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	<title>Portal Cultura PE &#187; Inaldete Pinheiro</title>
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		<title>5ª Edição do Festival Pernambucano de Literatura Negra chega ao Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 19:46:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121335" aria-labelledby="figcaption_attachment_121335" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Cópia-de-Crédito_-Guga-Renato-_-Festival-Pernambucano-de-Literatura-Negra-é-finalista-no-Prêmio-Jabuti-2025.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121335" alt="Créditos: Guga Renato/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Cópia-de-Crédito_-Guga-Renato-_-Festival-Pernambucano-de-Literatura-Negra-é-finalista-no-Prêmio-Jabuti-2025-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Créditos: Guga Renato/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">A capital pernambucana vai receber no dia 27 de novembro mais uma edição do Festival Pernambucano de Literatura Negra. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o evento, que está em sua quinta edição, tem como proposta promover um grande encontro, aberto ao público, reunindo escritores negros naturais ou radicados em Pernambuco, além de convidados especiais.</p>
<p dir="ltr">Idealizado pela jornalista e escritora Jaqueline Fraga, o festival foi finalista do Prêmio Jabuti 2025 e se consolida como parte do calendário cultural e literário do estado de Pernambuco e importante instrumento na luta antirracista. Este ano o tema é “Mulheres negras no centro da literatura”, com destaque para a curadoria da escritora, atriz e ativista pelos direitos humanos Odailta Alves e homenagens às autoras Inaldete Pinheiro (Pernambuco) e Cida Bento (São Paulo).</p>
<p dir="ltr">A etapa Recife chega com programação em celebração ao Dia da Consciência Negra. A abertura vai acontecer às 14h, no auditório Dom Helder Câmara, da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), centro da capital pernambucana.  A tarde conta ainda com Sarau Literário e sessão coletiva de autógrafo com Camila Mendes, Iyadirê Zidanes, Jessicalen e Vitória Oliveira.</p>
<p dir="ltr">O festival traz também as mesas “O fortalecimento da identidade negra na literatura”, com Inaldete Pinheiro, Mariana Andrade e mediação de Kemla Baptista; “Reparação e reconhecimento: ancestralidade guiando novos futuros”, com Cida Bento e mediação de Carla Teixeira; além da palestra “Desafios e estratégias do jornalismo negro e cultural em Pernambuco”, com Giovanna Carneiro. O encerramento fica por conta da apresentação musical de Evelli Eller.</p>
<p dir="ltr">Toda a programação do festival é gratuita e contará com a presença de intérpretes da Língua Brasileira de Sinais &#8211; Libras.</p>
<p dir="ltr"><strong>Homenageadas:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Inaldete Pinheiro -</strong> uma das fundadoras do Movimento Negro em Pernambuco, a escritora e mestra em Serviço Social nascida no Rio Grande do Norte, em 1946, e que já vive no Recife há mais de 60 anos, construiu uma carreira voltada para o fortalecimento da cultura negra e combate ao racismo. É autora de Cinco Cantigas para você contar; Pai Adão era Nagô; A Calunga e o Maracatu; Baobás de Ipojuca; Coleção Velhas Histórias, Novas Leituras; e Racismo e Antirracismo na Literatura Infanto-Juvenil.</p>
<p dir="ltr"><strong>Cida Bento -</strong> uma das mais relevantes intelectuais e ativistas do movimento negro brasileiro contemporâneo, Maria Aparecida da Silva Bento (São Paulo, 1952) é doutora em psicologia pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IPUSP) e cofundadora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT). Pesquisadora das relações entre raça, racismo e psicologia, ela se torna referência obrigatória nos estudos sobre branquitude no Brasil. Autora do livro Pacto da Branquitude (2022).</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Serviço:</em></p>
<p dir="ltr"><strong>5ª edição do Festival Pernambucano de Literatura Negra</strong></p>
<p dir="ltr">Quando: 27 de novembro, a partir das 14h.</p>
<p dir="ltr">Onde: UNICAP &#8211; Auditório Dom Helder (bloco A &#8211; térreo) &#8211; Rua do Príncipe, 526, Boa Vista, Recife.</p>
<p dir="ltr"><em>Entrada gratuita</em></p>
<p dir="ltr">+ Informações:<a href="http://negrasou.com.br/festival"> negrasou.com.br/festival</a> | <a href="http://instagram.com/festivaldeliteraturanegra_pe">@festivaldeliteraturanegra_pe</a> | <a href="http://instagram.com/negrasouoficial">@negrasouoficial</a></p>
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		<title>Poesia reflexiva e contação de histórias para crianças tomaram conta do País da Literatura neste sábado (27)</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 21:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
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		<description><![CDATA[A tarde deste sábado (27) foi de muita prosa e poesia no Festival Pernambuco Meu País com a programação diversa do País da Literatura. As atividades voltadas para o mundo das letras começaram com uma ação na rua e seguiram com contação de histórias para crianças no estande da Cepe Editora. Versos provocativos escritos por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A tarde deste sábado (27) foi de muita prosa e poesia no Festival Pernambuco Meu País com a programação diversa do País da Literatura. As atividades voltadas para o mundo das letras começaram com uma ação na rua e seguiram com contação de histórias para crianças no estande da Cepe Editora.</p>
<p>Versos provocativos escritos por cima de santinhos religiosos e entregues a mulheres na rua. Esta é a proposta do projeto literário de Nanda Maia, denominado “Ter Fé”. Estreando sua performance no segundo dia da edição de Gravatá do Festival Pernambuco Meu País, a poeta andou pela avenida principal do centro da cidade ao longo da tarde deste sábado (27).</p>
<p>A intervenção tem como proposta conversas sobre a fé e representa não só um ato poético unilateral por parte da autora, mas também momentos de escuta e troca com quem topar receber o santinho. A ideia nasceu a partir de um trauma psicológico vivido por Nanda Maia. Ela explica que veio de um contexto de violência familiar e de um relacionamento abusivo.</p>
<p>“Estava tendo muitas crises de ansiedade, por isso um dia decidi sair de casa, na Linha do Tiro, e fui para o terminal de ônibus de Xambá. Lá vi um homem de uma igreja evangélica pregando sobre violência contra a mulher e uma moça, com ele, distribuindo os santinhos”, lembra Nanda Maia. “Mas ela estava calada e achei essa cena muito controversa e irônica, me remetendo a tudo que tinha passado. Vi nesse momento uma oportunidade de colocar no papel esse poema que já vinha nascendo dentro de mim, que eu já estava elaborando sobre o que significa ter fé em situações adversas.”</p>
<p>A performance do Pernambuco Meu País é apenas o pontapé inicial deste projeto de vida de Nanda. Ela pretende retornar ao T.I de Xambá e entregar os santinhos poéticos a mulheres, alimentando conversas e reflexões a partir desta poesia viva.</p>
<p>Literatura viva também é o propósito de Inaldete Pinheiro, autora e pensadora pernambucana consagrada que compôs a segunda parte da programação do País da Literatura neste sábado (27). Conhecida nacionalmente por ter sido uma das fundadoras do Movimento Negro do Recife, ela também é autora de livros infantis. Em suas obras, como “Uma aventura do velho baobá”, “A Calunga e o maracatu” e “Pai Adão era Nagô”, entre outras, ela procura despertar questionamentos sobre a questão racial para os pequenos, de uma forma lúdica.</p>
<p>Para a autora, estimular essa consciência desde a tenra idade é fundamental. “A literatura infantojuvenil pode potencializar a escrita negra. Fui a primeira escritora negra em Pernambuco a trabalhar a questão infantil, desde os anos 1980, e tem sido muito gratificante. Sabemos que ainda falta muito, que os cursos de Letras têm que tem um olhar mais aguçado para a literatura infantil, mas temos também que celebrar as conquistas”, conta Inaldete.</p>
<p dir="ltr">A interação com as crianças aconteceu no estande da Cepe Editora, que tem diversos livros infantis publicados de autores e ilustradores que tematizam a questão da negritude. Inaldete Pinheiro estava acompanhada da também escritora Odailta Alves e, juntas, fizeram leituras e conversas instigantes com as crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Websérie apresenta trajetória de escritoras negras pernambucanas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 18:57:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Professora, poeta e escritora pernambucana, Odailta Alves publica diariamente, a partir deste sábado (26), um pouco da história e das obras de Inaldete Pinheiro, Adelaide Santos, Sophia William, Joaninha Dias, Crislaine Venceslau, Manu Monteiro, Francisca Araújo e Dayse Moura, no canal que mantém no YouTube (www.youtube.com/@OdailtaAlves). As personagens escolhidas são escritoras que, juntas, compõem o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_97454" aria-labelledby="figcaption_attachment_97454" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Divulgacao-7.jpeg"><img class="size-medium wp-image-97454" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Divulgacao-7-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Odailta Alves é a diretora, roteirista e apresentadora da série</p></div>
<p>Professora, poeta e escritora pernambucana, Odailta Alves publica diariamente, a partir deste sábado (26), um pouco da história e das obras de Inaldete Pinheiro, Adelaide Santos, Sophia William, Joaninha Dias, Crislaine Venceslau, Manu Monteiro, Francisca Araújo e Dayse Moura, no canal que mantém no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/@OdailtaAlves" target="_blank"><strong>www.youtube.com/@OdailtaAlves</strong></a>). As personagens escolhidas são escritoras que, juntas, compõem o cenário literário negro pernambucano e terão suas trajetórias contadas na websérie &#8220;Escritoras Negras de Pernambuco&#8221;. A série conta com oito episódios, de duração de 10 a 15 minutos, e é um dos projetos incentivados pelo Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Nos vídeos, as participantes apresentam os diversos contextos sociais e familiares que existiram enquanto elas se construíam escritoras negras e contam suas histórias de dentro de seus lares. O principal objetivo é contribuir para que mais pessoas possam conhecer e ter interesses pelas obras dessas e outras mulheres negras pernambucanas, além de apresentar mais referências literárias e possibilidades de futuro para as pessoas negras que gostam de escrever.</p>
<p>Todas as personagens da websérie fazem parte do Coletivo de Escritoras Negras de Pernambuco, que foi criado com o intuito de auxiliar na compreensão e realizações dessas mulheres como as escritoras que são<em>. “Ainda que seus corpos não estejam assim representados nas escolas, nas grandes mídias, é no nosso quilombo literário que nós nos fortalecemos, nos inspiramos e, entramos nessa disputa narrativa para falar na primeira pessoa, para trazer as vozes das nossas ancestrais e dizer que sempre fomos resistência, sempre fomos prosa e poesia”</em>, comenta Odailta.</p>
<p><strong>ESCRITORAS NEGRAS DE PERNAMBUCO (websérie)</strong><br />
1º Episódio &#8211; Inaldete Pinheiro – Escritora negra e idosa e moradora do centro do Recife<br />
2º Episódio &#8211; Adelaide Santos – Escritora, cantora, negra, mãe e periférica<br />
3º Episódio &#8211; Sophia Andrade – Escritora negra, transsexual, moradora do Recife<br />
4º Episódio – Manu Monteiro – Escritora negra, lésbica e de Caruaru<br />
5º Episódio &#8211; Francisca Araújo – Escritora negra do Sertão de Pernambuco<br />
6º Episódio &#8211; Crislaine Venceslau – Escritora negra quilombola de São Lourenço da Mata<br />
7º Episódio &#8211; Dayse Moura – Escritora negra, mãe e professora universitária<br />
8º Episódio &#8211; Joaninha Dias – Escritora negra, gorda, professora, panssexual e poliamorista</p>
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