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	<title>Portal Cultura PE &#187; improviso</title>
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		<title>Encontro de Livre Improviso está com chamada aberta para oficinas</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 18:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 17 de maio e 7 de junho acontece, na Casa Lontra, no bairro recifense da Boa Vista, o EJAGAN – Encontro de Livre Improviso. O projeto, que reúne um conjunto de ações em torno da experimentação artística, está com chamadas abertas durante o mês de abril para duas oficinas e para apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117063" aria-labelledby="figcaption_attachment_117063" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/EJAGAN_Divulgacao3-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-117063" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/EJAGAN_Divulgacao3-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Registro da última edição do Encontro de Livre Improviso</p></div>
<p>Entre os dias 17 de maio e 7 de junho acontece, na Casa Lontra, no bairro recifense da Boa Vista, o EJAGAN – Encontro de Livre Improviso. O projeto, que reúne um conjunto de ações em torno da experimentação artística, está com chamadas abertas durante o mês de abril para duas oficinas e para apresentações remuneradas. As oficinas acontecem, em paralelo, nas tardes dos sábados 17 e 24 de maio e 7 de junho.</p>
<p>Uma delas, Gambiarra, é conduzida pelo musicista Marcelo Campello e propõe um mergulho na improvisação sonora a partir de conceitos como horizontalidade e multidão. &#8220;Gambiarra&#8221; propõe um mergulho na improvisação sonora a partir de conceitos como “horizontalidade” e “multidão”. Utilizando o corpo e materiais reaproveitados como instrumentos, a oficina evoca a memória afetiva e a bagagem cultural dos participantes.</p>
<p>Já “Delírios de Linha” é uma oficina de desenho “no aqui e agora”. Facilitados pelo multiartista João Lin, que também é um dos idealizadores do Ejagan, os três dias de curso serão uma provocação em torno do desenho de improvisação, estimulando a inovação na linguagem gráfica. Cada oficina disponibiliza 12 vagas. Inscrições <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd0uEJuQVk3HcRxt7_iPdhzR-FZ86G34zKWBTNf0nF3FyU0GQ/viewform" target="_blank">aqui.</a></p>
<p>A <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdMibYHpOCCL3dX54VWuObxCxAqbGaJebvtdMC76I9X6Txi3g/viewform" target="_blank">chamada pública </a>para apresentações incentiva com R$3mil as propostas selecionadas. Ao todo serão escolhidos cinco trabalhos de improvisação livre de artistas e/ou coletivos pernambucanos ou radicados no Estado. As apresentações acontecerão no sábado de culminância do projeto, junto com a partilha de resultado das oficinas. “A livre improvisação não é sobre um tipo de arte, mas sobre um modo de fazê-la: sem controle ou definição; vivo e mutante”, explica Hassan Santos, um dos coordenadores do projeto. “O Encontro de Livre Improviso deseja reconhecer artistas que já trilham esse caminho do livro improviso, mas também provocar outros a sair do território que já atuam”, completa.</p>
<p><strong>Sobre o EJAGAN</strong> -  Os suportes artísticos das mais diversas naturezas participam livremente e em conjunto para expressarem uma diversidade de expressões. Essa liberdade de experimentações ampliam as linguagens para além das formas tradicionais de se fazer arte. As novas tecnologias e outras tantas ferramentas artísticas surgem como veículos e suportes para obras contemporâneas criando novas linguagens, como a videoarte, a performance, as instalações, a arte sonora, e outras tantas expressões que são improvisadas no mundo.</p>
<p>Mas, de que modo a improvisação nas artes pode realmente ser livre? De que maneira é possível ampliar ainda mais o ato de improvisar? Como perceber um modo de fazer arte nos dias de hoje sem as amarras estabelecidas através de escolas ou ensinamentos que buscam moldar o ato do fazer artístico? Pode-se dizer que a improvisação é uma possibilidade de variações infinitas em que se pode abandonar e retomar o sistema de linguagens impostos e criar algo novo, vivo e mutante. A improvisação não seria então um tipo de arte, mas um modo de fazê-la.</p>
<p>O que poderia levar a pensar que nas artes existem as linguagens tradicionais – que não devem ser excluídas – mas, que podem ser observadas e serem apropriadas para romper com as fronteiras por elas estabelecidas na arte da improvisação. Ao olhar para as mais antigas das expressões artísticas humanas, pode-se dizer que a arte da improvisação é usada desde a arte rupestre, passa pelas raízes do teatro no ritual de culto a Baco e hoje se confunde com a maneira de sobrevivência do povo. Hoje podemos observar a arte sendo contaminada pelo cotidiano do mesmo povo que a faz.</p>
<p>E é este modo de fazer arte que é o mote para o projeto Encontro de Livre Improviso. A proposta pretende abrir espaço para que as linguagens das artes tenham o improviso como motor de novas criações. Lembrando que o improviso já está amplamente difundido na música, no teatro e na dança. E nas artes visuais contemporâneas, cujas fronteiras entre as linguagens se mostram cada vez mais diluídas, o improviso transborda para a arte sonora, o cinema ao vivo e outras expressões.</p>
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		<title>Revista Outros Críticos debate o improviso na nova edição</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2014 14:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[improviso]]></category>
		<category><![CDATA[jam session]]></category>
		<category><![CDATA[publicação]]></category>
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		<description><![CDATA[A revista Outros Críticos traz como tema da sua 5ª edição “O improviso como forma”. A publicação é lançada nesta quarta-feira (22), às 19h, no Orbe Coworking, no centro do Recife. Como é de costume, o lançamento conta com debate seguido de apresentação musical, desta vez jam session. Os convidados são os músicos Areia (baixista no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-Outros-Criticos_05-por-RAONI-ASSIS.jpg"><img class=" wp-image-15759 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-Outros-Criticos_05-por-RAONI-ASSIS-331x486.jpg" width="199" height="292" /></a></p>
<p>A revista Outros Críticos traz como tema da sua 5ª edição “O improviso como forma”. A publicação é lançada nesta quarta-feira (22), às 19h, no Orbe Coworking, no centro do Recife. Como é de costume, o lançamento conta com debate seguido de apresentação musical, desta vez <em>jam session. O</em>s convidados são os músicos Areia (baixista no Arei, Grupo de Música Aberta e Mundo Livre S/A), Hugo Medeiros (baterista da banda Rua), Luciano Emerson (saxofonista) e Bruno Vitorino (baixista do Nebulosa Quinteto). Como Vitorino, também é crítico musical na revista Outros Críticos e no blog Variações para 4, será o responsável pela mediação do debate. A entrada no evento é gratuita. A revista é vendida por R$ 10.</p>
<p>Editada por Carlos Gomes com projeto gráfico de Fernanda Maia, a publicação é lançada com patrocínio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo do estado de Pernambuco. Ainda conta com o apoio da AESO &#8211; Barros Melo, Orbe Coworking, Corujas, Jacaré Vídeo, FacForm Gráfica e AltoVolts.</p>
<p>A publicação começa com um artigo sobre a improvisação como preceito para a liberdade, além de um texto sobre o workshop do baterista Paal Nissen-Love sobre o improviso, realizado no Rio de Janeiro. Esta edição também conta com artigos de Karol Pacheco, Bruno Vitorino, Bernardo Oliveira e Marcus Fernandes. O artista convidado é Raoni Assis, que cedeu alguns de seus trabalhos para ilustrar a capa da revista e matérias.</p>
<p>Com a voz dos músicos, a Outros Críticos delineia o tema nas seções :&#8221;crítica de boteco&#8221;, com Helder Vasconcelos (ex-Mestre Ambrósio) e mediação de Rodrigo Édipo (MI) e Carlos Gomes (Outros Críticos); &#8220;opinião,&#8221; com depoimentos dos músicos Vitor Araújo, Guilherme Kastrup, Marcelo Cabral (Passo Torto), Renata Rosa, Rodrigo Samico (Saracotia), João Paulo Albertim, Sérgio Cassiano e Maíra Macêdo (Choro Brasil), e resenhas dos discos de Romulo Fróes (por Marina Suassuna), Lucas Santtana (por AD Luna) e Feiticeiro Julião (por Jeder Janotti Jr.).</p>
<p>Os demais artigos da edição abordam a oralidade do repente, dos rappers e poetas e o encontro entre a cultura popular e a pesquisa de novos sons para os instrumentos percussivos. Ainda contamos com entrevistas com Areia e Jam da Silva – que em breve lançarão em parceria duas faixas no projeto “Dois Sons” –, e coluna sobre o improviso escrita por Alessandra Leão.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Lançamento da revista Outros Críticos nº 05</strong><br />
Debate sobre “O improviso como forma” + jam session com os músicos Areia, Hugo Medeiros, Luciano Emerson e Bruno Vitorino<br />
<strong>Data:</strong> Quarta-feira (22.10), às 19h<br />
<strong>Local:</strong> Orbe Coworking &#8211; Av. Dantas Barreto, 324, 8º andar do Edf. Pernambuco, Santo Antônio.<br />
<strong>Entrada gratuita</strong></p>
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