumental</strong><br />
Nasce no Recife um espaço legítimo da música instrumental, o circuito Aurora Instrumental. Aurora é paisagem e geografia da capital pernambucana. Também é o nome da tradicional rua do Centro do Recife, paralela ao Rio Capibaribe, e o endereço do Teatro Arraial Ariano Suassuna, local onde ocorrerão todos os 20 espetáculos musicais da primeira edição do circuito &#8211; dividido em duas temporadas. O evento, contemplado pela seleção pública do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), busca se posicionar como importante palco de expressão da diversidade, tradição e renovação da música instrumental e propõe o encontro do público com músicos e grupos instrumentistas de alta qualidade técnica e artística. A primeira temporada de concertos é realizada toda quarta-feira, de 18 de abril a 27 de junho, sempre às 19h30, e com ingressos a preços populares.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Aurora Instrumental apresenta Hugo Linns<br />
Quando: quarta-feira (27/6), às 19h30<br />
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, nº 457, Boa Vista, Recife – PE)<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)<br />
Vendas: Bilheteria do Teatro Arraial (abre 1 hora antes do show) e no <a href="https://www.sympla.com.br/aurorainstrumental" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/aurorainstrumental</strong></a></p>
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		<title>Wassab dá o tom do Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/wassab-da-o-tom-do-ouvindo-e-fazendo-musica-no-museu-do-estado/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jun 2017 19:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A banda Wasssab, formada pelos experientes músicos pernambucanos Gilú Amaral (percussão), Hugo Linns (baixo) e Juliano Holanda (guitarra), é a atração do próximo sábado (10) do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco. Conhecidos pela forte utilização de pedais de efeitos, o grupo irá apresentar  suas músicas autorais marcadas por esse [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49806" aria-labelledby="figcaption_attachment_49806" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/28572631061_c6454761e1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49806" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/28572631061_c6454761e1_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Desde julho de 2009 o Wassab faz shows pelo estado, tendo passado por palcos importantes como o Arraial Instrumental, Festival de Inverno de Garanhuns, e Festival no Ar Coquetel Molotov</p></div>
<p>A<strong> <a href="https://www.facebook.com/bandawassab/" target="_blank">banda Wasssab</a></strong>, formada pelos experientes músicos pernambucanos Gilú Amaral (percussão), Hugo Linns (baixo) e Juliano Holanda (guitarra), é a atração do próximo sábado (10) do projeto<strong> Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco</strong>. Conhecidos pela forte utilização de pedais de efeitos, o grupo irá apresentar  suas músicas autorais marcadas por esse diferencial estético a partir das  17h. A entrada custa R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia).</p>
<p>De acordo com Juliano Holanda, o repertório escolhido para este show é um mais leve, com um som mais trabalhado nas harmonias.<em> “Temos um repertório mais pesado, mas neste vamos dar uma maneirada na pressão que levamos ao palco. Pensamos em algo que valorizasse mais esse lado da banda voltado ao som mais trabalhado”,</em> explica o guitarrista.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yPjAVGGfMUQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A apresentação contará com a participação especial da cantora Flaira Ferro, que esteve junto a banda na programação deste ano do Festival RecBeat.<em> “No festival foi um show em parceria com ela, então ela cantava mais. Desta vez ela deve participar em três canções, e vamos tocar sozinhos outras oito ou nove”.</em></p>
<p>Sobre o que acha de levar o som da Wassab para dentro de um museu, Juliano Holanda encara o desafio com tranquilidade. <em>“Todos nós da banda já passamos por lá com seus projetos solos, e pela primeira vez estaremos todos juntos. Acho que este é um espaço muito importante porque dá uma oxigenada na cabeça dos músicos. Recife está numa fase delicada para a realização de shows, precisando de mais espaços culturais. Outra vantagem é que, como é cedo, há uma grande possibilidade de chegar até outros públicos, apresentar nosso som à galera que está sempre por lá”.</em></p>
<p>Desde julho de 2009 o Wassab faz shows pelo estado, tendo passado por palcos importantes como o Arraial Instrumental, Porto Musical, Sesc Instrumental, Festival de Inverno de Garanhuns, e Festival no Ar Coquetel Molotov. O primeiro CD do grupo, lançado em 21012, foi gravado no Estúdio Fábrica.</p>
<div id="attachment_49805" aria-labelledby="figcaption_attachment_49805" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/9360319769_96a8e99a2f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49805" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/9360319769_96a8e99a2f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Wasssab é formada por Gilú Amaral (percussão), Hugo Linns (baixo) e Juliano Holanda (guitarra)</p></div>
<p>Ainda em junho, o projeto <strong>Ouvindo e Fazendo Música no Mepe</strong>, realizado pelo Santander Cultural em parceria com o Museu do Estado de Pernambuco, terá outras duas atrações: No dia 17, será palco de Helio Flanders, integrante do Vanguart que mostra músicas de seu primeiro trabalho solo. Já no dia 24 é a vez do Coco de Tore Pandeiro no Mestre apresentar sua obra influenciada pela musicalidade dos mestiços do sertão, do agreste e da zona da mata pernambucana.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em> Projeto Ouvindo e Fazendo Música no Mepe</em><br />
Sábado (10) | 17h<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife)<br />
R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia) | *Pessoas acima de 60 anos e estudantes pagam meia<br />
Mais informações: (81) 3184 3174</p>
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		<title>Fadas Magrinhas participam do “Eu Indico”</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 15:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fadas Magrinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Linns]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal da Palmeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta semana, o Eu Indico vem em dose dupla: Aninha Aráujo e Lula Araújo, as Fadas Magrinhas, são as convidadas da vez. Cada uma, indicando um artista e obra diferente! Há cinco anos, as irmãs encantam crianças de um bem jeito diferente, com músicas infantis que passeiam por elementos da cultura popular, como o forró, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/unnamed.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26008" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/unnamed-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a></p>
<p>Esta semana, o <strong>Eu Indico</strong> vem em dose dupla: Aninha Aráujo e Lula Araújo, as <strong>Fadas Magrinhas</strong>, são as convidadas da vez. Cada uma, indicando um artista e obra diferente! Há cinco anos, as irmãs encantam crianças de um bem jeito diferente, com músicas infantis que passeiam por elementos da cultura popular, como o forró, o coco e o caboclinho. No último sábado (6), se apresentaram no Teatro de Santa Isabel, lançando seu primeiro CD,<em> Fadas Magrinhas</em>, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><strong>Aninha Araújo</strong> indicou ao<strong> Cultura.PE</strong> e aos internautas o disco <em>Vermelhas Nuvens</em>, do instrumentista e compositor <strong>Hugo Linns</strong>. Esse é o mais recente álbum do músico, em Huggo transporta, com maestria, a viola dinâmica a um novo campo de possibilidades na música contemporânea.</p>
<p>Já <strong>Lulu Araújo</strong> foi de <em>Jornal da Palmeira</em>, de <strong>Erasto Vasconcelos</strong>. O trabalho marca a entrada do músico de uma vez na música moderna de Pernambuco. Com um casting invejável de colaborações (Fábio Trummer, Karina Buhr, Pupillo, Dengue, Urêa, entre outros), o disco traz a poesia profunda e delicada de Erasto, versando sobre a natureza, as pessoas, os bairros e o cotidiano.</p>
<p><strong>Aninha Araújo sobre <em>Vermelhas Nuven</em>s, de Hugo Linns</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/hugolinns_vermelhas02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-6864" title="Hugo Linns" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/hugolinns_vermelhas02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Um músico atento, versátil, criativo e muito talentoso. Esse é Hugo Linns.<br />
</em><br />
<em> Conheço Hugo há muitos anos e sempre o admirei pela maneira como se relaciona com a música! Acho genial a forma como consegue colocar nas suas composições, sentimentos, cores, texturas, paisagens, experimentos e nos oferece essa maravilhosa teia musical.</em></p>
<p><em>O disco </em>Vermelhas Nuvens<em> mostra a viola sob outro ponto de vista. Ele resgata esse instrumento tradicional e coloca num contexto atual, usando os pedais e tirando sons com lindas “texturas”. Os arranjos são primorosos&#8230; eles, assim como a direção e composições são assinadas pelo próprio Hugo Linns, que contou com grandes amigos e parceiros musicais, e essa afinidade está presente em todo o CD. Viola de 10 cordas, violão tenor, baixo acústico, percussões e a viola dinâmica, fazem deste trabalho uma grande referência da música instrumental de Pernambuco. Estamos bem representados!!!&#8221;</em></p>
<p><strong>Lulu Araújo sobre <em>Jornal da Palmeira</em>, de Erasto Vasconcelos</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/9375992618_eb28a5e09b_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26012" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/9375992618_eb28a5e09b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Uma música sonhada, dessas que invadem nossos dias, nossos sentimentos e vontades. Assim é a música de Erasto Vasconcelos, por quem tenho um carinho pra lá de especial. Com ele subimos (eu e Aninha) ao palco pela primeira vez, o que decerto é um grande marco em nossa carreira.</em></p>
<p><em>Grande figura da música pernambucana e referência para muitos grupos de Olinda, Erasto é mais que um percussionista, é um músico completo, inconfundível, cheio de criatividade e ousadia. Com ele, o cotidiano ganha vida e se torna eterno em suas canções. O respeito aos animais é outra característica de seu trabalho, em especial o carinho e admiração pelos pássaros e seus cantos.</em></p>
<p><em>Em 2005, lançou o CD Jornal da Palmeira, inspirado num musical de sua autoria, que fala sobre bairros, paisagens urbanas, o canto dos pássaros, paixões e festas.</em></p>
<p><em>O disco traz um Erasto moderno, repaginado, que dialoga com tradições e experimentalismos. Muito bem acompanhado por Fábio Trummer, que produziu o CD, e por músicos como Karina Buhr, Alexandre Urêa, Pupilo e Dengue, dentre outros, o CD é, pulsante, emocionante e lindo. No repertório, um pouco de tudo, o que mostra mais uma vez a versatilidade e ousadia, tão presentes no trabalho de Erasto. São 12 canções:</em><br />
Recife, O baile &#8216;Betinha&#8217;, Mauricéia, Pipoca do cinema, Azulão poema, Forró das meninas, Advinhação, Capiba disse que é pra já, Poema da paz, Guia de Olinda, Ceci e Maranguape<em>. Particularmente, não sei dizer qual é a minha preferida, amo todas!</em><br />
<em> Espero que vocês curtam esse músico, que faz a gente tirar os pés do chão sempre&#8221;</em>.</p>
<p><strong>Ouça<em> Açude</em>, uma das faixas de <em>Vermelhas Nuvens</em>, de Hugo Linns</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/100841070&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Assista ao clipe de <em>Maranguape</em>, uma das músicas de <em>Jornal da Palmeira</em>, de Erasto Vasconcelos</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XyHg_hfUECw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mônica Feijó desacelera o frevo</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2015 15:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Walter]]></category>

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		<description><![CDATA[Já imaginou um frevo em que toda aquela explosão dá lugar à contemplação e a uma escuta atenciosa e serena? Pois em seu novo projeto, a cantora Mônica Feijó desacelera o passo e lança luz sobre as nuances rítmicas, harmônicas e poéticas do ritmo. É o show “Frevo pra se ouvir deitado”, que ela apresenta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/frevo-ouvir-deitado.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20070" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/frevo-ouvir-deitado.jpg" width="600" height="450" /></a></p>
<p>Já imaginou um frevo em que toda aquela explosão dá lugar à contemplação e a uma escuta atenciosa e serena? Pois em seu novo projeto, a cantora <strong>Mônica Feijó</strong> desacelera o passo e lança luz sobre as nuances rítmicas, harmônicas e poéticas do ritmo. É o show “Frevo pra se ouvir deitado”, que ela apresenta nesta sexta (23), às 21h, no Teatro Hermilo Borba Filho (Bairro do Recife). A apresentação faz parte da programação do <a href="http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2015" target="_blank"><strong>21º Janeiro de Grandes Espetáculos</strong></a>. E para esta empreitada, ela sobe ao palco acompanha do Terno de Areia, formado por Walter Areia (baixo), Hugo Linns (viola de 10) e Maíra Macedo (cavaquinho). Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada).</p>
<p>A ideia surgiu de conversas entre Mônica e Areia, quando constaram que era importante suprir uma carência de projetos para um público específico: os ouvintes do frevo. Aqueles que não são necessariamente foliões, mas que se debruçam, com prazer, na audição das belas obras do gênero. Para esse público atencioso, o ritmo frenético da lugar à calmaria que sobressai arranjos e minúcias de leveza e brilho.</p>
<p>O repertório do show gira em torno da obra de compositores consagrados do cancioneiro popular, como Carlos Fernando, Capiba, Nelson Ferreira, Aldemar Paiva, Getúlio Cavalcanti, J. Michilles e Caetano Veloso, além de também abrir portas para novas composições, que carregam em seus genes –  mesmo que inconscientemente – a proposta da delicadeza e de fazer do frevo não apenas um ritmo para se pular ou se esbaldar, mas também para se apreciar em todo o seu apuro.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Show “Frevo para se ouvir deitado”, com Mônica Feijó e Terno de Areia</em><br />
Sábado (24), às 21h<br />
Teatro Hermilo Borba Filho | Avenida Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife – Recife/PE<br />
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada)</p>
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		<item>
		<title>Museu do Estado recebe projeto musical &#8216;Fuso&#8217;</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2015 15:16:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[DJ Dolores]]></category>
		<category><![CDATA[FUSO]]></category>
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		<category><![CDATA[Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado]]></category>

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		<description><![CDATA[A música vai dar o tom da programação do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) neste próximo sábado (24). O projeto Ouvindo e Fazendo Música no MEPE vai receber desta vez, às 17h, o grupo musical Fuso, formado pelos músicos DJ Dolores e Hugo Linns. A entrada custa R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia). [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19908" aria-labelledby="figcaption_attachment_19908" class="wp-caption img-width-470 aligncenter" style="width: 470px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/16273463206_26c886a928_o.jpg"><img class="size-full wp-image-19908" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/16273463206_26c886a928_o.jpg" width="470" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo musical &#8216;Fuso&#8217; é formado pela dupla DJ Dolores e Hugo Linns</p></div>
<p>A música vai dar o tom da programação do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) neste próximo sábado (24). O projeto <em>Ouvindo e Fazendo Música no MEPE</em> vai receber desta vez, às 17h, o grupo musical Fuso, formado pelos músicos DJ Dolores e Hugo Linns. A entrada custa R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia).</p>
<p>O projeto Fuso reúne a viola dinâmica de Hugo Linns com a programação e timbres eletrônicos do Dj Dolores. Uma relação moderna entre o elétrico e o acústico em uma narrativa contemporânea e urbana sobre a sonoridade nordestina.</p>
<p>Neste sentido, DJ Dolores e Hugo Linns se apresentam com uma combinação inusitada entre sons programados, design sonoro e viola nordestina com pedais de efeitos, procurando uma narrativa contemporânea urbana e explorando o encontro de forma a criar sons num fuso temporário.</p>
<p><strong>OUTRAS ATRAÇÕES -</strong> Além do show do Fuso, os sábados no Museu vão contar até fevereiro com shows de atrações como Isadora Melo, Mario Ulloa e Juliano Holanda.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Fuso</em><br />
Museu do Estado (Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE)<br />
Sábado (24) | 17h<br />
Ingressos: R$ 5,00 (inteira) e R$ 2,50 (meia)<br />
Horários de visitação: Terça a sexta das 9h às 17h Sábados e domingos das 14h às 17h Telefone: (81) 3184.3170 | 3184.3178</p>
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		<item>
		<title>Hugo Linns: “Publius é um artista de muitas ideias”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/hugo-linns-publius-e-um-artista-de-muitas-ideias/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/hugo-linns-publius-e-um-artista-de-muitas-ideias/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2014 19:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eu indico]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Linns]]></category>
		<category><![CDATA[Publius]]></category>
		<category><![CDATA[Publius Lentulus]]></category>
		<category><![CDATA[Solo]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana, o Eu Indico traz como convidado o músico Hugo Linns, instrumentista dos mais afiados, que domina como ninguém a arte de tocar a sua viola dinâmica. Artista solo – com seu disco “Vermelhas Nuvens” -, integrante do trio instrumental Wassab – junto a Gilú Amaral e Juliano Holanda – Hugo consegue trazer as referências [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/hugolinns_vermelhas02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-6864" title="Hugo Linns" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/hugolinns_vermelhas02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Esta semana, o <strong>Eu Indico</strong> traz como convidado o músico <strong><a href="http://www.hugolinns.com/" target="_blank">Hugo Linns</a></strong>, instrumentista dos mais afiados, que domina como ninguém a arte de tocar a sua viola dinâmica. Artista solo – com seu disco “Vermelhas Nuvens” -, integrante do trio instrumental Wassab – junto a Gilú Amaral e Juliano Holanda – Hugo consegue trazer as referências tradicionais em seu dedilhar, e vesti-las com roupagens audaciosas e contemporâneas.</p>
<p>Ao Cultura.PE e aos internautas, ele indica o disco “Solo”, de Publius <strong>Lentulus</strong>, músico conhecido por fazer parte dos grupos Rabecado e Azabumba, além de acompanhar nomes da nossa música, com Geraldo Maia e Tonino Arcoverde.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/publius.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17935" alt="Adriano Sobral/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/publius-607x385.jpg" width="607" height="385" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Conheço Publius há muito tempo, dede a época em que ele trabalhava em dois projetos de música muito interessantes: o Rabecado e Azabumba. E, desde sempre, eu o acho um músico muito criativo, tanto nas letras quanto nos arranjos que ele cria. Além de ser um instrumentista completo, toca violão, bandolim, além de cantar muito bem – junto a Geraldo Maia, é uma das mais afinadas vozes que temos no estado.</em></p>
<p><em>Um artista de muitas ideias, que o fizeram chegar ao seu primeiro disco solo, não por acaso, “Solo”, onde ele conseguiu trazer, muito bem, essas referências dos anos 1970 , mas não é um “resgate”, e sim uma similaridade nos arranjos, na sonoridade. Daí, ele pode partir para ter a sua própria <a href="http://www.publius.com.br/" target="_blank"><strong>página na internet</strong></a>, um espaço bacana de confluência da sua obra. Uma das minhas faixas preferidas do disco é “Das flores escuras”, que tem uma melodia e letra muito bonitas.</em></p>
<p><em>Outra coisa bacana que Publius tem é a poesia apurada, com várias referências. O cara vai de Elomar, Beto Guedes, Belchior, Tonino Arcoverde e Beatles. Já pensou num cara que mistura tudo isso? É Publius</em>&#8220;.</p>
<p><strong>Conheça um pouco de &#8220;Solo&#8221;, disco de Publius:</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/60911891&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/60908462&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O lado B de Capiba é revisitado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/o-lado-b-de-capiba-e-revisitado/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/o-lado-b-de-capiba-e-revisitado/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 20:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs valsas, choros, baiões, toadas e inúmeras outras canções que retratam um outro lado do inconteste talento musical do artista, natural de Surubim. Parte desse legado ganha nova roupagem, no disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em>, que será lançado neste sábado (25), com um show no Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu), a partir das 20h. O projeto é uma realização da Sambada Comunicação e Cultura e tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15982" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco-542x486.jpg" width="542" height="486" /></a></p>
<p>São 10 canções, quase todas “lados B” da obra de Capiba, que ganharam novos arranjos e as vozes de 10 cantoras da atualidade para interpretá-las. No show deste sábado, cinco delas sobem ao palco: as pernambucanas Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis. No disco, além delas, mais duas pernambucanas, Vanessa Oliveira e Alessandra Leão, além de Juçara Marçal (SP), Nana (BA) e Fernanda Cabral (DF). Cada faixa contou com um arranjador diferente, vestindo sua canção com uma identidade bem particular. Fazem parte do time de arranjadores nomes como Juliano Holanda, Yuri Queiroga, Caçapa, Hugo Linns, Ivan do Espírito Santo, o grupo Metá Metá, entre outros. Isso conferiu ao trabalho uma diversidade de ritmos, que vão da bossa nova ao samba e maracatu, até mesmo ska, num passeio de timbres, entre o orgânico/acústico e o eletrônico. Essa miscelânea sonora ganhou unidade pelas mãos do experiente Missionário José, produtor musical do disco.</p>
<p>A escolha do repertório teve a consultoria do pesquisador Renato Phaelante, especialista nas discografias de Capiba e de nomes como Nelson Ferreira, Antonio Maria e outros. O foco, segundo Paloma Granjeiro, da Sambada Comunicação, era dar visibilidade às canções menos conhecidas de Capiba. <em>Resto de saudade</em> e <em>Serenata Suburbana</em> são as exceções, consagrados clássicos do compositor. As demais são do repertório de Capiba ainda pouco explorado, mas muito tocante da sua obra. “<em>Nossa intenção era justamente mostrar ao público esse lado de Capiba, que tinha uma infinidade de belas canções, que dão pano pra manga. E para dar essa cara mais original, resolvemos convidar cantoras que tem um trabalho consistente, mas ainda novo, fora do </em>mainstream”, explica Paloma.</p>
<div id="attachment_15983" aria-labelledby="figcaption_attachment_15983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage.jpg"><img class="size-medium wp-image-15983" alt="A pernambucanas Ylana Queiroga (dir.) e Rogéria (esq.) estão no projeto e se apresentam neste sábado" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">A pernambucanas Ylana Queiroga (esq.) e Rogéria (dir.) estão no projeto e se apresentam neste sábado</p></div>
<p>Escolhido o repertório, chega a hora de vestir as músicas. Cada arranjador escolhido imprimiu sua marca à canção escolhida. <em>Sem pressa de chegar</em>, com arranjo de Yuri Queiroga e cantada pela irmã Ylana, ganha uma surpreendente versão em ska. A baiana Nana foi a única das cantoras que também arranjou a música que interpretou. <em>Ai de mim</em> conta apenas com ela e Missionário José, numa levada com programações eletrônicas. Já o maestro Ivan do Espírito Santo deu um dos arranjos mais clássicos do disco, em <em>Resto de saudade</em>, interpretada por Solis, assim como <em>Campina, Cidade Rainha</em>, interpretada por Fernanda Cabral, com arranjos de Marcos FM. Juliano Holanda, arranjador de <em>Eh! Uá calunga</em>, na voz de Karynna Spinelli, resgata a ligação de Capiba com a tradição do maracatus. O grupo Metá Metá conferiu autoralidade ao arranjo criado para <em>Serenata Suburbana</em>, na voz de Juçara Marçal.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/v6EQz4u17Uk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O show deste sábado é uma adaptação do disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em> e traz mais duas músicas: <em>Frevo Ciranda</em> e <em>Não quero mais</em>. Com direção musical de Juliano Holanda, a banda que acompanha as cantoras é composta por Guga Fonseca (teclado, samplers e sintetizadores, Rogério Victor (baixo elétrico e acústico), Gilú (percussão) e o próprio Juliano (viola, violão e guitarra). O show terá, ainda, a participação de Fernando Rangel (baixo acústico) e Roberta Belo (oboé).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Lançamento do CD <em>Capiba, Ela e Outras Canções</em><br />
Show com Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis<br />
Sábado (25), às 20h<br />
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu)<br />
Entrada franca</p>
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