<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; inauguração</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/inauguracao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Em Vicência, Mestre Calú inaugura espaço cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/em-vicencia-mestre-calu-inaugura-espaco-cultural/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/em-vicencia-mestre-calu-inaugura-espaco-cultural/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 14:56:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[espaço cultural]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Calú]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Vicência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=102413</guid>
		<description><![CDATA[Mestre Calú foi diplomado Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2022 e imaginou a criação de um espaço para transmitir seus conhecimentos, fazeres e saberes para as novas gerações, como uma forma de contrapartida pela valorização que tem recebido do Governo de Pernambuco. Com recursos próprios e ajuda de familiares e amigos, Calú reformou a sede [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96463" aria-labelledby="figcaption_attachment_96463" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Mestre-Calú_-Patrimônio-Vivo-de-Pernambuco.jpg"><img class="size-medium wp-image-96463" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Mestre-Calú_-Patrimônio-Vivo-de-Pernambuco-607x410.jpg" width="607" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Calú tem mais de 50 anos dedicado à arte de criar e dar vida aos bonecos de madeira e tecido</p></div>
<p>Mestre Calú foi diplomado Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2022 e imaginou a criação de um espaço para transmitir seus conhecimentos, fazeres e saberes para as novas gerações, como uma forma de contrapartida pela valorização que tem recebido do Governo de Pernambuco.</p>
<p>Com recursos próprios e ajuda de familiares e amigos, Calú reformou a sede de seu mamulengo, onde funcionava uma antiga barraca. O pequeno espaço em frente à sua casa agora conta uma vivência cultural única para os visitantes, que podem visitar a história do Mestre ao longo das décadas, além de interagir com os bonecos e com o próprio Mestre. O espaço ainda conta com uma pequena biblioteca cultural com publicações cujo tema é o mamulengo.</p>
<p><strong>INAUGURAÇÃO -</strong> Prevista para iniciar às 14h, a inauguração terá uma série de atrações. A Associação de Mamulengos Flor de Jasmim, entidade cultural criada para gerir a carreira do Mestre Calú, bem como de seu espaço, será a mediadora das falas iniciais, onde pessoas que contribuíram para a reforma e estruturação do espaço poderão dividir suas experiências com o público e o Mestre. Depois, uma faixa será cortada, abrindo oficialmente o espaço para a primeira visita guiada.</p>
<p>O público poderá acompanhar atrações culturais a partir das 16h. O primeiro grupo a se apresentar será Presépio Mamulengo Invenção Brasileira, que conta com Antônio Neto, neto do Mestre Calú, que junto com Edson Bolinho e Eliel Silva, fazem uma releitura da obra cultural de Calú. O Mestre atua como orientador desses jovens num processo de transmissão de conhecimentos.</p>
<p>Na sequência, às 17h, Mestre Calú apresenta o seu Presépio Mamulengo Flor de Jasmim, com quase 6 décadas de cultura, o grupo é um dos mais tradicionais de Pernambuco e mostra toda a vitalidade, conhecimento e alegria de Calú, que dentro da torda vira um menino.</p>
<p>Às 18h, a Quadrilha Junina Luar, da cidade de Vicência, mostrará o brilho junino com uma apresentação que vem sendo destaque por onde passa. A Banda Saulo Dinis se apresenta a partir das 19h, botando o público para dançar o autêntico forró pé-de-serra. Às 20h, Johnny Lemos, traz o forró romântico para encerrar com chave de ouro o evento de inauguração do Espaço de Memória dedicado ao Mestre Calú.</p>
<p>A realização do evento é pela Associação de Mamulengos Flor de Jasmim, que conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Vicência. O incentivo é da Fundarpe e do Governo do Estado de Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Inauguração do Espaço de Memória Mestre Calú<br />
Quando: 24 de junho de 2023 (sábado), a partir das 14h<br />
Onde: Rua Daniel Florêncio Dias, nº 14, Centro, Vicência-PE<br />
Aberto e gratuito</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/em-vicencia-mestre-calu-inaugura-espaco-cultural/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bruno Fish inaugura a exposição &#8220;Cerâmicatomicamente&#8221; no Museu Murillo La Greca</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bruno-fish-inaugura-a-exposicao-ceramicatomicamente-no-museu-murillo-la-greca/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/bruno-fish-inaugura-a-exposicao-ceramicatomicamente-no-museu-murillo-la-greca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 15:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bruno fish]]></category>
		<category><![CDATA[Cerâmicatomicamente]]></category>
		<category><![CDATA[felipe campelo]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Murillo La Greca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=100126</guid>
		<description><![CDATA[O Museu Murillo La Greca sedia, entre os dias 4 de abril e 2 de junho de 2023, a primeira exposição individual do multiartista pernambucano Bruno Fish. Intitulada Cerâmicatomicamente, em referência ao processo de fusão e mutação da cerâmica em alta temperatura e também ao alcance sem fronteiras da mente, a mostra apresenta ao público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/image0.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100130" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/image0-607x361.jpeg" width="607" height="361" /></a></p>
<p>O Museu Murillo La Greca sedia, entre os dias 4 de abril e 2 de junho de 2023, a primeira exposição individual do multiartista pernambucano Bruno Fish. Intitulada <em>Cerâmicatomicamente</em>, em referência ao processo de fusão e mutação da cerâmica em alta temperatura e também ao alcance sem fronteiras da mente, a mostra apresenta ao público um pouco de sua trajetória artística, com 28 obras entre esculturas e pinturas, nas quais o artista trabalhou ao longo dos últimos seis anos. A curadoria é de Felipe Campelo.</p>
<p>Os 14 quadros e as 14 peças em cerâmica da mostra trazem o universo com influências surrealistas e regionais de Fish, um discípulo do mestre Thiago Amorim. Peixes, lobos, primatas (como o mandril e o babuíno) e la ursas fazem parte da criação, com cores vibrantes e a fusão com a forma e os hábitos humanos. A explosão de cores, a energia e o movimento contidos nos quadros, numa associação direta com o Carnaval de Pernambuco, dão-nos a impressão de que as criaturas ganharão vida a qualquer momento.</p>
<p>Artista contemporâneo e urbano, Bruno Fish completará 48 anos no mesmo dia da abertura da mostra. Com trabalhos expostos nos salões da Fenearte do ano passado e obras encomendadas por apreciadores de arte residentes em outros estados do Brasil e também dos EUA, ele é natural do Recife, mas viveu parte de sua infância em Caruaru. &#8220;Foi no Alto do Moura, acompanhando meu pai, um apreciador de arte popular, que tive o primeiro contato com os mestres do barro, como mestre Galdino, Manuel Eudócio, além dos filhos do mestre Vitalino. Também trago como forte referência o maravilhoso trabalho de Francisco Domingos &#8220;Chico&#8221; da Silva (1910-1985)&#8221;, conta.</p>
<p>Serviço<br />
Exposição <em>Cerâmicatomicamente</em> &#8211; Bruno Fish<br />
Abertura: dia 4 de abril (terça-feira), 19h. Exposição segue até 2 de junho de 2023, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h.<br />
Local: Museu Murillo La Greca (Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366, Parnamirim &#8211; Recife/PE)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/bruno-fish-inaugura-a-exposicao-ceramicatomicamente-no-museu-murillo-la-greca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Com nova exposição no Mamam, Jonathas de Andrade celebra 15 anos de carreira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-nova-exposicao-no-mamamm-jonathas-de-andrade-celebra-15-anos-de-carreira/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/com-nova-exposicao-no-mamamm-jonathas-de-andrade-celebra-15-anos-de-carreira/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 19:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[jonathas de andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[Na Cidade da Ressaca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=99628</guid>
		<description><![CDATA[Radicado há duas décadas no Recife, o alagoano Jonathas de Andrade comemora, em 2023, 15 anos de carreira. Artista com um projeto criativo reconhecido nacional e internacionalmente, ele inaugura, no próximo dia 23 de março (quinta-feira), às 19h, a exposição “Na Cidade da Ressaca”, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Com curadoria de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_99629" aria-labelledby="figcaption_attachment_99629" class="wp-caption img-width-485 alignnone" style="width: 485px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jonathas de Andrade/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/2em1_jonathas.jpg"><img class="size-medium wp-image-99629" alt="Jonathas de Andrade/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/2em1_jonathas-485x486.jpg" width="485" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra 2 em 1 estará presente na mostra, que tem acesso gratuito no Mamam</p></div>
<p>Radicado há duas décadas no Recife, o alagoano Jonathas de Andrade comemora, em 2023, 15 anos de carreira. Artista com um projeto criativo reconhecido nacional e internacionalmente, ele inaugura, no próximo dia 23 de março (quinta-feira), às 19h, a exposição “Na Cidade da Ressaca”, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Com curadoria de Moacir dos Anjos, a mostra conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e segue em cartaz até o dia 18 de junho. O acesso é gratuito.</p>
<p>A exposição está dividida nos seguintes eixos: a ligação com Pernambuco (o clima histórico, político e afetivo do território), o poder transformador da educação, a pulsão erótica e a insurreição contra o <em>status quo</em>. A mostra ocupa os três andares do Mamam e propõe uma jornada por esse universo criativo, através de trabalhos produzidos ao longo dos últimos 15 anos e agrupados a partir de afinidades temáticas.</p>
<p>Trabalhos em vídeo, fotografia e instalação convidam o visitante a trabalhar com vários sentidos, através de uma expografia que se constrói, também, a partir de uma sensualidade que emerge da mistura, do encontro dos diferentes. Do coletivo ao íntimo, há caminhos diversos a serem explorados na exposição. Logo na entrada do museu, por exemplo, no lado da Rua da Aurora, o vídeo de <em>O Levante</em> (2012-2014), com imagens de uma corrida de cavalos organizada pelo artista no centro do Recife, promove uma espécie de “entrada” na cidade, ou melhor, de localização no território, ideia complementada pela presença das obras <em>Ressaca Tropical</em> (2009) e <em>Recenseamento moral da cidade do Recife</em> (2008), obras da fase inicial do artista.</p>
<p>Esse movimento fluído entre o público e o privado vai se desenhando ao longo dos andares do museu, com obras que repensam a ideia de pertencimento, do que é o Nordeste e o que ele evoca. São temas pulsantes em trabalhos como Museu do Homem do Nordeste (2013), um questionamento da idealização da memória colonial perpetuada pela coleção da instituição homônima, criada em 1979 por Gilberto Freyre; e <em>Nostalgia</em>, sentimento de classe (2012). A ideia de insurreição e luta se manifesta também nas séries <em>Educação para Adultos</em> (2010) e <em>ABC da Cana</em> (2014), que, a partir do pensamento de Paulo Freire, entendem a emancipação do sujeito através da educação como um ato revolucionário.</p>
<p>Também presente na exposição está <em>Olho da Rua</em> (2022), vídeo que conta com a participação de 100 pessoas em situação de rua e de vulnerabilidade social ligadas a abrigos públicos e iniciativas não governamentais, como o Movimento População de Rua de Pernambuco. Gravado durante dois dias na Praça do Hipódromo, no Recife, o filme propõe exercícios do olhar, a partir do protagonismo de seu elenco, com ações como olhar-se no espelho, improvisar uma assembleia e promover uma festa coletiva no espaço público.</p>
<p>Com forte interesse por processos colaborativos e as questões de autorrepresentação, Jonathas desenvolveu junto às integrantes do Teatro das Heroínas de Tejucupapo, de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, que há 30 anos encenam a famosa batalha que resultou na derrota dos holandeses, no século 17, a partir dos esforços e organização das mulheres locais. A permanência do episódio no imaginário pernambucano enquanto símbolo de força e resistência, mantém-se não só através da história oficial, mas também pelo engajamento das moradoras locais e sua relação com a arte, elementos que fomentaram os projetos Teatro das Heroínas de Tejucupapo e A Batalha de Todo Dia de Tejucupapo (2022), também presentes na exposição.</p>
<p>O desejo, o erotismo &#8211; e o homoerotismo, mais especificamente, se apresentam como chaves para entender, também, a potência dos afetos e do corpo, a exemplo das esculturas de barro queimado, vestidas com sungas, de<em> Achados e Perdidos</em> (2020). O que se reflete, também, no olhar de Jonathas de Andrade para a intimidade, como nas obras <em>Amor e Felicidade no Casamento</em> (2008), que marcou sua estreia artística, e <em>2 em 1</em> (2010), que, cada uma à sua maneira, discutem as dinâmicas das relações, os esforços conjuntos, aproximações e distanciamentos que a vida a dois implica.</p>
<p><strong>ARTISTA -</strong> Jonathas de Andrade é considerado um dos principais nomes da arte contemporânea no Brasil. Natural de Alagoas, reside e produz no Recife há cerca de 15 anos. Com trabalhos apresentados em vários países, recentemente representou o Brasil na 59ª Bienal de Arte de Veneza, na Itália. Ao longo de sua carreira, já participou das bienais de São Paulo (2016 e 2010), Istambul (2019 e 2011), Lyon (2013), Sharjah, nos Emirados Árabes (2017 e 2011), entre outras.</p>
<p>Seu trabalho está presente em importantes coleções privadas e públicas, entre elas: Centre Georges Pompidou, em Paris; Museo del Barrio, Museum of Modern Art (Moma) e Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova York; Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia (MNCARS), Madri, Espanha; Tate Modern, em Londres; e na Pinacoteca do Estado de São Paulo, espaço onde, no final de 2022, ganhou uma mostra retrospectiva por seus 15 anos de trajetória artística.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição “Na Cidade da Ressaca”, de Jonathas de Andrade<br />
Abertura: 23 de março de 2023 (quinta-feira), às 19h<br />
Visitação: de 24 a 18 de junho, de quarta a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados e domingos, das 10h às 16h, no Mamam (Rua da Aurora, 265, Boa Vista, Recife/PE)<br />
Entrada gratuita</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/com-nova-exposicao-no-mamamm-jonathas-de-andrade-celebra-15-anos-de-carreira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Instituto Pernambuco-Porto inaugura sede em Portugal</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/instituto-pernambuco-porto-inaugura-sede-em-portugal/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/instituto-pernambuco-porto-inaugura-sede-em-portugal/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 20:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[instituto pernambuco-porto]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[sede]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=95686</guid>
		<description><![CDATA[O Instituto Pernambuco-Porto inaugurou a sede da entidade, nesta quinta-feira (28). Localizado na cidade do Porto, em Portugal, foi desenvolvido para oferecer um espaço de integração entre a comunidade pernambucana residente naquele país e os portugueses que buscam conexão com o Brasil. Na abertura, foi lançada a exposição “Uma viagem pelo artesanato de Pernambuco &#8211; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-95687 aligncenter" alt="Divulgação/SEI" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></p>
<p>O Instituto Pernambuco-Porto inaugurou a sede da entidade, nesta quinta-feira (28). Localizado na cidade do Porto, em Portugal, foi desenvolvido para oferecer um espaço de integração entre a comunidade pernambucana residente naquele país e os portugueses que buscam conexão com o Brasil.</p>
<p>Na abertura, foi lançada a exposição “Uma viagem pelo artesanato de Pernambuco &#8211; do litoral ao sertão”, desenvolvida pela designer Carla Gama e pela arquiteta Roberta Borsoi, além da série “Danças Brasileiras Populares de Carnaval”, de Abelardo da Hora. O evento contou com a apresentação do Maestro Spok.</p>
<p>O edifício conta com três pavimentos e 2,3 mil metros quadrados. Foi implantado em um terreno com 7,8 mil metros quadrados cedido pela Universidade do Porto, junto às Faculdades de Ciências, Arquitetura, Letras e do Centro Desportivo. A estrutura dispõe de anfiteatro, área de exposição e eventos, bibliotecas com estações de estudo individualizadas e uma sala de convenções multiuso. Para o vice-presidente do instituto, Zeferino Filho, a instalação da sede física é um sonho de 24 anos que se tornou realidade.</p>
<p><strong>SOBRE O INSTITUTO -</strong> Criado em 1996, o Instituto Pernambuco-Porto é uma associação sem fins lucrativos constituída pela Universidade do Porto, Câmara Municipal do Porto, Universidade de Pernambuco e Universidade Federal de Pernambuco, juntamente com os empresários Zeferino Ferreira da Costa e Artur da Silva Valente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/instituto-pernambuco-porto-inaugura-sede-em-portugal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Centro de Produção Cultural do Sesc é inaugurado em Garanhuns</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/centro-de-producao-cultural-do-sesc-e-inaugurado-em-garanhuns/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/centro-de-producao-cultural-do-sesc-e-inaugurado-em-garanhuns/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2022 17:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[centro de garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Produção Cultural Tecnologias e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[sesc]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=94994</guid>
		<description><![CDATA[O Sesc Pernambuco inaugura nesta terça-feira (5), a partir das 19h, em Garanhuns, o Centro de Produção Cultural, Tecnologias e Negócios (CPC) – João Ferreira da Costa. Com investimento de cerca de R$ 38,8 milhões em obras e equipamentos, o CPC Sesc volta-se à atração de diversos públicos valendo-se da produção cultural e criativa, facilitada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_94995" aria-labelledby="figcaption_attachment_94995" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/CPC-Sesc.jpg"><img class="size-medium wp-image-94995" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/CPC-Sesc-607x397.jpg" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">O novo espaço fica localizado no centro de Garanhuns</p></div>
<p>O Sesc Pernambuco inaugura nesta terça-feira (5), a partir das 19h, em Garanhuns, o Centro de Produção Cultural, Tecnologias e Negócios (CPC) – João Ferreira da Costa. Com investimento de cerca de R$ 38,8 milhões em obras e equipamentos, o CPC Sesc volta-se à atração de diversos públicos valendo-se da produção cultural e criativa, facilitada pelas tecnologias e pelas novas práticas econômicas, de negócios sociais e da economia circular. O empreendimento está localizado na Rua Cônego Benigno Lira, no centro da cidade.</p>
<p>A edificação abriga diversos espaços: Teatro Reinaldo de Oliveira, Cine Jardim, Espaço Coleção Josevaldo Araújo de Melo, Auditório João de Barros e Silva e salas de aula. Conta ainda com amplo hall, Comedoria Garanhuns, Livraria CEPE-Sesc, biblioteca e loja, constituindo uma área de convivência aberta para a comunidade em geral, no térreo do bloco principal.</p>
<p>A unidade engloba a Escola Sesc de Artes, que realiza um programa sistemático de formação artística com cursos de música, teatro, literatura, dança, artes visuais e audiovisual nas cinco salas de aulas que compõe esse espaço. Confira as áreas do CPC:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Teatro Reinaldo de Oliveira</strong></span><br />
O Teatro Reinaldo de Oliveira é o primeiro da Rede Sesc no Nordeste e o terceiro do Brasil com a configuração italiana. Pode receber 496 espectadores, sendo 376 na plateia, incluindo espaço para 10 usuários de cadeiras de rodas e quatro poltronas especiais para obesos e rampas de acesso, além de 120 assentos no balcão. Possui duas cabines de audiodescrição e tradução simultânea e plataforma elevatória para o palco, que tem 11,80m de largura, 14m de profundidade. Possui sistemas de som, iluminação e projeção e toda parte de urdimento: cortinas, pernas, bambolinas, rotundas, ciclorama e varas.</p>
<p>O teatro dispõe de uma equipe formada por técnico de som, iluminação e cenotécnico. A casa possui dois camarins, cada um com duas salas, sendo um deles com capacidade para oito pessoas, e outro é coletivo, para até 16 pessoas em cada andar. Os camarins são equipados com bancadas, cadeiras, espelhos, luz de ribalta, sanitários, ferro elétrico, araras e chuveiro elétrico. O teatro possui no backstage uma sala técnica e acesso externo diretamente para o palco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Cine Jardim</strong></span><br />
A sala de Cinema do CPC Sesc é uma das mais modernas do interior e oferece conforto e acessibilidade para os frequentadores. Conta com 152 poltronas, um assento para obeso e três para usuários de cadeiras de roda ou com mobilidade reduzida. Possui equipamentos com tecnologia avançada, projeção digital DCP (projetor 2K) e distribuição de som Dolby Digital. Sua programação é composta de filmes nacionais e internacionais do acervo do Sesc e funcionará com programadoras nacionais.</p>
<p>Vale ressaltar que o Sesc Pernambuco assinou recentemente acordo de colaboração de natureza técnica, educativa e cultural com a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) visando à difusão dos acervos e das atividades formativas da cinemateca Pernambucana e do Projeto Alumiar de Cinema Acessível. O CPC Sesc será contemplado com tal parceria.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Espaço Coleção Josevaldo Araújo de Melo</strong></span><br />
Este espaço conta com um acervo com mais de 2.000 peças doadas ao Sesc Pernambuco pelo colecionador Josevaldo Araújo de Melo, professor da Universidade de Pernambuco – Campus Garanhuns. As peças representam os mais diversos suportes e materialidades, com recortes temáticos que vão desde a arte popular, passando pela arte sacra, arte latinoamericana até a arte indígena. O acervo possui um grande e eclético conjunto de peças, incluindo mobiliário, artes decorativas, artesanato e etnografia indígena.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Hall</strong></span><br />
É um espaço de configuração múltipla, ideal para feiras, exposições, espetáculos, lançamentos de livros, além de poder ser utilizado para venda de produtos relacionados com os espetáculos em cartaz.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Auditório João de Barros e Silva</strong></span><br />
O auditório do CPC Sesc é um amplo espaço com capacidade para até 200 pessoas, podendo ser utilizado para diversas atividades como palestras, debates, congressos, seminários, lançamento de livros e apresentações artísticas. As cadeiras são acolchoadas e possuem braços com suporte para escrever. Conta com rampas de acesso para pessoas com deficiência, equipamentos de som e projeção. Além disso, possui um camarim e sala de imprensa como suporte.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Comedoria Garanhuns</strong></span><br />
Com conceito de “Comedoria Popular” tem como parâmetros a gastronomia local, suas influências e territorialidade. Parte da proposta de alimentação conceitual e de pertencimento, respeitando os receituários quilombolas, a valorização do Agreste e suas particularidades identitárias e a diversidade da bacia leiteira. A louçaria é ilustrada com obras do xilogravurista J. Borges e o cardápio é assinado pela chef Ana Cláudia Frazão, que proporciona um delicioso passeio por receitas que trabalham a afetividade e a memória.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Salas de aula</strong></span><br />
O CPC Sesc contém três salas equipadas para aulas de teatro, dança e música, e duas que comportam os laboratórios de literatura e de música.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/centro-de-producao-cultural-do-sesc-e-inaugurado-em-garanhuns/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mamam abre a mostra coletiva &#8220;Isto é um roçar de mãos?&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mamam-abre-a-mostra-coletiva-isto-e-um-rocar-de-maos/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mamam-abre-a-mostra-coletiva-isto-e-um-rocar-de-maos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 15:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA["Isto é um roçar de mãos?"]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
		<category><![CDATA[mostra coletiva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=94789</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Isto é um roçar de mãos?&#8221; é a nova exposição coletiva no Aquário Oiticica, sediado no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Prevista para o dia 2 de julho, das 12h às 17h, a inauguração da mostra reúne os trabalhos dos artistas Kaísa Lorena, Mitsy Queiroz e Sumaya Nascimento que, a partir de reuniões [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Sumaya-Espelho-dágua-2022-Técnica-mista.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94791" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Sumaya-Espelho-dágua-2022-Técnica-mista-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>&#8220;Isto é um roçar de mãos?&#8221; é a nova exposição coletiva no Aquário Oiticica, sediado no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Prevista para o dia 2 de julho, das 12h às 17h, a inauguração da mostra reúne os trabalhos dos artistas Kaísa Lorena, Mitsy Queiroz e Sumaya Nascimento que, a partir de reuniões iniciadas em janeiro deste ano, apresentam 23 obras-híbridas, nas quais a mistura de linguagens, processos criativos, afetos, materiais, técnicas, suportes e conceitos serviram enquanto mote expositivo. Após a inauguração, a mostra colaborativa fica aberta para visitação até 30 de julho, de terça-feira a sábado, das 12h às 17h. Ao todo, somam-se 23 obras, entre elas, 12 fotografias, uma instalação, 4 esculturas e 2 livros-objetos.</p>
<p>A exposição contou com a curadoria de Guilherme Moraes, editor da Revista Propágulo e pesquisador no Programa Associado de pós-graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e Ana Gabriella Aires, professora, escritora e pesquisadora associada ao Programa de Pós-Graduação em Literatura Comparada da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Em conjunto, a dupla de co-curadores atuou enquanto testemunhas, ouvintes e conversadores dentro dos encontros, contribuindo com interrogações e observações que se transformavam, gradativamente, em debates metalinguísticos sobre os processos de curadoria, socialização e criação coletiva desenvolvidos ao longo dos últimos seis meses.</p>
<p>“Isto é um roçar de mãos?&#8221; foi incentivado pela Prefeitura do Recife, por meio do edital de fomento à cultura Recife Virado, e é um desdobramento da pesquisa de Mestrado de Kaísa, intitulada <em>“O entretecer estético-político para criação poética de imagens híbridas: um estudo teórico e prático de criar em rede tecendo junto a corpos dissidentes”. Dentro da pesquisa, a artista-proponente da mostra pretende investigar processos criativos dentro de dinâmicas de criação em rede, herança de uma auto-observação: “comecei a pensar sobre como era mais estimulada a criar quando estava com outras pessoas”</em>, explica em uma das reuniões.</p>
<p>Partindo da observação da bricolagem como forma de produção, isto é, um trabalho manual feito de improviso e que aproveita materiais diferentes, o ponto de partida para a reunião dos três artistas foi o ato de entretecer, que significa vamos tecer juntos. Por isso, durante o período de imersão, os artistas compartilharam uma espécie de diário de campo coletivo, em que foram estimulados a incorporar o imprevisível dos percursos de produção artística ao diálogo e dinâmicas de produção construídas entre eles em cada encontro.</p>
<p><em>“Pudemos ver Mitsy Queiroz, artista e arte-educador, desafiar suas colegas a partir de produções suas, solicitando, para o encontro seguinte, a realização de imagens fotográficas arranjadas em frase. Em um encontro seguinte, após a socialização e conversa sobre o exercício posto por Mitsy, a artista Sumaya Nascimento foi propositora de uma nova partida que se sucederia: cada um dos outros dois artistas deveria, em uma semana, apresentar-lhe uma produção tridimensional. Desses entrecruzamentos foi-se criando um processo de socialização de inquietações e vontades relativas a cada investigação individual em curso, como também sendo propostos, paulatinamente, pontos de contato e contaminação entre poéticas dispostas a se parearem no espaço-tempo desta ação”</em>, explicou Guilherme Moraes no comentário curatorial da exposição.</p>
<p>A exposição “Isto é um roçar de mãos?&#8221;, pergunta retirada do poema de Carlito Azevedo, crítico e poeta brasileiro, não deve ser pensada enquanto produto final, mas enquanto processo de constante construção. <em>“As reuniões foram momentos de andanças em direção aos outros”, escreve Euana, autora do texto curatorial. “Entretecidos entre si e entre as obras – que em dado momento têm a autoria contaminada – ficamos todos. Como não ficar, no aqui e no agora? [...] Eis, pois, a mostra de diálogos, afetos, a mostra do contato que para acontecer sempre tiveram e continuam tendo os próprios afetos enquanto guia, um roteiro errante”</em>, pontua em outro trecho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre os artistas</strong></span></p>
<p><strong> Kaísa</strong> é artista visual e pesquisadora. Nascida em Aracaju, vive e trabalha em Recife. Sua pesquisa artística atualmente investiga processos de criação em rede, a partir de práticas colaborativas, utilizando o caderno de artista compartilhado como dispositivo para registro e socialização desses processos criativos coletivos. Mestranda (2021) em Artes Visuais pelo PPGAV UFPE/UFPB. Especialista (2019) em Fotografia e Audiovisual pela UNICAP. Graduada (2018) em Publicidade e Propaganda pela UFPE. Atuou como arte-educadora no Museu Paço do Frevo (2019-2020). Realizou a Exposição Individual Mulheres: Corpo Afora (Centro Cultural Correios Recife, Recife, 2018) e participou de diversas exposições coletivas, dentre elas: Confluências (Hotel Globo, João Pessoa e Museu Murillo La Greca, Recife, 2022); Tramações (Galpón Gráfico, Argentina, 2020); Quarentena Projetada (Instituto Moreira Salles e Mídia Ninja em 5 estados do Brasil, 2020); Propágulo 3 (Galeria Capibaribe e Museu Murillo La Greca, Recife, 2019).</p>
<p><strong>Mitsy Queiroz</strong> é artista-pesquisador Mestre em Artes Visuais e pedagogo, interessado no corpo a corpo com a fotografia e no mergulho das epistemologias e ontologias que negam o projeto de modernidade baseado no espaço-tempo linear, no binarismo entre mente/corpo e no controle dos corpos nas questões de raça e gênero. Reflete em sua dissertação o sobre o atravessamento do tempo em programações fotográficas que encarnem a experiência do corpo trans no mundo. E desde a condução metodológica do seu gesto fotográfico, tem pensado as temporalidades curvas, a percepção de corporalidades em transformação e os encantamentos de uma cosmovisão afro-indígena. Suas participações mais recentes são no projeto de residências artísticas SESC Confluências 2018-2019; nas feiras SP-Arte e SP-Foto 2020; o filme “Primeiras Contrações” na plataforma Práticas Desviantes; texto e vídeo arte “Domingo de packer e calcinha” no projeto Salivas; artista convidado para Revista Propágulo edição 7 impressa e a participação no programa “Atos Modernos” de comissionamento de obra pela Coleção Ivani e Jorge Yunes com a Pinacoteca de São Paulo desenvolvendo a pesquisa “As Ilhas do Pina”.</p>
<p><strong>Sumaya Nascimento</strong>, nasceu em 1994, na cidade do Conde, no estado da Paraíba. Vive e trabalha em Recife. A artista transdisciplinar é formada pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) no curso técnico de Artes Visuais. Também cursou publicidade e propaganda na AESO, mas não concluiu. Começou a produzir em 2014. Seus primeiros trabalhos foram em pinturas e esculturas. Ao longo dos anos seguintes, fez de tudo um pouco: Gravura (pelo coletivo GRAVOSs), modelagem em argila, livro de artista, instalação (O peso dos afetos &#8211; 2019); Videoarte (Ensaio sobre a permanência e o tempo &#8211; 2021); Assistência de criação de adereço (para campanha ao combate à dengue, da prefeitura do recife em 2022); Idealização, organização e colaboração do projeto Além-Mar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre os co-curadores</strong></span></p>
<p><strong> Guilherme Moraes</strong> é curador, educador e editor da revista-espaço Propágulo, licenciado em artes visuais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). É pesquisador da curadoria enquanto práxis educativa e do curatorial enquanto metodologia de aprendizado. Foi curador das mostras Desculpas Pelas Quais, na Garrido Galeria, e Disfarce ou Dissimulação, na Galeria Esporo, em 2021. Neste ano, foi curador da mostra A Beleza da Lagoa É Sempre Alguém, na Galeria Janete Costa. É pesquisador pelo Programa de Pós-graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB na linha de processos educativos.</p>
<p><strong>Ana Gabriella Aires</strong> (1997) é poeta e pesquisadora-educadora. Publica e recita poesias de maneira autônoma desde 2016. Graduou-se em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco (2019), onde aprofundou-se nas questões estéticas e políticas do poema. Em 2021 iniciou pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Literatura Comparada da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, quando vai caminhando às questões dos trânsitos, das errâncias, das translínguas, das transfronteiras, das transculturações. Coidealizou o Selo Além-Mar, que tem por principal desdobramento a Zine ALÉM-MAR, da qual é autora do editoriais e outros textos (poesias). Tem se descoberto curadora e produtora cultural a partir do exercício de tais funções (desde 2019), principalmente em espaços autônomos, que se articulam ao (ou partem do) trabalho feito junto às palavras.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/mamam-abre-a-mostra-coletiva-isto-e-um-rocar-de-maos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exposição &#8220;Japonésia&#8221; entra em cartaz no Museu Cais do Sertão</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-japonesia-entra-em-cartaz-no-museu-cais-do-sertao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-japonesia-entra-em-cartaz-no-museu-cais-do-sertao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2022 14:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[Japan House]]></category>
		<category><![CDATA[Japonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Naoki Ishikawa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=94617</guid>
		<description><![CDATA[Dedicada a apresentar a cultura japonesa no Brasil e América Latina, a Japan House São Paulo desembarca pela primeira vez no Nordeste brasileiro, escolhendo o Recife para estender a itinerância da exposição &#8220;Japonésia&#8221; pelo país. Após passar por São Paulo, Curitiba e Belém, a festejada mostra do jovem fotógrafo japonês Naoki Ishikawa &#8211; que apresenta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/ryusei_093.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94621" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/ryusei_093-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a></p>
<p>Dedicada a apresentar a cultura japonesa no Brasil e América Latina, a Japan House São Paulo desembarca pela primeira vez no Nordeste brasileiro, escolhendo o Recife para estender a itinerância da exposição &#8220;Japonésia&#8221; pelo país. Após passar por São Paulo, Curitiba e Belém, a festejada mostra do jovem fotógrafo japonês Naoki Ishikawa &#8211; que apresenta as particularidades e diversidade de paisagens e cultura do Japão &#8211; ganha agenda no museu Cais do Sertão, entre 22 de junho e 28 de agosto. Com apoio do Consulado Geral do Japão em Recife, a realização é uma parceria da Japan House São Paulo com o Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Turismo e Lazer, Empetur e Cais do Sertão. Desde 2021, para ampliar a difusão da cultura japonesa a Japan House São Paulo tem intensificado seu programa de itinerância de exposições por meio de parcerias inéditas com instituições do Brasil e América Latina.</p>
<p>Concebida e apresentada pela Japan House São Paulo pela primeira vez em 2020, a individual de Naoki Ishikawa &#8211; considerado um dos artistas mais relevantes no cenário atual da fotografia no Japão &#8211; reúne 74 fotografias que lançam luzes sobre mais de 20 ilhas do arquipélago japonês, propondo uma verdadeira expedição por um Japão plural e enfatizando a relação intrínseca do país com a natureza, focando em elementos como mar e Monte Fuji. Este último, possui um núcleo exclusivo na mostra com fotografias que são fruto de uma escalada que o artista realizou em 2008. O nome <em>Japonésia</em>, a propósito, deriva de um termo criado pelo escritor japonês Toshio Shimao, com a intenção de enfatizar a configuração de seu país como um arquipélago.</p>
<p>Naoki Ishikawa é conhecido por trazer um olhar singular para a interação entre a natureza e a presença humana e seus traços culturais nesses locais. Ele possui extensa jornada artística, trazendo na bagagem exposições de sucesso pelo continente asiático e pelo Estados Unidos, além de reunir premiações como a da <em>The Photographic Society of Japan</em>, na categoria <em>Lifetime Achievement Award</em>, consolidando sua carreira.</p>
<p><em>“Os trabalhos de Naoki Ishikawa reforçam a forte ligação do Japão com o mar, além de evidenciar a diversidade das paisagens naturais particulares de cada região. É um belíssimo trabalho de um artista que nos faz sentir parte das suas descobertas. Apresentar esta mostra em Recife tem um simbolismo muito especial, pois estamos falando de similaridades, de uma cidade que além de notória efervescência na produção e consumo artístico, tem uma relação peculiar com o objeto central da mostra: a água”</em>, pontua Natasha Barzaghi Geenen, diretora Cultural da Japan House São Paulo e curadora da exposição.</p>
<p>As fotografias que compõem a exposição foram impressas no Japão sob o método direto do negativo para o papel, sem passar pela digitalização, o que destaca ainda mais as cores originais das fotografias. A expografia ainda inclui áudios gravados a partir de textos escritos pelo próprio artista, aproximando o público de Naoki Ishikawa, que traz uma dimensão afetiva e geográfica para cada um dos conjuntos de fotografias exibidos.</p>
<p>Para Eric Klug, presidente da Japan House São Paulo, a presença da instituição pela primeira vez no Nordeste, viabilizada pela parceria com o Governo de Pernambuco, via Secretaria de Turismo e Lazer, Empetur e Cais do Sertão, representa um dos passos que a instituição japonesa vem dando para a construção de laços e relações com o Estado e a sua capital. &#8220;A Japan House São Paulo é uma plataforma para difundir a cultura japonesa em inúmeras frentes incluindo as artes, turismo, educação, tecnologia e negócios. Seja em sua sede e<em>m São Paulo, em suas itinerâncias pelo Brasil e América do Sul ou em seu rico conteúdo online. Passar a contar com o Recife para ampliar essa capilaridade, num fluxo de trocas, nos deixa entusiasmados para projetos futuros em nossos variados eixos de atuação&#8221;</em>, declara Klug.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre Naoki Ishikawa</strong></span><br />
Nascido em Tóquio, Japão, em 1977, Naoki Ishikawa é fotógrafo, bacharel em artes plásticas pela Escola de Humanidades e Ciências Sociais da Universidade de Waseda, tendo ainda obtido as titulações de mestre e doutor pela Universidade de Tóquio. Realizou exposições em países como França, Itália, Alemanha e Canadá e reúne uma série de prêmios por suas fotografias, tendo sido laureado pela <em>The Photographic Society of Japan</em> em 2008 na categoria de Artista Emergente e, em 2020, na categoria <em>Lifetime Achievement Award</em>, voltada para profissionais que produziram um notável trabalho fotográfico ao longo do tempo. Suas obras integram coleções públicas de instituições, como <em>Museum of Contemporary Art Tokyo</em> (Tóquio, Japão), <em>Shanghai Institute of Visual Arts</em> (Xangai, China), <em>Cleveland Clinic</em> (Ohio, Estados Unidos), entre outras.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição Japonésia<br />
Quando: de 22 de junho a 26 de agosto<br />
Horário: terça a sexta, das 10h às 16h; sábado, domingo e feriados, das 11h às 17h<br />
Valor: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia entrada). Acesso gratuito às terças-feiras<br />
Onde: Museu Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, Armazém 10, Bairro do Recife)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-japonesia-entra-em-cartaz-no-museu-cais-do-sertao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Galeria Janete Costa abriga a mostra “A beleza da lagoa é sempre alguém”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/galeria-janete-costa-abriga-a-mostra-a-beleza-da-lagoa-e-sempre-alguem/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/galeria-janete-costa-abriga-a-mostra-a-beleza-da-lagoa-e-sempre-alguem/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 18:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A beleza da lagoa é sempre alguém]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria Janete Costa]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[revista-espaço propágulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=94361</guid>
		<description><![CDATA[Onze artistas pernambucanos estarão presentes na exposição “A beleza da lagoa é sempre  alguém”, que ficará em cartaz entre os dias 18 de junho e 21 de agosto, na Galeria Janete Costa (R. Setúbal, 1023 &#8211; Boa Viagem, Recife &#8211; PE). A  exposição é uma realização da Revista-Espaço Propágulo e conta com o incentivo do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_94362" aria-labelledby="figcaption_attachment_94362" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Bisoro-Celeiro-das-Alegrais-Futuras-2021-Acrílica-e-spray-sobre-lona-de-algodão.png"><img class="size-medium wp-image-94362" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Bisoro-Celeiro-das-Alegrais-Futuras-2021-Acrílica-e-spray-sobre-lona-de-algodão-607x483.png" width="607" height="483" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Celeiro das Alegrias Futuras&#8221;, de Bisoro, é uma das obras que ficarão em cartaz na Galeria Janete Costa</p></div>
<p>Onze artistas pernambucanos estarão presentes na exposição “A beleza da lagoa é sempre  alguém”, que ficará em cartaz entre os dias 18 de junho e 21 de agosto, na Galeria Janete Costa (R. Setúbal, 1023 &#8211; Boa Viagem, Recife &#8211; PE). A  exposição é uma realização da Revista-Espaço Propágulo e conta com o incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do  Funcultura.</p>
<p>O título da exposição foi apropriado de uma passagem do livro “A Desumanização”, do  escritor português Valter Hugo Mãe. O livro conta a história de uma menina que perdeu a  irmã gêmea, e através deste enredo aborda a solidão, a solitude, a ausência e a presença do  outro. Fala ainda da humanidade frágil e a dependência do outro, que embora nem sempre  seja um outro que faça bem, contribui para a construção de quem somos. Porém, a  exposição não pretende ser uma tradução da obra ou uma transposição de seu enredo para  um contexto espacial, a temática é apenas um pontapé para o desenvolvimento da linha  curatorial em construção.</p>
<p>A seleção dos artistas teve início com convocatória pública, lançada nas redes sociais da  Propágulo, em janeiro deste ano, onze artistas foram selecionados para compor a exposição  “A beleza da lagoa é sempre alguém”. São eles: Anti Ribeiro, Bisoro, Clara Simas, Luana Andrade, Marcela Dias, Marina Soares, Matheusa  Santos, Nara Gual, Rayellen Alves, Tacio Russo, Tatiana Móes foram os artistas selecionados,  de mais de cem inscritos, em processo curatorial realizado pelo curador Guilherme Moraes,  por Mariana Melo e demais integrantes da Propágulo. A exposição também contará com  dois artistas convidados: Luana Andrade e Rayellen Alves.</p>
<p>O principal critério para a seleção foi a relação das propostas com a temática da exposição. Os artistas escolhidos estarão na exposição, como também na oitava edição da revista  Propágulo, que será lançada na abertura da exposição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre a Propágulo</strong></span><br />
A Propágulo é uma revista-espaço voltada para as diferentes formas de se mediar arte. Em  suas atuações, reúne a produção de periódicos impressos, livros, eventos, exposições,  residências e ações educativas, tendo como foco a produção artística contemporânea do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Movidos pela vontade de criar conexões e diálogos entre os diferentes atores do setor cultural,  contamos com uma ampla atuação no contexto das artes visuais, já tendo mapeado mais de  100 artistas emergentes e envolvido efetivamente mais de 150 realizadores em suas atuações.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/galeria-janete-costa-abriga-a-mostra-a-beleza-da-lagoa-e-sempre-alguem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>MAMAM inaugura a exposição &#8216;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8217;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mamam-inaugura-a-exposicao-das-coisas-politicas-e-as-politicas-das-coisas-2/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mamam-inaugura-a-exposicao-das-coisas-politicas-e-as-politicas-das-coisas-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 17:51:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acervo do mamam]]></category>
		<category><![CDATA[Das coisas políticas e as políticas das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=94357</guid>
		<description><![CDATA[Refletindo sobre representatividade de gênero na construção de seu acervo, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) reúne obras de artistas mulheres na exposição &#8220;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8221;, com abertura marcada para a próxima quinta-feira (9), a partir das 19h. A mostra conta com incentivo do Governo do Estado de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_94358" aria-labelledby="figcaption_attachment_94358" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Tereza-Costa-Rêgo-Ofélia-do-Capibaribe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-94358" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Tereza-Costa-Rêgo-Ofélia-do-Capibaribe-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Pintada por Tereza Costa Rêgo, o quadro &#8220;Ofélia do Capibaribe&#8221; será uma das obras que o público poderá conferir na exposição do MAMAM</p></div>
<p>Refletindo sobre representatividade de gênero na construção de seu acervo, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) reúne obras de artistas mulheres na exposição &#8220;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8221;, com abertura marcada para a próxima quinta-feira (9), a partir das 19h. A mostra conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Realizada a partir do acervo do MAMAM, a exposição traz obras de artistas de diferentes gerações, com técnicas e estilos diversos, e discute a presença e ausência desses corpos e sua representatividade em um acervo importante, apresentando obras de Tereza Costa Rêgo, Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Adriana Varejão, Oriana Duarte, entre outras.</p>
<p>A mostra surge a partir de uma pesquisa do grupo de estudos curatoriais do projeto &#8216;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8217;, formado por pesquisadoras e pesquisadores que compõem a equipe curatorial da exposição, coordenados por Ana Luisa Lima, crítica de arte, natural de Pernambuco.</p>
<p>Segundo Mabel Medeiros, diretora do MAMAM, a exposição marca uma celebração: <em>&#8220;Consideramos ainda muito importante discutir a trajetória dos 25 anos do MAMAM, a partir das obras, da formação do acervo, suas representações e ausências. Apontar a presença destas mulheres &#8211; e tensionar a ausência de tantas outras &#8211; é repensar esse lugar de apagamentos dentro do sistema das artes visuais, e apontar possibilidades de novas referências e representações&#8221;</em>.</p>
<p>&#8220;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8221; ainda contempla a doação de duas obras das artistas Ana Lira e Milena Travassos para o acervo do MAMAM. A iniciativa, em seu catálogo impresso, assim como na criação da mostra, tem a intenção de acentuar e refletir sobre as perguntas necessárias sobre as ausências de artistas e suas representatividades de gênero, classe social, etnia e racialidade na construção de acervo do Museu.</p>
<p>A mostra contará com recursos de inclusão, como acesso para cadeirantes, e audiodescrição, realizada pela COM Acessibilidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição &#8216;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8217;<br />
Abertura: 9 de junho de junho de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Visitação até 30 de julho. De terça-feira a sábado, 12h às 17h<br />
Endereço: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) &#8211; Rua da Aurora, 256, Boa Vista &#8211; Recife/PE<br />
Acesso gratuito</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/mamam-inaugura-a-exposicao-das-coisas-politicas-e-as-politicas-das-coisas-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Joana Liberal inaugura a exposição &#8220;Mira&#8221; na Casa Balea, em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/joana-liberal-inaugura-a-exposicao-mira-na-casa-balea-em-olinda/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/joana-liberal-inaugura-a-exposicao-mira-na-casa-balea-em-olinda/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 11:46:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa balea]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Liberal]]></category>
		<category><![CDATA[mira]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=94172</guid>
		<description><![CDATA[A Casa Balea, localizada no sítio histórico de Olinda, abre quinta-feira (2), das 18h às 22h, a exposição MIRA, individual de Joana Liberal. Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a mostra reúne dez telas pintadas em tinta acrílica, uma escultura em cerâmica e uma instalação, a artista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Joana-Libera-foto-divulgacao.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94173" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Joana-Libera-foto-divulgacao-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a></p>
<p>A Casa Balea, localizada no sítio histórico de Olinda, abre quinta-feira (2), das 18h às 22h, a exposição MIRA, individual de Joana Liberal. Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a mostra reúne dez telas pintadas em tinta acrílica, uma escultura em cerâmica e uma instalação, a artista apresenta cores e corpos, inteiros e nos detalhes convidam para agir, reagir e interagir.</p>
<p>“Uma exposição, uma partilha, &#8216;Mira&#8217; é alguma repercussão e mais ainda uma provocação sobre o olhar íntimo às existências dissidentes e revela a potencial transformação da percepção da realidade”, diz Runá Paiva, curadora da mostra. A abertura terá ainda a participação de DJ IDLIBRA. A exposição permanece na galeria para visitação até 26 de junho.</p>
<p>ARTISTA &#8211; Joana Liberal é recifense, formada em Licenciatura em Artes Plásticas pela UFPE, tem como principal marca do seu trabalho a versatilidade estética e plasticidade. Pesquisa sobre as questões das mulheres, e possibilidades de corpos e identidades. observadora interna permanente, desenvolve trabalhos com modelagem e escultura, gravura, ilustração, figurino, direção de arte, costura, mural e cenografia. Teve sua primeira exposição na Casa do Cachorro Preto em 2015.</p>
<p>Serviço<br />
Exposição “Mira” – Joana Liberal<br />
Abertura: 2 de junho de 2022 (quinta-feira), às 18h<br />
Visitação até 26 de junho, de quinta-feira a domingo, 16h às 22h<br />
Casa Balea (Rua Treze de maio, 99 – Carmo – Olinda/PE)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/joana-liberal-inaugura-a-exposicao-mira-na-casa-balea-em-olinda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

