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	<title>Portal Cultura PE &#187; Índia Morena</title>
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		<title>India Morena &#8211; 81 anos da Dama do Circo Pernambucano</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 15:04:33 +0000</pubDate>
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		<title>Tardes do 31º FIG tem programação para a família toda</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 13:22:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) é conhecido no Brasil todo pelas noites agitadas, mas depois da maratona de shows é importante descansar bem para renovar as energias e acordar pronto para a programação diurna do evento, que não fica atrás quando o assunto é diversão. Para quem já estiver pela cidade na manhã [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_103049" aria-labelledby="figcaption_attachment_103049" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Netp/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/circocostaneto.jpg"><img class="size-medium wp-image-103049" alt="Foto: Costa Netp/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/circocostaneto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os espetáculos circenses já são tradição nas tardes do FIG</p></div>
<p dir="ltr">O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) é conhecido no Brasil todo pelas noites agitadas, mas depois da maratona de shows é importante descansar bem para renovar as energias e acordar pronto para a programação diurna do evento, que não fica atrás quando o assunto é diversão. Para quem já estiver pela cidade na manhã desta sexta-feira (21), por exemplo, o FIG já contará com boas atrações para curtir o sol e o friozinho da cidade com muita cultura. O dia começará na Avenida Euclides Dourado, onde fica o Pavilhão Galeria Galpão, que abrirá das 9h às 21h em todos os dias do festival.</p>
<p dir="ltr">Durante o período, os visitantes poderão conferir exposições de fotografia, artes visuais, design e moda. Entre os projetos que participam do espaço estão as mostras “Luz Quilombola &#8211; Castainho de Dentro pra Fora”, do fotógrafo Iezu Kaeru, e a inédita “Miró Eterno”, dos artistas Mozart Santos, Rafael Buda e Tiago Delácio. Essa última foi pensada exclusivamente para a programação do FIG 2023 e celebra a memória do poeta Miró da Muribeca, que este ano é homenageado na Praça da Palavra Luís Jardim. O Pavilhão conta também com exposições de moda, como a Desafio Criativo MMA, e receberá etapas de desfiles e ações formativas da linguagem, como o projeto “Moda Periférica by Mendx”, que terá roda de conversa com o estilista Marcelo Mendx.</p>
<p dir="ltr">Depois de passar pela Galeria, a pedida é dar uma esticadinha até o Parque Euclides Dourado, onde ficam os polos Cultura Itinerante e Figuinho, que também funcionarão a partir desta sexta, contando com atrações a partir das 14h e 15h, respectivamente. Na ocasião, o polo Cultura Itinerante promoverá os cortejos do Maracatu Leão de Ouro, do Reisado Inhanhum e do Bloco Afro Lamento Negro. Já o Figuinho, que é voltado para a criançada, terá apresentações do Mamulengando Alegria e da Trupe Patrimônio. Até o fim do festival, o público ainda poderá  participar do desfile de outros folguedos do Estado no primeiro polo, como a Quadrilha Mulabembes, o Caboclinho Canindé e o Bloco das Flores. No segundo polo, os pequenos contarão com muitas apresentações de mamulengos, dentre outros brinquedos populares como o Boi Faceiro e o Urso Mimoso de Arcoverde e até show infantil de Lucas dos Prazeres.</p>
<p dir="ltr"><strong>Artes circenses, literatura e cultura popular</strong></p>
<p dir="ltr">Para reforçar ainda mais a festa da meninada, o polo da Lona de Circo Índia Morena estará armado a partir deste sábado (22), também no Parque Euclides Dourado, contando com espetáculos sempre às 14h e às 16h. Passarão por lá os patrimônios Vivos Alakazam e Índia Morena, além de companhias como Circo Mágico Alakazam, Gran Circo Puma e Disney Circo no Picadeiro com a Família Vidal.</p>
<p dir="ltr">No mesmo dia também será aberta a Praça da Palavra, cuja programação irá até o último dia do evento começando quase sempre às 10h, com contação de histórias para crianças, e se estendendo até a noite. De tarde, o polo contará com lançamento do livros, como a 4ª edição da publicação Patrimônios de Pernambuco: Materiais e Imateriais, com André Cardoso; debates, como o que acontecerá sobre a ligação de Clarice Lispector com o Recife, com os autores Clarice Hoffman e Greg; e recitais.</p>
<p dir="ltr">Outro polo cuja programação também começa neste sábado (22), com atrações que vão da manhã até o fim da tarde, é o Palco Ariano Suassuna, que fica no Centro Comercial de Garanhuns. Esse é o lugar ideal para quem gosta de brincar a cultura popular de Pernambuco, já que por lá se apresentarão vários Patrimônios Vivos de Pernambuco, além de outras agremiações emblemáticas do Estado, como são os casos do Maracatu Estrela Brilhante, Boi da Macuca, Cila do Coco, o boneco gigante Menino da Tarde e João do Pife e Banda Dois Irmãos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Música instrumental, teatro, dança, gastronomia e cinema</strong></p>
<p dir="ltr">Quem estiver buscando por shows e concertos musicais mais cedo também terá boas opções no final da tarde. O polo do Conservatório Pernambucano de Música (CPM), na Catedral de Santo Antônio, garantirá música erudita na programação do FIG a partir deste sábado (22), contando com apresentações a partir das 16h, como a do pianista Bruno Mota, além de outros nomes da música popular, como o Duo Rafael Marques e Júlio César e César Michiles e Transversal Frevo Orquestra. O polo Regionalidades, que fica no Teatro Luiz Souto Dourado, também abre na mesma data, começando sempre às 17h. A programação terá apresentações de artistas dedicados à música regional pernambucana como Rabecado, Banda de Pau e Corda e Quinteto Violado. A partir da quarta-feira (26), outra alternativa será o Polo Instrumental, que fica no Parque Ruber Van der Linden. A partir das 17h, o palco contará com shows de Mobile Jazz Band, Fábio Aladdin Trio, Roberto Lima e outros.</p>
<p dir="ltr">Embora a programação de teatro e dança aconteça principalmente à noite, os amantes das artes cênicas também devem ficar ligados nos horários dos espetáculos, pois muitos deles acontecerão à tarde, sendo a maioria das peças desse turno direcionadas para toda a família. É o caso do “Superespetáculo Bem Vindo às Ferias!”, que abre a Sala Cênicas, no CPC do Sesc Garanhuns, nesta sexta (21), às 15h. Outro destaque é a peça “Emaranhada”, que será encenada na próxima sexta-feira (28), às 16h, no Teatro Reinaldo de Oliveira (também na CPC), falando sobre empoderamento negro, com direção de Marcio Moura.</p>
<p dir="ltr">No mesmo endereço da programação de teatro fica também o Cine Jardim, onde acontecerá a Mostra Audiovisual do Festival de Inverno de Garanhuns. À tarde, a sala contará com sessões de curtas-metragens infantis, da Mostra Taquary e da Mostra Inhumas. Quem ainda quiser aproveitar o passeio ao CPC do Sesc de Garanhuns durante a tarde para saber mais sobre comidas e sua histórias, também será possível participar de debates sobre o tema no polo de Gastronomia e Cultura Alimentar que também ficará por lá a partir das 14h deste sábado (22) até a quinta-feira (27). A programação da linguagem prioriza a diversidade cultural dos fazedores de cultura alimentar tradicional e terá como destaques as participações de Iran Xukuru, com o debate “Kringó Kronengo &#8211; O Bom Comer Xukuru: alimento do corpo, mente e espírito” e a família de Dona Menininha, Patrimônio Vivo de Pernambuco e mestre em alfenim de Agrestina.</p>
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		<title>Circense Índia Morena passa a dar nome à lona do circo nos 30 anos do FIG</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jul 2022 15:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67672" aria-labelledby="figcaption_attachment_67672" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/India-Morena_Renata-Pires.jpg"><img class="size-medium wp-image-67672" alt="Renata Pires/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/India-Morena_Renata-Pires-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2006, a artista recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, pelo tempo de trabalho e dedicação à arte circense</p></div>
<p>A lona do circo do FIG passa a fazer uma justa homenagem a uma de suas mais importantes personagens, e passa a se chamar Circo Índia Morena. Nascida Margarida Pereira de Alcântara, começou no circo ainda menina, interpretando Vicente Celestino, Núbia Lafayette e Angela Maria. O nome artístico veio do fenótipo e também por conta de uma inspiração: uma artista circense que viu quando criança e que se chamava Linda Morena. Índia conta que foi adotada pelo circo e nunca mais o deixou. Viajou o Brasil todo e por países que nem lembra mais o nome, em funções diversas dentro do picadeiro. Em 2006, recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, pelo tempo de trabalho e dedicação à arte circense.</p>
<p>No dia 22 de julho, o Circo Índia Morena abre seu primeiro dia de espetáculos com uma cerimônia de homenagem à Índia. Nesta mesma tarde, o circo abre seu picadeiro para a arte do Riso Interior, banda de palhaços da Associação Cultural Teatro de Retalhos. Haverá ainda uma mostra variada de números circenses.</p>
<p>No FIG, a lona do circo sempre abrigou toda a diversidade do circo pernambucano e brasileiro, seja os formados pelas famílias tradicionais, quanto as trupes. Uma delas é o circo da Família Vidal, da Paraíba. Com 26 anos de história, eles comemoram 19 anos de participação no Festival de Inverno de Garanhuns. Dessa vez, chegam com o espetáculo Disney Circo, no dia 23, fazendo números de malabarismo no arame bambo seguido por números de bambolê, palhaçaria, malabares, argola olímpica, pêndulo, monociclo, tecido acrobático, força capilar e trapézio aéreo.</p>
<p>No domingo, 24, o espetáculo fica por conta da trupe Caravana Tapioca, de São Paulo. O espetáculo envolve números de paradas de mão com acrobacia, manipulação de peões, malabarismo com chapéus e instrumentos musicais, número cômico com rabeca e, ao final, um número coletivo de passe de claves e acrobacias. O diferencial fica por conta da trilha sonora tocada ao vivo, composta pelos instrumentos como cavaco, rabeca, pandeiro, rebolo, sax, trombone e flauta transversal.</p>
<p>O Circo dos Anões, de Pernambuco, também está na programação, no dia 25. O espetáculo começa com as mulheres da família fazendo uma dança árabe. O espetáculo segue com apresentação de faixa acrobática, tecido acrobático, palhaçaria, malabarismo, equilíbrio com parada de mão, lira oscilante e, finalizando, um palhaço fotógrafo. O Circo dos Anões existe há mais de 30 anos. De geração em geração, vem perpetuando o legado do lendário palhaço Pindoba. Já participou de vários festivais, mostras de circo, oficinas, workshop, palestras e foi premiado com o projeto cultural “Os Anões no Reino das Arábias”. Será a primeira vez deste espetáculo no Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p>A nova geração do circo tradicional se faz representar pelo Circo Millennium, da Paraíba. Formado em 2006 por um casal que representa a quarta geração de uma família de circenses, eles chegam para apresentar o show “Palhaço Nervosinho e seu Mundo Mágico”</p>
<p>“Poligran querendo aparecer” marca o retorno do Circo Poligran, de Pernambuco, que, assim como todos os circos, fecharam sua lona no período da pandemia e ficaram sem os artistas que costumavam contratar. Hoje restam apenas os filhos e filhas dos fundadores, que comandam o espetáculo, composto por dançarinas, palhaços, equilibristas, pirofagistas e praticantes de números de monociclo e mala moscovita. Será a estreia do Poligran no Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p>“O Mundo Encantado do Circo Alakazam”, do Mestre Alakazam, é outra tradição circense que já faz parte da programação do FIG. Em cena, 15 artistas circenses e dois técnicos, comandados pelo Mestre Alakazam, apresentam espetáculo com números como: mão a mão, trapézio fixo, tecido acrobático, atirador de facas, pirofagia, mágico, ventríloquo, palhaços Moleza e Gentileza, além de quatro dançarinas.</p>
<p>A programação do circo Índia Morena segue até o último dia do FIG. Durante a semana, sempre com espetáculos às às 14h e às 16h30. Os espetáculos são gratuitos mas os ingressos precisam ser retirados no local, sempre com uma hora de antecedência.</p>
<p>Para mais informações e detalhes sobre a 30ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, acesse: <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/fig2022/" target="_blank"><strong>www.culturape.gov.br/fig2022</strong></a>. Clique <a href="https://docs.google.com/document/d/1QAqWTLjbHExQYwRNELKWLnRSS1B7bg-i5bUTB9APRHM/edit?usp=sharing" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e confira a programação completa do Festival.</p>
<p><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DE CIRCO DO FIG 2022:</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SEXTA-FEIRA | 22</strong></span><br />
14h &#8211; Abertura da Programação Cerimônia de Homenagem à Índia Morena &#8211; 69 Anos de Trajetória Circense Patrimônio Vivo de Pernambuco<br />
14h &#8211; Cena Circo: Mostra de Números Circenses:<br />
Riso Interior: Banda de Palhaços, da Associação Cultural Teatro de Retalhos (PE);<br />
Gardênia em: a campeã! Palhaça &amp; Mestra de Cerimônia (PE); Titânia: Bambolê &#8211; Buffon Produções/Érica (DF); Entre Risos e Malabares: A Trupe (PE); Sentido Proibido: Ana Carolina Coll (SP); O Mestre das Fugas: Mickael Marvey (PE); O Retirante: A Trupe (PE);<br />
Pulse: Nathalia de Azevedo Silva (PE)<br />
Contorção: Carol Carcará (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SÁBADO | 23</strong></span><br />
14h – Edimar de Oliveira (BA)<br />
16h30 &#8211; Família Vidal &#8211; 5ª Geração no Picadeiro! Disney Circo (PB)<br />
Palco Figuinho (Parque Ruben Van Der Linden)<br />
14h30 &#8211; Vivências Circenses: Companhia Brincantes – Borica</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> DOMINGO | 24</strong></span><br />
14h – Vidas Entrecruzadas no Picadeiro Escola Pernambucana de Circo – EPC (PE)<br />
16h &#8211; Fênix, o Renascer da Arte &#8211; Um Espetáculo da Família Alves Circo Itinerante Alves (PE)<br />
Palco Figuinho (Parque Ruben Van Der Linden)<br />
14h30 &#8211; Vivências Circenses: Companhia Brincantes – Borica</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> SEGUNDA-FEIRA | 25</strong></span><br />
16h – Sonho e Fantasia no Reino Das Arábias Circo Dos Anões (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> TERÇA-FEIRA | 26</strong></span><br />
14h &#8211; Circo Caravana &#8211; Caravana Tapioca (SP)<br />
16h &#8211; Piruá De Circo Palhaço Piruá (RN)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> QUARTA-FEIRA | 27</strong></span><br />
17h – Poligran Querendo Aparecer Circo Poligran (PE)<br />
16h &#8211; Lalaiá Caravana Tapioca (SP)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> QUINTA-FEIRA | 28</strong></span><br />
14h &#8211; Canções, Cançonetas e Caçarola. Cia. 2 Em Cena (PE)<br />
16h – O Mundo Encantado Do Circo Alakazam Circo Alakazam (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> SEXTA-FEIRA | 29</strong></span><br />
14h – O Circo Chegou, Alegria é Geral Circo Nawellington (PE)<br />
16h30 &#8211; O Palhaço Preguinho e o seu sonho American Circo (PB)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SÁBADO | 30</strong></span><br />
14h – Picadeiro Pernambuco Carcará (PE)<br />
16h30 &#8211; Palhaço Nervosinho e o Seu Mundo Mágico Circo Millennium (PB)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> DOMINGO | 31</strong></span><br />
14h – Bloom Lamala (SP)<br />
16h &#8211; Sonho e Fantasia Circo Mônaco (PB)</p>
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		<title>Cais do Sertão realiza rodas de conversa sobre mulheres que são Patrimônios Vivos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 21:57:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para celebrar o mês dedicado às mulheres, o Centro Cultural Cais do Sertão, em parceria com a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) promove rodas de conversa para destacar a trajetória das mulheres que são Patrimônio Vivo de Pernambuco, a exemplo da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o mês dedicado às mulheres, o Centro Cultural Cais do Sertão, em parceria com a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) promove rodas de conversa para destacar a trajetória das mulheres que são Patrimônio Vivo de Pernambuco, a exemplo da parteira Dona Prazeres e da repentista Mocinha de Passira.</p>
<p>Os encontros acontecem a partir desta quarta (11) e até a próxima sexta (13), sempre começando às 14h30, na Sala Todo Gonzaga, dentro do museu. Outro presente para as mulheres é a entrada gratuita no museu até domingo (15).</p>
<div id="attachment_58371" aria-labelledby="figcaption_attachment_58371" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundaré</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25769262597_d0a2ddbb38_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-58371" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundaré" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25769262597_d0a2ddbb38_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Dona dos Prazere, 82 anos, vai compartilhar sua experiência à frente dos mais de cinco mil partos que já realizou</p></div>
<p>Nesta quarta-feira (11), a temática é a atividade de partejar, mantida há mais de 60 anos por Maria dos Prazeres de Souza, a Dona Prazeres, 82 anos. Durante todo este tempo, foram mais de cinco mil partos &#8211; e nenhum óbito no currículo. Além dela, participam da roda de conversa a parteira Dani Siqueira e a psicóloga Dan Gayoso, que atua na preparação e assistência ao parto como educadora perinatal e doula. A mediação é da antropóloga Elaine Müller (UFPE).</p>
<p>Na quinta-feira (12), será a vez das mestras da cultura popular do Estado. O bate-papo vai reunir a repentista Mocinha de Passira, a circense Índia Morena e a brincante Cristina Andrade, mestra de ciranda, pastoril e urso. A conversa será sobre a riqueza das expressões culturais de Pernambuco, além de um pouco da trajetória de cada uma delas e contará com a mediação da jornalista Michelle de Assumpção (assessora da Secult-PE/Fundarpe). Haverá ainda uma homenagem às mulheres que são Patrimônios Vivos de Pernambuco, com um certificado. Selma do Coco e Ana das Carrancas, já falecidas, também serão rememoradas.</p>
<p>Para fechar a semana, na sexta-feira (13), o artesanato pernambucano ganha atenção. O papo será mediado pela coordenadora de Artesanato da AD Diper, Maria do Socorro Leão, e contará com a participação das artesãs Neguinha e Mauricéia Henrique Silva, da Associação de Artesãs Flor de Barro, de Caruaru. A gestora do Museu do Barro de Caruaru, Maria Amélia Carneiro Campello, e a doutora em design Ana Andrade, uma das criadoras do laboratório Imaginário, também participam. O acesso é gratuito.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Rodas de conversa com mulheres Patrimônio Vivo de Pernambuco<br />
De 11 a 13 de março, às 14h30<br />
Onde: Centro Cultural Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, s/n, Bairro do Recife)<br />
Informações: (81) 3182-8266<br />
Entrada franca</p>
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		<title>No Dia do Circo e dos Circenses, artistas comemoram importantes conquistas e reconhecem desafios</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 16:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Michelle de Assumpção Antes de existir o rádio, a televisão, o cinema, existiu o circo. E o circo chegou entrando onde o teatro e o cinema não puderam ir. Desbravou o país e continua chegando aos lugares mais distantes, mais isolados, onde grande parte da população muito provavelmente só vai saber o que é espetáculo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67668" aria-labelledby="figcaption_attachment_67668" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Tenda-e-Público_Renata-Pires.jpg"><img class="size-medium wp-image-67668" alt="Foto: Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Tenda-e-Público_Renata-Pires-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Lona de circo, durante o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG)</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: right;"><strong>Michelle de Assumpção</strong></p>
<p dir="ltr">Antes de existir o rádio, a televisão, o cinema, existiu o circo. E o circo chegou entrando onde o teatro e o cinema não puderam ir. Desbravou o país e continua chegando aos lugares mais distantes, mais isolados, onde grande parte da população muito provavelmente só vai saber o que é espetáculo a partir dos números que seus artistas apresentam. O dia 27 de março foi instituído, pela lei estadual n° 16.241, de 14 de dezembro de 2017, como Dia Estadual do Circo e do Artista Circense. Nacionalmente também se comemora a data, que surge em homenagem ao palhaço brasileiro Abelardo Pinto, conhecido popularmente como Piolin, que nasceu nessa data, no ano de 1897. É um momento em que os circenses refletem sobre as conquistas e sobre os desafios que o ofício impõe.</p>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco tem mantido e fortalecido políticas que visam garantir a permanência da arte circense, seja no picadeiro dos circos itinerantes, ou a partir dos projetos de formação que visam formar novas gerações de circenses. A principal delas, em curso atualmente, é a destinação de recursos, via Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura – Funcultura. No Edital Funcultura-Geral, na linguagem Circo, existem dez linhas de ação, sendo duas delas voltadas exclusivamente para os circos itinerantes. A primeira, no valor de R$ 80 mil, refere-se à montagem de espetáculo; e a segunda, que contempla itinerância estadual de espetáculos pelas macrorregiões do Estado, incentiva com R$ 100 mil os projetos contemplados.</p>
<p>Existe ainda uma linha mais abrangente que, além de circos itinerantes, pode contemplar também trupes e grupos, no valor de R$ 60 mil (circulação pela Região Metropolitana do Recife) e R$ 120 mil (para circulação em pelo menos três estados do Nordeste). Na área de Pesquisa Cultural em circo, são ofertados R$ 130 mil. E, na área de Formação e Capacitação, existem outras cinco linhas de ação (com valor global de R$ 255 mil), pela qual os circenses itinerantes também podem apresentar propostas.</p>
<p>Outra ação da Secult-PE, que também foca nos circenses, é o Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia, que reserva categorias para mestres e para grupos populares, selecionando quatro propostas por cada área com recursos de R$ 10 mil e R$ 15 mil, respectivamente. Em ambas as categorias, os artistas de circo podem apresentar projetos.</p>
<p><strong>TRADIÇÃO E SABERES</strong> – Por meio de mais um importante edital, o de Patrimônio Vivo de Pernambuco (Lei nº. 12.196, de 2 de maio de 2002) &#8211; mestres e grupos circenses podem ser valorizados. No caso do circo, a artista circense Índia Morena é detentora do título desde 2006. Depois de ter seu próprio circo e uma bela e emocionante história de quase 40 anos, Índia Morena é incansável na batalha por melhorias para o artista do circo.<em> “Minha luta é mais para defender os artistas de circo, não exatamente os donos de circo. Eu olho hoje e vejo o circo muito diferente de quando eu conheci. É nisso que a gente pensa”</em>, diz Índia. Para quem, como ela nasceu no circo, e portanto viveu todas as suas alegrias e desventuras, ser circense é quase como ser cigano (aliás, entre as famílias tradicionais do circo, muitos vieram de comunidades ciganas); é ter vivido centenas e talvez milhares de aventuras, por outros milhares de quilômetros de estrada Brasil afora.</p>
<div id="attachment_67672" aria-labelledby="figcaption_attachment_67672" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/India-Morena_Renata-Pires.jpg"><img class="size-medium wp-image-67672" alt="Foto: Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/India-Morena_Renata-Pires-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Índia Morena é artista circense com mais de 60 anos de vida artística e Patrimônio Vivo do Estado</p></div>
<p>Os bisavós peruanos de Gardênia Alves chegaram ao Brasil por volta do ano de 1900. Eles já eram do circo. Em 1903, nasce Manoel Pedro Vasconcelos, o filho caçula e brasileiro do casal, avô de Gardênia. É dessa data que ela conta o surgimento do Circo Alves, que começa em Minas Gerais e hoje tem dezenas de lonas espalhados pelo Brasil.<em> “Eu tenho circo, meus irmãos têm os circo deles, meus sobrinhos. Somos uma grande família de circenses tradicionais. Naquela época, éramos uma das poucas famílias que fabricava lona”</em>, conta Gardênia, mais conhecida como Tita. Ela veio parar em Pernambuco depois de conhecer o pernambucano Heleno Orlando de Melo, o Palhaço Gipinho, um garoto que deixou a família e literalmente fugiu com o circo.</p>
<p><em>“As família tradicionais de circo sempre tiveram isso de querer que as mulheres se casassem com homens de famílias do circo. Ele (Palhaço Gipinho) não vinha de uma família tradicional do circo, mas a gente começou a namorar em meados de 90. Minha família era grande, um pessoal conhecido, tinha essa coisa. Então mesmo ele sendo circense eu sofri esse preconceito. E até hoje tem essa diferença pra gente, de pessoas que vivem da nossa linguagem, sem serem circenses. Nós nascemos do circo, fomos paridas do circo. Tem gente que não consegue entender essa diferença, mas ela existe”</em>, explica Gardênia. Hoje é ela quem monta os espetáculos do circo Alves, atualmente instalado na comunidade da Comportas, um pequeno bairro de Jaboatão dos Guararapes.</p>
<p><em>“Eu monto os espetáculos, dou aula, trabalho com os palhaços, sou mestre de cena, trabalho o espetáculo inteiro. Já fui malabarista, trapezista, hoje sou apresentadora”</em>, conta ela, que vai fazer um espetáculo neste Dia do Circo, para comemorar a data. <em>“Circo é cultura para as comunidades, lugares onde a população tem pouco acesso à arte. A gente chega onde não tem teatro, não tem cinema, não tem nada. Hoje, a luta maior é pra poder trabalhar. Os municípios ainda querem cobrar todas as taxas de uso do terreno, e essa é uma das nossas maiores dificuldades”</em>, diz Gardênia.</p>
<p>O Circo Alves é um dos que acessam as políticas para o circo do Governo de Pernambuco. Mesmo reconhecendo que ainda há muito a fazer, Gardênia diz que é de extrema importância a circulação promovida pelos programas que incentivam a tradição, como o Funcultura ou mesmo o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), para onde todos os anos tem levado seus espetáculos. Só no FIG do ano passado, o Governo de Pernambuco investiu cerca de R$ 80 mil para contratação da programação artística de circo. Durante nove dias de programação, o público lotou a lona montada no Parque Euclides Dourado, para assistir aos espetáculos. Ao longo do ano, as pautas de circo também podem ocupar o Teatro Arraial Ariano Suassuna, equipamento ligado à Secult-PE e a Fundarpe, que faz uma seleção criteriosa de pauta, a partir de projetos inscritos por meio de convocatória.</p>
<div id="attachment_67675" aria-labelledby="figcaption_attachment_67675" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Circo-Alves_Renata-Pires.jpg"><img class="size-medium wp-image-67675" alt="Foto: Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Circo-Alves_Renata-Pires-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Circo Alves tem 130 anos de história e hoje é coordenado por uma bisneta dos fundadores, Gardênia Alves</p></div>
<p><strong>PERSPECTIVAS</strong> – A Secretaria Estadual de Cultura está elaborando – em parceria com entidades ligadas ao circo – uma cartilha que virá com o objetivo de fortalecer a relação entre os artistas de circo com as administrações municipais, abrindo espaço para uma maior compreensão – por parte dos gestores das cidades por onde os circos itinerantes passam – de que eles precisam ser apoiados da execução de sua arte milenar. <em>“Entendemos que estamos, enquanto poder público, construindo um diálogo importante com todas as pessoas que contribuem para a existência do circo em Pernambuco, seja por meio dos circos itinerantes, seja nas trupes. Estamos finalizando o conteúdo de uma cartilha para a Campanha ‘Pernambuco Recebe o Circo de Braços Abertos’, que terá a importância de facilitar a compreensão e o diálogo dos grupos com as prefeituras municipais. Também renovamos a Comissão Setorial de Circo, formada por três titulares e os respectivos suplentes, eleitos em 2017, durante a realização da 4ª Conferência Estadual de Cultura. São pessoas do Circo que nos aproximam de sua realidade, contribuindo para elaboração de políticas mais assertivas para o segmento. Sem esquecer da representação do segmento Circo no Conselho Estadual de Política Cultural, que fortalece ainda mais esse processo da co-gestão”</em>, destaca o assessor de Circo da Secult-PE, Jorge Clésio.</p>
<p><em>“Sabemos do desafio que é fortalecer a linguagem do Circo, assim como de todas as linguagens da cultura, sobretudo em um momento em que os recursos ficam mais escassos, mas trabalhamos com muito otimismo e abertura ao diálogo, sempre recebendo os grupos e artistas e buscando as melhores formas de atender aos circenses, sejam os do circo tradicional, sejam os grupos e trupes que tanto colaboram para o processo de formação dos novos circenses”</em>, coloca o secretário de Cultura Gilberto Freyre Neto.</p>
<p><em>“Um circense itinerante chegar a uma câmara setorial é muito difícil, mas conseguimos. A minha classe vê tanta injustiça social, que não acredita que possa mudar, mas a gente que já começa a acessar vê que pode acontecer. Muitas coisas já foram mudadas, mas ainda existem muitos circos espalhados pelo país e a gente ainda tem muito a conquistar”</em>, conclui Gardênia.</p>
<p dir="ltr"><strong>TRECHO DE POESIA “SER DO CIRCO” (ÍNDIA MORENA)</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Eu não sou de circo, sou dos circos</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser de circo é conviver no dia a dia com alegria</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser de circo é enfrentar públicos diferentes</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser de circo é estar numa invasão, numa favela, ou em bairros perigosos, convivendo com marginais</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser de circo é estar até os nove meses de gestação, se exibindo para o público, no palco ou no picadeiro</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser de circo, é se mudar num caminhão com chuva, o caminhão quebrar sem ninguém por perto</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser do circo, é deixar amigo por onde passo, e o nome para não ser esquecido</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser do circo é receber notícia, no meio do espetáculo, de um parente morto, e não ter o direito de chorar</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser do circo, é levar sua arte onde o povo está</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser do circo, é esperar trabalhar hoje, para comer amanhã</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser do circo é morar numa barraca de de lona, ou numa lata de sardinha chamada trailler</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser de circo, é querer o bem até pra quem não merece</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser do circo, é trabalhar em circos</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser do circo, é não ter infância, mocidade nem velhice, e se esforçar para chegar onde o público está</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser do circo não é trupe, trupe não tem número</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser do circo é saber armar e desarmar sua morada, seu Palácio que é o circo</em></p>
<p dir="ltr"><em>Ser do circo é morrer sem poder ser sepultado longe de sua terra natal</em></p>
<p dir="ltr"><em>Isso é que ser artista de circo</em></p>
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		<title>Escritoras e poetisas são destaques da programação do FIG 2018</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 19:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Ao propor a liberdade como tema do 28º Festival de Inverno de Garanhuns, a curadoria do FIG joga luz sobre temas importantes, que precisam ser cada vez mais discutidos abertamente, como a igualdade de gênero. Reconhecer privilégios de um lado e buscar soluções para dar o protagonismo necessário e urgente a outros. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51518" aria-labelledby="figcaption_attachment_51518" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Um-Clarão-Luz-sobre-a-poesia-de-Cida-Pedrosa-conversa-com-a-autora_Elimar-Caranguejo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51518" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Um-Clarão-Luz-sobre-a-poesia-de-Cida-Pedrosa-conversa-com-a-autora_Elimar-Caranguejo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Pedrosa, secretária de Mulher do Recife, escritora e poetisa, abre um debate importante e intitulado &#8216;Protagonismo Feminino na Literatura&#8217;</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Ao propor a liberdade como tema do 28º Festival de Inverno de Garanhuns, a curadoria do FIG joga luz sobre temas importantes, que precisam ser cada vez mais discutidos abertamente, como a igualdade de gênero. Reconhecer privilégios de um lado e buscar soluções para dar o protagonismo necessário e urgente a outros. Foi pensando nisso que a programação da <strong>Praça da Palavra Raimundo Carrero,</strong> o polo literário do FIG 2018, traz este ano uma programação que busca dar voz e vez a todxs que produzem literatura no Brasil.</p>
<p>Um dos destaques deste ano é a presença de <strong><a href="https://www.facebook.com/cidappedrosa/" target="_blank">Cida Pedrosa</a></strong>, secretária da Mulher do Recife, escritora e poetisa, autora de livros como <strong>As Filhas de Lilith</strong> (2009) e <strong>Claranã</strong> (2015), que abre um debate importante e intitulado Protagonismo Feminino na Literatura. Os encontros começam no dia 22 de julho e vão seguir ao longo de toda a programação da Praça da Palavra.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/35338829853_947fd143fd_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-61860 aligncenter" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/35338829853_947fd143fd_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Segundo Cida, apesar do título, não é a primeira vez que o FIG trata a literatura feminina com protagonismo. <em>“Eu, por exemplo, já lancei <strong>As Filhas de Lilith</strong>, num projeto com incentivo do Funcultura e que resultou também no lançamento de 26 curtas inspirados nas minhas poesias. Mas acredito que, com este título, sim, é a primeira vez que temos esse debate”,</em> opina ela. Outras autoras que participarão desses encontros são a baiana Daniela Galdino e as pernambucanas Fernanda Limão, Graça Nascimento e Ivonete Batista.</p>
<p>Sobre o que o público pode esperar das conversas entre as autoras, Cida fez algumas provocações. <em>“A presença feminina na literatura brasileira é muito recente. No Brasil, a mulher só começou a ir pra escola há 200 anos. Temos uma Academia Brasileira de Letras (ABL) com seis mulheres e uma Academia Pernambucana de Letras com nove. Isso num total de 40 vagas”,</em> explica.</p>
<div id="attachment_61861" aria-labelledby="figcaption_attachment_61861" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40802750732_b7e767e643_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61861 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40802750732_b7e767e643_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O SLAM das Minas PE também atração da Praça da Palavra</p></div>
<p><em>“Existe uma pesquisa que eu adoro citar, feita por uma socióloga que analisou 200 romances. Desse total, 75% dos personagens protagonistas eram homens, apenas 15% mulheres e 3% negros ou homossexuais. Estamos lendo o que? Escrito por quem? Com o olhar de quem? São essas coisas que vamos provocar nesses encontros”</em>, revela a poetiza, que elogiou a companheira de debate no dia 22 de julho, a poetisa Daniela Galdino (BA). “<em>Eu só a conhecia pela internet, mas há dois meses tivemos um Sarau no Pasárgada com a presença dela e foi lindo. Ela tem uma poesia emponderada e voltada para a mulher muito interessante, e usa o corpo enquanto espaço de performance. A poesia está no livro, no gesto, na pele e no olhar. É incrível”.</em></p>
<p>Também na veia poética, no dia 23 de julho, uma atividade inédita aporta no FIG. Haverá uma edição do <strong><a href="https://www.facebook.com/slamdasminaspe/" target="_blank">SLAM das Minas</a></strong>, batalha de poesia voltada para mulheres. Segundo Bell Puã, uma das participantes do SLAM das Minas PE (e que inclusive representou o estado e o país na competição internacional realizada na França, em maio passado), a ideia é fazer um recital entre todas as meninas que já são do movimento.</p>
<div id="attachment_51038" aria-labelledby="figcaption_attachment_51038" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Índia_Morena.jpg"><img class="size-medium wp-image-51038" alt="Renata Pires/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Índia_Morena-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Índia Morena, Patrimônio Vivo do estado, vai lançar um livro sobre sua trajetória no circo durante a programação da Praça da Palavra</p></div>
<p><em>“Mas também teremos uma hora com o microfone aberto pras mulheres que quiserem recitar algo, só não vai ser em formato de batalha”,</em> detalha. Além da Bell Puã, participam do SLAM das Minas PE as poetisas Amanda Timóteo, Lilian Araújo, Olga Pinheiro e Patrícia Naia. <em>“Pra gente é uma felicidade muito grande participar de um festival do porte como FIG, que a gente já curtia como público, e agora vamos aproveitar como artistas”,</em> celebra Puã.</p>
<p>Outro destaque é no dia 25 de julho, o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, quando haverá o lançamento do livro <strong>Dramas Circenses</strong>, de <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/india-morena/" target="_blank">Índia Morena</a></strong>, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Contorcionista, trapezista voadora, acrobata, cantora, ginasta, e atriz circense são alguns dos atributos da grande dama do circo pernambucano, Margarida Pereira de Alcântara &#8211; ou Índia Morena, nome artístico deliberadamente escolhido por serem índios o pai e a avó paterna. No mesmo dia, as Secretarias da Mulher e de Cultura de Pernambuco realizam uma mesa com o Comitê de Mulheres Negras.</p>
<div id="attachment_60540" aria-labelledby="figcaption_attachment_60540" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/26534442289_79664c1f65_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60540 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/26534442289_79664c1f65_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Quem também confirmou presença no FIG foi Ezter Liu, a grande vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro &#8216;Das tripas coração&#8217; (2017)</p></div>
<p>Quem também confirmou presença no FIG foi Ezter Liu, a grande vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro <strong>Das tripas coração</strong> (2017). <em>“Participo do Festival em duas ocasiões. Além da Praça da Palavra, no dia 26 de julho, na mesa ao lado dos outros vencedores do Prêmio, estarei também numa edição do Outras Palavras em Bom Conselho, na Escola Cel. José Abílio, no dia 24 do mesmo mês”,</em> comemora a escritora, que após o debate na Praça da Palavra vai assistir, pela primeira, a uma leitura dramatizada feita com alguns de seus contos.</p>
<p><em>“O tema da liberdade que o FIG traz esse ano gera muito pano na manga pra gente e vocês jornalistas escreverem sobre o assunto. Essa leitura dramatizada de <strong>Das tripas coração</strong>, por exemplo, está sendo organizada pelo Angu de Teatro, que teve a ideia de adaptar alguns contos para o palco. Vou ficar sabendo de mais detalhes em breve, mas, por enquanto, é uma surpresa”,</em> conta Ezter.</p>
<div id="attachment_61862" aria-labelledby="figcaption_attachment_61862" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/25962605787_b9b5863110_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61862 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/25962605787_b9b5863110_k-607x477.jpg" width="607" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Essa abertura nesse espaço, e nessa situação, é pra mim muito honrosa e me deixa bastante feliz”, comemora Raimundo Carrero</p></div>
<p><strong>Homenagem a Raimundo Carrero -</strong> Logo na abertura da Praça da Palavra, no dia 21 julho, às 21h, o escritor vai participar de uma conversa com o jornalista Marcelo Pereira sobre o lançamento de sua tetralogia organizada pela Cepe, intitulada<strong> Condenados à vida</strong>.  <em>“É importante destacar que a homenagem, nessas circunstancias, pra mim é muito importante. Nós da literatura sentimos como a mídia em geral se dirige muito fortemente aos artistas ligados a música durante o FIG. Essa abertura nesse espaço, e nessa situação, é pra mim muito honrosa e me deixa bastante feliz”,</em> destaca o escritor pernambucano.</p>
<p>Ele, que adora contar um causo, lembrou logo de uma situação que aconteceu quando era presidente da Fundarpe – gestão que encerrou em 1998. <em>“Promovi uma vez um seminário literário que reuniu nomes como José Castello, João Gilberto Noll, Luiz Vilela, pra que se debatesse a questão do livro no FIG. Fizemos isso junto aos cordelistas, e lembro que naquela época, enquanto os escritores se queixavam das vendas nas livrarias, os cordelistas diziam que vendiam todo dia e que nem precisavam ir à praça, pois o povo ia na porta de casa comprar”,</em> relembra.</p>
<div id="attachment_61863" aria-labelledby="figcaption_attachment_61863" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40125287474_94855ecf6e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61863 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40125287474_94855ecf6e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além de ser homenageado deste ano na Praça da Palavra, Raimundo vai lançar durante o FIG sua tetralogia organizada pela Cepe e intitulada &#8216;Condenados à vida&#8217;</p></div>
<p>Além de conversas sobre suas obras como <strong>Maçã Agreste</strong> (1989), <strong>O amor não tem bons sentimentos</strong> (2007), <strong>Somos pedras que se consomem</strong> (1995), e<strong> Tangolomango</strong> (2013), o público pode esperar um bate-papo mais amplo sobre a obra de Carrero. <em>“Pode parecer inacreditável, mas tenho um obra feita, e estou lançado o núcleo da minha obra reunidos sobre o título geral Condenados à vida. São aqueles seres que estão em desacordo com a sociedade e não sabem o que fazer, acabando se comportando à margem. E foi, como sempre, ressaltar a força da literatura pernambucana que merece o maior destaque sempre”,</em> adiantou Raimundo Carrero.</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação completa de Literatura no FIG 2018:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 21/7</span></b></p>
<p><b>10h – Ação Educativa| Brincando e Cantando com Brinquedos Populares, </b>com Marcos Duarte e Andréa Carla<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>11h – Contação de Histórias| Contar e Contagiar, </b>com Ryan Leivas (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação) </b></p>
<p>- Roda de conversa com a Escritora de Marte – Livro: Caberá Só A Mim Esquecer  (EREM Monsenhor João Marques)</p>
<p>- Poesia e Soneto Cantado – Releitura da obra de Augusto dos Anjos , um recorte do “Projeto Uma Tarde Para Augusto dos Anjos” (EREM Prof. Jerônimo Gueiros)</p>
<p>- Literatura e Música em Libras: Igual e Diferente (EREM Nossa Senhora do Perpétuo Socorro)</p>
<p><b>16h –</b><b> Lançamento de Livro| Lampião, O Cangaço e Outros Fatos no Agreste Pernambuco, </b>com Junior Almeida</p>
<p><b>17h – Recital | Jefferson Moisés, O Contador de Histórias, </b>com Jefferson Declamador (PE)</p>
<p><b>18h – Leitura Dramática|Bernarda Soledade: A Tigre do Sertão, uma leitura, </b>com o Grupo Violetas da Aurora</p>
<p><b>19h – Lançamento de Livro| Tetralogia Condenados à Vida, </b>Marcelo Pereira conversa com Raimundo Carrero, homenageado da Praça da Palavra <b>(Cepe Editora)</b><b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Domingo, 22/7 </span></b></p>
<p><b>11h – Contação de Histórias | Caixinhas de Histórias</b>, com Thays Meirely <b>(SESC – PE)</b> <b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Teatro Musical e Literatura A Porta Aberta Para a Leitura (EREM Luiz Pereira)</p>
<p>- Vocabulário Nordestino (EREM Henrique Justino)</p>
<p><b>15h – </b><b>Oficina de Fantoche de Papel, </b>com Thays Meirely<b> (SESC – PE)</b><b></b></p>
<p><b>16h – Contação de Histórias | </b>com o Grupo Tapete Voador<b> (Cepe Editora)</b></p>
<p><b>17h – Lançamento de Livro | Diário das Coincidências, </b>com <a href="https://www.google.com.br/search?q=Jo%C3%A3o+Anzanello+Carrascoza&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LVT9c3NEw2rMgtzzE2V-IBcY0Kk9JTkkzKtWSyk630k_Lzs_XLizJLSlLz4svzi7KtEktLMvKLAGltBqc9AAAA&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjEhZGQpb_bAhVBH5AKHVpiAIEQmxMIqQEoATAR">João Anzanello Carrascoza</a> (SP)<b> </b></p>
<p><b>18h – Lançamento de Livro </b><b>| A Cobrança, </b>Mário Rodrigues (PE) conversa com Nivaldo Tenório (PE) <b>(SESC – PE)</b></p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: Poesia como Espaço de Re-existência na Escrita de Mulheres, </b>Cida Pedrosa (PE) conversa com Daniela Galdino (BA)<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>20h – Recital | Palavra Suja de Sangue, </b>com David Biriguy (PE)</p>
<p><b>20h40 – Leitura Dramática | Ao Redor do Escorpião&#8230; Uma Tarântula? – Orquestração Para Dançar e Ouvir, </b>com o Grupo Violetas da Aurora</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Segunda-feira, 23/7</span></b></p>
<p><b>10h – </b><b>Contação de Histórias | Histórias para Gestantes e Bebês, </b>com a Cia. Fisa D’arte<b> </b>(PE)<b> </b></p>
<p><b>11h – Oficina de Brinquedos Afro, </b>com Thays Meirely<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Peça Teatral | Romantismo: Amor e Liberdade (EREM José do Patrocínio Mota)</p>
<p>- As Muitas Faces da Mulher Rural na Literatura (EREM João Fernandes)</p>
<p><b>16h </b><b>– Debate | O Golpe em Curso e Como a Literatura Está Revidando, </b>com Fred Caju, Patrícia Naia e João Gomes (PE)</p>
<p><b>18h – Lançamento de Livro | Dramaturgia Publicada, </b>com Luiz Maranhão Filho (PE)<b></b></p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: A Nudez da Poesia, </b>Fernanda Limão (PE) conversa com Graça Nascimento (PE) <b>(SESC &#8211; PE)</b></p>
<p><b>20h – Recital | SLAM das Minas PE, </b>com Patrícia Naia, Bell Puã e Olga Pinheiro.<b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Terça-feira, 24/7</span></b></p>
<p><b>11h – Contação de Histórias | Evaristo, A Cutia, </b>com Pochyua Andrade (PE) e Viviana Borchardt (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Teatro Musica | “Onde o Nordeste Garoa” (EREM Augusto Lucio da Silva)</p>
<p>- Musical | Reconto da História de João e Maria (EREM Virgem do Socorro)</p>
<p><b>18h – Lançamento de Livro | Teresa Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos, </b>com Bruno Albertim (PE)</p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: O Olhar Feminino e a Prosa Mística de Luzinete Laporte, </b>Ivonete Batista (PE) conversa com Nivaldo Tenório (PE)<b> (SESC &#8211; PE)</b><b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Quarta-feira, 25/7</span></b></p>
<p><i>DIA INTERNACIONAL DA MULHER NEGRA LATINO AMERICANA E CARIBENHA</i></p>
<p><b>10h – Contação de Histórias | Luanda Ruanda, Histórias Africanas, </b>com<b> </b>Sthephany Metódio<b> </b>(PE) e Marta Alves (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Poesia e Música | Uma Homenagem a Raimundo Carrero (Escola Henrique Dias)</p>
<p>- A Releitura da Lenda do Boi Bumbá (EREM D. João da Mata Amaral)</p>
<p>- Teatro Cultura de Dentro Para Fora (EREM Narciso Correia)</p>
<p><b>15h – Lançamento de Livro | Dramas Circenses, </b>com Índia Morena</p>
<p><b>17h – Mesa com o Comitê de Mulheres Negras (SECMULHER – PE/SECULT – PE)</b></p>
<p><b>18h – Mulheres do Candomblé: Resgate Histórico Sobre as Yalorixás Brasileiras, </b>com José Kleberson Rodrigues e Claudeni Lima (PE)</p>
<p><b>19h – Projeto Arte da Palavra Circuito de Autores, </b>Cidinha da Silva (BA), André Sant’Anna (SP) mediação Helder Herik<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Quinta-feira, 26/7</span></b></p>
<p><b>10h – Contação de Histórias | Histórias de Uma Terra Mágica Chamada Índia, </b>com Cinthia Nayara (PE)</p>
<p><b>11h – Contação de Histórias | Histórias da Caixola, </b>com Stephany Metódio (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Dança Teatral |Pernambuco Sim Senhor (Escola de Aplicação prof.ª  Ivonita Alves Guerra)</p>
<p><b>15h – Contação de Histórias | Violinha Rio Acima, </b>com Vinicius Viramundos (PE)<b></b></p>
<p><b>17h – Protagonismo Feminino na Literatura: “Um Inferno de Vida Crua” o Intimismo Clariciano como Sintoma de Mal-estar, </b>Klébia Sampaio (PE) conversa com Matheus Rocha (<b>PE) (SESC – PE)</b></p>
<p><b>18h – Recital | O Riso, A Rima e O Cordel, </b>com Altair Leal (PE)<b></b></p>
<p><b>19h – Leitura Dramática | Das Tripas Coração</b></p>
<p><b>19h30 – Nova Literatura Pernambucana: Manual de Instruções, mesa com os vencedores do V Prêmio Pernambuco de Literatura, </b>com Ezter Liu, Enoo Miranda, Amâncio Siqueira, Fred Caju e Walter Cavalcanti Costa (PE), mediação de Matheus Rocha (PE)<b></b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sexta-feira, 27/7</span></b></p>
<p><b>10h – Ação Educativa| Brincando e Cantando com Brinquedos Populares, </b>com Marcos Duarte e Andréa Carla<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Entre Encantos e Desencantos Pela Prosa e A Poesia, A Paixão e A Cantoria (ETE Governador Eduardo Campos)</p>
<p>- Orquestra “Páginas de Mi Canto” (EREM Garanhuns)</p>
<p><b>15h – Roda de Histórias para Crianças, </b>com Marcilene Pereira<b> (SESC – PE) </b></p>
<p><b>18h – Recital | Lá das Serras do Araripe, </b>com Júnior Baladeira (PE)<b></b></p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: “A Literatura de Cordel Escrita por Mulheres”, </b>Edilene Soares (PE) conversa com Wilson China (PE)<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>20h – Mesa de Glosas | Mulheres de Repente, </b>com Dayanne Rocha, Elenilda Amaral, Erivoneide Amaral, Francisca Araújo e Luna Vitrolira (PE)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 28/7</span></b></p>
<p><b>10h – </b><b>OUTRAS PALAVRINHAS</b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Teatro | Katirina e Matheus: Em Busca da Ess^sncia da Literatura do São João (EREM Ismênia Lemos Wanderley)</p>
<p><b>15h – Roda de Histórias para Crianças, </b>com Marcilene Pereira<b> (SESC – PE) </b></p>
<p><b>16h – Debate | Três Olhares Para Literatura Infantojuvenil, </b>com Cleyton Cabral, Cícero Belmar e Paulo André Viana (PE)</p>
<p><b>17h – Lançamento de Livro | Victor Moreira, </b>com Marcondes Lima e Carla Denise<b> (PE) (Cepe Editora)</b><b><br />
</b><b>18h – Recital Poético Musical | Lunário Encourado, </b>com Adiel Luna (PE)<b> </b></p>
<p><b>Ações Especiais</b></p>
<p><b>Transeuntes: Palavras da Mata ao Agreste</b></p>
<p><b>De 21 a 28/7 </b></p>
<p>Intervenção poética com Fernanda Limão (Garanhuns – PE) e Ezter Liu (Carpina – PE)</p>
<p>Locais: Praça da Palavra, Parque Euclides Dourado e Palco Cultura Popular</p>
<p><b>Livros Livres</b></p>
<p>Ação inspirada no conceito de book crossing, consiste em criar espaços para trocas de livros em lugares públicos. Durante todo o festival Livros serão “libertados” em pontos diversos da cidade, com selo identificador da ação. As pessoas devem ler os livros e deixá-los em outro lugar público para que mais pessoas o leiam. Os livros são uma doação da Cepe – Companhia Editora de Pernambuco e do Funcultura.</p>
<p>Durante todo o FIG, em qualquer lugar, a qualquer hora.&gt;</p>
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