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	<title>Portal Cultura PE &#187; Iguaracy</title>
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		<title>Mulheres de Repente lançam oficina de glosa na Festa de Louro</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 15:48:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Poesia no improviso com coesão e beleza não é para qualquer um e é a especialidade das poetisas Erivoneide Amaral e Elenilda Amaral (ambas de Afogados da Ingazeira-PE), Dayane Rocha (Brejinho de Tabira-PE), Milene Augusto (Solidão-PE), Francisca Araújo (Iguaracy-PE) e Thaynnara Queiróz (Carnaíba-PE). As sertanejas comandam o projeto Mulheres de Repente e levam para o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107462" aria-labelledby="figcaption_attachment_107462" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/mulheres_de_repente_em_brasilia.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107462" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/mulheres_de_repente_em_brasilia-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mulheres de Repente durante evento em Brasília, em 2023: poesia matuta das artistas já visitou diversos Estados brasileiros</p></div>
<p>Poesia no improviso com coesão e beleza não é para qualquer um e é a especialidade das poetisas Erivoneide Amaral e Elenilda Amaral (ambas de Afogados da Ingazeira-PE), Dayane Rocha (Brejinho de Tabira-PE), Milene Augusto (Solidão-PE), Francisca Araújo (Iguaracy-PE) e Thaynnara Queiróz (Carnaíba-PE). As sertanejas comandam o projeto Mulheres de Repente e levam para o mundo o incrível talento da poesias em glosa.<br />
Junto com a multiartista Luna Vitrolira, poetisa que faz a mediação das apresentações, as Mulheres de Repente lançam em São José do Egito (PE) a primeira etapa do projeto Glosa: Nuances da Oralidade e da Escrita, que tem o apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), dentro da programação da Festa de Louro 2024. A produtora executiva Taciana Enes completa o time de supermulheres na poesia.<br />
Glosa: Nuances da Oralidade e da Escrita é composto de oficinas e apresentações gratuitas (culminância) e visita as cidades de Tabira e Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú pernambucano.<br />
Para a primeira etapa, no município de São José do Egito (PE), as oficinas gratuitas têm duração de três dias, sendo realizadas pela manhã e à tarde, desta terça-feira (3) até sexta-feira (5), das 8h às 12h. São abordados: a origem da glosa e da mesa de glosas e oralidade e identidade pajeúnica; produção literária de mulheres no improviso e na declamação e performance; métrica, rima e oração e estratégias e técnicas de criação do improviso. As aulas são ministradas no Centro de Cultura Professor Bernardo Jucá (Rua Governador Walfredo Siqueira, Centro, São José do Egito).<br />
Também é criada a <em>Cartilha da Glosa</em>, nos formatos impresso e e-book, sendo a culminância do projeto a realização da Mesa de Glosas, na sexta-feira (5), a partir das 15h, com disponibilidade de intérprete de libras junto ao grupo para fomentar a acessibilidade e inclusão.<br />
As inscrições para a etapa de São José do Egito podem ser feitas por meio do <a title="Oficina de Glosas - Nuances da Oralidade e da Escrita" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScKHjUx7RXXoJT8CuNYBDxcnKEHkcqpNB-xeeu9mvwrpfOJUA/viewform?pli=1" target="_blank">formulário</a>. Serão selecionadas 15 alunas.<br />
“A formação de mulheres na glosa representa um forte e estratégico movimento como uma forma de fortalecer o cenário da poesia de repente feita por mulheres fomentando a cultura do improviso da poesia popular”, destacam as organizadoras.<br />
“Nesta oficina as poetas glosadoras da nova geração, junto com a coordenadora de Mesa de Glosas, Luna Vitrolira, pesquisadora da modalidade e mestra em teoria da literatura, estão juntas incentivando o surgimento de novas vozes femininas no improviso, que darão continuidade a essa tradição”, destaca Taciana Enes, produtora executiva.</p>
<p><strong>A GLOSA -</strong> Dentre as centenas de atividades oficiais e paralelas da Festa de Louro, tradicional evento no calendário das artes em Pernambuco, a Mesa de Glosas é uma das mais prestigiadas. A modalidade de poesia de improviso, criada no Pajeú pernambucano, apresenta esquema rígido de funcionamento a partir de métrica em que os poemas são improvisados em décimas com motes elaborados pelo mediador da mesa e revelados apenas na hora da glosa para as poetas.<br />
“Essa estrutura de dois versos determina os assuntos, a forma métrica e as rimas a serem usadas no improviso, além de obrigatoriamente encerrar as estrofes”, explica Luna Vitrolira.<br />
Para a Festa de Louro 2024 as poetisas pretendem abordar temáticas relacionadas à contemporaneidade, como educação e igualdade, sem abrir mão de assuntos mais poéticos que exaltem a resistência e importância da arte.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Mote dado por Dayane Rocha: <em>As Mulheres de Repente têm a força do Sertão</em> (glosa: Erivoneide Amaral):</strong></span></p>
<p><em>Nasceu pra Mesa de Glosa</em><br />
<em>A primeira poetisa</em><br />
<em>Elenilda, que é precisa</em><br />
<em>Foi nossa primeira rosa.</em></p>
<p><em>Tem Dayane corajosa</em><br />
<em>Francisca que é explosão</em><br />
<em>Milene é só emoção.</em></p>
<p><em>Thaynnara completa a gente</em><br />
<em>As Mulheres de Repente</em><br />
<em>Têm a força do Sertão.</em></p>
<p><strong>UM 2023 ARRETADO -</strong> As artistas iniciam 2024 ainda em êxtase pelo sucesso do grupo em 2023, com direito a apresentações em São Paulo, na Festa Literária de Paraty (RJ), apresentações em eventos federais em Brasília (DF) e matérias na mídia importantes, com destaque para uma reportagem gravada pela TV Cultura para o programa <em>Metrópolis</em>.<br />
O grupo possui uma série de conteúdos disponível no Instagram <a title="mulheres_de_repente" href="https://www.instagram.com/mulheres_de_repente/" target="_blank">@mulheres_de_repente</a> e um pouco do resumo dos projetos nos últimos anos está disponível nos links <a title="Flup 22 - Mesa de Glosas do Sertão do Pajeú" href="https://www.youtube.com/watch?v=uhJEABdpdNg" target="_blank">Mesa de Glosa na Flup 2022</a> e <a title="Reportagem Mulheres de Repente - Comemoração dos 35 anos do Programa Metrópolis da TV CULTURA" href="https://www.youtube.com/watch?v=Si4vTb4TXB8" target="_blank">Mulheres de Repente: Comemoração dos 35 anos do Programa Metrópolis da TV Cultura</a>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/card.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107463" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/card-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
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		<title>Semente: Mostra Itinerante de Cinema Negro divulga programação no Mês da Consciência Negra no Sertão do Pajeú</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/semente-mostra-itinerante-de-cinema-negro-divulga-programacao-no-mes-da-consciencia-negra-em-cidades-do-sertao-do-pajeu/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 18:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira edição da Semente: Mostra Itinerante de Cinema Negro acontece de 22 a 30 de novembro, no Sertão do Pajeú, nas Comunidade Brejo de Dentro e Comunidade Travessão do Caroá, Quilombos do Caroá (Carnaíba); na Comunidade Varzinha dos Quilombolas (Iguaracy); e na Comunidade Quilombola do Leitão da Carapuça (Afogados da Ingazeira). Durante a mostra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106479" aria-labelledby="figcaption_attachment_106479" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lúciio Vinícius/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/IMG_2504.jpg"><img class="size-medium wp-image-106479" alt="Lúciio Vinícius/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/IMG_2504-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Inácio Pedro, do Coco de Roda Negras e Negros do Leitão, recém-titulado Patrimônio Vivo de Pernambuco, é personagem do curta Histórias do Quilombo do Leitão da Carapuça</p></div>
<p>A primeira edição da Semente: Mostra Itinerante de Cinema Negro acontece de 22 a 30 de novembro, no Sertão do Pajeú, nas Comunidade Brejo de Dentro e Comunidade Travessão do Caroá, Quilombos do Caroá (Carnaíba); na Comunidade Varzinha dos Quilombolas (Iguaracy); e na Comunidade Quilombola do Leitão da Carapuça (Afogados da Ingazeira). Durante a mostra são exibidas produções dirigidas e/ou codirigidas por pessoas negras, pessoas de comunidades tradicionais e filmes realizados nas comunidades que sediam o evento.<br />
A Semente: Mostra Itinerante de Cinema Negro é uma realização da Pajeú Filmes, com apoio da Comissão Quilombola do Caroá, da Associação da Varzinha dos Quilombolas e da Associação Rural do Umbuzeiro e Leitão e tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco.<br />
Entre os 15 filmes que integram a programação estão os obras produzidas durante as oficinas de realização audiovisual que aconteceram nas comunidades de 30 de outubro a 16 de novembro. Ministrada por William Tenório, tanto as oficinas quanto as atividades de exibição acontecem com apoio das associações das comunidades potencializando os encontros e as trocas para o fortalecimento da cadeia audiovisual no Pajeú.<br />
“Ao longo de todo o processo de construção e execução da Semente estamos pensando no fortalecimento das comunidades, criando meios e espaços de trocas que possam perdurar depois do evento, de forma autônoma e consciente. O cinema é um veículo de muitas possibilidades. Nosso desejo é colaborar para a cadeia cultural no Pajeú cada vez maior e mais forte”, explica Rafaela de Albuquerque, produtora da mostra.<br />
Também compõem a programação encontros sobre produção cultural e elaboração de projetos e apresentações culturais de cada comunidade que recebe o projeto. “Temos apresentação dos grupos culturais em cada uma das comunidades abrindo espaço na nossa programação para que elas também apresentem suas riquezas e seus saberes. Desde a última semana estamos circulando com a oficina de realização na qual as próprias comunidades construíram filmes que também são exibidos no evento”, conta Bruna Tavares, curadora e coordenadora pedagógica da Semente.<br />
Ocupar os territórios no Mês da Consciência Negra tem ainda mais significado para o projeto já que todas as ações são voltadas para o fomento e a celebração da arte e cultura negra, seja nas produções locais ou nos filmes selecionados pela curadoria a serem exibidos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p><strong>Quarta-feira, 22</strong></p>
<p>15h &#8211; Oficina de Elaboração de Projetos Culturais &#8211; Associação do Travessão do Caroá<br />
19h &#8211; Exibição do Programa 1 (71’) &#8211; Comunidade Quilombola Brejo de Dentro/ Carnaíba<br />
- <em>A Farpa</em> (GO, 2022, 2’), de Sara Regina<br />
- <em>Escasso</em> (RJ, 2022, 15’), de Clara Anastacia e Gabriela Gaia Meirelles<br />
- <em>Yakhë: Nossos Corpos</em> (PE, 2021, 15’), de Tayko Fulni-ô<br />
- <em>Bala Perdida</em> (PE, 2023, 2’), de Maria Antônia e Julia Carvalho<br />
- <em>Avôa</em> (PB, 2022, 4´), de Lucas Mendes<br />
- <em>Último Domingo</em> (RJ, 2022, 17’), de Renan Barbosa Brandão e Joana Claude<br />
- <em>Jussara</em> (BA, 2023, 8’), de Camila Cordeiro Ribeiro<br />
- <em>Eu Sou Raiz</em> (PE, 2021, 7’), de Cíntia Lima e Lilian de Alcântara<br />
20h30 &#8211; Apresentação cultural do Samba de Coco do Caroá.</p>
<p><strong>Quinta-feira, 23</strong></p>
<p>19h &#8211; Exibição do Programa 2 (83’) &#8211; Comunidade Quilombola Travessão do Caroá/Carnaíba<br />
- <em>TonTon Dente de Leão</em> (SP, 2’), de Ariédhine Carvalho<br />
- <em>Histórias do Quilombo do Leitão da Carapuça</em> (6’), direção coletiva/Quilombolas do Leitão-Umbuzeiro<br />
- <em>Eu Sou Porque Nós Somos</em> (6’), direção coletivaoletiva/Quilombolas da Varzinha dos Quilombolas<br />
- <em>Pedro e Inácio</em> (PE, 2023, 23’), de Caio Dornelas<br />
- <em>Cantigas de Farinhada</em> (PE, 2023, 6’), direção coletivaoletiva/Quilombolas do Caroá<br />
- <em>A Velhice Ilumina o Vento</em> (MT, 2022, 20’), de Juliana Segóvia<br />
- <em>Caminhos Afrodiaspóricos</em> (RJ, 2022, 20’), de Wagner Novais<br />
20h30 &#8211; Apresentação cultural do Grupo de Dança do Caroá</p>
<p><strong>Segunda-feira, 27</strong></p>
<p>17h &#8211; Oficina de Elaboração de Projetos Culturais &#8211; Associação da Varzinha dos Quilombolas<br />
19h &#8211; Exibição do Programa 1 (71’) &#8211; Comunidade Quilombola de Varzinha dos Quilombolas/Iguaracy</p>
<p><strong>Terça-feira, 28</strong></p>
<p>19h &#8211; Exibição do Programa 2 (83’) &#8211; Comunidade Quilombola de Varzinha dos Quilombolas/Iguaracy<br />
20h30 &#8211; Apresentação cultural do Grupo de Coco da Varzinha dos Quilombolas</p>
<p><strong>Quarta-feira, 29</strong></p>
<p>19h &#8211; Exibição do Programa 1 (71’) &#8211; Comunidade Quilombola do Leitão da Carapuça/Afogados da Ingazeira</p>
<p><strong>Quinta-feira, 30</strong></p>
<p>19h &#8211; Exibição do Programa 2 (83’) &#8211; Comunidade Quilombola do Leitão da Carapuça/Afogados da Ingazeira<br />
20h30 &#8211; Apresentação cultural do Grupo de Coco Negros e Negras do Leitão da Carapuça</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Mais informações:</strong></span></p>
<p>Site: https://pajeufilmes.com.br/<br />
Redes sociais: @semente.cinemanegro<br />
E-mail: pajeufilmes@gmail.com<br />
Telefone: (87) 99611-2584</p>
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		<title>Projeto vai mapear produção poética feminina do Pajeú dos últimos 100 anos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-vai-mapear-producao-poetica-feminina-do-pajeu-dos-ultimos-100-anos/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2019 15:04:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Valorizar, divulgar e garantir a visibilidade da produção poética de mulheres que participaram da formação cultural da região do Pajeú, no Sertão de Pernambuco, é o que move o projeto As Poetas do Pajeú. A iniciativa, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, foi idealizada pela poeta e artista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68837" aria-labelledby="figcaption_attachment_68837" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-38-of-82.jpg"><img class="size-medium wp-image-68837 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-38-of-82-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">projeto surgiu ao notar a ausência significativa das mulheres do Pajeú nas antologias literárias, evidenciando as implicações históricas, sociais, políticas e culturais que ocultaram o registro de suas obras e presenças na historiografia literária pernambucana</p></div>
<p style="text-align: left;">Valorizar, divulgar e garantir a visibilidade da produção poética de mulheres que participaram da formação cultural da região do Pajeú, no Sertão de Pernambuco, é o que move o projeto <strong>As Poetas do Pajeú</strong>. A iniciativa, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, foi idealizada pela poeta e artista visual Mariana de Matos e pretende destacar a produção dos últimos 100 anos das poetas que contribuíram para a manutenção da literatura local e catalogá-las em um acervo virtual que ficará disponibilizado gratuitamente.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo Mariana, o projeto surgiu ao notar a ausência significativa das mulheres do Pajeú nas antologias literárias, evidenciando as implicações históricas, sociais, políticas e culturais que ocultaram o registro de suas obras e presenças na historiografia literária pernambucana e, consequentemente, brasileira. “Para construirmos possibilidades mais democráticas, torna-se impreterível que as vozes não hegemônicas sejam escutadas, que haja mais espaço e legitimidade para o fazer artístico das mulheres”, defende.</p>
<div id="attachment_68838" aria-labelledby="figcaption_attachment_68838" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-48-of-82.jpg"><img class="size-medium wp-image-68838 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-48-of-82-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto vai percorrer os 17 municípios que integram a região do Pajeú</p></div>
<p>O projeto vai percorrer os 17 municípios que integram a região do Pajeú (Quixaba, Iguaracy, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, Brejinho, São José do Egito, Carnaíba, Solidão, Calumbi, Tabira , Itapetim, Tuparetama, Flores, Triunfo , Serra Talhada, Igazeira e Afogados da Igazeira) em busca de diferentes perfis de poetas. São elas: as que já são conhecidas e publicadas; as que ainda são inéditas; de distintas gerações; poetas cantadoras de repente, emboladoras e cantoras de coco, como forma de respeitar a diversidade de formas de conhecimento e saber artístico, e entender que a experiência poética pajeuzeira apenas constata os atravessamentos das várias linguagens artísticas e a diversidade; Poetas vivas ou em memória que, não só nasceram no local, mas que também tiveram sua produção relacionada às vivências do Pajeú, colaboraram para a tradição literária local e que são reconhecidas por outras poetas e pelo público como pertencentes ao panorama literário desse território.</p>
<p><strong>Apoio Popular</strong><br />
O mapeamento das poetas do Pajeú está sendo realizado com pesquisa de campo, e terá algumas ações locais. E a colaboração da população para resgatar a história é essencial na reconstrução desse cenário. Por isso, está sendo disponibilizando alguns canais de comunicação para as pessoas que são ou dispunham de informações de mulheres poetas descritas nos perfis acima possam entrar em contato com a equipe do projeto. O primeiro canal é o e-mail <strong>aspoetasdopajeu@gmail.com</strong>, que deve ser enviado contendo nome, idade, cidade, contatos e pequena descrição de suas produções poéticas. E o segundo canal são as redes sociais no Instagram e no Facebook.</p>
<p>Uma vez mapeadas, as poetas catalogadas estarão em uma plataforma virtual de acesso gratuito. Através dessa área, o público poderá conhecer as produções poéticas de mulheres que contribuíram para a formação do Pajeú, além de desenvolver novas pesquisas acerca das produções individuais das poetas, promover reflexões sobre a condição e contexto de vida dessas mulheres e desenvolver novos conteúdo didáticos para o ambiente educacional, entre outros desdobramentos possíveis.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span>:<br />
Coleta de material até  05 de Junho de 2019 do projeto As Poetas do Pajeú<br />
Cidades envolvidas: Sertão do Pajeú (São José do Egito, Itapetim, Tuparetama, Brejinho, Tabira, Santa Terezinha, Carnaíba,, Ingazeira, Iguaracy, Solidão, Afogados da Ingazeira, Quixaba, Flores, Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde, Calumbi, Serra Talhada)<br />
Mais informações: (87) 99651.7752 | aspoetasdopajeu@gmail.com</p>
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		<title>4ª Mostra Pajeú de Cinema anuncia sua programação</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2018 15:59:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[4ª Mostra Pajeú de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Afogados da Ingazeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Está no ar a programação completa da 4ª Mostra Pajeú de Cinema (MPC). O festival, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, exibirá, ao longo de doze dias, um total de 60 filmes nas cidades Ingazeira, Iguaracy e Afogados da Ingazeira. Destes, quatro fazem estreia nacional [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_48591" aria-labelledby="figcaption_attachment_48591" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/cine-sao-jose.jpg"><img class="size-medium wp-image-48591" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/cine-sao-jose-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Cine São José, no município de Ingazeira, será um dos polos do festival</p></div>
<p dir="ltr">Está no ar a programação completa da <strong>4ª Mostra Pajeú de Cinema (MPC)</strong>. O festival, que conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do Funcultura, exibirá, ao longo de doze dias, um total de 60 filmes nas cidades Ingazeira, Iguaracy e Afogados da Ingazeira. Destes, quatro fazem estreia nacional e 15 serão exibidos pela primeira vez no Estado. Dois curtas pernambucanos completam a seleção já anunciada: <em>Cine S. José</em> e <em>Nome de Batismo – Alice</em>. Com entrada franca, a programação de filmes inicia-se na terça e quarta-feira (15 e 16/5), em Iguaracy (Praça da Igreja Nossa Senhora dos Remédios – Distrito de Jabitacá); na quinta e sexta-feira (17 e 18/5), em Ingazeira (Rua São José &#8211; ao lado da Igreja Matriz); e de domingo a sábado (20 a 26/5), em Afogados da Ingazeira (Cine S. José &#8211; Rua Newton César, s/n – Centro).</p>
<p dir="ltr">Para o diretor da MPC, William Tenório, o maior mérito desta 4ª edição é ampliar o foco para outras cidades da região mantendo a qualidade da programação e o objetivo maior do evento: proporcionar acesso ao cinema brasileiro e estimular reflexões e práticas estéticas. <em>“Estamos entusiasmados porque pela primeira vez a mostra sai de Afogados com uma série de filmes e oficinas”</em>, conta o idealizador.</p>
<p dir="ltr">Cine S. José abre a programação em Afogados da Ingazeira em sessão especial seguida de <em>masterclass</em> sobre cinemas de rua com o professor João Luiz Vieira (UFF-RJ). O curta refaz a trajetória do grupo de voluntários que nos anos 90 reergueu o cinema que hoje é um dos símbolos da cidade. Logo após tem início a mostra de longas, com a exibição de <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/cinema-sao-luiz-retoma-programacao-com-a-pre-estreia-do-processo/" target="_blank"><strong><em>O Processo</em></strong></a>, documentário que promove um <em>tour de force</em> pelo Congresso Nacional em pleno processo de votação pelo impeachment de Dilma Rousseff. Dirigido por Maria Augusta Ramos, o filme estreou em sessões lotadas no último Festival de Berlim e acaba de ser eleito o melhor filme do festival <em>Visions du Réel</em> (Suíça), um dos mais importantes do mundo.</p>
<p dir="ltr">Premiado como melhor curta brasileiro no Festival É Tudo Verdade, N<em>ome de Batismo – Alice</em> estabelece uma rota afetivo-cultural percorrida pela diretora, cuja família angolana encontrou refúgio no Brasil quarenta anos atrás. O curta de Tila Chitunda integra o já tradicional Programa Pais e Filhos, dedicado ao cinema de viés geracional.</p>
<p dir="ltr">Uma novidade deste ano é o programa Universo Paralelo, que na sexta (25) apresenta filmes que dialogam diretamente com o cenário do rock independente, formado pelo clipe Eu o declaro meu inimigo, em que a música da banda Devotos adquire incrível visualidade em movimento a partir da colaboração de dezenas de profissionais da animação de todo o Brasil; o curta A retirada para um coração bruto, insólita declaração de liberdade criativa vinda do interior de Minas Gerais; e do longa PEsado, esforço inédito de contar a história do gênero metal em Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><strong>Mais longas -</strong> Dirigido pelo fotógrafo Gilvan Barreto, <em>Prelúdio da Fúri</em>a apresenta o trabalho de artistas com obras marcadas pela inflexão política, enquanto Em nome da América investiga a presença americana no nordeste durante os eventos que precederam o golpe militar de 1964; inédito, <em>Parquelândia</em> olha para as condições de trabalho em parques de diversão em localidades do sertão. Completam a seleção a ficção paraibana <em>Rebento</em> (com Zezita Matos e Fernando Teixeira, recém-lançada em janeiro, no Festival de Tiradentes) e <em>Arábia</em> (MG), um dos mais premiados e esperados filmes da temporada.</p>
<p dir="ltr">A curadoria dos longas e curtas que serão exibidos em Afogados da Ingazeira foi realizada pelo pesquisador e crítico André Dib, enquanto os curtas de Iguaracy e Ingazeira foram selecionados pelos diretores da MPC, Bruna Tavares e William Tenório. Além de programas dedicados às cidades que a partir de 2018 integram a mostra, outra novidade é a Sessão Acessível, voltada ao público portador de necessidades especiais (cegos e surdos ou ensurdecidos), que poderá assistir curtas-metragens com recursos de Libras, audiodescrição e LSE.</p>
<p dir="ltr"><em>“A seleção de curtas forma um panorama da recente produção nacional, trazendo para o sertão filmes de diferentes estilos, técnicas e gêneros, alguns inéditos ou pouco vistos e de praticamente todas as regiões do país”</em>, diz André Dib. <em>“Outros circularam nos principais festivais do Brasil e do mundo, como o pernambucano Terremoto Santo e o mineiro A retirada para um coração bruto, exibidos no último Festival de Berlim, além de Fantasia de índio, parcialmente rodado no sertão e recentemente exibido no Festival de Tiradentes”</em>, complementa Dib.</p>
<p dir="ltr"><strong>Formação -</strong> Ao longo de sua programação, a 4ª Mostra Pajeú de Cinema promove uma série de atividades formativas gratuitas em Afogados da Ingazeira, Iguaracy e Ingazeira, no Sertão de Pernambuco. Profissionais reconhecidos local e nacionalmente participarão de mesas temáticas com o objetivo de promover troca de conhecimentos e debater assuntos em pauta do meio cinematográfico.</p>
<p dir="ltr">Cinemas de rua continuam no foco da MPC, que este ano promove um encontro de pesquisadores do sertão do Pajeú com João Luiz Vieira, professor titular do Departamento de Cinema da Universidade Federal Fluminense e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Cinema e Audiovisual da UFF. Doutor em Estudos Cinematográficos pela <em>New York University</em>, Vieira ainda oferecerá uma <em>masterclass</em> no domingo (20) sobre cinemas de rua no local mais apropriado para isso: o histórico Cine S. José, principal espaço da MPC.</p>
<p dir="ltr"><strong>Oficinas -</strong> Este ano a MPC oferece três oficinas gratuitas, todas com inscrições abertas: crítica de cinema com Heitor Augusto (SP), <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/projeto-documentando-leva-oficinas-gratuitas-de-cinema-aos-municipios-pernambucanos/" target="_blank"><strong>Documentando com Marlom Meirelles (PE)</strong></a> e formação cineclubista com Yanara Galvão (PE), todas com inscrições abertas. Detalhes e outras informações no site: <strong><a href="http://www.mostrapajeudecinema.com.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.mostrapajeudecinema.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1525530876485000&amp;usg=AFQjCNGMbiwF-cjwRHJc9vSxork4nMqz7g">www.mostrapajeudecinema.com.br</a></strong><wbr />.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a MPC -</strong> A 4ª edição da Mostra Pajeú de Cinema é organizada pela Pajeú Filmes, com incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco e conta com apoio da Rádio Pajeú AM, Gerência Regional de Educação &#8211; Sertão do Alto Pajeú, Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Educação de Iguaracy, Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo de Iguaracy, Secretaria de Educação de Ingazeira e Secretaria de Cultura de Ingazeira.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><strong>4ª MOSTRA PAJEÚ DE CINEMA</strong></p>
<p><strong>IGUARACY</strong><br />
<strong>De 7 a 11 de maio</strong><br />
<strong> 13h30 | Oficina Documentando</strong><br />
Com Marlom Meireles (PE)<br />
Local: Escola Judite Bezerra da Silva</p>
<p><strong>Terça-feira (15)</strong><br />
19h30 | Programa 1: Presente (60’ – Livre)<br />
Peripatético (SP, 2017, 15’), de Jessica Queiroz<br />
Nada (MG, 2017, 27’), de Gabriel Martins<br />
Deusa (SP, 2016, 18’), de Bruna Callegari*</p>
<p><strong>20h30 | Programa 2: Fé (49’ – Livre)</strong><br />
Candeias (CE, 2017, 19’), de Ythallo Rodrigues e Reginaldo Farias*<br />
Terremoto santo (PE, 2017, 20’), de Bárbara Wagner e Benjamin De Burca<br />
Sem folhas não tem Orixás (BA, 2016, 10’), Natalia Favre e Fernanda Saenz</p>
<p><strong>Quarta-feira (16)</strong><br />
<strong> 13h | Oficina de Formação Cineclubista</strong><br />
Com Yanara Galvão (PE)<br />
Local: Auditório da Secretaria Municipal de Educação de Iguaracy</p>
<p><strong>19h30 | Programa 3: Viver (50’ – Livre)</strong><br />
Você conhece Derréis? (PB, 2017, 11’), de Veruza Guedes<br />
Praça de guerra (PB, 2015, 19’), de Edmilson Junior<br />
CorpoStyleDanceMachine (AL, 2017, 7’), de Ulisses Arthur<br />
Cancha – antigamente era mais moderno (PB, 2013, 13’), de Luciano Mariz</p>
<p><strong>20h30 | Programa 4: Herança (55’ – Livre)</strong><br />
Casca de baobá (RJ, 2017, 12’), de Mariana Luiza<br />
Furna dos negros (AL, 2017, 30’), de Wladimir Lima*<br />
Black out (PE, 2016, 13’), de Adalmir José da SIlva, Felipe Peres Calheiros, Francisco Mendes, Jocicleide Valdeci de Oliveira, Jocilene Valdeci de Oliveira, Martinho Mendes, Paulo Sano, Sérgio Santos</p>
<p><strong>INGAZEIRA</strong><br />
<strong>De 14 a 18 de maio</strong><br />
<strong> 07h30 | Oficina Documentando</strong><br />
Com Marlom Meireles (PE)<br />
Local: Centro de Atividades Econômicas (CAE) de Ingazeira</p>
<p><strong>Quinta-feira (17)</strong><br />
<strong> 19h30 | Programa 1: Diversidade (55’ – Livre)</strong><br />
Cor de pele (PE, 2018, 15’), de Lívia Perini<br />
Cabelo Bom (RJ, 2017, 15’), de Swahili Vidal<br />
Onda traz o vento leva (PE, 2012, 25’), de Gabriel Mascaro</p>
<p><strong>20h30 | Programa 2: Força (59’ – Livre)</strong><br />
Entremarés (PE, 2018, 20’), de Anna Andrade**<br />
Simbiose (PE, 2017, 19’), de Julia Morim<br />
Close (CE, 2016, 20’), de Rosane Gurgel</p>
<p><strong>Sexta-feira (18)</strong><br />
<strong> 13h | Oficina de Formação Cineclubista</strong><br />
Com Yanara Galvão (PE)<br />
Local: Centro de Atividades Econômicas (CAE) de Ingazeira</p>
<p><strong>19h30 | Programa 3: Tradição (54’ – Livre)</strong><br />
Dos antigos aos filhos do amanhã (RJ, 2018, 30’), de Leonardo A. Gelio*<br />
Do corpo da terra (RJ, 2017, 24’), de Julia Mariano*</p>
<p><strong>20h30 | Programa 4: Imersos (46’ – Livre)</strong><br />
Nanã (PE, 2017, 25’), de Rafael Amorim<br />
De profundis (PE, 2014, 21’), de Isabela Cribari</p>
<p><strong>AFOGADOS DA INGAZEIRA</strong><br />
<strong>Quinta-feira (17)</strong><br />
<strong> 8h | Oficina de Formação Cineclubista</strong><br />
Com Yanara Galvão (PE)<br />
Local: Auditório da EREM Professora Ione de Góes Barros (antigo CNE)</p>
<p><strong>14h | Encontro com pesquisadores de cinemas de rua</strong><br />
Com João Luiz Vieira (RJ)<br />
Local: Auditório da Secretaria de Assistência Social de Afogados da Ingazeira</p>
<p><strong>Sexta-feira (18) e sábado (19)</strong><br />
<strong>9h | Oficina de Crítica Cinematográfica</strong><br />
Com Heitor Augusto (SP)<br />
Local: Auditório da Secretaria de Assistência Social de Afogados da Ingazeira</p>
<p><strong>Domingo (20)</strong><br />
<strong> 19h30 | Sessão Especial (60’ – Livre)</strong><br />
Cine S. José (PE, 2017, 11’30’’), de William Tenório<br />
Seguido de masterclass com o professor João Luiz Vieira (UFF-RJ).</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (Livre)</strong><br />
O Processo (RJ, 2018, 119’), de Maria Augusta Ramos</p>
<p><strong>Segunda-feira (21)</strong><br />
<strong> 9h | Matinê 1 (55’ – Livre)</strong><br />
Nana &amp; Nilo e o Tempo Brincar (RJ, 2016, 14’), de Sandro Lopes*<br />
As aventuras do menino pontilhado (PE, 2016, 14’), de Leo Tabosa<br />
Caminho dos gigantes (SP, 2016, 11’), de Alois di Leo<br />
A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina (PA, 2017, 7’), de Tiago Ribeiro<br />
O anão que virou gigante (RJ, 2008, 9’), de Marcelo Marão</p>
<p><strong>Programa 1: Travessia</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (58’ &#8211; 16 anos)</strong><br />
Superpina (PE, 2017, 25’), de Jean Santos<br />
Inri Cristo (SC, 2018, 25’), de Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting**<br />
Festejo muito pessoal (SP, 2017, 8’), de Carlos Adriano*</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (14 anos)</strong><br />
Rebento (PB, 2018, 97’), de André Morais*</p>
<p><strong>Terça-feira (22)</strong><br />
<strong> 9h | Mesa 1: O olhar cinematográfico</strong><br />
Alexandre Taquary &#8211; produtor (PE)<br />
Claudia Oliveira – cineclubista (PE)<br />
Heitor Augusto &#8211; crítico de cinema (SP)</p>
<p><strong>9h | Projeto Toda Palavra: Sessão Acessível (103’ – 12 anos)</strong><br />
Nº 27 (PE, 2008, 20’), de Marcelo Lordello<br />
João Heleno dos Brito (PE, 2016, 20’), de Neco Tabosa<br />
Au revoir (PE, 2013, 20’), de Milena Times<br />
A onda traz, o vento leva (PE, 2012, 25’), de Gabriel Mascaro<br />
Sexta série (PE, 2013, 18’), de Cecília da Fonte</p>
<p><strong>Programa 2: Só mais um esforço</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (63’ – 12 anos)</strong><br />
Peito vazio (PE, 2017, 17’), de Leon Sampaio e Yuri Lins*<br />
Mamata (BA, 2017, 30’), de Marcus Curvelo<br />
Vento frio (PE, 2018, 16’), de Taciano Valério**</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (12 anos)</strong><br />
Prelúdio da fúria (PE, 2017, 60’), de Gilvan Barreto<br />
Seguido de debate com os professores Aécio Amaral (UFPB) e José Rogério Oliveira (FASP)</p>
<p><strong>Quarta-feira (23)</strong><br />
<strong> 9h | Mesa 2: Cinema manifesto</strong><br />
Carol Vergolino, produtora (PE)<br />
Carol Almeida, crítica de cinema e curadora (PE)</p>
<p><strong>9h | Matinê 2 (65’ – Livre)</strong><br />
Nana &amp; Nilo e os Animais (RJ, 2016, 21’), de Sandro Lopes*<br />
A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina (PA, 2017, 7’), de Tiago Ribeiro<br />
BUG (PE, 2017, 2’), de Gleyse Alcântara e Bruna Tabosa<br />
Caminho dos gigantes (SP, 2016, 11’), de Alois di Leo<br />
Cor de pele (PE, 2018, 15’), de Lívia Perini<br />
O anão que virou gigante (RJ, 2008, 9’), de Marcelo Marão</p>
<p><strong>Programa 3: Filmar o real</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (61’ – Livre)</strong><br />
O conto do burro amarelo (MG, 2017, 30’), de Daiana Mendes*<br />
Torre (SP, 2017, 18’), de Nádia Mangolini<br />
Sem Título #3: E para que Poetas em Tempo de Pobreza? (SP, 2016, 13’), de Carlos Adriano*</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (Livre)</strong><br />
Em nome da América (PE, 2017, 95’), de Fernando Weller<br />
Seguido de debate com o professor Genildo Santana (FASP)</p>
<p><strong>Quinta-feira (24)</strong><br />
<strong> 9h | Mesa 3: Documentário como reflexo do seu tempo</strong><br />
Cynthia Falcão &#8211; produtora e realizadora (PE)<br />
Marcelo Pedroso – realizador (PE)<br />
Maria Cardozo &#8211; realizadora e curadora (PE)</p>
<p><strong>Programa 4: Pais e Filhos</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (80’ – Livre)</strong><br />
Não tema (PB, 2018, 10’), de Odécio Antonio*<br />
Fantasia de índio (PE, 2017, 20’), de Manuela Andrade<br />
A menina banda (PE, 2018, 25’), de Breno César<br />
Nome de Batismo – Alice (PE, 2018, 25’), Tila Chitunda*</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (Livre)</strong><br />
Parquelândia (PE, 2018, 75’), de Cecília da Fonte**</p>
<p><strong>Sexta-feira (25)</strong><br />
<strong> 9h | Matinê 3 (64’ – Livre)</strong><br />
Nana &amp; Nilo e os Animais (RJ, 2016, 21’), de Sandro Lopes*<br />
A bailarina (RS, 2017, 3’), de Lucas Argenta*<br />
Cor de pele (PE, 2018, 15’), de Lívia Perini<br />
A menina banda (PE, 2018, 25’), de Breno César</p>
<p><strong>Programa 5: Universo Paralelo</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (16’ – Livre)</strong><br />
Eu o declaro meu inimigo (PE, 2017, 2’), de Marcos Buccini e Tiago Delácio<br />
A retirada para um coração bruto (MG, 2017, 14’), de Marco Antônio Pereira</p>
<p><strong>20h | Mostra de Longas (Livre)</strong><br />
PEsado (PE, 2017, 100’), de Leo Crivellare e Wilfred Gadelha<br />
Seguido de debate com o diretor Wilfred Gadelha</p>
<p><strong>Sábado (26)</strong><br />
<strong>9h | Seminário sobre produção e difusão de cinema do interior</strong><br />
Com Felipe Peres Calheiros (EPC/TVPE)<br />
Local: Auditório da Secretaria Municipal de Educação de Afogados da Ingazeira</p>
<p><strong>Programa 6: O que virá?</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (65’ – Livre)</strong><br />
Terremoto Santo (PE, 2017, 20’), de Bárbara Wagner e Benjamin De Burca<br />
Peripatético (SP, 2017, 15’), de Jéssica Queiroz<br />
Nada (MG, 2017, 27’), de Gabriel Martins</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (16 anos)</strong><br />
Arábia (MG, 2017, 97’), de Affonso Uchôa e João Dumans</p>
<p>* inédito em Pernambuco<br />
** inédito no Brasil</p>
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