<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Infância</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/infancia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 19 Jun 2026 17:27:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Reflexões urbanas, histórias de resistência e mergulhos sensoriais na programação do fim de semana no Cinema São Luiz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/reflexoes-urbanas-historias-de-resistencia-e-mergulhos-sensoriais-na-programacao-do-fim-de-semana-no-cinema-sao-luiz/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/reflexoes-urbanas-historias-de-resistencia-e-mergulhos-sensoriais-na-programacao-do-fim-de-semana-no-cinema-sao-luiz/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 16:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema pernambucano]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=119097</guid>
		<description><![CDATA[O Cinema São Luiz recebe mais um fim de semana repleto de narrativas potentes que atravessam o país e revelam realidades distintas — da memória afetiva das ondas do rádio ao cotidiano da construção civil, passando por experiências de retorno, resistência e sonhos interrompidos. Com sessões gratuitas e ingressos acessíveis, a programação do sábado (19) [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119101" aria-labelledby="figcaption_attachment_119101" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/lispectorante-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-119101" alt="&quot;Lispectorante&quot; está na programação deste fim de semana" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/lispectorante-1-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Lispectorante&#8221; está na programação deste fim de semana</p></div>
<p>O Cinema São Luiz recebe mais um fim de semana repleto de narrativas potentes que atravessam o país e revelam realidades distintas — da memória afetiva das ondas do rádio ao cotidiano da construção civil, passando por experiências de retorno, resistência e sonhos interrompidos. Com sessões gratuitas e ingressos acessíveis, a programação do sábado (19) e domingo (20) de julho reafirma o compromisso do equipamento com uma curadoria diversa e conectada com temas urgentes e poéticos.</p>
<p>&#8220;A cada nova programação buscamos valorizar filmes que se comunicam com o mundo de hoje, mesmo que sempre conectados com nossa história e memória. A gente tem um fim de semana que começa com um sábado repleto de produções pernambucanas, mostrando a diversidade do que se faz aqui no Estado, com diferentes propostas de encenação e de pesquisa sobre diferentes territórios também. Às 14 horas, a gente começa com o filme Estação Janga Lua, dirigido por Chia Beloto e Rui Mendonça, e que aborda o cotidiano e as experiências do mestre Zeca do Rolete com a sua grande paixão, que é o rádio. É um filme de invenção, de fabulação desse cotidiano. Vai ter um debate após a sessão com a equipe do filme&#8221;, explica o curador e programador do equipamento, Pedro Severien.</p>
<p>Após a exibição de &#8220;Estação Janga Lua&#8221;, a programação continua às 16h30 com o documentário &#8220;Maestra&#8221;, de Bruna Piantino, que apresenta a trajetória de Cenir Silva, uma mestra de obras cuja prática cotidiana subverte e reinventa os espaços da cidade. Uma reflexão sensível sobre técnica, pertencimento e força coletiva. Um filme com impacto social, que fala de relações afetivas e relações de trabalho, relações com o território.</p>
<p>Às 18h, o destaque é para o longa de ficção &#8220;Lispectorante&#8221; (14 anos), de Renata Pinheiro. Misturando realismo, mistério e autobiografia, o filme acompanha Glória Hartman em seu retorno a Recife e no reencontro com os fantasmas — reais e imaginários — da cidade, da literatura e de si mesma.</p>
<p>Encerrando o sábado, às 20h, será exibido &#8220;Ainda não é amanhã&#8221; (14 anos), de Milena Times, longa que acompanha os dilemas de Janaína, jovem universitária cuja trajetória é atravessada por uma gravidez inesperada. O filme toca com sensibilidade em temas como acesso à educação, juventude e autonomia. “Um belíssimo filme que teve uma circulação em diversos festivais e que trata dos desafios de uma jovem mulher negra da periferia, que tem um futuro super promissor e que tem que lidar com uma gravidez indesejada. Então, o filme aborda os dilemas dessa situação, promovendo uma reflexão sobre o aborto na perspectiva social da saúde das mulheres&#8221;, pontua Severien.</p>
<p>O domingo começa às 14h com a sessão infantil &#8220;Thiago &amp; Ísis e os Biomas do Brasil&#8221;, que trata do meio ambiente de uma forma divertida e envolvente misturando documentário, teatro de bonecos e animação. Às 16h, tem uma sessão extra do clássico &#8220;Em busca do ouro&#8221;, de Charles Chaplin, um filme que está completando 100 anos e que retorna à tela do São Luiz após muitos pedidos do público. Para finalizar o fim de semana, é exibido &#8220;O Silêncio das Ostras&#8221;, um filme de Marcos Pimentel que aborda de forma ficcional, mas se utilizando de muitos elementos do real, as tragédias que ocorreram em Mariana e Brumadinho.</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p><strong>Sábado (19)</strong></p>
<p data-renderer-start-pos="515">14h &#8211; Estação Janga Lua<br />
16h30 &#8211; Maestra<br />
18h &#8211; Lispectorante<br />
20h &#8211; Ainda não é amanhã</p>
<p data-renderer-start-pos="604"><strong>Domingo (20)</strong></p>
<p data-renderer-start-pos="623">14h &#8211; Thiago &amp; Ísis e os Biomas do Brasil<br />
16h &#8211; Em busca do ouro<br />
18h &#8211; O silêncio das ostras</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/reflexoes-urbanas-historias-de-resistencia-e-mergulhos-sensoriais-na-programacao-do-fim-de-semana-no-cinema-sao-luiz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dia do Livro Infantil celebrado com autores e ilustradores pernambucanos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/dia-do-livro-infantil-celebrado-com-autores-e-ilustradores-pernambucanos/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/dia-do-livro-infantil-celebrado-com-autores-e-ilustradores-pernambucanos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Apr 2023 04:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=100241</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Quem nunca se imaginou sendo amigo d&#8217; O Menino Maluquinho, fazendo parte da Turma da Mônica, passando uma temporada no planeta B612, com O Pequeno Príncipe, ou ainda correndo pelo sítio do Picapau Amarelo com Narizinho e Emília? Existem personagens que marcam os leitores para sempre e quase sempre há nessa lista afetiva livros [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_100242" aria-labelledby="figcaption_attachment_100242" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fran Silva/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/52252111701_fecb198764_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-100242" alt="Fran Silva/ Secult PE - Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/52252111701_fecb198764_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O estímulo à leitura na infância presente na Praça da Palavra, no FIG</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem nunca se imaginou sendo amigo d&#8217; O Menino Maluquinho, fazendo parte da Turma da Mônica, passando uma temporada no planeta B612, com O Pequeno Príncipe, ou ainda correndo pelo sítio do Picapau Amarelo com Narizinho e Emília? Existem personagens que marcam os leitores para sempre e quase sempre há nessa lista afetiva livros lidos na infância. Neste domingo (2) é celebrado no mundo todo o Dia do Livro Infantil, uma data que reafirma a importância de estimular a leitura desde a mais tenra idade.</p>
<p>A ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura, Louise Glück, escreveu em seu poema “Nostos” que &#8220;a gente olha o mundo uma só vez, durante a infância. O resto é lembrança.&#8221; Talvez por isso é tão raro esquecer os autores, ilustradores e as histórias que marcam os primeiros anos de vida. O fato desses primeiros passos no mundo da leitura acontecer no coletivo &#8211; seja na sala de aula, em família ou atividades em bibliotecas &#8211; também contribui para que os livros infantis fiquem tão marcados na memória. São muitas vezes sinônimos de afeto, compartilhamento e aventuras vividas através da imaginação.</p>
<p>Para o editor da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Diogo Guedes, a data de hoje é de extrema importância tanto para celebrar as obras que dialogam diretamente com a infância, quanto para pensar sobre a formação de leitores. “O livro é, antes de tudo, um objeto de grande potência. Ele entretém, faz refletir, ensina, provoca emoções, quebra expectativas. E o livro infantil é justamente essa primeira porta de entrada. Os livros infantis apresentam novos universos, pontos de vista para as crianças”, pontua.</p>
<p>“Na Cepe temos um amplo catálogo e, além dos nossos títulos infanto-juvenis, incentivamos essa produção através do Prêmio Cepe. Pensamos sempre em como melhor atender esse público, trabalhamos tanto para os leitores muito iniciantes quanto os que já têm uma certa autonomia na leitura. Esse ano devemos publicar ainda ao menos três novos livros infantis e é sempre uma alegria”, pontua o editor.</p>
<p>Em Pernambuco não faltam talentos no universo da literatura infantil. Por isso, para celebrar a data de hoje, seguem dicas de 5 livros escritos e/ou ilustrados por pernambucanos:</p>
<p><strong>A biblioteca da Bia</strong>, de Viviane Ferreira Santiago (Cepe Editora)</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Capa_A-biblioteca-de-Bia_SITE-760x1024x3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100243" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Capa_A-biblioteca-de-Bia_SITE-760x1024x3-396x486.jpg" width="396" height="486" /></a></p>
<p>Vencedor do II Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil em 2019, A biblioteca da Bia é o primeiro livro da autora destinado ao público infantil. Conta de forma sensível sobre o luto, e como só o passar do tempo ameniza a dor da perda de alguém que se ama. A personagem narradora supera a dor quando consegue formar a biblioteca com que sua amiguinha sonhava, e sente que ela estará sempre presente na vida de todas as crianças que terão acesso aos livros e suas lindas histórias. As ilustrações são da recifense Luísa Vasconcelos.</p>
<p><b>Eu, passarinho</b>, de Camilla Inojosa (La Ursa)</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Passarinho_capa.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-100245" alt="Passarinho_capa" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Passarinho_capa-607x440.png" width="607" height="440" /></a></p>
<p>O livro surgiu a partir de uma história escrita por Maria Luíza, filha de Camilla, em uma das oficinas de literatura infantil que a autora ministra. O texto fala de como a vida exige trocas e reciprocidade, da importância de cuidar e ser cuidado. Ilustrações de Rafaella D’Oliveira.</p>
<p><strong>Atchim!</strong>, de Miró (Cepe Editora)</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/ATCHIM.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100246" alt="ATCHIM_Capa.indd" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/ATCHIM-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>As perguntas que as crianças fazem sobre a vida e sobre Deus são o mote deste poema de Miró, ilustrado por Cau Gomez. Atchim! é um passeio pela memória e pela descoberta da poesia que habita a criança que há em cada um de nós.</p>
<p><strong>O rapto do galo</strong>, de Fabiana Karla (Rocco)</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/oraptodogalo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100244" alt="oraptodogalo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/oraptodogalo-365x486.jpg" width="365" height="486" /></a></p>
<p>Às vésperas do Carnaval, o Galo da Madrugada desaparece. O rapto do símbolo do bloco pernambucano, que arrasta mais de dois milhões de pessoas todos os anos pelas ruas do Recife, é o ponto de partida para a preciosa homenagem de Fabiana Karla ao folclore de sua terra natal. Em sua estreia na literatura, a atriz e comediante compõe um cordel contemporâneo enriquecido com as xilogravuras e os retalhos de chita de Rosinha, premiada ilustradora, também pernambucana, vencedora do Prêmio Jabuti.</p>
<p><strong>A vaca macaca</strong>, de Eduardo César Maia (Cepe Editora)</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/avaca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100247" alt="avaca" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/avaca-382x486.jpg" width="382" height="486" /></a></p>
<p><em id="__mceDel"> </em></p>
<p>O professor e jornalista Eduardo César Maia inspirou-se nas filhas Lara e Marina para criar esta história que tenta explicar como o jogo da amarelinha se tornou um sucesso entre as crianças: foi graças a uma vaca manchada de amarelo, amiga de um esperto macaquinho que criou o jogo para alegrá-la. As ilustrações são de Ildembergue Leite, programador visual e apaixonado por desenho desde criança.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/dia-do-livro-infantil-celebrado-com-autores-e-ilustradores-pernambucanos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Biblioteca Pública de Buíque recebe adaptação teatral da obra de Graciliano Ramos, &#8220;Infância&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/biblioteca-publica-de-buique-recebe-adaptacao-teatral-da-obra-de-graciliano-ramos-infancia/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/biblioteca-publica-de-buique-recebe-adaptacao-teatral-da-obra-de-graciliano-ramos-infancia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 23:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Pública de Buíque]]></category>
		<category><![CDATA[graciliano ramos]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[peça]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=90033</guid>
		<description><![CDATA[A Biblioteca Pública Municipal de Buíque recebe, no próximo dia 26 de dezembro (domingo), às 20h, a adaptação teatral de “Infância”, obra autobiográfica de Graciliano Ramos, que teve sua 1ª edição publicada em 1945. O livro de memórias relata com riquezas de detalhes a infância do menino Graciliano em solo buiquense. A teatralização musicada, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-16-at-14.28.16-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90034" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-16-at-14.28.16-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A Biblioteca Pública Municipal de Buíque recebe, no próximo dia 26 de dezembro (domingo), às 20h, a adaptação teatral de “Infância”, obra autobiográfica de Graciliano Ramos, que teve sua 1ª edição publicada em 1945. O livro de memórias relata com riquezas de detalhes a infância do menino Graciliano em solo buiquense. A teatralização musicada, a partir da obra homônima de Graciliano Ramos, conta com a atuação de Ney Piacentini (pós-doutorando pela Unesp) e musicalização de Alexandre Rosa (doutor em música-performance pelo Instituto de Artes da Unesp).</p>
<p>Sobre a adaptação do livro à cena, Ney Piacentini ressaltou que a adaptação, atualmente em processo, vem sendo experimentada sob diversos ângulos. <em>&#8220;Por exemplo, a transformação do narrador adulto na criança que ele descreve de si mesmo, ou o desdobramento do autor nos vários personagens que compõem o romance&#8221;</em>, diz o ator sobre o desafio da adaptação.</p>
<p>O responsável pela Biblioteca Municipal, que leva o nome do escritor alagoano, assim que soube da vontade dos músicos em realizar uma apresentação em Buíque, coloca-se à disposição e junto com o blog Choque Cultural Buíque começou a colocar o plano em prática.</p>
<p>Segundo Leonardo Silva, o município de Buíque tem uma dívida de gratidão com Graciliano Ramos, por ele enfatizar com detalhes nossas ruas, personagens e nosso clima. <em>“Nossa cidade é bastante cultural, a história está aí para nos mostrar a diversidade existente, por isso que digo: Graciliano bebeu desta fonte e se tornou a referência literária que é”</em>, ressaltou. A entrada é gratuita.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo &#8220;Infância&#8221;, com Ney Piacentini e Alexandre Rosa<br />
Quando: 26 de dezembro de 2021 (domingo), às 20h<br />
Onde: Biblioteca Municipal Graciliano Ramos<br />
Acesso gratuito</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/biblioteca-publica-de-buique-recebe-adaptacao-teatral-da-obra-de-graciliano-ramos-infancia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mestre Saúba – Um Patrimônio Vivo da arte de criar com as mãos os próprios sonhos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-sauba-um-patrimonio-vivo-da-arte-de-criar-com-as-maos-os-proprios-sonhos/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-sauba-um-patrimonio-vivo-da-arte-de-criar-com-as-maos-os-proprios-sonhos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2020 19:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[CEPC/PE]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brinquedos Populares; Mané Gostoso; Rói-rói; Brinquedos; Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre; Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônios Vivos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=76262</guid>
		<description><![CDATA[Por Michelle de Assumpção Fotos: PH Reinaux Numa casinha simples e de poucos cômodos, no bairro de Vila Rica, Jaboatão dos Guararapes, trabalham dois irmãos de mesmíssimo nome: José Antônio da Silva. Dedicam-se ao mesmo ofício; um como criador, o outro como ajudante. Para não confundir, desde pequenos são chamados por apelidos: Saúba e Cocota. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76263" aria-labelledby="figcaption_attachment_76263" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Mestre-Saúba-2-PH-Reinaux.jpg"><img class="size-medium wp-image-76263" alt="PH Reinaux" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Mestre-Saúba-2-PH-Reinaux-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Saúba costuma passar o dia na sacada da casa, onde também é seu ateliê, cortando ou montando suas peças</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Michelle de Assumpção</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fotos: PH Reinaux</strong></p>
<p>Numa casinha simples e de poucos cômodos, no bairro de Vila Rica, Jaboatão dos Guararapes, trabalham dois irmãos de mesmíssimo nome: José Antônio da Silva. Dedicam-se ao mesmo ofício; um como criador, o outro como ajudante. Para não confundir, desde pequenos são chamados por apelidos: Saúba e Cocota. O primeiro ficou famoso em todo Pernambuco: é hoje o Mestre Saúba, criador de brinquedos que já alegraram (no passado, bem mais que hoje) a infância de algumas gerações de crianças. Quem nunca brincou de equilibrar um Mané Gostoso no apertar e soltar das hastes de madeira que o prendem? E quem já rodou um Rói-rói até os ouvidos doerem com o zunido do brinquedo?</p>
<p>Quem conhece Saúba de perto, sabe que ele é inseparável do irmão, homônimo. Cocota está fazendo uma pequena reforma que vai ampliar a estrutura da casa em Jaboatão, onde funciona o ateliê dos brinquedos populares de Saúba. Ele também ajuda na colheita da madeira e no corte das peças do irmão artesão. Saúba, aos 66 anos de idade, costuma passar o dia inteiro no primeiro andar da casa, uma sala com portas abertas para a rua, sem qualquer varanda ou sacada. Quem passa pela rua, já de longe avista Saúba sentado na sacada, com as pernas penduradas, tomando um ventinho e entalhando suas peças.</p>
<p>A sua peça preferida é o Mané Gostoso. Com um galho da embaúba, de mais ou menos dois metros, ele faz uns quarenta bonecos articulados. São cinco partes: tronco, duas pernas e dois braços. Todos são furados e amarrados com barbante. O boneco é preso, pelas mãos, a duas hastes de madeira que, pressionadas na base, fazem os bonecos pularem de um lado para o outro, simulando os movimentos de um acrobata.</p>
<p>A rotina do mestre é acordar de madrugada para começar a trabalhar. Às 4h, já está de pé. Toma café e segue para a rotina de fazer os brinquedos. Saúba gosta de ter o estoque sempre bem diverso e com número grande de peças, pois as encomendas, quando chegam, sempre são de uma quantidade razoável de peças. O mestre não gosta de ser pego desprevenido. Só descansa quando viaja. Estando em casa, os Manés Gostosos, Ratinhos, Rói-róis e Borboletas ocupam até o espaço da sua cama. “Ficam lá espalhado. No final do dia, quando vou deitar, ligo a televisão e fico ali amarrando os bonecos, até dar o sono”, conta. No final de cada mês, a produção chega a umas duzentas peças, de cada tipo de brinquedo.</p>
<div id="attachment_76264" aria-labelledby="figcaption_attachment_76264" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Mestre-Saúba-4-PH-Reinaux.jpg"><img class="size-medium wp-image-76264" alt="PH Reinaux" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Mestre-Saúba-4-PH-Reinaux-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Saúba aprendeu a fazer o Mané Gostoso com a ex-mulher, a cigana Socorro, mãe de seus dois filhos</p></div>
<p>Depois do Mané Gostoso, que é mais popular, os ratinhos móveis feitos de papel machê são bastante procurados. Para fazê-los, Saúba encaixa uma espécie de carretel debaixo da peça, com uma linha enrolada. Montado o brinquedo, é só puxar a linha por cima do ratinho e, ao soltá-la, o brinquedo se move sozinho. Cocota sabe todos os segredos do irmão. Mestre Saúba nunca segurou as informações que foi adquirindo, até porque, foi observando outros profissionais aprimorou suas técnicas e criou outras.</p>
<p>Mesmo antes de ser titulado Patrimônio Vivo de Pernambuco, em agosto de 2019, Mestre Saúba já cumpria a missão de repassar seus conhecimentos sobre o ofício dos brinquedos populares. Fato que se espera de um verdadeiro mestre. Começou dentro da própria casa. Além de Cocota, seus próprios filhos, Evinha e Carlos José, também aprenderam com o pai. A neta Maria Júlia, de 11 anos, hoje também ajuda a montar Mané Gostoso. Mestre Saúba também passou a ser um artista requisitado em eventos escolares, onde faz curtas demonstrações para alunos do ensino infantil e fundamental.  <em>“Sou sempre chamado às escolas para mostrar como faz para as crianças, e já levo tudo cortado, só para eles pintarem e a gente montar junto. É um boneco muito fácil e todos ficam encantados”</em>, conta.</p>
<div id="attachment_76265" aria-labelledby="figcaption_attachment_76265" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Mestre-Saúba-7.jpg"><img class="size-medium wp-image-76265" alt="PH Reinaux" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Mestre-Saúba-7-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estoque do Mestre Saúba está sempre cheio com todas as peças de sua coleção, pronto para receber grandes encomendas.</p></div>
<p><b>BRINQUEDO NA ROÇA</b> &#8211; Mestre Saúba nasceu no município de Pombos, em 10 de março de 1954. Seus pais eram agricultores e, como toda criança que nasce e cresce na roça, não demorou muito para que suas mãozinhas estivessem na lida da enxada. A dificuldade do trabalho no campo crescia proporcional à sua força de menino. Limpou mato, alimentou bichos, cortou cana e aos 14 já carregava uma Maria Fumaça com grandes transportes da cana. A dureza da rotina no campo, que retirou-lhe o direito básico de ir à escola, pelo menos não destruiu a necessidade do brincar e do encantamento.</p>
<p>O trabalho debaixo do sol causticante do Agreste, rendeu ao menino uma pele que não bronzeava, mas ficava rosa, vermelha como uma formiga saúva, ou saúba, como chamava o povo. Daí veio o apelido. Com muito trabalho e pouco tempo, e nenhum dinheiro para divertimentos, o menino Saúba aprendeu a fazer carrinhos de madeira com pedaços de pau encontrados na usina. <em>“Era o que tinham para brincar”</em>. Dali a pouco, estava fazendo por encomenda, para outros garotos da região. <em>“Dia de domingo, a gente brincava de fazer esses brinquedos. Ninguém ensinou. Eu fazia carrinho, rolimã, fazia usina, burrica”</em>, conta. Burrica é uma espécie de “roda-roda”, um pequeno carrossel. Saúba nunca imaginou que levaria aquela diversão como um ofício na vida, mas aos poucos foi se transformando num sonho de aprender cada vez mais, de ser um mestre daquela profissão.</p>
<p><em>“Eu mesmo fazia com minha inteligência. Não tinha energia na minha mocidade, nós éramos soltos na rua, não tínhamos medo de nada e éramos felizes”</em>, recorda. Caso fosse possível mudar alguma coisa do seu passado, conta que teria insistido para que o pai tivesse o deixado ir à escola. O homem, no entanto, só queria que os seis filhos trabalhassem para ajudar no sustento da família. Hoje, Saúba acredita que é tarde para aprender, mas lamenta por ter sempre que sair acompanhado, de filhos ou parentes, ou não consegue resolver coisas simples do dia-a-dia.<em> “Mãe diz que quem não sabe ler, é cego. Hoje me faz falta. Eu chego em ambiente luxuoso e fico embaraçado”</em>, relata.</p>
<p>Se não sabe ler, por outro lado, Mestre Saúba sabe se comunicar como poucos. Sua inteligência é nata, e sabe disso desde menino, quando inventava brinquedos e brincadeiras. Aos vinte anos, quando o pai morreu, as dificuldades aumentaram e ele veio com a mãe, além de mais quatro irmãos, morar em Jaboatão. Estava disposto a qualquer trabalho. Limpar mato, trabalhar na construção civil, o que aparecesse. Saúba não sabia que seu sonho estava próximo de virar realidade. No primeiro trabalho que conseguiu, precisava carregar e transportar material de construção, com ajuda de um burro. Trabalhou como vigia e como carpinteiro de uma grande construtora.</p>
<p>Continuava fazendo os brinquedos, mas ninguém de seu conhecimento dava muita importância. Estava só, até conhecer a cigana. Maria do Socorro vendia bonecos de madeira em feiras de rua na cidade de Moreno. Saúba, que vivia querendo aprender como se fazia artesanato, sem sucesso em encontrar alguém que lhe passasse os segredos, foi convidado pela cigana para ir até sua casa. Lá, conheceu o pai e a mãe da mulher. Era uma família de artesãos. Saúba casou com a cigana e tiveram dois filhos. Hoje, eles moram em São Paulo e não querem saber de artesanato. <em>“Estão muito bem de vida”</em>, conta o pai.</p>
<div id="attachment_76266" aria-labelledby="figcaption_attachment_76266" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Mestre-Saúba-6.jpg"><img class="size-medium wp-image-76266" alt="PH Reinaux" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Mestre-Saúba-6-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Saúba criou seu próprio transporte, que é usado para buscar a embaúba, numa mata perto de sua casa</p></div>
<p>Foram dez anos ao lado da cigana Socorro. Foi com ela que aprendeu a fazer o Mané Gostoso e o ratinho. O casal via os brinquedos em feira e faziam igual ou adaptavam. Rodavam por tudo quanto era feira, parques e praças de Pernambuco, onde tivesse criança<em>. “Hoje, o celular está tirando a atenção da criança, mas antigamente elas não podiam ouvir o som do rói-rói ou da borboleta, que ficavam encantadas e queriam ir atrás. Vendemos muito”</em>, conta.</p>
<p><em>“As borboletas, eu criei depois que me separei da cigana”</em>, lembra Saúba. Ele conta que desenhou e montou a peça junto com o irmão, Cocota. O brinquedo é composto por duas asas de madeira coloridas, que são presas a uma longa haste de madeira com rodinhas. Ao empurrar o cabo, as asas batem fazendo um barulho chamativo.</p>
<p>Atualmente, o mestre deixou de andar por praças e feiras. Por muitos anos, foi figura cativa nas feiras do pátio do Museu do Homem do Nordeste, que lhe deu fama entre os estudiosos da arte popular. Foi nesta temporada que seus caminhos se abriram. Os colégios levavam as crianças para visitar o estande do Mestre Saúba e elas não saíam de lá sem comprar um boneco dele. Dali, era convidado para outros eventos, incluindo as oficinas nas escolas. Circulou muito também pelos mercados da Encruzilhada, Madalena, São José e Casa da Cultura. O povo ouvia de longe o ruído do Rói-rói de Saúba e se aproximava, ciente da riqueza que iria encontrar.</p>
<div id="attachment_76267" aria-labelledby="figcaption_attachment_76267" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Mestre-Saúba-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-76267" alt="PH Reinaux" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Mestre-Saúba-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com um galho da embaúba, de mais ou menos dois metros, Saúba faz uns quarenta bonecos articulados de Mané Gostoso</p></div>
<p>Brinquedos como aquele nunca estariam numa loja do centro ou de um shopping. Encantavam não só as crianças, mas os próprios adultos, que sempre tinham uma história para contar de sua própria infância, quando confeccionar o próprio brinquedo era prática habitual. Hoje em dia, Saúba não circula mais pelas praças, parques, feiras e eventos, como fazia no passado. Por outro lado, sua produção criativa é a mesma. Pelo menos uma vez ao mês, vai numa mata, perto de casa, buscar a embaúba.</p>
<p>Ele próprio criou o transporte usado para a missão. Tem direção, freio, duas rodas e uma pequena caçamba. Desce na banguela até o lugar onde são recolhidos os galhos da planta. Depois, sobe empurrado por ajudantes, de volta à casa/ateliê de Saúba. A madeira vira Mané Gostoso, Rói-rói, Ratinho e Borboleta, que podem ter perdido lugar nas estantes das crianças. No entanto &#8211; quanto mais passa o tempo, e Saúba resiste com sua arte &#8211; ganham espaço na memória afetiva do povo e na vida de quem entende a importância do brincar que conta sobre nossas tradições, antepassados e histórias.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-sauba-um-patrimonio-vivo-da-arte-de-criar-com-as-maos-os-proprios-sonhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

