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	<title>Portal Cultura PE &#187; imagens</title>
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		<title>Resistência indígena e urbanização desenfreada nas exposições do País das Conexões Visuais</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 07:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Promover as artes visuais e conectar espaços públicos às pessoas por meio das expressões artísticas é a missão do País das Conexões Visuais, que em Triunfo encantou as paredes e as ruas do Centro Cultural dos Caretas e da Praça do Avião. No Centro Cultural dos Caretas, estão duas exposições: “Vozes Silenciadas: Um Retrato da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Promover as artes visuais e conectar espaços públicos às pessoas por meio das expressões artísticas é a missão do País das Conexões Visuais, que em Triunfo encantou as paredes e as ruas do Centro Cultural dos Caretas e da Praça do Avião.</p>
<p>No Centro Cultural dos Caretas, estão duas exposições: “Vozes Silenciadas: Um Retrato da Resistência Indígena e Quilombola” da artista triunfense Joaneide Alencar de Araújo, que é natural de Triunfo, trata da luta indígena e quilombola por meio de fotografias.</p>
<p>“Nós sempre priorizamos no País das Conexões Visuais, trazer artistas do território para que tenha um fortalecimento artístico da cena, porque muitas vezes esses artistas não conseguem espaços para expor suas obras em outras cidades”, disse Mekson Dias, assistente de Artes Visuais da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>Lá também está instalada a intervenção “Urbanização: Transformações e Consequências na Sociedade Contemporânea” do coletivo DuBom Produções, de Recife. Nessa exposição estão presentes diversas obras de artistas contemporâneos de Pernambuco.</p>
<p>Frequentemente associada ao progresso, a urbanização acarreta uma série de mudanças na paisagem das comunidades que sustentam essas áreas. Nem sempre essas alterações são positivas, na maioria das vezes não é. E a intervenção propõe um olhar crítico e reflexivo a essa realidade tão costumeira na nossa realidade.</p>
<p>Na Praça do Avião, a exposição fotográfica “Como uma pedra” de Isaías Belo trata sobre a obra de Francisco Brennand. A narrativa segue a Santa Imaculada Conceição, que está instalada na oficina de Francisco, no bairro da Várzea. “Os retratos vem desde a pedra que é a origem da santa, que inspirou o desenho de Brennand, em conjunto com a construção da capela dele”, disse Isaías.</p>
<p>“Para mim é um privilégio estar numa cidade que não conhecia, primeira vez que eu estou aqui e também estar nesse festival com a minha arte”, completou o fotógrafo. No país, ainda há uma intervenção artística-fotográfica, intitulada “Sorrir junto” da artista Gabriela Vasconcellos.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">Promover as artes visuais e conectar espaços públicos às pessoas por meio das expressões artísticas é a missão do País das Conexões Visuais, que em Triunfo encantou as paredes e as ruas do Centro Cultural dos Caretas e da Praça do Avião.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">No Centro Cultural dos Caretas, estão duas exposições: <i style="mso-bidi-font-style: normal;">“Vozes Silenciadas: Um Retrato da Resistência Indígena e Quilombola”</i> da artista triunfense Joaneide Alencar de Araújo, que é natural de Triunfo, trata da luta indígena e quilombola por meio de fotografias.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">“Nós sempre priorizamos no País das Conexões Visuais, trazer artistas do território para que tenha um fortalecimento artístico da cena, porque muitas vezes esses artistas não conseguem espaços para expor suas obras em outras cidades”, disse Mekson Dias, assistente de Artes Visuais da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">Lá também está instalada a intervenção “<i style="mso-bidi-font-style: normal;">Urbanização: Transformações e Consequências na Sociedade Contemporânea”</i> do coletivo DuBom Produções, de Recife. Nessa exposição estão presentes diversas obras de artistas contemporâneos de Pernambuco. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">Frequentemente associada ao progresso, a urbanização acarreta uma série de mudanças na paisagem das comunidades que sustentam essas áreas. Nem sempre essas alterações são positivas, na maioria das vezes não é. E a intervenção propõe um olhar crítico e reflexivo a essa realidade tão costumeira na nossa realidade.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">Na Praça do Avião, a exposição fotográfica “Como uma pedra” de Isaías Belo trata sobre a obra de Francisco Brennand. A narrativa segue a Santa Imaculada Conceição, que está instalada na oficina de Francisco, no bairro da Várzea. “Os retratos vem desde a pedra que é a origem da santa, que inspirou o desenho de Brennand, em conjunto com a construção da capela dele”, disse Isaías.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">“Para mim é um privilégio estar numa cidade que não conhecia, primeira vez que eu estou aqui e também estar nesse festival com a minha arte”, completou o fotógrafo. No país, ainda há uma intervenção artística-fotográfica, intitulada “Sorrir junto” da artista Gabriela Vasconcellos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Acervo de fotografias do Mispe está disponível para consulta na internet</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/acervo-de-fotografias-do-mispe-esta-disponivel-para-consulta-na-internet/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2022 15:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a coleção de fotografias do Museu da Imagem do Som de Pernambuco (Mispe), que conta 1357 imagens, está digitalizada e disponível para acesso do público em geral, por meio do site: www.acervo.pe.gov.br/index.php/colecao-iconografica. A iniciativa faz parte do projeto de Digitalização da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/0323d779-9593-4c01-b8f1-1d34cccc1bde-BR_PE_MISPE_AT_F_1A_0272_F_142.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-93447" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/0323d779-9593-4c01-b8f1-1d34cccc1bde-BR_PE_MISPE_AT_F_1A_0272_F_142.jpg" width="270" height="187" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a coleção de fotografias do Museu da Imagem do Som de Pernambuco (Mispe), que conta 1357 imagens, está digitalizada e disponível para acesso do público em geral, por meio do site: <strong><a href="https://www.acervo.pe.gov.br/index.php/colecao-iconografica" target="_blank">www.acervo.pe.gov.br/index.php/colecao-iconografica</a></strong>. A iniciativa faz parte do projeto de Digitalização da Coleção Fotográfica do Mispe e tem parceria da Agência Estadual de Tecnologia da Informação (ATI-PE).</p>
<p>São fotos que abrangem eventos culturais e momentos da história artística de Pernambuco, de 1949 até os anos 2000. Há registros de festivais de música e de cultura popular em geral &#8211; promovidos pela Casa da Cultura, pelo próprio Mispe, entre outros órgãos ligados à Fundação do Patrimônio Histórico Artístico e Cultural de Pernambuco (Fundarpe). Também fazem parte do acervo, fotografias de bastidores de filmes rodados em Pernambuco, espetáculos de música, de teatro, montagens de exposições de artes plásticas e de fotografia, entrevistas de TV e de rádio e entrevistas promovidas pelo Mispe.</p>
<p>Fotos do famoso Zeppelin, no Recife, também compõem a coleção. Encontram-se, ainda, fotografias de artesãos e artistas plásticos do interior, feitas na década de 1960. Além de registros de bandas marciais, de corais do estado e de artistas como Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Ivanildo Vila Nova, Valdi Afonjá e da banda AI-5.</p>
<p>O projeto também conta com acessibilidade de parte da coleção, oferecendo à comunidade cega a audiodescrição de algumas das fotografias mais expressivas do acervo.</p>
<p><strong>INICIATIVA -</strong> O projeto Digitalização da Coleção Fotográfica do Mispe foi aprovado no Edital Funcultura Geral de 2017, e é de autoria da museóloga e historiadora Chaylane Marques e da produtora cultural Keyse Menezes.</p>
<p>O objetivo fundamental do projeto é a preservação e a difusão da memória artística e histórica do estado, a partir do recorte arquivístico em questão. A coleção é composta por 1357 fotografias, registradas em livro de tombo, e que compõem um rico acervo com registros de manifestações artísticas locais das mais variadas linguagens, como cinema, música, teatro, exposições, assim como coleções pessoais doadas ao museu.</p>
<p>Como possibilidade de visualização parcial desses temas, essas fotografias estão categorizadas sob tais legendas: cinema, música, teatro, entrevistas, engenhos, cangaço, artesãos, atores, entre outras. Percebe-se, a partir delas, a substância de seu conteúdo, o valor inestimável do registro de atividades as mais variadas, seja de cunho artístico, intelectual, ou mesmo paisagístico/geográfico. Antes de chegar à digitalização em si, o projeto também desenvolveu um processo de conservação preventiva do acervo físico, englobando as etapas de higienização e acondicionamento adequado das fotografias.</p>
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		<title>Galeria Janete Costa recebe mostra fotográfica sobre capoeira</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2015 20:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Explorando fragmentos visuais, orais e textuais da capoeira, a exposição “Menino quem foi seu Mestre? Histórias e imagens de Mestres da Capoeira de Pernambuco”, entrará em cartaz a partir deste sábado (25) na Galeria Janete Costa, localizada no bairro de Boa Viagem, no Recife. A mostra itinerante poderá ser visitada a partir das 19h, no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_23922" aria-labelledby="figcaption_attachment_23922" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Exposicao-Menino-quem-foi-seu-mestre-Foto-de-Roberta-Guimaraes-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-23922" alt="Roberta Guimarães/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Exposicao-Menino-quem-foi-seu-mestre-Foto-de-Roberta-Guimaraes-01-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das cenas da exposição fotográfica.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Explorando fragmentos visuais, orais e textuais da capoeira, a exposição “Menino quem foi seu Mestre? Histórias e imagens de Mestres da Capoeira de Pernambuco”, entrará em cartaz a partir deste sábado (25) na Galeria Janete Costa, localizada no bairro de Boa Viagem, no Recife. A mostra itinerante poderá ser visitada a partir das 19h, no mezanino do espaço cultural, que irá contar na noite de abertura com apresentação de uma roda de capoeira.</p>
<div id="attachment_23923" aria-labelledby="figcaption_attachment_23923" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Exposicao-Menino-quem-foi-seu-mestre-Foto-de-Roberta-Guimaraes-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-23923" alt="Roberta Guimarães/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Exposicao-Menino-quem-foi-seu-mestre-Foto-de-Roberta-Guimaraes-02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Mago, um dos oito personagens principais da mostra.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Contendo imagens de oito mestres de referência, além de jovens aprendizes de comunidades da região metropolitana, como Nova Divinéia, Coque, Bode e Várzea, a exposição é uma iniciativa do projeto Caxinguelês Jovem, mantido pelo Centro de Capoeira São Salomão. Temas como o convívio e a troca de saberes são mostrados de forma a atiçar memórias do observador, que também irá se deparar com narrativas envolvendo a tradição da capoeira. A luta, o jogo, a brincadeira, a arte, a afetividade, tristezas, alegrias, rituais e a amizade constroem cenas captadas pela fotógrafa Roberta Guimarães, durante as pesquisas sobre a arte com os mestres Sapo, Renato, Lospra, Mulatinho, Meia Noite, Nem Cangalha, Pirajá e Mago.</p>
<p style="text-align: justify;">A mostra foi inaugurada em dezembro do ano passado e possui a organização do Mestre Mago, agregando pesquisas e textos produzidos por Izabel Cordeiro e Belzinha Capoeira, sob curadoria de Joana D’Arc Lima. Para sua realização, o projeto Caxinguelês Jovem contou com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Abertura da exposição “Menino quem foi seu Mestre?&#8221;</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 25 de abril<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 19h<br />
<strong>Local:</strong> Galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu (Av. Boa Viagem, s/nº, bairro de Boa Viagem, Recife)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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