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	<title>Portal Cultura PE &#187; Índios e Caboclos: Reencontros</title>
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		<title>Livro promove intercâmbio cultural entre duas comunidades rurais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 20:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18054" aria-labelledby="figcaption_attachment_18054" class="wp-caption img-width-592 aligncenter" style="width: 592px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/livro-reencontros-indios-cablocos.jpg"><img class="size-medium wp-image-18054" alt="Obra reúne fotografias das comunidades " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/livro-reencontros-indios-cablocos-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Obra reúne fotografias do povo indígena Kapinawá e do Maracatu de Baque Solto Leão Africano (Fotos: Guga Soares e Mateus Sá/Divulgação)</p></div>
<p>Registrar similitudes e divergências. Esse foi o desafio dos fotógrafos Mateus Sá e Guga Soares ao captar o cotidiano de duas comunidades rurais distintas de Pernambuco, o povo indígena Kapinawá, da cidade de Buíque, e o Maracatu de Baque Solto Leão Africano, do município de Nazaré da Mata, para o livro fotográfico<em> Índios e Caboclos: Reencontros</em>, que conta com o incentivo do Funcultura.</p>
<p>Num intercâmbio que aconteceu em dois encontros, durante o mês de julho de 2013 (o primeiro, em Buíque, quando os Kapinawá receberam em sua terra sagrada os brincantes do Maracatu Leão Africano. O segundo, em Nazaré da Mata, quando os brincantes do Maracatu receberam em seu terreiro o povo Kapinawá), o projeto promoveu o (re)conhecimento mútuo entre os membros dessas comunidades e ajudou a fortalecer seus laços culturais e o legado das tradições afro-indígenas brasileiras. &#8221;O intuito da publicação é possibilitar que essas entre duas culturas troquem figurinhas entre si e, mais do que isso, que se (re)conheçam e se fortaleçam em alguns pontos, inclusive, nas questões sociais, políticas e econômicas&#8221;, disse Mateus Sá.</p>
<p>Segundo Sá, além desses fatos, houve também uma curiosidade bastante interessante a respeito do Caboclo Arreia-Mar ou Caboclo de Pena, do Maracatu Rural. &#8220;Um olhar mais detalhado sobre o Cabloco revelou que a entidade apresenta características indígenas bem acentuadas, como uma indumentária de grande beleza e imponência, coroada com um penacho de proporções colossais para uma cabeça humana. Ou seja, um personagem do Maracatu Rural traz em suas raízes a figura indígena&#8221;, disse o fotógrafo.</p>
<p>Ao longo das páginas da publicação, é possível encontrar o resultado das trocas de experiências e de saberes entre irmandades geográfica e historicamente afastadas, mas intimamente conectadas por laços de ancestralidade indígena. &#8220;O processo de produção do livro, que levou quase um ano para ser concluído, selou uma abertura, um elo entre duas comunidades que se (re)descobriram, se entenderam e se tornaram amigas. E é possível ver isso no livro, que tem duas capas, ou seja, dois inícios, e, no meio, o reencontro. A obra não está estruturada em capítulos, uma vez que a introdução está baseada nas viagens de ônibus que cada comunidade fez para chegar na outra. Depois, são as fotos do dia que eles interagiram nessas idas e vindas&#8221;, afirmou Mateus.</p>
<p>A iniciativa foi concebida, coordenada e produzida pela <em>O Norte &#8211; Oficina de Criação</em>, com projeto gráfico de Cintia Viana, e textos de Bruno Lima, Chico Rocha, Lula Marcondes e Caroline Leal, que também foi a responsável pela consultoria em antropologia. Embora ainda não tenha uma data confirmada, haverá dois eventos de lançamentos tanto na comunidade Kapinawá, como na do Maracatu de Baque Solto Leão Africano. &#8220;Serão nesses dois momentos que poderemos vivenciar a reação dos moradores que foram retratados nos livros. Inclusive, essa é a fase mais importante da publicação para mim. Nada substitui o encanto da sensação olho no olho&#8221;, contou Mateus Sá, que já prevê a possibilidade de realizar um lançamento da obra na capital pernambucana.</p>
<p>O livro está disponível para compras na Livraria da Jaqueira (rua Antenor Navarro, 138) e na Estação 4 Cantos, no Sítio Histórico de Olinda.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Livro Fotográfico &#8220;Índios e Caboclos: Reencontros&#8221;<br />
Pontos de venda: Livraria da Jaqueira &#8211; Rua Antenor Navarro, 138<br />
Estação 4 Cantos &#8211; Rua Prudente de Moraes, 440<br />
R$ 50</p>
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