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	<title>Portal Cultura PE &#187; iezu kaeru</title>
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		<title>Fotógrafo recifense retrata cultura das feiras pernambucanas em exposição na Paraíba</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2025 14:08:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Assinada pelo artista visual e multimídia Iezu Kaeru, “Feira da Quinta” chega na Paraíba, no Centro de Arte Contemporânea da UFPB em João Pessoa, nesta sexta-feira (30), com abertura às 15h. A exposição traz registros fotográficos e sensoriais das feiras livres de Pernambuco, especialmente da Feira da Quinta, em Garanhuns, da Feira de Beberibe e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118192" aria-labelledby="figcaption_attachment_118192" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FEIRA-DA-QUINTA-IEZU-KAERU-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118192" alt="Foto: Iezu Kaeru / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FEIRA-DA-QUINTA-IEZU-KAERU-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Iezu Kaeru / Divulgação</p></div>
<p>Assinada pelo artista visual e multimídia Iezu Kaeru, “Feira da Quinta” chega na Paraíba, no Centro de Arte Contemporânea da UFPB em João Pessoa, nesta sexta-feira (30), com abertura às 15h. A exposição traz registros fotográficos e sensoriais das feiras livres de Pernambuco, especialmente da Feira da Quinta, em Garanhuns, da Feira de Beberibe e do Mercado de São José, no Recife. O projeto conta com incentivo do Funcultura, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>Nesta exposição, Iezu presta homenagem aos trabalhadores de feiras e mercados públicos do Brasil, com quem teve contato entre uma andança e outra, nas negociações e vivências realistas e viscerais, intensificando sua relação humana e artística em mais de 15 anos de envolvimento com as feiras livres, onde registrou momentos e contou histórias com suas lentes.</p>
<p>Sob a curadoria da fotógrafa e escritora Ana Lira, “Feira da Quinta” reúne imagens em diferentes formatos ampliadas em fine art, que provocam reflexões sobre a fotografia contemporânea brasileira, proporcionando experiência sensorial e promovendo diálogos entre repertórios culturais distintos. O projeto ainda pretende explorar o hibridismo de suportes e linguagens na documentação do cotidiano criando conexões entre histórias, lugares e personagens.</p>
<p><strong>IMERSÃO </strong></p>
<p>“Feira da Quinta”, além dos registros fotográficos expostos, ainda conta com uma instalação sonora-sensorial-multimídia, que reproduz, ininterruptamente, sonoridades captadas e vídeos artísticos produzidos nas feiras, ampliando o caráter interativo da obra.</p>
<p><strong>Serviço: </strong></p>
<p><strong>Exposição fotográfica ‘Feira da Quinta’, de Iezu Kaeru e Curadoria de Ana Lira</strong></p>
<p>Abertura: 30 de maio (sexta-feira), 15h</p>
<p>Visitação: 30 de maio a 30 de junho</p>
<p>Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 8h às 17h</p>
<p>Endereço: Núcleo de Arte Contemporânea UFPB I Av. Trincheiras 275, Centro, João pessoa &#8211; PB</p>
<p><em>Entrada gratuita &#8211; Classificação Livre</em></p>
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		<title>Paisagens Oníricas investiga relação corpo-natureza em comunidades ribeirinhas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/paisagens-oniricas-investiga-relacao-corpo-natureza-em-comunidades-ribeirinhas/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 13:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o propósito de ressignificar, de forma investigativa e lúdica, a relação corporal e afetiva da população pernambucana com as águas dos rios que cortam comunidades ribeirinhas, a artista da dança, produtora cultural e idealizadora do projeto itinerante Paisagens Oníricas, Marina Mahmood, ao lado do fotógrafo e músico Iezu Kaeru, ministraram oficinas multimídia que mesclam [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106594" aria-labelledby="figcaption_attachment_106594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Paisagens-Oníricas.-Fotos-divulgação-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-106594" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Paisagens-Oníricas.-Fotos-divulgação-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Paisagens Oníricas</p></div>
<p>Com o propósito de ressignificar, de forma investigativa e lúdica, a relação corporal e afetiva da população pernambucana com as águas dos rios que cortam comunidades ribeirinhas, a artista da dança, produtora cultural e idealizadora do projeto itinerante Paisagens Oníricas, Marina Mahmood, ao lado do fotógrafo e músico Iezu Kaeru, ministraram oficinas multimídia que mesclam audiovisual, dança e performance em três localidades do interior do Estado: Ilha de Assunção, território indígena situado em Cabrobó; e Itacuruba, ambas cidades do Sertão, além de Limoeiro, município do Agreste. A circulação das atividades joga luz na urgência da preservação ambiental.<br />
O público beneficiado é formado por estudantes do ensino médio que habitam as comunidades ribeirinhas onde foram realizadas as residências artísticas nos meses de agosto e setembro deste ano. Cada turma contou com 20 alunos da Escola Indígena Capitão Dena (território Truká, Ilha de Assunção, Cabrobó), da Erem Professora Maria de Menezes Guimarães (Itacuruba) e da Erem Professora Jandira de Andrade Lima (Limoeiro).<br />
O resultado da imersão desses participantes com o processo investigativo e criativo proposto pelo projeto Paisagens Oníricas pode ser apreciado em programação aberta ao público, de 5 a 12 de dezembro, em cada cidade contemplada. A iniciativa tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e apoio do Centro Cultural Brasil Alemanha (CCBA).<br />
A Ilha de Assunção, em Cabroró, abre a programação na terça-feira (5), no Centro Cultural de Artesanato da Ilha de Assunção da Aldeia Jatobazeiro, que é uma área de retomada indígena. Em seguida, na quinta-feira (7), o grupo segue para a Praça Matriz Nossa Senhora do Ó, no centro do município de Itacuruba. Encerrando as apresentações do projeto Paisagens Oníricas, a Praça da Bandeira, na cidade de Limoeiro, recebe o evento na terça-feira seguinte (12).<br />
As atividades realizadas em cada território têm a mesma dinâmica, a começar com a performance <em>Lumiar</em>, da artista da dança Marina Mahmood, às 19h, acompanhada por uma banda ao vivo, dança com o manuseio do fogo e outros artifícios – na Ilha de Assunção acontece às margens do Rio São Francisco e, em Limoeiro e Itacuruba, nas praças públicas. A exibição das obras multimídias realizadas pelos estudantes beneficiados pelo projeto Paisagens Oníricas acontece sempre às 20h, na sessão audiovisual. Logo em seguida, às 21h, há debate entre os arte-educadores Marina Mahmood e Iezu Kaeru e os participantes das oficinas. Às 21h30, fechando as intervenções de cada dia, é exibida a videodança <em>Corpo Onírico</em>. Na apresentação de Limoeiro há a presença de um intérprete em libras.</p>
<p><strong>OFICINAS MULTIMÍDIAS -</strong> A partir do projeto Paisagens Oníricas os estudantes de ensino médio que passaram pelo processo formativo das oficinas multimídias tiveram o primeiro contato com câmeras profissionais aprendendo o básico do manuseio para filmagem e fotografia. As turmas também participaram de atividades de sensibilização corporal, dança e performance. A ideia era utilizar as paisagens naturais do território para realizar obras de audiovisual criadas pelos próprios estudantes, que filmaram e performaram nos vídeos a serem exibidos em cada território durante a programação.<br />
“Partimos do olhar de uma comunidade indígena banhada pelo Rio São Francisco (na Ilha de Assunção); de uma cidade realocada de suas margens (em Itacuruba), devido à construção da barragem de Itaparica, e que é alvo de um projeto de construção de usina nuclear; e de uma cidade cortada pelo Rio Capibaribe (Limoeiro)&#8221;, destaca Marina Mahmood. &#8220;Por meio da realização de oficinas multimídia nesses locais convidamos estudantes de ensino médio de escolas públicas a expressarem suas subjetividades e visões sobre a natureza contida em seus territórios. Incitamos o protagonismo da juventude como agente de transformação da realidade valorizando e promovendo a troca cultural e artística entre comunidades tradicionais indígenas e cidades pernambucanas durante o escoamento dos vídeos em cada localidade, durante a programação que será realizada agora em dezembro, e pela publicação do material num site, que será lançado em breve, facilitando o acesso ao conteúdo.”<br />
Os vídeos produzidos pelos alunos também serão publicados no perfil do <a title="peixes__voadores" href="https://www.instagram.com/peixes__voadores/" target="_blank">Instagram</a>, além do site que será divulgado após as apresentações nos territórios. Uma parte desse conteúdo on-line receberá audiodescrição e janela de libras.<br />
Para o aluno Giovane Matheus Pereira de Souza, 17 anos, nativo do território indígena Ilha de Assunção, em Cabrobó, foi uma experiência nunca antes vivenciada. &#8220;Foi muito legal quando eles chegaram aqui na ilha. Primeiro apresentaram o projeto, nos mostraram algumas imagens e pediram para cada um falar sobre o que achava daquela imagem. Depois fizemos um mapa aqui da aldeia, dos locais sagrados. Em seguida começamos a visitar esses lugares, a pegar na câmera fotográfica, aprender a mexer no foco, a direcionar o olhar, os ângulos. Fizemos um álbum de fotos. Também fomos para um lugar muito sagrado daqui, a Ilha da Onça, onde fizemos um trabalho corporal, dançamos, aprendemos movimentos, cantamos e brincamos. Foi muito divertido&#8221;, expressa Giovane Matheus. Ainda segundo o estudamnte, cada estudante fez uma performance em vídeo. A dele aconteceu interagindo com uma cobra que eles acharam na hora de gravar sua participação. O sonho de Giovane Matheus é ser veterinário, mas diz que é o “fotógrafo oficial” da família e que a oficina o ajudou nessa empreitada.<br />
O projeto abrange ainda o conceito de ecologia, porque inclui a expressão das subjetividades como forma de trabalhar a questão ambiental relacionando a natureza interna de cada estudante (instintos, emoções, sentimentos, intuição) com a natureza externa (elementos naturais e paisagens). Assim como inspira os participantes a repensarem as diversas relações com as águas dos rios que cortam seus territórios. A performance e as oficinas buscam o diálogo do movimento corporal com as paisagens e elementos da natureza. Ambas interagem com a ferramenta audiovisual.</p>
<p><strong>PERFORMANCE LUMIAR -</strong> A performance <em>Lumiar</em> é acompanhada pela trilha sonora ao vivo e composta em tempo real por dois músicos &#8211; Iezu Kaeru e Diego Drão, que criam “tons de cena” e transmitem sensações. A performer Marina Mahmood transita pelas paisagens de cada localidade portando instrumentos como bambolê, asas de ferro, cuia e pó de serra para manipular o fogo e a água.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Coordenação do projeto e produção executiva: Marina Mahmood<br />
Educadores: Marina Mahmood e Iezu Kaeru<br />
Produção executiva da etapa performática nos territórios (performance ao vivo): Marina Mahmood e Paloma Granjeiro<br />
Assistência de produção: Maria Aparecida da Conceição Barros, Josivania da Silva Cavalcanti e Ricardo Bruno Rodrigues da Silva<br />
Performance ao vivo: Marina Mahmood<br />
Banda: Iezu Kaeru e Diego Drão<br />
Administração do projeto: Hudson Wlamir<br />
Comunicação: Alcateia Comunicação e Cultura (Dea Almeida)<br />
Arte gráfica: Nathalia Queiroz<br />
Edição audiovisual: Zé Diniz<br />
Site: Jazz Agência Digital<br />
Acessibilidade: VouSer Acessibilidade<br />
Apoio: Centro Cultural Brasil Alemanha (CCBA)<br />
Patrocínio: Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura)</p>
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		<title>Iezu Kaeru facilita a oficina Luz Quilombola no município de Pesqueira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/iezu-kaeru-facilita-a-oficina-luz-quilombola-no-municipio-de-pesqueira/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 14:16:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por meio da abordagem da fotografia documental e da linguagem multimídia, projeto idealizado pelo fotógrafo, artista multimídia e educador iezu kaeru oferece a jovens moradores e moradoras de comunidades indígenas oficinas de fotografia que se propõem a introduzir conceito, técnica, história e práticas fotográficas à vivência social nesses territórios étnicos. As atividades, que convidam os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por meio da abordagem da fotografia documental e da linguagem multimídia, projeto idealizado pelo fotógrafo, artista multimídia e educador iezu kaeru oferece a jovens moradores e moradoras de comunidades indígenas oficinas de fotografia que se propõem a introduzir conceito, técnica, história e práticas fotográficas à vivência social nesses territórios étnicos. As atividades, que convidam os participantes a vivenciar a poética da construção da imagem no sentido de construir conhecimento coletivamente, têm incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
Os fundamentos do projeto se baseiam no aprofundamento da discussão sobre o papel da fotografia em seus meandros éticos e sociais explorando novos mundos no mundo dos jovens.<br />
A Comunidade Quilombola de Negros do Osso, no município de Pesqueira, Agreste de Pernambucio, é a próxima comunidade quilombola a receber o projeto, que também será realizado na comunidade de Contendas, localizada em Salgueiro, no Sertão pernambucano.<br />
Em Negros do Osso a oficina acontece, de 16 a 22 de novembro, das 13h às 17h, na Escola Municipal Quilombola Governador Eduardo Henrique Accioly Campos. As inscrições estão abertas para jovens com idades a partir de 14 anos que vivem na comunidade e podem ser realizadas na própria secretaria da escola ou pelo email: luzquilombola@gmail.com. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: (81) 98401-0256.<br />
A iniciativa promove o intercâmbio de conhecimento. As vivências exploram desde o princípio da produção de imagens até o vídeo. Por isso as lições envolvem a construção de caixas mágicas, imersão na floresta de sons, fotografia de olhos vendados, entre outros recursos para desenvolver os sentidos dos educandos e das educandas.<br />
A metodologia pedagógica inclui uma robusta culminância no fim da oficina: a produção do grupo também é apresentada no formato de exposição coletiva e em um <a title="Luz Quilombola - Comunidade Quilombola do Castainho" href="https://issuu.com/zian/docs/01_cata_logo_castainho__2_-_150dpi_" target="_blank">catálogo impresso</a> construído a partir de elementos visuais trazidos pelos próprios participantes. Um perfil no Instagram (@luzquilombola) reúne imagens criadas a partir das vivências.<br />
Dando início pela construção das caixas mágicas, que apresentam as primeiras noções sobre a luz na fotografia, educandos e educandas participam ativamente de todas as etapas: desde a produção do conteúdo em campo até a edição do trabalho e a publicação em plataformas digitais.<br />
A montagem da mostra fotográfica é a última atividade construída em grupo e estimula um importante senso de coletividade e protagonismo social.<br />
“A materialização dos produtos é importante na medida que possibilita que eles percebam que são capazes. Isso exalta a potência dessa juventude popular que muitas vezes precisa apenas de oportunidade. Eles trabalham questões como a identidade no material feito por eles mesmos. Passam a olhar a comunidade não como um lugar de ausência, mas de riqueza, diversidade cultural e tanta beleza”, avalia Iezu Kaeru.<br />
Todos os educandos e as educandas recebem certificados de participação de 30h/aula de carga horária.<br />
Nessas longas estradas luminosas as comunidades indígenas compartilham seus olhares na construção de um projeto fotográfico que toma como vias as perspectivas de seus moradores.</p>
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		<title>Em Pesqueira, Comunidade Indígena Xukuru recebe oficina de Fotografia, Memória e Tradição</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 14:55:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a comunidade indígena Xukuru, localizada em Pesqueira (Agreste), recebe a oficina Fotografia, Memória e Tradição &#8211; Fulni-ô e Xukuru, a partir desta segunda-feira (10). Com facilitação de fotógrafo, artista multimídia e educador iezu kaeru, a atividade é destinada a jovens moradores de comunidades [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_8915.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100333" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_8915-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a comunidade indígena Xukuru, localizada em Pesqueira (Agreste), recebe a oficina <em>Fotografia, Memória e Tradição &#8211; Fulni-ô e Xukuru</em>, a partir desta segunda-feira (10). Com facilitação de fotógrafo, artista multimídia e educador iezu kaeru, a atividade é destinada a jovens moradores de comunidades indígenas e se propõem a introduzir conceito, técnica, história e práticas fotográficas à vivência social nesses territórios étnicos. A ação formativa segue até o próximo sábado (15), das 8h às 12h, no Senado da Aldeia Cimbres. As inscrições ainda podem ser feitas pelo e-mail:<strong> fotografiamemoriaetradicao@gmail.com</strong>.</p>
<p>A iniciativa tem como objetivo promover o intercâmbio de conhecimento. As vivências exploram desde o princípio da produção de imagens até o vídeo. Por isso, as lições envolvem a construção de caixas mágicas, imersão na floresta de sons, fotografia de olhos vendados, entre outros recursos para desenvolver os sentidos dos educandos e das educandas. A metodologia pedagógica inclui uma robusta culminância ao final da oficina: a produção do grupo também será apresentada no formato de exposição coletiva e em um catálogo impresso construído a partir de elementos visuais trazidos pelos próprios participantes. O perfil no Instagram <a href="https://www.instagram.com/fotografiamemoriaetradicao/" target="_blank"><strong>@fotografiamemoriaetradicao</strong></a><b> </b>reúne imagens criadas a partir das vivências.</p>
<p>“A materialização dos produtos é importante na medida que possibilita que eles percebam que são capazes. Isso exalta a potência dessa juventude popular que, muitas vezes, precisa apenas de oportunidade. Eles trabalham questões como a identidade no material feito por eles mesmos. Passam a olhar a comunidade não como um lugar de ausência, mas de riqueza, diversidade cultural e tanta beleza”, diz o facilitador iezu kaeru.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina &#8220;Fotografia, Memória e Tradição &#8211; Fulni-ô e Xukuru&#8221;<br />
Quando: 10 a 15 de abril de 2023 (segunda-feira a sábado), das 8h às 12h<br />
Onde: Senado, na Aldeia Xukuru Cimbres, em Pesqueira (PE)<br />
Informações e inscrições: fotografiamemoriaetradicao@gmail.com | (81) 98401-0256</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Oficina de Fotografia Multimídia é oferecida em escola pública de Surubim</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/oficina-de-fotografia-multimidia-e-oferecida-em-escola-publica-de-surubim/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 21:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começou, nesta terça-feira (7),  a Oficina de Fotografia Multimídia que, com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, vem sendo facilitada pelo fotógrafo, artista multimídia e educador iezu kaeru, na Escola Municipal Lourenço Ramos da Costa, em Surubim (PE). A ação formativa, que segue até o próximo dia 13 de março (segunda-feira), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/DSC00480.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99440" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/DSC00480-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Começou, nesta terça-feira (7),  a<em> Oficina de Fotografia Multimídia </em>que, com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, vem sendo facilitada pelo fotógrafo, artista multimídia e educador iezu kaeru, na Escola Municipal Lourenço Ramos da Costa, em Surubim (PE).</p>
<p>A ação formativa, que segue até o próximo dia 13 de março (segunda-feira), sempre das 8h às 12h, tem como objetivo introduzir conceitos, técnicas, história e práticas fotográficas à vivência social de jovens estudantes da rede pública de ensino, a partir da abordagem da fotografia documental e da linguagem multimídia (que inclui produção de vídeo, captação de sons e confecção de fotolivros de artista).</p>
<p>A atividade envolve a construção de caixas mágicas, imersão na floresta de sons, fotografia de olhos vendados, entre outros recursos para desenvolver os sentidos dos educandos e das educandas. Ao final da oficina, todos os educandos receberão certificados de participação com carga horária de 30h/aula.</p>
<p>A metodologia pedagógica contempla uma exposição coletiva e a confecção de um catálogo impresso construído a partir de elementos visuais trazidos pelos próprios participantes. Mais informações estão disponíveis no perfil: <a href="https://www.instagram.com/iezukaeru/" target="_blank"><strong>@iezukaeru</strong></a>.</p>
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		<title>Oficina de &#8220;Fotografia, Memória e Tradição&#8221; é oferecida na comunidade indígena Fulni-ô</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/oficina-de-fotografia-memoria-e-tradicao-e-oferecida-na-comunidade-indigena-fulni-o/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 16:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Oficina Fotografia Memória e Tradição (@fotografiamemoriaetradicao) &#160; Fotógrafo, artista multimídia e educador pernambucano, Iezu Kaeru comanda entre os dias 23 e 28 de janeiro a oficina de &#8220;Fotografia, Memória e Tradição &#8211; Fulni-ô e Xukuru&#8221;, na comunidade indígena Fulni-ô, localizada na cidade de Águas Belas. Com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CnftyP2OpxZ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/CnftyP2OpxZ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank">Uma publicação compartilhada por Oficina Fotografia Memória e Tradição (@fotografiamemoriaetradicao)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotógrafo, artista multimídia e educador pernambucano, Iezu Kaeru comanda entre os dias 23 e 28 de janeiro a oficina de &#8220;Fotografia, Memória e Tradição &#8211; Fulni-ô e Xukuru&#8221;, na comunidade indígena Fulni-ô, localizada na cidade de Águas Belas. Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a ação formativa será ofertada a jovens moradores da localidade e propõe-se a introduzir conceito, técnica, história e práticas fotográficas à vivência social desses territórios étnicos.</p>
<p>&#8220;Os fundamentos do projeto se baseiam no aprofundamento da discussão sobre o papel da fotografia em seus meandros éticos e sociais, explorando novos mundos no mundo dos jovens&#8221;, diz Iezu Kaeru sobre a iniciativa. O povo Fulni-ô será a primeira comunidade indígena a receber o projeto, que também será realizado na comunidade indígena Xukuru, localizada em Pesqueira. &#8220;As vivências vão explor desde o princípio da produção de imagens até o vídeo. Por isso, as lições envolvem a construção de caixas mágicas, imersão na floresta de sons, fotografia de olhos vendados, entre outros recursos para desenvolver os sentidos dos educandos e das educandas&#8221;, complementa Iezu.</p>
<p>Em Águas Belas, a oficina na Escola Estadual Indígena Marechal Rondon, das 13h às 17h. As inscrições estão abertas para jovens a partir de 14 anos que vivem na comunidade e podem ser realizadas na própria secretaria da instituição escolar ou através do e-mail: fotografiamemoriaetradicao@gmail.com.</p>
<p>Ao final do curso, haverá uma exposição coletiva e em um catálogo impresso construído, a partir de elementos visuais trazidos pelos próprios participantes. O perfil no Instagram <a href="https://www.instagram.com/fotografiamemoriaetradicao/ " target="_blank"><strong>@fotografiamemoriaetradicao</strong></a> reunirá imagens criadas a partir das vivências.</p>
<p><em>“A materialização dos produtos é importante na medida que possibilita que eles percebam que são capazes. Isso exalta a potência dessa juventude popular que, muitas vezes, precisa apenas de oportunidade. Eles trabalham questões como a identidade no material feito por eles mesmos. Passam a olhar a comunidade não como um lugar de ausência, mas de riqueza, diversidade cultural e tanta beleza”</em>, finaliza Iezu.</p>
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		<title>Iezu Kaeru e Cecília Urioste lançam a mostra virtual &#8220;Kawa e Para Levantar as Forças Tour 360º&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/iezu-kaeru-e-cecilia-urioste-lancam-a-mostra-virtual-kawa-e-para-levantar-as-forcas-tour-360o/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 15:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
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		<category><![CDATA[Cecília Urioste]]></category>
		<category><![CDATA[exposição virtual]]></category>
		<category><![CDATA[iezu kaeru]]></category>
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		<description><![CDATA[O artista multimídia Iezu Kaeru e a fotógrafa Cecília Urioste realizam, nesta quinta-feira (17), a partir das 16h, uma live no YouTube para marcar o lançamento do tour virtual 3D das obras “Kawa” (Iezu Kaeru) e “Para Levantar as Forças” (Cecília Urioste). Contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a mostra apresenta um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/KAWA_NO_MUSEU_DO_ESTADO_DO_PARA.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85409" alt="KAWA_NO_MUSEU_DO_ESTADO_DO_PARA" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/KAWA_NO_MUSEU_DO_ESTADO_DO_PARA-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>O artista multimídia Iezu Kaeru e a fotógrafa Cecília Urioste realizam, nesta quinta-feira (17), a partir das 16h, uma<em> live</em> no YouTube para marcar o lançamento do tour virtual 3D das obras “Kawa” (Iezu Kaeru) e “Para Levantar as Forças” (Cecília Urioste).</p>
<p>Contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a mostra apresenta um conteúdo imersivo e de realidade virtual a partir registro fotográfico 3D das duas obras dos artistas pernambucanos, que estiveram recentemente em cartaz, no Museu Histórico do Estado do Pará.</p>
<p>A mostra foi transposta para o digital através registro profissional em fotografias 3D e posterior publicação numa plataforma virtual iTeleport (a mesma responsável pelo tour virtual da exposição permanente do Pinacoteca &#8211; Arte no Brasil: uma história na Pinacoteca de São Paulo). O tour Virtual dá liberdade para o visitante se mover livremente pelo espaço, tendo uma visão completa da exposição, de forma gratuita. Para conferir, acesse: <strong><a href="https://tinyurl.com/kawaparalevantarasforcastour3D" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://tinyurl.com/kawaparalevantarasforcastour3D&amp;source=gmail&amp;ust=1623943065553000&amp;usg=AFQjCNHLfvT_j7Zdaszu2ZFOkvxan9x_eg">tinyurl.com/<wbr />kawaparalevantarasforcastour3D</a></strong>.</p>
<p>Participam da<em> live</em> de lançamento, a renomada curadora Rosely Nakagawa (SP) e Flavio Franzosi (SP), designer da expografia e assistente de curadoria, ambos responsáveis pela realização da Mostra Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos, realizada por ocasião da 11ª edição Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. A live vai ser transmitida pelo canal: <strong><a href="https://www.youtube.com/user/iezukaeru1/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/user/iezukaeru1/&amp;source=gmail&amp;ust=1623943065554000&amp;usg=AFQjCNEz2XsKyM5_s-eJy05_UauHb4AU6Q">www.youtube.com/iezukaeru1</a></strong>.</p>
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		<title>Coletivo apresenta resultado da pesquisa em videodança &#8220;Corpo Onírico: diálogos entremeios&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coletivo-apresenta-resultado-da-pesquisa-em-videodanca-corpo-onirico-dialogos-entremeios/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 12:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Salomão]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo Onírico: diálogos entremeios"]]></category>
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		<description><![CDATA[A relação de mulheres com a natureza é tema da pesquisa em videodança &#8220;Corpo Onírico: diálogos entremeios&#8221;. O projeto irá realizar uma live, financiada pela Lei Aldir Blanc, para trocar metodologias de criação entre linguagens (música, imagem e dança). O encontro será transmitido pelo YouTube no domingo (18), a oartir das 20h. Para assistir, acesse: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83614" aria-labelledby="figcaption_attachment_83614" class="wp-caption img-width-552 alignnone" style="width: 552px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/2.jpg"><img class="size-medium wp-image-83614" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/2-552x486.jpg" width="552" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Música, imagem e dança se misturam e fundem no projeto</p></div>
<p>A relação de mulheres com a natureza é tema da pesquisa em videodança <a href="https://www.instagram.com/corpoonirico" target="_blank"><strong>&#8220;Corpo Onírico: diálogos entremeios&#8221;</strong></a>. O projeto irá realizar uma<em> live</em>, financiada pela Lei Aldir Blanc, para trocar metodologias de criação entre linguagens (música, imagem e dança). O encontro será transmitido pelo YouTube no domingo (18), a oartir das 20h. Para assistir, acesse: <a href="https://www.youtube.com/channel/UCDV0FNSnv5CufvO239Y08gA" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCDV0FNSnv5CufvO239Y08gA</strong></a>.</p>
<p>No debate que será mediado por Karolina Kalor, a equipe de pesquisa formada pela dançarina e coordenadora da pesquisa Marina Mahmood, o músico Iezu Kaeru, o fotógrafo Alexandre Salomão e as dançarinas Klarissa Faye e Maria Miranda irão interagir com o público abordando o processo criativo; na ocasião serão exibidos recortes de cena do videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221; &#8211; atualmente em fase de edição &#8211; assim como recortes da pesquisa.</p>
<p>O projeto incita o questionamento sobre como esse corpo (individual e coletivo) pode nutrir-se de experiências mais diretas com a natureza interior (os instintos, a intuição e a energia vital) e como resgatar essa experiência pela criação de cenas oníricas nas paisagens.</p>
<p>Os primeiros encontros iniciaram em 2019 com o financiamento do Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco (Funcultura) e apoio do Centro Cultural Brasil-Alemanha (CCBA); quando através de &#8220;laboratórios entre linguagens&#8221; cada um dos integrantes da pesquisa deixou-se contaminar pela linguagem do outro &#8211; o que contribuiu para a construção das sensações previstas no roteiro. As experiências iniciais foram orientadas por Taína e Lau Veríssimo, do grupo Totem (em atividade na cena cultural pernambucana desde 1988). Após essa etapa, o coletivo seguiu aperfeiçoando as descobertas.</p>
<p>A ideia do projeto seria criar um videodança em que o espectador se visse imerso nas sensações provocadas pela interação das linguagens numa espécie de sinestesia que apura os sentidos corporais para além do meramente visual. O videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221;, resultado da pesquisa deve ser lançado no segundo semestre de 2021.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8221;Corpo Onírico: diálogos entremeios&#8221;, com as participações de Karolina Kalor, Marina Mahmood, Iezu Kaeru, Alexandre Salomão, Klarissa Faye e Maria Miranda<br />
Quando: 18 de abril de 2021 (domingo), às 20h<br />
Transmissão pelo YouTube: <a href="https://www.youtube.com/channel/UCDV0FNSnv5CufvO239Y08gA" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCDV0FNSnv5CufvO239Y08gA</strong></a></p>
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		<title>Iezu Kaeru leva o &#8220;Luz Quilombola – Oficina de Fotografia&#8221; para Conceição das Crioulas</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 18:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[iezu kaeru]]></category>
		<category><![CDATA[Luz Quilombola – Oficina de Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Através da abordagem da fotografia documental e da linguagem multimídia, o projeto “Luz Quilombola – Oficina de Fotografia” será realizado na Comunidade Quilombola de Conceição das Crioulas no município de Salgueiro. Com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, as aulas começaram nesta segunda-feira (10) e seguem até o próximo sábado (5), das 8h [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69250" aria-labelledby="figcaption_attachment_69250" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Iezu Kaeru/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-01036.jpg"><img class="size-medium wp-image-69250 " alt="Iezu Kaeru/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-01036-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Idealizado pelo fotógrafo, artista multimídia e educador Iezu Kaeru, o projeto oferece a jovens moradores de comunidades quilombolas oficinas de fotografia que se propõem a introduzir conceito, técnica, história e práticas fotográficas à vivência social nesses territórios étnicos</p></div>
<p>Através da abordagem da fotografia documental e da linguagem multimídia, o projeto “Luz Quilombola – Oficina de Fotografia” será realizado na Comunidade Quilombola de Conceição das Crioulas no município de Salgueiro. Com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, as aulas começaram nesta segunda-feira (10) e seguem até o próximo sábado (5), das 8h às 12h, na sede da Associação Quilombola de Conceição das Crioulas (AQCC). As inscrições estão abertas para jovens com idades entre 10 e 18 anos que vivem na comunidade e podem ser realizadas na própria AQCC &#8211; ou através do telefone (81) 9 8401 0256.</p>
<p>Idealizado pelo fotógrafo e educador Iezu Kaeru, o projeto oferece a jovens moradores de comunidades quilombolas oficinas de fotografia que se propõem a introduzir conceito, técnica, história e práticas fotográficas à vivência social nesses territórios étnicos. As atividades convidam os participantes a vivenciar a poética da construção da imagem, no sentido de construir conhecimento coletivamente.</p>
<div id="attachment_69251" aria-labelledby="figcaption_attachment_69251" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Iezu Kaeru/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-01238.jpg"><img class="size-medium wp-image-69251 " alt="Iezu Kaeru/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-01238-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text"><br />Ao final dos encontros em Conceição das Crioulas, a produção do grupo também será apresentada no formato de exposição coletiva e através de um catálogo impresso</p></div>
<p style="text-align: left;">Iniciando pela construção das &#8220;caixas mágicas&#8221;, que apresentam as primeiras noções sobre a luz na fotografia, os educandos participam ativamente de todas as etapas: desde a produção do conteúdo em campo, até a edição do trabalho e a publicação nas plataformas digitais. A montagem da mostra fotográfica é a última atividade construída em grupo e estimula um importante senso de coletividade e protagonismo social.</p>
<p>“A materialização dos produtos é importante na medida que possibilita que eles percebam que são capazes. Isso exalta a potência dessa juventude popular que, muitas vezes, precisa apenas de oportunidade. Eles trabalham questões como a identidade no material feito por eles mesmos. Passam a olhar a comunidade não como um lugar de ausência, mas de riqueza, diversidade cultural e tanta beleza”, avalia Iezu.</p>
<div id="attachment_69252" aria-labelledby="figcaption_attachment_69252" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Iezu Kaeru/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-9032.jpg"><img class="size-medium wp-image-69252 " alt="Iezu Kaeru/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-9032-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Todos os educandos recebem, ao final da ofiina, certificados de participação de 30h/aula de carga horária</p></div>
<p style="text-align: left;">Ao final dos encontros em Conceição das Crioulas, a produção do grupo também será apresentada no formato de exposição coletiva e através de um catálogo impresso, construído a partir de elementos visuais trazidos pelos próprios participantes. Todos os educandos recebem, ao final da ofiina, certificados de participação de 30h/aula de carga horária.</p>
<p><em><strong>Serviço:</strong></em><br />
Oficina de Fotografia Luz Quilombola na Comunidade Quilombola de Conceição das Crioulas.<br />
Segunda (10) a sábado (15) | 8h às 12h<br />
Associação Quilombola de Conceição das Crioulas (AQCC).<br />
Informações:  (81) 9 8401 0256</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto &#8220;Luz Quilombola&#8221; retrata a beleza da comunidade de Castainho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-luz-quilombola-retrata-a-beleza-da-comunidade-de-castainho/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 21:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Quilombola de Castainho]]></category>
		<category><![CDATA[garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[iezu kaeru]]></category>
		<category><![CDATA[Luz Quilombola]]></category>
		<category><![CDATA[Semana da Consciência Negra]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Vinte e um jovens da Comunidade Quilombola de Castainho, que fica em Garanhuns, celebraram a Semana da Consciência Negra deste ano perpetuando memórias e tradições do endereço através de imagens. O resultado dessa experiência se tornará público nesta sexta-feira (21), das 8h às 12h, quando acontecerá a culminância do projeto Luz Quilombola [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65553" aria-labelledby="figcaption_attachment_65553" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-3940.jpg"><img class="size-medium wp-image-65553" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-3940-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens entre 10 e 15 anos da Comunidade de Castainho paraticiparam do projeto Luz Quilombola</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Vinte e um jovens da Comunidade Quilombola de Castainho, que fica em Garanhuns, celebraram a Semana da Consciência Negra deste ano perpetuando memórias e tradições do endereço através de imagens. O resultado dessa experiência se tornará público nesta sexta-feira (21), das 8h às 12h, quando acontecerá a culminância do projeto Luz Quilombola que, entre os dias 19 e 24 de novembro de 2018, ofereceu oficinas de fotografia para os jovens na Escola Virgília Garcia Bessa. Na ocasião, o projeto volta ao espaço para a entrega dos certificados aos educandos, o lançamento do blog da oficina, o lançamento do catálogo impresso, o lançamento do instagram da oficina, a montagem coletiva da exposição e a exibição do vídeo produzido em grupo.</p>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, a iniciativa promoveu o intercâmbio de conhecimento. <em>“Como o próprio nome já anunciava, foi uma experiência luminosa. Sou arte-educador há nove anos, mas sempre dei aula para turmas com idade entre 16 e 22 anos. Esta turma tinha entre 10 e 15 anos, foi a mais jovem que já trabalhei e foi incrível, porque eles não faltavam nada. Foi um aprendizado muito grande não só para eles, mas para mim também</em>”, comentou o fotógrafo e artista visual Iezu Kaeru, que ministrou as aulas. As vivências exploraram desde o princípio da produção de imagens até o vídeo. Por isso, as lições envolveram a construção de caixas mágicas, imersão na floresta de sons, fotografia de olhos vendados, dentro outras recursos para desenvolver os sentidos dos alunos.</p>
<div id="attachment_65554" aria-labelledby="figcaption_attachment_65554" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-9038.jpg"><img class="size-medium wp-image-65554" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-9038-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As caixas mágicas foi um dos exercícios que desenvolveram as habilidades manuais dos alunos.</p></div>
<p>“<em>Construímos as caixas juntos, porque a fotografia analógica você faz com a mão e a gente queria estimular as habilidades manuais. Acabamos descobrindo uma riqueza artística muito grande na confecção e uso dessas caixas, por isso, as artes produzidas nesse exercício também serão usadas nos catálogos</em>”, revela Iezu sobre o material impresso que contará com 64 imagens. Ao todo, estima-se que os alunos produziram cerca de 2 mil fotos durante o curso e mais algumas delas serão postadas no blog da oficina, que ficará abrigado<strong> <a href="https://luzquilombola.wordpress.com/">neste link.</a></strong></p>
<p>Os jovens que participaram do curso terão acesso ao login e a senha do blog e do instagram da oficina para permaneceram atualizando com novas imagens. <em>“A materialização dos produtos ajuda no sentido de eles perceberem de que são capazes. A importância disso tudo é exaltar a potência dessa juventude popular que, muitas vezes, falta apenas oportunidade. Eles são, de fato, poderosos de estar trabalhando questões como a identidade com material feito por eles mesmos, de poder olhar para a comunidade não como um lugar de ausência, mas de riqueza e que tem tanta beleza</em>”, avalia Iezu, que ainda levará o projeto para a comunidade de Conceição das Crioulas, que fica em Salgueiro, durante a Semana Contra a Discriminação Racial (21 de maço), em 2019.</p>
<p>Buscando agregar mais pessoas da comunidade, a culminância do projeto nesta sexta-feira coincide com o encerramento das aulas da Escola Virgília Garcia Bessa. Serão distribuídos 500 catálogos e o vídeo também irá explora o universo de integrantes mais velhos de Castainho. “<em>Fomos atrás das referências para falar de ancestralidade, coletamos imagens da diretoria. Essa interação deles com os mais novos foi uma troca de saberes bonita e importante”</em>, conclui o Iezu.</p>
<div id="attachment_65555" aria-labelledby="figcaption_attachment_65555" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-20.jpg"><img class="size-medium wp-image-65555" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Luz-Quilombola_Catálogo-Castainho-20-607x339.jpg" width="607" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">Os moradores mais antigos da comunidade também participam do projeto falando de ancestralidade em vídeo produzido pelos alunos.</p></div>
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