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	<title>Portal Cultura PE &#187; incentivo</title>
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		<title>Governo de Pernambuco lança editais da Política Nacional Aldir Blanc com foco inédito em internacionalização e investimento total de R$ 8,4 milhões na cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 19:22:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), lança novos editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), reforçando o compromisso com o fortalecimento do setor cultural no estado. Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-16.05.06.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123486" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-16.05.06-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), lança novos editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), reforçando o compromisso com o fortalecimento do setor cultural no estado. Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 de abril de 2026, até as 16h59, e os editais já estão disponíveis para consulta no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/">Mapa Cultural de Pernambuco</a>. A iniciativa contempla ações estratégicas, com alto volume de investimento e impacto direto na cadeia produtiva da cultura do estado.</p>
<p dir="ltr">“Mais do que investimentos, esses editais representam a valorização da nossa história, das nossas tradições e de cada agente cultural pernambucano. Por meio desta parceria com o Governo Federal, via Ministério da Cultura (MinC), e com o apoio da gestão da governadora Raquel Lyra, estamos garantindo recursos contínuos e acessíveis que chegam a todas as regiões do estado. É a nossa cultura sendo fortalecida, descentralizada e projetada para o Brasil e para o mundo, mostrando a potência e a diversidade de Pernambuco ao alcance de todos”, ressalta a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">O grande destaque desta rodada é o edital de Internacionalização, uma convocatória inédita no estado que institui, pela primeira vez, uma política estruturada de incentivo à projeção global da cultura pernambucana. A iniciativa reconhece a internacionalização como ação estratégica para ampliar a visibilidade de Pernambuco, impulsionar a economia criativa e consolidar a cultura como vetor de desenvolvimento e inovação.</p>
<p dir="ltr">O edital vai apoiar propostas de difusão artística no exterior, formação técnica e criativa, inserção no mercado internacional e promoção de intercâmbios e redes de cooperação. Ao todo, serão contempladas 60 propostas, distribuídas entre diferentes categorias: 20 projetos individuais com incentivo de R$ 20 mil cada; 20 propostas de grupos e coletivos com R$ 60 mil cada; e 20 iniciativas voltadas à participação em feiras e mercados, também com aporte de R$ 20 mil por proposta. As propostas poderão abranger áreas como audiovisual, artesanato, artes circenses, artes visuais, cultura LGBTQIAPN+, culturas populares e tradicionais, cultura periférica, dança, design, economia criativa, fotografia, gastronomia, literatura, música, museus, ópera, patrimônio material e imaterial e teatro.</p>
<div id="attachment_123485" aria-labelledby="figcaption_attachment_123485" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/55163903586_c4d455f201_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-123485" alt=" Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 de abril de 2026, até as 16h59, e os editais já estão disponíveis para consulta no Mapa Cultural de Pernambuco. A iniciativa contempla ações estratégicas, com alto volume de investimento e impacto direto na cadeia produtiva da cultura do estado.  I Foto: Alê Tibúrcio/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/55163903586_c4d455f201_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta etapa, o investimento total é de R$ 8,4 milhões. As inscrições estarão abertas de 13 a 28 de abril de 2026, até as 16h59, e os editais já estão disponíveis para consulta no Mapa Cultural de Pernambuco. A iniciativa contempla ações estratégicas, com alto volume de investimento e impacto direto na cadeia produtiva da cultura do estado.<br />I Foto: Alê Tibúrcio/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Além disso, a Secult-PE lança simultaneamente o edital de Festivais, Mostras e Celebrações Culturais, que reforça o papel desses eventos como instrumentos essenciais de difusão, valorização e renovação das expressões culturais pernambucanas. A iniciativa reconhece a potência da diversidade cultural do estado, que abrange desde tradições populares até produções contemporâneas.</p>
<p dir="ltr">Também com 60 propostas contempladas, o edital de festivais apresenta três faixas de financiamento: 20 projetos com incentivo de R$ 70 mil; 20 com R$ 100 mil; e 20 iniciativas com aporte de R$ 150 mil, totalizando um investimento expressivo para a realização de eventos culturais em diversas linguagens. As propostas podem contemplar áreas como audiovisual, artesanato, artes circenses, artes visuais, cultura popular e tradicional, cultura LGBTQIAPN+, cultura periférica, dança, design, fotografia, gastronomia, literatura, moda, música, ópera, patrimônio e teatro.</p>
<p dir="ltr">Para mais informações, esclarecimento de dúvidas ou orientações sobre o conteúdo dos editais, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail pnabpe2@secult.pe.gov.br ou por meio do atendimento oficial da Secult-PE via WhatsApp, pelo número (81) 3184-3018. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
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		<title>Tracunhaém vai ganhar escultura carnavalesca em homenagem à La Ursa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 16:26:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tracunhaém, reconhecida como a Capital do Artesanato em Cerâmica, vai ganhar uma escultura carnavalesca em homenagem à La Ursa. Localizada na Zona da Mata Norte de Pernambuco, a cerca de 60 quilômetros do Recife, a cidade inaugura neste sábado, 20 de dezembro de 2025, o monumento “Cabeça de La Ursa Gigante”, criado pela artista Cíntia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122321" aria-labelledby="figcaption_attachment_122321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Cintia_Viana.jpg"><img class="size-medium wp-image-122321" alt="Foto -- Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Cintia_Viana-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Cabeça da La Ursa Gigante/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Tracunhaém, reconhecida como a Capital do Artesanato em Cerâmica, vai ganhar uma escultura carnavalesca em homenagem à La Ursa. Localizada na Zona da Mata Norte de Pernambuco, a cerca de 60 quilômetros do Recife, a cidade inaugura neste sábado, 20 de dezembro de 2025, o monumento “Cabeça de La Ursa Gigante”, criado pela artista Cíntia Viana. A data marca os 62 anos de emancipação do município. O projeto conta com incentivo do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, a PNAB-PE.</p>
<p dir="ltr">A obra está sendo construída em espaço público, diante da população, na Praça Costa Azevedo, no centro da cidade. A escultura mede três metros de altura, quase o dobro da altura de uma pessoa adulta, e dois metros de largura, e levou quase um mês para ficar pronta. O trabalho utiliza papel reutilizado, papelão, arame e outros materiais simples, o que reforça a proposta de arte sustentável e de reaproveitamento.</p>
<p dir="ltr">Além do impacto visual, a obra oferece uma experiência sensorial. Moradores, turistas e visitantes poderão acessar a escultura e entrar na cabeça da La Ursa Gigante. No interior, o público encontrará registros fotográficos que contam a história cultural de Tracunhaém. As imagens mostram festas, tradições e momentos importantes da cidade. A proposta é que a escultura funcione como uma cabeça cheia de lembranças e boas memórias, além de atuar como um pequeno museu popular instalado na praça.</p>
<p dir="ltr">A criação é assinada pela artista plástica Cíntia Viana, que celebra 25 anos de carreira com a instalação artística. Essencialmente artista, ela pinta e produz desde a infância. Artesã desde muito jovem, construiu sua trajetória unindo sensibilidade, trabalho manual e compromisso com a cultura popular. “A ideia é mostrar que a arte pode ser feita com o povo. A praça é o lugar certo para criar, conversar e dividir histórias com quem passa todos os dias por aqui”, afirma a artista.</p>
<p dir="ltr">A obra dialoga com a identidade de Tracunhaém, conhecida pela tradição do barro. Mesmo sendo feita de papel, o modo de produção lembra o trabalho dos artesãos da cerâmica local. O processo acontece em camadas, com paciência e cuidado, respeitando o tempo da matéria, assim como ocorre na arte do barro.</p>
<p dir="ltr">A população também participa do processo criativo. Estão previstos encontros abertos ao público para a colagem das imagens históricas no interior da escultura. Alunos da rede municipal participam de visitas guiadas e oficinas, onde aprendem a técnica da papietagem e vivenciam a arte de forma prática.</p>
<p dir="ltr"><strong>A cultura da La Ursa –</strong> A La Ursa é uma cultura presente há muitos anos em Pernambuco. Ela faz parte do Carnaval de rua e nasceu das brincadeiras populares do povo. Durante décadas, grupos saíram pelas ruas com a figura da La Ursa, acompanhados por música, versos e animação. A escultura resgata essa tradição e transforma a brincadeira em alegoria permanente, acessível ao público durante todo o ano.</p>
<p dir="ltr">A tradição da La Ursa tem origem na Europa, onde imigrantes apresentavam ursos treinados para dançar em circos e festas populares. No Brasil, essa prática foi adaptada pelo povo e ganhou novos sentidos. Com o tempo, a La Ursa passou a simbolizar diversão, brincadeira e herança folclórica, além de assumir, em alguns momentos, um sentido mais malicioso ligado às relações amorosas. Hoje, a manifestação é reconhecida e valorizada como patrimônio cultural popular.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a artista –</strong> Formada em Arquitetura e Urbanismo, Cíntia também atua como diretora de arte, artista gráfica e produtora cultural. Desde a formação, desenvolveu identidades visuais para artistas, grupos culturais e festivais ao longo de mais de duas décadas de atuação. Parte desse trabalho está reunida no perfil profissional @cinvianadesign. Mulher, mãe e artista do mundo, escolheu Tracunhaém para viver e criar. Na cidade, fortaleceu sua atuação na produção cultural, sendo produtora executiva do Tipoia Festival por mais de dez anos. Ao longo da carreira, aprovou projetos em editais como o Funcultura Pernambuco e a Lei Aldir Blanc, além de produzir bandas em circulação pelo estado de Pernambuco e ações realizadas pelo Sesc Pernambuco e pelo Sesc São Paulo.</p>
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		<title>Pesquisa inédita revela cidade pernambucana entre as maiores concentrações de casas de culto afro-indígenas do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 17:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade de Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, acaba de ganhar visibilidade nacional e internacional, por meio da internet, com a divulgação do “Dossiê Território Ancestral”, levantamento inédito que identificou 19 casas de culto afro-indígena em funcionamento, colocando o município entre as maiores concentrações de terreiros do Brasil. Com incentivo da Política [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121819" aria-labelledby="figcaption_attachment_121819" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisa-inédita-revela-cidade-pernambucana-entre-as-maiores-concentrações-de-casas-de-culto-afro-indígenas-do-Brasil.png"><img class="size-medium wp-image-121819" alt="Fotos: Território Ancestral/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisa-inédita-revela-cidade-pernambucana-entre-as-maiores-concentrações-de-casas-de-culto-afro-indígenas-do-Brasil-607x335.png" width="607" height="335" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Território Ancestral/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">A cidade de Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, acaba de ganhar visibilidade nacional e internacional, por meio da internet, com a divulgação do <strong>“Dossiê Território Ancestral”</strong>, levantamento inédito que identificou 19 casas de culto afro-indígena em funcionamento, colocando o município entre as maiores concentrações de terreiros do Brasil. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Ministério da Cultura (MinC) e Governo Federal, a pesquisa – realizada por três jovens praticantes das tradições ancestrais –, reúne textos, fotos, vídeos e geolocalização em plataforma digital de acesso público.</p>
<p dir="ltr">“O projeto foi idealizado e coordenado por Jaifalerì, Babalossayn do Ylê Axé Xangô Ayrá, que nasceu e cresceu em terreiro. Ele lidera a investigação ao lado da produtora cultural Belisa Alves, filha de santo da orixá Oxum, e do fotógrafo Edgar Lira, filho de santo de Ogum. Juntos, os três assinam o estudo, que tem como proposta ser um instrumento e gesto político de afirmação identitária e enfrentamento ao racismo religioso. O trabalho conta com a gestão da Baobá Produção Cultural.</p>
<p dir="ltr">A equipe percorreu bairros urbanos, comunidades rurais e áreas de difícil acesso para registrar, com escuta e respeito, a diversidade das práticas encontradas. A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações. Esses espaços atendem moradores locais e de toda a região, formando redes espirituais que atravessam a Zona da Mata e chegam até a Região Metropolitana do Recife.</p>
<p dir="ltr">A metodologia seguiu referências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e priorizou o protagonismo das próprias lideranças religiosas. “Mapear não é invadir, é proteger”, explica Belisa Alves, responsável pela execução geral. Ela destaca que o projeto só aconteceu porque foi conduzido por pessoas que pertencem à cultura que pesquisam. “Quando praticantes realizam a escuta, há reconhecimento, confiança e troca de saberes que nenhuma pesquisa distante alcança.”</p>
<div id="attachment_121820" aria-labelledby="figcaption_attachment_121820" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/photo_5085066641255017853_y.jpg"><img class="size-medium wp-image-121820" alt="A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/photo_5085066641255017853_y-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações.</p></div>
<p dir="ltr">O fotógrafo Edgar Lira captou mais de 140 imagens oficiais, registrando lideranças, objetos rituais, espaços sagrados e cenas do cotidiano dos terreiros. Seu olhar, como filho de santo do orixá Ogum, reforça a ideia de que tecnologia e ancestralidade não se opõem, mas caminham juntas. O acervo audiovisual também integra o documentário “Território Ancestral”, que amplia o alcance da pesquisa.</p>
<p dir="ltr">Os dados foram apresentados na <em>Mostra Território Ancestral</em>, que reuniu mães e pais de santo, pesquisadores e moradores. O encontro exibiu o documentário, lançou o dossiê e projetou em telão as informações levantadas, garantindo devolutiva pública. Apesar dos convites, instituições municipais e estaduais pouco compareceram. Para a coordenação, a ausência evidencia desafios estruturais, entre eles a falta de apoio institucional e o avanço da intolerância religiosa.</p>
<p dir="ltr">Ainda assim, o projeto aponta caminhos: fortalecimento de redes, visibilidade das tradições, protagonismo dos povos de terreiro e produção de conhecimento acadêmico a partir de dentro das comunidades. “Este trabalho é continuidade”, diz Jaifalerì. “É a certeza de que as próximas gerações terão acesso à história que sempre existiu, mas que muitas vezes foi silenciada. A ancestralidade não é passado: é presente e futuro.”</p>
<p dir="ltr">Para conhecer mais detalhes sobre o território, ver os rostos das lideranças, entender as histórias, caminhar pelos espaços sagrados e mergulhar nas tradições que moldam a cidade, o dossiê completo está disponível para acesso livre no site <a href="http://territorioancestral.com.br">territorioancestral.com.br</a>.</p>
<p dir="ltr">Outra forma de acessar a pesquisa é pelo perfil do projeto no <a href="instagram.com/mapeamentoancestral">@mapeamentoancestral</a>, onde são compartilhados bastidores, registros e depoimentos das casas visitadas. E, para quem prefere o audiovisual, o documentário “Território Ancestral” pode ser assistido <a href="https://www.youtube.com/@Territ%C3%B3rioAncestral">no canal do projeto no YouTube</a>, gratuitamente.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre Paudalho</strong> &#8211; Município com cerca de 56 mil habitantes, está localizado a pouco mais de 40 quilômetros do Recife, em uma área histórica que se formou entre o rio Capibaribe, antigos aldeamentos indígenas e a expansão dos engenhos de cana-de-açúcar entre os séculos XVII e XIX. O nome da cidade vem do pau-de-alho, árvore nativa que exalava cheiro forte e marcava o território onde o povoado se consolidou. Antes disso, a região foi conhecida como Miritiba, aldeamento indígena administrado pelos franciscanos, mesmo local associado às origens de Felipe Camarão, liderança indígena fundamental na resistência contra os holandeses no século XVII.</p>
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		<title>Cortejo cultural leva 40 atrações carnavalescas ao município de Aliança</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 17:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121800" aria-labelledby="figcaption_attachment_121800" class="wp-caption img-width-420 alignnone" style="width: 420px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/PHOTO-2025-11-25-22-54-10.jpg"><img class="size-full wp-image-121800" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/PHOTO-2025-11-25-22-54-10.jpg" width="420" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra Frevo na Mata</p></div>
<p>A comunidade rural de Upatininga, no município de Aliança, Zona da Mata Norte de Pernambuco, viverá clima de Carnaval neste sábado (29/11), com um cortejo gratuito que reúne cerca de 40 atrações carnavalescas. Entre o aceiro do canavial, casas simples e ruas estreitas que cortam a divisa entre Pernambuco e Paraíba, a festa marca o encerramento das comemorações do Ponto de Cultura e Memória 15 de Novembro, referência histórica da região. A Mostra Frevo na Mata é realizada pelo Ponto de Cultura e Memória 15 de Novembro e conta com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).</p>
<p>O desfile será realizado ao longo de aproximadamente 5 km e promete reunir foliões, turistas, moradores e visitantes de várias cidades da região canavieira e da Região Metropolitana do Recife, em um percurso marcado por cores, estandartes, bonecos gigantes, orquestras de frevo e elementos da tradição afro-brasileira. A concentração acontece no Cruzeiro de Upatininga, de onde o cortejo segue até o Coreto &#8211; importante monumento da arquitetura histórica da comunidade.</p>
<p>Participam do desfile troças e clubes tradicionais como Pitombeira, Vassourinha, Cariri Olindense, Minhocão, A Zebra, Elefante, Cabeçuda, Linguarudo, Amantes do Carnaval, além de bonecos gigantes de Olinda, grupos mirins, estandartes históricos e orquestras da Zona da Mata. Também confirmaram presença atrações de municípios vizinhos, como Bom Conselho, Goiana, Nazaré da Mata, Vicência, Tracunhaém e Aliança.</p>
<p>Com pouco mais de 4 mil habitantes, Upatininga abriga expressões culturais ligadas ao ciclo canavieiro e às tradições afro-indígenas da Mata Norte. É nesse território de memória viva que a Mostra Frevo na Mata cresce a cada edição e fortalece a circulação da cultura popular no interior do estado.</p>
<p>O encerramento da noite será com a Orquestra Zezé Corrêa, que apresenta repertório dedicado ao frevo rural. O show começa às 22h e promete transformar a localidade em um grande salão de baile a céu aberto.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Cortejo cultural leva 40 atrações carnavalescas ao município de Aliança, interior de Pernambuco</strong><br />
Data: Sábado, 29 de novembro<br />
Local: Distrito de Upatininga, Zona Rural de Aliança- PE<br />
Mais informações: https://www.instagram.com/frevonamata/</p>
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		<title>Inscrições abertas para o 4º LabPajeú</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 14:29:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121474" aria-labelledby="figcaption_attachment_121474" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Foto-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121474" alt="Foto: LabPajeú/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Foto-divulgação-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: LabPajeú/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Estão abertas as inscrições para o 4º Laboratório de Roteiros no Sertão do Pajeú &#8211; LabPajeú com consultoria do roteirista e cineasta pernambucano Hilton Lacerda. Com incentivo do Fundo de Incentivo à Cultura – Funcultura (Audiovisual), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e realização da Pajeú Filmes, a atividade busca aperfeiçoar roteiros no interior do Pernambuco, colaborando para o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual.  As inscrições são totalmente gratuitas e podem ser realizadas até 28 de novembro de 2025, no <a href="https://forms.gle/UdHWF9ziuj9wEu6MA">link</a> disponível nas redes sociais do LabPajeu (<a href="instagram.com/labpajeu">@labpajeu</a>) e da Pajeú Filmes (<a href="instagram.com/pajeufilmes">@pajeufilmes</a>).</p>
<p dir="ltr">Serão disponibilizadas 10 vagas, com prioridade para pessoas residentes no interior do estado, respectivamente Sertão, Agreste e Zona da Mata, mas também podem participar pessoas da RMR e de estados do Nordeste. No ato da inscrição a candidata ou candidato deverá enviar uma ideia em argumento de filme, uma carta de intenções e a sua minibio ou minicurrículo. O regulamento completo, com mais informações estão disponíveis no formulário de inscrição. Os selecionados serão divulgados até o dia 15 de dezembro de 2025.</p>
<p dir="ltr">Em seu novo formato, o 4º LabPajeú terá apenas 2 encontros presenciais imersivos intercalados, de segunda a sexta, com 26h cada, que acontecerão no formato presencial, na cidade de Afogados da Ingazeira, para que haja a maturação dos projetos individuais dos participantes ao longo do processo. Mais uma vez, a proposta é que ao final do laboratório cada participante tenha um roteiro pronto para participar de editais de captação de recursos.</p>
<p dir="ltr">Também serão disponibilizadas bolsas, por encontro presencial, como ajuda de custos para despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação de participantes não residentes em Afogados da Ingazeira. O participante poderá indicar na inscrição se gostaria ou não da bolsa, sob a obrigatoriedade de participação nos encontros presenciais do 4º LabPajeú.</p>
<p dir="ltr">Já passaram pelo LabPajeú projetos de curtas-metragens, longas e séries aprovados nos editais de incentivo e que já circulam mostras e festivais de cinema. Na sua 3º edição, com consultoria de Letícia Simões, realizada em 2024/2025, participaram projetos da zona da mata, sertão e de Campina Grande (PB). Além da consultoria, o LabPajeú também organiza workshops com profissionais do audiovisual, disponíveis no youtube da Pajeú Filmes e fechados apenas aos participantes do projeto.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre Hilton Lacerda </strong></p>
<p dir="ltr">Com mais de 20 anos de experiência, ele roteirizou clássicos do cinema como Baile Perfumado &#8211; 1996 (Dir. Paulo Caldas e Lírio Ferreira, Amarelo Manga &#8211; 2002 (Dir. Cláudio Assis), Árido Movie &#8211; 2005 (Dir. Lírio Ferreira), Baixio das Bestas &#8211; 2006 (Dir. Cláudio Assis), A Festa da Menina Morta &#8211; 2008 (Dir. Matheus Nachtergaele), Febre do Rato – 2011 (Dir. Cláudio Assis), Big Jato – 2015 (dir. Cláudio Assis), Piedade – 2020 (dir. Cláudio Assis), entre outros. Com o documentário Cartola – Música Para os Olhos, assinou sua primeira direção de longa-metragem (roteiro e direção em parceria com Lírio Ferreira). Com os filmes Tatuagem (2013) e Fim de Festa (2020), assina argumento, roteiro e direção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; SERVIÇO: </em></p>
<p dir="ltr"><strong>Inscrições abertas para o 4º LabPajeú </strong></p>
<p dir="ltr">Prazo: 28/11/25</p>
<p>Link para inscrição: <a href="https://forms.gle/UdHWF9ziuj9wEu6MA">https://forms.gle/UdHWF9ziuj9wEu6MA</a></p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Memórias de Carnaval&#8221; é encenado no Teatro Hermilo Borba Filho</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 14:31:03 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_2835.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121168" alt="IMG_2835" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_2835-364x486.png" width="364" height="486" /></a></p>
<p>Com incentivo da Lei Paulo Gustavo PE, o espetáculo &#8220;Memórias de Carnaval&#8221; convida o público a mergulhar em uma experiência sensorial e afetiva, onde dança e memória de entrelaçam. O Carnaval é feito de passos, encontros e histórias que não se apagam. E, com inspiração nas lembranças de foliões e trabalhadores da festa, o público poderá assistir à apresentação no próximo dia 19 de novembro, quarta-feira, às 20h, no Teatro Hermilo Borba Filho.</p>
<p>Entre risos e lágrimas, amores e despedidas, resistência e celebração, o espetáculo revisita as múltiplas camadas da festa popular que pulsa em cada corpo. Uma viagem coreográfica por nostalgias coletivas e íntimas, evocando a alegria, a saudade e a intensidade que só o Carnaval é capaz de revelar.</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong><br />
Concepção, direção, produção e Intérprete : Aldeline Silva<br />
Direção e criação de movimento: Marcos Teófilo<br />
Dramaturgia e Direção de Artes: Álcio Lins<br />
Figurinos e adereços: Francis de Souza, Álcio Lins, Aldeline Silva<br />
Iluminação: Natalie Revorêdo<br />
Áudiovisual e publicidade (pode mudar se quiser): Arthur Chaves, Maju Lima<br />
Preparação física: Filipe Lopes<br />
Acompanhamento nutricional: Tales Rego<br />
Assessoria de comunicação: Talis Ribeiro<br />
Convidado: Fernando Gomes (como papangu)</p>
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		<title>Museu de Arte de Brasília recebe exposição de artesãs pernambucanas</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 16:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120918" aria-labelledby="figcaption_attachment_120918" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Hermes Costa Neto</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Lenynha-Tibúrcio-Mestra-Neguinha-de-Belo-Jardim-Nena-Carvalho-Simone-Souza-Carina-Lacerda-foto-Hermes-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-120918" alt="Foto: Hermes Costa Neto" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Lenynha-Tibúrcio-Mestra-Neguinha-de-Belo-Jardim-Nena-Carvalho-Simone-Souza-Carina-Lacerda-foto-Hermes-Costa-Neto-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Lenynha Tibúrcio, Mestra Neguinha de Belo Jardim, Nena Carvalho, Simone Souza Carina Lacerda</p></div>
<p>O Museu de Arte de Brasília (MAB) recebe a partir deste sábado, 25 de outubro, a exposição &#8220;Terras Raras: Sagrado Feminino&#8221;, que traz um recorte do que a Região Nordeste tem de mais representativo: a força das mulheres e o artesanato. Cinco artistas pernambucanas, mestras no ofício de transformar o barro e a madeira em arte, apresentam suas criações que transmitem as tradições, conhecimentos ancestrais e as técnicas passadas de geração em geração. Estarão expostas um total de 200 obras. A exposição fica em cartaz até 15 de dezembro, com visitação de quarta a segunda-feira, das 10h às 19h, acessibilidades (Libras e Audiodescrição) e visitas guiadas. O projeto tem incentivo do Governo do Estado de Pernambuco através do Fundo de Incentivo à Cultura do Governo de Pernambuco (Funcultura-PE).</p>
<p>&#8220;Terras Raras: Sagrado Feminino&#8221; traz pela primeira vez a Brasília, as obras das artesãs pernambucanas Carina Lacerda (Petrolina) e Simone Souza (Buíque), que esculpem em madeira, Mestra Neguinha (Belo Jardim), Mestra Nicinha Otília (Alto do Moura/Caruaru) e Lenynha Tibúrcio (Tracunhaém), que moldam seus trabalhos no barro. Com produção dos pernambucanos Eric Valença, na direção geral, e Nena Carvalho, na curadoria, a exposição propõe um mergulho no universo dessas cinco mulheres que, além do ofício, têm em comum o fato de terem superado preconceitos e traçado um caminho próprio no Artesanato.</p>
<p>Em 2026, a exposição será apresentada no Recife. “Quisemos contemplar todas as macrorregiões de Pernambuco e mostrar a produção que floresce nas terras antes dominadas por homens. As mulheres estão ressignificando o artesanato na região. E já são muitas, com um trabalho autoral, de muita identidade. Por questões logísticas, tivemos de escolher apenas cinco, mas não foi uma tarefa fácil. Digamos que trouxemos o sumo”, aponta a curadora.</p>
<p><strong>ARTE SUSTENTÁVEL</strong> &#8211; Após anos trabalhando na curadoria do Centro de Artesanato de Pernambuco, entidade governamental que atua na divulgação e venda dos trabalhos de artesãos e artesãs pernambucanas, Nena Carvalho teve a oportunidade de conhecer toda a produção do estado e perceber, a partir da escuta, a urgência da sustentabilidade para a continuidade da artesania. “Existe muita dificuldade de conseguir a matéria-prima hoje em dia. Tanto a madeira como o barro têm seu tempo próprio, então é preciso estar em harmonia com a natureza para trabalhar com ela. Terras Raras é um grito pela sustentabilidade e as mulheres têm um papel fundamental nesse movimento de repassar o conhecimento, que é transmitido naturalmente, pela oralidade, no dia a dia, em meio às tarefas da casa, no cuidado com os filhos&#8221;, defende a curadora.</p>
<p><strong>ACESSIBILIDADE</strong> – Uma revista em braille, com todas as informações da exposição, uma agenda de visitas guiadas com intérprete de Libras, recursos de audiodescrição e peças táteis integram as acessibilidades à disposição do público. Cada artesã produziu uma obra tátil para apreciação das pessoas cegas e com baixa visão, que também terão à disposição o suporte audiodescritivo. As peças foram produzidas por encomenda da curadoria, que propôs um exercício a cada uma. “Eu pedi para elas fecharem os olhos enquanto trabalhavam na peça e pensassem no que gostariam de dizer para as pessoas”, conta Nena Carvalho.</p>
<p>As visitas guiadas serão realizadas aos sábados, nos dias 01 e 22 de novembro, e 6 e 13 de dezembro, às 16h30. Nos dias 22 de novembro e 6 de dezembro, as visitas serão acompanhadas por intérprete de Libras. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>VENDAS</strong> – O projeto Terras Raras: Sagrado Feminino tem também o compromisso de promover a venda das obras em exposição. Em um processo construído com confiança e transparência, cada mestra artesã definiu o valor de suas obras em comum acordo com a curadoria. Após as vendas, receberão integralmente o valor que atribuíram às peças, reafirmando o respeito à autonomia e à valorização do fazer artesanal. A compra das obras em exposição poderá ser feita presencialmente, direto com a equipe Terras Raras, no período da exposição, entre 25 de outubro e 15 de dezembro, ou via plataforma de vendas, que será lançada na abertura da exposição. No entanto, a retirada das peças vendidas só poderá ser realizada ao término da exposição, no período entre 16 e 20 de dezembro.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong><br />
Curadoria: Nena Carvalho<br />
Artesãs: Carina Lacerda, Lenynha Tibúrcio, Mestra Neguinha, Mestra Nicinha Otília e Simone Souza<br />
Direção Geral: Eric Valença<br />
Produção Executiva: Eric Valença Ewerton Marinho Nena Carvalho EVVE Produções<br />
Direção de Fotografia: Hermes Costa Neto<br />
Assistente: Bruno Carvalho<br />
Direção de Arte | Designer: João L. Carvalho<br />
Assistente: Aline Andrade<br />
Comunicação: Ana Souza e Ana Nogueira<br />
Makeup (fotos): Priscilla Rodrigues<br />
Cenografia: Matilha, Giba Cançado e Marley Oliveira</p>
<p><strong>SERVIÇO – EXPOSIÇÃO TERRAS RARAS: SAGRADO FEMININO</strong><br />
Local: Museu de Arte de Brasília MAB (SHTN &#8211; Trecho 1- Projeto Orla Polo 03, lote 05 – Plano Piloto)<br />
Data: abertura – sábado, 25 de outubro, às 10h<br />
Horário de visitação: quarta a segunda-feira, das 10h às 19h<br />
Visitas guiadas: sábados 01 e 22 de novembro, 6 e 13 de dezembro, às 16h30<br />
Acessibilidades: revista em braille, com todas as informações da exposição, exposição de peças táteis com recurso de audiodescrição, intérprete de Libras dias 22 de novembro e 6 de dezembro, às 16h30</p>
<p><strong>ENTRADA GRATUITA</strong><br />
Mais informações &#8211; @terrasraraspe (Instagram)</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, Festival Pernambucano de Literatura Negra realiza 5ª edição na XV Bienal Internacional do Livro de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-incentivo-do-funcultura-festival-pernambucano-de-literatura-negra-realiza-5a-edicao-na-xv-bienal-internacional-do-livro-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 13:10:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro fim de semana de outubro abre espaço para um gesto inédito na XV Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Pela primeira vez, o Festival Pernambucano de Literatura Negra integra a programação oficial do evento, ocupando o Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, nos dias sábado (4) e domingo (5). Criado pela jornalista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120493" aria-labelledby="figcaption_attachment_120493" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Indicado-ao-Jabuti-Festival-Pernambucano-de-Literatura-Negra-realiza-5ª-edição-na-Bienal-de-Pernambuco.png"><img class="size-medium wp-image-120493" alt="Fotos: Festival Pernambucano de Literatura Negra/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Indicado-ao-Jabuti-Festival-Pernambucano-de-Literatura-Negra-realiza-5ª-edição-na-Bienal-de-Pernambuco-607x405.png" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Festival Pernambucano de Literatura Negra/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">O primeiro fim de semana de outubro abre espaço para um gesto inédito na XV Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Pela primeira vez, o Festival Pernambucano de Literatura Negra integra a programação oficial do evento, ocupando o Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, nos dias sábado (4) e domingo (5). Criado pela jornalista e escritora Jaqueline Fraga, o festival chega à 5ª edição já consagrado como semifinalista do Prêmio Jabuti 2025 e leva ao público dez escritoras negras que, juntas, transformam a palavra em território político e estético. Este ano, o festival tem como tema “Mulheres negras no centro da literatura” e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura – Funcultura, viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">A curadoria de Odailta Alves, escritora e pesquisadora com longa atuação em práticas antirracistas, foi desenhada para que cada mesa dialogasse com um eixo da experiência negra na literatura. O resultado é um mosaico que articula tradição e juventude, periferia e sertão, poesia e música, construindo uma narrativa coletiva sobre o lugar da mulher negra na cena cultural brasileira.</p>
<p dir="ltr">O sábado (4) começa com o Sarau Poético, no Palco Sesc Além das Letras. A presença de Inaldete Pinheiro, referência histórica e pioneira na poesia e na militância social, garante a ancoragem da ação em décadas de luta por cidadania e justiça. Ao seu redor, três vozes jovens ampliam o escopo. Joy Thamires traz a força de uma escrita que nasce das periferias e denuncia violências sem abrir mão da delicadeza dos afetos.</p>
<p dir="ltr">Nena Callejera, travesti e slammer, carrega a contundência da poesia que desafia normas de gênero e raça, inscrevendo no texto o corpo como fronteira política. Priscila Ferraz completa o sarau com sua experiência de arte-educadora, usando a poesia como ferramenta de emancipação. O momento, assim, não é apenas leitura de poemas, mas uma cartografia de resistências que atravessa gerações.</p>
<p dir="ltr">Mais tarde, no Espaço Conexão Petrobras, a mesa Escritoras Negras do Agreste ao Sertão Pernambucano desloca o olhar da capital para o interior. Manu Monteiro, psicóloga e multiartista, participa da conversa com uma literatura que busca cura e memória, revelando o corpo como espaço sagrado.</p>
<p dir="ltr">Do Sertão do Pajeú, Francisca Araújo traz consigo a cadência da glosa e do cordel, inscrevendo a oralidade popular na Bienal. Elke Falconiere, atriz e performer de Garanhuns, faz a mediação da mesa levando consigo a experiência de uma escrita independente em zines que abordam juventude e resistência. Essa mesa conecta diferentes territórios, mostrando que a literatura negra não se restringe ao urbano, mas se espalha por geografias e linguagens diversas.</p>
<p dir="ltr">No domingo (5), o Auditório Círculo das Ideias recebe a mesa Versos e músicas: mulheres negras que escrevem e cantam, que costura poesia e música. Bell Puã, poeta e cantora com trajetória internacional, é o um dos elos entre a palavra falada e a performance musical. Bione, que nasceu nos slams e cresceu nos palcos do rap, mostra como a literatura negra se reinventa em batidas e rimas.</p>
<p dir="ltr">A mediação será com Lenne Ferreira, jornalista e produtora cultural, que atua para evidenciar a importância de construir redes de fortalecimento para a cena. A mesa, então, torna-se um espaço de múltiplas linguagens, no qual a palavra é letra de música e poema, sempre atravessada pela mesma urgência de afirmar existências.</p>
<p dir="ltr">A programação completa está disponível no <a href="www.instagram.com/festivaldeliteraturanegra_pe/ ">@festivaldeliteraturanegra_pe</a> e no <a href="www.negrasou.com.br/festival">site</a>. Todas as atividades contarão com intérprete de Libras.</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt; Serviço:</strong></p>
<p dir="ltr">Festival Pernambucano de Literatura Negra realiza 5ª edição na XV Bienal Internacional do Livro de Pernambuco</p>
<p dir="ltr">Quando: Sábado (4) e domingo (5) de outubro de 2025</p>
<p dir="ltr">Onde: XV Bienal Internacional do Livro de Pernambuco – Centro de Convenções de Pernambuco, Olinda</p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/festivaldeliteraturanegra_pe/">@festivaldeliteraturanegra_pe</a> / www.negrasou.com.br/festival</p>
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		<title>Celebrando a cultura popular e a tradição de matriz africana, Arcoverde recebe 11ª edição do Festival Cosme e Damião</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 16:53:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120415" aria-labelledby="figcaption_attachment_120415" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-22-135238.png"><img class="size-medium wp-image-120415" alt="Foto: Associação Cultural Raízes do Sertão/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-22-135238-607x405.png" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Associação Cultural Raízes do Sertão/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">A celebração da cultura popular, da fé e da tradição de matriz africana ganha destaque em Arcoverde com a 11ª edição do Festival Cosme e Damião, promovido pela Associação Cultural Raízes do Sertão. Em 2025, o evento se expande para seis dias, começando nesta segunda-feira (22) e seguindo até o dia 27 deste mês, com uma programação diversa que inclui cortejos, exibições de filmes, apresentações musicais e as tradicionais brincadeiras de Cosme e Damião. A ação conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">Em respeito à tradição de matriz africana, fundamento da Associação Cultural Raízes do Sertão, o festival homenageia os Santos Cosme e Damião, que no sincretismo são as divindades Ibejis — regentes da alegria, inocência e ingenuidade das crianças. A celebração inclui a distribuição de comidas típicas como pipocas e doces, reforçando a conexão cultural e religiosa.</p>
<p dir="ltr">As atividades do festival acontecerão na Comunidade dos Canos, localizada no bairro Sucupira, e incluirão intérpretes de Libras para assegurar que todos tenham acesso. Entre as atrações principais, o evento contará com a participação de grupos significativos da cultura popular de Arcoverde, como o “Boi Cafuné” e o “Boi Maluvido”, renomadas agremiações carnavalescas da cidade, além do grupo Cambindas de Triunfo, que representa a tradição do Sertão do Pajeú. A programação também homenageia talentos da região, como o “Samba de Coco Erêmin”, composto por crianças da própria associação, e o artista multifacetado Lucas dos Prazeres, que é um defensor da cultura do Quilombo dos Prazeres. A procissão com as imagens de Cosme e Damião também irá atravessar as ruas de Arcoverde, sendo acompanhada pela Banda de Pífano Santa Luzia.</p>
<p dir="ltr">O evento é organizado pela Associação Cultural Raízes do Sertão, que, desde 2013, trabalha nas áreas periféricas de Arcoverde, incentivando discussões sobre racismo, intolerância religiosa e desigualdades por meio de eventos culturais e iniciativas socioeducativas. Para ficar por dentro de toda a programação, toda a grade está disponível através do perfil oficial da Associação Cultural Raízes do Sertão no Instagram, o <a href="http://instagram.com/associacao.cultural.raizes">@associacao.cultural.raizes</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>Homenagem a Dona Lourdes</strong></p>
<p dir="ltr">O 11º Festival de São Cosme e Damião, com o título “Tradição, Fé e Alegria”, rende uma merecida homenagem à mestra Maria de Lourdes Bezerra Montenegro (1950-2025), uma das figuras mais significativas na cultura de Pernambuco. Ela dedicou sua vida à transmissão de conhecimentos, promovendo a cultura popular por meio de suas canções, danças e toques de coco. Sua voz ancestral ressoou com intensa paixão pelo triângulo, um instrumento que marca o ritmo do samba de coco. Ela é uma pessoa eternizada na cultura: &#8220;Ela é hoje, amanhã e sempre&#8221;. Com raízes afro-indígenas, Maria de Lourdes (74 anos) nasceu no Sertão de Pernambuco, em Custódia, e desenvolveu sua trajetória em Arcoverde, lugar que escolheu para viver eternamente, onde encontrou seu verdadeiro encanto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Edição especial do Tributo a Virgolino começa sexta-feira</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 14:53:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118718" aria-labelledby="figcaption_attachment_118718" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/GRUPO-CABRAS-DE-LAMPIÄO-CRÉDITO-DA-FOTO-JÚNIOR-TELES.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118718" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/GRUPO-CABRAS-DE-LAMPIÄO-CRÉDITO-DA-FOTO-JÚNIOR-TELES-324x486.jpeg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Cabras de Lampião</p></div>
<p lang="pt-BR" style="text-align: left;" align="center">Começa nesta sexta-feira (4), o Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço, em Serra Talhada (PE). O evento marca os 128 anos do nascimento de Lampião — o mais famoso chefe do Cangaço — e celebra os 30 anos do grupo de xaxado Cabras de Lampião. Trata-se de uma realização da Fundação Cultural Cabras de Lampião e da Agência Criação e Produção. A programação, que ocorre até domingo, contará com mais de 300 brincantes do Sertão, reafirmando a beleza e a força de manifestações como o xaxado, maracatu, coco, capoeira e dança de São Gonçalo. Entre as atrações musicais, destacam-se o mestre Assisão, Trio Nordestino e George Silva. As atividades acontecem no terreiro da Casa de Lampião, no Sítio Passagem das Pedras, zona rural do município.</p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span>Grupos musicais, folclóricos, violeiros, repentistas, cantores, poetas e pesquisadores do cangaço estarão reunidos para celebrar a cultura popular, integrando música, teatro, dança, fotografia, literatura, artesanato e gastronomia. “Desde 1994, o Tributo a Virgolino celebra o nascimento e a morte de Lampião, nosso filho mais famoso. Junto a Maria Bonita, formou o casal que mudou a história do sertão. Amados por uns, odiados por outros, eles seguem despertando paixões. Lampião é símbolo do Nordeste: herói para alguns, bandido para outros. Mas o certo é que nenhum brasileiro passa indiferente à sua história”, explicou Anildomá Willians de Souza, pesquisador, escritor e produtor cultural.</span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span>Durante toda a programação, o público poderá visitar a Feira de Artesanatos e saborear delícias típicas na área dedicada à gastronomia regional. A cultura popular também ganha espaço com a Feira de Livros do Cangaço e Cordel, além da exposição “Lampião por Ele Mesmo – Bilhetes de Lampião” e obras de artes plásticas promovidas pelo Ponto de Cultura Lany’s e a Gallery Art. Mais do que entretenimento, essas ações reforçam o compromisso com a valorização da cultura local e a preservação ambiental — elementos essenciais para a construção da cidadania e a afirmação da identidade de um povo.</span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span>A iniciativa conta com o incentivo do Programa de Fomento à Cultura de Pernambuco (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) &#8211; Governo do Estado de Pernambuco. E também da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), do Ministério da Cultura – Governo Federal. </span></p>
<p lang="pt-BR" align="left"><span><b>Serviço</b>:</span></p>
<p lang="pt-BR" align="left"><span>Evento: Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço</span></p>
<p lang="pt-BR" align="left"><span>Local: Sítio Passagem das Pedras – Casa de Lampião, Serra Talhada (PE)</span></p>
<p lang="pt-BR" align="left"><span>Data: 4, 5 e 6 de julho de 2025</span></p>
<p lang="pt-BR" align="left"><span>Horário: A partir das 9h, com atividades durante todo o dia</span></p>
<p lang="pt-BR" align="left"><span>Entrada: Gratuita</span></p>
<p lang="pt-BR" align="left"><span> </span></p>
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