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	<title>Portal Cultura PE &#187; Igarassu</title>
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		<title>Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu celebra bicentenário</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 19:45:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114952" aria-labelledby="figcaption_attachment_114952" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueroa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/32276633077_15ff8d90c6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-114952" alt="Fernando Figueroa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/32276633077_15ff8d90c6_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu</p></div>
<p>No Litoral Norte pernambucano, nesta sexta-feira (6) e neste sábado (7), a partir das 19h, acontece o Festival Cultural em Celebração aos 200 Anos do Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu. O evento ocorre em frente à sede da agremiação, localizada na Rua Dr. Barbosa Lima, nº 274, no Sitio Histórico do município. O acesso é gratuito.</p>
<p>A festa organizada para a comemoração do bicentenário do Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Leia mais</span>:</strong><br />
<strong><a title="Patrimônio Vivo: Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu" href="https://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/maracatu-estrela-brilhante-de-igarassu/" target="_blank">Patrimônio Vivo: Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu</a></strong></p>
<p>Ao todo está prevista a participação de 12 atrações da cultura popular. A sexta-feira é dedicada ao coco e à ciranda. Sobem ao palco os grupos Coco das Minas, Pinga Coco, Coco Juremado, Coco de Dona Olga e Coco Besouro Mangangá, além da cantora Lia de Itamaracá.</p>
<p>No sábado, o palco é dedicado aos grupos de macaratu nação: Raízes de Pai Adão, Xangô Alafim, Aurora Africana, Encanto do Dendê, Sol Brilhante de Olinda e Estrela Brilhante do Recife.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Festival-Cultural-em-Celebração-aos-200-anos-do-Maracatu-Estrela-Brilhante-de-Igarassu.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114953" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Festival-Cultural-em-Celebração-aos-200-anos-do-Maracatu-Estrela-Brilhante-de-Igarassu-273x486.jpeg" width="273" height="486" /></a></p>
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		<title>País das Culturas Populares acolhe artistas pouco antes vistos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 05:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos tradicionais. Neste domingo (28), em Gravatá (Agreste), esse aspecto esteve bem representado pelo Trans Coco, primeiro grupo de coco LGBTQIA+ do Estado (leia-se: do mundo); e pela Orquestra Iorubás de Pernambuco, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. A família da Ciranda Sant&#8217;Anna e o ativismo do Coco Resistência completaram a programação da tarde no palco-caminhão.</p>
<p>Formado por pessoas trans, o sexteto de voz e percussão Trans Coco, do município de Igarassu (Litoral Norte), orgulha-se de ser o primeiro grupo LGBTQIA+ de coco de roda de Pernambuco. A música, claro, é importante, mas na apresentação do conjunto nota-se que prevalece a preocupação com a luta pela conquista de espaço, pela dignidade humana e pelo respeito. Requisitos básicos, porém, ainda em falta para muitas pessoas.</p>
<p>Comandado pela cantora Raphaella Ribeiro, que também se autointitula a primeira mulher trans vocalista de um brinquedo popular, o Trans Coco aborda em suas músicas o combate às práticas discriminatórias e preconceituosas e aos crimes. &#8220;O palco é lugar de todos os corpos. Para nós é muito importante estarmos aqui&#8221;, afirmou Raphaella. A plateia, a maior dos três dias eventos nesse polo em Gravatá, acolheu o Trans Coco com muito afeto.</p>
<p>Outro belo exemplo No País das Culturas Populares neste domingo foi o da Orquestra Iorubás de Pernambuco. Numa analogia, o grupo de vozes, percussão e metais seria o equivalente a um conjunto gospel, ou de música sacra, porém, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. É integrado por pessoas de terreiro que fazem expressões de axé por meio de cantigas de louvação. Como se isso não bastasse, traz em sua formação um set amplo e vigoroso de metais que acrescenta uma sonoridade única e robusta à tradição do gênero. Um grata surpresa.</p>
<p>E por falar em tradição, a Ciranda Sant&#8217;Anna trouxe para o caminhão-palco um belo espetáculo de música e dramatização. O grupo, da família homônima do bairro do Vasco da Gama (Zona Norte do Recife), dedicou seus primeiros minutos a uma performance de meditação e oração, que foi seguida pela abertura de uma faixa com os dizeres: &#8220;Diga não intolerância religiosa&#8221;. Na sequência, um balé popular com quatro integrantes foi para o meio da plateia instigar ainda mais a formação das tradicionais rodas de ciranda. As canções evocaram um show de conscientização (como por exemplo pela preservação da Amazônia) e de reverência aos orixás como muito respeito e muita dignidade.</p>
<p>No cair da noite, no mesmo tom ativista e militante pela cultura popular e pelos direitos sociais, o Coco da Resistência, formado por músicos de várias localidades da Região Metropolitana do Recife (Amaro Branco/Olinda, Brasília Teimosa, Janga/Paulista, Santo Amaro), também deixou seu recado em um repertório de coco de roda e samba interpretado com vozes, percussão e cordas (contrabaixo elétrico e cavaquinho). Momentos de grande riqueza cultural pernambucana.</p>
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		<title>“Ocupa GAS” leva oficinas de teatro e diversos espetáculos a Igarassu</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 19:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o intuito de fomentar, promover e difundir as artes cênicas, o Grupo Teatral Ariano Suassuna (GAS), do município de Igarassu, na Região Metropolitana do Recife, dá início neste mês de setembro ao projeto “Ocupa GAS”. A ação, incentivada pelos recursos do Funcultura, será realizada por nove meses, com várias intervenções, entre elas, oficinas, palestras, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_6887-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96151" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_6887-1-607x379.jpg" width="607" height="379" /></a></p>
<p>Com o intuito de fomentar, promover e difundir as artes cênicas, o Grupo Teatral Ariano Suassuna (GAS), do município de Igarassu, na Região Metropolitana do Recife, dá início neste mês de setembro ao projeto “Ocupa GAS”. A ação, incentivada pelos recursos do Funcultura, será realizada por nove meses, com várias intervenções, entre elas, oficinas, palestras, debates e apresentações de espetáculos de teatro adultos e infantis, inteiramente grátis.</p>
<p>O projeto “Espaço Cultural Grupo Ariano Suassuna – Ocupa G.A.S.” receberá em sua sede, ao longo do segundo semestre, os espetáculos &#8220;Chico Cobra e Lazarino&#8221; (Igarassu); &#8220;A Quase Morte de Zé Malandro&#8221; (Recife); &#8220;Histórias para Voar&#8221; (Limoeiro); &#8220;Boi Estrelado&#8221; (Igarassu); e Intervenção de Palhaçaria (Recife). Para complementar a programação, haverá ainda a realização da oficina de iniciação teatral para crianças, jovens e adultos e uma roda de conversa sobre o fazer teatral, políticas públicas e desafios do segmento.</p>
<p>O Espaço Cultural Grupo Ariano Suassuna (Rua Joaquim Nabuco, 78, Centro &#8211; Igarassu/PE) é um local que se caracteriza por ser um equipamento destinado a atividades de cunho artístico-cultural de criação, fruição, educação, preservação e disseminação da memória, relacionadas ao teatro e demais segmentos artísticos.</p>
<p><strong>:: Programação do Ocupa GAS ::</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Agosto.22</strong></span><br />
18/8 – Início da Oficina de Iniciação Teatral para Jovens e Adultos<br />
20/8 – Espetáculo “Chico Cobra e Lazarino” &#8211; Grupo Teatral Ariano Suassuna (Igarassu)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Setembro.22</strong></span><br />
3/9 – Espetáculo “A Quase Morte de Zé Malandro” &#8211; Grupo de Teatro Drão (Recife)<br />
Oficina de Iniciação Teatral para Jovens e Adultos</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Outubro.22</strong></span><br />
8/10 – Espetáculo “Histórias para Voar” – Centro de Criação Galpão das Artes (Limoeiro)<br />
17 a 22/10 – Inscrições para Oficina de Teatro Infantil<br />
27/10 – Finalização da Oficina de Iniciação Teatral para Jovens e Adultos<br />
30/10 – Roda de Conversa: &#8220;O Fazer Teatral, Políticas Públicas e Desafios do Segmento&#8221;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Novembro.22</strong></span><br />
5/11 – Início da Oficina de Iniciação para Crianças<br />
12/11 – Espetáculo Boi Estrelado &#8211; Grupo Teatral Ariano Suassuna (Igarassu)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dezembro.22</strong></span><br />
3/12 – Espetáculo “Intervenção de Palhaçaria” – Cia Brincantes de Circo (Recife)<br />
Oficina de Iniciação Teatral para Crianças</p>
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		<title>Espetáculo “Histórias de um Pano de Roda” encerra circulação por cidades da RMR</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 11:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Cia. Brincantes de Circo encerra nesta sexta-feira (17), às 16h, no Teatro Souci &#8211; Aria Social Espaço de Dança e Arte, em Jaboatão dos Guararapes; e sábado (18), às 19h, no Coletivo Caverna, em Olinda, o projeto de circulação do espetáculo “Histórias de um Pano de Roda”. Incentivada pelo Governo do Estado de Pernambuco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Histórias-Hermilo-2019-F.-Rogério-Alves-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89620" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Histórias-Hermilo-2019-F.-Rogério-Alves-2-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>A Cia. Brincantes de Circo encerra nesta sexta-feira (17), às 16h, no Teatro Souci &#8211; Aria Social Espaço de Dança e Arte, em Jaboatão dos Guararapes; e sábado (18), às 19h, no Coletivo Caverna, em Olinda, o projeto de circulação do espetáculo “Histórias de um Pano de Roda”. Incentivada pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a montagem já teve apresentações no Recife e em Igarassu.</p>
<p>As apresentações são gratuitas e ainda garantirá o acesso às pessoas com deficiência auditiva, disponibilizando a tradução em Libras em suas sessões. Os ingressos serão distribuídos na bilheteria de cada espaço, no dia da apresentação. Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ciabrincantesdecirco/" target="_blank"><strong>@ciabrincantesdecirco</strong></a>.</p>
<p>“Histórias de um Pano de Roda” é um espetáculo documental que convida o público a conhecer a paixão que mantém esses artistas em estado de resistência. Costurado com depoimentos de circenses, o espetáculo expõe os bastidores da luta de artistas invisibilizados pelo preconceito, o descaso e a exploração. Tudo atravessado de ternura e gratidão entre os protagonistas que evocam nomes que encantaram, e ainda encantam, gerações, como Picolino, Cascudo, Carequinha, entre outros.</p>
<p>A dramaturgia, assinada por Ceronha Pontes, gira em torno de um velho palhaço que entrega paciente e generosamente seus conhecimentos e seu acervo a um jovem que lhe acompanha desde criança. Passando a história adiante ele afirma: “Preste atenção. A corda bamba da vida vai te derrubar muitas vezes. Na queda pegue impulso”. E diz mais: “Palhaço não morre. O circo também não há de morrer”. Mestre e aprendiz, uma metáfora do movimento da vida, que se refaz à revelia da ação destruidora do capital.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></span></p>
<p>- JABOATÃO DOS GUARARAPES &#8211; 17/12, às 16h<br />
TEATRO SOUCI &#8211; Aria Social Espaço de Dança e Arte<br />
Avenida Canal Setúbal, 766, Jaboatão dos Guararapes</p>
<p>- OLINDA &#8211; 18/12, às 19h<br />
COLETIVO CAVERNA<br />
Rua Ouriço do Mar, quadra D-14, Nº 32, Ouro Preto &#8211; Olinda</p>
<p>Mais informação: <strong>ciabrincantesdecirco@gmail.com</strong> / <a href="https://www.instagram.com/ciabrincantesdecirco/" target="_blank"><strong>@ciabrincantesdecirco</strong></a></p>
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		<title>Blog mostra as belezas de Goiana e Igarassu</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 21:48:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc, está no ar o Blog Beleza de Goiana e Igarassu. Capitaneada por Pablo Menezes, a página tem como objetivo apresentar fotos resultantes da ação cultural &#8220;A beleza situada entre a natureza, o patrimônio e a história de Goiana e de Igarassu&#8221;, cidades do litoral norte de Pernambuco, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/LAB.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84254 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/LAB-442x486.jpeg" width="442" height="486" /></a></p>
<p>Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc, está no ar o Blog Beleza de Goiana e Igarassu. Capitaneada por Pablo Menezes, a página tem como objetivo apresentar fotos resultantes da ação cultural &#8220;A beleza situada entre a natureza, o patrimônio e a história de Goiana e de Igarassu&#8221;, cidades do litoral norte de Pernambuco, que é uma região muito rica em belezas naturais e bens culturais históricos.</p>
<p><em>&#8220;A ação visa compartilhar com o público um pouco do olhar sobre a natureza, o patrimônio material desses municípios que fazem parte do meu repertório cultural e afetivo. Dentre as fotos, algumas foram registradas por meio de drone, o que trouxe novos ângulos para conhecer esses lindos locais históricos. Tudo está disponibilizado no blog, instagram, e também no fotolivro que está disponível no Issuu.com&#8221;</em>, conta Pablo.</p>
<p>Para acessar o blog, basta clicar no link: <a href="https://belezagoianaeigarassu.blogspot.com/" target="_blank"><strong>belezagoianaeigarassu.blogspot.com</strong></a>. No Instagram: <a href="https://www.instagram.com/boradedrone/" target="_blank"><strong>@boradedrone</strong></a>.</p>
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		<title>Iphan conclui obras de conservação e manutenção de Casarão do Patrimônio em Igarassu</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 20:36:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Traçado urbano irregular, casarões centenários e a primeira igreja construída no Brasil. Estes são apenas alguns dos atrativos do município de Igarassu, em Pernambuco (PE), onde está localizado o imóvel conhecido como Sobrado do Imperador, parte da memória da cidade. A fim de preservar este legado do Centro Histórico do município, a edificação acaba de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79806" aria-labelledby="figcaption_attachment_79806" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Iphan/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/casa-do-patrimônio-igarassu.png"><img class="size-full wp-image-79806" alt="Iphan/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/casa-do-patrimônio-igarassu.png" width="600" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">O prédio abriga o Escritório Técnico do Iphan em Igarassu e a Casa do Patrimônio, espaço onde são promovidas diversas ações culturais e educativas</p></div>
<p>Traçado urbano irregular, casarões centenários e a primeira igreja construída no Brasil. Estes são apenas alguns dos atrativos do município de Igarassu, em Pernambuco (PE), onde está localizado o imóvel conhecido como Sobrado do Imperador, parte da memória da cidade. A fim de preservar este legado do Centro Histórico do município, a edificação acaba de passar por obras de conservação e manutenção.</p>
<p>As intervenções receberam aproximadamente R$ 180 mil em investimentos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Iniciadas em janeiro de 2020, e após um período de suspensão em virtude da atual pandemia, as obras foram encerradas em outubro deste ano.</p>
<p>As intervenções visam a conservação continuada do prédio, que passou por obras completas de restauração em 2009. O escopo dos trabalhos que acabam de ser finalizados contemplou limpeza e reparos no telhado e na cantaria; pintura de paredes; retificações e conservação em assoalho de madeira; conserto e pintura de esquadrias; imunização contra cupins, entre outros serviços. Destaca-se também a construção de um anexo com dois banheiros na parte externa junto ao Sobrado, que segue as normas de acessibilidade. Esta melhoria busca atender aos visitantes, pois havia apenas um sanitário na construção, no andar superior.</p>
<p>Desde 2010 o prédio abriga o Escritório Técnico do Iphan em Igarassu, bem como a Casa do Patrimônio, espaço onde são promovidas diversas ações culturais e educativas. Com regularidade, oficinas, palestras e exposições movimentam o casarão: o trabalho continuado tem contribuído para aprofundar o conhecimento do público sobre Patrimônio Cultural, assim como estimula vínculos com o próprio sobrado, cenário de experiências marcantes para os frequentadores.</p>
<p><strong>Sobrado do Imperador -</strong> Construído entre os séculos XVII e XVIII, o bem consiste em um dos mais notáveis imóveis do Centro Histórico da cidade. O sobrado foi erguido com recursos advindos do imposto da carne no então povoado de Igarassu. Os primeiros usos foram diversificados, mas convergiram em abrigar instituições do poder oficial, como casa de aposentadoria, cadeia e Câmara. Em 1972, o Conjunto Arquitetônico e Paisagístico de Igarassu foi inscrito no Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico do Instituto.</p>
<p>No século XIX, a edificação passou por transformações intensas. Acrescentou-se ao prédio uma ornamentação de referência neoclássica, vertente estilística que chega ao Brasil por influência da Missão Francesa em 1816 e permanece dominante ao longo daquele século. Mesmo com as alterações, foi mantida a essência da arquitetura seiscentista. Tais traços se mostram nos espaços permeados por jogos de cheios-e-vazios e pela conformação dos elementos em cantaria, que consiste em blocos de rocha bruta talhados de forma a constituir sólidos geométricos.</p>
<p>O nome Sobrado do Imperador remete à visita de Dom Pedro II, que esteve no prédio em cinco de dezembro de 1859, quando realizava uma viagem pelo Nordeste. O evento ajudou a consolidar histórias de que a edificação foi construída no século XIX, o que não é historicamente acurado. Naquele ano o imóvel apenas foi preparado para recepcionar o monarca.</p>
<p><strong>História da cidade -</strong> Igarassu é considerada por alguns estudiosos como o primeiro núcleo de povoamento do País. Mais consensual é o título de segunda vila a ser criada no Brasil, após São Vicente, no atual estado de São Paulo.</p>
<p>A cidade foi fundada em 27 de setembro de 1535, após a vitória dos portugueses sobre os índios Caetés. Na ocasião, o Capitão Afonso Gonçalves mandou erigir no local uma capela consagrada aos Santos Cosme e Damião, hoje a mais antiga existente no Brasil.</p>
<p>Começa a surgir no alto da colina um modelo de implantação que materializava o poder administrativo e religioso colonial português. O estabelecimento de uma praça e de um largo delimitado por igreja, câmara, cadeia e demais prédios de propriedades e funções proeminentes consistia na estrutura inicial de povoamento, que se repetiria em Olinda e em outras cidades brasileiras.</p>
<p>Há duas explicações para a origem do nome, ambas de tradição indígena. Segundo a primeira, teria como fonte os termos do tupi Igara e Assu, que significam, respectivamente, “canoa” e “grande”. Os historiadores acreditam que a designação teria vindo da exclamação de surpresa dos índios ao avistarem as imensas caravelas portuguesas.</p>
<p>A outra possibilidade é de que remeta a três palavras indígenas: Ig = água ou rio; Guara = ave aquática; e Açu = grande. Desta forma, Igarassu significaria Rio dos Grandes Pássaros, também em alusão às embarcações que despontavam na costa durante os primeiros anos da colonização.</p>
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		<title>Outras Palavras promove recital, debate literário e roda de coco em Igarassu</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Dec 2017 16:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Aurinha do Coco]]></category>
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		<category><![CDATA[Escola Desembargador Carlos Xavier]]></category>
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		<category><![CDATA[Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio pernambuco de literatura]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Selma do Cocom]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias O Outras Palavras foi até o município de Igarassu, na última quarta-feira (6), para realizar o que sabe fazer de melhor: a integração entre a cultura e a educação de uma forma simples e genuína, trazendo para perto dos alunos da rede pública uma série de mestras e mestres da cultura popular, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55915" aria-labelledby="figcaption_attachment_55915" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24019740817_b7c6c7b50c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55915 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24019740817_b7c6c7b50c_k-607x432.jpg" width="607" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">Atualmente é uma das coquistas mais prestigiadas de Pernambuco, Aurinha do Coco levou sua voz forte e afinada para o Outras Palavras</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>O <b>Outras Palavras</b> foi até o município de Igarassu, na última quarta-feira (6), para realizar o que sabe fazer de melhor: a integração entre a cultura e a educação de uma forma simples e genuína, trazendo para perto dos alunos da rede pública uma série de mestras e mestres da cultura popular, além de jovens escritores premiados. Nesta edição, que aconteceu numa parceria com o IPHAN de Igarassu, no Sítio Histórico, o projeto contou com a presença do escritor vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura, Camillo José, natural de Igarassu, e da coquista Dona Aurinha do Coco, de Olinda.</p>
<p>Estudantes de duas escolas da região, a Escola Desembargador Carlos Xavier e a Escola Santos Cosme Damião, estavam presentes no encontro, que começou com um recital de poesias feito por alunos da Escola Des. Carlos Xavier e coordenados pela pedagoga e coordenadora da biblioteca da instituição, Ilka Nóbrega.</p>
<div id="attachment_55924" aria-labelledby="figcaption_attachment_55924" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997938005_1e02d8385e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55924 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997938005_1e02d8385e_k-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">Recital foi feito por jovens alunos da sexta série de Escola Desembargador Carlos Xavier, de Igarassu</p></div>
<p>No recital, quatro jovens alunos da sexta série recitaram poesias de autores como Clarice Lispector (<b>Não te amo mais</b>), Manuel Bandeira (<b>Cantiga de amor</b>), de Bráulio Bessa (<b>Amor ideal</b>) e João Cabral de Melo Neto (<b>Os três mal amados</b>). Em seguida, como o sarau envolve poesia e música, a aluna Sandy cantou a canção <b>Eu sei que vou te amar</b>, de Tom Jobim. <i>“Eu faço parte da Academia Igarassuense de Cultura e Letras, e participei uma vez de um sarau feito por estudantes que me encantou bastante. Na hora pensei: ‘São alunos, da mesma forma que temos na Carlos Xavier’, e em junho convidei os alunos e começamos a ensaiar. Desde agosto estamos nesse estudo, se encontrando uma vez por semana”,</i> detalhou Ilka Nóbrega.</p>
<div id="attachment_55918" aria-labelledby="figcaption_attachment_55918" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013339068_19e18ff046_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55918 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013339068_19e18ff046_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Como sarau também envolve música, a estudante do Ensino Médio, Sandy, foi chamada para cantar uma canção de Tom Jobim</p></div>
<p>O diretor da Escola Carlos Xavier, Rubem Mesquita, fez uma fala sobre a vontade de se construir uma escola pública de qualidade. <i>“Quando nós chegamos nesta instituição há pouco mais de um ano, viemos com o compromisso de trabalhar em parceria com a comunidade, acreditando que educação e a escola não é somente o currículo escolar, e sim trabalhar com temas transversais. Transformar o novo olhar da educação. A Carlos Xavier estava entre os últimos colocados no ranking e recebemos este ano a informação que fomos a escola que mais evoluiu na GRE Metro Norte, porque temos uma equipe compromissada com esse ideal. Subimos 79 posições de um ano pra cá”,</i> comemorou o diretor.</p>
<div id="attachment_55923" aria-labelledby="figcaption_attachment_55923" class="wp-caption img-width-545 aligncenter" style="width: 545px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997929565_7296f03f02_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55923 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997929565_7296f03f02_k-545x486.jpg" width="545" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Nosso compromisso é trabalhar em parceria com a comunidade, acreditando que educação e a escola não é somente o currículo escolar, e sim trabalhar com temas transversais. Transformar o novo olhar da educação&#8217;, disse Rubem Mesquita, diretor da Escola Des. Carlos Xavier</p></div>
<p>Mediado por Márcia Branco, a conversa com o escritor Camillo José foi uma das emocionantes participações dele no <strong>Outras Palavras</strong>. Talvez por falar tanto em games, desenhos animados ou filmes infantis, talvez pela própria juventude latente, Camillo consegue se aproximar bastante dos estudantes, uma questão de identificação. <i>“Ele é uma pessoa gigante, que lê muita coisa de vários assuntos diferentes e tem uma dinâmica impressionante. Eu queria que você falasse um pouco como leva isso nos seus textos”,</i> perguntou Márcia.</p>
<div id="attachment_55920" aria-labelledby="figcaption_attachment_55920" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997913115_8b021e6d8b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55920 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997913115_8b021e6d8b_k-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">Camillo José, natural de Igarassu, é um dos escritores vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro &#8216;A Dakimatura Flutuante&#8217;</p></div>
<p><i>“Infelizmente a literatura ainda é uma modalidade artística muito conservadora. Na música, por exemplo, existe o sampler e o remix, que é tocar a canção de outra forma, ou transformar em outra. E isso é um experimento imenso. Eu já ouvi música que era uma batida de funk feita com Beethoven. Na literatura ainda fica muito aquela coisa batida, quadrada. A tentativa de escrever para além do agora está muito na possibilidade de você assumir que vive uma geração que inevitavelmente está em conflito com outras gerações antigas, mas que por meio desse atrito criam coisas completamente inimagináveis. Eu, por exemplo, passei pela virada do milênio, e me lembro que se dizia que o mundo ia acabar. A gente até largou mais cedo da escola para ver o fim do mundo com a família”,</i> disse Camillo, sob gargalhadas dos alunos.</p>
<p><i>“A gente está vivendo o futuro, mas tem várias coisas antigas voltando, que é o conceito de vapor wave, hoje você escuta uma música, amanhã outra, é tudo muito rápido. Eu vim de uma geração que olhava para o futuro e ao mesmo tempo em contato com a família e os mais velhos. A literatura que eu tento escrever está sempre situada nessa mistura entre o moderno e as influências de tudo que vivi na infância”,</i> revelou o escritor.</p>
<div id="attachment_55917" aria-labelledby="figcaption_attachment_55917" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013327608_1aee69ec07_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55917 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013327608_1aee69ec07_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“A gente tem esse preconceito com o que o jovem gosta de fazer e não percebe que quem ele é hoje fruto de tudo aquilo que consumiu na vida inteira&#8221;, refletiu Camillo sobre suas inspirações</p></div>
<p>Sobre as suas inspirações, Camillo adentrou no mundo das memórias afetivas, um universo que parece ser sua fonte inesgotável de criatividade. <i>“É muito marcante você ter toda essa memória afetiva das coisas. Eu lembro que passava na TV o filme <b>Lambada, o ritmo proibido</b>, e eu achava que realmente era um ritmo proibido. E quando meus pais ouviam lambada no carro de som eu ficava escondido na janela com medo da polícia chegar”, contou aos risos. “Eu cresci com essa ingenuidade, mas é muito importante esse tipo de experiência porque faz você criar uma relação sincera com o mundo”,</i> opinou.</p>
<div id="attachment_55922" aria-labelledby="figcaption_attachment_55922" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997925695_d996cd4336_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55922 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997925695_d996cd4336_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na conversa, Camillo também falou sobre como foi participar do Prêmio Pernambuco de Literatura, suas memórias afetivas e o universo lúdico que construiu a partir disso</p></div>
<p style="text-align: left;"><i>“A gente tem esse preconceito com o que o jovem gosta de fazer e não percebe que quem ele é hoje fruto de tudo aquilo que consumiu na vida inteira. Eu vim de uma geração que a gente brincava na rua, mas a gente só ia depois de assistir a todos os desenhos da TV. E todo esse universo me inspirou muito. Você aprende a valorizar uma amizade e lidar com as diferenças assistindo ao <strong>Harry Potter</strong>, por exemplo. Eu não tenho vergonha de dizer que muito da minha educação eu aprendi com esse universo, e não com a família. Era uma série de coisas que me influenciavam a ponto de dizer que nós jovens temos isso e ninguém vai conseguir tirar. É muito importante ter esse tipo de consciência”, </i>concluiu o escritor.</p>
<p>Márcia comentou que Camillo José, nas suas próprias palavras, foi muito influenciado pela literatura surrealista do escritor paulistas Roberto Piva, e quis saber um pouco mais sobre este assunto. <i>“Eu lembro que na faculdade eu peguei um livro dele e quando li pela primeira vez foi uma coisa muito forte, porque trata justamente da imagética, quando o poema não necessariamente tem um significado, mas tem uma imagem tão forte que você se sente completo, mesmo que aquilo não faça sentido. E os poemas do Roberto Piva tem muito disso. Ele incentiva que você não tenha piedade diante do leitor, nem se preocupe com o que os outros vão achar,  e sim provocar uem for lê-lo e que o leitor tenha seu texto como um mosaico”.</i></p>
<p>Sobre o Prêmio Pernambuco de Literatura, que Camillo José venceu na quarta edição com o livro <b>A Dakimatura Flutuante</b>, seu segundo livro de poesias, o escritor deu dicas aos alunos que tenham em mente um dia escrever uma obra literária. “<i>Eu me estimulei a enviar o meu porque eu via pessoas que eu conhecia fazendo o mesmo. Se eles podem, eu posso também. A inscrição é gratuita, e por e-mail, então se tiver alguém aqui que escreve, tenta. Não vai perder nada. Se você for uma pessoa ansiosa como eu, talvez fique um pouco angustiado, mas vai ter a consciência tranquila de que tentou. É uma iniciativa muito importante, não só pra descobrir outras pessoas, mas pra você se descobrir ali dentro. As inscrições do próximo, que agora se chama <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/vi-premio-hermilo-borba-filho-de-literatura/">Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</a>, estão abertas. Leiam o edital que as informações estão todas lá”,</i> sugeriu Camillo.</p>
<div id="attachment_55916" aria-labelledby="figcaption_attachment_55916" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013323388_6a5db22a15_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55916 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013323388_6a5db22a15_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos participantes do recital, Alan Mateus, de 11 anos, disse que um dia quer escrever um livro sobre sua história e quis saber de Camillo qual a sensação de publicar uma obra literária</p></div>
<p style="text-align: left;">Alan Mateus, de 11 anos, e um dos participantes do recital feito pelos alunos da sexta série da Escola Des. Carlos Xavier, conta que tem um <a href="https://www.youtube.com/channel/UCfiyGo4Eds_2M1bVqB6NE6Q" target="_blank">canal no Youtube</a>, no qual vai falar sobre suas aventuras, e disse que tem o sonho de um dia escrever um livro contando sua história. Em seguida, quis saber de Camillo como é publicar um livro, qual a sensação que ele teve ao ter o trabalho pronto. “<i>Eu fico muito feliz com a tua iniciativa, eu espero que você faça o seu livro. A sensação que eu tive eu geralmente uso um exemplo que é um detalhe do <strong>Harry Potter</strong>, que é a Horcrux. Existe um vilão chamado Voldemort que fez uma magia que era necessário destruir antes sete coisas, que eram as Horcrux, para poder então destruir ele. Eu tento levar esse exemplo pro bem no sentido de que pra mim cada livro que eu faço é como um objeto desses e você se torna imortal de alguma forma”.</i></p>
<div id="attachment_55925" aria-labelledby="figcaption_attachment_55925" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38169044394_10deb23ca3_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55925 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38169044394_10deb23ca3_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Depois da conversa com Camillo José, os estudantes dançaram coco de roda sob a voz de Aurinha do Coco, uma das coquistas mais importantes de Olinda</p></div>
<p>Depois do debate literário, foi a vez dos jovens estudantes conhecerem de perto uma das coquistas mais importantes de Amaro Branco, em Olinda. Áurea da Conceição de Assis Souza, mais conhecida como Aurinha do Coco, começou a carreira cantando no Coral São Pedro Mártir e o Madrigal do Recife, para depois integrar por dez anos o grupo de Selma do Coco, como vocalista.</p>
<p>Atualmente é uma das coquistas mais prestigiadas de Pernambuco, dona de uma voz forte e afinada. Já tocou em diversas partes do Brasil, participando de eventos importantes como o PercPan (BA) e o Abril Pro Rock (PE). Cantora, compositora, já gravou e cantou com Alceu Valença, Naná Vasconcelos, Lia de Itamaracá, Ferrugem, entre outros.</p>
<div id="attachment_55926" aria-labelledby="figcaption_attachment_55926" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38169040714_ec5dc02372_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55926 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38169040714_ec5dc02372_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Aurinha do Coco conversou sobre sua trajetória artística, a influência de Dona Selma do Coco na sua vida e outros detalhes da carreira</p></div>
<p><i>“Minha trajetória começou na música erudita, e quando meu maestro me viu cantar ele endoidou. Foi quando conheci Dona Selma do Coco (</i>Patrimônio Vivo de Pernambuco,<i> in memoriam), e me casei com seu filho. No primeiro CD de Selma, eu gravei com ela, sapateando e quebrando todos os chinelos. Ela ficava pau da vida comigo&#8221;, relembrou. &#8220;Cantei por esse meio de mundo. Aquela Festa da Lavadeira quem primeiro cantou foi Selma com a gente, não tinha aquela danação de grupos. Era a gente e um caboclo de lança, que vinha lá das brenha para festa”,</i> disse a coquista.</p>
<p><i>“Essa parceria que eu tinha com Selma foi uma coisa muito importante na minha carreira. E ela cresceu, e eu me senti na necessidade de mostrar o meu trabalho e cantar sozinha, na década de 90”,</i> disse Aurinha, para em seguida fazer uma homenagem à mestra, cantando uma das mais conhecidas músicas de Selma do Coco, <b>A rolinha</b>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wxP7QTfYoZw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Aurinha do Coco falou também sobre suas composições próprias e citou uma que está no seu segundo CD, <b>Seu Grito</b> (2011), que dá nome ao disco. <i>“Uma amiga minha tinha acabado o noivado e estava com a gente num clube, quando de repente cismou que tinha que ir embora. E no caminho de volta pra casa ela encontrou com o ex-noivo, que perguntou a ela se ela voltaria com o noivado. Ela disse que não, e ele puxou o revólver e a assassinou. Na época do ocorrido nós fomos participar de um evento na Prefeitura de Olinda sobre violência contra a mulher, e eu ainda em choque com aquilo tudo sentei na última cadeira do teatro e pedi a Deus uma iluminação, pra que eu pudesse compor a música em homenagem a minha amiga. Foi quando ouvi atrás de mim ‘Seu grito silenciou’. Ouvi alto, peguei o papel e a caneta e saiu esse coco aqui: Seu grito silenciou</i><i> </i><i>/ Lá no alto de Olinda / Era uma mulher tão linda / que a natureza criou / ela foi morta no meio da madrugada / com um tiro de espingarda / pela mão do seu amor’”, cantou, emocionando toda a plateia.<br />
</i></p>
<div id="attachment_55919" aria-labelledby="figcaption_attachment_55919" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997911915_1405441740_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55919 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997911915_1405441740_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Eu digo que o Outras Palavras é uma forma de resistência. Possibilitar aos filhos das trabalhadoras e trabalhadores o acesso ao conhecimento, que a gente também pode sonhar e desejar muito mais da vida&#8221;, disse Antonieta Trindade, gestora do projeto e vice-presidente da Fundarpe</p></div>
<p>A gestora do <b>Outras Palavras</b> e vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, falou do prazer de estar com o projeto em Igarassu porque foi ali que seu pai nasceu e onde viveu toda a sua infância. <i>“É sempre encantador a gente ter a oportunidade de conversar com Camillo, que é um jovem escritor premiado, daqui de Igarassu, o que é um estímulo pra nossa juventude. Por isso que eu digo que esse projeto é uma forma de resistência. Possibilitar aos filhos das trabalhadoras e trabalhadores o acesso ao conhecimento, que a gente também pode sonhar e desejar muito mais da vida. Quem sabe em breve, eu bem velhinha, não leve o Alan Mateus com seu livro pra conversar com os estudantes”,</i> brincou Antonieta, se colocando à disposição a voltar à Igarassu em 2018. Em seguida, a gestora entregou ao diretor Rubem Mesquita um kit com livros de escritores premiados no Prêmio Pernambuco de Literatura para a biblioteca da escola.</p>
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		<title>Pré-Conferência em Igarassu avança sobre o Plano Estadual de Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 03:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Dezenas de artistas e fazedores de cultura se encontraram nesta terça-feira (5) para participar da Pré-Conferência Estadual de Cultura – Região Metropolitana Norte, que aconteceu no Centro de Artes Mestre Narciso Félix de Araújo, em Igarassu. Após o credenciamento dos inscritos, houve uma mesa de abertura que contou com a presença de Cláudia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55807" aria-labelledby="figcaption_attachment_55807" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38860750131_4fcb612e10_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55807 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38860750131_4fcb612e10_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Essa Conferência é singular porque tem um objeto só, como já foi dito, que é elaborar o Plano Estadual de Cultura de Pernambuco&#8221;, disse o secretário de Cultura, Marcelino Granja</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Dezenas de artistas e fazedores de cultura se encontraram nesta terça-feira (5) para participar da Pré-Conferência Estadual de Cultura – Região Metropolitana Norte, que aconteceu no Centro de Artes Mestre Narciso Félix de Araújo, em Igarassu. Após o credenciamento dos inscritos, houve uma mesa de abertura que contou com a presença de Cláudia Veiga, representante da Secretaria de Turismo e Cultura de Igarassu, de Nivaldo José, representante do Conselho Estadual de Política Cultural (CEPC), e de Marcelino Granja, Secretário de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<div id="attachment_55825" aria-labelledby="figcaption_attachment_55825" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37974303175_e0f6f9a2f2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55825" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37974303175_e0f6f9a2f2_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dezenas de pessoas participaram do momento do credenciamento</p></div>
<p><i>“Este é um momento muito ímpar para a cultura pernambucana porque o Brasil não está realizando sua Conferência Nacional. Vale aqui reconhecer a vontade política do nosso governador Paulo Câmara, do nosso secretário de Cultura, Marcelino Granja, e da presidente da Fundarpe, Márcia Souto, e ressaltar que nós da sociedade civil estamos realizando essas Pré-Conferências com o intuito de construirmos juntos o nosso Plano Estadual de Política Cultural”,</i> disse durante a abertura Nivaldo José, que é conselheiro no CEPC representando a linguagem Artesanato.</p>
<div id="attachment_55795" aria-labelledby="figcaption_attachment_55795" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38860972071_896df3f5de_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55795 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38860972071_896df3f5de_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa de abertura que contou com a presença de Cláudia Veiga, representante da Secretaria de Turismo e Cultura de Igarassu, de Nivaldo José, representante do Conselho Estadual de Política Cultural (CEPC), e de Marcelino Granja, Secretário de Cultura de Pernambuco (Secult-PE)</p></div>
<p>De acordo com Marcelino Granja, a IV Conferência Estadual de Cultura está dividida em 27 plenárias como a que aconteceu em Igarassu, e até aqui já foram realizadas quase metade delas, 14 ao todo. “<i>Essa Conferência é singular porque tem um objeto só, como já foi dito, que é elaborar o Plano Estadual de Cultura de Pernambuco. Para isso, nós vamos rediscutir tudo o que foi debatido nos últimos doze anos de lutas sociais no movimento de cultura, mas focados já partindo de uma proposta”,</i> reforçou o secretário de Cultura do estado.</p>
<div id="attachment_55791" aria-labelledby="figcaption_attachment_55791" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37974187605_5db0ef1d9c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55791 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37974187605_5db0ef1d9c_k-607x410.jpg" width="607" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelino Granja deu detalhes de como será esse período de Pré-Conferências: Ao todo, serão realizados 27 encontros, entre setoriais e regionais</p></div>
<p><i>“Vocês receberam na sua pasta uma <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/minuta-1-plano-estadual.pdf">Primeira Minuta do Plano Estadual de Cultura</a>, elaborada pela Secult-PE e Fundarpe, claro, aproveitando as discussões já realizadas nas três conferências anteriores e nos debates acontecidos nos conselhos de cultura. O documento está apresentado em oito eixos, que são diretrizes gerais de uma política cultural, e cada eixo está dividido em 24 objetivos estratégicos. Por sua vez, cada objeto é dividido em ações, que somam ao todo 96 propostas para o nosso Plano”,</i> explicou Marcelino Granja. <i>“Nós estamos tratando aqui de um planejamento estratégico de política cultural em longo prazo de 8 a 10 anos”,</i> ressaltou.</p>
<div id="attachment_55792" aria-labelledby="figcaption_attachment_55792" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38145586614_4d681fe8e2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55792 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38145586614_4d681fe8e2_k-607x436.jpg" width="607" height="436" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“Vocês receberam na sua pasta uma Primeira Minuta do Plano Estadual de Cultura, elaborada pela Secult-PE e Fundarpe, claro, aproveitando as discussões já realizadas nas três conferências anteriores e nos debates acontecidos nos conselhos de cultura&#8221;, ressaltou o secretário</p></div>
<p><i>“Quem é militante do movimento cultural vai perceber que não tem nenhuma novidade nessa minuta, porque ele, como foi dito, é o resultado de um debate intenso com a sociedade. A novidade é que nós estamos querendo transformar isso aqui num planejamento. Parte desse plano estratégico vai virar lei, e outra parte vai ser parte do planejamento governamental, por decreto”,</i> revelou Marcelino Granja.</p>
<p>Quando for realizada a Plenária Final da IV Conferência Estadual de Cultura, marcada para os dias 16 e 17 e 18 de março de 2018, será aprovado o documento final do Plano Estadual de Cultura, que seguirá para validação do Conselho Estadual de Política Cultura, e, em seguida, ser desmembrado. <i>“Parte vai virar decreto do governador e parte vai virar projeto de lei e vai pra Assembleia Legislativa. Algumas lutas históricas, como o aumento dos recursos para a Cultura (dobrar o valor atual, R$ 100 milhões, em dez anos) e a realização de uma Conferência a cada quatro anos, serão transformadas em lei”,</i> detalhou o secretário, para em seguida dar início às discussões dos Grupos de Trabalho.</p>
<div id="attachment_55809" aria-labelledby="figcaption_attachment_55809" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23997106767_661ed1c125_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55809 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23997106767_661ed1c125_k-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Depois da abertura, os participantes se dividiram nos Grupos de Trabalho para discutir a Primeira Minuta do Plano Estadual de Cultura de Pernambuco</p></div>
<p>Pela quantidade de participantes, os GTs 1 e 4, mediados pelos pesquisadores Roberto Carneiro e Edvaldo Júnior, e os 2 e 3, mediados pelos conselheiros Jocimar Gonçalves, se juntaram para discutir juntos os eixos correspondentes de cada grupo.</p>
<p>O GT1 discutiu os eixos 1 – patrimônio cultural e memória e territórios, territorialidades<b> </b>e<b> </b>8- políticas afirmativas; O GT2 tratou dos pontos sobre os eixo 3 – desenvolvimento simbólico da cultura e eixo 4 – economia da cultura; Já o GT3 debateu os eixo 5 – pesquisa e formação artística cultural  e eixo 6 – cultura e educação; Enquanto que o GT4 imergiu no eixo 7 – cultura e comunicação e eixo 2 – gestão, infraestrutura e participação social.</p>
<p>Durante este momento os participantes puderam debater, a partir dos oito eixos, as ações estratégicas, podendo mudar a relação da ação, retirar alguma delas e, por fim, acrescer uma ação para cada um dos 24 objetivos estratégicos presentes na minuta.</p>
<div id="attachment_55803" aria-labelledby="figcaption_attachment_55803" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24990031468_135fc49f34_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55803 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24990031468_135fc49f34_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O mediador Edvaldo Júnior lembrou que em Igarassu só existe um Ponto de Cultura reconhecido, que é o Maracatu Estrela Brilhante, mas que qualquer entidade cultural pode pleitear hoje no MinC o credenciamento</p></div>
<p>Num dos debates realizados nos GTs 1 e 4, por exemplo, foi tratado de um tema específico do eixo 8, objetivo estratégico 8.3, que fala do fortalecimento dos Pontos de Cultura de Pernambuco. “<i>A atividade cultural naquela localidade interage com a comunidade, porque Ponto de Cultura é uma ação de base comunitária. O objetivo é atender uma demanda de seu território. A primeira ação desse objetivo aqui proposto é a criação da Lei da Cultura Viva de Pernambuco, que é um fomento a essas iniciativas. Aqui em Igarassu nós só temos um reconhecido, que é o Maracatu Estrela Brilhante, mas qualquer entidade cultural pode pleitear hoje, se quiser, no <a href="http://www.cultura.gov.br/pontos-de-cultura1">Ministério da Cultura</a> e se credenciar para ser um Ponto de Cultura”,</i> comentou Edvaldo Júnior.</p>
<p>Muita gente presente na Pré-Conferência aproveitou também para conhecer e se cadastrar no <a href="http://www.mapacultural.pe.gov.br/">Mapa Cultural de Pernambuco</a>, iniciativa da Secult-PE e Fundarpe, uma plataforma livre, gratuita e colaborativa de mapeamento do cenário cultural pernambucano, considerando e permitindo o acesso às informações sobre eventos, programas, espaços e agentes culturais.</p>
<p>No momento da eleição dos delegados, haviam cinco inscritos da Sociedade Civil para concorrer às duas vagas previstas no regulamento. No caso do Poder Público, havia apenas uma inscrição, a de Cláudia Veiga, que foi eleita. Já na eleição da Sociedade Civil, os delegados eleitos foram Emerson Coelho de Melo Barbosa e Izabel Cristina Leite, ambos de Igarassu.</p>
<div id="attachment_55802" aria-labelledby="figcaption_attachment_55802" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24990027088_6d3d8eae97_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55802 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24990027088_6d3d8eae97_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Grupo Cultural Rala Coco Maria compareceu ao encontro e fez um protesto por melhores condições para a classe artística da cultura popular</p></div>
<p>O <a href="https://www.facebook.com/Grupo-Cultural-Rala-Coco-Maria-1001318656568881/" target="_blank">Grupo Cultural Rala Coco Maria</a>, que se reúne todo último sábado do mês no projeto Sambada da Ladeira, em frente à Igreja Santo Cosme Damião, foi em peso à Pré-Conferência e ajudaram a eleger o delegado Emerson Coelho. “<em>Eu vejo que é importante a nossa presença neste espaço para reivindicar nossos direitos, e dizer que queremos participar desse Plano de Cultura”,</em> disse Emerson, para em seguida ler uma carta manifesto em defesa dos diversos artistas e da memória da cultura popular de Igarassu. “<em>Um povo sem memória do passado é um povo sem perspectiva do futuro”,</em> diz um dos trechos do documento assinado por vários grupos da classe artística local.</p>
<p>Ao final da plenária foi feita a leitura <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/carta-aberta-de-repudio-ao-projeto-de-lei-do-deputado-ricardo-costa/">da carta de repúdio ao projeto Nº 1774/2017, de autoria do deputado estadual Ricardo Costa</a>, que dispõe sobre a “proibição de exposições artísticas ou culturais com teor pornográfico em espaços públicos, no âmbito do Estado de Pernambuco”. Assinada por unanimidade em todas as Pré-Conferências que já passou, o documento mais uma vez foi aprovado por consenso e ganha mais força política.</p>
<div id="attachment_55806" aria-labelledby="figcaption_attachment_55806" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38862090081_5d5107b72a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55806 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38862090081_5d5107b72a_k-607x419.jpg" width="607" height="419" /></a><p class="wp-caption-text">Ao fim da plenária, foram eleitos os delegados da RMR Norte: Dois da Sociedade Civil e uma do Poder Público</p></div>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Delegados eleitos na Pré-Conferência na Região Metropolitana Norte:</span></b></p>
<p><b>Sociedade Civil</b></p>
<p>Emerson Coelho de Melo Barbosa (Igarassu)<br />
Izabel Cristina Leite (Igarassu)</p>
<p>Suplentes<br />
Christopher Peter Sellars (Ilha de Itamaracá)<br />
Glória Jane Ferreira Reis (Ilha de Itamaracá)</p>
<p><b>Poder Público</b><br />
Cláudia Cristina da Veiga Dionizio (Igarassu)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Teatro e educação se unem em prol da valorização do patrimônio de Igarassu</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/teatro-e-educacao-se-unem-em-prol-da-valorizacao-do-patrimonio-de-igarassu/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Sep 2017 18:56:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Igarassu]]></category>
		<category><![CDATA[Navegando na Canoa]]></category>
		<category><![CDATA[uma viagem no patrimônio histórico e cultural de Igarassu]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Levar a noção da valorização do patrimônio cultural de Igarassu para dentro das escolas públicas da cidade é a proposta do projeto Navegando na Canoa, uma viagem no patrimônio histórico e cultural de Igarassu. A iniciativa, que faz uso do teatro como ferramenta de educação na construção da cidadania, vai parar nesta quarta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53491" aria-labelledby="figcaption_attachment_53491" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Navegando-na-Canoa-foto-André-Ramos-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-53491 " alt="Navegando na Canoa - foto André Ramos (3)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Navegando-na-Canoa-foto-André-Ramos-3-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Até o fim da temporada, o projeto “Navegando na Canoa, uma viagem no patrimônio histórico e cultural de Igarassu” terá atendido 32 escolas públicas da região</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Levar a noção da valorização do patrimônio cultural de Igarassu para dentro das escolas públicas da cidade é a proposta do projeto <strong>Navegando na Canoa, uma viagem no patrimônio histórico e cultural de Igarassu</strong>. A iniciativa, que faz uso do teatro como ferramenta de educação na construção da cidadania, vai parar nesta quarta (13), na Casa de Câmara e Cadeia (onde funciona a Câmara dos Vereadores), com a presença de duas escolas da rede pública da cidade – uma pela manhã e outra pela tarde.</p>
<p>O projeto <strong>Navegando na Canoa</strong> é uma realização do Grupo Teatral Ariano Suassuna – GAS Produções, com o incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e conta com o apoio da Prefeitura de Igarassu, em parceria com as Secretarias de Educação e de Turismo e Cultura. Até o fim da temporada, a iniciativa terá atendido a 32 instituições públicas de ensino da região.</p>
<p>De acordo com André Ramos, um dos produtores da ação, a ideia surgiu como forma de deixar um legado nas atuais e futuras gerações sobre o conceito de valorização do patrimônio. “<em>Sempre tivemos a necessidade de fazer com que as pessoas de Igarassu conhecessem e valorizassem sua própria terra. Essa cidade conta com duas das sete maravilhas de Pernambuco, que é a Coroa do Avião e o seu Sítio Histórico. Pensamos nas escolas porque lá podemos plantar uma semente nos alunos, e quando eles forem adultos terão uma noção melhor sobre a preservação da sua memória cultural”,</em> explica ele.</p>
<div id="attachment_53489" aria-labelledby="figcaption_attachment_53489" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Ramos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Navegando-na-Canoa-foto-André-Ramos-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-53489 " alt="André Ramos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Navegando-na-Canoa-foto-André-Ramos-2-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Os jovens são guiados e o historiador Jorge Paes Barreto realiza explanações sobre cada um dos elementos que compõem o Sítio.</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>“Quando a gente encerra o projeto ficamos muito felizes, primeiro pela realização do trabalho e segundo pelo brilho nos olhos que a gente deixa na garotada e nos professores participantes. Parece que eles viajaram pra outro lugar do planeta, mas não é. Na verdade está ali pertinho da casa deles e muitas vezes por falta de oportunidade a juventude não conhece sua própria história. Já os professores ficam bastante satisfeitos porque dentro da sala de aula não conseguem passar aos alunos a grandiosidade que é o patrimônio histórico de Igarassu”,</em> destaca André Ramos.</p>
<div id="attachment_53488" aria-labelledby="figcaption_attachment_53488" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Ramos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Navegando-na-Canoa-foto-André-Ramos-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-53488  " alt="André Ramos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Navegando-na-Canoa-foto-André-Ramos-1-607x443.jpg" width="607" height="443" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos são recebidos por Brites de Albuquerque e Dom Duarte Coelho, personagens reais do Brasil Colônia</p></div>
<p style="text-align: left;">Recebidos por Brites de Albuquerque e Dom Duarte Coelho, personagens reais do Brasil Colônia, os jovens são guiados e o historiador Jorge Paes Barreto realiza explanações sobre cada um dos elementos que compõem o Sítio. <em>“Jorge é professor da rede pública e presidente do Instituto Histórico de Igarassu, reconhecido como uma das pessoas mais capacitadas para falar da cidade. Quando a gente vai visitar um monumento ele conta a história do lugar, fazendo um apanhado geral do conjunto arquitetônico e do contexto no qual ele foi edificado”,</em> conta o produtor.</p>
<p>As aulas-teatrais passaram já por patrimônios como o Convento de São Francisco, a Igreja de Santo Antônio, o Sobrado do Imperador, o Convento Sagrado Coração de Jesus, a Igreja dos Santos Cosme e Damião, a Biblioteca Pública de Igarassu e a Sede do Maracatu Estrela Brilhante. Depois das visitas na Casa de Câmara e Cadeia, que se repetirão também no dia 20 de setembro, o projeto acontecerá Museu de Igarassu, nos dias 4 e 11 de outubro deste ano.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Navegando na Canoa, uma viagem no patrimônio histórico e cultural de Igarassu</em><br />
Quarta (13) | das 8h às 11h; 13h às 16h<br />
Casa de Câmara e Cadeia (Câmara dos Vereadores de Igarassu)<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Confira a programação de “Navegando na Canoa, uma viagem no patrimônio histórico e cultural de Igarassu”.</strong></p>
<p>Setembro: 13 e 20<br />
Local: Casa de Câmara e Cadeia<br />
Horário: das 8h às 11h | 13h às 16h.</p>
<p>Outubro: 04 e 11<br />
Local: Museu de Igarassu<br />
Horário: das 8h às 11h | 13h às 16h</p>
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		<title>Outras Palavras promoveu vivências culturais em Igarassu</title>
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		<pubDate>Thu, 25 May 2017 18:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Igarassu]]></category>
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		<category><![CDATA[Philippe Wollney]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto Outras Palavras, realizado pela Secult-PE e Fundarpe, segue sua caravana pelo estado estreitando relações entre educação e cultura e promovendo artistas de diversas linguagens artísticas. Na última quarta-feira (24), foi a vez de estudantes de Igarassu viverem ricas trocas culturais. A programação contou com as presenças do escritor Philipe Wollney, vencedor do 4° Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de poesias ‘Ruinosas Ruminâncias’, e do Grupo Musical Chorões da Aurora. Alunos das escolas Metronorte, Escola Santos Cosme e Damião e Escola Aderbal Jurema participaram da atividade.</p>
<p>A vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade entregou kits literários aos responsáveis pelas escolas e ressaltou a importância do projeto. “É um prazer enorme estar aqui. Essa semana passaremos de 300 escolas visitadas em todo o estado, justamente em um momento que precisamos avançar na resistência para garantir que nossa juventude tenha uma formação, para que as escolas possam ir além de ensinar as matérias que fazem parte da grade formal”.</p>
<div id="attachment_49307" aria-labelledby="figcaption_attachment_49307" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/34498300580_8612ac6fc1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-49307" alt="Vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade entrega kit literário " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/34498300580_8612ac6fc1_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade entrega kit literário</p></div>
<p>As atividades começaram com a exibição do curta “A Hora da Saída” produzido por alunos da Escola Estadual Santa Paula Frassineti, durante o curso de iniciação ao audiovisual do projeto Cine Cabeça, com direção de Cynara Santos e Gabriela Freitas e roteiro de Lucas Cintra e Vitor Vinícius.</p>
<p>Poeta e produtor cultural, Philippe Wollney conversou com os estudantes sob a mediação do jornalista Marcos Enrique Lopes. O escritor é natural de Goiana, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Aos 30 anos, coordena o selo editorial Porta Aberta e organiza saraus, intervenções poéticas, publicações e recitais. Sobre sua iniciação no mundo da poesia, destacou: “Tenho uma banda de rock, mas nos anos 90, com o acesso restrito à internet, sentia dificuldades para achar um tom ideal para minhas músicas, terminei caindo na literatura, justamente por essa desistência musical. Por já ter uma certa afinidade com a música, minha escrita acabou caindo melhor como poemas, minha passagem pela música foi meio que mal resolvida&#8221;, brincou.</p>
<div id="attachment_49308" aria-labelledby="figcaption_attachment_49308" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/34498298210_bbd3ece9c6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-49308" alt="Philipe Wollney em bate papo com Marcos Enrique" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/34498298210_bbd3ece9c6_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Philipe Wollney em bate-papo com os estudantes</p></div>
<p>O autor falou ainda do significado da poesia: “Muita gente acha isso chato, enfadonho. Eu descobri a poesia como uma contracultura, contravenção. A poesia pode ser feita de forma que você pode expressar a sua maneira de ser ou contestar algo que não concorde. É um ato de resistência, de provocação&#8221;.</p>
<p>Philippe falou ainda sobre os lançamentos dos seus livros, que no começo não contaram com apoio de nenhuma editora, foram impressos por conta própria, com baixa tiragem. &#8220;Eu buscava algo diferente, por morar na Zona da Mata, procurei algo que circulasse pelos meios que ando, a galera do skate, os amigos da esquina, e assim fui expandindo meu trabalho sem precisar de um custo maior&#8221;.</p>
<p>Sobre a obra vencedora do 4° Prêmio Pernambuco de Literatura, o poeta adiantou que “o livro começa como se fosse um prato quebrado, é como  fosse um fim de namoro, uma dor de cotovelo. São poemas que falam sobre afeto, mas a partir de certo momento começam poemas voltados para um lado político&#8221;. Ainda sobre &#8216;Ruinosas Ruminâncias&#8217;, &#8220;uma das características do livro é você não identificar o narrador, você não sabe se é um homem, uma mulher, de uma mulher pra um homem, de um homem pra uma mulher, de um homem pra um homem ou de uma mulher pra uma mulher. Os poemas demonstram vários aspectos de uma relação, várias situações que envolvem um relacionamento. Acredito muito na relação do afeto, os livros para mim têm essa relação. Acho que nós que encontramos as ordens dos livros, cada um tem a sua&#8217;, destacou.</p>
<div id="attachment_49310" aria-labelledby="figcaption_attachment_49310" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/34721812292_f84533a613_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-49310" alt="Philipe Wollney recita poesia 'Ruir é o Melhor Remédio'" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/34721812292_f84533a613_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Philipe Wollney recita poesia &#8216;Ruir é o Melhor Remédio&#8217;</p></div>
<p>Completando a programação, o Grupo Musical Chorões da Aurora promoveu uma aula-concerto para os alunos presentes. O conjuto formado em 2015 é composto por educadores e educandos da Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical, vinculada à Secretaria de Educação de Pernambuco.</p>
<p>O sexteto pernambucano, costuma tocar em seu repertório obras de grandes compositores nacionais como Jacob do Bandolim, Waldir de Azevedo, Ernesto Nazareth e Pixinguinha. O grupo faz uma pesquisa sobre o universo do choro a partir da inserção do Oboé e de demais instrumentos de sopros no gênero musical.</p>
<div id="attachment_49311" aria-labelledby="figcaption_attachment_49311" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/34498284490_90ccf25262_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-49311" alt="Grupo Musical Chorões da Aurora" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/34498284490_90ccf25262_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Musical Chorões da Aurora</p></div>
<p>O projeto Outras Palavras é uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco em parceria com a Fundarpe. Iniciado em 2015, tem percorrido vários municípios do estado do litoral ao sertão, atingindo <b>297</b> escolas, <b>6.096</b> estudantes e doando <b>3.914</b> livros</p>
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