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	<title>Portal Cultura PE &#187; indígena</title>
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		<title>Maracatu de baque solto chega pela primeira vez a aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 19:13:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foto: Hugo Muniz/Divulgação Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123629" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13-607x390.jpeg" width="607" height="390" /></a><br />
Foto: Hugo Muniz/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, um dos mais importantes grupos em atividade na Zona da Mata Norte.</p>
<p dir="ltr">As apresentações acontecem nos dias 5 (terça-feira), 6 (quarta-feira) e 7 de maio (quinta-feira), nos territórios Kapinawá, em Buíque, Fulni-ô, em Águas Belas, e Xukuru, em Pesqueira. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa faz parte do projeto “Quando uma Estrela Chegar no Seu Terreiro &#8211; Conexão com os Territórios Indígenas”, incentivado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Governo de Pernambuco. A proposta leva o maracatu rural para além da Zona da Mata Norte e amplia o acesso à manifestação em outras regiões do estado.</p>
<p dir="ltr">Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, o maracatu rural nasce do encontro de matrizes africanas, indígenas e europeias. A tradição se mantém pela oralidade. Mestres ensinam no fazer. Brincantes aprendem no cortejo. As loas, a música e a dança formam o espetáculo.</p>
<p dir="ltr">As apresentações serão realizadas nos terreiros das aldeias, espaços de convivência e transmissão de saberes. Em cena, cerca de 25 brincantes conduzem o cortejo, com a presença de personagens como o caboclo de lança, Mateus e Catita, além da corte real. O público acompanha de perto cada gesto, cada movimento e cada símbolo do maracatu.</p>
<p dir="ltr">“Estamos muito contentes em poder promover esse encontro de culturas intergeracionais. O maracatu tem em seu DNA as tradições indígenas. Mesmo sem a presença dessas comunidades na Zona da Mata Norte, vivenciar esse momento é algo que ficará na história”, disse o presidente da agremiação carnavalesca, Nailson Vieira.</p>
<p dir="ltr">Atualmente, o Estrela Brilhante reúne mais de 150 integrantes. Para essa circulação, o grupo será representado por cerca de 25 brincantes. A formação reduzida mantém os principais elementos estéticos e simbólicos do maracatu de baque solto.</p>
<p dir="ltr">A circulação prevê deslocamentos de até cinco horas por trecho, totalizando mais de 12 horas de viagem ao longo da agenda. O grupo atravessa a Zona da Mata e segue até o Sertão, em um percurso que amplia o alcance da cultura popular pernambucana.</p>
<p dir="ltr">O projeto também valoriza a troca de saberes entre mestres, brincantes e comunidades indígenas. A proposta reforça a cultura como prática viva, que circula entre territórios e fortalece a memória e a identidade dos povos.</p>
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		<title>Pesqueira é palco do 14º Encontro de Sábios Lonjy Abaré</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 14:15:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115582" aria-labelledby="figcaption_attachment_115582" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Casa-das-sementes.-créditos-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115582" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Casa-das-sementes.-créditos-divulgação-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Casa das Sementes Mãe Zenilda</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições para o 14º Encontro de Sábios Lonjy Abaré, que ocorre de sexta-feira (24) até o domingo (26), na Casa das Sementes Mãe Zenilda, no Território Indígena Xukuru do Ororubá, no município de Pesqueira, no Agreste de pernambucano. O encontro, que integra o calendário tempo-encanto xukuru, é um momento especial no qual os sábios da etnia xukuru compartilham suas visões, estudos e leituras sobre a natureza orientando o planejamento do ano de plantar-colher-comer-celebrar.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE) e tem apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via Lei Paulo Gustavo (LPG), direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) do governo federal.</p>
<p>Este ano o evento foi ampliado para três dias de programação, com rodas de conversa, vivências, apresentações culturais e guyanças, oferecendo uma rica oportunidade para todos aprenderem com os sábios e sábias xukurus, que transmitem suas formas de conhecer e viver na busca por uma terra sem males.</p>
<p>As inscrições para o evento, que são gratuitas para indígenas e povos de comunidades tradicionais, podem ser feitas por meio do <a title="Inscrição: XIV Encontro de Sábios Xukuru do Ororubá - Lonjy Abaré" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScoe2ZxnBOV8GF-x1OQt26uryBpJkSJYClELhDQQalMQ_b-7g/viewform?pli=1" target="_blank"><strong>formulário on-line</strong></a>.</p>
<div id="attachment_115583" aria-labelledby="figcaption_attachment_115583" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Lonjy-abaré-2022.-Créditos-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115583" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Lonjy-abaré-2022.-Créditos-divulgação-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de Sábios Lonjy Abaré</p></div>
<p>Projeto foi contemplado na Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE)</p>
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		<title>Caruaru se transforma na Capital de Todos os Ritmos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 05:01:44 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>É a Capital do Forró. É a Capital do Forró. É por isso que Caruaru é a Capital&#8230; do coco, da ciranda, do samba, do frevo, do maracatu, do caboclinho&#8230; Sim, desde esta sexta-feira (9), Caruaru, a Capital do Forró, tornou-se a capital de todos os ritmos pernambucanos. O Festival Pernambuco Meu País chegou com força na Princesa do Agreste desde cedo.</p>
<p>Logo no começo da tarde, as ruas do Centro do município foram tomadas por diversas manifestações culturais e todos os trilhos levavam à antiga Estação Ferroviária, onde estacionou o caminhão-palco, que abriu os trabalhos do País das Culturas Populares com o Grupo Cultural Indígena Fetxha, de Águas Belas (Agreste); Dona Del do Coco e Ciranda e o Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho, ambos de Olinda (Região Metropolitana do Recife).</p>
<p>Nesta etapa acontece uma experiência de interação das atrações que sobem ao palco-caminhão com as que desfilam em cortejo pelas ruas. Enquanto o Fetxha se apresentava, por exemplo, passou o Batalhão Flor de Lis de bacamarteiros de Barra de Guabiraba (Agreste). No palco, o grupo fulni-ô tocou forró e coco prestando homenagens a João do Pife e a Azulão, expoentes da cultura popular caruaruense. Cantando em sua língua originária e em português, também prestou tributo ao antepassados e fez sua própria versão de Asa Branca (Luiz Gonzaga &amp; Humberto Teixeira).</p>
<p>Depois foi a vez de Dona Del, Ouro Preto/Tabajara (Olinda) mostrar porque é uma autêntica instituição quando se trata de manter viva a tradição do coco e da ciranda no Estado. Quase dava para ver subir a poeira sobre o piso de alvenaria do pátio e até ouvir o barulho do mar no Centro da Princesa do Agreste. Com seu grupo de voz e percussão, Dona Del destilou seu repertório próprio com temas de seu imaginário e até composições bastante atuais e engajadas, como Vidas Negras Importam, que dispensa explicações. Enquanto a coquista-cirandeira soltava sua voz, pelo pátio desfilavam a trupe da Associação de Bacamarteiros São João.</p>
<p>Já adentrando a noite, a Escola de Samba Preto Velho trouxe sua versão de palco, com vozes, cavaco, percussão, bailarinos e passistas provocando um Carnaval fora de época no País das Culturas Populares. Em um repertório de sambas-enredos, MPB e cultura popular interpretou canções como Retalhos de Cetim (Benito di Paula); Não Deixe o Samba Morrer (Edson Conceição, Aloísio &amp; Alcione), sucesso da Marrom; Vou Festejar (Jorge Aragão, Dida &amp; Deoci) e Coisinha do Pai (Jorge Aragão, Almir Guineto &amp; Luiz Carlos), hits da Madrinha do Samba; Mas que Nda (Jorge Ben Jor); É Hoje (Didi Mestrino), enredo da União da Ilha de 1982; O que É, o que É (Gonzaguinha); e Zé do Caroço (Leci Brandão). Ficou aquele gostinho de quero mais.</p>
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		<title>Projeto lança vídeos, fotografias e áudios do quilombo indígena Tiririca dos Crioulos</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2015 20:12:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26379" aria-labelledby="figcaption_attachment_26379" class="wp-caption img-width-472 alignnone" style="width: 472px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/pretosvelhos.jpg"><img class="size-full wp-image-26379 " alt="Cícera Francisca / Direitos Reservados" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/pretosvelhos.jpg" width="472" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Casal de preto-velho do Centro Espírita Preto-Velho Canzuá do Velho Xangô, um dos museus da comunidade. Crédito da foto: Cícera Francisca / Direitos Reservados</p></div>
<p>O projeto <strong><a href="http://facebook.com/doburacoaomundo" target="_blank">&#8220;Do Buraco ao Mundo: segredos, rituais e patrimônio de um quilombo-indígena&#8221;</a></strong> lança os seus primeiros resultados em áudio, vídeo e fotografias nesta quinta-feira (18/06), durante o <a href="https://www.facebook.com/events/675873969206230/" target="_blank"><strong>&#8220;Seminário Quilombos, estudos antropológicos e regularização territorial&#8221;</strong></a>, realizado no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto de formação cultural é realizado junto à comunidade Tiririca dos Crioulos, considerada um &#8220;quilombo indígena&#8221; e localizada na zona rural de Carnaubeira da Penha, no Sertão pernambucan. A iniciativa é coordenada pelos professores Larissa Isidoro e Nivaldo Léo Neto, com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. <strong><em>Assista ao vídeo teaser <a href="https://vimeo.com/doburacoaomundo/teaserlancamentoobrasufpe" target="_blank">AQUI</a>.</em></strong></p>
<p>Entre as obras que serão apresentadas na exposição, estão uma coletânea de áudios que envolvem os benditos e linhas de toré e gira da comunidade, que está sendo chamada &#8220;Documento Sonoro&#8221;, já que se trata de um registro do patrimônio cultural de Tiririca dos Crioulos. Durante o evento, também haverá uma mostra fotográfica e a exibição de vídeos, frutos de oficinas de formação em audiovisual. As obras foram criadas com a participação dos tiririqueiros, membros da comunidade. A partir das 9h, os participantes podem conferir a mostra fotográfica e escutar algumas faixas de áudio. Às 17h30, serão exibidos os vídeos produzidos, seguida de roda de diálogo com os integrantes do projeto que irão compartilhar experiências. A exposição é realizada em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE-UFPE).</p>
<p>O projeto pretende futuramente realizar outras mostras itinerantes em outros espaços, com a previsão de lançamento de livro didático, blog e mais vídeos. O conteúdo produzido durante o projeto está sendo disponibilizado no site <strong><a href="http://www.culturadigital.br/tiriricadoscrioulos" target="_blank">www.culturadigital.br/tiriricadoscrioulos</a></strong>, com o objetivo de ser um acervo dos bens culturais da comunidade.</p>
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		<title>Livro  Índios e Caboclos: Reencontros</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2015 13:10:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Título: Índios e Caboclos: Reencontros Tipo de produto: Livro Classificação: Fotografia, Cultura Popular e Tradicional, Povos indígenas Nome do proponente: O Norte – Oficina de Criação Autor(es): Bruno Lima, Chico Rocha, Lula Marcondes Descrição: Livro de fotografia criado a partir de intercâmbio cultural entre membros da comunidade indígena dos Kapinawá de Buíque com os brincantes caboclos do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Livro_Indios-e-caboclos.jpg"><img class="alignnone  wp-image-19303" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Livro_Indios-e-caboclos-386x486.jpg" width="270" height="340" /></a></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Livro_Indios-e-caboclos.jpg"><br />
</a><strong>Título:</strong> Índios e Caboclos: Reencontros<br />
<strong>Tipo de produto:</strong> Livro<br />
<strong>Classificação:</strong> Fotografia, Cultura Popular e Tradicional, Povos indígenas<br />
<strong>Nome do proponente:</strong> O Norte – Oficina de Criação<br />
<strong>Autor(es): </strong>Bruno Lima, Chico Rocha, Lula Marcondes<br />
<strong>Descrição:</strong> Livro de fotografia criado a partir de intercâmbio cultural entre membros da comunidade indígena dos Kapinawá de Buíque com os brincantes caboclos do grupo de Maracatu Rural Leão Africano de Nazaré da Mata. O foco do livro é o (re)conhecimento mútuo entre os membros destas comunidades para o fortalecimento de seus laços culturais e o legado das tradições indígenas brasileiras enfraquecido pelo isolamento geográfico, social, cultural e político, fruto das difíceis realidades econômicas que as mesmas comunidades enfrentam.<br />
<strong>Ano de lançamento:</strong> 2014<br />
<strong>Edição:</strong> 1ª<br />
<strong>Editora:</strong> O Norte – Oficina de Criação<br />
<strong>Preço (R$):</strong> R$ 50,00<br />
<strong>Local de venda:</strong> Livraria Jaqueira - Rua Antenor Navarro, 138, Jaqueira. Telefone: (81) 3265-9455.<br />
<strong>Tiragem:</strong> 1.000<br />
<strong>Distribuição gratuita:</strong> 450 exemplares destinados ao Maracatu de Baque Solto Leão Africano, Povo Kapinawá, entidades governamentais e não-governamentais e instituições no Brasil e no exterior.<br />
<strong>Site:</strong> <a href="http://www.onorte.arq.br" target="_blank">www.onorte.arq.br<br />
</a><strong>Email:</strong> onorte@onorte.arq.br<br />
<strong>Telefone:</strong> (81) 3421 8393</p>
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		<title>FPNC Agreste Central 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 15:34:14 +0000</pubDate>
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